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Cidades

Carandaí – Celeiro de Minas Gerais

Carandaí é conhecida como o “Celeiro de Minas Gerais”

O topônimo Carandaí ou Rio Carandás em vernáculo, originou-se, segundo alguns autores, de caranda – hy – termo tupi, que significa “palmeira d’água”. O Rio Carandaí servia de divisa entre Carijós (atual Conselheiro Lafaiete) e Prados.
Em 1726 um alvará exigiu a ermida de Nossa Senhora das Dores de Carandaí (propriedade particular de um sitiante chamado Manuel Gonçalves Viana), cujos vestiários permaneceram numa Capela deste título dentro da sede do município, hoje completamente inexistente.

A Lei 843 de 7 de setembro de 1923, simplificando o nome, criou o Município de Carandaí, desmembrando-o de Barbacena. Em 27 de abril de 1924, foi instalado o Município.

A Igreja de Nossa Senhora da Glória, mais conhecida como Igreja da Ressaca e considerada o cartão postal da cidade, foi construída em estilo barroco e tombada pelo patrimônio histórico. O acervo arquitetônico da cidade engloba as Igrejas Nossa Senhora Mãe dos Homens e Sagrado Coração de Jesus, a Estação Ferroviária, a Fazenda Contra-Mestre, o Coreto da Praça Barão de Santa Cecília, as Ruínas do Pontilhão da Antiga Ferrovia Pedro II e a Escola de Música da Prefeitura. No âmbito cultural destacam-se o grupo de seresta Os Vagalumes, premiado em diversos festivais, a Banda de Música Santa Cecília e a Festa do Sagrado Coração de Jesus com as danças de congado.

Dicas de Viagem: O destino possui cachoeiras como a da Fumaça e do Campestre, além do Rio Carandaí que é propício para prática de esportes. A Trilha com Vestígios da Estrada Real é boa opção para o turista que gosta de caminhadas.

Atrações

Igreja da Ressaca

Carandaí - Capela de Nossa Senhora da Glória -ipatrimônio

Constam em registros que datam do ano de 1736, a primeira capela de madeira, sob invocação de São Brás na localidade da Ressaca. Essa localidade hoje pertencente ao município, já era ponto de encontro de tropeiros e diligências que se dirigiam a Vila Rica de Ouro Preto, portanto, apresentando características de um povoado, anterior ao povoado que originou a sede atual do município. Em 1842 a Capela foi elevada a categoria de Capela pública e a padroeira passou a ser Nossa Senhora da Glória.

Estação Ferroviária

Estação Ferroviária

A estação de Carandaí foi inaugurada em 1881. “A cidade começou com uma igreja e dois sobrados laterais, construídos pelo Barão de Santa Cecília, que ali se fixara com seus escravos. O povoado começou a desenvolver-se realmente em 1881, quando foi atingido pelos trilhos da estrada de ferro, que deveriam chegar até Ouro Preto, então capital da Província. Durante 8 anos, que se gastaram na construção de um pontilhão, ficou sendo no município o ponto final da ferrovia. Nesse período Carandaí era ponto de convergência de mercadorias que, vindas do interior em lombo de animais ou carros de bois, se destinavam à Capital do País, ou desta para Ouro Preto e outras cidades da região. Ali permaneciam os tropeiros diversos dias à espera de novas cargas para regressar. Nessa época a cidade chegou a possuir quatro hotéis” (Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, vol. XXIV, IBGE, 1958, p. 362).

Ateliê do Zé Leão
Ateliê do Zé Leão
O ateliê do Zé Leão recebe visitas de turistas para ver a confecção de peças e efetuar compras e pedidos
Cachoeira do Campestre
Cachoeira do Campestre
Local da primeira hidrelétrica da região que produzia energia elétrica para a cidade de Carandaí. Na época, 50 hertz. A cachoeira tem uma queda de aproximadamente 200m, água limpa, próximo a nascente, local rodeado de vegetação nativa, pássaros e animais de pequeno porte

EVENTOS EM CARANDAÍ E REGIÃO

  • FESTIVAL CULTURAL E ENCONTRO DE FOLIA DE REIS em Casa Grande
  • FESTIVAL CULTURAL E ENCONTRO DE FOLIA DE REIS em Casa Grande
  • FESTA DE SÃO SEBASTIÃO em Casa Grande

ROTEIROS TURÍSTICOS EM CARANDAÍ

  • Rota do Queijo Terroir Vertentes

OPÇÕES PARA O SEU LAZER EM CARANDAÍ

  • PESQUE E PAGUE MAR E MAR
  • PESQUE E PAGUE PARAÍSO

Para saber mais, acesse o site https://www.minasgerais.com.br/

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/ ; http://www.camaracarandai.mg.gov.br/

