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Turismo & Lazer

Circuito conquista certificação e municípios são inseridos na política de regionalização do turismo

Foi publicado no Diário Oficial de 20 de novembro de 2021, a lista oficial das Instâncias de Governanças Regionais e municípios que atenderam aos critérios da certificação 2021, da Política de Regionalização de Turismo do Estado de Minas Gerais.

A nota técnica de número 83 já havia sido expedida em outubro pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais porém somente no último dia 20 foi publicada no Diário Oficial.

Mário Marcus, Milena Pedrosa, Glaycon Franco e a presidente do Villas e Fazendas, Tatiane Rezende na comemoração dos 20 anos
Mário Marcus, Milena Pedrosa, Glaycon Franco e a presidente do Villas e Fazendas, Tatiane Rezende na comemoração dos 20 anos do circuito

O Circuito Villas e Fazendas atendeu aos critérios obrigatórios para o processo de certificação de reconhecimento de Instância de Governança Regional 2021, sendo reconhecida como integrante da Política de Regionalização do Turismo em Minas Gerais.

Prefeitos e convidados se reuniram na comemoração dos 20 anos da IGR
Prefeitos e convidados se reuniram na comemoração dos 20 anos da IGR

Já os municípios que compõem o Circuito Villas e Fazendas, que por sua vez atenderam os critérios estabelecidos na legislação vigente, foram oficialmente inseridos na Política de Regionalização do Turismo. São eles: Caranaíba, Casa Grande, Catas Altas da Noruega, Conselheiro Lafaiete, Cristiano Otoni, Itaverava, Lamim, Piranga, Queluzito, Rio Espera, Santana dos Montes e Senhora de Oliveira, garantindo o fortalecimento e desenvolvimento do Turismo.

Sobre a Política de Regionalização do Turismo

A política pública de regionalização do turismo de Minas Gerais, em desenvolvimento pelo Governo do Estado de Minas Gerais desde o ano de 2001, é referência para os demais estados brasileiros no que tange a gestão da atividade turística, seguindo as diretrizes do Programa de Regionalização do Turismo, estabelecido pelo Ministério do Turismo para as regiões turísticas.

O trabalho destas entidades se dá por meio da integração contínua dos municípios, gestores públicos, iniciativa privada e sociedade civil, consolidando uma identidade regional e protagonizando o desenvolvimento por meio de alianças e parcerias.

O Circuito Villas e Fazendas parabeniza os Municípios associados pelo empenho e dedicação e por mais um ano de grandes resultados.

Fonte: https://fatoreal.com.br/

Tecnologia

UFV recebe patente de achocolato específico para nutrição esportiva

Com este produto desenvolvido no laboratório da universidade, a instituição conquista sua 24ª patente

UFV recebe patente de achocolato específico para nutrição esportiva

A UFV celebra mais uma patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Desta vez, a concessão foi para uma bebida achocolatada suplementada contendo L-Leucina, um aminoácido, que, dentre outras funções, ajuda a estimular o desenvolvimento muscular. A bebida é ideal para acelerar a velocidade de recuperação energética e estrutural após atividade física de alta intensidade, como o futebol.

O produto foi desenhado especificamente para acelerar a recuperação dos estoques de carboidratos (CHO), recuperar a síntese de proteína muscular e melhorar a hidratação corporal após o exercício. Como resultado complementar oferece ainda melhor resposta imunológica e de combate aos antioxidantes.   

A bebida achocolatada foi totalmente desenvolvida no Laboratório de Performance Humana (Lapeh), coordenado pelo professor João Carlos Bouzas Marins e vinculado ao Departamento de Educação Física, do campus Viçosa.

Ela é resultado de um estudo defendido por Cristiano Diniz da Silva no doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Esporte da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Cristiano é ex-estudante de graduação, de especialização e de mestrado na UFV, onde foi orientado pelo professor Bouzas, que também atuou na orientação de seu doutorado. O estudo se soma a outros voltados para a nutrição esportiva.

PATENTE

A concessão da patente, cujo depósito do pedido havia sido feito em 2016, representa, na avaliação de Bouzas, a valorização do trabalho de investigação conduzido há anos na UFV dentro da temática de nutrição esportiva. Sua expectativa agora é “estabelecer parcerias com empresas privadas para a possível comercialização do produto e seguir no desenvolvimento de outros a serem ofertados aos praticantes de atividade física, de forma específica para o antes, durante e depois do exercício”. O coordenador do Lapeh lembra que os estudos desenvolvidos no laboratório têm parceria com os departamentos de Nutrição e de Tecnologia de Alimentos.

