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Tecnologia

Juiz-forana de apenas 15 anos descobre oito asteroides

Integrante de projeto da Nasa, estudante analisou imagens inéditas captadas por um telescópio no Havaí

Rafaella Bovaretto passou um mês observando imagens do espaço vindas do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí (Foto: Fernando Priamo)

Depois de um mês analisando, diariamente, imagens do espaço vindas do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí, a estudante Rafaella Bovaretto, de apenas 15 anos, descobriu oito asteroides que ainda não tinham sido detectados. Ela participou do último programa “Caçador de Asteroides”, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), que é realizado no Brasil em parceria com o International Astronomical Search Collaboration (IASC/NASA). A conquista foi mais um incentivo para a adolescente que sonha em espalhar, de forma simples, o conhecimento científico.

Durante o programa, semanalmente, ela recebia pela internet pacotes de imagens da Nasa que eram analisados em um software disponibilizado para os participantes. Após muita observação, foi possível perceber alguns objetos que se movimentavam no espaço. “O que não é asteroide fica parado, mas quando você identifica ele, você vê um pontinho que se move, ele fica pulando”, explica Rafaella. Assim que o participante detecta, inicialmente, o asteroide, ele deve nomeá-lo com as letras iniciais do próprio nome e enviar um relatório descrevendo os dados que possibilitaram a identificação. Procedimento que a Rafaela fez oito vezes. Após essa primeira análise, o programa libera uma lista preliminar com aqueles asteroides que foram considerados inéditos.

Quem conseguir descobrir novos asteroides têm a oportunidade de nomeá-los como quiser, mas a análise feita pela Nasa para que isso aconteça, de forma definitiva, pode demorar até 10 anos. Mesmo diante dessa espera, a estudante já tem pensado em quais nomes vai querer dar para as oito descobertas. “Quero dar o nome do meu pai, da minha mãe, da minha irmã, das minhas cachorras e também de um cientista que sempre me inspirou muito que é o Carl Sagan.”

Um sonho antigo

Desde os 6 anos, Rafaella se interessa por Astronomia e está sempre estudando sobre a área para adquirir novos conhecimentos. Para fazer com que esse conhecimento não se restrinja apenas ao meio científico, ela criou um perfil no Instagram onde faz divulgação de curiosidades sobre astronomia, cientistas, teorias espaciais, além de compartilhar sua rotina de estudo. “Um sonho meu é fazer divulgação científica, dar palestras, dar aulas sobre astronomia e trabalhar na área de pesquisa que eu acho incrível, estudar sobre isso.”

Por isso, a descoberta foi tão importante, já que, além de ter conquistado uma realização pessoal, a estudante com apenas 15 anos conseguiu contribuir também com o meio científico. “Eu penso que eu posso ter participado desse programa e achado alguns pedacinhos do céu que podem ser meus. Mas essa descoberta também vai conseguir ajudar a determinar onde estão esses asteroides, se existe algum risco de colidir com a terra.”

O Caça Asteroides

O Caça Asteroides MCTI é um programa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, em parceria com o International Astronomical Search Collaboration (Iasc/Nasa). As atividades desenvolvidas buscam popularizar a ciência entre cidadãos voluntários. Não é necessário que o participante tenha conhecimento prévio para participar da campanha, já que receberá informações e treinamento on-line necessários para a realização das atividades. Ao final do período, os inscritos recebem certificado internacional, e as equipes que se destacaram poderão receber medalhas.

O programa é de abrangência nacional e internacional e permite que os novos cientistas cidadãos façam descobertas astronômicas originais e participem da astronomia prática. Ele conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência vinculada ao MCTI, Instituto Brasileiro de Informações em Ciência e Tecnologia (IBICT), unidade de pesquisa vinculada ao MCTI e a Secretaria Estadual de Educação de Mato Grosso (SEDUC).

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Turismo & Lazer

Jardim Botânico da UFJF será reaberto ao público nesta sexta-feira

O espaço terá reforço das medidas de biossegurança, que incluem limite menor de visitantes simultâneos, fixado em 150 pessoas

As portas do Jardim Botânico serão reabertas ao público nesta sexta-feira (17). A área remanescente da Mata Atlântica poderá ser visitada pela população de terça a domingo, das 8h às 17h com a última entrada às 16h. A visitação permanece gratuita, sem necessidade de agendamento prévio. No entanto, a direção do Jardim divulgou algumas orientações de biossegurança aos visitantes, que farão parte do regramento para a entrada e a permanência no espaço, entre elas, o uso de máscara cobrindo boca e nariz em todos os ambientes durante toda a visita e o uso do álcool em gel disponível na portaria e nos banheiros.

Além disso, é aconselhável que os visitantes levem seu próprio álcool em gel e suas próprias garrafas d´água, a direção salienta que há bebedouros para que elas sejam recarregadas. Nesse primeiro momento, os piqueniques estão proibidos no espaço. Além das orientações de biossegurança, há outras prescrições, entre elas, o uso de calçado fechado, calça, boné e outros itens de segurança individual, além do cuidado com a queda de galhos e animais silvestres, inclusive os peçonhentos, como cobras e aranhas. Os locais de sentar, pisar e por a mão devem sempre ser verificados. Não é permitida a entrada de animais domésticos.

A reabertura é fruto do planejamento organizacional que visa a adequação das normas ditadas pelo Comitê de Monitoramento e Orientação de Condutas da UFJF sobre a Covid-19. De acordo com a administração, os servidores e os colaboradores receberam capacitação para lidar com as exigências do momento. Foram adquiridos itens de segurança sanitária e equipamentos de proteção individual para os trabalhadores, além da realização da sinalização dos espaços com as novas normas para a visitação com segurança.

O número de visitantes simultâneos foi reduzido de 300 para 150, e o tempo de permanência estipulado é de duas horas. Alguns espaços permanecerão fechados ao público nesse primeiro momento, entre eles, a casa-sede, que abriga as galerias de arte; e o Laboratório Casa Sustentável. Algumas atividades também permanecem suspensas, como as visitas escolares, grupos maiores de seis pessoas e ensaios fotográficos. Está permitido percorrer a Trilha da Juçara, contemplar os dois lagos com deck e ainda a visita ao bromeliário e ao orquidário em implantação.

