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Gastronomia

Governo de Minas e parceiros iniciam ações de promoção e reconhecimento da Cozinha Mineira como patrimônio cultural
BELO HORIZONTE Gastronomia Foto Acervo Setur MG Assessoria de Comunicação 9
Projeto é coordenado pela Secult-MG, Iepha-MG e Instituto Periférico

Em celebração aos 301 anos de Minas Gerais, o Governo de Minas dá mais um passo importante para o reconhecimento da Cozinha Mineira como patrimônio cultural. A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), por meio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), e o Instituto Periférico apresentam, nesta sexta-feira (3/12), ações do “Inventário da Cozinha Mineira”. O evento acontece no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, às 16h. 

O Inventário da Cozinha Mineira será composto pelo dossiê e por ações de salvaguarda e proteção da cozinha mineira. Nesse sentido, serão realizados estudos com a cadeia produtiva e afetiva da cultura alimentar mineira e também com relação ao conhecimento já sistematizado sobre o tema. Além da entrega do dossiê, o inventário prevê o desdobramento dos resultados da pesquisa em publicações que vão ajudar a promover a história, a diversidade e os protagonistas dos sabores e dos saberes da comida mineira, como vídeos, livretos, e um repositório digital na internet, incluindo também ações de capacitação como seminários e oficinas virtuais, para agentes culturais e turísticos, e palestras em escolas públicas.

“A Cozinha Mineira e todo o imaginário nela contido representam um diferencial para o posicionamento turístico de Minas Gerais e fortalecem a identidade cultural de todos os territórios do estado. A cozinha é um dos principais exemplos do que a promoção da transversalidade entre turismo e cultura pode fazer: fortalece a autoestima das pessoas envolvidas em sua cadeia produtiva, dá oportunidade para a inclusão econômica e traz à luz dois dos principais traços da mineiridade, que são o bem fazer e o bem receber”, afirma Leônidas Oliveira, secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

A proposta de reconhecimento da cozinha mineira como patrimônio cultural integra o Plano Estadual de Desenvolvimento da Cozinha Mineira, importante instrumento para a articulação de políticas públicas e parcerias envolvendo gastronomia, cultura, turismo e desenvolvimento econômico, lançado em fevereiro deste ano pelo Governo de Minas. O caminho a ser trilhado segue exemplos de países como França, México, e o conjunto de sete países europeus banhados pelo Mar Mediterrâneo, que projetaram suas gastronomias no cenário internacional seguindo esta trajetória. 

Etapas do dossiê da Cozinha Mineira

O dossiê será produzido em três fases simultâneas e complementares. Dois documentos técnicos vão fornecer subsídios para a construção da proposta de reconhecimento. O primeiro documento apresentará a metodologia de trabalho e a fundamentação teórica sobre o conceito de cozinha mineira, primordial para a inclusão dos bens a serem estudados. 

O segundo apresentará a proposta e os mecanismos de participação e validação da sociedade no processo de reconhecimento e salvaguarda da cozinha mineira. O projeto prevê a formação de um comitê composto por pesquisadores, especialistas, grupos e instituições setoriais da cultura alimentar, e por comunidades e/ou indivíduos detentores de práticas e saberes ligados à cozinha.

Os estudos conceituais e as recomendações técnicas vão orientar as pesquisas interdisciplinares, empíricas e documentais sobre o conjunto de bens culturais que constituem a cultura alimentar tradicional de Minas Gerais. Nesta etapa, o inventário vai levantar e analisar os registros de bens realizados pelos municípios do estado, promover encontros com os públicos de interesse e produzir o mapeamento territorial e afetivo do universo que compreende as dimensões da culinária regional.

A equipe de pesquisadores, liderada pelo Iepaha-MG, será formada por historiadores, antropólogos, sociólogos, comunicadores, produtores, gastrônomos e nutricionistas, dentre outros, além de contar com a participação das comunidades nos territórios estudados. 

A iniciativa tem o patrocínio da Gerdau, da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), por meio da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo Federal, e parceria da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), firmada através de acordo de cooperação técnica entre o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e o Instituto Periférico.

Saberes e sabores de Minas celebrados

Na ocasião, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) vem a Minas Gerais para comemorar, ao lado do Governo de Minas, a revalidação como Patrimônio Cultural do Brasil dos “Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal” inscrito no Livro dos Saberes do Iphan.

O projeto “Queijo Artesanal, saberes e sabores mineiros”, em fase final de tramitação na Lei Federal de Incentivo à Cultura, recebeu o patrocínio da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), de Araxá, uma das seis regiões que serão visitadas para o levantamento de aspectos históricos, culturais, turísticos e técnicos sobre os modos de fazer do queijo.

Instituto Periférico

O Instituto Periférico é uma organização social civil, sem fins lucrativos, que atua no empreendedorismo social criativo por meio da realização de projetos e programas de cultura, educação, turismo e patrimônio. Criado em 1999, possui ampla experiência na gestão de parcerias público-privadas.

Serviço
Lançamento dos projetos inventário da Cozinha Mineira e Queijo Minas Artesanal
Dia 3 de dezembro de 2021, das 16h às 17h30.
Jardim do Palácio da Liberdade: Av. Cristóvão Colombo, s/n – Funcionários, Belo Horizonte.

Fonte:

Cidades

Venda Nova: Novo livro da coleção “BH. A Cidade de Cada Um” aborda a história da lendária região

Lançamento do 35º título da coleção acontece no dia 27 de novembro, sábado, na Livraria Ouvidor Savassi, com sessão de autógrafos do autor, Bruno Viveiros Martins; livro aborda a história do distrito e da região de Belo Horizonte, cheia de lendas, lutas, lugares e personagens

Pouco antes do antigo Curral del Rey ganhar forma e da histórica Ouro Preto ser inaugurada, a região de Venda Nova pulsava há muito como um organismo vivo, capaz de alimentar a curiosidade e a fome de tropeiros e coronéis do século XVIII. Ao resgatar uma rede de histórias da época da Coroa até hoje, que envolve um time de futebol quase centenário, figuras emblemáticas como Padre Pedro Pinto, e lendas de arrepiar, como o Capeta da Vilarinho, o livro “Venda Nova”, do historiador Bruno Viveiros Martins, estampa a 35º título da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”. A publicação da Conceito Editorial será lançada no dia 27 de novembro, sábado, a partir das 11h, na Livraria Ouvidor Savassi, com sessão de autógrafos do autor. Na ocasião, exemplares do livro serão vendidos a R$25.

Nesta publicação, os editores da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”, José Eduardo Gonçalves e Silvia Rubião, se dedicaram a recuperar histórias quase esquecidas sobre Venda Nova, uma região que cresceu de forma indiscriminada, servindo de abrigo para viajantes, e que hoje condensa cerca de 250 mil moradores, praticamente como uma cidade — maior do que centenas de municípios de Minas Gerais. “Muitas vezes, o desenvolvimento acelerado de um lugar faz com que certas marcas históricas se apaguem, construções desapareçam, personagens sejam esquecidos. O resgate é nesse sentido, é uma atitude contra o esquecimento. O que o livro pretende é dar ainda maior visibilidade a esta bela história, fazendo o registro de um lugar que tem todos os méritos para integrar o patrimônio afetivo da cidade”, diz José Eduardo.

