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Cidades

A Arte da Selaria em Dores de Campos Minas Gerais!

Cerca de 150 anos atrás, os tropeiros que viviam em Minas Gerais em busca de maior conforto em suas viagens pelo estado, começaram a fazer arreios, selas, para montar o animal antes de seguir para longas viagens.

O ofício foi se profissionalizando com o passar dos anos e hoje é a maior fonte de renda do município mineiro, que leva sempre um toque de arte tornando cada peça única. Cerca de 85% da população de Dores de Campos vive da confecção de artigos de montaria e trabalho do couro.

No município há aproximadamente 80 selarias, algumas formais com CNPJ, outras em casa, que em sua maioria contam com a mão de obra de toda a família, que desde cedo aprende logo a arte que envolve a selaria.

Por vários anos, é pólo de produção de artigos em couros como: roupas, calçados e principalmente selas, conhecida oficialmente desde 12/12/2017  como “Capital Mineira da Sela”. A cidade ganhou esse título oficial através da Assembléia Legislativa de Minas no ano de 2017, por meio do PL 2.951/2015 de autoria do Ex- Deputado Estadual João Alberto, que concede o título à cidade.

Após reforçar ainda mais sua arte e vocação nos artigos em couro, Dores de Campos é uma cidade que recebe visitantes durante o ano todo, tendo a arte da selaria como seu principal atrativo turístico. Com a criação da Feira do Artesanato e Indústria de Dores de Campos – FAIDEC, os produtos artesanais em couro da cidade passaram a ter maior divulgação, impulsionando a economia local, fortalecendo a exportação dos artigos em couro.

Se você busca qualidade, uma sela bem bonita, roupas ou calçados, precisa conhecer Dores de Campos, a Capital Mineira da Sela, que também é referencia nacional e até mundial na produção artesanal de couro de alta qualidade. Nosso estado é extremamente diverso e não faltam opções para se conhecer, desse modo fortalecemos nossa economia regional e promovemos as belezas de Minas para o mundo!

Praça José Justino, em Dores de Campos – MG
Fonte: http://www.minasgerais.com.br/pt/apoio/dores-de-campos/praca-jose-justino

Cidades

São João del-Rei ocupa o 2º lugar no ranking de ICMS cultural

Cidade bate recorde pessoal com novo desempenho.

São João del-Rei conquistou o 2º lugar com 35,85 pontos no ranking estadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que teve como critério o Patrimônio Cultural. A cidade ficou somente atrás de Mariana, que obteve 63,85 pontos. Já no ranking regional, que engloba a região da Associação dos Municípios da Microrregião dos Campos das Vertentes e da Trilha dos Inconfidentes, São João conquistou o primeiro lugar, ultrapassando Tiradentes, que teve a pontuação de 13,87 no ranking.

É a primeira vez que a cidade conquista tal colocação, sendo que em 2017 se obteve a 16ª posição e, em 2016, a cidade ocupava o 114º colocado no Estado de Minas Gerais. Tal posição ainda é provisória, já que o período de recursos está em vigor — o que significa que o valor da pontuação ainda pode ser melhorado.

O secretário de Cultura e Turismo de São João del-Rei, Marcus Fróis aponta sobre como a gestão alavanca os resultados obtidos e como a valorização dos funcionários é importante. “Não tínhamos um arquiteto, uma historiadora, e agora estamos trazendo uma museóloga para cá”, conta. Já faz parte dos planos da Secretaria a transferência do Museu — que se encontra no prédio — e a recuperação da casa do Barão ainda para este ano.

Além disso, outras obras fazem parte da proposta, como o término da Igreja do Cajuru, as pinturas da Matriz e da Prefeitura. “Tudo isso é dinheiro do ICMS, você pega o dinheiro, realiza as obras e mostra no outro ano. Aqui, usei o dinheiro para o patrimônio, é um ciclo”, diz o secretário.

Com cerca de 130 tombamentos oficializados, o aumento dos bens sob proteção legal também é um fator de grande importância para a relação com o ICMS. A cada inventário realizado, o Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA) realiza uma análise para verificar se os procedimentos foram feitos de acordo com as normas do órgão. Caso tudo esteja de acordo, há uma pontuação sobre o trabalho realizado que se reverte em recurso para o fundo de patrimônio do município.

