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Tecnologia

Congonhas terá Hackathon – Maratona de tecnologia

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Tecnologia da Prefeitura de Congonhas lança o maior desafio de sustentabilidade da região: o Hacka Sustentável. O evento conta com a execução da Neo Ventures, cuja metodologia foi especialmente desenhada para o evento.

As inscrições para o ‘Hacka Sustentável – Um Futuro Sustentável é Construído no Presente’ irão até o dia 15/03. Qualquer pessoa maior de 18 anos pode se inscrever para concorrer às vagas de participação. É obrigatório fazer parte de um dos perfis do programa: designer, desenvolvedor/programador, negócios e técnico.

O evento acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de março, na sede do QG da Inovação, localizado à rua do Rosário, nº 220, no bairro Rosário, em Congonhas.

Maratona de tecnologia

O objetivo do evento é desenvolver soluções tecnológicas para um desenvolvimento econômico mais sustentável. O Hacka Sustentável oferece diversas oportunidades aos participantes que conseguirem desenvolver as melhores soluções.

A maratona de tecnologia terá mais de 50 horas de imersão focada em inovação no setor. Os times terão cinco participantes, formando equipes multidisciplinares.

“O termo vem da junção de duas palavras da língua inglesa: hack, que quer dizer programar com excelência, e marathon, maratona. Então, a maratona de programação reúne pessoas por determinado período de tempo, com o objetivo de desenvolver soluções reais para empresas e cidades ou criar novos negócios”, explica a escritora Gabrielly Borges.

Clique no link para saber mais e se inscrever: https://www.sympla.com.br/hacka-sustentavel__799476

Fonte: http://www.fatoreal.com.br/ Foto: Hacka Sustentável será o maior desafio do gênero já realizado na região/ Foto ilustrativa

Tecnologia

Precisamos falar sobre Phishing, o ataque hacker mais comum da internet

Desde que o cibercrime começou a ser praticado, o phishing é utilizado. Veja bem: não estamos falando de um software que tem esse nome, mas sim uma técnica, um método para “pescar” usuários e roubar informações sensíveis, como senhas de email, redes sociais, dados residenciais, números telefônicos e até senhas de banco.

Um usuário pode ser “pescado” de várias maneiras: email, SMS, mensagem via WhatsApp ou Facebook etc. Normalmente, um cibercriminoso se utiliza da ingenuidade de um usuário para ter sucesso. Por exemplo, o phishing é realizado com mensagens que prometem desde prêmios em dinheiro ou descontos absurdos para produtos que estão na mídia até mensagens que assustam o usuário, como débitos na Receita.

Essas mensagens, por serem enviadas via aplicativos ou e-mail, possuem links ou arquivos para download. Assim que um usuário desavisado clica no link, normalmente, ele é redirecionado para uma página falsa — e por lá costumam aparecer campos de entrada simulando alguma página oficial para o usuário preencher com dados pessoais. Ainda, quando o usuário realiza o download de um arquivo falso, normalmente, o arquivo possui algum scrip malicioso — ou malware — e pode ser instalado no computador/smartphone para roubar informações.

Os danos podem ser gigantescos. Entre os mais brandos, os dados obtidos via phishing vão para catálogos de endereços e dados. Entre os mais perigosos, cibercriminosos podem instalar malwares que inscrevem o usuário em serviços pagos ou instalar malwares mais poderosos, como o ransomware, que criptografa (tranca) a máquina e exige um pagamento para liberação dos arquivos.

Como exemplo, um caso recente é bem interessante: cibercriminosos conseguiram emplacar um phishing na página de busca da Google — um dos lugares presumidamente mais seguros da internet. O link malicioso foi colocado via Google Ads, anúncio pago, e redirecionava o usuário para uma página falsa do WinRAR. A equipe da Google retirou rapidamente o phishing, então não houve tempo necessário para checar quais danos esse método em específico buscava causar.

Como se proteger?

Para se proteger do phishing, antes de tudo, é necessário cuidado e até certa desconfiança. Exatamente: desconfie de tudo, links ou arquivos, que você recebe em seus aplicativos e email. Depois, desconfie de todas as promoções, prêmios e cobranças que você também recebe em apps e navegador.

