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Moda & Beleza

Precisamos falar sobre moda consciente
Moda sustentável: 5 atitudes simples que você pode tomar - Vestindo  Autoestima

A moda consciente é um termo que surgiu na internet, ao lado de outros como moda sustentável, moda inteligente e minimalismo. Em nossa história recente, esses conceitos se tornaram ainda mais relevantes, sobretudo com a pandemia somada à crise econômica.

Por motivos de propósito ou até econômicos, cada vez mais pessoas buscam pela moda consciente, na expectativa de promoverem mudanças significativas em suas vidas.

Contudo, é importante frisar que, diferentemente da moda sustentável — que tem também muito valor, mas chega com um alto custo para o consumidor, devido à cadeia de produção mais artesanal, com 90% desse processo nas mãos do produtor —, a moda consciente está nas mãos do consumidor. É o agir consciente nas jornadas de compra, como privilegiar o produtor local e artesanal.

Há 5 anos, descobri essa tal moda consciente e não parei mais. Foi quando tudo realmente fez sentido! Sempre gostei de moda, mas parecia que a conta nunca fechava. Quando adquiria a peça must-have do momento, já havia outra sendo exaltada pelos especialistas e fashionistas. Simplesmente, eu nunca conseguia ficar satisfeita. Era um looping infinito!

A virada de chave foi quando descobri meu estilo pessoal, seguindo a filosofia da moda consciente. Atualmente, tento expandir esse conceito, buscando por uma vida minimalista em outros aspectos, mas tenho plena consciência de que esse ainda é um longo caminho para mim.

Hoje estou em um desafio pessoal de ficar um ano inteiro sem comprar roupa nova. Já fiz desafios parecidos ao longo destes 5 anos, tendo ficado o máximo de 7 meses sem comprar coisas novas. Coincidentemente, estou mais uma vez há 7 meses sem fazer compras. E, honestamente, parece que vai ficando mais fácil.

A gente começa a entender nosso estilo e não fica mais com um guarda-roupa cheio de coisas que não combinam. Nesta primeira coluna, quero contar a você algumas pequenas lições que aprendi. Vamos lá?

1. Ser consciente é bom para o meio ambiente e para o nosso bolso! A indústria da moda está entre as 5 mais poluentes do mundo e, quando você reduz seu consumo, reduz também os poluentes que são jogados no planeta. Reduzindo o consumo, você ainda economiza e pode investir seu dinheiro em outros projetos, que ficavam sempre em stand-by.

2. Quando você não tenta (desesperadamente) seguir as últimas tendências da moda, consegue analisar suas roupas, estilo de vida e descobrir aquilo que realmente combina contigo, evitando erros futuros ao adquirir uma nova peça.

3. Reduzir o consumo abre portas para mais criatividade. Você passa a dar valor aos truques de styling, acessórios e acabamento nos looks, garantindo produções incríveis, com sua personalidade.

4. Uma vida com menos coisas abre espaço para mais experiências. Como sempre digo: menos consumo, mais experiência. Quando você opta por viver uma moda consciente, destralha de vez seu guarda-roupa, sua casa, sua vida, economiza dinheiro e investe nas experiências que realmente quer viver.

Minha coluna vai ficando por aqui, mas espero ter feito você (que provavelmente esperava temas sobre tendências) ter repensado seus hábitos de consumo. Afinal, não existe um planeta B. Então, tudo pronto para viver uma nova moda?

Texto: Flávia Siqueira
Foto: https://vestindoautoestima.com.br/

Sociedade

Vida de Influencer

Elas têm muitos seguidores, participam de campanhas, eventos, mostram seu dia a dia e são inspiração para quem as segue. Essa é a vida das influenciadoras digitais — carreira que surgiu com a popularização das redes sociais, como o Instagram, e que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.

Antes da Covid-19, a expectativa sobre essa nova profissão já era enorme. As marcas já se mostravam cada vez mais dispostas a investir seu dinheiro em ações e parcerias com influenciadores. Todos os dias, passam pela nossa linha do tempo diversos posts, dos mais variados nichos: viagem, moda, beleza, saúde. Hoje, há influenciadores em praticamente todos os segmentos.

Durante a pandemia, com muitas lojas e empresas fechadas, afastamento de colaboradores, entre outras medidas que foram tomadas, o trabalho dos influenciadores foi ainda mais essencial, para divulgar e levar o nome de uma marca até públicos específicos.

É importante reforçar que a demanda por conteúdo continua a aumentar e que o mercado está se modificando, assim como o trabalho dos influencers. Eles estão se tornando cada vez mais nichados e com necessidade de transparência — cobrada diretamente pelo público.

Os consumidores e seguidores buscam por conteúdos e influenciadores sem filtro, ou seja, que apresentam e endossam produtos e serviços que eles realmente utilizam e aprovam. Algo mais real, assim como a indicação de um amigo, ou um expert sobre determinado assunto.

A cobrança, vai muito além do perfil dos influencers, chegando até às marcas que os patrocinam, cobrando posicionamentos, sempre que necessário. Essa atitude do público força também empresas para que escolham com coerência o profissional que vai representá-las e endossar seus produtos e serviços.

É válido analisar muito mais que números e engajamento com o público, mas também se o conteúdo a ser divulgado faz parte da realidade do influenciador. Somado a isso, claro, se seu público vai se identificar com o conteúdo.

