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Educação

Aluna da UFSJ é a mais nova Jovem Exploradora da National Geographic

A National Geographic anunciou, recentemente, a seleção dos jovens que farão parte da equipe Young Explorers 2021 (Jovens Exploradores 2021). Entre eles, oito latino-americanos, nos quais se inclui Ana Luísa Teixeira, do bacharelado em Geografia da UFSJ.

Essa trajetória começou logo no início da graduação, quando a estudante percebeu sua afinidade com a disciplina de Cartografia. Ao longo do curso, Ana Luísa foi monitora da matéria, ministrou minicursos e participou de projetos de extensão e de iniciação científica como bolsista.

Líder do projeto Unificar Ações e Informações Geoespaciais (UAIGeo), da rede universitária internacional YouthMappers, ela relembra: “No final de 2020, a professora Sílvia Ventorini foi chamada a fundar um projeto da Youth na UFSJ, e me convidou para liderar a equipe. Desde que começamos com o UAIGeo, pude entender que essa profissão é muito maior do que eu imaginava.”

Os Jovens Exploradores trabalham em projetos conjuntos, que visam preservar e conscientizar diversas comunidades ao redor do mundo sobre cuidados com o planeta. Ana Luísa soube da oportunidade por meio da vice-diretora da YouthMappers, que recomendou o encaminhamento de seu projeto à seleção mundial. Depois de algumas reuniões com integrantes da National Geographic e adaptações na proposta inicial, foi selecionada para fazer parte do time, percebendo o quanto se pode extrapolar barreiras. 

O plano da jovem exploradora brasileira é seguir na mesma linha do projeto que já realiza no UAIGeo: o mapeamento de comunidades ribeirinhas em Tefé, município do estado do Amazonas. “O projeto investe também na formação de alunos de graduação da Universidade do Estado do Amazonas, para que eles possam utilizar plataformas livres de mapeamento em sala de aula, ensinando aos alunos da escola básica que podem ser multiplicadores desse conhecimento em pautas de reivindicação dos direitos de suas comunidades”, explica. 

National Geographic

A National Geographic nasceu como revista em 1888, publicada pela National Geographic Society. Seu principal objetivo era proporcionar conhecimento geográfico para todas as pessoas. Hoje em dia, a equipe conta com cientistas, jornalistas, fotógrafos, cineastas e outros profissionais que produzem conteúdos para diversas mídias, como televisão, redes sociais e plataformas digitais, livros, e a própria revista. 

Para Ana Luísa, estar entre as duas brasileiras escolhidas para fazer parte dessa equipe tradicional e internacional, é uma grande emoção. “Quando fui selecionada, fiquei apreensiva por representar o Brasil. Porém, ao ver o quanto essa participação somaria na minha vida pessoal e profissional, me senti realizada.”

A participação da Universidade nessa conquista será sempre destacada. “Gostaria de agradecer à UFSJ por ter me dado toda a infraestrutura até agora; à professora Silvia, por ter me orientado e continuar me orientando nessa nova fase; e à rede YouthMappers, por me permitir expandir meus horizontes”, declara. 

Fonte: Alessandro Andrade
Assessoria de Comunicação
Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ
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Educação

Educação e Literatura: pesquisas da UFSJ ganham as editoras

A  professora do Departamento de Ciências da Educação, Maria do Socorro Alencar Nunes Macedo, é a organizadora de dois livros que abordam as fronteiras entre as duas temáticas.

O e-book A Pesquisa Etnográfica em Alfabetização, Leitura e Escrita: a experiência do GPEALE foi editado com recursos da UFSJ e lançado pela Editora CRV, podendo ser acessado gratuitamente no site da editora

A função da Literatura na escola: resistência, mediação e formação leitora é resultado de evento organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Educação (PPEDU). As ideias defendidas na obra foram discutidas com pesquisadores da pós, da graduação e com professores da educação básica de diferentes estados e regiões do país, durante o II Ciclo de debates do GPEALE (UFSJ, 2018). O material foi publicado pela Editora Parábola, referência na área dos estudos sobre linguagem, e que não cobra pela edição dos livros. O encontro do lançamento desse título pode ser visto neste link.

