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Sociedade

Redes Marianas – as mulheres que inspiram

No Brasil, as mulheres representam 51.8% da população, sendo que o percentual que se declara chefe de família cresceu de 23% para 40%. Infelizmente, devido a nossa estrutura social ainda machista, o empreendedorismo feminino é muito pouco explorado apesar das ideias inovadoras e do mercado que as mulheres têm a oferecer.

Durante a pandemia, muitas recebendo salários menores ou até mesmo perdendo seus postos por conta da crise, acharam no empreendedorismo a possibilidade de ganhar dinheiro e garantir o sustento da casa e da família.

Quando falamos de empreendedorismo feminino, logo se vem a cabeça, o movimento de uma mulher ou de um grupo de mulheres que iniciam, organizam e gerem uma empresa. Elas são as protagonistas de seus próprios negócios!

Pois bem, fundado por Marciele Delduque, a “Rede Marianas- Mulheres que Inspiram”, foi criado em 2015 em Mariana, pertinho de Ouro Preto, do jeito que nós mineiros mais gostamos: com café e com muita prosa desprentensiosa em uma varanda com 17 mulheres. Hoje o grupo conta com mais de 800 mulheres empreendedoras na região.

A fundadora do grupo tem em seu DNA o Empreendedorismo como um propósito. Marciele já vendeu roupas, teve um salão de beleza e desde 2014 ela é a Presidente Estadual da Cufa (Central Única das Favelas) em Minas e atua como Coordenadora da Comunidade Door – Agência de Comunicação do Grupo “Favela Holding” focada em estratégias de mídias para as favelas.

O maior objetivo da Rede é ativar novas protagonistas e valorizar as mulheres. Com isso, ela recebeu, ainda, o prêmio “Mulher Além das Gerais” em 2019 e virou case de sucesso do Sebrae Elas.

Mas o que une todas essas mulheres? Elas buscam, além do desenvolvimento pessoal e da aceleração de seus empreendimentos, melhorar o processo de capactação, consultorias, wokshops, treinamentos e planejamento estratégico para o seu negócio, visando o empoderamento feminino, abrindo, assim, caminhos para que se tornem não somente líderes de equipes, como também de sua própria trajetória profissional e pessoal.

A maioria das mulheres tem idade média entre 25 e 45 anos e fizeram da “Rede Marianas” um grande balcão de parcerias, compra e venda (seja de produto ou de serviços), visibilidade e divulgação, acolhimento e desenvolvimento: seja ele solo ou coletivo na jornada feminina.

A união de todas essas empreendedoras, nos fez lembrar um conselho de Luiza Helena Trajano que diz:“Primeiro faça o necessário, depois faça o possível e, de repente, você vai perceber que pode fazer o impossível.”

É muito gratificante observarmos o poder de renovação e força dessas mulheres que tanto nos inpiram em um momento tao dificil como o que estamos passando. Sucesso as mulheres da Rede Mariana e nos aguardem para esse café na varanda tao inspirador!

Por Rizzia Froes
@rizziafroes
Fonte: https://mundoela.uai.com.br/

Cultura

Museu Casa Alphonsus de Guimaraens inaugura exposição temporária “Alphonsus de Guimaraens – História Entre Linhas”
10 9 2021 miniexpo

A caneta e a tinta estão para o papel assim como a agulha e a linha estão para o tecido: neles se tecem a trama dos caminhos da imaginação. O poeta, solitário, retrata um sentimento coletivo; a artesã bordadeira, no coletivo, borda, imprime traços de sua individualidade. E assim vão se construindo textos, bordados, tecendo a vida.

O ponto é, a um só tempo, sinal ortográfico e porção de fio que fica entre dois furos de agulha, é intersecção, não entre duas retas, mas entre duas artes: Literatura e Bordado. Esse é o mote da nova exposição temporária Alphonsus de Guimaraens – História entre Linhas que o Museu Casa Alphonsus de Guimaraens inaugurou no dia 10 de setembro de 2021, sexta-feira.

A exposição é inspirada no acervo do Museu Casa Alphonsus de Guimaraens, trazendo para o público releituras, em bordado, produzidas pelo grupo História entre Linhas/ Movimento Renovador de Mariana. O grupo de bordadeiras busca fundir Literatura e Bordado, criando obras que mesclam peças utilitárias do cotidiano e de uso decorativo com elementos significativos da vida e obra do poeta simbolista Alphonsus de Guimaraens.

Em Mariana, os bordados se fazem presentes por toda parte: nas vestes litúrgicas, nas alfaias, nos enxovais dos nubentes e dos recém-nascidos ou no interior das residências. Durante as festas religiosas, decoram janelas e sacadas do casario colonial, ostentando cortinas e toalhas produzidas à mão com bastante esmero.