E os inventários não são feitos só sobre bens materiais. No ano passado, um dos grupos de congado da cidade passou pelo processo de inventariamento, como patrimônio cultural imaterial, e este ano um dos grupos de folia de reis passa pelo mesmo processo. Além disso, a Secretaria já tem planos para a cidade como o Parque das Cidades Históricas, investimento de cunho federal que propõe trazer cerca de 13 milhões de reais para o setor de cultura, turismo e patrimônio. As obras ainda se encontram em fase de licitação.

O ICMS

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que é recolhido de todos os municípios pelo Estado de Minas Gerais vai para um caixa único. Para que parte dessa arrecadação volte para os municípios é necessário que eles apresentem um trabalho de seu potencial cultural, seja ele imaterial ou material. Assim, aqueles que produzirem mais ao longo do ano estarão nas melhores posições e terão de volta os impostos arrecadados em forma de verba. Ou seja, quanto melhor a posição, mais verba para a que a cidade possa investir em obras.

Texto: Samara Santos Fotos: Thaís Andressa – Instagram: @thaisandressa_art

Cultura

Festival Cultural “Domingos nas Villas” em Casa Grande e Catas Altas da Noruega

O Festival Cultural “Domingos nas Villas” acontece em mais um final de semana, recheado de atrações culturais e muita coisa boa e para todas as idades.

Em Casa Grande, no próximo dia 13/10, na Rua Professor Alberto Libano Rodrigues (em frente à Casa de Cultura), a programação terá início a partir das 08h com a Feira do Produtor Rural e Mostra de Artesanato. Em seguida, às 09h haverá apresentação da Oficina de Violão do CRAS e às 10h, peça teatral “Oh! Oh! Oh! Aqui tem Minas Gerais”, sob a direção da Casa do Teatro de Conselheiro Lafaiete.

Em Catas Altas da Noruega, na área de Eventos da Rua Lava-Pés, as atrações do Festival Cultural acontecem no sábado dia 12/10, à partir das 20h com “Gastronomia Catasaltense”, tendo como participantes os estabelecimentos “Restaurante Bem Estar”, servindo o prato “Costela da Noruega” Campeão Municipal do Circuito Gastronômico “Sabores das Villas” em 2019; “Cozinha da Sueli” servindo o prato “Estrogonofe de frango com Baião de Dois” e “Noruega Burguer”, servindo o prato “Sanduíche Artesanal”. A música ficará por conta da Késia Dornellas às 21h.

Já no Domingo dia 13/10, a programação tem início às 11h com a “Gastronomia Catasaltense”; Mostra de Artesanato e Produtos Agropecuários, atração musical às 13h com a dupla Thiago & Willian Negão e às 15h peça teatral “Oh! Oh! Oh! Aqui tem Minas Gerais”. Para a criançada, não poderia faltar a Tarde de Lazer, gratuita, com pula-pula e escorregador.

O Festival Cultural “Domingo nas Villas” é uma realização do Circuito Villas e Fazendas, juntamente com seus doze municípios associados e apoiadores, através do Fundo Estadual de Cultura.

Fonte: http://www.foconanoticia.com.br

Cultura

UM SOLO DE DANÇA-TEATRO DE WAGNER MOREIRA (BRA/ALE)

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“propõe pensar a morte através da dança, mas sem, por isso, deixar de comemorar a vida“.

Numa corda bamba emocional entre a morte do pai e sua própria vontade de entender a morte, Wagner Moreira abre em seu solo de dança-teatro um cenário poético sobre piedade e humildade, coragem, determinação e entusiasmo pela vida – enfim, sobre grandes questões filosóficas de nossas vidas e o poder esmagador da arte.

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No décimo oitavo ano do suicídio de seu pai, Wagner Moreira comemorou 25 anos de sua carreira de dança e, além disso, seu 40º aniversário. A coincidência momentânea destes acontecimentos foi motivo suficiente para encarar num solo, com leveza e ao mesmo tempo reflexão, o tabu muitas vezes auto imposto do suicídio. Mas acima de tudo motivo para celebrar a vida.

