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Cultura

“A Revolta dos Perus” estreia no Teatro da Cidade

Comédia reflexiva chega na última semana da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, retomando as produções do Teatro de Pesquisa, pela primeira vez sob nova direção; Espetáculo continuará em cartaz em março

O Teatro da Cidade está vivo!!! Após sua reabertura em grande estilo, com a segunda edição gratuita do Festival de Teatro Mínimo no final do ano passado, o tradicional teatro abre as portas para a estreia da sua primeira produção própria, o espetáculo “A Revolta dos Perus” – em cartaz no último fim de semana de fevereiro e na primeira quinzena de março.

O Teatro da Cidade e o Teatro de Pesquisa, obras e frutos do trabalho histórico de Pedro Paulo Cava, por 30 e 50 anos, respectivamente, agora seguem na direção artística de Guilherme Colina e na direção executiva de Tatiane Reis, ambos já a frente do Grupo Confesso pela última década. E é com toda essa potência artística de bons ventos e novos tempos que o clássico teatro da rua da Bahia recupera o fôlego, ainda que na pandemia, com a estreia do espetáculo “A Revolta dos Perus”, dirigido por Colina, em livre adaptação da obra de Carlos Queiroz Telles.

A peça, em narrativa cômica reflexiva, traz luz a temas relativos às hierarquias sociais nas relações humanas, pela ótica dos perus, que se revoltam por serem o prato principal na ceia de Natal. Assim, nessa ótica subliminar dos perus sobre as festas natalinas, é contada a história de uma família, formada por Perulino, Perualda e Perueta. E, na tentativa de pôr fim às suas aflições e se transformarem na tão temida comida tradicional, eles percorrem um árduo caminho que questiona a ordem estabelecida pela sociedade.

A narrativa nada mais é que uma metáfora às classes que estão na base da pirâmide no sistema social. É através dessa revolta, que eles conseguem expor a hierarquia que sustenta a relação entre as pessoas e o rompimento dessa estrutura que permanece tão atual e contemporânea. Assim, no divertido e convidativo roteiro, os personagens lutam pelo não silenciamento das vozes que falam pelo povo – eles gritam por dignidade! A peruada unida jamais será vencida!

“A Revolta dos Perus” estreia nos dias 25, 26 e 27 de fevereiro, na última semana da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de Belo Horizonte, e depois segue em cartaz nos dias 3, 4, 5, 6, 10, 11, 12 e 13 de março. O espetáculo tem o patrocínio da UAUIngleza, da Unimed BH e do Instituto Unimed por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet – Pronac 204521.

 “A REVOLTA DOS PERUS”

•Temporada (fevereiro e março)

Fevereiro: 25/26 e 27 – Março: 03/04/05/06/10/11/12 e 13

•De quinta a sábado às 20:00 / Domingo às 19:30

Teatro da Cidade – Rua da Bahia, 1341, Centro, Belo Horizonte

Realização: Teatro de Pesquisa / Teatro da Cidade

Duração: 60 min

Classificação: livre

(Na entrada do teatro, é preciso apresentar o cartão de vacinação ou teste negativo de Covid)

Todas as apresentações terão tradução  em libras.

Ingressos

Temporada de fevereiro:

Ingressos antecipados nos postos SINPARC e site vaaoteatromg.com.br a R$20

Ingressos na bilheteria do teatro a R$50 (inteira) e R$25 (meia)

Temporada de março:

Ingressos antecipados no Sympla a R$30

Ingressos na bilheteria do teatro a R$50 (inteira) e R$25 (meia)

Informações

Instagram:  @teatrodacidadebh

Email: teatrodacidade@teatrodacidade.com.br

Telefones: (31) 99306-1051 / 3273-1050

Informações para a imprensa: (31) 97140-0404 (Luiz Cabral)

Sinopse

A Revolta do Perus, livre adaptação da obra teatral de Carlos Queiroz Telles, elucida questões relativas às hierarquias que sustentam as relações entre as pessoas e, por meio de uma narrativa cômica e reflexiva, são questionadas as festividades natalinas, de acordo com a ótica dos perus, os quais se revoltam contra o sistema – por estarem na base da pirâmide social impelida a eles.