O bordado representa, dessa forma, uma tradição, uma prática exercida por um grupo de forma contínua e simbólica. A prática coletiva do bordado constitui verdadeiro ponto de encontro para rodas de conversa, evitando a solidão, o estresse e o isolamento. De diferentes estilos ou modos de fazer, a arte do bordado vem sendo repassada, no município, das gerações ancestrais para seus descendentes desde o período colonial.

Entre o ponto, a pausa, o prolongamento de ideias e as reticências – pontos do texto – insere-se a arte secular do bordado.  O ponto não é o início nem o fim, é um convite à leitura, à criação, à experimentação.

A exposição temporária Alphonsus de Guimaraens – História Entre Linhas conta com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocínio da Cemig.

GRUPO HISTÓRIA ENTRE LINHAS

Criado em 1987, o Movimento Renovador de Mariana, com sede na Casa de Cultura de Mariana, é uma associação que busca promover e fortalecer os vínculos com diferentes grupos sociais e culturais do município, garantindo especial atenção para as artes manuais e mantendo aulas-oficinas gratuitas para os participantes. Um dos principais projetos que compõem o Movimento Renovador é o grupo História entre Linhas.

O grupo História entre Linhas se reúne semanalmente, acolhendo artesãs bordadeiras e costureiras que discutem e organizam projetos temáticos priorizando a troca de conhecimentos e experiências criativas através das diferentes modalidades do bordado. A partir de “ricas trocas” de “pontos” em diferentes texturas, cores, tamanhos e espessuras, as artesãs compõem peças individuais e coletivas, buscando padrões que traduzem a identidade cultural da cidade.

As integrantes do grupo buscam organizar uma produção contemporânea com identidade cultural que revele em seus produtos uma leitura interpretativa do seu território. Para Vera Joly, integrante do grupo História Entre Linhas, “o foco dos sonhos deste grupo é garantir uma harmonia entre tecidos, linhas e pontos de uma arte muito antiga, o bordado”.

MUSEU CASA ALPHONSUS DE GUIMARAENS

Localizado no coração do centro histórico de Mariana/ MG, o Museu Casa Alphonsus de Guimaraens foi idealizado como uma forma de prestar homenagem ao escritor Afonso Henrique da Costa Guimarães (Ouro Preto, 1870 – Mariana, 1921), considerado um dos principais autores do movimento simbolista no Brasil.

O Museu Casa Alphonsus de Guimaraens foi inaugurado em 1987 na casa onde o poeta residiu com a família, esposa e filhos, entre os anos de 1913 e 1921. O acervo da instituição é composto por objetos pessoais do escritor, objetos referentes à sua carreira como juiz, fotografias pessoais, sua biblioteca particular, além de documentos textuais, com destaque para os artigos publicados em periódicos, correspondências e versões manuscritas de poemas.

SERVIÇO

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA “ALPHONSUS DE GUIMARAENS – HISTÓRIA ENTRE LINHAS”

Abertura: 10 de setembro de 2021

Horário: 16h

Encerramento: 10 de março de 2022

Local: Sala de Exposições Temporárias do Museu Casa Alphonsus de Guimaraens

Museu Casa Alphonsus de Guimaraens

Endereço: Rua Direita, 35 – Centro – Mariana/MG. CEP: 35420-000

Funcionamento: Terça a Sexta – das 12h às 18h/ Sábado e Domingo – das 9h às 15h

Contato: (31) 98407-9444| museualphonsus@secult.mg.gov.br

Facebook: https://www.facebook.com/museualphonsusdeguimaraens/

Instagram: https://www.instagram.com/museualphonsus/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCZ9YFazrZQpPTbtpKCG4REg

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Turismo & Lazer

Conheça um pouco da História de Mariana: A primeira cidade de Minas

Ouro, fé, arte e pioneirismo marcam os três séculos da histórica Mariana

Primeira capital, primeira vila, sede do primeiro bispado e primeira cidade a ser projetada em Minas Gerais. A história de Mariana, que tem como cenário um período de descobertas, religiosidade, projeção artística e busca pelo ouro, é marcada também pelo pioneirismo de uma região que há três séculos guarda riquezas que nos remetem ao tempo do Brasil Colônia. 

Em 16 de julho de 1696, bandeirantes paulistas liderados por Salvador Fernandes Furtado de Mendonça encontraram ouro em um rio batizado de Ribeirão Nossa Senhora do Carmo. Às suas margens nasceu o arraial de Nossa Senhora do Carmo, que logo assumiria uma função estratégica no jogo de poder determinado pelo ouro. O local se transformou em um dos principais fornecedores deste minério para Portugal e, pouco tempo depois, tornou-se a primeira vila criada na então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Lá foi estabelecida também a primeira capital. 