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“Com tantos enigmas e questões que são objetiva, logica e socialmente não respondidas de forma simples, a mim me resta apenas a minha dança como meio para o questionamento e para o escopo filosófico do pensamento e do ‚movimentar-me’. Enquanto eu me decidir pela vida eu me movimento, eu danço, eu penso – e por isso também só existo dessa forma.” Wagner Moreira

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I PLAY D(E)AD estreou em 2017 em Dresden Alemanha e já foi apresentado em Decin, República Checa e segue para

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Larissa, Grécia, em Setembro. A estréia no Brasil será nos dias 20 e 21 de julho, às 20 horas, na Estação Ponto de Partida, em Barbacena. Em seguida o espetáculo abre o a Temporada para Solos de Dança/Rede Sola de Dança, no Espaço Funarte, em Belo Horizonte. Os ingressos para a apresentação em Barbacena podem ser adquiridos na Estação Ponto de Partida. Investimento: Inteira 80,00 Antecipada e meia 40,00. Informações- 3331-5803. Indicação etária 18 anos.

Ficha técnica

Concepção/Coreografia/Performance

wagner moreira

Dramaturgia/Concepção:

thomas schütt

Produção (Europa)

helena fernandino

Produção executiva (América do Sul)

fábio rodrigues

Fotografia:

uwe e. nimmrichter

Artista Visual:

petros kolotouros

Design Gráfico:

Pablo Bertola

Patrocínio

INSTITUTO COLETIVO 77

REALIZAÇÃO

Grupo Ponto de Partida e C.O.R.E. Creating Opportunities of Research & Exploration.

Cultura

28ª edição da Expocachaça reúne atrações para diversos públicos em quatro dias de Feira

Evento contará com apresentações de artistas de rock, pop, sertanejo, com destaque para a apresentação da dupla César Menotti e Fabiano, na quinta-feira.”

expocachaca-imagemDe 7 a 10 de junho, de quinta-feira a domingo, Belo Horizonte recebe a maior e mais importante feira de cachaça do mundo. Considerada a vitrine mundial da bebida, a Expocachaça comemora 21 anos em 2018 e espera receber um público 60 mil pessoas nos quatro dias de festival. A Expocachaça recebe produtores de Minas Gerais e outros 20 estados, apresentando diversas marcas da bebida para comercialização, totalizando 150 expositores. Além disso, o sucesso do evento está na sua concepção de Feira e Festival, que traz uma programação eclética, unindo de forma harmônica o entretenimento, cultura, gastronomia e negócios.
Além de conhecer os principais produtores e as grandes marcas de cachaça do Brasil, o visitante poderá conferir shows que vão embalar as noites do festival. A programação conta com apresentações de artistas e gêneros musicais variados, como a dupla César Menotti e Fabiano, que encerra a primeira noite da feira. A Expocachaça contará ainda com atrações de outros estilos, como rock, pop e música eletrônica.

Confira a programação:

07/06 – quinta-feira:

18h – DJ

20h – Luciana Oliveira (sertanejo)

22h – César Menotti e Fabiano (sertanejo)
08/06 – sexta-feira:

18h – Banda West Land (country)

20h – U2 Latin American (U2)

22h – Aggeu Marques & The Yesterdays (Beatles)
09/06 – sábado:

18h – Banda Lurex (Queen Cover)

20h – Cia. Supertramp

22h – Roberto Seixas & Banda Metamorfose Ambulante (Raul Seixas)
10/06 – Domingo:

16h – Creedance Revival

18h – Dib Six (dance)

20h – Banda Chaparrall (sertanejo)
Serviço

Data: de 7 a 10 de junho de 2018, quinta-feira à domingo

Horário: De quinta a sábado, das 12h às 00h; domingo das 10h às 22h

Local: Expominas (Av. Amazonas, 6030 – Gameleira, Belo Horizonte)

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada)
Estudantes pagam meia entrada com carteira estudantil e comprovante escolar.

*Não pagam ingressos:

Menores de 12 anos acompanhados de um responsável

Idosos com 65 anos ou mais (neste caso, será necessária a apresentação de documentação com foto que comprove a idade).

OBS: As bilheterias fecham uma hora antes do término do evento
Mais informações:

http://www.expocachaca.com.br e http://www.facebook.com/expocachaca

Cultura

Museu de Congonhas recebe mais um ícone da música brasileira no Poesia e Música no Museu

“O carioca e vocalista da Banda Cidade Negra, Toni Garrido, apresentará grandes sucessos que prometem agitar o público.”