Por quase três séculos, Venda Nova pertenceu à Sabará, Santa Luzia e Ribeirão das Neves, antes de ser anexada à capital Belo Horizonte, em 1948. Durante o Brasil Império, a região desempenhou um importante papel político, comercial e religioso. O sucesso entre tropeiros e viajantes correu de boca em boca devido às inúmeras vendas que se instalaram por seu território — daí o nome da região — muitas delas de propriedade de portugueses, oferecendo desde a fartura de mantimentos, como arroz, feijão e toucinho, até produtos utilitários raros para a época, como querosene e couro. “Queria entender como um arraial fundado no século XVIII passou a fazer parte de uma capital planejada e inaugurada no século XIX. Ou seja, enquanto Venda Nova possui mais de 300 anos de história, Belo Horizonte tem pouco mais de 120 anos de existência”, comenta o autor do livro, Bruno Viveiros Martins.

Puxado por esse fio histórico, a partir de relatos de personagens que contam das próprias memórias as vivências da região, desde pessoas comuns até nomes mais reconhecidos de Venda Nova, como a dupla Neyde & Nancy, o chargista Duke e o humorista Geraldo Magela “Ceguinho”, o livro de Bruno Viveiros percorre desde os tempos do Império até a modernidade. A narrativa investiga figuras como Padre Pedro Pinto, o primeiro cidadão a conseguir habilitação para dirigir em Belo Horizonte, conhecido por ser um eloquente orador caridoso; até referências que se tornaram tradicionais na contemporaneidade, como o Baile da Saudade, que explodiu a cultura black soul por toda a capital mineira sob a influência de Toninho Black, e a Quadra da Vilarinho, famosa por abrigar a história da aparição de um Capeta, que rendeu notícia até no exterior, em publicação do jornal “The New York Times”.

Bruno Viveiros Martins – Foto Bianca de Sá-Papelícula

“Falo também dos armazéns, mercearias e mercadinhos que fazem parte da história de Venda Nova; do amor pelo esporte, a exemplo do futebol amador, do ciclismo e das corridas de cavalo; da luta dos moradores por melhores condições de vida, como o acesso à educação pública a partir de colégios como o Santos Dumont e o GETECO; da defesa das áreas verdes e espaços de sociabilidade pública, como o Parque Serra Verde, o Centro Cultural Venda Nova e o Centro de Memória Regional”, lista o autor.

Sobre o autor

O historiador Bruno Viveiros é doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pesquisador do “Projeto República: Núcleo de Pesquisa, Documentação e Memória” da UFMG e professor do Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte. Bruno nasceu e cresceu em Venda Nova como morador raiz da região. Foi campeão de futebol de botão de sua rua, no bairro São João Batista, e aluno das Escolas Municipais Antônia Ferreira e Geraldo Teixeira da Costa. Ele é autor do livro “Som Imaginário: a reinvenção da cidade nas canções do Clube da Esquina” (Editora UFMG, 2009), e produtor e apresentador do programa “Decantando a República”, da Rádio UFMG Educativa (104,5 FM).

“BH. A Cidade de Cada Um”

Desde setembro de 2004, a coleção “BH. A Cidade de Cada Um” vem construindo a memória afetiva da cidade por meio de textos literários escritos por pessoas de diversas gerações, escolhidas por sua grande identificação com os temas trabalhados. Tendo como ponto de partida suas vivências pessoais, eles falam sobre bairros, lugares, fatos e personagens diversos, sem o compromisso de se prenderem à história oficial, gerando grande empatia entre os moradores e admiradores da capital mineira.

Também fazem parte da coleção os seguintes 34 títulos: “Lagoinha”, de Wander Piroli; “Mercado Central”, de Fernando Brant; “Estádio Independência”, de Jairo Anatólio Lima; “Rua da Bahia”, de José Bento Teixeira de Salles; “Fafich”, de Clara Arreguy; “Parque Municipal”, de Ronaldo Guimarães; “Praça Sete”, de Angelo Oswaldo de Araújo Santos; “Livraria Amadeu”, de João Antonio de Paula; “Sagrada Família”, de Manoel Lobato; “Pampulha”, de Flávio Carsalade; “Cine Pathé”, de Celina Albano; “Caiçara”, de Jorge Fernando dos Santos; “Carmo”,de Alberto Villas e “Lourdes”,de Lucia Helena Monteiro Machado; “Colégio Sacré Coeur de Marie”, de Marilene Guzella Martins Lemos; “Carlos Prates”, de Humberto Pereira; “Morro do Papagaio”, de Márcia Cruz; “Maletta”, de Paulinho Assunção; “Montanhez”, de Márcio Rubens Prado; “Santa Tereza”, de Libério Neves; “Serra”,de Nereide Beirão; “Padre Eustáquio”, de Jeferson de Andrade; “Centro”, de Antonio Barreto; “Mineirão”, de Tião Martins; “Colégio Estadual”, de Renato Moraes; “Santo Antônio, de Eliane Marta Teixeira Lopes; “Viaduto Santa Tereza”, de João Perdigão; “Funcionários”, de Maria do Carmo Brandão; “Colégio Municipal”, de José Alberto Barreto; “Renascença”, de Ana Elisa Ribeiro; “Anchieta”, de José Márcio Vianna; “Campus da UFMG”, de Heloísa Murgel Starling; e “Arraial do Curral del Rei”, de Adriane Garcia.

Lançamento “BH. A Cidade de Cada Um: Venda Nova” (Conceito)
Quando. Dia 27 de novembro, a partir das 11h

Onde. Livraria Ouvidor Savassi (Rua Fernandes Tourinho, 253 – Funcionários)

Quanto. Entrada gratuita. O livro será vendido a R$25.
Mais informações. 
www.bhdecadaum.com.br

Cultura

Secult inaugura exposição de esculturas de Alfredo Ceschiatti, um dos mais importantes nomes do modernismo brasileiro e mundial
ceschiatti chafariz foto Rodrigo Câmara SecultMG
Algumas das obras serão exibidas publicamente pela primeira vez; mostra faz parte das celebrações do centenário da Semana de Arte Moderna

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), apresenta a exposição “Alfredo Ceschiatti – Recortes Modernos”, no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, em cartaz a partir deste sábado (27/11).

A mostra conta com obras que compreendem o período de 1942 a 1969. São 13 esculturas de Ceschiatti, em um recorte especial da obra deste que é um dos mais notáveis expoentes nomes do modernismo brasileiro e mundial. A exposição, que integra o Plano Descentra Cultura, da Secult, é o marco, no Brasil, das comemorações do centenário da Semana de Arte de 1922 e poderá ser vista pelo público, de forma gratuita, até 13 de março de 2022.

As obras são de propriedade da sobrinha do artista, Angela Ceschiatti, que é guardiã de sua memória. Algumas delas serão exibidas publicamente pela primeira vez, tais como “O Anjo” e “O contorcionista”.  Ambas as obras serviram como protótipos das obras finais realizadas para a Catedral de Brasília e o Teatro Nacional, em Brasília (DF).

