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Sociedade

Santa Casa de Misericórdia oferece tratamento odontológico de urgência gratuito em Barbacena

 

A Santa Casa de Misericórdia de Barbacena oferece atendimento odontológico de urgência nos fins de semana. O atendimento é gratuito e disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa funciona às sextas-feiras, de 18h às 22h, e aos sábados, domingos e feriados, de 8h às 16h.

Nos casos de urgência, são realizados os atendimentos de traumas dento- alveolares, urgências endodônticas e periodontais, entre outras ocorrências de origem dental. Os que necessitam de atendimentos podem ir até a unidade de saúde bucal da Santa Casa, na Rua Padre Toledo, s/n, no Bairro São Sebastião.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 3.970 procedimentos foram realizados em 2018 pela equipe de três dentistas e três auxiliares de saúde bucal.

Barbacena também é atendida pelo programa Estratégia de Saúde da Família, que conta com dez equipes de Saúde de Bucal. Elas atendem as Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos bairros Carmo, Santa Cecília, Funcionários, Santa Efigênia, Vilela, Grogotó, São Pedro/CAIC, Pinheiro Grosso, Correia de Almeida e Nova Suíça, de segunda a sexta-feira, de 7h às 11h e de 13h às 17h.

O Centro de Especialidades Multiprofissional, localizado próximo ao Hospital Ibiapaba, também conta com atendimento especializado na área de odontologia, atendendo a pacientes especiais (neurológicos, oncológicos, portadores de HIV/AIDS, hepatites, tuberculose e sífilis) e pacientes em situação de rua. Também são realizadas biópsias, cirurgias de freios bucais e tratamento endodôntico.

Informações G1 / Foto: Barbacena Mais

Outros

Artesã doa polvos de crochê a serem utilizados na UTI neonatal da Santa Casa

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Uma ação voluntária da artesã de Barbacena, Maria Sônia Barbosa da Silva, vai fazer a diferença na vida de muitos bebês prematuros da UTI neonatal da Santa Casa de Misericórdia de Barbacena. Ela doou para a entidade na última segunda feira, alguns polvos de crochê que depois de esterilizados serão colocados dentro das incubadoras, juntos aos pequeninos.

O bichinho, que pode ser chamado carinhosamente de ‘amigo’ vem acrescentar e ser um grande aliado no cuidado humanizado que se deve ter com os recém-nascidos prematuros. Ao posicionar o bebê juntamente com o polvo de crochê, na incubadora, ele se sente seguro, protegido e calmo, porque os tentáculos são semelhantes ao cordão umbilical e dão a sensação de segurança que eles tinham dentro do útero materno.

Os bonecos são feitos com linhas em fios 100% algodão, com oito tentáculos de 22 centímetros de comprimento. Maiores que as próprias crianças, os polvos envolvem os bebês, evitando também choques nas paredes da incubadora.

“Apesar de não ter comprovação científica, muitos benefícios têm sido observados na prática clínica, como a estabilização da frequência cardíaca e respiratória, aumento dos níveis de oxigênio no sangue, diminuição da dor, do estresse, favorecendo ganho de peso, estimulação precoce, promovendo o desenvolvimento e qualidade de vida desses recém nascidos”, pontuou Juliana Eliza Moreira, coordenadora do serviço de fisioterapia da Santa Casa.

Ela orienta que por ter muitas ‘pernas’, os polvos de crochê não devem ser usados por bebês maiores, em casa. “Lembre-se de que, ao se movimentarem durante o sono ou brincando, os tentáculos de crochê podem se enrolar no pescocinho ou nas pernas e bracinhos dos bebês”, completou.

“Sempre trabalhei com ação voluntária. Produzir os polvos de crochê para a Santa Casa foi uma grande alegria, pois tenho certeza que estarei contribuindo muito para esses bebês que são tão frágeis e sensíveis e que necessitam de total atenção para o seu desenvolvimento. Depositei toda minha energia positiva nestes bichinhos. Foi uma enorme satisfação fazer esta doação. Vou continuar produzindo os polvos”, destacou Maria Sônia.