Moda & Beleza

A blogueira e influencer Lili Veloso muito além dos likes

“Eu acho que ser mais transparente é uma questão de sobrevivência no mercado e as marcas têm a favor delas as redes sociais e os seus parceiros, então, começar a comunicar de forma proativa e não só reativa sobre a sua cadeia, sobre os porquês da marca, sobre quais os projetos que a marca está engajada, acho que isso já faz com que aproxime mais o consumidor daquela marca”.
– Sobre o que as marcas devem fazer para ser mais transparentes.

Nascida em Barbacena e criada em Carandaí, a blogueira e influencer Lili Veloso, que assina o Correio Fashion, aos 18 anos se mudou com o objetivo de estudar e, de quebra, ganhar o mundo. Atualmente, reside em Goiânia com o marido e dois cachorrinhos. Hoje, ela se define como uma pessoa livre, leve e despretensiosa, que não tem uma visão engessada e busca experimentar e compartilhar o que a vida pode oferecer de melhor, sempre atenta às questões humanitárias, sociais e ambientais.

Quase 20 anos depois, Lili consolidou seu nome no mercado. Muito além de likes, ela busca encorajar e empoderar suas seguidoras, conscientizá-las de sua importância e seu lugar no mundo. Com grande carinho por suas origens e sua história, tem o sonho de disseminar uma linguagem que realmente dê voz a todas as mulheres.

Este ano, ela lança um de seus mais ousados projetos — 70 dias entrevistando mais de mil mulheres ao redor do mundo, em busca de histórias de superação e coragem. Em um bate-papo com a Revista Viva Minas, Lili Veloso mostrou ao que veio, muito além do look do dia, a blogueira falou sobre moda sustentável, consumo consciente e mais.

Slow Fashion

Como blogueira e influencer, ligada ao universo fashion, Lili já observou o surgimento e o crescimento de diversos movimentos voltados para o consumo sustentável e consciente de moda, como o slow fashion e tantos outros e o reconhece como uma tendência que não se pode mais voltar atrás. “Eu acho que é saudável buscar a sustentabilidade também no universo fashion. A gente viveu nos últimos 15, 20 anos, um estouro do fast fashion e o slow fashion vem conter um pouco disso.

Eu acho que ele vem preservar não só a questão do meio ambiente e o perfil do trabalho que acontece nas grandes produções — que a gente tem muitas histórias de trabalho escravo, para a gente conseguir velocidade e preços baixos no universo do fast fashion — e ele vem

preservar a história que acontece ao redor da moda e obviamente todas as questões relacionadas ao meio ambiente, onde a gente precisa sim, se preocupar com o impacto que a gente tem causado”.

Lili explica que muitas vezes, por estar relacionada ao mundo fashion e às redes sociais, pode passar a ideia de superficialidade, autoconsumo, mas que a ideia de fato é ter produtos de qualidade e versatilidade, em vez de quantidade.

“Eu prezo muito mais por qualidade e versatilidade do que por quantidade. Eu sou a favor do slow fashion, acho que é uma caminhada ainda que nós temos que cumprir para evoluir e para conseguir aceitar o valor, porque essas peças acabam vindo com um valor mais alto. Mas a partir do momento que a gente entende que a gente vai comprar menos, porque os produtos têm mais qualidade, a gente vai literalmente trocar três por um, mas com um de qualidade. Vai estar respeitando o meio ambiente e vai estar de acordo com a tendência de comportamento de consumo”.

Outro movimento que vem ganhando cada vez mais espaço, o Fashion Revolution, criado em 2013, voltado para o lado social da moda, através da hashtag #QuemFezMinhasRoupas, dá cara aos trabalhadores da indústria de moda e às condições precárias em que às vezes a linha de produção acontece — obrigando cada vez mais que empresas trabalhem de forma transparente em seu ciclo de produção.

Para Lili, o surgimento de movimentos com este viés são consequência do momento em que estamos vivendo, de questionar vários assuntos. “Eu acho uma iniciativa extremamente madura. A gente fala tanto em extinção da escravidão, da exploração, de igualdade social, de direitos humanos, mas a gente às vezes faz vista grossa para esse tipo de problema”, conta.

A blogueira também revela que já desistiu de uma parceria na indústria cosmética. “Trabalhavam com produtos que não faziam sentido para mim. Os resultados positivos não eram superiores ao que poderia causar de malefícios à saúde e aí também entra aquela história de testes em animais, que para mim é inadmissível. Pelo menos, quando eu sei que a marca não se posiciona quanto a isso, eu me recuso a divulgar”.