A curadoria e expografia levam a assinatura de Rodrigo Câmara, superintendente de Bibliotecas, Museus, Arquivo Público e Equipamentos Culturais da Secult, que revela: “tenho a sensação de que o Palácio da Liberdade, em todo o seu ecletismo, encontra, nas obras de Ceschiatti, a modernidade e provocação que este importante movimento trouxe para o Brasil e para o mundo”.

O legado de Alfredo Ceschiatti

Artista plástico e escultor brasileiro nascido em Belo Horizonte (1918), Alfredo Ceschiatti ficou mais conhecido como criador de obras para decoração de prédios projetados por Oscar Niemeyer, de quem foi constante colaborador. Antes de se consagrar à escultura, viajou pela Europa (1938), especialmente pela Itália, de onde traz muita referência da produção escultórica romana. Voltou ao Brasil e entrou na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (1940). Três anos depois começou a ser premiado e ganhou diversas medalhas na divisão moderna do Salão Nacional de Belas Artes, inclusive o de uma viagem ao exterior (1945) pelo baixo-relevo do batistério da igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte.

Deu início a sua colaboração com Niemeyer, inclusive com várias encomendas para a construção de Brasília, como “As banhistas” ou “As Iaras”, em bronze, no espelho d’água do Palácio da Alvorada; “A Justiça”, em granito, em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal; “Os anjos” e “Os evangelistas”, na catedral; e “As gêmeas”, em bronze, na cobertura do Palácio do Itamaraty. Na Nova Cap, também ensinou escultura e desenho na Universidade de Brasília (1963-1965). No Rio de Janeiro, cidade onde morreu (1989), fez as figuras representativas para as forças armadas no monumento aos mortos da segunda guerra mundial.

ceschiatti palacioliberdade foto Rodrigo Câmara SecultMG

Visitação

A visitação pública à exposição “Alfredo Ceschiatti – Recortes Modernos” segue as normas de controle de acesso e quantidade de público de acordo com protocolos de segurança sanitária estabelecidos pelo Palácio da Liberdade. As obras estão expostas no hall interno do prédio, bem como no Salão de Honra, no segundo piso. Na área do jardim, no chafariz, a escultura “A Banhista”, de 1954, encontra seu lugar e complementa o cenário desenhado.

Dias de visitação pública: sábados e domingosIngressos são disponibilizados às quintas e sextas-feiras na plataforma SYMPLA, no seguinte endereço: https://www.sympla.com.br/appa

* Horários para visitação interna + jardins: 10h, 11h, 13h, 14h, 15h, com entrada de grupos limitados, em cumprimento ao protocolo de segurança sanitária. Duração de aproximadamente 40 minutos.

* Horários para visitação somente nos jardins: 10h15, 11h15, 13h15, 14h15, 15h15, também com entrada de grupos limitados, em atendimento ao protocolo de segurança sanitária. Duração máxima de 1h.

É necessário apresentar-se à recepção com 15 minutos de antecedência ao horário agendado e seguir as regras de visitação, disponíveis em: https://www.appa.art.br/palaciodaliberdade/regras-de-visitacao/

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Secult lança série de podcasts do Circuito Liberdade
14 10 2021 minivivaliberdade
Secult lança série de podcasts do Circuito Liberdade – Episódios serão divulgados quinzenalmente, disponibilizados nas principais plataformas digitais

Os espaços culturais e turísticos integrantes do Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, agora também estarão no Spotify e Google Podcast. É o novo podcast da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), que foi lançado nesta quinta-feira (18) e será divulgado quinzenalmente nas plataformas digitais.

O primeiro episódio da série é um bate-papo com o subsecretário de Cultura de Minas Gerais, Maurício Canguçu, para falar  “O que é o Circuito Liberdade” e sobre a importância deste reduto histórico para o Estado e a capital mineira.

O podcast é fruto de uma parceria entre a Secult e o Centro Universitário Una. Alunos e profissionais de diversas áreas da instituição de ensino conduzirão o projeto de audiovisual e produção jornalística. A escolha do Circuito Liberdade como tema central da iniciativa é em função da importância cultural e simbólico da capital mineira e de Minas Gerais, possibilitando a abordagem temáticas importantes ligadas ao Complexo Cultural com a flexibilidade de reprodução a qualquer hora ou lugar, por meio da internet. O produto será destinado aos cidadãos de Belo Horizonte, a priorizar moradores da região metropolitana e turistas que pretendem conhecer a cultura e beleza da cidade.
Segundo o subsecretário de Cultura de Minas Gerais, Maurício Canguçu, o podcast ajudará a apresentar os equipamentos do Circuito Liberdade para o público em geral, além de contar curiosidades e a história do complexo. “É um momento que todos os equipamentos, sejam museus, teatros, galerias de arte, fazem um trabalho em conjunto para potencializar esse que é um dos principais produtos turísticos e culturais de Minas Gerais. Então, o podcast ajudará a levar esse atrativo para mais pessoas, do estado e também para outras regiões”, disse.

Um dos responsáveis pela produção do podcast, o especialista em videomaker e produtor audiovisual da Una, Raphael Campos, reforça que até alguns anos atrás, jornais impressos, revistas, rádios e televisão eram os principais emissores de informação e entretenimento. Com a era digital, os conteúdos de áudio on-line cresceram consideravelmente até fazer parte do gosto dos brasileiros.

“O podcast está cada dia mais popular, o seu formato facilita o consumo enquanto estamos realizando outras tarefas. O rádio sempre foi uma mídia muito popular no Brasil, o que, junto com o acesso da população a smartphones com internet, facilitou a popularização do podcast por aqui. A pandemia também ajuda nesse consumo, é um momento em que queremos experimentar, consumir mais notícias e outras formas de entretenimento”, afirma.
Campos ainda afirma que a estrutura técnica disponibilizada pela Una foi indispensável para obter um bate-papo de qualidade com conteúdo relevante. “A conversa com o Maurício Canguçu está incrível! Todo o conhecimento dele sobre o Circuito foi passado de forma clara e muito interessante. Já estamos trabalhando nos próximos episódios, falando ainda mais sobre o Circuito Liberdade”, pontuou. 

Para Larissa Santiago, líder dos laboratórios de Publicidade e de Relações Públicas da Una, o primeiro episódio sintetiza a aproximação das pessoas à concepção amplificada do que é o Circuito Liberdade e apresenta de forma atrativa o valor dos equipamentos culturais que o integram. “Este episódio desvenda assuntos sobre os espaços culturais e qual a sua importância para a cultura, história e turismo de Belo Horizonte, a partir da visão de quem faz parte do governo e é amante das artes e culturas, como é o caso do Maurício Canguçu”, diz.