A direção reforçou ainda a importância do benefício social da reabertura do Jardim, com a possibilidade de contemplação da biodiversidade da mata, em um momento delicado. Essa oportunidade é vista como uma alternativa que favorece a saúde mental e física dos visitantes.

Orientações de acesso

A entrada do Jardim Botânico ocorre exclusivamente pela Rua Coronel Almeida Novais, sem número, no Bairro Santa Terezinha, Zona Nordeste da cidade. Não há estacionamento no Jardim, embora existam opções privadas no entorno. Há na entrada um bicicletário com dez baias, onde os usuários precisam levar seus próprios cadeados.

Quem for de ônibus, as linhas que passam mais próximo à entrada são a 111 e a 112 – Santa Terezinha/Mundo Novo, e a parada é feita no ponto final das linhas. Todos os percursos na área interna são feitos a pé. A direção destaca ainda que, por enquanto, a acessibilidade no espaço é reduzida. O caminho principal e as trilhas são de terra. Em períodos de chuva, a passagem pode ser dificultada pelas poças e pela lama, e o acesso à casa-sede é de paralelepípedo irregular.

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Sociedade

Vida de Influencer

Elas têm muitos seguidores, participam de campanhas, eventos, mostram seu dia a dia e são inspiração para quem as segue. Essa é a vida das influenciadoras digitais — carreira que surgiu com a popularização das redes sociais, como o Instagram, e que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.

Antes da Covid-19, a expectativa sobre essa nova profissão já era enorme. As marcas já se mostravam cada vez mais dispostas a investir seu dinheiro em ações e parcerias com influenciadores. Todos os dias, passam pela nossa linha do tempo diversos posts, dos mais variados nichos: viagem, moda, beleza, saúde. Hoje, há influenciadores em praticamente todos os segmentos.

Durante a pandemia, com muitas lojas e empresas fechadas, afastamento de colaboradores, entre outras medidas que foram tomadas, o trabalho dos influenciadores foi ainda mais essencial, para divulgar e levar o nome de uma marca até públicos específicos.

É importante reforçar que a demanda por conteúdo continua a aumentar e que o mercado está se modificando, assim como o trabalho dos influencers. Eles estão se tornando cada vez mais nichados e com necessidade de transparência — cobrada diretamente pelo público.

Os consumidores e seguidores buscam por conteúdos e influenciadores sem filtro, ou seja, que apresentam e endossam produtos e serviços que eles realmente utilizam e aprovam. Algo mais real, assim como a indicação de um amigo, ou um expert sobre determinado assunto.

A cobrança, vai muito além do perfil dos influencers, chegando até às marcas que os patrocinam, cobrando posicionamentos, sempre que necessário. Essa atitude do público força também empresas para que escolham com coerência o profissional que vai representá-las e endossar seus produtos e serviços.

É válido analisar muito mais que números e engajamento com o público, mas também se o conteúdo a ser divulgado faz parte da realidade do influenciador. Somado a isso, claro, se seu público vai se identificar com o conteúdo.

Em nossa edição digital, batemos um papo com algumas das influenciadoras digitais que mais se destacam em nossa região: Julia Horta, Juliana Ward, Ramana Furtado e Ana Luiza Palhares, para entender mais sobre essa profissão.

Como tudo começou

O ano era 2012. Juliana Wardi e Ana Luiza Palhares já iniciavam suas trajetórias como influenciadoras. Julia Horta e Ramana Furtado vieram pouco depois, em 2014. Juliana conta que iniciou o uso das redes sociais com o objetivo de influenciar pessoas, quando concluiu a graduação em Educação Física e começou a compartilhar seu estilo de vida, promovendo uma atitude mais saudável para seus seguidores.

Já Ana Luiza, a Cinderela de Mentira, conta que tudo começou como um hobby, compartilhando dicas pessoais. Mas, a partir de 2017, com o amadurecimento, passou a ser o seu trabalho principal. Júlia Horta já percebeu que poderia atuar como influenciadora quando participou do seu primeiro concurso de beleza, representando Juiz de Fora, e saiu vencedora do Miss Mundo Minas Gerais. No ano seguinte, fechou boas parcerias para o concurso e, quando percebeu, as marcas já a procuravam para trabalhos e divulgações.

Ramana, que faz parte de um nicho bem específico, conta que começou no YouTube, gravando conteúdos sobre cuidados com cabelos cacheados. Mas foi ao abordar um trauma com cavalos que ela viu seu canal crescer e uma oportunidade para falar com o público sobre algo que gostava muito.

“Em uma semana, vi meu número de inscritos no canal aumentar rapidamente. Vi aí uma oportunidade de falar para um público bem específico, num nicho pouco explorado naquele momento. Mudei totalmente o layout do canal e passei a abordar principalmente minha relação com meu cavalo e minha rotina com ele de uma forma bem leve e simples, algo que eu gostaria de ver na internet e não encontrava”, conta.

Como nem tudo são flores, as influencers também apontam as maiores dificuldades dessa profissão — aprender a separar o trabalho da vida pessoal, a desvalorização da profissão, que às vezes é vista de má forma, preconceito, o desafio de ter que fazer tudo ou, pelo menos, grande parte do trabalho sozinha, entender como fidelizar o público e criar conteúdo que resolva questões e problemas dentro do nicho que atuam.

Clientes e parceiros

“Uma influenciadora precisa estar atenta e manter um bom relacionamento com seus clientes e parceiros. O meu relacionamento sempre foi muito positivo. Inclusive, vários se tornaram amigos, porque acredito que é um trabalho colaborativo. O intuito é trabalharmos juntos pelo crescimento e sucesso da empresa”, explica Júlia, que reforça que a maioria já consegue entender a nova dinâmica da publicidade com influenciadores. Para os que ainda não sabem muito bem como essa prestação de serviço funciona, ela busca ser solícita e orientar a respeito do mercado.