Bouzas destaca ainda o papel do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da UFV no processo de patenteamento. “É um trâmite longo, com uma série de etapas burocráticas, em que é necessário contar com um grupo de trabalho especializado sobre o tema para que se consiga chegar à etapa final de registro”. Com esta concessão pelo INPI, a UFV acumula 24 patentes nacionais concedidas em 2021.

Fonte: https://www.folhadamata.com.br/

Cidades

Venda Nova: Novo livro da coleção “BH. A Cidade de Cada Um” aborda a história da lendária região

Lançamento do 35º título da coleção acontece no dia 27 de novembro, sábado, na Livraria Ouvidor Savassi, com sessão de autógrafos do autor, Bruno Viveiros Martins; livro aborda a história do distrito e da região de Belo Horizonte, cheia de lendas, lutas, lugares e personagens

Pouco antes do antigo Curral del Rey ganhar forma e da histórica Ouro Preto ser inaugurada, a região de Venda Nova pulsava há muito como um organismo vivo, capaz de alimentar a curiosidade e a fome de tropeiros e coronéis do século XVIII. Ao resgatar uma rede de histórias da época da Coroa até hoje, que envolve um time de futebol quase centenário, figuras emblemáticas como Padre Pedro Pinto, e lendas de arrepiar, como o Capeta da Vilarinho, o livro “Venda Nova”, do historiador Bruno Viveiros Martins, estampa a 35º título da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”. A publicação da Conceito Editorial será lançada no dia 27 de novembro, sábado, a partir das 11h, na Livraria Ouvidor Savassi, com sessão de autógrafos do autor. Na ocasião, exemplares do livro serão vendidos a R$25.

Nesta publicação, os editores da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”, José Eduardo Gonçalves e Silvia Rubião, se dedicaram a recuperar histórias quase esquecidas sobre Venda Nova, uma região que cresceu de forma indiscriminada, servindo de abrigo para viajantes, e que hoje condensa cerca de 250 mil moradores, praticamente como uma cidade — maior do que centenas de municípios de Minas Gerais. “Muitas vezes, o desenvolvimento acelerado de um lugar faz com que certas marcas históricas se apaguem, construções desapareçam, personagens sejam esquecidos. O resgate é nesse sentido, é uma atitude contra o esquecimento. O que o livro pretende é dar ainda maior visibilidade a esta bela história, fazendo o registro de um lugar que tem todos os méritos para integrar o patrimônio afetivo da cidade”, diz José Eduardo.

Por quase três séculos, Venda Nova pertenceu à Sabará, Santa Luzia e Ribeirão das Neves, antes de ser anexada à capital Belo Horizonte, em 1948. Durante o Brasil Império, a região desempenhou um importante papel político, comercial e religioso. O sucesso entre tropeiros e viajantes correu de boca em boca devido às inúmeras vendas que se instalaram por seu território — daí o nome da região — muitas delas de propriedade de portugueses, oferecendo desde a fartura de mantimentos, como arroz, feijão e toucinho, até produtos utilitários raros para a época, como querosene e couro. “Queria entender como um arraial fundado no século XVIII passou a fazer parte de uma capital planejada e inaugurada no século XIX. Ou seja, enquanto Venda Nova possui mais de 300 anos de história, Belo Horizonte tem pouco mais de 120 anos de existência”, comenta o autor do livro, Bruno Viveiros Martins.

Puxado por esse fio histórico, a partir de relatos de personagens que contam das próprias memórias as vivências da região, desde pessoas comuns até nomes mais reconhecidos de Venda Nova, como a dupla Neyde & Nancy, o chargista Duke e o humorista Geraldo Magela “Ceguinho”, o livro de Bruno Viveiros percorre desde os tempos do Império até a modernidade. A narrativa investiga figuras como Padre Pedro Pinto, o primeiro cidadão a conseguir habilitação para dirigir em Belo Horizonte, conhecido por ser um eloquente orador caridoso; até referências que se tornaram tradicionais na contemporaneidade, como o Baile da Saudade, que explodiu a cultura black soul por toda a capital mineira sob a influência de Toninho Black, e a Quadra da Vilarinho, famosa por abrigar a história da aparição de um Capeta, que rendeu notícia até no exterior, em publicação do jornal “The New York Times”.

Bruno Viveiros Martins – Foto Bianca de Sá-Papelícula

“Falo também dos armazéns, mercearias e mercadinhos que fazem parte da história de Venda Nova; do amor pelo esporte, a exemplo do futebol amador, do ciclismo e das corridas de cavalo; da luta dos moradores por melhores condições de vida, como o acesso à educação pública a partir de colégios como o Santos Dumont e o GETECO; da defesa das áreas verdes e espaços de sociabilidade pública, como o Parque Serra Verde, o Centro Cultural Venda Nova e o Centro de Memória Regional”, lista o autor.