Circuito Liberdade

O Circuito Liberdade é um complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Sociedade

Cia Baobá Minas apresenta o XII Prêmio Zumbi de Cultura 2021
11 11 2021 minizumbi

O mês de novembro é marcado pelo Dia da Consciência Negra. Um dos eventos relacionados à data, em Belo Horizonte, é o Prêmio Zumbi da Cultura – Cia Baobá Minas, que celebra 12 anos de existência e será realizado de 16/11 a 20/11, na capital mineira. No dia 16/11 (terça-feira) às 19h acontece, no Grande Teatro do Sesc Palladium, a solenidade da entrega do Prêmio Zumbi de Cultura pela Cia Baobá Minas.

No dia 19/11 (sexta-feira) às 15h no XII – Prêmio Zumbi de Cultura – Cia Baobá Minas com Roda de Conversa: Diversidade, identidade e cultura e apresentação cultural da Cia Baobá Minas no MM Gerdau. E no dia 20/11 (sábado) às 16h a roda de conversa: 12 anos de trajetória do Prêmio Zumbi de Cultura e as produções negras na cidade, no canal do Youtube da Cia Baobá Minas.

Na data da solenidade de entrega do Prêmio Zumbi de Cultura – Cia Baobá Minas serão homenageados os premiados da edição 2021. O evento, que terá programação híbrida, com atividades on-line e presenciais, também contará com apresentações do Grupo Orí Samba, Jorge Dissonância, Cia. Baobá Minas, DiBantu e Luzmilla. Também haverá transmissão no canal de YouTube da Cia Baobá Minas.

A premiação do dia 16/11 é distribuída em 16 categorias: teatro, atuação política, dança, personalidade negra, manifestação cultural, música, menção honrosa, literatura, religiosidade e protagonismo juvenil. Foram criadas para a comunidade: resistência LGBTQI+, representatividade mirim, artes visuais, destaque homem negro e destaque mulher negra.

O projeto é idealizado por Júnia Bertolino, da Cia Baobá Minas, e o prêmio é confeccionado pelo artista plástico Jorge dos Anjos. Realizado desde 2010, através de parcerias com grupos culturais da cidade, com o apoio do Sesc Palladium, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), Fundação Municipal de Cultura e outros coletivos.

No XII Prêmio Zumbi de Cultura a programação está composta por: lives com temáticas que envolvem a posição do negro na sociedade brasileira, passando por história, educação, racismo, ações afirmativas e cultura; apresentações de grupos culturais que representam a arte negra; homenagem e premiação as pessoas que contribuem para a preservação da cultura afro-brasileira em Belo Horizonte e Minas Gerais.

Premiados 2021

Educação: Luci Lobato
Dança: Cynthia Reyder
Atuação Política: Álvaro Zulú Griot
Teatro: Grupo de Teatro Morro Encena
Música: Fabinho do Terreiro
Artes Visuais: José Eustáquio Neves de Paula
Literatura: Carolina dos Santos de Oliveira
Manifestação Cultural: Grupo Afro Arturos filhos de zambi
Religiosidade: Padre Rogério Messias dos Santos
Menção Honrosa: Mestre Guerreiro
Personalidade Negra: Ione  Maria  de Oliveira
Destaque Mulher Negra: Tia Rosa – Rosângela  Alves de Oliveira
Destaque Homem Negro: Leonardo Firmino dos Santos
Resistência LGBTQIA+: Azzula
Representatividade Mirim: Luan Manzo
Protagonismo Juvenil: Thiago Santos

Sobre a Companhia Baobá Minas
Criada em 1999, por Júnia Bertolino, a Companhia busca abordar o cotidiano do negro, a cultura, ritmos, poesia e dança afro-brasileira no intuito de trazer para o público uma imagem do negro em toda sua beleza e altivez.

Além disto, objetiva mostrar a cultura popular das diversas comunidades do território nacional ressaltando valores e temáticas importantes nesta cultura como a oralidade, memória, ancestralidade e identidade, sobretudo o notório saber dos mestres populares e a valorização da cultura de matriz africana.

A Companhia Baobá Minas já nos presenteou com várias outras performances, visto que já atuou há 22 anos na cena artística nacional. Suas performances iniciais foram “Fertilidade” e “Canto de Amani”.

Outras que valem a pena ser relembradas são o espetáculo “Quebrando O Silêncio” e o “Ancestralidade: Herança do Corpo”. A Companhia Baobá Minas também realiza diversas ações na cidade, em Centros Culturais, escolas públicas e fóruns.

Já participou em encontros como a COPENE – Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negro(as), Fórum Social Mundial, FAN – Festival de Arte Negra de BH, FIT – Festival Internacional de Teatro, Encontro de Cultura e Raiz, Fórum Social Mineiro, Encontro de Mulheres Negras, Conferência de Cultura, Fórum Nacional de Performance Negra, entre vários outros eventos.

Em 2015, a Cia Baobá Minas viajou até a cidade de Berlim, na Alemanha, levando sua performance ao Fórum Brasil – Alemanha. Esta viagem foi possível devido ao programa Circula Minas da Secretaria de Estado de Cultura – SEC.  Nesta mesma viagem, a idealizadora da Companhia, Júnia Bertolino, também ministrou a oficina “Corporeidades Negras Afro Brasileiras”.

Júnia também esteve apresentando com a Companhia Bataka na Itália, em Roma, no Festival Internazionale del Folklore em 2004.  Em 2010 e 2011 participou do III Festival Mundial de Artes e Culturas Negras em Dacar, no Senegal, e também esteve em Cabo Verde e Guiné Bissau, desta vez como pesquisadora.

Programação:

XII Prêmio Zumbi de Cultura 2021

16/11, ás 19h, Grande Teatro do Sesc Palladium

Grande Teatro do Sesc Palladium
R. Rio de Janeiro, 1046 – Centro, Belo Horizonte – MG, 30160-041

Ingressos: R$ 3,00 (Preço popular) pelo Sympla

19/11 às 15H: 

 XII –  Prêmio Zumbi de Cultura –  Cia Baobá Minas  com  Roda  de  Conversa: Diversidade,  identidade e cultura.   Apresentação cultural da Cia Baobá Minas  e  convidados no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal

Convidadas:

Ione Maria de Oliveira (Quilombo Mangueiras)

Junia Bertolino (Idealizadora Prêmio Zumbi de Cultura e Fundadora da Cia Baoba Minas)

Makota Cassia kidoiale (Quilombo Manzo Ngunzo)

Performance Cia Baoba Minas (canto, poema e dança) Corporeidades Negras.

No instagram do Prêmio Zumbi de Cultura.

20/11 às 16H – Live/roda de conversa: 12 anos de trajetória do Prêmio Zumbi de Cultura e as produções negras na cidade.

No canal do Youtube da Cia Baobá Minas.