Para Juliana, é fundamental colocar tudo em pauta e especificar os detalhes, a fim de verificar se os interesses do parceiro batem com a comunicação que ela passa aos seguidores. Outro detalhe importante para o sucesso do trabalho é ter cuidado na hora de fechar as famosas “publis”, e, justamente por isso, elas são categóricas e afirmam que já recusaram trabalhos.

Os motivos vão desde a não identificação com a marca, produto ou conteúdo, até questões de ideais e princípios. “Na maioria das vezes, foi porque não tinha a ver com minha índole e com meus propósitos. Recusamos quase diariamente propostas de remédios emagrecedores e cintas”, conta Ana Luiza, que aborda temas relacionados ao nicho plus size, falando sobre moda, beleza, comportamento e autoestima.

Com esse cuidado, é difícil que seu público não se identifique ou conecte-se com o conteúdo apresentado. Mas pode acontecer, por isso, é importante ouvir o feedback dos seguidores e aprender com a situação, como conta Ramana: “Ano passado, fui fazer a cobertura de um rodeio muito grande e conhecido em Minas para meu canal. Como as provas de montaria em touro fazem mais sucesso com o público em geral nesses eventos, foquei bem mais nessa modalidade do que nas modalidades com cavalos. Percebi que não era bem isso que meu público queria e não tive um resultado tão bom, foi um aprendizado”, afirma. Hoje, antes de fechar uma parceria, ela procura analisar não só o benefício trazido, mas também se vai interessar seus seguidores para gerar um bom resultado para o parceiro.

Para Juliana, ser seguida por várias pessoas tem o lado bom, mas também o lado ruim. “Recebo críticas o tempo todo, não é fácil agradar a todos”, lamenta. Para empresas que ainda têm ressalvas em investir no marketing de influência, elas acreditam que, com um objetivo claro e estratégia, aliados às ações propostas com influenciadoras, podem, sim, trazer bons resultados. “As pessoas passam boa parte do seu dia nas redes sociais, vendo vídeos e fotos de quem admiram. Porém, é necessário avaliar não só o número de seguidores, mas o conteúdo que o influenciador tem para transmitir”, aponta Juliana.

Também é importante que as empresas escolham influenciadoras que falem diretamente com seus públicos, garantindo, dessa forma, resultados mais acertados. “Já fui de tentar catequizar empresas a entenderem melhor e a buscarem investir na área. Especialmente agora, em tempos de pandemia, já estamos vendo o reflexo comercial de quem tinha uma presença online e de quem nunca esteve presente. A diferença é gritante não só nos lucros como na manutenção dos clientes”, relata Ana Luíza. Ela ainda alerta que quem tem presença e valor online tem tudo para passar pela crise de uma forma mais leve e com menos impacto do que quem começou agora a correr atrás disso, ou quem continua resistente.

Expectativas

Ramana Furtado

Com relação às expectativas para o futuro da profissão, todas se mostram positivas. “Acredito que a busca por influenciadores com propósito, autoridade e um bom conteúdo será cada vez mais valorizada”, diz Júlia. Já Juliana e Ramana reforçam o coro por mais valorização da área, e Ana Luíza afirma que, para quem trabalha com coerência, o mercado só tende a crescer.

Para aqueles que desejam se tornar influenciadores, elas reforçam que é importante se conhecer bem e definir que tipo de conteúdo quer produzir. Estudar e se especializar na área em que deseja atuar, ficar de olho nas tendências do marketing digital e começar com o que tem estão entre as principais dicas. “Influenciar é como o próprio nome diz: ser capaz de conquistar as pessoas a ponto de fazê-las querer comprar ou contratar algo que você já faz uso. Não é apenas postar uma foto bonitinha, tem que produzir bons conteúdos, cativar o público e ser verdadeira sempre”, finaliza Juliana.

Texto: Flávia Siqueira Publicação: Revista Viva Minas – edição 16

Saúde

Cuidados com a alimentação para o casamento

As preocupações com os preparativos para o casamento são infinitas, envolvem muitas decisões que são necessárias para que o grande dia seja um momento especial. Só que todo o planejamento ou pré-casamento é algo que demanda tempo, muitos compromissos, ansiedades… E os cuidados pessoais, dentre eles a alimentação, não podem ser deixados de lado.
O medo de engordar, de não entrar no vestido, de não agradar no grande dia faz com que muitas noivas se submetam a restrições e privações alimentares que podem colocar em risco a sua saúde.
O cuidado com a sua alimentação é algo fundamental e não pode ser esquecido ou ser deixado de lado, pois ela é a responsável por proporcionar energia para que você tenha disposição para aproveitar cada minuto do seu grande dia e o começo dessa nova fase da sua vida. Para que você possa cuidar de você e da sua saúde eu preparei algumas dicas de como comer melhor e ter uma alimentação mais nutritiva e saudável.
Essas dicas vão te ajudar a ter saúde e aproveitar com energia o seu grande dia. O vestido? Ele vai servir em você e não você nele.

Confira os 8 passos:

1- Comece o planejamento com antecedência
Assim como você planeja o seu casamento com antecedência, a mesma coisa é com a alimentação. Portanto, faça um planejamento das suas refeições semanalmente ou mensalmente. Reserve um dia e dedique algumas horas para planejar o cardápio ou anote as sugestões de pratos da semana. Isso vai ajudar a evitar pedir sempre o fast food pelo delivery, por falta de tempo e de opção para comer nos dias mais corridos.

2- Faça uma lista de compras
Com o cardápio em mãos, é hora de ir às compras. Separe um dia que seja mais tranquilo para ir ao mercado fazer a sua compra semanal ou faça pelo delivery. A lista de compras é uma ótima aliada para que você compre somente o que é necessário, além de economizar o seu bolso.

3- Deixe a sua semana mais prática
Ao chegar do mercado, deixe alguns alimentos já lavados, cortados ou descascados para facilitar a sua rotina e, se possível, já prepare saladas de pote, faça uma quantidade maior de comida e congele algumas marmitas para levar para o trabalho.