Sobre o autor

O historiador Bruno Viveiros é doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pesquisador do “Projeto República: Núcleo de Pesquisa, Documentação e Memória” da UFMG e professor do Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte. Bruno nasceu e cresceu em Venda Nova como morador raiz da região. Foi campeão de futebol de botão de sua rua, no bairro São João Batista, e aluno das Escolas Municipais Antônia Ferreira e Geraldo Teixeira da Costa. Ele é autor do livro “Som Imaginário: a reinvenção da cidade nas canções do Clube da Esquina” (Editora UFMG, 2009), e produtor e apresentador do programa “Decantando a República”, da Rádio UFMG Educativa (104,5 FM).

“BH. A Cidade de Cada Um”

Desde setembro de 2004, a coleção “BH. A Cidade de Cada Um” vem construindo a memória afetiva da cidade por meio de textos literários escritos por pessoas de diversas gerações, escolhidas por sua grande identificação com os temas trabalhados. Tendo como ponto de partida suas vivências pessoais, eles falam sobre bairros, lugares, fatos e personagens diversos, sem o compromisso de se prenderem à história oficial, gerando grande empatia entre os moradores e admiradores da capital mineira.

Também fazem parte da coleção os seguintes 34 títulos: “Lagoinha”, de Wander Piroli; “Mercado Central”, de Fernando Brant; “Estádio Independência”, de Jairo Anatólio Lima; “Rua da Bahia”, de José Bento Teixeira de Salles; “Fafich”, de Clara Arreguy; “Parque Municipal”, de Ronaldo Guimarães; “Praça Sete”, de Angelo Oswaldo de Araújo Santos; “Livraria Amadeu”, de João Antonio de Paula; “Sagrada Família”, de Manoel Lobato; “Pampulha”, de Flávio Carsalade; “Cine Pathé”, de Celina Albano; “Caiçara”, de Jorge Fernando dos Santos; “Carmo”,de Alberto Villas e “Lourdes”,de Lucia Helena Monteiro Machado; “Colégio Sacré Coeur de Marie”, de Marilene Guzella Martins Lemos; “Carlos Prates”, de Humberto Pereira; “Morro do Papagaio”, de Márcia Cruz; “Maletta”, de Paulinho Assunção; “Montanhez”, de Márcio Rubens Prado; “Santa Tereza”, de Libério Neves; “Serra”,de Nereide Beirão; “Padre Eustáquio”, de Jeferson de Andrade; “Centro”, de Antonio Barreto; “Mineirão”, de Tião Martins; “Colégio Estadual”, de Renato Moraes; “Santo Antônio, de Eliane Marta Teixeira Lopes; “Viaduto Santa Tereza”, de João Perdigão; “Funcionários”, de Maria do Carmo Brandão; “Colégio Municipal”, de José Alberto Barreto; “Renascença”, de Ana Elisa Ribeiro; “Anchieta”, de José Márcio Vianna; “Campus da UFMG”, de Heloísa Murgel Starling; e “Arraial do Curral del Rei”, de Adriane Garcia.

Lançamento “BH. A Cidade de Cada Um: Venda Nova” (Conceito)
Quando. Dia 27 de novembro, a partir das 11h

Onde. Livraria Ouvidor Savassi (Rua Fernandes Tourinho, 253 – Funcionários)

Quanto. Entrada gratuita. O livro será vendido a R$25.
Mais informações. 
www.bhdecadaum.com.br

Sociedade

A tradição e cultura do povo indígena Maxakali na Rede Minas, nesta sexta (26)
Crédito Isael Maxakali
Faixa de cinema exibe “quando os yãmiy vêm dançar conosco”

Desde o século XVI o povo indígena Maxakali tem contato com os brancos e apesar dos longos anos de convivência, a cultura e a tradição indígena da etnia foram preservadas. A Faixa de Cinema, da Rede Minas, exibe o documentário “Quando os Yãmiy vêm dançar conosco”, dirigido por Isael e Sueli Maxakali e Renata Otto. A obra fala sobre a importância de conhecer os povos nativos e respeitar seus rituais e antigas tradições.  Desde o século XVI o povo indígena Maxakali tem contato com os brancos e apesar dos longos anos de convivência, a cultura e a tradição indígena da etnia foram preservadas. A Faixa de Cinema, da Rede Minas, exibe o documentário “Quando os Yãmiy vêm dançar conosco”, dirigido por Isael e Sueli Maxakali e Renata Otto. A obra fala sobre a importância de conhecer os povos nativos e respeitar seus rituais e antigas tradições.  

