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Sociedade

Dia do Amigo: psicóloga destaca a importância da amizade e explica como manter relações saudáveis

Data foi criada inspirada pela chegada do homem à lua em 1969; no Brasil, a celebração se popularizou nos anos 90

O Dia do Amigo é celebrado em 20 de julho. A data foi criada em Buenos Aires, na Argentina, pelo professor, músico e filósofo Enrique Ernesto Febbraro. A inspiração foi a chegada do homem à lua em 20 de julho de 1969. Febbraro, ao sugerir a celebração, defendeu que a conquista de chegar à lua também deveria ser considerada uma oportunidade de se fazer amigos em outras partes do planeta. Assim, em 1970, o Dia do Amigo foi comemorado pela primeira vez no mundo.

No Brasil, a data ganhou força nos anos 90. Apesar de não ser uma data comercial e não estar relacionada a nenhum feriado, o dia está presente no calendário oficial de Belo Horizonte e do estado do Rio de Janeiro. Inclusive, no Rio foi criada, em 7 de janeiro de 2010, a lei nº 5.146 que institui o Dia do Amigo no Rio.

A psicóloga e professora do curso de psicologia da Faculdade Pitágoras, Elaine Franciny Jardim, defende que é importante celebrar e cultivar as amizades. “Os amigos tornam a vida melhor. Somos seres sociais e manter amigos ao nosso redor é reconhecido dentro da psicologia e da literatura científica como uma das principais fontes de felicidade e bem-estar”, diz a professora. Em tempos de pandemia, Elaine afirma que manter contato com os amigos, mesmo que de forma virtual, se faz ainda mais necessário. “O distanciamento tem adoecido muitas pessoas. E os amigos proporcionam uma rede de suporte muito benéfica para a saúde mental compartilhando experiências, emoções e sentimentos. É um fator de proteção e troca de afetos”, explica a docente.

Cultivar boas amizades, de acordo com a psicóloga, é um processo de construção paulatina na busca de interesses e gostos em comum. “Inicialmente vamos conhecer a pessoa e aos poucos criar laços mais profundos e assim vamos buscando uma aproximação. Com isso, aos poucos vai acontecendo essa troca de apoio e de carinho. É a partir dessa aproximação, que é lenta, que se formam laços duradouros”.

A profissional da saúde alerta que também é preciso tomar cuidado para que a amizade não se torne uma relação tóxica. “Quando confundimos amizade com dependência emocional, ela se torna tóxica na nossa vida. Para amizades saudáveis é necessário a busca de laços mais profundos e duradouros. Para saber se estamos sendo tóxicos ou em uma relação de amizade tóxica é preciso ficar atento. Amizades que causam estresse, tristeza e ansiedade são tóxicas. Pessoas que drenam a nossa força vital e fazem com que duvidemos do nosso próprio jeito de ser são pessoas que carregam dependência emocional”, conclui Elaine.

Outras celebrações

Outras três datas celebram a amizade no Brasil. Apesar do dia 20 de julho ser o mais popular nos países da América, algumas pessoas no Brasil também comemoram a data em 18 de abril. Outra data também dedicada à amizade é 30 de julho. Isso porque em 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou durante a assembleia geral da organização o Dia Internacional da Amizade. O intuito da ONU é que a amizade entre povos, países, culturas e indivíduos possa inspirar esforços pela paz e construir ligações mais fortes entre comunidades. Mais recentemente, em 2016, o Facebook definiu o dia 4 de fevereiro como o Dia do Amigo. A data foi escolhida por Mark Zuckerberg por ser a data da criação do Facebook.

Sobre a Faculdade Pitágoras

Fundada em 2000, a Faculdade Pitágoras já transformou a vida de mais de um milhão de alunos, oferecendo educação de qualidade e conteúdo compatível com o mercado de trabalho em seus cursos de graduação, pós-graduação, extensão e ensino técnico, presenciais ou a distância.

Presente nos estados de Minas Gerais, Maranhão, Goiás, Ceará, Pará, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Acre, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraná e São Paulo, a Faculdade Pitágoras presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos.

Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Faculdade Pitágoras oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

A Faculdade Pitágoras nasceu herdando a tradição e o ensino de qualidade oferecido pelo Colégio Pitágoras, fundado em 1966, que também deu origem ao grupo Kroton.Para mais informações, acesse: https://www.faculdadepitagoras.com.br e https://blog.pitagoras.com.br/category/noticias/.

Sobre a Kroton

A Kroton nasceu com a missão de transformar a vida das pessoas por meio da educação, compartilhando o conhecimento que forma cidadãos e gera oportunidades no mercado de trabalho. Parte da holding Cogna Educação, uma companhia brasileira de capital aberto dentre as principais organizações educacionais do mundo, a Kroton leva educação de qualidade a mais de 920 mil estudantes do ensino superior em todo o País. Presente em 1.221 municípios, a instituição conta com 131 unidades próprias, sob as marcas Anhanguera, Fama, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime e Unopar e é, há mais de 20 anos, pioneira no ensino à distância no Brasil. A Kroton possui a maior operação de polos de EAD no país, com 1.544 unidades parceiras, e oferece no ambiente digital 100% dos cursos existentes na modalidade presencial. Com a transmissão de mais de 1.000 horas de aulas a cada mês em ambientes virtuais, a Kroton trabalha para oferecer sempre a melhor experiência aos alunos, apoiando sua jornada de formação profissional para que possam alcançar seus objetivos e sonhos. Para mais informações acesse: https://www.kroton.com.br

Fonte: Igor Basílio

Outros

Ser homem deve doer…

Recebemos da vida, como se nos entregasse presentes, os exemplos que podemos ou não seguir

A um dos maiores representantes vivos do arquétipo de masculinidade, o Sr. Bridger Walker de 06 anos todo o meu respeito! Provavelmente nunca nos conheceremos pessoalmente, o que seria uma honra, mas dá gosto ver que um homem de 06 anos, pois é assim que deve ser chamado, já entende um dos seus mais relevantes deveres no mundo: ser aquele que se gasta por uma mulher!

E o motivo da minha satisfação não tem a ver com a sua face desfigurada por ter protegido sua irmã. Pra uma instância além disso, vale dizer que ele foi criado e educado por alguém que também acredita nesse ideal e esse é o meu motivo para escrever essas linhas. O homem é o ser da guerra e isso pode ser dito sem uma conotação sobrepositora!

O que conta aqui não é a impossível comparação, levianamente feita por alguns, entre os entes biológicos masculino e feminino. Não há balizador físico e emocional entre homem e mulher. Cada um com o seu próprio atributo; cada um com a sua própria incumbência. Que o diga Pandora, detentora da perfeição visual máxima entre os seres humanos, criada num momento pós-erro, reteve guardada a esperança. O ser gerado depois do equivocado advento masculino não mais acredita que exista amanhã e que o futuro seja digno de crédito… Bridger mostra o contrário!

Cabe dizer que à mulher pertencem beleza, complexidade e sensibilidade e é exatamente por acreditar serem esses construtos possíveis ao homem que estamos gerando uma leva de figuras gamificadas e o estereótipo daquele que deveria estar no front, defendendo a sua família hoje paira deitado no sofá conseguindo com um controle de videogame vitórias que na vida real não foram possíveis dado o nível de “conformismo” e “inércia” comportamental das últimas décadas. Vemos uma geração de mulheres cada vez mais masculinizadas pelas muitas necessidades que se apresentam e que são prontamente atendidas, pois se há algo que nunca foram é fracas. Acontece, que deveriam existir mais Bridger’s, que entendem os três papéis fundamentais de um homem: prover, proteger e satisfazer. A quem?! Àquela que lhe conquistar e como disse o poeta, der a ele o maior dos direitos além da constituição de uma hombridade madura: “um homem só é um homem de verdade quando ouve seu nome pronunciado de maneira amável pelos lábios de uma mulher”.

Se existe essa leva de mulheres necessariamente masculinizadas, assistimos à uma era em que se Instauram os homens-meninos. Aqueles que, infantilizados, brincam com corpos, mas não estão dispostos a tratar uma mulher pela sua essência; aqueles que ditam e querem valer-se do que é belo, mas que não vêem além de uma casca produzida para agradar. Masturbam-se e desfrutam de um ideal sexual jamais conquistável de maneira plena: recebo por direito, aquilo que ofereço!