E sobre o consumo consciente, Lili dá a dica: “a gente vai ter que fazer uma escolha e investir um pouco mais. Eu indico, isso é algo que eu faço, às vezes eu tenho menos peças no guarda-roupa, mas peças de mais qualidade”, explica. “A hora que a gente pega aquela peça e vê que ela realmente é boa, que ela vai aguentar muitas lavagens, que ela vai ser atemporal, então a gente tem que fugir das cores muito diferentes, que estão em alta na temporada, a gente tem que fugir das estampas. A estampa nunca é uma escolha inteligente para quem quer ter consumo consciente e peças com durabilidade no guarda-roupa”, finaliza.

BATE PAPO

Repetir look é chique?

Sim, repetir look é muito chique. É a prova de que você fez uma excelente escolha quando comprou aquela roupa, de que você se conhece, de que você sabe aonde está investindo seu dinheiro. Você valoriza seu dinheiro, você valoriza seu bom gosto e obviamente a cadeia produtiva. Então, sim, repetir look é chique, é recomendável, inclusive a Kate Middleton é famosa por repetir seus looks. Se a duquesa britânica repete, quem somos nós, não é mesmo?

O que você considera criatividade na moda?

Acho que a moda é uma arte e tudo que envolve arte é criatividade. Eu acredito que a criatividade é você saber conciliar o que você tem, num armário de anos, por exemplo, com o que está entrando agora. Essa capacidade de fazer um mix, conciliar o que você já tinha com o que acabou de comprar, isso para mim é uma criatividade na moda.

Qual o seu truque infalível na hora de dar cara nova a uma produção?

Eu indico cores sóbrias nas camisas. Camisaria é uma grande pedida para você ter um truque legal, brancas, pretas, lisas, roupas sem estampa e calças sóbrias, preta, branca e jeans. Com essas peças em uma mala de viagem a gente faz vários looks, então, a gente vai inovar nos acessórios, especialmente numa echarpe, lenço, cinto, maxi colar… às vezes uma terceira peça, um colete, uma jaqueta diferente, uma alça de uma bolsa que você consegue trocar. Acho que tudo isso é que dá um dinamismo para variar a cara de um mesmo look. Eu gosto de fazer os truques nas terceiras peças, que são esses itens, os lenços, cachecóis, acessórios, colares, cintos, bolsas, e por aí vai.

Texto: Flávia Pedrosa Fotos: Acervo pessoal Instagram : @liliveloso

Economia

Sebrae realiza curso de Licitações Públicas em Carandaí

O curso tem entre seu público-alvo Microempreendedores, empresas de pequeno porte e produtores rurais
O curso tem entre seu público-alvo Microempreendedores, empresas de pequeno porte e produtores rurais

 

O Sebrae realiza entre os dias 21 e 22 deste mês, na cidade de Carandaí, o curso “ Como vender para a Administração Pública”. O curso acontecerá no CDL de Carandaí com carga horária de 16 horas e tem como público-alvo micro e pequenas empresas que tenham como objetivo inaugurar um novo canal de negócios ou ampliar seu mercado através de vendas para a Administração Pública.

A ideia de desenvolvimento local traz consigo a participação de microempresas e empresas de pequeno porte. Os municípios que pretendem gerar emprego e renda precisam implementar ações que promovam a inclusão destas empresas na agenda de discussão da cidade.

Valorizar as MPE e seu potencial de desenvolvimento é uma ação que traz benefícios para toda a sociedade, à medida que faz com que o município se desenvolva de maneira segura e sustentável, pautando-se pela adoção de medidas relativamente simples, como a aplicação efetiva da Lei Geral, e valorizando o comércio local como indutor do crescimento das cidades.

O objetivo é apresentar aos empresários os benefícios da Lei Geral para as microempresas e empresas de pequeno porte, que contribuem com sua sustentabilidade e competitividade e ampliam seu mercado com menor risco, através da abertura de um novo canal de negócios com a Administração Pública, via compras governamentais.

Mais informações e inscrições podem ser feitas pelos telefones (32) 3332-9686/ 0800-570-0800.

SERVIÇO:

COMO VENDER PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Data: 21 e 22/08/017

Local: CDL Carandaí

Endereço: Praça Barão de Santa Cecília, 59 – Centro – Carandaí

Carga Horária: 16 hrs

Horário: 08:00 às 17:00

Valor: R$100,00 por participante