Em 1711 o arraial de Nossa Senhora do Carmo foi elevado à Vila de Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo. Em 1745 o rei de Portugual, Dom João V, elevou a vila a categoria de cidade, nomeada como Mariana, uma homenagem à rainha Maria Ana D’Austria, sua esposa. Transformando-se no centro religioso do Estado, nesta mesma época a cidade passou a ser sede do primeiro bispado mineiro. Para isso, foi enviado, do Maranhão, o bispo D. Frei Manoel da Cruz. Sua trajetória realizada por terra durou um ano e dois meses e foi considerada um feito bastante representativo no Brasil Colônia. Um projeto urbanístico se fez necessário, sendo elaborado pelo engenheiro portugues militar José Fernandes Pinto de Alpoim. Ruas em linha reta e praças retangulares são características da primeira cidade planejada de Minas e uma das primeiras do Brasil.  

Além de guardar relíquias e casarios coloniais que contam parte da história do país, em Mariana nasceram personagens representativos da cultura brasileira. Entre eles estão o poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa, o pintor sacro Manuel da Costa Ataíde e Frei Santa Rita Durão, autor do poema “Caramuru”. 

Pioneira em comunicação, nas suas terras foi instalada a primeira agência dos Correios no Estado, em 1730. Na época conhecida como “Correio Ambulante”, ela estabelecia a comunicação entre Rio de Janeiro, São Paulo e a capital mineira.

Em 1945, Mariana recebe do presidente Getúlio Vargas o título de Monumento Nacional por seu “significativo patrimônio histórico, religioso e cultural” e ativa participação na vida cívica e política do país, contribuindo na Independência, no Império e na República, para a formação da nacionalidade brasileira. 

Todo ano, em 16 de julho, Dia de Minas, o Governo do Estado de Minas Gerais instala-se na cidade, realizando cerimônia alusiva na Praça Minas Gerais que, pela harmonia e beleza plástica de seus monumentos, é um expressivo conjunto urbano da Minas colonial. 

A extração do minério de ferro é a principal atividade industrial do município, forte geradora de empregos e receita pública. Seus distritos desenvolvem atividades agropecuárias e apresentam artesanato variado, expressando a diversidade cultural de Minas Gerais. 

Tudo isso faz da “primeira de Minas” um dos municípios mais importantes do Circuito do Ouro e parte integrante da Trilha dos Inconfidentes e do Circuito Estrada Real. Uma cidade tombada em 1945 como Monumento Nacional e repleta de riquezas do período em que começou a ser traçada a história de Minas Gerais.

Os atrativos da charmosa cidade são vários, mas merecem destaque a Igreja São Francisco de Assis e a Igreja Nossa Senhora do Carmo, localizadas na Praça Minas Gerais e conhecidas como igrejas gêmeas. Já a Igreja São Pedro dos Clérigos é admirada pelo seu visual diferenciado, que confere uma beleza especial a mesma e a destaca em meio a paisagem.

Igreja Nossa Senhora do Carmo

Igreja Nossa Senhora do Carmo

Com sua forma retangular, a charmosa igreja apresenta inovações trazidas pela terceira fase do Barroco Mineiro, o estilo Rococó como uma belíssima portada ornamentada com o brasão da irmandade esculpida em pedra-sabão. O templo foi restaurado após um incêndio e hoje exibe grande parte das obras que lhe conferiram fama. Curiosamente, o altar-mor não foi consumido pelas chamas, o que reforça a crença na santidade do templo.

Igreja São Francisco de Assis

Igreja São Francisco de Assis

Um dos mais interessantes templos de Mariana. Uma igreja que causa arrepios, tanto por sua fantástica arquitetura quanto pelas 95 sepulturas presentes em seu interior. Uma delas, inclusive, é do renomado escultor Mestre Ataíde, que produziu os painéis nos forros da nave, representando o dilúvio, e da sacristia, adornado com uma caveira que simboliza a morte e parece mover-se, por ilusão de ótica. Imperdível para quem gosta de história e curiosidades.

Igreja São Pedro dos Clérigos

Igreja São Pedro dos Clérigos

Exuberante pela sua localização, nela o visitante pode desfrutar de uma bela vista da cidade. O risco da igreja é de Antônio Pereira de Souza. É uma das três únicas igrejas barrocas de Minas com plano em redondo, característica revolucionária para a época. Seu principal construtor foi José Pereira Arouca. A construção é de 1752, mas a obra encontra-se inacabada. O altar-mor, talhado em cedro, e do teto do presbitério, provam que o templo seria majestoso se estivesse concluído. A torre da esquerda é original e de pedra e a da direita de tijolos, pois já caiu duas vezes. O telhado lembra um casco de tartaruga, enquanto o fundo um navio.

Praça Minas Gerais

Praça Minas Gerais
Foto: Acervo Setur MG | Sérgio Mourão O Centro Histórico de Mariana.