Moraes Moreira e duas gerações da família Caymmi: Danilo e Alice já fizeram do “Poesia e Música no Museu” um grande sucesso. Agora será a vez de Toni Garrido, vocalista da banda Cidade Negra, trazer todo o seu gingado e simpatia para o projeto. Toni é cantor, compositor e ator. Famoso pelos sucessos “A Estrada”, “Onde você mora?”, “Pensamento” e “Girassol”, ele também se dedica ao cinema, sua segunda paixão. O bate-papo musical, com curadoria do especialista em MPB e decano da PUC-Rio, Júlio Diniz, acontece no dia 23 de maio, às 20h. Os ingressos, limitados, custam R$2,00, e estão disponíveis para venda no Centro Cultural. O evento conta com patrocínio das empresas CEMIG e CSN, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Em cada encontro o “Poesia e Música no Museu” aproxima o público da trajetória de artistas consagrados por meio de um bate-papo entremeados de performances e canções. Ao contar com a mediação de Júlio Diniz, pesquisador, ensaísta e professor universitário, o projeto amplia a compreensão da carreira bem-sucedida dos convidados para além da simples conversa usual. A intenção é desmistificar a aura que cerca a profissão do artista, oferecendo ainda sugestões para quem busca se profissionalizar na área.

Serviço:

Poesia e Música no Museu 23/05, às 20h, com bate-papo musical com Toni Garrido, no Museu de Congonhas (Alameda Cidade de Matosinhos de Portugal, 77) – (31) 3732-2526.

 

0a2c5129-282b-4105-8d14-7e53219cace3Texto e Assessoria
Nathália Coelho da Cunha – 31 anos

Graduada em Comunicação Social – Jornalismo, pela Faculdade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC – Conselheiro Lafaiete.
Pós-graduada em Administração e Marketing pela faculdade UNINTER. Jornalista, assessora, colunista e freelancer.

Parceira e jornalista na Revista Viva Minas, de Barbacena.
Ex coordenadora de Comunicação no Museu de Congonhas.
Ex assessora de imprensa na Prefeitura de Congonhas.
(31) 98776 3379

Outros

Como encarar o novo ano e se programar para realizar e não somente prometer? Programe-se para as conquistas da sua vida em 2017

egreExistem alguns passos fundamentais que fazem das promessas realidades e tiram sonhos do papel. É importante assumir a responsabilidade pelo que deixamos de fazer, mas sem nos sobrecarregarmos com a culpa e incansavelmente buscarmos conhecimento para descortinar os impedimentos.
Pesquisas dizem que as pessoas que mais realizam, direcionam o foco da atenção para o futuro. Se existe problema, existe solução. Tendem a se lembrar de mais momentos memoráveis do passado. Enquanto as pessoas que não se sentem satisfeitas com suas conquistas geralmente fazem o contrário: lembram constantemente de situações que não deram certo. Tendem a se vitimar ou se culpar.
O ser humano é complexo e cada pessoa é única. No entanto, ao modelarmos o “mindset” dos grandes realizadores, podemos destacar algumas estratégias fundamentais para ir além e conquistar:
1. Saber exatamente o que se quer. Colocar no papel, no positivo e separar por áreas da vida.
2. Especificar o que deseja realizar.
Não basta dizer “quero ganhar mais dinheiro”. Quanto é esse mais? 15% a mais no salário mensal pede um plano de ação. No entanto, se o objetivo é fazer vinte vezes mais que a receita atual, a situação é muito diferente e exige uma estratégia mais desafiadora. Talvez seja necessário investir em novas formações, conhecimentos, etc.
3. Considerar os ganhos e as perdas.
Se o objetivo é emagrecer, por exemplo, é importante lembrar que, além de perder peso e medidas, talvez tenha que abrir mão de alguns churrascos e happy hours. Será mais fácil continuar com o plano se tiver em mente os prós e os contras – para que, assim, possa negociar as recompensas quando os obstáculos aparecerem. Não tenha dúvidas, eles aparecerão. Quando queremos algo pelo qual precisamos batalhar para conseguir, inevitavelmente teremos que sair de nossa zona de conforto. Isso significa enfrentar os demônios interiores até ultrapassar os limites autoimpostos.
4. Descobrir o propósito por trás do objetivo.
Quando sabemos o verdadeiro propósito por trás de um objetivo, nos tornamos capazes de realizar o extraordinário. Certa vez perguntaram a Ghandi o que fazia para que suportasse a dor de seus longos jejuns, e ele disse: “O meu propósito é tão grande, que por ele vale a pena viver e por ele vale a pena morrer”. Sua ambição era libertar um país. Ou seja, quando encontramos o real motivo por trás de um objetivo, quando sabemos os valores envolvidos, os desafios, por mais desafiantes que sejam, valem a pena.
5. Ter clareza se o que você quer é alcançável.
Não adianta querer ser jogador de basquete profissional se sua altura é 1,69m, quando a média dos atletas dessa categoria é de 2 metros de altura. Nesse sentido, é importante não desperdiçar energia, e sim, colocar a atenção no que é possível realizar. No entanto, para um sedentário, correr a maratona de Nova York pode parecer impossível. Mas acredite: é absolutamente realizável desde que se tenha um plano para chegar lá.
6. Ter um direcionamento em relação ao tempo.
Muitas pessoas acham desafiante colocar prazo para seus objetivos. Às vezes colocam prazos tão curtos que não dá tempo de concluir os passos necessários para conseguir. Em outras situações esticam tanto o prazo que acabam perdendo o entusiasmo. Nesse sentido, quando se consegue estabelecer um tempo adequado para realização fica mais fácil encontrar os meios para conseguir. O objetivo é de curto, médio ou longo prazo? Tenha clareza do tempo em relação ao seu objetivo.
7. Ter visão clara do que se quer e encontrar meios de medir o progresso durante a jornada. Essa é uma diferença que poderá fazer toda diferença.

