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Cidades

Conheça Minas Gerais – São João do Manhuaçu

Emancipado em 1992, a cidade de São João do Manhuaçu está localizada em uma região abençoada por Deus com suas belezas naturais, paisagens deslumbrantes montanhas encantadoras e um povo acolhedor. Sua economia é baseada na agricultura, café, arroz e milho, e na agropecuária; gado leiteiro e de corte (em pequena quantidade) e suinocultura. Com um clima do tipo tropical com chuvas durante o verão e temperatura média anual em torno de 21 °C, o centro da cidade de São João do Manhuaçu está a 870 metros de altitude, sendo que o ponto mais alto é de 1.730 metros acima do nível do mar. Uma pequena cidade com um grande potencial onde seu povo tem orgulho de ser chamado de sanjoanense.

O município de São João do Manhuaçu foi criado sob o signo da Cruz, identificado inicialmente na conquista das terras do vale onde se situa esta divisão administração, pelos bandeirantes que por ali passaram, se transformando nos primeiros conquistadores brancos da região. Posteriormente os colonizadores que naquelas paragens se fixaram, constituindo as primeiras fazendas de Portugueses e, mais tarde a povoação que se transformou na sede do município, também trouxeram em suas bagagens o símbolo Cristão.

Paróquia de São João Batista de São João do Manhuaçu/MG - Home | Facebook
Paróquia de São João Batista de São João do Manhuaçu

Os habitantes nativos da região eram os índios tupis, batizados pelos colonizadores por puris e cúrias. Esses indios se destacavam pelo forte espírito guerreiro de suas tribos, pela bravura de seus homens e pela acentuada pintura que usavam em todas as partes do corpo, principalmente no rosto, com destaque para o vermelho vivo, que podia ser visto e notado à distância.

Nos primórdios da colonização, a área que compõe o distrito era densamente coberta por uma vasta floresta, cuja a cor verde escura fazia admirar os bandeirantes, desbravadores e colonizadores que ali chegaram. Pouco a pouco as matas foram sendo abatidas, cedendo lugar aos grandes cafezais, cujas folhas igualmente verde escuras, fazem lembra a cor original da vegetação nativa.

Considerável pelos desbravadores uma região extremamente agradável, que propiciava descanso e reposição de energia àqueles que ali acampavam, em razão do bom clima, temperatura amena e tranqüilidade do lugar, a região ficou conhecida no passado como Vale da paz.

Prefeitura de São João do Manhuaçu

Muitas histórias dão conta das dificuldades e da bravura dos primeiros colonizadores que chegaram a região, dispostos a nela permanecer. Falta de recursos, doenças, dificuldades financeiras, ataques indígenas, nada disso fez esses desbravadores recuarem. Eram homens de fibra, de sangue quente e aí, mais uma vez, a cor vermelha se destaca. A eles deve ser creditada a existência do povoado de São João do Manhuaçu, elevado a categoria de distrito, de acordo com o decreto nº 6.812 de 16/12/1991 e instalado no dia 24/02/1992 com a presença de autoridades ilustres.

Fonte: https://www.saojoaodomanhuacu.mg.gov.br/

Cidades

Divino – uma experiência nova e repleta de emoção

Com a criação da Capitania de Minas Gerais, no início do século XVIII, e a fundação das três primeiras vilas – para constituir o centro de 3 grandes jurisdições territoriais, a Vila do Ribeirão do Carmo, atual Mariana, ficou abrangendo a área constituída pelos sertões dos rios Pomba, Doce, até o Cuieté, o que incluía toda a Zona da Mata. Portanto, primitivamente, a região onde se situa Divino pertenceu à Mariana.

A Zona da Mata foi pouco explorada até o limiar do século XIX. Concorreram para isso, de um lado, causas naturais, como o relevo – um sério obstáculo à sua penetração, já que a maior parte do território está em terreno ondulado ou montanhoso – e, por outro lado, causas políticas, que proibiam terminantemente seu desbravamento, com o objetivo de impedir o contrabando de ouro. Havia, ainda, uma forte resistência à colonização dos índios puris, primeiros habitantes da região.