Em nossa edição digital, batemos um papo com algumas das influenciadoras digitais que mais se destacam em nossa região: Julia Horta, Juliana Ward, Ramana Furtado e Ana Luiza Palhares, para entender mais sobre essa profissão.

Como tudo começou

O ano era 2012. Juliana Wardi e Ana Luiza Palhares já iniciavam suas trajetórias como influenciadoras. Julia Horta e Ramana Furtado vieram pouco depois, em 2014. Juliana conta que iniciou o uso das redes sociais com o objetivo de influenciar pessoas, quando concluiu a graduação em Educação Física e começou a compartilhar seu estilo de vida, promovendo uma atitude mais saudável para seus seguidores.

Já Ana Luiza, a Cinderela de Mentira, conta que tudo começou como um hobby, compartilhando dicas pessoais. Mas, a partir de 2017, com o amadurecimento, passou a ser o seu trabalho principal. Júlia Horta já percebeu que poderia atuar como influenciadora quando participou do seu primeiro concurso de beleza, representando Juiz de Fora, e saiu vencedora do Miss Mundo Minas Gerais. No ano seguinte, fechou boas parcerias para o concurso e, quando percebeu, as marcas já a procuravam para trabalhos e divulgações.

Ramana, que faz parte de um nicho bem específico, conta que começou no YouTube, gravando conteúdos sobre cuidados com cabelos cacheados. Mas foi ao abordar um trauma com cavalos que ela viu seu canal crescer e uma oportunidade para falar com o público sobre algo que gostava muito.

“Em uma semana, vi meu número de inscritos no canal aumentar rapidamente. Vi aí uma oportunidade de falar para um público bem específico, num nicho pouco explorado naquele momento. Mudei totalmente o layout do canal e passei a abordar principalmente minha relação com meu cavalo e minha rotina com ele de uma forma bem leve e simples, algo que eu gostaria de ver na internet e não encontrava”, conta.

Como nem tudo são flores, as influencers também apontam as maiores dificuldades dessa profissão — aprender a separar o trabalho da vida pessoal, a desvalorização da profissão, que às vezes é vista de má forma, preconceito, o desafio de ter que fazer tudo ou, pelo menos, grande parte do trabalho sozinha, entender como fidelizar o público e criar conteúdo que resolva questões e problemas dentro do nicho que atuam.

Clientes e parceiros

“Uma influenciadora precisa estar atenta e manter um bom relacionamento com seus clientes e parceiros. O meu relacionamento sempre foi muito positivo. Inclusive, vários se tornaram amigos, porque acredito que é um trabalho colaborativo. O intuito é trabalharmos juntos pelo crescimento e sucesso da empresa”, explica Júlia, que reforça que a maioria já consegue entender a nova dinâmica da publicidade com influenciadores. Para os que ainda não sabem muito bem como essa prestação de serviço funciona, ela busca ser solícita e orientar a respeito do mercado.

Para Juliana, é fundamental colocar tudo em pauta e especificar os detalhes, a fim de verificar se os interesses do parceiro batem com a comunicação que ela passa aos seguidores. Outro detalhe importante para o sucesso do trabalho é ter cuidado na hora de fechar as famosas “publis”, e, justamente por isso, elas são categóricas e afirmam que já recusaram trabalhos.

Os motivos vão desde a não identificação com a marca, produto ou conteúdo, até questões de ideais e princípios. “Na maioria das vezes, foi porque não tinha a ver com minha índole e com meus propósitos. Recusamos quase diariamente propostas de remédios emagrecedores e cintas”, conta Ana Luiza, que aborda temas relacionados ao nicho plus size, falando sobre moda, beleza, comportamento e autoestima.

Com esse cuidado, é difícil que seu público não se identifique ou conecte-se com o conteúdo apresentado. Mas pode acontecer, por isso, é importante ouvir o feedback dos seguidores e aprender com a situação, como conta Ramana: “Ano passado, fui fazer a cobertura de um rodeio muito grande e conhecido em Minas para meu canal. Como as provas de montaria em touro fazem mais sucesso com o público em geral nesses eventos, foquei bem mais nessa modalidade do que nas modalidades com cavalos. Percebi que não era bem isso que meu público queria e não tive um resultado tão bom, foi um aprendizado”, afirma. Hoje, antes de fechar uma parceria, ela procura analisar não só o benefício trazido, mas também se vai interessar seus seguidores para gerar um bom resultado para o parceiro.

Para Juliana, ser seguida por várias pessoas tem o lado bom, mas também o lado ruim. “Recebo críticas o tempo todo, não é fácil agradar a todos”, lamenta. Para empresas que ainda têm ressalvas em investir no marketing de influência, elas acreditam que, com um objetivo claro e estratégia, aliados às ações propostas com influenciadoras, podem, sim, trazer bons resultados. “As pessoas passam boa parte do seu dia nas redes sociais, vendo vídeos e fotos de quem admiram. Porém, é necessário avaliar não só o número de seguidores, mas o conteúdo que o influenciador tem para transmitir”, aponta Juliana.

Também é importante que as empresas escolham influenciadoras que falem diretamente com seus públicos, garantindo, dessa forma, resultados mais acertados. “Já fui de tentar catequizar empresas a entenderem melhor e a buscarem investir na área. Especialmente agora, em tempos de pandemia, já estamos vendo o reflexo comercial de quem tinha uma presença online e de quem nunca esteve presente. A diferença é gritante não só nos lucros como na manutenção dos clientes”, relata Ana Luíza. Ela ainda alerta que quem tem presença e valor online tem tudo para passar pela crise de uma forma mais leve e com menos impacto do que quem começou agora a correr atrás disso, ou quem continua resistente.