4- Não pule o café da manhã
É a sua refeição principal do dia, que vai dar mais energia e disposição. Dessa forma, você não chega faminta na próxima refeição a ponto de comer em excesso. Tomando o café da manhã, você vai comer menos nas próximas refeições. Por isso, acorde mais cedo para preparar o seu café ou, se tem dificuldade em acordar cedo e sempre
fica atrasada, deixe o seu desjejum adiantado na noite anterior. Assim, você não corre o risco de ficar sem comer ou se esquecer de levar algo para o trabalho.

5- Leve os seus lanches
Tenha sempre na sua bolsa opções de lanches rápidos e práticos e que não estragam facilmente, como frutas frescas e desidratadas, biscoitos integrais, cookies e castanhas, para os dias mais corridos e intensos de compromissos. Já para os dias de imprevistos, em que seja preciso lanchar na rua, opte por uma lanchonete que tenha opções naturais e saudáveis para comer.

6- Monte pratos variados e coloridos
Uma alimentação saudável deve ser variada e equilibrada. Por isso, varie bastante os tipos de alimentos e os tipos de preparações das suas refeições. A variedade de alimentos é muito importante, pois não deixa a alimentação monótona. Além disso, o nosso organismo gosta e pede por variedade para que possamos garantir a ele os mais diversos nutrientes para o seu funcionamento. Então, quanto mais colorida for a sua alimentação, mais diferentes teores de nutrientes ela terá.

7- Mantenha o corpo sempre hidratado
Ter uma garrafinha de água por perto pode ajudar a lembrar de beber água. A hidratação é fundamental para o funcionamento do corpo e, para isso, nada melhor do que tomar água fresca ou gelada, água de coco ou uma água aromatizada (limão, laranja, abacaxi, morango, hortelã, manjericão, gengibre, canela), que fica uma delícia!

8- Coma conscientemente
Até o dia do casamento, você terá muitos eventos, encontros com as madrinhas, amigos ou com a família, provas de pratos doces e salgados, além do bolo para a festa. Não se prive de aproveitar esses momentos por medo de ganhar uns quilos a mais, já que o corpo se equilibra ao longo de semanas, meses ou anos, e não vai ser uma única refeição ou um evento isolado diante de uma rotina alimentar saudável que vai fazer você engordar. Permita-se comer com consciência, respeitando os limites do seu corpo, como os sinais de fome, saciedade e vontades. Dessa maneira, o risco de comer exageradamente será bem menor.

Texto: Ariele Souza Nutricionista / Terapeuta nutricional – CRN 915402 Pós graduada em Nutrição Clínica, Funcional e Fitoterapia Capacitada em alimentação consciente e intuitiva @arielesousanutri

Gastronomia

Comida di Buteco 2021 tem formato híbrido, com prato a R$ 27

Conheça os 23 botecos participantes do evento em Juiz de Fora, que começa nesta sexta-feira, 30, e oferece a experiência presencial e por delivery

Depois de uma série de adiamentos por causa da pandemia de Covid-19, a décima edição do Comida di Buteco em Juiz de Fora (e 21ª no Brasil) terá início nesta sexta-feira (30). Até 29 de agosto, 23 estabelecimentos da cidade concorrem pelo título de melhor boteco juiz-forano, que irá tentar o título nacional. No total, 550 botecos de 12 estados e do Distrito Federal concorrem ao título de melhor boteco do Brasil.

A pandemia não afetou apenas o evento no que diz respeito ao adiamento, mas também na participação do público. Este ano, o Comida di Buteco será realizado num formato híbrido, em que o público pode consumir os pratos no local – a exemplo das edições anteriores -, mas também retirar no estabelecimento para o consumo em casa ou pedir via delivery.

Um dos responsáveis pela organização do evento em Juiz de Fora, Toninho Simão diz que o foco do Comida di Buteco em 2021 é incentivar o delivery, tanto que foi feita uma parceria com a Robin Food com este fim.

“Foi difícil (decidir por este formato). Durante mais de um ano, pensamos em como faríamos acontecer o Comida di Buteco, pois nunca passou pela nossa cabeça fazer com opção de delivery. Mas, como a ideia é fazer o evento da forma mais segura possível, decidimos pelo modelo híbrido, incentivando o público a fazer o delivery”, diz. Quem desejar mesmo assim consumir os petiscos no próprio local, é possível fazer a reserva antecipada no site comidadibuteco.com.br, onde está a lista com todos os botecos participantes.

Quanto aos cuidados de higiene e distanciamento social exigidos pelo atual contexto pandêmico, Toninho explica que os botecos devem seguir os protocolos exigidos pelas prefeituras de cada cidade. Além disso, foi feito um treinamento com os estabelecimentos em que foram passadas orientações sobre o que pode ou não ser feito.

“Eles já estão acostumados porque estão abertos e sendo vistoriados frequentemente, porém sabemos que o concurso é diferenciado, chama a atenção do público, por isso reforçamos esses pontos”, acrescenta, lembrando ainda que a organização do evento também vai ficar de olho no cumprimento das medidas. “Teremos três supervisores fazendo rotas todos os dias, pois eles assinaram um termo de adesão com todas as regras que devem ser cumpridas em cada cidade. Vamos notificar duas vezes se encontrarmos irregularidades, e na terceira desclassificamos o boteco.”

Votação

A edição 2021 do Comida di Buteco segue com a tradicional votação do melhor boteco, mantendo os quatro quesitos das edições anteriores: o petisco em si (que vale 70% da nota), atendimento, higiene e temperatura da bebida (10% para cada um). Por isso, poderão votar apenas quem consumir seu petisco no local e os 30 jurados, que obrigatoriamente terão que comparecer aos locais predefinidos. Para se escolher o melhor boteco, os votos dos jurados e do público terão, cada grupo, peso de 50%.