A Pesquisa Etnográfica em Alfabetização, Leitura e Escrita: a experiência do GPEALE

O e-book é resultado de estudos desenvolvidos pelo Grupo de Pesquisa em Alfabetização, Linguagem e Colonialidade (GPEALE) nos últimos cinco anos, nos programas de pós-graduação em Educação da UFSJ e da Federal de Pernambuco (UFPE).

Reúne dez artigos que analisam práticas de alfabetização, leitura e escrita construídas principalmente na Educação Básica, mas também na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e na Universidade. Todas as pesquisas se baseiam numa perspectiva epistemológica que inclui o diálogo, prioritariamente, com os Novos Estudos do Letramento (NEL), a Pedagogia de Paulo Freire e as reflexões de Mikhail Bakhtin sobre a linguagem.

As pesquisas relatadas partem do pressuposto de que a escola, a sala de aula e a Universidade são espaços produtores de cultura, situados historicamente. Os processos educativos produzidos nesses espaços são mediados pelos(as) professores(as) e marcados por relações de poder e ideologia. “Consideramos esses espaços como lugares produtores de cultura e mostramos como o olhar etnográfico e dialógico permitem compreender a escola de uma maneira mais holística e aprofundada, de modo a problematizar a escrita e a leitura como fenômenos complexos, situados, imbuídos de tensões ideológicas e relações de poder”, afirma Maria do Socorro.

A função da Literatura na escola: resistência, mediação e formação leitora

O pressuposto desse livro é o de que a Literatura pode influir na formação de leitores mais conscientes sobre suas realidades, construindo estratégias de resistência aos processos sociais de exclusão e de acirramento da desigualdade social. Sendo a Literatura um direito inalienável, torna-se fundamental expandir a discussão sobre os processos de escolarização desse objeto cultural, suas formas de mediação, os desafios enfrentados pelos docentes para educar crianças e jovens por meio da linguagem literária.

A professora Maria do Socorro destaca: “As parcerias são das melhores – a orelha do querido Clécio Bunzen, da UFPE; o prefácio maravilhoso de Regina Zilbermam; capítulos de Ana Elisa Ribeiro, Ester Rosa, Maria Amélia Dalvi e Patrícia Corsino. Tudo isso para falar da resistência que podemos fazer com e pela Literatura. Muito feliz com esse livro!”

Breve currículo

Maria do Socorro Alencar Nunes Macedo é professora titular do Departamento de Ciências da Educação da Universidade Federal de São João del-Rei, onde atua também no Programa de Pós-Graduação em Educação. Doutora em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com estágios pós-doutoral no King’s College, na Goldsmiths University of London e na Universidade Federal de São Carlos. Pesquisadora do CNPq na área de alfabetização, educação literária, letramento acadêmico e internacionalização da universidade. Líder do Grupo de Pesquisa em Alfabetização, Linguagem e Colonialidade (GPEALE).

Fonte: Alessandro Andrade
Assessoria de Comunicação
Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ
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Tecnologia

João Pedro Polito vai desenvolver uma estação terrena de comunicação solo-bordo

Há um mês, o estudante do 5° período de Engenharia de Telecomunicações, João Pedro Polito Braga, está participando de projeto de iniciação científica desenvolvido no renomado Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A oportunidade surgiu por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Instituto (Pibic-Inpe), que faz seleções anuais. Aberto o edital, o estudante procurou um orientador, o encontrou e partiu para redigir uma proposta de pesquisa. A seleção nacional foi realizada a partir da análise do projeto de pesquisa e dos currículos de ambos.

Pelo Inpe, João Pedro desenvolverá o projeto Estação terrena de comunicação solo-bordo para balões estratosféricos e pequenos satélites. “Eu irei trabalhar no desenvolvimento de uma antena de recepção e envio de dados, que  seguirá de forma automática o balão ou o satélite a ser testado pela equipe”, explica. Para desenvolver seu trabalho, contará com um orientador do Inpe, o pesquisador Antonio Cassiano Julio Filho, da Divisão de Pequenos Satélites, e de um co-orientador na UFSJ, o professor Marconi de Arruda Pereira, uma vez que parte da pesquisa será feita no Campus Alto Paraopeba.

Gratificante

“Está sendo uma experiência muito gratificante, principalmente por poder participar de um trabalho numa instituição como o Inpe, em uma área de que eu gosto muito, da recepção de sinais de pequenos satélites. Estou podendo aplicar alguns conhecimentos bem interessantes sobre a questão de envio e recepção de sinais”, avalia João Pedro.