8. Objetivos pedem ações e essas pedem estratégias. Metas alcançáveis seguidas de minimetas para tornar sonhos reais. São as pequeninas ações diárias que nos levam aonde queremos chegar.
Faça mais de um plano de como vai conseguir cumprir o que prometeu. Geralmente as pessoas conseguem colocar em prática o plano B ou até mesmo o C ou D, etc. Criatividade é uma habilidade como qualquer outra: quanto mais exercitamos, mais disponível ela se torna. Use-a para imaginar várias maneiras de atingir seu objetivo. Ação criativa é uma das regras que faz dos persistentes, vencedores.

Artigo de:
Hilda Medeiros – Transformando Realidades. Coach e Terapeuta, realiza atendimento presencial e on-line. Ministra Palestras, Workshops e Treinamentos em todo Brasil – www.hildamedeiros.com.br
Jornalista Responsável: Euracy Campos
Atendimento: Alessandra Sabbag
11 – 3035 2420 І 9642 9338
euracy@estilopress.com.br
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Direito

A Lei Maria da Penha pode ser usada para proteger homens? Saiba mais.

A temática da coluna inaugural de setembro tem um estímulo a mais, já que na quarta feira passada (31), em uma tarde de audiência nos Juizados Especiais da Comarca de Barbacena/MG, um amigo – e colega na advocacia – Doutor Luís Fernando Ferreira Lisernando, levantou, a título de sugestão, a seguinte divergência: poderia a Lei 11.340/06 – Lei Maria da Penha – ser aplicada para proteger homens vítimas de violência doméstica e familiar?

Inicialmente, qualquer estudo direcionado à hermenêutica da Lei Maria da Penha deve destacar sua natureza, qual seja: ação afirmativa. Dispõe a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5º, caput e inciso I, que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”; que “homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição”.

A leitura literal dos termos constitucionais tende a alcançar apenas o conceito formal de igualdade, todavia o princípio da isonomia é lido, na doutrina moderna, pela seguinte máxima: tratam-se os iguais de forma igual e os desiguais na medida de sua desigualdade.

No mesmo sentido, para o Supremo Tribunal Federal, a Lei Maria da Penha é constitucional e o Ministério Público pode atuar nos casos de crimes de lesão corporal leve contra as mulheres independentemente da representação da vítima, face ao artigo 41 da Lei, aquele que veda a aplicação Lei 9.099/95 aos crimes praticados com violência doméstica e familiar contra a mulher, independentemente da pena prevista.