A vez das raízes

Quanto ao tema, também vale o esquema dos anos anteriores, em que um ano é tema livre e no outro ele é definido pela organização. A edição de 2021 entra na segunda categoria, e para este ano foi escolhido o tema “raízes” – não no sentido de origem, mas de mandioca, batata, beterraba, cenoura e afins. Para que o concurso não fique no lugar comum, Toninho adianta que foi definido que apenas 20% dos pratos podem ser feitos com determinado ingrediente – como a mandioca, por exemplo – o que exige dos competidores ainda mais criatividade, sendo que pode ser usado mais de um desses ingredientes por prato, que terá o valor fixo de R$ 27.

Apoio aos botecos

Uma novidade do evento em 2021 é o movimento “Salve os botecos”, criado com o objetivo de ajudar os estabelecimentos após o difícil período em que precisaram ficar fechados. O objetivo da campanha é gerar fluxo de caixa para os botecos. Para isso, os consumidores e empresas, entre outros, podem fazer contribuições em dinheiro durante o período de realização do concurso.

A organização trabalha com uma meta de R$ 3 milhões de arrecadação, que serão divididos entre os 550 botecos participantes. O acompanhamento das doações será feito pelo “butecômetro” no site do Comida di Buteco. Além disso, empresas também poderão doar produtos para os estabelecimentos.

Comida di Buteco 2021 – Participantes

ARMAZÉM DU PEIXE
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek 452 – Industrial
Telefone: 3221-1300
Prato: Rolê de Tilápia à Dorê (Filezinho de tilápia enrolado na cenoura e bacon com molho cítrico)

BAR DIAS
Rua Luiz Rocha 2 – Eldorado
Telefone: 3224-9914
Prato: Ronca e Fuça (Torresmo cozido, acompanhado de purê de batata)

BAR DO ABÍLIO
Rua Fonseca Hermes 180 – Centro
Telefone: 3215-6216
Prato: Tamu Junto e Misturado (Carne seca com jiló, alho poró e polenta frita)

BAR DO BENÉ
Rua João Batista Sampaio 150 – São Pedro
Telefone: 3031-1522
Prato: Boi Vindo ao Bené (Costela de boi com linguiça acompanhada de mandioca cozida salpicada com alho frito e manteiga com ervas)

BAR DO LUIZ
Avenida Eugênio do Nascimento 240 – Aeroporto
Telefone: 3213-6655
Prato: Cozido Mineiro (Cozido com carne de boi, carne seca e linguiça calabresa, mandioca, batata, cenoura e inhame. Acompanhado de pirão, chips de inhame e vinagrete de pimenta)

BAR DO MARQUIM
Rua Santo Antônio 10 – Centro
Telefone: 3212-2990
Prato: Costela Escoltada (Costela bovina com mandioca douradinha intercalados com camadas de queijo, finalizado com molho artesanal da casa)

BAR DO TORRESMO
Avenida Darcy Vargas 31 – Ipiranga
Telefone: 3234-1874
Prato: Rainha da Terra (Batata recheada com catupiry, torresmo, bacon e queijo parmesão)

BAR DU BUNECO
Rua João do Rio 9 – Manoel Honório
Telefone: 3237-9153
Prato: Queridinha da Casa (Costela bovina marinada na pimenta, curry, alho e chimichurri e cozida na cerveja puro malte. Servida ao musseline de inhame, finalizada com salsa e tomatinho cereja)

BAR SANTA MODERAÇÃO
Rua Torreões 57 – Santa Luzia
Telefones: 3321-1582 e 99942-6767
Prato: Mistura tudo que fica bom UAI (Filé de cascudinho empanado acompanhado de nhoque de batata doce roxa com molho de amendoim)

BIROSCA
Rua Dr. João Pinheiro 552 – Jardim Glória
Telefone: 3213-7027
Prato: Bira meu Boi (Porpetas de peito de boi desfiado, recheadas de alho poró e mussarela. Servidas com molho madeira, geleia de gengibre e farofa de cebola)

BUTECO GENTILEZA
Rua Acácio Alves Alvin 2.297 – Marilândia
Telefone: 98871-1206
Prato: É dia de Feira! (Cenourinhas crocantes – bolinhos modelados com massa a base de cenoura, recheada com frango desfiado. Acompanha 2 molhos: laranja com gengibre e creme de alho poró)

CABANA DU CELINHO
Avenida Deusdedith Salgado 1.705
Telefone: 3217-6781
Prato: Entulho da Cabana (Iscas de peixe empanadas com farinha de mandioca, acompanhadas com purê de batata baroa e batata inglesa, com cobertura de nata de alho poró, costela desfiada e cebola crispy)

CAMINHO DA ROÇA
Rua Espírito Santo 738 – Centro
Telefone: 3211-3482
Prato: Língua Portuguesa (Língua bovina ao molho madeira acompanhada de batatas doce, cenouras, cebolas, ovos de codorna e azeitona preta)

CANTINHO DO CAMARÃO
Praça Artur Bernardes 230 – Bandeirantes
Telefone: 99163-5269
Prato: Dupla Explosiva (Moqueca cremosa de camarão com carne de siri)

EMPÓRIO DO CUBANO BAR E RESTAURANTE
Rua General Mário Xavier 11 – Jardim Laranjeiras
Telefone: 3031-6133
Prato: Ropa Vieja (Roupa Velha) (Costela no bafo desfiada, acompanhada de cenoura na manteiga e farofa da casa)

EMPÓRIO DO SABOR
Rua Henrique de Novais166 – Lourdes
Telefone: 3236-7760
Prato: Bem Mineiro (Risoles de baroa recheado com galinha caipira e ora pro nobis, acompanhado de requeijão cremoso)

ESTAÇÃO PERSA
Rua Paracatu 243 – Santa Terezinha
Telefone: 3224-3308
Prato: Bracciola (Carne enrolada recheada com cenoura, bacon, pimentão, purê de batata e farofa da casa)

PATANISCA BUTIQUIM
Rua Olegário Maciel 1.318 – Paineiras
Telefone: 3321-9143
Prato: Baroa ao Mar (Purê de batata baroa recheado com molho de frutos do mar. Para finalizar, uma camada generosa de requeijão gratinado)