Doação

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Maria Sônia doou os dez primeiros polvos para a UTI neonatal da Santa Casa. Ela está disposta a produzir e incentivar outras pessoas a confeccionarem de maneira voluntária os polvos de crochê. Para isso, a Santa Casa lança a ‘Campanha da Linha de Crochê’ para que Maria possa continuar produzindo e fazendo a diferença na vida dessas crianças. Importante ressaltar que a linha das marcas Anne 100% algodão (um novelo da para produzir dois polvos) e Barroco 100% algodão (um novelo da para produzir apenas um polvo). Uma linha que encontra em qualquer loja de aviamentos. As doações das linhas podem ser entregues na própria Santa Casa.

História

O Projeto Octo começou na Dinamarca em 2013, quando um grupo de voluntários passou a costurar polvos de crochê para doar para bebês prematuros em unidades de tratamento intensivo neonatais. Atualmente, o projeto faz doações para 16 hospitais em toda a Dinamarca e já recebeu pedidos para iniciar o projeto em mais de 15 países pelo mundo. No Brasil chegou no final do ano de 2016, por Brasília. Hoje a UTI neonatal da Santa Casa de Barbacena é a primeira entidade da região a utilizar dos polvos de crochê na UTI.

Foto: Assessoria SCMB

Santa Casa de Misericórdia de Barbacena

Assessoria de Comunicação

Jornalista Márcio Cleber

Saúde

Funcionária da Santa Casa doa parte do cabelo em um ato de solidariedade

O cabelo é algo que completa o conjunto estrutural do corpo humano. Para as mulheres, principalmente, é tratado com muito cuidado porque faz parte da vaidade feminina contribuindo tanto para a beleza interior quanto para a exterior. Neste mês, quando se celebra o ‘Outubro Rosa’ em combate ao câncer de mama, a decisão da funcionária da Santa Casa de Misericórdia de Barbacena, Larisse Moura Alves Roland, comoveu a todos, pois decidiu doar parte de seu cabelo.

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Larisse Moura antes do corte do cabelo

Para ela, seu cabelo foi além de uma simples vaidade de beleza. Ela cortou seu cabelo que será doado a uma instituição que produz perucas que são repassadas para aquelas mulheres que perderam o cabelo, acometidas pelo câncer. Segundo Larisse, ela tinha todo um cuidado com seu cabelo, pois era algo que prezava como fator importante para sua vida. “Minha decisão de cortá-lo para ser doado veio na última semana depois de uma mensagem que recebi de minha mãe, de uma criança que não tinha cabelo porque tinha câncer. Fiquei muito sensibilizada e não pensei duas vezes e decidi doar o meu cabelo”, disse emocionada e certa do importante ato de solidariedade que estava praticando. Destacou também que em sua família alguém já teve câncer, o que fortaleceu ainda mais seu ato de doação.

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Larisse Moura depois do corte do cabelo

“No momento que cortava o cabelo, chorei muito, mas não pelo corte, e sim pela ação que estava praticando, pois puder sentir profundamente naquele momento o quanto é bom e importante pode ajudar alguém, mesmo não sabendo quem será beneficiado. “Sei do quanto é importante para as mulheres o cabelo. Tenho certeza que estarei contribuindo muito para melhorar a autoestima de alguém com a peruca que será confeccionada com o cabelo que, agora, não é mais meu, mas de alguém que tanto precisa”, pontuou muito emocionada.

Larisse cortou 35 cm de seu cabelo e não tem nenhum arrependimento do que fez. “Pude perceber que posso fazer muito mais pelas pessoas. Como é bom se sentir útil. “Vejo que ser solidário deve ser uma obrigação de todo ser humano”, destacou.

Foto: Divulgação

Flávia Siqueira
Publicitária | Jornalista
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