Expectativas

Ramana Furtado

Com relação às expectativas para o futuro da profissão, todas se mostram positivas. “Acredito que a busca por influenciadores com propósito, autoridade e um bom conteúdo será cada vez mais valorizada”, diz Júlia. Já Juliana e Ramana reforçam o coro por mais valorização da área, e Ana Luíza afirma que, para quem trabalha com coerência, o mercado só tende a crescer.

Para aqueles que desejam se tornar influenciadores, elas reforçam que é importante se conhecer bem e definir que tipo de conteúdo quer produzir. Estudar e se especializar na área em que deseja atuar, ficar de olho nas tendências do marketing digital e começar com o que tem estão entre as principais dicas. “Influenciar é como o próprio nome diz: ser capaz de conquistar as pessoas a ponto de fazê-las querer comprar ou contratar algo que você já faz uso. Não é apenas postar uma foto bonitinha, tem que produzir bons conteúdos, cativar o público e ser verdadeira sempre”, finaliza Juliana.

Texto: Flávia Siqueira Publicação: Revista Viva Minas – edição 16

Economia

Empreender após 40 – maturidade é o sucesso do negócio

A máxima de que a vida começa, ou até mesmo recomeça, aos 40 anos está presente na vida de muitos empreendedores no Brasil. Com muito vigor físico e força de vontade para abraçar o mundo, a idade média do empreendedor brasileiro é de 44,7 anos, segundo dados do Sebrae.

Quarentei, e agora? Qualquer iniciativa empreendedora com maior maturidade pessoal e profissional, pode ter mais chances de dar certo. Depois que Raymond Alexander Kroc comprou o McDonald’s após os 40 e o fundador do KFC, começou sua própria rede de fast food aos 65 anos, o céu é o limite!

A pessoa com mais de 40 anos traz consigo a bagagem da experiência do passado que se torna um diferencial para ajudar a traçar seu caminho e distinguir o que é melhor ou não para o futuro e o sucesso dos negócios.

Com a idade, é possível ter mais empatia e ter um olhar mais crítico do funcionamento de determinados setores dentro da empresa.

Um dos principais motivos que levam as pessoas a empreender após os 40 anos é a falta de oportunidades no mercado de trabalho tradicional, que oferece menos vagas para pessoas a partir dessa faixa etária.

Outro motivo é que muitas vezes já construímos nosso patrimônio após anos de trabalho, o que nos permite arriscar sem medo das consequências.

Seja qual for o seu motivo para começar o seu negócio, saiba que investir em uma franquia tem muitas vantagens para empreendedores.

Com determinação, empenho e planejamento, muitos empreendedores transformaram sonhos em realidade e hoje são donos do próprio negócio. Segue abaixo um exemplo positivo de empreendedora que começou seu negócio após os 40 anos:

TRATABEM

Trabalhando como funcionária pública federal na área de educação desde 2006, Lina Maria Soares, de 40 anos e natural da cidade de Capitólio em Minas Gerais, decidiu que era a hora de investir em um negócio próprio junto de seu esposo. Com seu antigo trabalhado sendo localizado em outro município, a duas horas de distância de sua casa, a mineira enxergou que era o momento de seguir seu sonho de empreendedora. Conheceu a franquia TRATABEM na Feira do Empreendedor, em São Paulo, e, após alguns meses, inaugurou no dia 01/05 a mais nova unidade da franquia em Capitólio, uma região turística do estado mineiro.

Informações à imprensa
DFreire Comunicação e Negócios
www.dfreire.com.br – (21)9.9899-1400 / (11)5105-7171

Moda & Beleza

Miss Brasil Café
Willian Rosa e Lara Campos | Foto: Márcio Brito

Você Sabia Que Existe um Concurso de Miss Brasil dedicado Exclusivamente ao Café?

O Concurso Miss Brasil Café surgiu em 2014, na cidade de Três Pontas, onde era eleita a Rainha da Expocafé, durante a exposição da cidade.
A disputa visa ao empoderamento da mulher do campo e defender, através da Miss, o público feminino nos diversos setores do Agronegócio. Fomenta, assim, a valorização e expansão da mulher em um meio predominantemente masculino.

Foto: Márcio Brito

Além do torneio de beleza, o Miss Brasil Café promove o “Encontro Mineiro de Cafeicultoras”, o “Troféu Mulher Inspiração da Cafeicultura” e o “Mulher Agro Brasil – Histórias de mulheres inspiradoras que se destacam por sua atividade rural por todo o Brasil”, além de outros eventos que incentivam a cafeicultura e trazem visibilidade às mulheres do agro.


O fundador e idealizador do concurso, Willian Rosa, quis mostrar que a força da mulher é muito maior do que ela imagina. O Miss representa a autenticidade da mulher no agronegócio e na cafeicultura, buscando seu reconhecimento e a valorização.

O evento ocorrerá nos dia 26 a 28 de agosto, sendo que dia 28 acontecerá a entrega dos troféus e a cerimônia de coroação, no clube Golden, restrito ao público devido à pandemia da COVID.

Todas as misses são influenciadoras do café, algumas são filhas de cafeicultores, outras trabalham ou estão ligadas ao café, porém podem participar meninas que não sejam da área, desde que se adequem e tenham conhecimentos suficientes sobre assunto.