PETISQUEIRA
Avenida Eugênio do Nascimento 475 – Aeroporto
Telefone: 3029-1819
Prato: Da Canastra ao Litoral (Bolinho de mandioca com queijo canastra, torresmo fatiado e pastel de camarão. Acompanhamento: vinagrete e melado)

REZA FORTE
Rua Olegário Maciel 1.773 – Paineiras
Telefone: 99174-1012
Prato: Mineiroca (Bolinho de batata baroa recheado com costela e requeijão, empanado com farofinha de torresmo. Acompanha molho de manga com pimenta dedo-de-moça)

TREM MINEIRO
Rua Professora Noêmia Mendonça 20 – Teixeiras
Telefones: 3031-4870 e 99139-3669
Prato: Raiz de Minas, UAI! (Purê de batata doce no chimichurri, cenoura salteada no azeite e costela ao bafo)

VARANDA RESTÔ BEER
Rua Barão de Santa Helena 596 – Granbery
Telefone: 3321- 0786
Prato: Tem Cupim nessa Batata! (Batata frita com corte caseiro temperada com especiarias, cobertas por suculento cupim desfiado, creme de cheddar, polvilhados com bacon e pepperoni)

VISTA SERRANA
Rua Onofre Mendes 173 – Mundo Novo
Telefone: 3216-6931
Prato: Cercadinho de Porco (Pernil desfiado, regado ao vinho e ervas, com batatinha recheada com bacon e requeijão. Acompanha farofa brasileira)

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Sociedade

JF terá atendimento ambulatorial e cirúrgico para população trans

Parceria entre a Prefeitura e o HU-UFJF é anunciada como inédita entre as cidades do interior do país

Nesta última segunda, 28 de junho, data em que celebrou o Dia Internacional Orgulho LGBTQIA+, a Prefeitura de Juiz e Fora (PJF) anunciou que será a primeira cidade do interior do país e a sétima do Brasil a contar com hospital com atendimento ambulatorial e cirúrgico para a população transgênero via Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto, feito em parceria com o Hospital Universitário (HU/Ebserh) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), já habilitado para o atendimento, pretende oferecer um acolhimento multidisciplinar.

Participaram do anúncio o superintendente do HU/Ebserh, Dimas Araujo; a prefeita Margarida Salomão; a secretária de Saúde, Ana Pimentel, e a coordenadora do Centro de Referência LGBTQIA+ da UFJF, Dandara Felício (Foto: Carlos Mendonça/PJF)

“É um motivo de muito orgulho nós podermos neste dia não só fazer a expressão simbólica do reconhecimento do direito à diversidade e à felicidade, mas também encaminharmos concretamente alguma política que dá materialidade à essa expressão”, destacou a prefeita Margarida Salomão (PT) durante vídeo de transmissão do anúncio.

A secretária de Saúde, Ana Pimentel, também celebrou a parceria que visa a acolher e garantir direitos à população trans. “Esse é o início de um processo de acompanhamento e acolhimento das pessoas trans pelo Município de Juiz de Fora em parceria com o Hospital Universitário. No Dia do Orgulho LGBTQIA+, nós vamos fazer jus a esse dia e nós temos o orgulho de dizer que vamos acolher as pessoas trans em todo o processo transsexualizador, que passa por várias fases e que envolve, de maneira multidisciplinar vários profissionais nesse processo. O Brasil é o primeiro país em número de mortes da população trans, e nós, enquanto Município, queremos ser vanguarda no sentido oposto. Nós queremos acolher, cuidar e fazer com que todas as pessoas e a diversidade sejam reconhecidas.”

Coordenadora do Centro de referência LGBTQIA+ da UFJF, Dandara Felício, também comemorou a conquista. “É com muita alegria e orgulho que estamos aqui, após dois anos de uma conversa inicial, para dizer que a gente é a sétima cidade no Brasil a oferecer o processo transsexualizador completo. Oferecer o ambulatório e também o processo cirúrgico para aqueles que desejarem. (Isso) é para nós motivo de muito orgulho.”

Assista:

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Assistência à comunidade e formação acadêmica

O superintendente do HU-UFJF, Dimas Araújo, destacou que o projeto vem se encaminhado desde 2019 e foi acolhido pela atual gestão da Prefeitura, que buscou o credenciamento da unidade hospitalar para atendimento deste público. “O Hospital Universitário tem uma equipe qualificada, multiprofissional e multidisciplinar, contamos com psicólogos, enfermeiros, assistente social. Na parte médica, temos o tratamento de hormonização, equipes de cirurgia plástica, urologia, ginecologia”, explicou.

Para Dimas Araújo, o fato de o HU-UFJF ser um hospital da rede federal de ensino é um diferencial importante, que fará diferença nos atendimentos futuros.

“Normalmente, o tratamento desses pacientes não está na grade de formação convencional dos profissionais de todas as áreas da saúde. Mas agora, com esse processo, nós já temos vários pedidos de credenciamento de projetos de pesquisa. Os professores da UFJF da área da saúde estão interessados, vamos poder formar profissionais para o SUS, desde a graduação de todos os cursos da saúde, como também nas residências. Estamos habilitados, esperando o início das atividades. O hospital está muito orgulhoso em poder prestar esse serviço não só assistencial, mas de formação para toda a comunidade da UFJF.”

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Sociedade

Assistente social radicada em JF é indicada ao Prêmio Zilda Arns 2021

Com intensos trabalhos em favor da pessoa idosa, Lidiane Charbel Peres, defende a modernização das políticas públicas voltadas para a terceira idade

A assistente social Lidiane Charbel Peres, natural de São João del-Rei, mas radicada em Juiz de Fora há 19 anos, onde atua em trabalhos em prol dos idosos, foi indicada ao Prêmio Zilda Arns 2021 pela Defesa e Promoção dos Direitos da Pessoa Idosa. A honraria foi criada pela Câmara dos Deputados, em 2017, e homenageia a médica Zilda Arns que atuou em causas humanitárias e sanitaristas e é uma das fundadoras da Pastoral da Criança.