Bridger não é só um herói de rosto desfigurado, como são todos os grandes heróis. É o emblema de como nós pais, maridos, irmãos, amigos, desconhecidos, deveríamos tratar a figura da mulher. O que vemos, no entanto, não passa de uma geração pó de arroz, que disputa secadores e horário nos salões para assumir um papel que nunca lhes coube, bem como um lugar de proeminência. Deixe isso para elas e cuide do que é seu: protegê-las de todo o mal possível.

“Mas, Sileimar, as mulheres de hoje em dia não querem e não precisam ser protegidas.” O que as mulheres não querem é ter que prestar um favor ou honrarias àqueles que deveriam, por ofício, serem os que se gastam para que elas permaneçam. Ofereça-se de maneira genuína e perceba a reação. Disse um sábio que o indivíduo torna-se a exata imagem daquilo que ama. O que temos amado?! Olhe para si e pelos resultados da vida perceba por si só…

Creio que no nosso tempo ainda veremos aqueles que, contra todas as falácias, não são potenciais agressores apenas pelo fato de terem nascido. Creio em uma geração que lutará mais do que para provar a inconsistência do estigma de gênero atual; lutará pelo direito de exercer suas únicas funções reais no mundo, repito: prover, proteger e satisfazer.

O amor existe e para além de toda a opinião coletiva hostil, prevalece!

Façamos, como homens, valer cada um dos 90 pontos de Bridger e sua cicatriz como um emblema do que devemos (E podemos , caso queiramos) ser.

“Se alguém deveria morrer, esse alguém seria eu porque ela é uma menina!”

Sileimar Maximiliano Esteves de Oliveira – 36 anos
-Psicólogo Clínico com 8 anos de experiência em atendimento de famílias e grupos.
-Pós-graduado em Neuropsicologia e Desenvolvimento Infantil

Saúde

O tempo certo é agora!

Tenho sido procurado por diversas pessoas que tem uma mesma reclamação: vivem momentos de insatisfação com a vida e (Curiosamente) percebem oportunidades de mudança, por vezes, muito atrativas.
A questão que realmente merece análise nesse caso não é apenas a condição atual, mas principalmente a perspectiva futura. Trocando em miúdos, não se trata de como está hoje, mascomo finalmente vai ficar a partir da decisão que tomar.

Aprendi, avaliando as decisões e os resultados dessas pessoas, que esta “oportunidade” deve ser submetida a um crivo de realidade e que existem pelo menos três cenários possíveis (Na realidade, percepções) que devem ser verificados antes de qualquer decisão. Podemos estar frente a:

1) Um momento de nostalgia descompromissada com a realidade e principalmente com o futuro: É muito ruim viver frustrado por causa de qualquer condição (Momentânea ou definitiva) que se instale na vida. Porém, nada é pior do decidir errado pela segunda vez baseado em um desejo nostálgico (Lembrança ou imaginação de “como poderia ter sido”).
Você não é mais aquela pessoa da época de que se recorda. Seus valores e sua percepção do mundo também mudaram. Então, não ache que tentar viver qualquer que seja a experiência vai te fazer mais feliz, porque provavelmente se for baseado nisso, não vai!

2) A oportunidade de decidir certo e ser feliz:

Um fato que acontece com muito mais frequência do que imaginamos é a auto-sabotagem; isso seria equivalente a manter uma condição de insatisfação baseada na falta do empenho devido para colheita de frutos merecidos.
Agimos de maneira medíocre (Contentes com a média), mas a satisfação com isso não é eterna. Nesse momento a vida dá uma “Segunda chance” que precisa ser agarrada com todas as forças e de maneira autêntica.

Entenda: a terceira chance não existe! Cuide para que essa seja definitiva.

3) A indução ao erro que o levará a um estado ainda mais grave do que a situação atual

Sem dúvida o pior dos três cenários. Idealizamos, concebemos planos e até nos empenhamos muito, porém, baseados em uma fantasia infantil, por muitas vezes nutrida pelo que gostaríamos que ela fosse de fato e não o que é realmente. Isso pode nos levar para um caminho de decepção constante, do qual retornar, exige muito esforço!