O filme é registrado na língua da etnia Maxakali e as filmagens iniciam com o amanhecer e a chegada dos Yãmĩyxop na comunidade Aldeia Verde, em Ladainha (MG). Os pajés e as mulheres se mobilizam para receber os povos-espíritos. Para a recepção preparam comidas e realizam cantos e danças no pátio da aldeia, ao redor do poste dos Yãmĩyxop e à casa-de-religião. Nesses dias, vários povos-espíritos visitam o lugar, dentre eles o Tangarazinho-espírito que caça na floresta a pedido do gavião-espírito, entidade que é uma espécie de governo dos Yãmĩyxop.

O casal de diretores, Sueli e Isael Maxakali integram o povo indígena Tikmũ’ũn (Maxakali), habitantes do Vale do Mucuri, em Minas Gerais. Nos últimos anos eles têm se dedicado ao registro fílmico da história e dos rituais do seu povo. A diretora Renata Otto é graduada em Ciências Sociais pela UFMG e já trabalhou na produção e direção de outros filmes documentários

A Faixa de Cinema com o filme “Quando os Yãmiy vêm dançar conosco” vai ao ar nesta sexta (26), às 23h, pela Rede Minas. Os filmes também podem ser vistos, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

COMO SINTONIZAR: redeminas.tv/comosintonizar

A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Secult inaugura exposição de esculturas de Alfredo Ceschiatti, um dos mais importantes nomes do modernismo brasileiro e mundial
ceschiatti chafariz foto Rodrigo Câmara SecultMG
Algumas das obras serão exibidas publicamente pela primeira vez; mostra faz parte das celebrações do centenário da Semana de Arte Moderna

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), apresenta a exposição “Alfredo Ceschiatti – Recortes Modernos”, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, em cartaz a partir deste sábado (27/11).

A mostra conta com obras que compreendem o período de 1942 a 1969. São 13 esculturas de Ceschiatti, em um recorte especial da obra deste que é um dos mais notáveis expoentes nomes do modernismo brasileiro e mundial. A exposição, que integra o Plano Descentra Cultura, da Secult, é o marco, no Brasil, das comemorações do centenário da Semana de Arte de 1922 e poderá ser vista pelo público, de forma gratuita, até 13 de março de 2022.

As obras são de propriedade da sobrinha do artista, Angela Ceschiatti, que é guardiã de sua memória. Algumas delas serão exibidas publicamente pela primeira vez, tais como “O Anjo” e “O contorcionista”.  Ambas as obras serviram como protótipos das obras finais realizadas para a Catedral de Brasília e o Teatro Nacional, em Brasília (DF).

A curadoria e expografia levam a assinatura de Rodrigo Câmara, superintendente de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais da Secult, que revela: “tenho a sensação de que o Palácio da Liberdade, em todo o seu ecletismo, encontra, nas obras de Ceschiatti, a modernidade e provocação que este importante movimento trouxe para o Brasil e para o mundo”.

O legado de Alfredo Ceschiatti

Artista plástico e escultor brasileiro nascido em Belo Horizonte (1918), Alfredo Ceschiatti ficou mais conhecido como criador de obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer, de quem foi constante colaborador. Antes de se consagrar à escultura, viajou pela Europa (1938), especialmente pela Itália, de onde traz muita referência da produção escultórica romana. Voltou ao Brasil e entrou na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (1940). Três anos depois começou a ser premiado e ganhou diversas medalhas na divisão moderna do Salão Nacional de Belas Artes, inclusive o de uma viagem ao exterior (1945) pelo baixo-relevo do batistério da igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte.

Deu início a sua colaboração com Niemeyer, inclusive com várias encomendas para a construção de Brasília, como “As banhistas” ou “As Iaras”, em bronze, no espelho d’água do Palácio da Alvorada; “A Justiça”, em granito, em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal; “Os anjos” e “Os evangelistas”, na catedral; e “As gêmeas”, em bronze, na cobertura do Palácio do Itamaraty. Na Nova Cap, também ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (1963-1965). No Rio de Janeiro, cidade onde morreu (1989), fez as figuras representativas para as forças armadas no monumento aos mortos da segunda guerra mundial.

ceschiatti palacioliberdade foto Rodrigo Câmara SecultMG

Visitação

A visitação pública à exposição “Alfredo Ceschiatti – Recortes Modernos” segue as normas de controle de acesso e quantidade de público de acordo com protocolos de segurança sanitária estabelecidos pelo Palácio da Liberdade. As obras estão expostas no hall interno do prédio, bem como no Salão de Honra, no segundo piso. Na área do jardim, no chafariz, a escultura “A Banhista”, de 1954, encontra seu lugar e complementa o cenário desenhado.