Pois bem, o preâmbulo a introduzir a Lei 11.340/06 expõe como diretrizes da Lei a criação de “mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, dentre eles a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher”. No mesmo sentido o artigo 1º: “Esta Lei cria mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra a Mulher, da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher e de outros tratados internacionais ratificados pela República Federativa do Brasil; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; e estabelece medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar”.

Assim, pelos termos exposto, não faltaram questionamentos quanto à possível violação ao princípio da isonomia na promulgação de uma legislação que, nos casos de violência doméstica e familiar, fosse aplicada apenas às vítimas do sexo feminino.

Destarte, o posicionamento que entende pela inconstitucionalidade da Lei em estudo não deve prevalecer, em razão – sem qualquer necessidade de delongas – da natureza jurídica de ação afirmativa da proteção específica ao público feminino, conforme já mencionado.

Diante do exposto, na busca da fundamentação Ideal à conclusão merecida, faz-se necessário analisar as três correntes doutrinárias acerca do tema.

A primeira corrente, já combatida, afirma pela inconstitucionalidade da Lei 11.340/06 pela lesão ao princípio constitucional da igualdade, face ao tratamento diferenciado entre homens e mulheres.

A segunda corrente, por sua vez, entende que a Lei Maria da Penha possui como destinatário, de forma única e estrita, o público feminino, ou seja, não é possível aplicar qualquer dispositivo da Lei em tela para proteger homens, sendo vítimas de violência doméstica ou não.

Por fim, a última corrente, inclusive adotada pela jurisprudência nacional majoritária – em atenção ao princípio da igualdade formal e material – esclarece que a Lei Maria da Penha foi criada e instituída para proteger mulheres em situação de violência doméstica e familiar, ou seja, são elas, e exclusivamente elas, as destinatárias da Lei. Todavia, segundo a mesma corrente, é possível aplicar as medidas protetivas de ugência, instituídas pela Lei 11.340/06 (artigo 18 e seguintes), por analogia, ao homem vítima de agressões da mesma natureza.

Sobre a Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de discriminação contra a Mulher, Flávia Piovesan, atual Secretária de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, leciona: “Desse modo, a Convenção objetiva não só erradicar a discriminação contra a mulher e suas causas, como também estimular estratégias de promoção da igualdade. Combina a proibição da discriminação com políticas compensatórias que acelerem a igualdade enquanto processo. Alia à vertente repressivo-punitiva a vertente positivo-promocional”.

Assim sendo, a prevalência da terceira corrente é nítida frente às demais, ou seja, a Lei Maria da Penha (11.340/06) foi instituída para proteger apenas as mulheres, todavia – face à obediência ao princípio da isonomia formal e material, e tendo em vista que a tutela a integridade física, psicológica e sexual é universal – é possível aplicar, por analogia, as medidas protetivas de urgência, instituídas pela Lei, para conferir eficácia a processos ou procedimentos em que as vítimas de violência doméstica e familiar sejam homens.

Por fim, insta lembrar que apesar do posicionamento majoritário pela constitucionalidade da Lei Maria da Penha, mormente quanto a coerência em instituir ações afirmativas no ordenamento jurídico brasileiro, a Lei 11.340/06 (Lei Maria da Penha) possuí inúmeros pontos controvertidos, os quais são alvo de críticas ferrenhas por Autores renomados, a exemplo do absurdo jurídico em considerar como pública incondicionada a ação penal derivada de lesões corporais culposas.

 

IMG_20160513_090651Hugo Viol Faria
OAB/MG 169.332

Formação: Graduado em Direito pela Faculdade Metodista Granbery – FMG. Pós-graduando em Ciências Criminais pelo Complexo de Ensino Renato Saraiva-Estácio. Advogado. Membro da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil subseção Barbacena/MG. Professor de Direitos Humanos

Cultura

Balé barbacenense participa de seletiva da Escola Bolshoi

 

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Bailarinas e alunas do Espaço Dançar em Barbacena participaram no último domingo, dia 1º de maio, da Pré-Seletiva da Escola Bolshoi, que no país é a única extensão da escola Russa.

As alunas, coordenadas pela professora Ana Luíza Stefani, também estiveram com a grande Maitré do Balé Clássico Mineiro, Cristina Helena.

A professora e bailarina Ana Luíza ainda ressaltou que as bailarinas Eduarda Siqueira, Giovanna Bergamaschi, Isabella Elias, Mariana Saldanha e Rafaella Mendesa já foram premiadas em festivais competitivos à nível nacional.