O Miss Brasil Café é reconhecido mundialmente e está crescendo muito a cada ano, contando com misses de outros estados que têm essa mesma proposta de valorização da mulher com atividade no campo.

Raphaela Hagemann – Miss Rio Grande do Sul e Miss Brasil Café 2021 | Foto: Márcio Brito

O concurso busca uma Miss que vá além da beleza: é um propósito a ser seguido, compartilhado, buscado por cada miss que participa, qual seja levantar a bandeira do empoderamento na defesa da mulher do agro!

Maiores informações você acha aqui: https://www.instagram.com/missbrasilcafe/

Por Fabíola Sandy
@fabiolasandy

Fonte: https://mundoela.uai.com.br/

Marketing

Como fazer posts bonitos no Instagram

Mesmo sem saber mexer em programas de edição de imagem, você também consegue fazer posts bonitos. O Canva e o Adobe Spark são excelentes aplicativos para te auxiliar com isso!

🔸Canva
O Canva é um dos apps mais completos para quem quer produzir conteúdos para as redes sociais. O serviço também está disponível na versão web, e fornece modelos para edição, separados em categorias por formatos na página inicial do app. Além dos templates para vários tipos de posts, ele ainda possui imagens de base para a criação de marcas, como logos e outros elementos de identidade visual.

🔸Adobe Spark
O Adobe Spark foi criado com a proposta de ser uma ferramenta acessível a usuários que não dominam técnicas avançadas de design, com download gratuito para Android e iPhone. Ele foi produzido pela Adobe, que tem outros programas de edição, como o Photoshop e o Premiere. O Spark é usado para a criação de conteúdos para as redes sociais em vários formatos, mas seu recurso mais popular é a produção de stories animados para o Instagram.
Eles são bem fáceis de trabalhar e oferecem bons resultados!

Cidades

Barbacena – 230 anos

Os primórdios

Antes da dominação europeia do atual território que delimita o município de Barbacena, a região era ocupada por grupos indígenas das etnias Puri, Coropó e Coroados. Os últimos remanescentes dos primeiros habitantes do que viria a ser a Comarca do Rio das Mortes foram percebidos por viajantes estrangeiros até a primeira metade do Século XIX. Mortos, expulsos de suas terras ou miscigenados e induzidos ao alcoolismo, pouco deixaram de seu mundo. Artefatos arqueológicos ainda hoje são encontrados na região. Nada mais restou deles.

Caminho Novo

A história da Vila de Barbacena tem início em 1698, quando o Capitão Garcia Rodrigues Paes, filho do bandeirante Fernão Dias Paes, abre um caminho mais curto para a ligação entre o Rio de Janeiro e o interior das Minas Gerais. Assim surgiu o primeiro núcleo colonial desta imensa região, no entroncamento dos Caminhos Velho e Novo, posteriormente, Estrada Real. Por este Caminho Novo não só passaram todas as riquezas do Ciclo do Ouro, como também vários episódios históricos, entre eles, a reação armada à invasão do Rio de Janeiro, pelo corsário francês Duguay-Trouin, em 1711, a Guerra dos Emboabas e a Inconfidência Mineira. Os locais referenciais dessa época são as Fazendas do Registro (hoje Sá Fortes) e Borda do Campo (hoje Antônio Carlos).

O Arraial da Igreja Nova

O nascimento do arraial começou pela construção da capela consagrada a Nossa Sra. da Piedade que tornou-se matriz em 1726. A capela ainda permanece na Fazenda da Borda. Com a distribuição de muitas sesmarias na região, esta ficou pequena para o grande número de moradores da Borda do Campo, por isso decidiu-se pela construção de uma igreja maior, em terras da Fazenda da Caveira de Cima. A decisão se deu em 1725. Em torno desse templo, em 1753, foi autorizada a construção de casas. O arraial se expandiu à medida que pequenas casas comerciais se estabeleciam para atender os tropeiros que circulavam na Comarca do Rio das Mortes. Em 1791, com a exploração do ouro já em decadência, o então Arraial da Igreja Nova de Nossa Senhora da Piedade da Borda do Campolide, foi elevado à categoria de vila, recebendo o nome de Barbacena. Uma homenagem oportunista ao Visconde de Barbacena, nobre português que governava Minas Gerais. Esse acontecimento se deu simultaneamente aos desdobramentos da Inconfidência Mineira, denunciada em 1789. Cinco dos principais envolvidos no movimento, incluindo Joaquim da Silva Xavier e Joaquim Silvério dos Reis, tinham ligações com Barbacena. O dono da Fazenda da Borda do Campo, José Ayres Gomes foi expulso do Brasil, teve suas terras confiscadas e morreu esquecido em Moçambique, na África. O irmão de Tiradentes, Padre Antônio da Silva Santos e o delator Silvério dos Reis moravam na vila de Barbacena. O padre, na Rua Tiradentes, o traidor, na região do Pontilhão.