Ele acredita que, para a UFSJ, é uma oportunidade bastante interessante, uma forma de estreitar laços com uma instituição de pesquisa de ponta. E para o Campus Alto Paraopeba igualmente, pois vem se destacando na área de pesquisas espaciais, tanto na recepção de dados de satélites, com o Grupo de Extensão PY4CAP, quanto no desenvolvimento de pequenos satélites, com a equipe NoizOrbita, que atua na área de Gestão e Engenharia de Sistemas.

Fonte: Alessandro Andrade
Assessoria de Comunicação
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Educação

Revolta de Carrancas é discutida em coletânea sobre escravidão

O professor do Departamento de Ciências Sociais da UFSJ (Decis), Marcos Ferreira de Andrade, assina um dos 14 ensaios do livro Revoltas escravas no Brasil, publicado pelo maior grupo editorial brasileiro, a Companhia das Letras. O livro apresenta ensaios sobre as principais revoltas escravas que aconteceram durante a vigência da escravidão no Brasil, escritos por pesquisadores de diversas universidades, que possuem produção relevante sobre o tema.

A coletânea foi organizada pelos professores João José Reis (UFBA) e Flávio dos Santos Gomes (UFRJ). O título do ensaio do docente da UFSJ é “Nós somos os caramurus e vamos arrasar tudo”: a história da Revolta dos escravos de Carrancas, Minas Gerais (1833). Há cerca de 30 anos, o professor Marcos Andrade pesquisa a Revolta de Carrancas, episódio sangrento ocorrido no século XIX, naquela região do Sul de Minas, que marcou a história da escravatura em Minas e no Brasil. Um grupo de escravos comandou ações violentas em três fazendas da família Junqueira, que resultaram na morte de nove pessoas do clã latifundiário. Do lado dos revoltosos, a violência também foi implacável: cinco deles foram mortos durante o levante e outros 16, enforcados na vila de São de João del-Rei, pouco mais de seis meses após decorridos os autos criminais.

Caramurus

“Nessa publicação, condenso a reflexão que venho fazendo há quase três décadas sobre a Revolta dos escravos de Carrancas, com destaque para o protagonismo dos escravizados e como eles se apropriaram das identidades políticas em disputa no período das Regências (1831-1840)”, explica o pesquisador.

Segundo ele, naquela época, havia três agrupamentos políticos no Brasil: os liberais moderados, que eram monarquistas constitucionais; os liberais exaltados, que até defendiam ideias republicanas; e os caramurus, apelidados de restauradores. “Esse último grupo era mais alinhado ao imperador D. Pedro I. Após a abdicação do trono pelo monarca, no dia 7 de abril, o grupo que o apoiava acreditava na restauração do seu trono no Brasil. Vem daí o fato de alguns caramurus serem identificados como restauradores”, informa Marcos Andrade. “Por isso”, prossegue, “os escravos de Carrancas se apropriaram da identidade caramuru, ao afirmarem: “Vocês não costumam falar nos caramurus? Nós somos os Caramurus e vamos arrasar tudo.”

O professor Marcos defende que é crucial compreender o contexto de “dissenso político” entre as elites da província de Minas Gerais para entender a ação e o protagonismo dos escravos. No ensaio, trata também de outros temas, como a importância do comando do líder do levante (Ventura Mina), a composição étnica dos revoltosos e a punição exemplar dos insurretos, que resultou na maior condenação à pena de morte da história da escravidão brasileira, dando origem ao debate sobre a Lei de Exceção, promulgada dois anos depois, que puniu com mais celeridade a rebeldia escrava.

Por se tratar do maior grupo editorial do país, que publica obras da área de Ciências Humanas, sobretudo de História, o professor Marcos Andrade acredita que o ensaio representará uma grande oportunidade de fazer com que essa história seja cada vez mais conhecida. “Essa publicação soma-se a várias iniciativas que tenho desenvolvido no sentido de divulgar esse dramático capítulo da história da escravidão brasileira, tão necessário de ser amplamente debatido e conhecido”, ressalta.

Revoltas escravas no Brasil pode ser adquirido no site da editora Companhia das Letras.