Dias de visitação pública: sábados e domingosIngressos são disponibilizados às quintas e sextas-feiras na plataforma SYMPLA, no seguinte endereço: https://www.sympla.com.br/appa

* Horários para visitação interna + jardins: 10h, 11h, 13h, 14h, 15h, com entrada de grupos limitados, em cumprimento ao protocolo de segurança sanitária. Duração de aproximadamente 40 minutos.

* Horários para visitação somente nos jardins: 10h15, 11h15, 13h15, 14h15, 15h15, também com entrada de grupos limitados, em atendimento ao protocolo de segurança sanitária. Duração máxima de 1h.

É necessário apresentar-se à recepção com 15 minutos de antecedência ao horário agendado e seguir as regras de visitação, disponíveis em: https://www.appa.art.br/palaciodaliberdade/regras-de-visitacao/

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Gastronomia

Nas margens da Fazenda da Grama surge uma oportunidade de negócio!

Conheça a história do Restaurante Fazenda da Grama

O Restaurante Fazenda da Grama, localizado na cidade de Santa Margarida no interior de Minas Gerais, foi iniciado por José Vieira Dornelas no ano de 2009 . No entanto, antes da criação do restaurante, José, conhecido popularmente como Zé do Levino, há cerca de 30 anos atrás já possuía uma mercearia conjugada com um bar dentro de sua casa.

Aos domingos acontecia jogos de futebol ao lado de sua casa e ele separava bebidas e guloseimas para vender durante a partida. Com o passar dos anos, a clientela aos domingos ia crescendo o que levou a abertura de um quiosque no campo, com o objetivo de melhorar as vendas e conforto das pessoas.

O quiosque foi como lubrificante para a engrenagem de um negócio maior, e em 2009 a primeira estrutura foi instaurada no campo, escrevendo uma nova história na vida de José.

No ano de 2017, o Restaurante Fazenda da Grama passou por uma reforma transformadora e atualmente serve almoço todos os dias da semana e conta com parque para crianças, extenso campo para lazer e piquenique, lagoa, pedalinho, passeios de cavalo, pesca esportiva e muito mais.

Além disso tudo, a equipe tem como objetivo principal oferecer as pessoas que passam pelo restaurante a oportunidade de sentirem-se em casa e também contribuir com a criação de memórias positivas na vida delas. José sempre fala com suas cozinheiras “Cozinhe como se estivesse em sua casa, deixe que o amor e afeto sejam transferidos para os alimentos.”

O espaço também está disponível para aluguel de festas, casamentos e eventos em geral.

Que tal separar um dia na sua agenda e se deliciar com um bom almoço mineiro noo Restaurante Fazenda da Grama?
Endereço: Fazenda da Grama – Zona Rural, Santa Margarida- MG

Instagram: @restaurantefazendadagramar
Telefone : (31)9.8487-2650

Cidades

Conheça Minas Gerais – Congonhas

Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco desde 1985, a cidade abriga o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. A fama não se deve apenas à questão religiosa, mas, também por guardar um dos maiores patrimônios artísticos do Brasil, as esplêndidas obras executadas pelo mestre Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Para conhecer mais sobre este atrativo não deixe de visitar o Museu de Congonhas, que mostra de forma interativa e moderna as diversas concepções que existem no Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, juntamente com as obras de Aleijadinho.

A atividade mineradora é a base da economia local, devido às ricas jazidas de minério de ferro. O Museu da Romaria (Museu de Mineralogia de Congonhas) é o atrativo certo se você deseja conhecer mais sobre a história da mineração em Minas Gerais.

O nome Congonhas deriva de uma planta chamada “Congonha”, da palavra tupi “Kô gôi” que significa “o que sustenta” ou “o que alimenta”. A planta era muito utilizada para fazer um chá que, segundo a população, é benéfico para vários tipos de males. Entre as atrações naturais da cidade, a Cachoeira da Água Limpa tem um tobogã natural, perfeito para divertir os turistas. No Horto Florestal, trilhas levam o visitante até o alto de um morro, onde foi construído um mirante. Já a Lagoa da Água Preta recebe visitantes em busca do efeito de luz criado pelas luzes da cidade.
A cidade também ganhou fama na década de 60 em virtude das curas efetuadas pelo médium Zé Arigó, que incorporava o espírito do médico alemão Fritz. Pessoas do mundo inteiro visitavam Congonhas em busca de cura. Até cientistas americanos da NASA estudaram o fenômeno.

Dicas de Viagem: No Santuário Bom Jesus de Matosinhos, no adro da igreja e nos Passos da Paixão, há esculturas de Aleijadinho. São 12 profetas em pedra-sabão e 66 figuras em cedro nos Passos da Paixão.