O nome

Capela de Nossa Senhora da Piedade

Barbacena é a denominação dada ao Arraial da Igreja Nova, quando de sua emancipação em 14 de agosto de 1791. Era o governador de Minas, Luiz Antônio Furtado do Rio de Mendonça, o Visconde de Barbacena que, em meio ao processo de repressão à Inconfidência Mineira, estava sendo pressionado pela população do Arraial a separá-lo do termo de São João Del-Rei. O nome de Barbacena significa, ‘Cabana de Bárbaros’ e é originário de uma aldeia de bárbaros localizada na atual região de Elvas, cidade portuguesa do Alentejo, que até hoje mantém um pequeno distrito com o mesmo nome. A família nobre que ostentava o titulo de senhores de Barbacena marcou a história brasileira com um Vice-rei, um governador da capitania do Rio de Janeiro, de Minas Gerais – o sexto visconde de Barbacena que deu o seu nome à cidade. O Visconde de Barbacena, apesar de ser visto historicamente no Brasil como o algoz dos Inconfidentes, era um nobre culto, especializado em mineralogia e ciências. De volta a Portugal, fez parte do grupo de nobres que não acompanhou a fuga da Corte Portuguesa, em 1808, quando Napoleão Bonaparte, dominou Portugal. Foi um dos interlocutores para garantir que não haveria ataques à população civil. Foi preso por Napoleão.

Independência e República

No século XIX, Barbacena continua como uma passagem estratégica para todos que se dirigem ao interior de Minas. Torna-se rota comercial importante e entreposto de víveres e escravos africanos. Com sua influência política consolidada, a Câmara Municipal de Barbacena tem participação ativa na movimentação pela independência do Brasil e mesmo chega a remeter carta a D. Pedro I, ofertando a cidade como capital do Brasil, em caso de ataques da metrópole ao Rio de Janeiro. Personagem de destaque deste período é o Padre Manoel Rodrigues da Costa, dono da Fazenda do Registro Velho, que viveu 92 anos. O suficiente para participar da Inconfidência Mineira, receber anistia da Coroa Portuguesa, participar da Independência, representar o Brasil nas Cortes Portuguesas, apoiar a maioridade de D. Pedo II e apoiar a Revolução Liberal de 1842. Na maior parte do Século XIX, os grandes fazendeiros comandam a cidade econômica e politicamente. Os imperadores do Brasil, pai e filho visitaram Barbacena em várias épocas. D. Pedro I, concedeu à Vila, o título de “muito nobre e leal”. Mas a lealdade à monarquia brasileira não impediu que o Movimento Republicano ganhasse força entre a elite política local, mesmo com vários barbacenenses de famílias importantes como os Magalhães, os Lima Duarte, os Armond e outras, ocupando cargos importantes nos ministérios e na diplomacia brasileira. Ainda assim, o último monarca brasileiro visitou a cidade três meses antes da Proclamação da República. Aqui se formou um grupo paramilitar de jovens que se propunha a enfrentar Antônio Conselheiro, visto na época como antirepublicano. Foi a “Centúria Republicana”.

Escolas para as elites

Ao longo do período monárquico e da República Velha, Barbacena foi um importante polo educacional, com a instalação de escolas privadas importantes, tais como Colégio Abilio, Colégio Gonçalves e Renault, dentre outros. Estabelecimentos públicos destinadas à elite como Ginásio Mineiro (que deu origem à atual Escola Estadual Professor Soares Ferreira) e o Colégio Militar, construíram a reputação das escolas da cidade, consolidada com a criação do Colégio Imaculada Conceição, pela religiosa francesa, Paula Boisseau, do Aprendizado Agrícola, por Diaulas Abreu e a Escola de Cadetes da Aeronáutica já no fim dos anos 1940.

Interior da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade

Imigrantes e governadores

Às vésperas do Abolição da Escravidão, em 1888, foi inaugurada a Colônia Rodrigo Silva, destinada a receber trabalhadores italianos. Juntamente com imigrantes de outras nacionalidades, estes vão ter papel fundamental na economia e na identidade de Barbacena, no Século XX. Com ramais ferroviários estratégicos e servida pela Estrada de Rodagem União Indústria, que a ligava ao Rio de Janeiro, Barbacena tinha intenso contato com a capital brasileira, fato que marca sua história até 1961, quando Brasília leva o poder da República para o centro-oeste do Brasil. Do casamento entre um jovem Andrada e uma representante da então poderosa Família Lima Duarte, na segunda metade do Século XIX, surge o ramo mineiro dos Andradas, oriundos de Santos, litoral de São Paulo. De Oliveira Fortes, os Bias Fortes ascendem ao poder em Minas Gerais, com Chrispim Jacques Bias Fortes governando o estado a partir de 1894. Em seu governo, aconteceu a mudança da capital de Ouro Preto para Belo Horizonte. Em Barbacena, o Senado Mineiro ( equivalente atual à Assembleia Legislativa) se reuniu para deliberar pela construção da nova capital. Portanto, foi em Barbacena que nasceu Belo Horizonte. Trinta depois, outro barbacenense, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada se tornaria governador de Minas. Antes porém, foi prefeito de Belo Horizonte, presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, senador da República, presidente da Assembleia Nacional Constituinte de 1932-1933 e ministro de estado. Em 1935, assumiu interinamente a presidência do Brasil, durante viagem de Getúlio Vargas ao exterior. O terceiro governador mineiro nascido em Barbacena, foi José Francisco Bias Fortes, filho de Chrispim Jacques. De 1956 a 1961 governou Minas Gerais. Nessa época, apesar dos laços de parentesco, os elos entre as famílias Bias e Andrada já estavam rompidos havia duas décadas, resultando em uma disputa que se tornou histórica na política mineira.