Sempre estaremos insatisfeitos com algo (E isso é bom!), mas é necessário colocar foco no que merece melhora e não generalizar a vida como problemática.

Quando por uma tendência elegemos determinada área como motivadora da insatisfação, corremos grande risco de ocultar o(s) que merece(m) esse título.

Preciso dizer que qualquer esforço que se faça para encarar uma nova situação de vida, será muito maior do que reunir forças e alterar a condição atual. Não sei qual o seu problema, mas ele é mais fácil de ser resolvido se atacado de frente. Além disso, pense que o terreno onde vai pisar agora é novo. Você pode ter um resultado diferente do que imagina e como já disse, a consequência sempre é sua!

Em todas as três opções pesa muito a questão de que “construções” são estabelecidas com o tempo.
Você pode não estar mais sozinho, pode criar lacunas na vida de pessoas, pode estar baseado em uma mentira que repetiu tanto pra si mesmo que acabou entendendo como uma verdade.

Enfim, divida o peso. Procure alguém que te ouça e que te ajude a submeter a sua opinião/percepção a um senso de realidade.

Não se culpe se perceber que estava errado. É muito melhor canalizar forças agora e, quem sabe, alterar a sua condição do que se arriscar em nome de nada…
Caso descubra que estava realmente “Certo” naquilo que imaginou, mergulhe e não perca a oportunidade!

Tome cuidado, mas cuide de ser feliz!

 
ae597bed-1abc-438a-9459-e9f0d996343dSileimar Maximiliano Esteves de Oliveira
34 anos, Casado
Pai do Pedro, da Pietra e da Ana Clara

Psicólogo Clínico com 6 anos de experiência em atendimento de famílias e grupos

Pós-graduado em Neuropsicologia e Desenvolvimento Infantil

Saúde

É impossível ser feliz sozinho…

De maneira mágica, como quase tudo o que fez, Tom Jobim disse a frase que dá título a esse texto: “É impossível ser feliz sozinho” (Wave) no ano de 1967.

Conheço poucas verdades tão absolutas como essa, pois se relacionamentos fossem nosso principal foco, teríamos uma qualidade de vida infinitamente melhor do que atual. Falo isso sem medo de ser audacioso demais, seja o seu estágio atual qual for.

O grande problema, na maioria dos casos, está em depositarmos em um relacionamento conjugal ou afetivo uma responsabilidade que nem sempre se traduz em completude, ou na chamada felicidade. O parceiro já entra no jogo perdendo…
Pensar que um ser composto por tantas áreas seria plenamente realizado se “apenas” uma delas estivesse bem resolvida é reduzir a quase nada a complexidade do viver. Somos amigos, profissionais, amantes, pais, filhos, etc. Enfim, seres relacionais.

Por mais óbvio que pareça pensar sobre isso, muitos de nós falam em um sentido mas agem de maneira totalmente oposta e é relativamente fácil saber o motivo: não há a mínima possibilidade de atingir a completude se o nosso “eu” está fragmentado. São ideias intimamente ligadas e complementares.

Na intenção de estabelecer relacionamentos, mas por não investir o necessário, acabamos deixando pequenos fragmentos por onde passamos. Ocorre que quando temos êxito nessa jornada e encontramos alguém disposto a nos retribuir, não estamos completos para o que nos aguarda.

Ilusão pensar que sem se proporcionar um relacionamento de verdade é possível relacionar-se com alguém externo em qualquer esfera.

O autoconhecimento é o ponto de partida e o destino.

O necessário entender por hora é que não reside “no outro” a responsabilidade por quem somos nós. Nunca é em relação ao outro. Sempre é sobre o que EU posso ser, fazer, pensar, para que o reflexo me permita juntar meus fragmentos e ser mais parecido com o que espero encontrar.

Não tenha pressa na caminhada!

Autoconhecimento é gradativo e infinito…

 

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Sileimar Maximiliano Esteves de Oliveira
34 anos, Casado
Pai do Pedro, da Pietra e da Ana Clara

Psicólogo Clínico com 6 anos de experiência em atendimento de famílias e grupos

Pós-graduado em Neuropsicologia e Desenvolvimento Infantil