A Escola Bolshoi no Brasil completou 16 anos desenvolvendo arte e cultura com um sentido libertador de consistência de valores e tradição, formando artistas cidadãos, promovendo e difundindo arte-educação.

 

Texto: Flávia Siqueira

Cultura

6 dicas infalíveis para recuperar/criar o hábito da leitura

O tempo anda cada vez mais curto para todo mundo. Você não consegue ter tempo para assistir àquele filme ou série da Netflix, não aprende a fazer aquele artesanato no Youtube e não termina nunca aquele livro que começou faz 450 mil dias. O que aconteceu? O tempo livre não existe mais, ou está mal administrado? A sua inveja por quem consegue ler mais de 20 livros por ano não precisa mais existir, se você seguir algumas dicas simples de como recuperar ou até mesmo criar o hábito de ler. Quer aprender?

1- Descubra sobre o que você gosta de ler

Sim, você não vai ler o que não te interessa. Esse é um fato. Pode ser um trauma de infância, ou até mesmo adquirido pelos mil livros obrigatórios da faculdade, por exemplo. Quando não existe prazer pelo que se está lendo, realmente a leitura nunca chegará ao fim. E existe sentimento pior do que saber que tem um livro inacabado do lado da cama?

A solução pra isso é bem simples: descubra o que você mais gosta de ler. Pode ser que você ame romance e literatura inglesa, ou então gosta mesmo é de drama e suspense. Há quem prefere começar apenas por revistas, sobre assuntos das quais ela se interessa. Não importa o que você vai ler, o importante é começar.

2- Faça uma lista de coisas que você gostaria de ler

Listas sempre são uma verdadeira mão na roda para quem quer definir e alcançar algumas metas na vida. Quando estão no papel, elas se tornam mais reais e a cobrança mental para colocá-las em prática aumenta. Portanto, faça uma listinha de alguns livros que você gostaria de ler. Vá marcando com um “ok” as leituras que você conseguir terminar, aos poucos.

3- Crie uma rotina de leitura

Não vai ficar para amanhã, nem para o fim de semana, nem para aquela folga do trabalho e muito menos depois que o período de provas terminar. Leia hoje! Estabeleça uma rotina simples, como reservar 10 minutos de leitura por dia, antes de ir dormir, por exemplo. Aos poucos, você vai lendo e, quando menos esperar, já vai ter terminado um livro, dois, três, e por aí vai.

4- Comece lendo livros menores

Se você não consegue ler um livro há meses, ou pior, há anos, você acha mesmo que vai se sentir motivado começando a ler um livro de 800 páginas? Esqueça. Isso só vai alimentar ainda mais seu trauma, sua preguiça, seu bloqueio, ou sei lá como você chama isso. O segredo é começar por livros menores, com poucas páginas, porque você vai terminar mais rápido, sentir-se motivado por isso, e procurar outra leitura.

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5- Nunca ande sozinho: carregue um livro com você

Tenha sempre um livro na bolsa, na mochila, na pasta. Nunca se sabe quando você vai precisar de um bom amigo para te fazer companhia em filas quilométricas do banco, da padaria, do metrô, nas salas de espera de consultórios ou até mesmo na sua ida para casa dentro do ônibus. Esses momentos “perdidos” são os melhores pra você os preencher com leitura.

6- Converse com outras pessoas sobre suas leituras

Quando dividimos uma conquista ou até mesmo dúvidas com alguém, criamos um laço mais forte com a situação. Portanto, arrume alguém para conversar sobre o livro que você está lendo, peça dicas de leitura, dê sugestões também, e discuta sobre suas preferências.

Pode ser um amigo, um parente, pessoas das redes sociais que você nem mesmo conhece pessoalmente, seu namorado, sua mãe, e na pior das hipóteses até mesmo seu gato ou cachorro. Ok? Outra dica legal é fazer como eu fiz, e criar umblog para falar sobre suas experiências com a leitura!

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Você tem mais alguma dica ou quer contar seu relato de como criou ou retomou seu hábito de leitura? Quer também desabafar e me dizer porque você não consegue ler?  Vamos conversar aqui nos comentários!

 

 

Texto: Walquíria Domingues

Fonte: http://www.meninadeasas.com.br