Segundo informações encontradas nos arquivos da cidade, a região onde hoje se localiza o município de Divino foi desbravada, em 1831, por pioneiros, chefiados pelo Tenente-Coronel José Batista da Cunha e Castro, que buscavam terras férteis para agricultura, descendo o ribeirão São João do Norte, até alcançar o rio Carangola, onde, após longa exploração, fincaram uma bandeira do Divino Espírito Santo. Em 1833, as terras que hoje fazem parte de Divino foram vendidas ao Major José Luiz da Silva Viana, que mandou para esta localidade um familiar seu, o Sr. Antônio Luiz da Silva Viana, que se tornou o primeiro habitante de Divino. O Major José Luiz da Silva Viana vendeu estas terras para aqueles que seriam os primeiros colonizadores: Geraldo Gomes Pereira, Antônio José Soares, Antônio de Souza Barros, Manoel Moreira da Silva Sampaio, entre outros. Construíram, neste local, uma capela que daria origem a um povoado.

Em 23 de setembro de 1882, pela Lei Provincial nº 2.905, o povoado foi elevado a distrito com a denominação de Divino Espírito Santo, confirmado em 14 de setembro de 1891 pela Lei Estadual nº 2. Passa a se chamar Divino de Carangola em 7 de setembro de 1923, pela Lei Estadual nº 843, por estar submetido a este município, e, em 17 de dezembro de 1938, pelo Decreto Lei Estadual nº 148, desmembrado de Carangola, passa a Divino.

A versão mais aceita para o nome da localidade, teria sido um fato – do qual encontra-se relato do Sr. José Anacleto Rodrigues, nos arquivos da Prefeitura – ocorrido durante a primeira missa, celebrada pelo padre missionário italiano José Cassaleta, na qual um pombo (que na simbologia cristã representa o Espírito Santo), pertencente a um dos fiéis, teria se soltado e pousado em cima do altar, permanecendo lá por alguns minutos, o que levou ao padre a pedir que o nome do povoado ficasse Divino Espírito Santo.

Os primeiros prefeitos eram nomeados, forma que perdurou até a primeira gestão de Genserico Nunes de Oliveira, entre 20 de janeiro de 1945 e 31 de dezembro de 1946, quando convocou-se eleições diretas para a prefeitura e para a instalação da Câmara Municipal (efetivada em 08 de dezembro de 1947), tendo o prefeito desligado-se do cargo e concorrido no pleito, bastante turbulento, fato bastante compreensível no período que se seguiu à deposição de Getúlio Vargas.

Sua gestão, porém durou pouco mais de um mês, tendo sido assassinado em 15 de janeiro de 1948, evento que ocorreu, segundo o Sr. Ziba Alves de Assis (em artigo publicado no periódico “Divino em revista”, de outubro de 1996), devido a motivações políticas. Desde então, o prefeito assassinado tornou-se referência pública na cidade, tendo sido a praça principal batizada com seu nome. Ali foi erguida uma estátua em sua homenagem.

Desde então, o núcleo urbano se expandiu, a partir da Rua José Vítor de Oliveira, conhecida como “rua nova”, conformando 3 bairros: Centro, Soraya e Givisiez.

A Praça Principal da Cidade, que, segundo o Sr. Afonso Tranin, de 82 anos, não passava de um charco para criação de porcos, foi urbanizada ainda em 1939, recebendo um projeto paisagístico inspirado no estilo neoclássico francês (desenho que foi alterado em 2004, sem qualquer critério técnico) possuindo atualmente um traçado orgânico, que recebeu vegetação de origem tropical, mas mantendo algumas árvores de maior porte e um pergolado sustentado por colunas dóricas (remanescentes do traçado original) por exigência da população, que se mostrou insatisfeita com a alteração.

A igreja, que forma um conjunto paisagístico com a praça, foi construída em 1944, em estilo neogótico,no mesmo lugar da original. Ligando as duas, em 1960, foi construída uma escadaria, ladeada por amplo gramado.