Informações:
(31) 99917-6762 – (31)971521988
@premiozumbidecultura

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

1º ‘Festival Noh! – Minas Dança a Dois’ traz entrevistas e workshops em resgate da dança de salão

Com entrevistas e aulas online, o evento traz 22 atividades gratuitas que abordam temas contemporâneos, como os papéis de gênero, a negritude e o protagonismo das mulheres na dança; programação começa no dia 20 de novembro, sábado

Foto: Alice Guimarães

Para além das técnicas de expressão corporal, as danças de salão envolvem uma cadeia de afetos sobre a memória de pessoas e lugares, com um vasto impacto histórico e social provocado pelo ato de dançar a dois. Com base nesses elementos de diálogo entre o gingar dos corpos e a sociedade, o 1º Festival Noh! — Minas Dança a Dois, vai oferecer uma imersão sobre as raízes, possibilidades e profissionalização das danças de salão em Minas Gerais. Na programação, a partir de 20 de novembro, serão 22 atividades gratuitas e realizadas de forma online, entre entrevistas e workshops com renomados nomes da dança de salão em Minas Gerais, abordando temas que vão desde a produção artística até os papéis de gênero na modernidade e sua consequente desconstrução dentro dos salões de dança. Toda a programação está disponível em www.noh.art.br

O 1º Festival Noh! nasceu de um desejo antigo de Guilherme Veras, que há 21 anos atua como educador, pesquisador e especialista em linguagens das danças de salão, dominando com fluidez seus gêneros, do Blues ao Forró; do Lindy hop ao Bolero. Apesar dos vastos eventos de dança de salão realizados em Minas Gerais, além de um alto número de escolas dedicadas às técnicas dos gêneros — apenas em Belo Horizonte são cerca de 80 academias de dança — ainda faltava registrar os personagens, as memórias, os costumes e tradições que envolvem as danças de salão, refletindo sobre essa arte para além da técnica.

“Apesar das danças de salão serem tradicionais e importantes dentro da nossa sociedade, atraindo um grande público, não existem muitos festivais e encontros para expor as suas histórias, culturas e ideias. A maioria dos eventos é de caráter prático. Além disso, existe pouca representatividade e visibilidade nos setores culturais e artísticos tradicionais”, explica Guilherme. “Muitos professores das danças de salão não se sentem aptos para atuarem profissionalmente e artisticamente, pois não enxergam o seu ofício como parte do ‘movimento da dança ou da arte’, porque não existe uma solidez da memória de quem ajudou a construir a cena”, completa Guilherme.

Nascida no berço renascentista europeu, e introduzida no Brasil pela corte portuguesa, que inaugurou o formato do abraço entre os pares junto a papéis de etiqueta para “cavalheiros e damas”, a dança de salão também recebeu influências diversas dos indígenas e dos povos africanos, com criatividade, espontaneidade e improviso, formatando misturas únicas entre as expressões do corpo, do Ballet ao Samba, do Pasodoble ao Maxixe. “Ao longo da história, as danças de salão ocuparam diversos espaços, desde clubes burgueses de prestígio social a encontros e festejos populares nos guetos e comunidades, criando aproximações sociais únicas. Hoje, as danças de salão carregam essa dualidade associada a diversos outros saberes”, diz Guilherme.

Programação
As raízes das danças de salão, bem como os seus desdobramentos nas representações e discussões importantes da contemporaneidade, a partir de questões ligadas a negritude e debates raciais, protagonismo das mulheres e cultura LGBTQIA+, por exemplo, norteiam a programação do 1º Festival Noh!, viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc. O material multimídia, com 11 entrevistas e 11 workshops, foi previamente gravado, editado e disponibilizado gratuitamente no site www.noh.art.br. Os vídeos entram no ar dia 20 de novembro, a partir das 17h,  com classificação livre e para todos os públicos.

Entre os professores e palestrantes estão grandes referências como Jomar Mesquita, fundador e diretor artístico da Mimulus Cia de Dança e coreógrafo de companhias como Bolshoi do Brasil, Grupo Galpão, Ballet Jovem de Minas Gerais, entre outras; e Mauro Fernandes, dos principais jurados de dança de salão no país, com 31 anos de atuação, tendo participado como jurado de programas como “Dança dos Famosos” (Globo) e “Se Ela Dança eu Danço” (SBT).

Também há presença da bailarina Fabiana Dias, apresentando a pesquisa sobre binarismo de gênero e heteronormatividade no universo da dança de salão, a partir de reflexões sobre o machismo e o colonialismo. Na mesma linha, com abordagem feminista sobre os papéis de gênero, a professora de dança de salão ou “dança a duas”, Luiza Machado, debate pesquisas sobre negritude e higienização da dança de salão, gordofobia e imposições de padrões de imagem e de hierarquia de gênero.

Os outros convidados são Daniel Vidal, melhor bailarino mineiro no ano de 2006 pelo prêmio SESC/Sated; Samuel Samways, um dos curadores e idealizadores do Festival de Dança de Salão Contemporânea, com trabalho focado na interseção das danças tradicionais latino-americanas, danças sociais e capoeira; Rodrigo de Castro; diretor da Grupo Experimental Mimulus de 2011 a 2016, Coreógrafo da cia Mimulus e ex-professor da Universidade Tuiuti do Paraná; Izabela Miranda, professora de dança de salão com foco em ballet, jazz, afro e samba de roda, e fundadora do grupo cênico-percussivo Xicas da Silva; Welbert de Melo, dançarino e coreógrafo, com formação pela UFMG em Pedagogia do Movimento Para o Ensino da Dança e diretor da Cia Café com Dança; e Gustavo Fraga, bailarino com pesquisas em danças de salão e danças folclóricas, tendo passagens por companhias como Grupo Sarandeiros, Grupo Aruanda e Mimulus Cia de Dança, além de outros convidados com participações especiais.

Este projeto é realizado através do Edital 16/2020 referente aos Recursos da Lei Aldir Blanc disponibilizados pelo Governo Federal e Secretaria do Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

Foto: Alice Guimarães

Sobre Guilherme Veras
Natural de Belo Horizonte, Guilherme Veras, de 36 anos, atua desde 1999 como educador e especialista em linguagens de dança a dois (danças de salão), capoeira e culturas populares. Fez parte do GE da Mimulus CIA de Dança e estudou na Escola Mimulus, tendo contato com danças norte-americanas como o Lindy Hop, Swing West Coast e Hustle, entre outras áreas do saber ligadas à dança. Em 2011, foi o primeiro profissional das danças de salão a trabalhar sem a definição/aplicação de gêneros em suas aulas em BH, criando uma metodologia inclusiva, onde uma das propostas é a dessexualizar os movimentos da dança.

Em 2015, fez sua primeira viagem à Europa e fundou o coletivo artístico Manifesto 1, que conta com artistas e parceiros de centros de referência em arte e dança de Minas Gerais e do mundo. Na mesma época, começou sua pesquisa e imersão em Blues Dance, performando em festivais como “Blues no Morro”, “Horizontes Blues”, “Festival Chapadas Folk´n Blues”, “Lavras Novas Jazz Festival”, “Festival Banco do Brasil – Seguridade de Blues e Jazz”, “Festival Folk Sessions”, “Festival BlueStock”, entre outros. No movimento do Forró, produziu, em 2016, o primeiro festival de pesquisa e formação em dança voltado à dança/cultura popular, o “BH Forró Festival”, que uniu profissionais e estudantes de todo o mundo e profissionais de 5 Estados. Também realizou, dois anos depois, o maior flashmob de Forró da história, com mais de 1.500 pessoas: o “Retrato de um Forró,” na Praça da Estação. Fundou, ainda, o coletivo Forro.org, visando acelerar projetos culturais em torno da cadeia produtiva do Forró.