Seda, cinematógrafo e jornais

As primeiras décadas do Século XX em Barbacena inauguram inovações e consolidam projetos da virada do século anterior. A Estação Sericícola de Barbacena, é uma indústria-escola destinada a disseminação da cultura da seda natural no Brasil. Por trás deste projeto está o imigrante italiano Amilcar Savassi. Tão visionário quanto Savassi, chega a Barbacena Paolo Benedetti , que além de manter um cinematógrafo na cidade, faz experiências com o cinema sonoro. O filme “Uma transformista Original” sincroniza as imagens de uma jovem cantora da Colônia Rodrigo Silva com sua voz registrada em um disco de gramofone. A exibição feita para uma plateia composta por Bias, Andradas e Sena Figueiredo, acontece em 1910. Aliás, da Família Sena Figueiredo, vem a iniciativa da primeira importação do gado holandês, consolidando esta parte de Minas Gerais como a pioneira da indústria de laticínios no país. Mas a fama do nosso queijo já estava estabelecida há pelo menos cem anos. Por volta dos anos 20 e 30 Barbacena tem fábricas de cigarros, cerveja, cordas e um comércio consolidado. A loja Bota de Ouro, criada pelo sapateiro Jeremias Paolucci, dita a moda desde 1880. Os anúncios se multiplicam nos clichês de diversos jornais que circulam na cidade. O primeiro deles data de 1839 e se chama “O Parahybuna”, época em que o rio que corta Juiz de Fora ainda estava no território de Barbacena – Juiz de Fora foi distrito de Barbacena até 1850.

Museu Municipal de Barbacena

As consequências do envolvimento de lideranças barbacenenses no Movimento Liberal de 1842, possivelmente deixou a cidade sem jornais impressos até 1880. Daí para frente, dezenas deles surgem, alguns inusitados como o “Revolucionário” publicado durante a Revolução de 1930 – de 5 a 29 de outubro – até o mais longevo deles: Cidade de Barbacena, de 1898 a 1993. A imprensa, além do registro factual ainda nos reserva o privilégio de apresentar obras fundamentais de escritores como o Padre Mestre Correia de Almeida e desenhos de Alberto Delpino, pai de Delpino Júnior, um mestre da pintura e da caricatura anos mais tarde.

Champagne francês, tuberculose e loucura

Parece loucura, mas é no prédio do hotel mais requintado de Barbacena, no final do Século XIX, que vai surgir um dos mais terríveis hospícios públicos do Brasil. Para o antigo “Sanatório de Barbacena”, uma espécie de spa para “doenças nervosas” e depois tuberculose – criado pelos médicos Rodrigues Caldas e Gonçalves Ramos – vinha a elite carioca, aproveitando-se da comodidade do ramal da Estrada de Ferro D. Pedro II, depois, Central do Brasil. Lá, havia talheres de prata, telefone ( o primeiro da cidade) e serviço a la carte, no restaurante. Nesta época, os ares serranos da Mantiqueira e o frio quase europeu atraia pacientes de diversas regiões em busca do clima terapêutico, cuja fama já se espalhava pelo Brasil. Em Sítio (hoje Antônio Carlos) também havia um sanatório para tuberculosos. Em busca de alívio para sua doença, o segundo presidente republicano, Floriano Peixoto, circulava em Barbacena, na companhia da esposa e das filhas pequenas, uma delas nascida na cidade. Para o Marechal, o ar puro de Barbacena e a atenção de seu médico, Olintho Magalhães, foram eficazes. Para o escritor mulato Cruz e Souza, nem tanto. Tuberculoso e solitário, o poeta simbolista morreu em Sítio (Curral Novo), em 1898. Seu corpo retornou ao Rio de Janeiro em um vagão para animais. Dez anos antes, no Sanatório de Barbacena, o Imperador Pedro II e a comitiva imperial, almoçaram durante sua visita derradeira a Barbacena. O menu sofisticado e em francês atesta que o local era digno de reis e rainhas. Mesmo assim, faliu e foi vendido ao Governo de Minas Gerais. Em 1903, ali foi instalada a primeira sede da Assistência aos Alienados de Minas Gerais. Seu diretor, o deputado e médico Joaquim Dutra, inaugurou a psiquiatria pública em Minas Gerais. Em 1930, o hospício já tinha dois departamentos, um feminino, no prédio originário do Sanatório de luxo e outro a poucos quilômetros abaixo, onde se instalou uma colônia agrícola para homens. Em pouco tempo, a pequena estação do Sanatório, agora denominada “ Bias Fortes”, recebia levas e levas de pacientes, na maioria indigentes vindos de todos os cantos do estado. A superlotação que se seguiu desenhou o cenário de horrores do Hospital Colônia de Barbacena, abastecido continuamente pelos “trens de doido”. O frio salutar nos tempos do Sanatório agora era o fator mortífero da Colônia, que a cada inverno registrava um número assustador de óbitos. Até a década de 1990, a história do Hospital Colônia foi marcada, por mortes, maus tratos, superlotação, internações de adultos e crianças, insuficiência de recursos para a assistência e até venda de cadáveres para Faculdades de Medicina. A instituição pública e suas congêneres privadas, deram a Barbacena o incômodo apelido de “Cidade dos Doidos”. Denúncias na imprensa ao logo de décadas registraram a história que até hoje assombra por sua duração e dimensão.