Fonte:
Rafaella AzevedoAssessoria de Comunicação
Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ
Telefone: (32)3379-5808 Celular: (32)9.9932-8475

Educação

Programa oferece cursos de inglês on-line para a UFSJ

A UFSJ é uma das 12 universidades brasileiras habilitadas a participar do Virtual English Language Fellow (VELF), que oferecerá quatro cursos de língua inglesa, gratuitos e on-line, via Google Meet, para diferentes públicos da comunidade da UFSJ. O preenchimento das vagas se dará por ordem de inscrição. Para o primeiro curso (veja lista abaixo), o prazo de inscrição começa segunda-feira,16. Os três cursos restantes inscrevem a partir de 1º de setembro.

O objetivo é disponibilizar um especialista com formação em ensino-aprendizagem de idiomas para contribuir com ensino de língua inglesa nas universidades participantes e com os processos de internacionalização destas instituições. O VELF é um programa do Escritório Regional de Língua Inglesa da Embaixada norte-americana, em parceria com os consulados dos Estados Unidos no Brasil.

Confira informações básicas sobre os cursos:

1) Special Education Needs in English Language TeachingPúblico: Alunos do curso de Letras – Inglês30 vagas, 16 horas, entre 23/08 e 13/09

2) Research Writing and Publication/Academic Writing Combined EMIPúblico: docentes e estudantes de pós-graduação40 vagas, 32 horas, de 30/09 a 18/11

3) English for Academic PurposesPúblico: estudantes de graduação e pós-graduação40 vagas, 32 horas, de 29/09 a 17/11

4) English for Specific Purposes – English for InternationalizationPúblico: técnicos administrativos40 vagas, 15 horas, de 29/11 a 15/12

Para outras informações entre em contato com: assin@ufsj.edu.br.

Educação

Artigo da UFSJ sobre mortalidade neonatal publicado no exterior

O renomado periódico International Journal of Advanced Research (IJAR) publicou, em junho, artigo elaborado por professores e alunos do curso de Medicina da UFSJ em São João del-Rei. Predicctor variables of neonatal mortality in very-low-birth-weight infants (Variáveis preditoras de mortalidade neonatal em recém-nascidos de muito baixo peso) vem assinado pelos docentes do Demed Márcia Reimol de Andrade, Joel Alves Lamounier e Laila Cristina Damásio, por Luciane Teixeira Passos Giarola, professora no Departamento de Matemática e Estatística, e pelos graduandos Cristina Amaral Calixto, Nathalia Macedo Marteletto, Priscila da Silva Azevedo Leite, Paulo Sérgio Leite e Emylle Guimarães Silva.

O objetivo da pesquisa foi investigar o perfil da mortalidade em recém-nascidos de muito baixo peso, bem como modelar a associação de algumas variáveis com a mortalidade neonatal, a fim de detectar possíveis causas evitáveis de morte. As informações obtidas foram sendo registradas paulatinamente, ao longo dos anos, com o intuito de obter dados que permitissem uma pesquisa quantitativa.

Segundo a professora Márcia Reimol, o artigo resulta de um trabalho de equipe muito rigoroso, feito durante a pandemia. “Os alunos contribuíram para a realização do texto e construção das tabelas, sob nossa coordenação. Fizemos também várias reuniões para discussão dos resultados. O trabalho de análise estatística ficou sob responsabilidade da professora Luciane Giarola, que foi da maior importância para a equipe”, explica Márcia, expressando também sua gratidão aos estudantes e aos colegas docentes, pela dedicação durante todo o tempo de pesquisa.

Indexado
O International Journal of Advanced Research publica, em inglês, pesquisas nas diversas áreas da Saúde, sendo indexado em várias bases de dados: Google Scholar, Copernicus, Mendeley e Medline.

A professora Márcia Reimol acredita que qualquer trabalho publicado por docentes e discentes da Universidade, seja de que área for, contribui para evidenciar a qualidade da UFSJ. “Em particular, essa publicação demonstra a importância do trabalho coletivo (inclusive entre diferentes áreas de atuação, que podem contribuir umas com as outras), da formação de grupos de pesquisa, da interação entre pesquisadores, propiciando maior aprendizado e melhor formação para os alunos”, completa.