Em 2017, foi o primeiro profissional das danças de salão a participar do programa “Circula Minas”, da Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais, voltado para formação, pesquisa e difusão cultural. O projeto possibilitou o intercâmbio com profissionais de Blues pelo mundo, através do Festival “Baby Blues Baby”, em Londres, na Inglaterra. Como contrapartida ao incentivo estadual e forma de disseminar a Blues Dance, linguagem pouco conhecida no Novo Continente, ofertou mais de 15 workshops gratuitos distribuídos ao longo de dois anos. O trabalho resultou no primeiro curso brasileiro de Blues Dance, com mais de 200 alunos formados entre os anos de 2018 e 2019, pelo projeto da sua “Escola de Artes Integradas”. Em 2019, o artista levou o movimento do Forró para a “Virada Cultural de BH”, com o projeto Forró Sound System, que contou com uma produção coletiva e 22 DJs, três Workshops e um palco de 24 horas de música e dança. Também atuou, em 2019 e 2020, na produção de eventos como “Rainhas do Cangaço (Forró para a juventude no CRJ)”, “I Fórum Estadual Forró de Raiz de Minas Gerais”, “I Fórum Internacional de Forró”, “Festival São João na Rede Solidário”, entre outros.

Para além da dança, Guilherme Veras possui mais de 20 anos de experiência em Gerência de Projetos de Sistemas de Informações e Desenvolvimento Web, Marketing Digital, UX e Design. Cursou Sistemas de Informações (PUC/Minas), Ciências Econômicas (FEAD/MG), e Biblioteconomia (ECI/UFMG), além de possuir outras diversas qualificações em tecnologias da informação e comunicação.

1º Festival Noh! – Minas Dança a Dois
Quando:
Estreia dia 20 de novembro, às 17h
Onde: Toda a programação está disponível em www.noh.art.br
Quanto: Gratuito, com inscrição prévia pelo site
Mais. www.noh.art.br

Cultura

Programação do FestCurtasBH conta com filmes de 26 estados, de 112 países

Em destaque, o conceito de COSMOPOÉTICA, do filósofo DÉNÈTEM TOUAM BONA; Mostra híbrida contemplará exibição pela plataforma Cine Humberto Mauro/MAIS e em sessões presenciais no Palácio das Artes

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O Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte – FestCurtasBH chega à 23ª edição entre os dias 4 e 14 de novembro de 2021. O evento exibirá uma centena de filmes, entre Mostras Competitivas, Paralelas e Especial, distribuídas ao longo de 28 programas. Em 2021, foram recebidas 2.795 inscrições de produções de 26 estados brasileiros e de 112 países.

Este ano, o FestCurtasBH será realizado através do cineHumbertoMauro/MAIS, plataforma on-line exclusiva da Fundação Clóvis Salgado, desenvolvida para abrigar a programação do Cine Humberto Mauro, com acesso gratuito do público, e contará com exibição de filmes, mostras temáticas, performances, master class e debates, além da oficina de crítica Corpo Crítico, que chega a sua 4ª edição consecutiva. Os fãs de cinema e do audiovisual poderão, ainda, ter acesso à parte das sessões fílmicas de maneira presencial, no Cine Humberto Mauro, respeitando as medidas sanitárias em vigor, como obrigatoriedade do uso de máscaras e restrição da capacidade da sala.

Durante os onze dias de evento, o público poderá conferir um conjunto representativo da atual produção cinematográfica nacional e internacional, reunido em torno de temáticas de marcada relevância. A programação conta ainda com obras que promovem uma conversa fílmica fecunda e original com a obra e o pensamento do filósofo de origem francesa e centro-africana Dénètem Touam Bona. Seus conceitos de cosmopoética e marronagem inspiram a Mostra Especial Cosmopoéticas do (In)visível, um conjunto de produções em curta-metragem que expressam de forma inquieta e inventiva uma “poética da fuga”.

A exemplo das edições anteriores, 23º FestCurtasBH promove a valorização da produção curta-metragista em seus diversos contextos e abordagens, contribuindo para pensar a contemporaneidade junto ao público em constante processo de formação e transformação, e evidenciar um cinema engajado estética e politicamente nas diversas lutas históricas.

Mostras competitivas, paralelas e especiais
O 23o FestCurtasBH dará acesso a uma programação diversificada que apresentará, nas mostras competitivas, produções recentes nacionais e internacionais e também uma mostra de caráter competitivo dedicada exclusivamente à produção mineira. O evento apresenta uma seleção de curtas que propõem formas singulares de articular debates em torno dos filmes contemporâneos e mostras paralelas que abordam e friccionam temáticas que incidem fortemente no presente: a construção e/ou retomada de imagens, com suas necessárias implicações estéticas e políticas e as representações de dimensões do trabalho no mundo contemporâneo.

Em 2021, o evento exibe também a mostra especial Cosmopoéticas do (In)visível, formada por cinco programas e dedicada ao pensamento do filósofo Dénètem Touam Bona. A mostra se inspira especialmente nas noções de cosmopoética e marronagem, tal como desenvolvidas pelo autor, propondo-se a pensar uma poética da fuga e experiências furtivas de resistência através do audiovisual. A marronagem, pensada “menos como uma forma de conquista do que de subtração ao poder”, um “processo contínuo de liberação”, aponta para experiências que atravessam tempos e espaços, sejam afrodiaspóricas, – como os quilombos, quer históricos ou atuais, e em suas várias expressões: silvícola, urbana, artística –, ameríndias, de refugiados e em várias outras formas de “sabedorias astuciosas” que atuam em modo menor.

Três curadoras e curadores convidados – Anti Ribeiro (curadora, cineasta e pesquisadora residente em Pernambuco); Tatiana Carvalho Costa (pesquisadora, cineasta e curadora residente em Belo Horizonte) e Wally Fall (curador e cineasta residente em Martinica) – criaram cada qual um programa, propondo um diálogo entre sua própria pesquisa curatorial e a obra de Touam Bona. A esses três programas, somam-se mais dois elaborados pela equipe de programação do Festival.

Protocolo de funcionamento do Cine Humberto Mauro

  • A ocupação da sala de exibição está limitada a 50 lugares garantindo o distanciamento social entre o público.
  • Os assentos e espaços destinados aos deficientes físicos e/ou com baixa mobilidade ou necessidades especiais ficam restritos a porcentagem limitada de ocupação da sala de exibição.
  • Fluxo de entrada de acordo com um volume mínimo de 10 pessoas por vez.
  • Para garantir a distância mínima entre as poltronas, os lugares demarcados não devem ser ocupados, estabelecendo uma distância entre as poltronas.
  • O público deve ocupar a poltrona numerada indicada no ingresso. É possível escolher o seu assento disponível através das plataformas digitais e presenciais de emissão de ingresso.
  • O público deve respeitar o protocolo de saída das sessões a fim de evitar aglomerações.
  • É obrigatório o uso de máscara para acesso ao Cine Humberto Mauro e durante a sessão.
  • Não será permitido o consumo de alimentos e bebidas, exceto água.
  • A conferência e leitura de ingressos deverá ser visual ou através de leitores óticos, sem contato manual por parte do atendente.