Museu da Loucura

Revolução de 30, Vargas e os exilados da Guerra

Barbacena participou ativamente da Revolução que encerrou a República Velha e a política do “Café com leite” – revezamento de Minas e São Paulo no poder. Quartel revolucionário, interventores, tropas nas ruas e nos trilhos compunham o cenário da época. O episódio histórico também marcou a ruptura das duas principais lideranças políticas da cidade que passou a viver dividida. Dois clubes, dois times de futebol… Bias, PSD, Andradas, UDN. Situação e oposição em permanente embate. Serras Azuis, livro de Augusto França de Lima, então um professor do Ginásio Mineiro, retrata o ambiente da época. A cidade conservadora e fervorosamente católica convive com mentes libertárias como a professora Maria Lacerda de Moura, pioneira do feminismo e do amor livre no Brasil. Na poesia, reina o pessimismo sombrio de Honório Armond, que recusa com razão o folclórico título de “ Príncipe dos Poetas Mineiros”. A vocação de passagem para o interior das Minas Gerais é mantida. Por aqui passam os modernistas – Oswald e Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e Blaise Cendrars – redescobrindo o adormecido Barroco Mineiro. O compositor e maestro francês, Fernand Jouteux, autor da ópera “Os Sertões” passa várias vezes por Barbacena, antes de recolher-se em Tiradentes. Georges Bernanos escolhe morar em Barbacena pela sonoridade do nome da fazenda que Virgílio de Melo Franco, lhe dá por empréstimo. É o “Caminho da Cruz das Almas”.

Aqui, o fazendeiro Bernanos, católico e crítico feroz do nazismo, recebe em sua casinha bucólica, desde jovens escritores como Paulo Mendes Campos, Hélio Pelegrino e outros, até o consagrado e exilado Stefan Zweig, que pouco depois se suicida em Petrópolis. Na trilha de Bernanos, vem o pintor Emeric Marcier. O judeu romeno, traz a aura medieval do leste europeu para dialogar com os céus cinzentos de Ouro Preto. Um caso isolado na pintura brasileira do Século XX. Enquanto na Revolução de 30, Carlos Drummond de Andrade, senta praça nas fileiras revolucionárias, paquerando belas barbacenenses no saguão do Grande Hotel, João Guimarães Rosa, faz seus últimos exames como médico do Nono Batalhão da Polícia Militar, para abandonar a medicina e a farda para a carreira diplomática que vai garantir sua possibilidade de ser um dos maiores escritores da língua portuguesa. Inundado pelo nacionalismo da Era Vargas, Flausino Vale, faz seu violino erudito resgatar a cultura popular. Admirado por Villa-Lobos, Flausino é comparado ao virtuose italiano Paganini e até hoje sua música é admirada no mundo todo. Outro artista com fortes raízes barbacenenses é Amim Feres, cantor lírico, com carreira internacional consolidada na Alemanha e reconhecida dentro e fora do Brasil.

Museu Georges Bernanos

Rosas e o Ponto de Partida

Estação Ponto de Partida

No avançar do Século XX, a força política vai sendo suplantada pelo poder econômico. Barbacena reflete esse momento histórico. Citada como clima perfeito para a floricultura e a fruticultura, em relatos de Saint Hilaire e Richard Francis Burton, os jardins e pomares de Barbacena ganham notas elogiosas. Porém, vai ser a partir das décadas de 60 e 70 que a atividade ganha impulso com maior escala de produção e exportação. Uma empresa multinacional assume o segmento, mas não se mantém por muito tempo no mercado. Os pequenos e médios produtores da cidade e distritos é que manterão o título de “Cidade das rosas”. No final dos anos 60, o Parque de Exposições Senador Bias Fortes passa a abrigar grandes feiras agropecuárias e a Festa das Rosas que ajuda a consolidar o título da cidade. A indústria nos segmentos têxtil, cimento e abrasivos se instala na cidade, que ainda assim se mantém graças o serviço público, o agronegócio e a prestação de serviços, em especial na medicina clínica e de diagnóstico. Na cultura, com ciclos de aquecimento e declínio, só o Grupo Ponto de Partida, formado em 1980, se consolida como núcleo permanente de produção, formação e agora ensino nas artes dramáticas e musicais. A Estação Sericícola de Barbacena, só se salva da ruína por abrigar o grupo que lá instala uma escola de música popular, além de estúdio e salas de ensaio.

Pontilhão Dom Pedro II

Iniciativas que preservam os bens culturais

  • A criação do Museu da Loucura, em 1995, é um marco na história da psiquiatria brasileira, instalado no prédio do antigo Hospital Colônia.
  • O antigo Solar dos Penna, da Família do Visconde de Carandaí, abriga o Museu Municipal, onde é contada a história de Barbacena desde os tempos dos índios Puris até a modernidade, além de manter a Sala da Imprensa, que guarda relíquias da imprensa regional, em especial as oficinas tipográficas do Jornal Cidade de Barbacena.
  • O pintor romeno Emeric Marcier tem hoje sua residência preservada, com afrescos de grandes dimensões, no chamado Sítio Sant´Anna.
  • A casa de Georges Bernanos, desde 1968 está mantida para registrar a passagem do escritor francês que viveu em Barbacena por cinco anos – de 1940 a 1945.
  • Arquivo Histórico Municipal Professor Altair Savassi (AHMPAS). Criado em 2003, é um órgão subordinado à Diretoria de Cultura da AGIR, Agência de Desenvolvimento Integrado de Barbacena e Região, da Prefeitura Municipal de Barbacena. O AHMPAS tem por finalidade recolher acervos documentais permanentes e coleções referentes à história de Barbacena e região, de caráter público e privado, para preservá-los, organizá-los e descrevê-los a fim de facilitar a consulta dos documentos e de torná-los úteis à pesquisa. O Arquivo visa, ainda, realizar a gestão documental e elaborar instrumentos de pesquisa, objetivando tornar acessível o acervo, contribuindo, dessa forma, para o desenvolvimento de estudos sobre a localidade, possibilitando o resgate da memória e da história regional e garantindo ao cidadão um acesso rápido e eficaz à informação.
Câmara Municipal
EPCAR – Escola Preparatória de Cadetes do Ar