Nas décadas subseqüentes, as ruas receberam canalização de água e esgoto. Em 1998, o distrito de Orizânia se emancipa, diminuindo a população do município em quase 5.000 habitantes.

A cidade se encontra numa região montanhosa, na serra da Mantiqueira, o que faz com que haja grande número de quedas d’água e serras, aproveitadas pelos habitantes e por visitantes para lazer.

Sua economia é basicamente agrária, baseada em pequenas propriedades (não há qualquer uma com área acima de 1000 ha), tendo o café como principal cultura – em torno da qual gira a economia do município. Há, ainda, agricultura de subsistência e plantio de cana-de-açúcar, que possui importância não só econômica mas, também, cultural – sustentando toda uma produção artesanal tradicional de aguardente e de rapadura. Essa estruturação econômica é razoavelmente homogênea nos dois distritos.

Igreja Matriz do Divino Espírito Santo

Igreja Matriz do Divino Espírito Santo

Situada em um platô mais elevado que a Praça Genserico Nunes de Oliveira, a principal forma de acesso à Igreja Matriz do Divino Espírito Santo se dá através de uma grande escadaria de concreto. A Igreja constitui elemento identitário e simbólico fundamental para a comunidade de Divino, pois a história de sua construção está intimamente relacionada ao processo de constituição do município, que teve seu efetivo início no sítio onde a Igreja está implantada.

Pedra Santa

Pedra Santa

Conjunto paisagístico constituído por uma nascente, um cruzeiro e uma pequena capela localizados no alto de uma montanha e tombados no município de Divino – MG devido a sua importância cultural, ambiental e turística. Um dos principais pontos turísticos e cartões postais do município. Apresentando características físicas de beleza única, a Pedra Santa é considerada ícone para os habitantes de Divino-MG e turistas que se visitam o município!

Gruta da Pedra Cabeluda

Gruta da Pedra Cabeluda

A gruta conhecida como “Pedra Cabeluda’, além de ser um marco natural e geológico de Divino, pois especialistas que visitaram o local indicaram que ele já foi utilizado por indígenas, está intimamente ligada à cultura imaterial da localidade na medida em que várias lendas e histórias têm como espaço este atrativo turístico. Ela está inserida em uma pequena montanha com ampla composição rochosa e sendo composta por uma galeria de aproximadamente 100 metros de profundidade por 80 metros de largura. Há em sua entrada um cruzeiro e uma imagem de Nossa Senha Aparecida. A mais de uma década a população do município se reúne no local para celebrar o dia da Padroeira do Brasil, festejado em 12 de outubro. com aproximadamente 100 metros de profundidade.

Fonte: https://www.divino.mg.gov.br/ e www.maisminas.com.br

Gastronomia

Entre Rios: 5º Festival Petiscos na Terra já acontece.

Atenção, está na mesa pessoal! Concurso Gastronômico Petiscos da Terra 2021 Entre Rios de Minas já começou!
O evento que já está inserido no calendário dos principais eventos da região, está em sua 5ª edição. Os participantes receberam informações sobre higiene, manuseios, cuidados, exposição, recepção do clientes e orientações sobre segurança sanitária.

Concorrem seis estabelecimentos que utilizam na sua receita ingredientes locais e a criatividade da rica culinária entrerriana.

O evento acontece desde 22 de junho e vai até 22 de julho, quando as pessoas podem experimentar as delícias servidas nos estabelecimentos e votar no melhor prato.

Um júri, formado por profissionais das faculdades UMA e SENAC, participam da escolha.
Confira todos os participantes em http://entreriosdeminas.mg.gov.br/noticia/31403#!

Experimente e dê o seu voto de 1 a 10 na votação on line.

O concurso redobra a atenção à todos os protocolos sanitários da covid-19. Estamos ansiosos para degustar cada um dos pratos, e vocês?

Venha saborear a rica culinária da cidade!

Fonte: https://correiodeminas.com.br/