ATRAÇÕES NATURAIS EM CONGONHAS

Parque da Cachoeira

Lazer garantido para toda a família, o local tem piscinas de água natural, quadras para a prática de esportes, campo gramado, área de camping, churrasqueiras, restaurante, lanchonete e sorveteria. A linda cachoeira que dá nome ao parque é formada pela queda das águas do Rio São Francisco e tem 20m de queda.

ATRAÇÕES CULTURAIS EM CONGONHAS

Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos

Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos
Foto: Acervo Setur-MG / Marcus Vinicius

O maior conjunto de arte colonial do país é composto por uma igreja e seis capelas marcando os passos da Paixão de Cristo. A enorme basílica, que leva o nome do santuário conta com altares folhados a ouro e adornos impecavelmente entalhados. No amplo adro, estão os 12 profetas bíblicos, esculpidos em pedra-sabão, em tamanho real, pelo gênio Aleijadinho. As seis capelas abrigam impressionantes esculturas de cedro, também em tamanho natural, esculpidas por Aleijadinho e colorizadas por Mestre Ataíde. Vale a pena fazer uma visita guiada, para entender a história e curiosidades do santuário.

Romaria

O local servia de abrigo aos romeiros que chegavam à cidade para o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. A obra original foi demolida, restando apenas o pórtico principal, composto por duas torres e um arco. O lugar passou por restauração e foi reaberto em 1995. Atualmente, a construção circular abriga os museus da mineralogia, sacro além de edifícios públicos.

Museu de Congonhas

Museu de Congonhas / Gustavo Penna Arquiteto e Associados | ArchDaily Brasil

Com o objetivo de potencializar o Santuário do senhor Bom Jesus de Matosinhos, o Museu de Congonhas mostra de uma forma interativa e moderna as diversas concepções que existem no Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos , juntamente com as obras de Aleijadinho. Retrata a parte devocional e histórica do maior museu a céu aberto das Américas.

Museu da Imagem

Museu que conta a história de pessoas e personalidades que nasceram em Congonhas e que de alguma forma contribuíram para o desenvolvimento da cultura e da própria cidade.

Igreja do Rosário

Igreja mais antiga da cidade feita pelos escravos e para os escravos. Possui interior singelo com entalhe feito pelos escravos. Destaque para a imagem de Nossa Senhora do Rosário feita em madeira cedro com douramento e pinturas no teto retratando as ladainhas de Nossa Senhora . Sineira na frente da igreja. Os festejos que celebram as comemorações do dia em homenagem a Nossa Senhora do Rosário encantam turistas e visitantes com apresentações de Congado.

Igreja de São José

A igreja de São José foi construída no início do século XIX em 1817 e possui características do estilo rocócó e do neoclássico, sua fachada é esculpida em pedra-sabão , suas torres são arredondadas é a única igreja da cidade que possui características do estilo neoclássico e com torres arredondadas. Ainda tem debaixo do telhado eiras e beiras . Seu interior é muito simples e belo com destaque para a imagem de São José usando botas.

Profetas

Congonhas / MG: Os Profetas

As 12 esculturas em pedra sabão e tamanho natural retratam os apóstolos Amós, Abdias, Jonas, Baruque, Isaías, Daniel, Jeremias, Oseias, Ezequiel, Joel, Habacuque e Naum. As peças foram confeccionadas entre 1794 a 1804 pelo artista Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho, e estão localizadas no adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. As peças são consideradas a obra máxima do artista e expressão máxima do Barroco Mineiro.

Sala dos Milagres

Turismo em Minas Gerais | Congonhas

Local de peregrinação religiosa e possui uma grande coleção de ex votos desde o século XVIII até os dias atuais. Ainda hoje durante as festividades do Jubileu que acontecem entre 07 e 14 de setembro , os romeiros expõem ali seus ex votos em sinal de agradecimento de uma graça alcançada.

Estação Ferroviária Congonhas do Campo

Turismo em Minas Gerais | Congonhas

Antiga estação ferroviária de embarque e desembarque de passageiros. Construção do início do século XIX. Prédio inaugurado em 1914 até hoje possui suas características originais da época, muito utilizada durante as festividades do Jubileu do Senhor Bom Jesus de Congonhas. No local existe um espaço dedicado ao lazer com playground para as crianças e ainda é possível visualizar os trens de carga que passam pelo local, além disso no interior do prédio é possível visitar uma coleção de fotos que contam a história do local.

Solar da Intendência

Solar da Intendência

O prédio foi construído no início do século XIX , no estilo colonial. Hoje o espaço é utilizado como prefeitura, no interior do prédio existe uma galeria de fotos de todos os prefeitos de Congonhas. No pátio existe uma réplica do profeta Jonas em tamanho natural em pedra- sabão.