Toda cidade do interior conta com uma bela praça central, mas em Mariana, sua Praça Minas Gerais é o ponto onde se concentra o maior Patrimônio Histórico da cidade. Em torno dela estão as igrejas de São Francisco, de Nossa Senhora do Carmo, a antiga cadeia da cidade, onde hoje funciona a Câmara Municipal, e o Pelourinho, antigo local de castigos dos negros escravos na época colonial e imperial. Um lugar onde a vida do arraial se movimentava e que hoje conta essa história para você.

Catedral Nossa Senhora da Assunção (Sé)

Catedral Nossa Senhora da Assunção (Sé)

Foi trabalhada por dois grandes vultos da arte barroca: José Pereira Arouca e Manoel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho. No batistério há uma tela do pintor Atayde, com retábulos da primeira fase do barroco. Na pia batismal e no tapa vento, que é o mais belo da região, nota-se a presença surpreendente de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. No altar-mor, a imagem de Nossa Senhora do Carmo, com o manto bordado a ouro, autenticamente português. A catedral da Sé de Mariana guarda um precioso tesouro musical: um órgão construído na primeira década do século XVIII em Hamburgo, Alemanha, por Arp Schnitger (1648-1719), um dos maiores construtores de órgãos de todos os tempos. Enviado inicialmente a uma Igreja Franciscana em Portugal, o instrumento chegou ao Brasil em 1753, como presente da Coroa Portuguesa ao primeiro Bispo de Mariana. Faz parte do acervo da Arquidiocese de Mariana, tombado pelo Patrimônio Histórico, e é o único exemplar da manufatura Schnitger que se encontra fora da Europa.

Mina de Ouro da Passagem

Mina de Ouro da Passagem
Foto: Acervo Setur MG | Sérgio Mourão Onde os sonhos eram contabilizados em forma de pepitas.

Por meio de um trolley, que chega a 315m de extensão e 120m de profundidade, o visitante desce até os subterrâneos da terra. Dentro da mina, o cenário é impressionante, com direito até a um maravilhoso lago natural. Desde a fundação da Mina da Passagem, no início do século XVIII, foram retiradas dali aproximadamente 35 toneladas de ouro. É a maior mina de ouro aberta à visitação do mundo. Visitá-la é como viajar na história, vivenciando a saga perigosa dos homens que procuravam seus sonhos nos veios das montanhas mineiras. Imperdível.

Fonte: https://www.mariana.mg.gov.br/ e https://www.minasgerais.com.br/

Sociedade

Autismo não é doença, é apenas uma diferença!

Quantos autistas vocês conhecem? Impactante quando escutamos: nenhum!

Mas será que não conhecem ou não querem conhecer? Estima-se que 1 a cada 88 crianças possua traços de autismo, com maior prevalência entre meninos. Não existe uma fórmula igual a uma receita para seguir, cada indivíduo é único, e o grau de comprometimento também é bastante diversificado. Em comum um fato: quanto mais cedo inicia-se a intervenção, melhor para o indivíduo, estimulação diversa e incentivo das potencialidades.

Não éramos criados em famílias inclusivas, a realidade da inclusão foi inserida frente à vivência, com família, amigos e colegas de trabalho. Hoje as crianças já sabem como ajudar o coleguinha em crise sensorial, sabem que caçoar é bullying, que é uma diferença como tantas outras. A maior barreira vem dos adultos, que discriminam em diferentes formas e ambientes o indivíduo.

Seja ignorando a existência da Lei nº14.019/2020, que dispensa o uso de máscara por pessoas com comprometimento (a maioria não suporta), seja humilhando ao questionar o motivo do atendimento preferencial, utilizando a frase mesquinha “ué, mas não tem cara”, sendo que existe legislação para tal atendimento, conforme Lei Federal 12.764 de 2012, alterada pela Lei 13.977 de 2020, regulamentada no Estado de Minas Gerais pela Lei Estadual Lei. 23.414 de 2019, seja desconfiando da necessidade de acompanhamento nas terapias pelos responsáveis, seja desacreditando da capacidade, seja privando de tratamentos que visem dar melhores condições…

Poderíamos falar de todas as terapias e seus benefícios, da necessidade da educação inclusiva e adaptações, de ambientes de lazer seguros mas, nessa data, é imperioso ressaltar o conhecimento. Finalizo com minha consideração enquanto mãe de uma criança não verbal dentro do TEA, que não é preciso uma única palavra para dizer tudo, os que não falam, se comunicam, se fazem entender de maneiras e, muitas vezes, mais claras que as pessoas tidas como “típicas”…

Não se feche com preconceitos.

“Decifra-me, mas não me conclua, eu posso te surpreender” (Clarice Lispector)

Texto: Polyana Costa – Coordenadora da ONG Idda, Membro da comissão de mães de autistas de Mariana

Cidades

Selo Evento Seguro já pode ser solicitado por estabelecimento e espaços para eventos em Minas Gerais
Selo Evento Seguro já pode ser solicitado por estabelecimento e espaços para eventos em Minas Gerais

O Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), já está disponibilizando o Selo Evento Seguro. A iniciativa faz parte do Programa Reviva, lançado no último dia 10 de maio, com o objetivo de impulsionar a retomada gradual e segura das atividades turísticas em Minas Gerais.