Ficha Técnica

Realização: Teatro da Cidade e Teatro de Pesquisa
Direção: Guilherme Colina
Dramaturgia: Livre adaptação da obra de Carlos Queiroz Telles
Elenco: Carlos Brito, Diego Troianni, Efigênia Maria, Felipe Tristão, Gabriela Paganini, Ernane Campos, Leo Vianna, Mateus Braga, Mônica Portilho e Natan Ruivo.
Stand-by:  Duda Araújo
Iluminação: Heron Loreto
Técnica: Yuri Avelar e Felipe Tristão
Trilha sonora original: Lucas Canorintte
Direção musical e trilha sonora adaptada: Amanda Coimbra e Henrique Vilela
Preparação vocal: Amanda Coimbra
Figurino: Michelle Savaget e Sérgio Luiz Coelho
Cenografia: Michelle Mayrink
Criação de maquiagem: Gabi Dominguez
Execução de maquiagem e cabelo: Efigênia Maria
Preparador corporal e coreógrafo: Douglas Gonzales
Produção: Tati Reis
Assistência de Produção: Flávia Conandes e Luciana Boaventura
Apoio: Margareth Araújo
Fotografia: Igor Cerqueira
Audiovisual: Amestia Productions
Comunicação: Mariana Boniolo
Imprensa: Luiz Cabral
Design: Carolina Cândido
Apoio: Grupo Confesso e Confesso Escola de Teatro

Fonte: Luiz Cabral Inácio
Fotos: Igor Cerqueira/divulgação

Cultura

Festival de Teatro Mínimo reabre as portas do Teatro da Cidade com programação gratuita de 14 a 24 de outubro

Teatro de Pesquisa apresenta a segunda edição do festival, que terá espetáculos diários e gratuitos, sempre às 20h, no tradicional teatro da Rua da Bahia, agora sob nova direção e administração

É tempo de comemorar?! É sim, senhor!!! O Teatro da Cidade, que durante 30 anos levou cultura e diversão para o público da capital mineira, está de volta após um período fechado ao público, por conta da pandemia. E a reabertura será marcada pela segunda edição do Festival de Teatro Mínimo, que, durante os dias 14 a 24 de outubro, vai apresentar nove espetáculos gratuitos, sempre às 20h, no tradicional palco do teatro que fica na Rua da Bahia, 1.341, no centro da cidade.

E as comemorações não param por aí! O Teatro da Cidade, que desde sua fundação, em 1991, foi dirigido por Pedro Paulo Cava, agora tem nova administração: assumem a gestão a diretora executiva Tatiane Reis e o diretor artístico Guilherme Colina nessa grande retomada aos palcos. A troca de gestão acontece no momento exato de reaberturas durante a pandemia, com total segurança e seguindo todos os protocolos contra a proliferação da Covid-19, e dará continuidade aos trabalhos do antigo diretor Pedro Paulo Cava, que por 56 anos se dedicou integralmente ao ofício. Assim, o Teatro de Pesquisa, entidade que construiu e mantém o Teatro da Cidade, também ficará sob os cuidados da nova administração.

Desta forma, o Festival de Teatro Mínimo chega para celebrar essa mudança. A segunda edição do evento vai reunir artistas independentes e diversos grupos, coletivos, companhias, além de diretores, autores e cenotécnicos de várias tendências. A ideia é buscar uma maior integração entre as gerações de artistas cênicos profissionais e levar ao público, estudiosos e imprensa uma mostra anual da pluralidade, diversidade e talento dos artistas cênicos belorizontinos.

A abertura do festival será no dia 14/10 (quinta-feira), às 20h, com a apresentação de “O Conselheiro da Favela”, do Platôs Companhia Teatral, seguido de conversa mediada. Este será o espetáculo com maior duração do festival (1h20), já que as apresentações dos dias seguintes serão bem mais curtas, variando de 15 a 30 minutos cada uma. A ideia é compartilhar vivências, experiências e paixões de forma mais objetiva e dinâmica.

Todos os espetáculos têm entrada gratuita, sempre às 20h, com retirada de ingressos no site do Sympla (https://www.sympla.com.br/) e informações mais detalhadas podem ser obtidas pelo e-mail festivaldeteatrominimo@gmail.com. Confira a programação geral abaixo, nas próximas páginas. O Festival de Teatro Mínimo é realizado com recursos de Lei Aldir Blanc, do Governo do Estado de Minas Gerais.

Programação da 2ª Edição do Festival Mínimo de Teatro

Abertura:

14/10 (quinta-feira) | 20h | Apresentação do Platôs Companhia Teatral seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: O Conselheiro da Favela
Sinopse: Um andarilho urbano ousa erguer sua voz. Seu estado deplorável o iguala aos muitos esquecidos da sociedade que perambulam espalhados por qualquer grande cidade, mas o que diz ao contar suas histórias o distingue dos comuns marginalizados. Tem consigo uma edição surrada de Os sertões, da qual cita trechos sem consultar, quando também parece pregar como um antigo profeta, ora manso, ora raivoso. Feito um conselheiro, fala de uma “guerra” célebre, a de Canudos, e de seus sobreviventes.
Duração 1h20
Classificação livre