Quanto à contribuição da pesquisa para a Saúde, ela entende que os resultados confirmam a relevância do cuidado neonatal de qualidade, principalmente para os neonatos que nascem prematuramente.

A pesquisadora lembra que, na pandemia, houve restrições para o uso de laboratórios e a realização de trabalhos de campo. “Manter a atividade de pesquisa, mesmo com tantas dificuldades, tem sido um desafio para a comunidade acadêmica.”

Fonte: ASCOM / https://ufsj.edu.br

Saúde

EGRESSA DA UFSJ É PREMIADA EM HARVARD

AMANDA OUCHIDA PESQUISA NOVOS MEDICAMENTOS CONTRA O CÂNCER

A pesquisadora Amanda Ouchida, ex-aluna da UFSJ, participa de pesquisa de novos medicamentos para o tratamento do câncer, pela qual recebeu menção honrosa por seu trabalho no Broad Institute of MIT and Harvard. A cientista fez parte da primeira turma do curso de Bioquímica do Campus Centro-Oeste Dona Lindu (CCO/UFSJ).

Identificar novos alvos e fármacos para o tratamento do câncer é o principal foco da pesquisa em estágio pré-clínico de que Amanda participa. Difere de outros estudos já existentes, pois possibilita fazer a conexão entre as informações e testar as drogas para vários tipos de câncer ao mesmo tempo.

O Prêmio ScientistA foi promovido pela Dimension Sciences e pelo grupo Mulheres do Brasil do Vale do Silício, para premiar e homenagear mulheres brasileiras que fazem Ciência nos Estados Unidos. O comitê científico avaliou 54 aplicações. Amanda ficou entre as sete finalistas e recebeu menção honrosa pelo trabalho desenvolvido no Broad Institute.

“Esse prêmio representa muito para mim! Mostrou que estou no caminho certo e que, apesar da trajetória não ter sido fácil, meu esforço foi reconhecido. E também vem exaltar nós, mulheres latinas que fazemos Ciência nos Estados Unidos da América, assim como é um incentivo para jovens cientistas brasileiras que querem seguir essa carreira. O ScientistA veio mostrar que tudo isso é possível”, comemora.

Fonte: @ufsjbr 

Cultura

Teatro apresenta experimento cênico sobre O beijo no asfalto
A orientação é da professora Juliana Monteiro.
Foto: Arquivo pessoal

O beijo no asfalto – um exercício sobre a palavra é o título do experimento cênico on-line que um grupo de estudantes do curso de Teatro da UFSJ, coordenado pela professora Juliana Monteiro, apresenta nesta terça, 20, e na quinta, 22, em sessões gratuitas às 19h45 e 21h, pela plataforma Zoom.

A apresentação foi desenvolvida ao longo da disciplina Na era das videoconferências e, “visitou” O beijo no asfalto, tragédia carioca do escritor Nelson Rodrigues (1912-1980). A trama, de 1960, envolve jogos de poder, manipulação e deformação da realidade por parte da mídia. Outro motivo para escolha do texto, segundo os participantes, é que a emblemática peça consegue lançar luz sobre preconceitos ainda presentes na sociedade brasileira, realçando o processo de “cancelamento” de uma pessoa.

Dividida em três atos, com duração de total  30 minutos, a montagem teve como ponto de partida práticas de atuação, o exercício do ato teatral, como processo coletivo de construção, além de experiências realizadas na primeira metade do século passado, quando as linguagens do Rádio e do Teatro se entrecruzaram.

Como assistir

Para confirmar sua presença nesse encontro virtual, basta preencher este formulário, até às 17h do dia em que pensou em assistir à peça.

Ficha Técnica

Atuação, criação, produção e divulgação

Diego Fernandes

Hadrien Nogueira Ribeiro

Jaqueline Sibeli Lea

Maria Clara Nardy Carneiro

Maria Esther Mendes

Mariana Starling

Pedro Castro

Sofia Figueiredo

Wanderson Martins

Orientação: Juliana Monteiro

Agradecimentos: Antônio Rogério Toscano e Turma de 2021 da EAD (ECA-USP)

Contato: naeradapalavra.ufsj@gmail.com

Alessandro Andrade
Assessoria de Comunicação
Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ
Telefone: (32)3379-5808/Celular: (32)9.9932-8475

Cultura

“Trabalho maravilhoso”, destaca curadora da UFSJ

A professora do curso de Enfermagem da UFSJ, Elen Soraia de Menezes Cabral, é uma das três curadoras da exposição virtual Enfermagem sem Fronteira. A mostra, que pode ser apreciada até dia 25 deste mês, é promovida pela Coordenação de Cultura, Biblioteca Central e Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, da Universidade do Rio de Janeiro (UniRio).