Fonte: http://barbacena.mg.gov.br/ ; https://www.guiadasartes.com.br/ ; https://www.viajantemovel.com.br/

Marketing

Conquistar seguidores de forma orgânica não é tarefa simples. Leva tempo e é preciso dedicação

Apesar de ser difícil, crescer organicamente tem muitas vantagens, dentre elas é a taxa positiva nos engajamento.

Seguem algumas dicas para te ajudar a crescer organicamente!

1️⃣ Conheça seu público e crie conteúdos incríveis

Entenda primeiramente quem é o público que deseja atrair, o que ele está buscando e qual a melhor forma de falar com ele! Isso impactará suas linhas editoriais, tom de comunicação, estilo de imagens, regularidade e horários das postagens.

2️⃣ Inclua hashtags que aumentem seu alcance

Hashtags são recursos essenciais para ampliar o alcance dos seus posts. Mas, não adianta usar as hashtags mais bombadas e pronto. É preciso usar as hashtags certas.

Recomento usar sempre pelo menos uma relacionada ao seu segmento, produto ou serviço; uma relacionada ao momento, uma hashtag relacionada ao conteúdo que você publicou, uma relacionada a localização.

3️⃣Use emojis nas legendas
Pesquisas apontam que legendas com pelo menos um emoji tendem a obter maior número de interações.

4️⃣ Faça parcerias estratégicas

Influenciadores são um ótimo caminho para crescer organicamente nessa rede social. Busque microinfluenciadores do seu nicho! Comece interagindo com essas pessoas de forma natural, envie produtos, proponha parcerias não pagas!

5️⃣Faça lives, use o reels e demais ferramentas oferecidas pelo instagram

Todas essas ferramentas criam maior proximidade, entregando formatos diferentes de conteúdos que podem ser explorados com maior criatividade.

6️⃣ Interaja

Essa é a regra de ouro! Interaja com perfis que você segue, perfis que seguem você e perfis que você nem conhece mas tenha relação com seus mercado.

Marketing

Como se comportar nas redes sociais?

Recrutadores e clientes estão de olho nas nossas redes sociais. Por isso se você tem uma rede com o foco profissional, é importante que se atente a comportamentos virtuais que podem te atrapalhar, como publicar fotos em situações muito íntimas, em baladas ou com bebidas.

Evite também se envolver em temas polêmicos como politica, religião ou futebol, e jamais fale mal de empresas concorrentes ou faça comentários preconceituosos.

Vale ressaltar que nas suas redes pessoais, você pode fazer o que quiser. Mas é preciso entender que nas redes profissionais, o público espera que você publique conteúdos relevantes relacionados à sua área de atuação.

É claro que de vez em quando é importante mostrar um pouco da sua essência para criar uma conexão maior com as pessoas, e não há nada de errado com isso. Apenas se atente para evitar exposição desnecessária que podem te prejudicar profissionalmente.

Marketing

Como ter ideias para a produção de conteúdo?

Produzir conteúdo interessante atrai pessoas, e hoje a dinâmica das redes sociais nos leva a uma produção de conteúdo contínua. Eu vejo muitas pessoas relatando sobre a dificuldade em produzir conteúdo. Por isso, aí vão algumas dicas que vão te inspirar e ajudar a sempre publicar coisas novas:

  • Faça enquete e escute a sua audiência. Peça sugestões de temas aos seus seguidores. Com certeza o que desperta curiosidade neles, também desperta em muitas outras pessoas.
  • Siga perfis do mesmo nicho que você. Ver o que outro perfil do mesmo segmento que você está publicando serve de inspiração. Mas não vale copiar, heim! Use sua sabedoria e criatividade! Se ver algo interessante, escreva sobre dando seu toque pessoal e agregando valores sobre o tema.
  • Salve conteúdos interessantes. Salve para ver depois todo conteúdo que achar interessante. Quando estiver sem ideias, recorra a esses arquivos e faça uma ‘imersão’ em conteúdos que possam soltar sua criatividade.
  • Consuma conteúdos diariamente. Sempre que possível busque atualização por meio de palestras, podcasts, livros etc. Aproveite a facilidade que temos hoje com tanto conteúdo bom que temos disponíveis na internet. Se atualizar é importante para produção de conteúdo e também para seu crescimento profissional.

Marketing

Porque o retorno em Marketing Digital não é imediato?

Você começa a namorar e se casa no mesmo dia? Claro que não!


É necessário construir uma relação para um namoro evoluir para um casamento. Da mesma maneira, um bom marketing digital é baseado no relacionamento com sua audiência.


E todo bom relacionamento precisa de um certo tempo para gerar um elo de confiança.
Dessa forma, para conseguir um resultado satisfatório é necessário meses de dedicação, investimentos e muito trabalho.


As empresas precisam entender que o marketing digital passa a ter resultados objetivos e sólidos a médio/longo prazo.
Por isso não desista! Continue firme para conseguir os resultados tão almejados.