O 23º FestCurtasBH é realizado pelo Governo de Minas Gerais, através da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, pela Fundação Clóvis Salgado; e correalizado pela APPA – Arte e Cultura. Possui patrocínio master da Cemig, Anglogold Ashanti e da Unimed-BH / Instituto Unimed-BH , por meio das Leis Federal e Estadual de Incentivo à Cultura; da Codemge – Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, patrocínio ouro; da MGS – Minas Gerais Administração e Serviços, patrocínio bronze, viabilizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte; e com o apoio cultural da Embaixada da França e Aliança Francesa.

A Fundação Clóvis Salgado é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e de cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Educação

Secult promove doação de livros a instituições de Minas

Obras da Coleção Biblioteca Básica Brasileira foram cedidas pela Fundação Darcy Ribeiro

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Para fomentar o acesso à leitura e à literatura, no âmbito do Programa Descentra Cultura, a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) realiza a doação de livros da Coleção Biblioteca Básica Brasileira a 20 equipamentos do estado. As obras foram cedidas à Secult pela Fundação Darcy Ribeiro e começam a ser distribuídas às instituições a partir de sábado (6/11). É uma ação feita por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais (SEBP-MG).

Com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), que fará a logística de entrega do material por viaturas ou aeronaves, e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), os livros serão distribuídos em bibliotecas, arquivos e institutos dos municípios de: Belo Horizonte, Divinópolis, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Ouro Preto, Patos de Minas, Poços de Caldas, Santa Luzia, São João del Rei, Uberaba e Uberlândia.

Para o secretário de estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, o trabalho coletivo que vem sendo realizado para apoiar as instituições culturais em Minas já evidencia resultados positivos. Segundo o titular da pasta, esse esforço conjunto é reflexo das diretrizes do Descentra Cultura que visam municipalizar as políticas públicas do setor, colocando os municípios mais distantes da capital como foco de diferentes ações

“Contar com o apoio da Polícia Militar para realizar a distribuição desse rico acervo da Fundação Darcy Ribeiro é fundamental para que as ações de descentralização das políticas públicas da cultura cheguem a todos ao maior número de pessoas. Não estamos distribuindo apenas coleções de livros; estamos garantindo que os municípios tenham acesso à leitura e à literatura de uma forma ampla e descentralizada”, destaca Leônidas Oliveira.

Além disso, a doação dos livros fortalece o intercâmbio entre os estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, já que as duas Unidades da Federação integram a Rota Turística Via Liberdade, ação do programa Reviva Turismo, da Secult. O novo roteiro, lançado em 29 de outubro, interliga belezas históricas, culturais e artísticas de Minas e Rio, além de Goiás e Distrito Federal, na BR-040.

O acervo que será entregue às instituições culturais contempla diferentes produções literárias, entre matérias didáticos e obras de literatura. Ao todo, são 50 títulos da Coleção Biblioteca Básica Brasileira e outros 13, que integram o acervo geral da Fundação Darcy Ribeiro. As obras propõem reflexões sobre o que é o Brasil, seu povo, sua história, sua cultura. Os temas propostos abordam “O Brasil e os brasileiros”; “Cronistas da edificação”; “Cultura popular e cultura erudita”; “Estudos brasileiros”; e “Criação literária”.

Em 2014, a Fundação Darcy Ribeiro lançou os primeiros 50 títulos impressos dessa coleção. Todos os volumes contam com projeto gráfico, texto atualizado e prefácio de especialista sobre a obra e o autor. A ação integra o início das comemorações do centenário de nascimento do mineiro Darcy Ribeiro (26/10/1922), antropólogo, historiador, sociólogo, escritor e ex-ministro da Educação e que dá nome à fundação, sediada na cidade do Rio de Janeiro.

Para celebrar a data, a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais também já deu início ao planejamento das ações que vão marcar os 100 anos de Darcy Ribeiro. Toda a programação será divulgada em breve, nos canais oficiais da instituição.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Museu Mineiro inaugura exposição coletiva ““Poder sair, poder chegar, poder viver””
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Imagem: João Castilho 

O Museu Mineiro inaugura nesta sexta-feira, 05 de novembro, às 19 horas, a exposição temporária coletiva “Poder sair, poder chegar, poder viver”, que reúne obras de 14 artistas em diferentes linguagens, como pintura, escultura, fotografia e audiovisual.

Inspirada na canção “Terra Prometida”, do cantor e compositor brasileiro Vinicius de Moraes, a mostra tem por intuito falar do direito mais primordial dos seres: ir e vir, sair e chegar.

“A reabertura dos museus e espaços culturais é o sintoma mais cândido de melhora das condições massacrantes impostas pela pandemia do Sars-Covid-2”, comenta Rafael Perpétuo, coordenador do Museu Mineiro e curador da exposição. “O que buscamos é uma prometida terra, sem doenças, misérias, corrupção. É o que o povo merece depois de mais de ano sofrendo as consequências de um mundo desequilibrado”, complementa.

Para a exposição foram convidados artistas contemporâneos e selecionadas obras do acervo do próprio Museu Mineiro que, juntas, conversam entre si, em narrativas que abordam caminhadas, chegadas e partidas, novos começos e perspectivas de futuro.

Obras de Paulo Nazareth a Tarsila do Amaral

Dentre os trabalhos expostos destaca-se a série de vídeos do consagrado artista Paulo Nazareth. Produzidos entre os anos de 2012 e 2013, “Cine África”, “Árvore do Esquecimento”, “Ipê Amarelo” e “Cine Brazil” falam sobre o tempo e têm como pano de fundo locais muito reconhecíveis da cidade de Belo Horizonte. Outro destaque é a série de gravuras da artista Tarsila do Amaral, o conjunto, que pertence ao acervo do Museu Mineiro, rememora a pureza do contato humano com a natureza, espaço no qual, por um período, tivemos de ficar afastados durante a pandemia, assim como dos museus.

Para Rafael Perpétuo, “a arte tem dessas coisas, de mostrar novos caminhos, novas possibilidades, instigar as reflexões. Esta exposição tem a intenção de renovar esperanças e ampliar o olhar do público, especialmente porque apresentamos diálogos entre artistas jovens e obras de nosso acervo, demonstrando os aspectos atemporais da arte”. E completa: “os museus, de longe, são os espaços culturais mais seguros, antes mesmo da pandemia, já tínhamos protocolos bastante rígidos: limite de público, acessibilidade, cuidados com o espaço e obras. Logo, é importante entender como um sinal de que há uma vida por se renovar nesse momento”.

A exposição ficará em cartaz até 28 de novembro de 2021, e a entrada é gratuita.