Em ambiente virtual 3D, Enfermagem sem Fronteira disponibiliza informações sobre o percurso histórico dessa ciência através dos séculos. Ao lado da docente da UFSJ, também assinam a curadoria da exposição os professores Fernando Couto (UniRio) e Luciana Luchesi (USP-Ribeirão Preto).

Apaixonada pela história da Enfermagem, fundadora e líder do Nehmescom, grupo de pesquisa nesta área, no Campus Centro-Oeste Dona Lindu (CCO), Elen faz parte do Laboratório de Cuidados e Enfermagem da UniRio, onde tem realizado trabalhos conjuntos com os outros dois curadores da exposição, que a convidaram a colaborar com a mostra.

Ela se diz satisfeita com o resultado. “Trabalho maravilhoso”, define. “Essa exposição é importante por divulgar e valorizar a Enfermagem, suas histórias e suas origens. Estudando, pesquisando essa história, podemos compreender melhor a profissão, desfazendo  mitos e promovendo conhecimento”, avalia.

O que ver

Para Elen, um dos destaques da exposição virtual são os avatares, inclusive o da campanha Abrace a Enfermagem, que acompanham o internauta em sua navegação.

Além de ver imagens de figuras que marcaram a história da Enfermagem no mundo e no Brasil, como Florence Nightingale e Anna Nery, entre outros, o internauta poderá, no menu Galeria, acessar cinco seções: Biografias; Instituições de ensino; Entidades de classe; Cultura dos cuidados nos manuais de Enfermagem; e Atualidades.

A exposição disponibiliza também dois estandes sobre cultura e empreendedorismo: Onã Poetisa do Cuidar: arte do cuidar sempre bela a inspirar, construída com elementos da cultura de cordel, e Arte e cuidado em tempos de pandemia, de Nébia Maria Almeida de Figueiredo, que expõe seus desenhos. Completam o menu da exposição uma apresentação musical da Banda Sinfônica Virtual UniRio, e filme produzido pela BBC sobre Florence Nightingale, com versão  para crianças.

Como ver

Para ter acesso à exposição Enfermagem sem Fronteira, o internauta deve se inscrever gratuitamente neste link.

Alessandro Andrade
Assessoria de Comunicação
Universidade Federal de São João del-Rei – UFSJ
Telefone: (32)3379-5808 / Celular: (32)9.9932-8475

Cultura

Pós em Música promove I Colóquio de Saúde & Música

O Programa de Pós-Graduação em Música da UFSJ promove, desta quarta, 23, até sábado, 26, o I Colóquio de Saúde & Música.

As inscrições podem ser feitas neste formulário. Serão fornecidos certificados com carga horária total de 10 horas aos que acompanharem todas as palestras e mesa-redonda, assinando as listas de presença. Certificados de duas horas serão emitidos para palestras individuais.

Confira a programação:
23/6, quarta-feira, 19h: A estimulação musical como ferramenta protetiva para a reserva cognitiva em idosos octogenários, com Elisangela Vivas
Link: https://www.youtube.com/watch?v=BoS3eISyXY8

24/6, quinta-feira, 19h: O corpo e a performance musical – mesa-redonda com os professores Carina Joly e Marcelo Parizzi
Link: https://www.youtube.com/watch?v=_4CJuZLONxw

25/6, sexta-feira, 19h: Distonia focal em musicistas, com o professor Alexandre Magno, da Universidade Federal da Paraíba
Link: https://www.youtube.com/watch?v=_YoBTzrjB1g

26/6, sábado, 16h: Ansiedade de performance musical, com o professor Sérgio Rocha
Link: https://www.youtube.com/watch?v=CjKcs3IJ36Q

Mais informações pelo e-mail saudeemusica.ppgmusi.ufsj@gmail.com.


Fonte: ASCOM / https://ufsj.edu.br/