“Só a indicação para essa premiação, que tem amplitude internacional, já é um prêmio. É o reconhecimento de um trabalho que pessoas ou instituições desenvolvem em favor da pessoa idosa. Essa indicação veio num momento de realização no sentido de que as coisas, mesmo em um ano tão caótico com a questão da pandemia, estão começando a entrar no eixo e a fazerem sentido. Para mim, essa indicação está sendo um prêmio pela dedicação, esforço, atenção e pelo carinho que tenho nessa questão do envelhecimento”, comemora emocionada Lidiane.

“As pessoas precisam se enxergar nesse processo e criar políticas e legislação em cima do processo real, vendo que o envelhecimento é heterogêneo e precisa abarcar idosos de norte a sul, da zona rural e da zona urbana, institucionalizados ou não”, defende Lidiane (Foto: Arquivo Pessoal)

O trabalho de Lidiane em Juiz de Fora chamou a atenção do presidente da Comissão do Idoso da Câmara, o deputado Dr. Frederico (Patriota/MG), que fez a indicação do nome dela pela atuação que desenvolve, a fim de fomentar o debate para investimentos em políticas públicas que envolvam idosos e sobre a questão das instituições de longa permanência de idosos (ILPIs).

“A pandemia trouxe à tona a realidade dessas instituições no Brasil, fazendo muitas pessoas conhecerem qual é o papel delas. Por serem um ambiente de vivência coletiva, os casos de Covid-19 começaram a surgir dentro desses espaços e, com isso, teve início um movimento nacional chamado Frente Nacional de Fortalecimento das ILPIs”, ressalta Lidiane, que é membro desse movimento como voluntária, fazendo parte de um grupo de pesquisa, em âmbito nacional, com diversos pesquisadores para monitoramento do número de ILPIs no Brasil e do perfil dessas instituições. Ainda dentro dessa Frente, ela já trabalhou em grupos para elaboração de cartilhas.

“Essa Frente Nacional começou a trabalhar com todas essas instituições do país e com vários profissionais ligados à área do envelhecimento, como médicos, promotores, psicólogos, assistentes sociais, educadores físicos e cuidadores com o objetivo de fortalecer o trabalho nessas instituições”, afirma a assistente social, que teve também uma trajetória de oito anos no Conselho Municipal do Idoso de Juiz de Fora, primeiro como ouvinte convidada entre 2011 e 2013, depois como conselheira, de 2013 a 2014, como secretária na Mesa Diretora, de 2014 a 2016, vice-presidente entre 2016 e 2017 e como presidente de 2017 a 2019.

“Desse período, destaco o trabalho no qual conseguimos trazer para o Conselho e fomentar o Fórum de ILPI, que hoje funciona de forma autônoma e se denomina Associação de ILPIs de Juiz de Fora. Também realizamos, com recursos próprios dos conselheiros, a 5ª Conferência Municipal Dos Direitos da Pessoa Idosa, que marcou muito, porque contou com um número recorde de idosos, com 80% dos participantes com idade igual ou acima de 60 anos. Também conseguimos regulamentar o Fundo do Idoso com a criação de CNPJ próprio e conta específica e, com isso, recebemos uma doação da ArcelorMittal no valor de mais de R$ 400 mil para custear um espaço de cuidado para pessoas idosas, que já está em processo de edital e aguarda o fim da pandemia para o lançamento”, disse Lidiane.

Apesar dos avanços nessa área, a assistente social considera que o Brasil ainda tem muito a fazer para melhorar a vida dos idosos. “É preciso que, minimamente, quem está envolvido nessa parte de criação de políticas e de legislação conheça questões sobre o envelhecimento, entender o que é esse processo, para que, de posse desse entendimento, consiga produzir políticas que sejam de fato eficazes no sentido de atingir a população idosa. É necessário entender que não tem diferença entre um idoso institucionalizado e um não-institucionalizado, porque observamos que existem muitas ações voltadas para o idoso que não está institucionalizado e, com isso, as ILPIs acabam ficando à deriva e ainda é preciso que algumas legislações sejam atualizadas, como o Estatuto do Idoso, que é de 2003 e só passou por três pequenas atualizações que não fizeram diferença. É preciso trazê-lo para a realidade para melhorá-lo e criar políticas ouvindo os idosos, fortalecendo os espaços onde eles participam”, ressalta.

Ela ainda avalia que a sociedade e o poder público carecem de uma mudança no olhar para o envelhecimento. “As pessoas precisam se enxergar nesse processo e criar políticas e legislação em cima do processo real, vendo que o envelhecimento é heterogêneo e precisa abarcar idosos de norte a sul, da zona rural e da zona urbana e institucionalizados ou não”, afirma a assistente social, que também é estudante de pós-graduação em Gerontologia e Políticas sociais, Família, Criança e Adolescente.

Segundo Lidiane, a lista com indicações ao prêmio conta com 32 pessoas ou instituições. A escolha dos cinco premiados será feita no dia 18 de agosto, por um conselho composto pela segunda-secretária da Mesa Diretora da Câmara, deputada Marília Arraes (PT-PE), por membros da Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa e por um representante de cada partido político com assento na Câmara, caso a bancada não possua membro titular na comissão. A previsão é de que os escolhidos recebam o prêmio em uma solenidade marcada para 29 de setembro, em Brasília, caso seja possível em razão da pandemia.

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Esporte

Mayra Santos, de JF, é a primeira mulher a descer Rio Zêzere a nado

Ultramaratonista aquática completou trajeto português de 45km em 15h9min2s

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Respondendo às dores com alegria. Assim, a juiz-forana Mayra Santos superou dificuldades na água e se tornou, nesta segunda-feira (21), a primeira mulher a ligar, a nado, os 45 quilômetros da aldeia de Foz de Alge à Praia Fluvial da Aldeia do Mato, no Rio Zêzere, em Abrantes, Portugal. A ultramaratonista aquática realizou o feito inédito em ininterruptas 15h 9min 2s.