Relação de artistas e obras:

Bárbara Schall: “Platea” – video, 2021
Bruno Rios: “Monuments of Paquetá” – fotografia, texto e matérias de jornal, 2017
Clarice Steinmüller: “Faço Carreto” – vídeo, 2016
Irma Renault: “O ano todo acontecem concursos, festivais” – desenho, 1985
João Castilho – Paisagem Submersa – fotografia, 2006
José Alberto Bahia: “A Dança do Tempo” – texto autoral, 2021
Lucas Dupin: Sem título (pedagogia) – vídeo, 2018
Noemi Assumpção: “Condição Atual” – vídeo, 2020/2021
Paulo Amaral: “Colégio Marista” – pintura, 1980
Paulo Nazareth: “Cine África”, “Árvore do Esquecimento”, “Ipê Amarelo”, “Cine Brazil” – vídeo, 2012/2013
Renato de Lima: “Flagrante”; “Vista do Interior” – pintura, séc. XX e 1932
Shima:  “Agora” – vídeo, 2020
Simone Pazzini: “Utopia Scoth Bar” – video e escultura, 2020
Tarsila do Amaral: Série “Natureza” – gravura, séc. XX

Serviço: 
Exposição temporária “Poder sair, poder chegar, poder viver”
Período: 06 a 28 de novembro de 2021
Horário: terça a sexta das 12h às 19h, sábado e domingo das 11h às 17h
Local: Museu Mineiro
Av. João Pinheiro, 342 – Centro – BH/MG
E-mail: museumineiro@secult.mg.gov.br 
Facebook: https://www.facebook.com/museumineiro.mg/
Instagram: https://www.instagram.com/museumineiro/
Site: http://www.museumineiro.mg.gov.br/

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Memorial Vale reabre para visitações
28 10 2021 minimemorial

O Memorial Minas Gerais Vale voltou a receber o público presencialmente desde de quarta-feira (27/10), para visitação do espaço e acervo. A programação artística, incluindo as exposições, e também as ações do Educativo continuarão on-line, pelo YouTube, site e Instagram. Desde que o Memorial Vale fechou por causa da pandemia, em 17 de março de 2020, o museu passou a oferecer atrações online, completando até o momento 585 ações culturais e educativas ofertadas pelo YouTube, site e Instagram.

O Memorial Vale também está oferecendo atrações especiais para comemorar seus 10 anos de atuação como propagador da cultura em Minas Gerais. Serão lançados, ainda em novembro, um livro e um vídeo comemorativo; uma exposição temporária especial para visitação presencial nas galerias do museu; ações em parceria com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e eventos especiais dentro dos projetos do Memorial. Também em novembro, no dia 21, integrando o projeto Memorial Instrumental, com curadoria de Juliana Nogueira, haverá o show virtual da cantora e multi-instrumentista mineira de Sabará, Nath Rodrigues. Dentro do Diversidade periférica, que conta com a curadoria de Patrícia Alencar, está prevista a participação online do rapper paulista Dexter, em data a confirmar.

Em dezembro, ainda dentro das comemorações dos 10 anos do Memorial Vale, o projeto “Dança em Trânsito” fará apresentação na escadaria externa e algumas performances em determinadas salas do Memorial.

Protocolos de segurança:

Os protocolos de segurança são os recomendados pela Prefeitura de Belo Horizonte, como o uso da máscara durante toda a visita e estar com a temperatura corporal abaixo de 37,5º e também os definidos no site do Memorial Vale: (http://memorialvale.com.br/pt/visite/reabertura/) conforme abaixo:

COVID-19
Regras e protocolos para visitação

  1. Uso obrigatório de máscara, a partir dos 4 anos de idade, durante todo o período da visita;
  2. Distanciamento mínimo de 2m entre as pessoas;
  3. Grupos familiares permitidos: máximo de 5 pessoas juntas;
  4. Respeitar as sinalizações e orientações dos funcionários;
  5. Priorizar o uso de escada. O elevador está com a capacidade máxima reduzida e a prioridade de uso é para pessoas com mobilidade reduzida;
  6. Respeitar o limite máximo de pessoas por sala. Fique atento à informação na entrada de cada ambiente (adesivo no chão);
  7. Alguns espaços se encontram temporariamente desativados em função de suas características. São eles: Café, Midiateca e Guarda-Volumes;
  8. Em função do fechamento do Guarda-Volumes, a entrada portando bolsas está temporariamente permitida. Pedimos atenção e cuidado com cenários.
  9. Os bebedouros estão interditados. É permitido portar garrafas de água, mas pedimos que o consumo ocorra somente nos corredores e sala Ler e Ver.
  10. Está suspenso o empréstimo de fones de ouvido e guias multimídia;
  11. Tótens e dispensers de álcool gel estão disponíveis em diversos ambientes.
  12. Não será permitida a entrada de pessoas com temperatura acima de 37,5ºC.

Atrações da semana

Nesta última semana de outubro o Memorial Vale traz shows, dança e performance para balançar o público. Entre as atrações, o filme-show “Mestiço”, de Nobat, a ousada apresentação de dança de Sérgio Penna; o show “Adrianna 30 anos – Ainda dá para acreditar”, e a apresentação de Mariane Guimarães, no Memorial Instrumental. As ações do Educativo “Sementes da Diáspora” e “Dicas Pretas”, que ressaltam a valorização da cultura negra, acontecem na quarta-feira e na sexta-feira. Quatro exposições estão em andamento no site do Memorial Vale: “Entre a Fenda e o Abismo”, de Bárbara Schall; “As Coisas Não Conhecem Começo e Nem Fim”, de Júlia Baumfeld e “Estudos Cartas”, de W Mota e a mais recente, “Colheres”, de Hanna Brener. Parte da programação foi selecionada por meio da Convocatória de Programação do Memorial Vale 2021.

O horário de funcionamento do Memorial Minas Gerais Vale será:

De terça a sábado: das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.

Aos domingos: das 10h às 15h30, com permanência até as 16h.

As visitas são gratuitas e não é necessário agendamento.

Memorial Minas Gerais Vale  10 anos com você

O Memorial Minas Gerais Vale está completando 10 anos com muitas histórias para contar. O museu já recebeu mais de 1,1 milhão de pessoas, de todos os lugares do Brasil e de outros continentes. São mais de 1.600 eventos realizados e cerca de 200 mil pessoas em visitas mediadas. Integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, um dos maiores complexos de cultura do Brasil. Caracterizado como um museu de experiência, com exposições que utilizam arte e tecnologia de forma intensa e criativa, é um dos vencedores do Travellers’ Choice Awards do TripAdvisor. Na curadoria e museografia de Gringo Cardia, cenários reais e virtuais se misturam para criar experiências e sensações que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI.

Mais que um espaço dedicado às tradições, origens e construções da cultura mineira, o Memorial é um lugar de trânsito e cruzamento entre a potência da história e as pulsações contemporâneas da arte e da cultura, onde o presente e o passado estão em contato direto, em permanente renovação. É vivo, dinâmico, transformador e criador de confluências com artistas independentes e com diversos segmentos da cultura mineira.

Circuito Liberdade

O Memorial Minas Gerais Vale é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Memorial Vale na web:

http://www.memorialvale.com.br

http://www.memorialvale.com.br

https://www.facebook.com/memorialvale

https://www.instagram.com/memorial.vale

https://www.youtube.com/user/memorialvale

www.memorialvale.com.br/visite/visita-virtual/

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br