O Selo Evento Seguro é uma garantia que os espaços estão cumprindo todas as ações e protocolos de saúde e segurança previstos no Plano Minas Consciente. Entre as orientações estão medidas gerais e específicas como cuidados com o espaço físico, sinalização, controle do acesso, permanência e circulação de pessoas, orientações para centro de convenções, eventos ao ar livre, entre outros. Além do uso obrigatório de máscara, álcool 70% e o distanciamento social.

Os estabelecimentos que podem solicitar o selo são teatros, cinemas, bibliotecas, galerias e outros espaços que realizam eventos. A solicitação pode ser feita por empresas e realizadores independentes através do link Secult – Selo Evento Seguro. O site da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo contém todas as informações necessárias para a obtenção do selo.

A Secretaria Municipal de Cultura, Patrimônio Histórico, Turismo e Lazer de Mariana acompanhou o lançamento do Programa Reviva de forma online. Os materiais e informações disponibilizados pela Secult estão sendo analisados para conduzir as ações estratégicas voltadas para o turismo após a pandemia no município.

Fonte: https://maisminas.org/

Educação

Instituto Federal de Minas Gerais promove curso de Libras para colaboradores da fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil em Itabirito

Parceria entre o Comitê de Desenvolvimento Social (Codes) da empresa e a instituição de ensino visa aprimorar a comunicação e inclusão de colaboradores com deficiência

Para promover a diversidade e inclusão em seu ambiente interno e aumentar o acesso de pessoas com deficiência (PCDs) ao mercado de trabalho, o Comitê de Desenvolvimento Social (Codes) da fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil em Itabirito (MG) fez uma parceria com o Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) para oferecer, nos meses de outubro, novembro e dezembro, um curso de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para os colaboradores da empresa. As aulas, ministradas on-line de forma dinâmica e prática, disseminaram o conhecimento básico em linguagem de sinais entre os profissionais da empresa, permitindo que tenham maior diálogo com deficientes auditivos.

Segundo o professor Paulo Mendanha, a capacitação, além de oferecer um ambiente mais acolhedor às pessoas com deficiência auditiva, também é uma oportunidade para conscientizar os colaboradores quanto ao direito e a realidade enfrentada por esse público. “Mesmo sendo cidadãos brasileiros, muitos surdos se sentem como estrangeiros vivendo em nosso país; afinal, são poucas pessoas que conseguem se comunicar com eles através da Libras”, destaca. Ele conta que, apesar de lecionar Libras há mais de 8 anos, essa foi sua primeira turma voltada para o ambiente corporativo. “Esse projeto foi de extrema importância para promover a convivência, o respeito à diferença e, principalmente, buscar a quebra de barreiras comunicacionais e de atitudes. Com o tempo, se mais pessoas tiverem a oportunidade de aprender Libras, podemos melhorar essa realidade”, ressalta.

Na primeira turma, formaram-se, neste mês, 11 profissionais da empresa, entre eles Poliane Avelino, técnica em enfermagem do trabalho, que alcançou a nota máxima no curso. Ela conta que foi motivada pela oportunidade de se comunicar com os colegas surdos e que a capacitação ampliou sua visão sobre acessibilidade. “Hoje, aprender Libras é fundamental para o desenvolvimento nos aspectos social e emocional, não apenas do surdo, mas também de todos que convivem com eles. Com o curso, conheci realidades que vão além de uma sociedade construída por e para ouvintes”, disse. Ela revela ainda que teve ajuda de um colega surdo para praticar o conteúdo aprendido nas aulas.

A unidade Itabirito conta, hoje, com 12 colaboradores com deficiência auditiva. Na avaliação de Claudia Eiko Kanbara, chefe de Recursos Humanos da Coca-Cola FEMSA Brasil, o aprendizado de Libras permite que os colaboradores com deficiência possam se comunicar com mais facilidade com os colegas de trabalho, além de promover a inclusão na companhia. “Sentimos a necessidade de melhorar a comunicação interna e torná-la mais abrangente e inclusiva. A demanda também partiu dos próprios colaboradores e gestores, que demonstraram bastante interesse em aprender Libras”, revela. “O curso foi especial, trouxe uma aproximação muito grande e a integração do grupo foi super bacana”, finaliza.