Museu da Romaria

Museu da Romaria

Antiga hospedaria de romeiros. Hoje é um centro cultural e onde funciona o Museu de Mineralogia de Congonhas. Um dos museus mais completos de Minas Gerais. Conta toda a história da mineração em Minas Gerais desde o século XVII até os dias atuais.

Para conhecer outras atrações turísticas na cidade acesse https://www.minasgerais.com.br/

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/ ; http://www.institutoestradareal.com.br/

Educação

UFV é a única instituição mineira com dois pesquisadores mais influentes do mundo

Os professores Adriano Nesi e Murilo Zerbini foram incluídos num seleto grupo de 21 pesquisadores brasileiros mais influentes no mundo

UFV é a única instituição mineira com dois pesquisadores mais influentes do mundo
Foto: UFV/ Divulgação

A Universidade Federal de Viçosa (UFV) é a única instituição de ensino de Minas Gerais que possui dois professores classificados como os esquisadores mais influentes do mundo, junto a 6.598 cientistas de 22 áreas do conhecimento. A lista Highly Cited Researchers, divulgada na última terça-feira, 16, foi elaborada pela empresa de consultoria britânica Clarivate Analytics e incluiu Adriano Nunes Nesi (Departamento de Biologia Vegetal) e Francisco Murilo Zerbini (Departamento de Fitopatologia) como dois dos 21 pesquisadores de 12 instituições brasileiras.

Segundo a UFV, esta não é a primeira vez que os professores Adriano Nesi e Murilo Zerbini integram uma lista como melhores do mundo. No ano passado, eles também estavam entre os 100 mil cientistas mais citados, de acordo com um estudo realizado na Universidade de Stanford (Estados Unidos), publicado pelo Journal Plos Biology.

Adriano Nesi é engenheiro agrônomo e professor da UFV desde 2010. Foi pesquisador no Instituto Max-Planck de Fisiologia Molecular de Plantas em Potsdam-Golm, na Alemanha, e seus estudos estão relacionados, especialmente, ao metabolismo de carboidratos e interações entre o metabolismo mitocondrial e outras vias metabólicas em plantas. Em 2014 e 2015, o professor Adriano Nesi também foi considerado um dos cientistas mais influentes do mundo na categoria Plant & Animal Science em lista divulgada pela agência de notícias Thomson Reuters, a quem a Clarivate Analytics pertencia até 2016.

Já o professor Murilo Zerbini, também engenheiro agrônomo, trabalha na UFV desde 1994 e atua na área de virologia vegetal. Atualmente, seus trabalhos têm como objetivo entender os mecanismos que favorecem a transferência de vírus de plantas não-cultivadas para plantas cultivadas, bem como a emergência de novos vírus em plantas cultivadas. Ele é presidente do International Committee on Virus Taxonomy (ICTV) e assessor especial da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFV, além de coordenador do Laboratório de Ecologia e Evolução de Vírus, um dos credenciados pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais para a realização de testes de detecção do novo coronavírus.

SOBRE A LISTA

A Highly Cited Researchers é divulgada desde 2014 e é elaborada a partir de um levantamento feito na Web of Science, uma das bases de dados de citações e referências mais respeitadas do mundo, mantida pela Clarivate Analytics.

Os selecionados pertencem a um pequeno grupo dos mais citados por seus pares nos últimos 10 anos. Os Estados Unidos têm o maior número (2.622), seguido pela China (934) e o Reino Unido (492).

Fonte: https://www.folhadamata.com.br/

Educação

Projeto levou arte e cultura para estudantes do Pires, em Congonhas

Alunos da Escola Municipal Sr. Odorico Martinho da Silva, na localidade do Pires, em Congonhas, aprenderam e se divertiram com o projeto “Brincando com Arte”. Os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes deram origem a uma exposição que já pode ser conferida em www.bushidoproducoes.com.br/brincandocomarte-congonhas/.

A iniciativa levou aos participantes do Pires informações teóricas e permitiu a prática de capacitação em artes cênicas, como a construção de bonecos, desenvolvimento de cenários, elaboração de objetos artísticos, ilustrações e outras técnicas. As atividades foram desenvolvidas de 19 de outubro a 11 de novembro e beneficiaram 46 alunos.

O “Brincando com Arte” tem o objetivo de incentivar o desenvolvimento de habilidades individuais e coletivas relacionadas à criação artística, sociabilidade e psicomotricidade.

Para o coordenador geral do projeto, Guilherme Aragão, a iniciativa trouxe conhecimento e arte a uma comunidade com restrito acesso à cultura. O bairro Pires está localizado às margens da BR-040, a 15 quilômetros do Centro de Congonhas. “Todo o material foi disponibilizado de forma gratuita aos participantes, que se divertiram e criaram peças de muito talento”, afirma Guilherme.