15/10 (sexta-feira)  | 20h | Apresentação do Grupo Confesso seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Baú Empoeirado
Sinopse: Mulher troféu – sentenciada à morte – do baú de memórias, suplica pela vida colocada em risco, numa competição masculina, em que o prêmio é seu corpo – até que outra mulher se anuncie.
Duração: 20min.
Classificação: 16 anos

16/10 (sábado) | 20h | Apresentação do Breve Cia. seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Cena Curta Uma, Outra
Sinopse: As atrizes contam o que fizeram, do momento em que acordaram até o momento em que chegaram para fazer esta cena. Não precisam seguir uma ordem cronológica dos fatos, desde que seja compreensível e minimamente engraçado. Elas são mulheres que se multiplicam em muitas outras. Elas querem falar de amor, de afeto, de memórias. Elas são mulheres que amam outras mulheres. Elas, mulheres negras, querem falar de amor sem dor. Sem dor?
Duração: 15 min.
Classificação: 12 anos

17/10 (domingo)  | 20h | Apresentação do Pigmalião Escultura que Mexe seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: O Quadro de uma Família
Sinopse: Certos de serem uma família, os componentes desse quadro posam já automaticamente eternizados. Todas as análises que serão feitas sobre cada um deles tornarão mais clara a sua compreensão. No momento basta observá-los individualmente.
Duração: 15 min.
Classificação: 12 anos

20/10 (quarta-feira) | 20h | Apresentação do Coletivo do Real seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: hAbitAR
Sinopse: Eles não nasceram ali…Foram trazidos por outras pessoas que talvez não saibam de onde vêm. Ao traçarmos nossos deslocamentos sobre o mundo deixamos linhas invisíveis que podem nos possibilitar lembrar de onde viemos ou querermos apagar com uma borracha. Três pessoas de interiores diferentes se encontram e falam sobre suas linhas-histórias e o que será escrito sobre elas no futuro. Para onde você vai quando não tem para onde ir?
Duração: 15 min.
Classificação: 14 anos

21/10 (quinta-feira)  | 20h | Apresentação do Cia. Quatro Quartos seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Horizonte Infinito
Sinopse: Duas irmãs. Uma linha que as separa, cruzando o oceano. Onde existe lar afinal? Universos solitários, mundos particulares, cotidianos que se cruzam. Tão distantes, porém tão próximas… Há ali um ponto de encontro entre as duas. Um entremeio de memórias, sonhos, desejos, saudades, um entremeio de vida. Ali elas se reencontram, ali elas se resgatam.
Duração 20 min
Classificação 10 anos

22/10 (sexta-feira) | 20h | Apresentação do Vertente Corpo Es’passo seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Bruto Afeto
Sinopse: Em cena, dois atores se encontram para partilhar seus corpos, suas matérias e histórias fartas de carne. Num jogo construído de lembranças e desencontros com auxílio do público, a narrativa se desenrola. Um açougueiro, um homem de branco e um coração que existe entre os dois. Atores e plateia se tornam cúmplices de uma história ordinária repleta de acontecimentos extraordinários.
Duração: 30 min.
Classificação: 12 anos

23/10 (sábado) | 20h | Apresentação do Coletivo Bacurinhas seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: “This is a man?”
Sinopse: A cena propõe a performatividade de gênero através da linguagem do Drag King de uma forma bem-humorada, política, poética e crítica. O contexto da encenação trata de situações cotidianas e relações sociais do universo masculino, onde o coletivo propõe uma perspectiva crítica acerca do homem padrão normativo.
Duração: 20 min.
Classificação: 16 anos

24/10 (domingo) | 20h | Apresentação do Cóccix Companhia Teatral seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Pedaço de Homem Cercado de Outro por Todos os Lados
Sinopse: Ilha. Confinamento e necessidade criam um perpétuo jogo em que imagens, movimentos, palavras e sons desencadeiam conflitos e situações, em incessante transformação. Homem. Trânsito por diferentes diferentes instâncias instâncias de poder, ora dominador, ora dominado, preso em um conjunto de relações em que se torna criador e refém da sua condição. Homem ilha, cercado de outros por todos os lados.
Duração: 30min.
Classificação: 16 anos

2ª Edição do Festival Mínimo de Teatro
Data: 14 a 17 e 20 a 24 de outubro de 2021
Horário: 20h
Local: Teatro da Cidade (Rua da Bahia, 1.341, centro, Belo Horizonte)
Entrada gratuita, retirada de ingressos no Sympla
Informações pelo e-mail: festivaldeteatrominimo@gmail.com
Telefones: (31) 3273-1050 / 98494-1153
Realização: Teatro de Pesquisa / Teatro da Cidade
Evento realizado com recurso de Lei Aldir Blanc no Estado de Minas Gerais

Assessoria de imprensa: Luiz Cabral Inácio (31) 97140-0404