A coordenadora de Relações Institucionais do IFMG, Adriana Luziê de Almeida, destaca que esse trabalho é mais um passo rumo à inclusão e acessibilidade. “Conhecer um pouco sobre a forma como eles percebem o mundo ajuda os ouvintes a compreender melhor as diferenças e reconhecer que o surdo é uma pessoa, que usa outros sentidos para aprender, mas é tão capaz quanto qualquer outra”, afirma. Ela também ressalta os aprendizados que a parceria com a Coca-Cola FEMSA trouxe para o Instituto. “Essa parceria possibilitou conhecer um pouco mais da rotina dos ouvintes que interagem com surdos em um ambiente de trabalho”, declara. “Estamos avaliando novas formas de parceria para o próximo ano, pois entendemos ser de grande valia essa troca de conhecimento entre as instituições”, complementa a chefe de Recursos Humanos da Coca-Cola FEMSA Brasil.

Com o intuito de proporcionar acessibilidade e igualdade, a comunicação da Coca-Cola FEMSA Brasil também vem passando por adaptações. Recentemente, foi adotada a tradução simultânea em Libras em todas as oportunidades de emprego divulgadas no site vagas.com. A mesma tecnologia já é utilizada no site da empresa e na comunicação interna.

Fonte: Silvia Pires

Sociedade

Projeto da UFOP realiza ações no Outubro Rosa

O “Fios de Solidariedade” vai ser entre 20 e 23 de outubro

A Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) celebra o Outubro Rosa com o Fios de Solidariedade. Em sua sétima edição, o evento traz uma programação que inclui cortes de cabelos nos salões parceiros em Ouro Preto e Mariana, além doação de perucas. Também serão realizados eventos on-line, como palestras temáticas, apresentações artísticas e oficinas. Em parceria com a Associação das Repúblicas Federais de Ouro Preto (Refop), a iniciativa pretende, ainda, arrecadar doações para montar cestas básicas que serão destinadas à APAE Ouro Preto e à Comunidade da Figueira de Mariana.

O PROJETO – O Fios de Solidariedade, do Programa Mais Saúde da UFOP, realiza desde 2014 um evento anual com o propósito de esclarecer a comunidade sobre a importância da prevenção e tratamento do câncer de mama. O evento anual marca o Outubro Rosa, mas também são recebidas doações de cabelo durante todo o ano. A ação tem, ainda, uma parceria com a ONG Fio de Luz, que produz próteses que são ofertadas a pacientes em tratamento ou pós-tratamento oncológico. Durante a pandemia, foram doadas duas perucas e 102 mechas de cabelo que foram recolhidas em cinco salões de Ouro Preto e Mariana.

OUTUBRO ROSA – O Outubro Rosa foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

Confira a programação: https://bit.ly/2G3Tqaj

Fonte: https://www.ouropreto.com.br/

Cidades

Coca-Cola FEMSA Brasil abre inscrições para programa de estágio em Belo Horizonte e Itabirito

Interessados podem se candidatar até o dia 6 de setembro; processo seletivo será on-line

A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola em volume de vendas do país, está com inscrições abertas para o Programa de Estágio 2021, que inclui vagas para atuação em Belo Horizonte e Itabirito. Até o dia 6 de setembro, os interessados podem se cadastrar em www.99jobs.com/coca-cola-femsa/jobs/82472-programa-de-estagio-coca-cola-femsa-brasil-2021.

Para participar do programa de estágio da Coca-Cola FEMSA Brasil, é necessário que o candidato esteja cursando bacharelado em qualquer área, com previsão de formatura para dezembro de 2022, e disponibilidade para estagiar por 30 horas semanais. É solicitado também que o interessado estude no período da manhã ou à noite, tenha inglês avançado, match cultural com a empresa e disponibilidade para atuar no local da vaga que escolher, sem precisar fazer viagens.

Em Belo Horizonte, há vagas para o setor comercial, responsável pela venda dos produtos do portfólio das marcas registradas pela The Coca-Cola Company para pequenos e grandes distribuidores. Na fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil em Itabirito, a atuação será na área de supply chain, que abrange todo o processo logístico, desde a fabricação até a entrega.

Entre os principais benefícios estão bolsa-auxílio de R$ 1.600, no primeiro ano de estágio, e de R$ 1.800 no segundo, vale-transporte, seguro de vida, assistência médica e desconto em produtos. Dependendo da localidade, o estagiário pode receber vale-refeição ou ter acesso ao restaurante na própria empresa.

As etapas do processo seletivo serão conduzidas pela internet. No site da 99jobs, o candidato se inscreve e será direcionado para o preenchimento de um questionário sobre o perfil e escala de fit cultural. Posteriormente, haverá testes de inglês e lógica; se for aprovado, atingindo a nota de corte, ele segue para a vídeo-entrevista. Haverá a seleção dos candidatos aprovados nessa etapa, que serão convocados para a dinâmica em grupo a ser realizada entre 13 e 30 de outubro. O processo de admissão vai ocorrer em novembro e o aprovado deverá entregar toda a documentação para iniciar o programa de estágio em janeiro de 2021.

O programa vai selecionar 40 estagiários em locais de atuação da Coca-Cola FEMSA no país: Belo Horizonte e Itabirito, em Minas Gerais, Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Jundiaí, Marília e São Paulo, no estado de São Paulo. As oportunidades são para as áreas de operações e corporativas, com o objetivo de desenvolver potenciais talentos para que se tornem um futuro trainee ou um colaborador Coca-Cola FEMSA Brasil. O programa de desenvolvimento, com duração de dois anos, oferece aos estagiários treinamentos, mentoria e apresentação de projetos.

“Estamos em busca de candidatos com alto nível de comprometimento e que estejam em busca de crescimento profissional. Na Coca-Cola FEMSA Brasil, temos muitos exemplos de profissionais que iniciaram a carreira como estagiários e foram efetivados. Por isso, buscamos pessoas que estejam alinhadas aos nossos valores de integridade, austeridade, respeito, desenvolvimento, confiança, orientação para a inovação, compromisso com a excelência, senso de responsabilidade, foco no cliente e que tenham muita energia e paixão por aprender”, declara Leopoldo Paniagua, diretor de Recursos Humanos da Coca-Cola FEMSA Brasil.

Sobre a Coca-Cola FEMSA

Coca-Cola FEMSA, SAB de C.V é a maior engarrafadora do mundo em volume de vendas. A empresa produz e distribui bebidas das marcas registradas da The Coca-Cola Company, oferecendo um amplo portfólio de 131 marcas para mais de 257 milhões de consumidores. Com mais de 83 mil funcionários, a empresa vende anualmente cerca de 3,3 bilhões de caixas unitárias por meio de 2 milhões de pontos de venda. Operando 49 fábricas e 275 centros de distribuição, a Coca-Cola FEMSA está comprometida com a geração de valor econômico, social e ambiental para todos os seus grupos de interesse em toda a cadeia de valor.

A companhia é membro do Índice de Sustentabilidade de Mercados Emergentes da Dow Jones, Índice de Sustentabilidade MILA Pacific Alliance da Dow Jones, FTSE4Good Emerging Index, dos índices IPC e de Responsabilidade Social e Sustentabilidade da Bolsa Mexicana de Valores, entre outros. Tem operações em determinados territórios de México, Brasil, Guatemala, Colômbia e Argentina e atende nacionalmente Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Uruguai e Venezuela. Para mais informações, visite www.coca-colafemsa.com .

No Brasil, a empresa está presente como Coca-Cola FEMSA Brasil em 48% do território nacional, empregando cerca de 20 mil funcionários e atendendo mais de 88 milhões de consumidores, distribuídos nos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em parte do estado de Goiás. No Brasil, são 10 fábricas, 41 centros de distribuição, 23 Cross Dockings e 21 Cross Trucks, sendo a unidade de Jundiaí (SP) a maior do sistema Coca-Cola no mundo em volume de produção.

Cultura

Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana oferece mais de 800 vagas em oficinas

Tradicionalmente, as oficinas são atividades de destaque do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes. Elas se sobressaem como uma possibilidade do contato com as diversas formas do fazer artístico e educacional e são voltadas tanto para iniciantes como para pessoas que já tenham experiência.

Neste ano, são disponibilizadas mais de 800 vagas em oficinas das curadorias de Artes Cênicas, Música, Patrimônio, Artes Plásticas e Infantojuvenil, além das atividades ligadas a Tradições Populares e pelas ações Caravana Festival e Potência Periferia.

Em Mariana, o destaque fica por conta das oficinas de Artes Cênicas O grito do corpo nas ruas que falam, ministrada por Eduardo Batista, e Mariana Olhares (Im)Possíveis, por André Nascimento e Arthur Medrado. Na mesma curadoria, ainda serão oferecidas as oficinas Práticas de criação e videodança: uma introdução, por Leonel Brum e Andréa Bergallo Snizek; Commedia dell´Arte: a escola do ator, com Frederick Magalhães Hunzicker; Como produzir para si um Corpo desembestado?, por Matheus Silva; O que pode o encontro? – um exercício coletivo e expandido de criação, de Flaviane Magalhães; e Musicalização corporal: um encontro entre dança e música, com Jussara Braga Bastos.

Análise e improvisação; Trilogia dos tambores brasileiros; Canto Popular – Samba e Choro; e Musicalização na escola – Uma análise Sensorial são as oficinas da Curadoria de Música. Já nas Artes Plásticas, a Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop), responsável por essa curadoria, ministra as oficinas Tropicaluras: Gravuras tropicais; Ateliê Aberto de Serigrafia; Apropriação e Criação: arte em trânsito, transição e transposição; Colódio Úmido – Uma Experiência Visual; e Estética barroca e desdobramentos contemporâneos no desenho.