O projeto “Brincando com Arte” (Pronac 182478) é uma realização da Bushido Produções, com patrocínio da JMN e da Ferro+, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Informações para a imprensa:
Hiper Teia Comunicação e Eventos – Janice Miranda
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Sociedade

Pousada do Bezerra investe em acessibilidade para o turista com necessidades especiais

O turismo acessível é aquele responsável por proporcionar maior autonomia e inclusão para pessoas com deficiência, seja ela física, intelectual, auditiva ou visual. Sendo assim, esse conceito abrange alguns conjuntos de medidas para ajudar os turistas que necessitam desse apoio, além do fato de atender outras pessoas, além das com deficiência, a exemplo de idosas (lembrando que a população mundial vem envelhecendo mais), gestantes, famílias com crianças pequenas, pessoas com mobilidade reduzida temporária e obesas.

É possível afirmar, de acordo com o último censo, realizado em 2010, que cerca de 24% da população brasileira possui algum tipo de deficiência e, quando colocamos isso sob uma perspectiva quantitativa, veremos que são mais de 45 milhões de pessoas vivendo com algum tipo de deficiência, ou seja, um número consideravelmente grande.

Além disso, muito se ouve falar acerca da inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, mas muitas vezes as discussões e soluções não passam desse tema, se tornando restritas. Uma pessoa com deficiência não quer apenas trabalhar. Ela quer e tem o direito de conhecer outros lugares do mundo ou mesmo algo mais simples como conseguir subir em uma calçada sem precisar da ajuda. Assim, percebemos que a importância da acessibilidade vai muito além do óbvio…

Visando dar uma oportunidade de igualdade às pessoas com deficiência física ou com algum tipo de dificuldade de locomoção, o empresário Carlos Bezerra, da Pousada do Bezerra, na cidade turística de Alto Caparaó – Minas Gerais, investiu em acessibilidade em toda área da pousada e acesso às piscinas e cachoeiras.

“Sabemos das dificuldades dessas pessoas em sair de casa, buscar um contato mais próximo com a natureza, e principalmente, acesso às cachoeiras e piscinas, pensando em proporcionar um pouco de conforto às essas pessoas, instalamos rampas de acesso à todas às áreas da pousada, desde a entrada, com o piso nivelado com o estacionamento, banheiros, restaurantes e chalés”, disse o empresário.

Ainda na área interna, o empresário adaptou dois chalés com rampa de acesso, camas fixas, banheiro amplo e acessível com barras de apoio. “Estes foram apenas algumas das melhorias pensados para atender essas pessoas. Como dito antes, hoje o cadeirante tem acesso a todas às áreas da pousada. Saindo do chalé, ele encontra rampas para o restaurante, se ele quiser ir para a área das piscinas, o acesso é plano, sem degrau, tem também rampa de acesso ao salão de eventos embaixo das piscinas. Outro ponto importante, que posso ressaltar é que ele pode entrar no bicão, pois nós temos cadeiras especiais, ou se preferir, ele tem acesso por rampa até a beira das cachoeiras, onde se tem uma vista maravilhosa”, completa Carlos Bezerra.

Projeto aprovado

A assistente administrativa D’Ane Fagundes, 35 anos, cadeirante a 17 anos, após um acidente de trânsito, justamente num dia 15 de novembro. Após o acidente, ela andou com a ajuda de muletas, mas devido a lesão na coluna, voltou para cadeiras de rodas. D’Ane esteve visitando o local e aprovou o investimento. “Eu já visitei aqui em outras oportunidades quando ainda usava as muletas e depois na cadeira de rodas, tínhamos acesso à alguns pontos aqui da pousada, mas chegar perto das cachoeiras, para um cadeirante é uma experiência fantástica. Dar ao cadeirante essa oportunidade, não é gasto, é investimento e a Pousada do Bezerra está de parabéns”, disse D’Ane.

Para o esposo de D’Ane, Tiago Fernandes, isso é sinal de respeito com o deficiente. “A minha vida toda eu convivi com pessoas deficientes, meu irmão é cadeirante desde que nasceu e quando casei com a D’Ane, ela já era cadeirante e quando se diz em acessibilidade, nossa região é muito carente. Quando nos deparamos com uma estrutura dessa voltada para atender o deficiente, temos que parabenizar a iniciativa e que sirva de exemplo para outros empresários”, ressalta Tiago.

Durante o passeio, o casal fez várias fotos e vídeos e compartilhou nas redes sociais.

Para o deficiente que queira conhecer o Pico do Bandeira, a pousada oferece um serviço especial com guia treinado e equipamento especifico, conhecido como “Jullieti”, para o transporte do cadeirante pelas trilhas do Parque Nacional do Caparaó.

Jailton Pereira
Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/