Em caso de mensagens de promoção e prêmio que você queira participar, vá até o site oficial (ou página oficial na rede social) e busque informações que comprovem. Sobre cobranças e mensagens de banco, a mesma coisa: vá atrás de canais oficiais (vale até realizar ligações) antes de preencher qualquer dado pessoal ou realizar downloads.

O que fazer se já cai no golpe?

Caso você tenha preenchido páginas falsas com senhas de banco, o primeiro passo é entrar em contato com a instituição que você tem conta para alterar a senha e alertar sobre a possibilidade de movimentação estranha. Por outro lado, caso você tenha colocado números telefônicos e outros dados, vale entrar em contato com a operadora para checar se você não foi inscrito em serviços pagos (principalmente os serviços SMS).

Mais perigoso, se você acabou fazendo o download de algum arquivo malicioso, é necessário deletar o mais rápido possível o arquivo do computador ou smartphone. Se você tiver um antivírus atualizado, o software terá a capacidade de bloquear a ação do arquivo malicioso.

Em último caso, duas recomendações: utilize sempre verificação de dois passos em plataformas (email, redes sociais e internet banking) para manter os seus dados seguros. Mantenha também um backup de suas fotos, vídeos e contatos, caso uma restauração forçada do smartphone ou computador seja necessária — essa é a última tentativa de salvação de seus dados pessoais.

*Sobre Felipe Payão
Jornalista, Felipe Payão é especialista em cibercrime, com passagens pelas redações da PC Magazine e XOP Magazine. Atualmente, Payão atua como repórter do Tecmundo, plataforma da NZN especializada no universo tecnológico.

 
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Tecnologia

Aplicativos divulgam Semana Santa em São João del Rei

O Domingo de Ramos abre a celebração da Semana Santa, o período mais importante no calendário católico porque marca a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Em São João del Rei, a tradição das cerimônias religiosas ganhou em 2016 uma divulgação moderna por meio de dois aplicativos para celulares.

Um é o “Semana Santa São João del Rei”, com a programação da Catedral Basílica Nossa Senhora do Pilar, criado por dois estudantes da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ). O outro é da própria Diocese para divulgar notícias e eventos ao longo de todo o ano.

O pároco da Catedral, padre Geraldo Magela da Silva, considera bem vindas as iniciativas que disponibilizam o conteúdo religioso por meio destes dispositivos. “A gente vê o Papa Francisco usando e ampliando os perfis em redes sociais. A igreja aprova o uso destes novos meios para levar a palavra de Deus e o Evangelho de Jesus Cristo”, esclareceu.

Fé e aprendizado
Lançado na sexta-feira (18), o aplicativo Semana Santa São João del Rei está disponível para download gratuito apenas para o sistema Android e oferece toda a programação por dia e também por tema. É parte do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) dos alunos da Universidade Federal de São João del-Rei, Luiz Fernando Carvalho, do curso de Ciência da Computação; e Eduardo Carazza, estudante de Comunicação Social.

“A ideia surgiu em meados de junho de 2015 durante a matéria de Jornalismo online. Sabendo do meu interesse, a professora Alessandra de Falco conseguiu uma parceria com o curso de Ciência da Computação. Começamos as reuniões e o planejamento por volta de setembro e levamos dois meses nesta fase e outros três no desenvolvimento”, disse Eduardo Carazza.

De acordo com Luiz Fernando Carvalho, o projeto manifestou a vontade dos dois em contribuir com a cidade onde moram. “Por se tratar de uma cidade histórica e cheia de tradições, enxergamos uma oportunidade na Semana Santa, que tem uma grande importância cultural. Percebemos a necessidade de fazer algo que envolvesse métodos mais modernos de divulgação, sendo assim, resolvemos fazer um guia eletrônico. Com ele, as pessoas poderiam ter acesso fácil à programação da Semana Santa e acompanhar outras atividades, como mapa, fotos e áudios”, explicou.