“Estive sempre muito confiante, apesar de no km 23 começar a sentir fortes dores nos ombros, que poderiam colocar tudo a perder, pois ainda faltava a metade. Pensei que aquela dor que estava sentindo não era nada perante as sentidas pelas pessoas que estavam em estado terminal de cancro no hospital. Essa foi a tática que usei para me abstrair”, conta Mayra à Tribuna. “Além disso, eu pensava em todos os nadadores de águas abertas, que sentem essas mesmas dificuldades, e que a grande diferença é que eu sofro com alegria, não sei sofrer de outra maneira.”

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Fotos: Anais Moniz

Logo, a partir do 30ºquilômetro, Mayra não apenas voltou a impor seu ritmo, como finalizou a travessia em uma distância maior que a planejada inicialmente. “Tínhamos colocado o objetivo de fazer 40km e, ao atingir essa meta, poderia subir ao barco. Mas como já me sentia bem, quis chegar até a Praia de Aldeia do Mato a nado e, por isso, somou mais 5km”, explica.

Durante o desafio, Mayra passou pelos municípios portugueses de Figueiró dos Vinhos, Ferreira do Zêzere, Tomar e Abrantes, sendo apoiada, das margens do rio, por diversos moradores de cada cidade, além de pessoas em barcos próximos.

Além do ineditismo, o desafio criado por Mayra foi parte da preparação da ultramaratonista para sua principal meta: dar a volta na Ilha da Madeira, com trajeto de 144km em cerca de 60h também em nado sem descanso. Até este momento, a juiz-forana já havia se tornado a primeira mulher a concluir a Ultramaratona Aquática da Ilha da Madeira , em 2019, e quebrado o recorde mundial de nado estático em piscina contracorrente, com 30h07min de prova sem parar.

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Cidades

Parque da Lajinha volta a receber público neste sábado

Após quase dois meses de portas fechadas, parque está aberto a visitação seguindo normas sanitárias

Após o avanço da cidade para a faixa laranja do Programa Juiz de Fora Pela Vida, o Parque da Lajinha volta a receber visitantes neste sábado (19). O local permanecia fechado desde 25 de maio, quando o município ingressou na faixa vermelha. Após a reabertura, o horário de funcionamento será das 8h às 14h, de terça-feira a domingo, e estará permitida a permanência de 200 pessoas no local ao mesmo tempo.

No sábado também acontece a distribuição de mudas ornamentais e será inaugurado um posto para arrecadação de alimentos não perecíveis e produtos de higiene, que serão doados à campanha Juiz de Fora Solidária.

A secretária de Sustentabilidade em Meio Ambiente e Atividades Urbanas (Sesmaur), Aline Junqueira, destacou a importância de manter os protocolos de segurança durante a reabertura. “O Parque da Lajinha é uma área verde de grande importância para a nossa cidade. Temos esperança de que, agora, com uma situação sanitária mais estável, vamos poder mantê-lo aberto de forma mais contínua. Nossa intenção é ter mais ações permanentes, de solidariedade e educação ambiental.”

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 5 de junho, a Sesmaur realizou ação semelhante no Parque da Lajinha. Foram 300 mudas distribuídas, além da arrecadação de 130 quilos de alimentos e uma cesta básica também doados para a campanha Juiz de Fora Solidária.

Exigências sanitária na reabertura

Segundo a Sesmaur é necessária a colaboração de toda população para o cumprimento das regras de funcionamento do parque, sobretudo o uso de máscara durante toda a permanência no local. Outras normas que estão em vigor são a proibição de ensaios fotográficos e de eventos e piqueniques. Também está suspensa a utilização de parques infantis e aparelhos de ginástica. O uso de bebedouros é permitido somente com garrafas ou copos, sendo proibido o jato diretamente na boca.

O serviço de pedalinho será mantido seguindo cuidados como a distribuição de senhas para evitar filas, uso de álcool em gel e higienização de equipamentos e coletes. Logo na entrada haverá aferição de temperatura e deverá ser mantida a distância mínima de dois metros entre cada pessoa, de acordo com a sinalização indicativa no chão.

O controle de todos os protocolos é realizado pelos servidores do parque, juntamente com a Guarda Municipal Ambiental. Segundo a Sesmaur, a reabertura do espaço foi possível devido à parceria com o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF).

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Cidades

Missa será celebrada pelos 130 anos do Colégio Academia
Prédio foi construído para ser o primeiro instituto superior de comércio do Brasil, o Academia de Comércio de Juiz de Fora. Crédito: Arquivo Academia.

Nesta terça-feira, 13 de abril, uma Missa Solene será celebrada às 19 horas na Capela Sagrada Família, que faz parte do complexo do Colégio Academia. A celebração em especial pelos 130 anos da instituição será presidida pelo Padre Gregório (SVD) e vai homenagear os benfeitores, religiosos, diretores, educadores verbitas (professores e colaboradores), além dos estudantes que fizeram e fazem parte das treze décadas de trajetória do tradicional Colégio.

Por conta da pandemia do Covid-19, a cerimônia não terá a presença de público, mas será transmitida pelo canal do colégio no YouTube. Quem desejar participar, pode acompanhar a transmissão, clicando aqui .

O Colégio Academia faz parte da história de um projeto arquitetônico e educacional que teve como influências a Escola dos Altos Estudos Comerciais de Paris, para ser o primeiro instituto superior de comércio de Juiz de Fora, que ainda na primeira década do século XX teve sua estrutura assumida pela Congregação do Verbo Divino e o direcionamento escolar voltado para os ensinos Educação Básica, Fundamental Anos Iniciais e Anos Finais, além do Ensino Médio.

SOBRE O COLÉGIO
O Colégio Academia é uma instituição da Rede Verbita de Educação que tem como propósito transformar vidas por meio da educação. Para isso, aplica a excelência de ensinar, educar e formar crianças e jovens prontos para o futuro. Oferece transparência e interação com a família e a comunidade em suas ações e projetos desenvolvidos. A proposta pedagógica da instituição é dialogar com a construção de uma formação humana e cristã com o empenho de uma equipe em constante formação e metodologias modernas de ensino.

Texto enviado por Dione Alves