Duas atividades marcam o âmbito do Patrimônio: Nas veias de Ouro Preto, com Lucas Gontijo de Godoy, André Castanheira Maia e Marcello Baia Nicolato; e Cidade, memória, afetos e afetações, por José Márcio Barros. O público infantojuvenil também tem espaço no Festival de Inverno, com cinco oficinas: O que você quer saber sobre o corpo humano?; Criando com sombras; Uma dança para você; Ludi-Cidade: o lúdico no espaço urbano; e Ouro Preto – Paisagens psicodélicas.

Com a temática das Tradições Populares, o Festival ministra seis oficinas, como técnicas especiais de artesanato, ritmos e poesias e atividades com o Zé Pereira do Club dos Lacaios. No Complexo da Juventude e na Ocupação Chico Rei, o Potência da Periferia oferece 15 oficinas.

O Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes 2018 ocorre de 6 a 22 de julho, sendo uma realização da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), em parceria com a Fundação Educativa Ouro Preto (Feop) e as Prefeituras de Ouro Preto e João Monlevade. Mais informações estarão disponíveis nos sites www.ufop.br e www.festivaldeinverno.ufop.br.

Serviço

Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes 2018

Oficinas

Ouro Preto e Mariana

6 a 22 de julho

Vasta programação gratuita ou a preços módicos (R$10)

Festival de Inverno – Fórum das Artes 2018 – João Monlevade

9 a 14 de julho

Site do Festival: festivaldeinverno.ufop.br

Fotos de edições passadas: flickr.com/festivaldeinverno/

Assessoria de Imprensa: Converso Comunicação

Aline Monteiro: (31) 99347-2319

Ana Paula Martins: (31) 98916-8443

Esporte

25ª EDIÇÃO IRON BIKER BRASIL – MARIANA (MG)

Trilhas mineiras recebem a 25ª edição do Iron Biker Brasil.
Trilhas mineiras recebem a 25ª edição do Iron Biker Brasil.

 

A cidade histórica de Mariana (MG) será palco da maior prova de mountain bike do país nos dias 15, 16 e 17 de setembro.

Desafio, superação e adrenalina são só algumas das sensações que serão vividas por mais de 1700 atletas inscritos para encarar as trilhas da 25ª edição do maior evento de mountain bike da América Latina: o Iron Biker Brasil. Nos dias 15, 16 e 17 de setembro, a histórica cidade de Mariana (MG), na região central de Minas Gerais, recebe ciclistas de diversos cantos do Brasil e do mundo que irão percorrer cerca de 160 quilômetros de trilhas, divididos em dois dias de prova – sábado e domingo.

O cenário central é um capítulo à parte para quem participa do Iron Biker ou visita Mariana durante o período. A Praça Minas Gerais, cartão postal da histórica cidade mineira, será o coração do evento, sendo ponto de largada e chegada dos ciclistas que participarão dos dois dias da competição. É de lá que vão acontecer largadas independentes em cada dia: atletas do percurso completo (A) às 8h30 e do percurso reduzido (B) às 9h30.

A edição 2017 é especial, já que o Iron Biker Brasil completa 25 anos. E uma das grandes novidades para este ano é a criação da categoria de Dupla Mista que competirá no roteiro completo. Além disso, a diversão e o entretenimento também tem espaço garantido na maior prova de mountain bike da América Latina que oferecerá, mais uma vez, diversas atrações durante a realização da competição. Ao som de muita música, o público vai poder se deliciar com os aperitivos servidos e relaxar durante a realização da competição.

LADEIRAS DO ESPORTE – Primeira cidade de Minas Gerais, e também a primeira capital do estado, Mariana é o cenário perfeito para a prática do mountain bike e para realização do Iron Biker. O município vai receber competidores e turistas de todo o mundo, durante o fim de semana do evento, sendo um forte elemento econômico para a cidade, que, para este ano, já está com 100% de sua rede hoteleira ocupada.

“Nos preparamos para desenvolver essa cadeia de turismo e fazer de Mariana cada vez uma cidade mais visitada, pois precisamos disso. Com o Iron Biker, a imagem da cidade e de Minas Gerais percorre o mundo todo. Junto com a organização do evento, estamos preparados para receber bem os turistas. Mais do que nunca precisamos do evento para a nossa economia e para o nosso turismo”, disse o prefeito de Mariana, Duarte Júnior.

25 ANOS DE HISTÓRIA – Criado em 1993 com o então nome de “Desafio das Montanhas”, o Iron Biker Brasil foi, ao longo de 25 anos, colecionando recordes e histórias. “É uma satisfação enorme para nós da organização essa data. São 25 anos de aventuras, de desafios e de conquistas importantes no esporte. Essa parceria com os atletas e o amor que temos por cada detalhe é que faz a diferença. Estamos preparando uma edição para entrar na história”, destacou um dos diretores do Iron Biker Brasil, Lucas Fonda.

Fonte : uai.com.br