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Com o tema definido, os dois apresentaram a proposta à Diocese de São João del Rei. “Por se tratar de celebrações únicas e algumas extintas no mundo todo, optamos por trabalhar apenas com a paróquia de Nossa Senhora do Pilar. A Diocese nos ofereceu alguns conteúdos de pesquisa, como acesso a documentários e áudios do Ofício de Trevas. Porém, o levantamento histórico foi feito através de livros de autores sanjoanenses”, explicou Eduardo.

Além dos áudios da cerimônia do Ofício de Trevas, executados pela Orquestra Ribeiro Bastos, o aplicativo também terá um ensaio fotográfico que será feito durante toda a Semana Santa e postado no aplicativo em tempo real. Uma novidade será a tradicional Via-Sacra, narrada pelo Bispo Diocesano Dom Célio de Oliveira Goulart com exclusividade para o aplicativo, que também incentivará a interação com os usuários.

“Nossa meta é facilitar o acesso à programação, mapas e outras mídias. Além disso e da cobertura fotográfica, os usuários podem ver suas fotos no aplicativo. Postando uma foto no instagram usando a hashtag #semanasanta_sjdr, ela automaticamente aparece no app”, afirmou.

Por meio da experiência das pessoas com o aplicativo, Eduardo vai estudar o jornalismo móvel e Luiz Fernando tem como linha de pesquisa desenvolvimento de novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

“A nossa observação será por meio de um questionário online e impresso, que será feito durante e após a Semana Santa, colhendo assim o quanto o aplicativo foi importante para que as pessoas tivessem uma melhor experiência na Semana Santa ou facilitasse a celebração de cada um a partir do fácil acesso à programação”, explicou Luiz Fernando.

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O pároco da Catedral Basílica Nossa Senhora do Pilar, padre Geraldo Magela da Silva, disse que a proposta dos estudantes foi uma surpresa e uma satisfação. “Foi uma boa surpresa ver o interesse dos jovens em tratar deste tema na universidade. É um ambiente do qual muitas vezes estamos distanciados e é uma maneira de se aproximar e dialogar com este outro universo”.

Para padre Geraldo Magela, o aplicativo contribui para a vivência da religiosidade em São João del Rei. “Os alunos tomaram a iniciativa para realizar uma produção que chama a atenção e fala ao coração dos jovens. Queremos sempre levar o anúncio da Palavra de Deus. A Semana Santa é algo que tem vida, que é da cidade e está na alma do nosso povo. Uma experiência de fé que une as pessoas além da Igreja Católica”, comentou.

Diocese no app
O aplicativo é parte do projeto de reformulação do site oficial da Diocese, que foi lançado em 24 de janeiro, dia de São Francisco de Sales, patrono dos jornalistas.

“Surgiu da necessidade de oferecer ao público, principalmente o jovem, uma nova ferramenta de comunicação que facilite o contato entre o internauta/fiel e a comunicação religiosa da região. O processo de atualização e modernização do site, juntamente com a idealização e elaboração do app, demorou menos de dois meses”, explicou Lucas Silveira, do Departamento Diocesano de Comunicação (Dedicom), setor responsável pelo projeto.

O aplicativo vai oferecer, ao longo do ano, informações das 40 paróquias em 25 cidades da área da Diocese, também disponibilizadas no site oficial.

“Era nítida a necessidade de uma ferramenta simples, de fácil acesso e de contato imediato. Nossa ideia era facilitar a vida dos nossos visitantes, atrair ainda mais os olhares juvenis e, sem dúvida, ampliar os horizontes da evangelização. Diante da correria do dia a dia, a pessoa terá a possibilidade de ‘arquivar’ a informação de grande relevância e acessar posteriormente com mais facilidade. Além da praticidade na hora de buscar por horários de celebrações de missas e confissões”, disse Lucas Silveira.

Em quase dois meses de existência, Lucas Silveira avalia a importância da ferramenta como muito positiva. “É nítido o ganho que este mecanismo trouxe para a comunicação diocesana. Uma forte aceitação do público, principalmente jovem, ‘antenado’ com a modernidade tecnológica. Apresentar uma igreja moderna, atraente – que ele é – aos jovens e a toda a sociedade moderna. Mostrar que a comunicação religiosa é atualizada e merece atenção e valor”.

 

Fonte: http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata