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Cultura

Museu de Congonhas será palco para as bodas de um dos mais importantes grupos teatrais do interior de Minas

Show com a cantora mineira Luísa Bahia abre comemorações de 25 anos do Boca de Cena

Motivos não faltam para comemorar, além dos 25 anos de Grupo Teatral Boca de Cena, 2022 marca os 36 anos do Instituto Cultural Profetas em Arte – PROFARTE. Para celebrar a ocasião, várias iniciativas estão sendo desenvolvidas neste ano, uma delas acontece na próxima semana em parceria com o Museu de Congonhas, dias 27 e 28, às 20h, com a realização do show Coisa de Bicho, de Luísa Bahia, além de uma edição do Projeto Prosa com Arte com atores que fizeram carreira no grupo. Ambos os eventos terão entrada gratuita.

Um feitiço para sacolejar a alma do mundo, essa é a definição de Luísa Bahia, para o seu Show autoral versão solo inédita. Suas canções poéticas, filosóficas e brincalhonas, ancoradas na mpb, trazem influências de blues, samba, rock e baião. Com direção musical de Sidarta Riani, o show conta com a participação especial da percussionista Rose Félix, do cantautor Sidarta Riani e de atrizes do Grupo Boca de Cena. Luísa Bahia é atriz, cantora, compositora, poeta e performer, natural de Congonhas e residente em BH/MG.

O Profarte nasceu a partir da ideia de mulheres, artistas de Congonhas, de criar um bloco carnavalesco, ainda na década de 80, exclusivamente feminino. O Madames de Rè desfilou por 12 anos, no auge do sucesso do carnaval congonhense, que atraía foliões e turistas de todo o estado. De lá pra cá, outras inúmeras iniciativas envolvendo cultura, teatro, dança, música, educação patrimonial e ambiental, literatura e artes visuais foram abraçadas pelo Instituto.

Uma delas foi o Grupo de Teatro Boca de Cena que teve início em 1997, comandado por Wenceslau Coimbra e Regina Bahia. Durante esses 25 anos, foram mais de 35 espetáculos montados e várias premiações em importantes festivais. O Boca, como é carinhosamente chamado, foi também a primeira casa de vários artistas que alçaram voos mais altos no teatro posteriormente, contribuindo para a formação e para o despertar do interesse pela arte de mais de uma geração.

Serviço:
Data: 27 e 28/04 às 20h
Eventos: Show Coisa de Bicho de Luísa Bahia e Prosa com Arte com
artistas do Grupo Boca de Cena
Local: Museu de Congonhas
End: Alameda Cidade Matozinhos de Portugal, 77 – Basílica
Entrada Franca
Realização: Instituto Profarte
Informações para a imprensa: Janice Miranda (31) 99821-0976 –
Hiper Teia Comunicação e Eventos

Cidades

Conheça Minas Gerais – Congonhas

Patrimônio Cultural da Humanidade, título concedido pela Unesco desde 1985, a cidade abriga o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. A fama não se deve apenas à questão religiosa, mas, também por guardar um dos maiores patrimônios artísticos do Brasil, as esplêndidas obras executadas pelo mestre Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Para conhecer mais sobre este atrativo não deixe de visitar o Museu de Congonhas, que mostra de forma interativa e moderna as diversas concepções que existem no Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, juntamente com as obras de Aleijadinho.

A atividade mineradora é a base da economia local, devido às ricas jazidas de minério de ferro. O Museu da Romaria (Museu de Mineralogia de Congonhas) é o atrativo certo se você deseja conhecer mais sobre a história da mineração em Minas Gerais.

O nome Congonhas deriva de uma planta chamada “Congonha”, da palavra tupi “Kô gôi” que significa “o que sustenta” ou “o que alimenta”. A planta era muito utilizada para fazer um chá que, segundo a população, é benéfico para vários tipos de males. Entre as atrações naturais da cidade, a Cachoeira da Água Limpa tem um tobogã natural, perfeito para divertir os turistas. No Horto Florestal, trilhas levam o visitante até o alto de um morro, onde foi construído um mirante. Já a Lagoa da Água Preta recebe visitantes em busca do efeito de luz criado pelas luzes da cidade.
A cidade também ganhou fama na década de 60 em virtude das curas efetuadas pelo médium Zé Arigó, que incorporava o espírito do médico alemão Fritz. Pessoas do mundo inteiro visitavam Congonhas em busca de cura. Até cientistas americanos da NASA estudaram o fenômeno.

Dicas de Viagem: No Santuário Bom Jesus de Matosinhos, no adro da igreja e nos Passos da Paixão, há esculturas de Aleijadinho. São 12 profetas em pedra-sabão e 66 figuras em cedro nos Passos da Paixão.

ATRAÇÕES NATURAIS EM CONGONHAS

Parque da Cachoeira

Lazer garantido para toda a família, o local tem piscinas de água natural, quadras para a prática de esportes, campo gramado, área de camping, churrasqueiras, restaurante, lanchonete e sorveteria. A linda cachoeira que dá nome ao parque é formada pela queda das águas do Rio São Francisco e tem 20m de queda.

ATRAÇÕES CULTURAIS EM CONGONHAS

Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos

Santuário do Senhor Bom Jesus do Matosinhos
Foto: Acervo Setur-MG / Marcus Vinicius

O maior conjunto de arte colonial do país é composto por uma igreja e seis capelas marcando os passos da Paixão de Cristo. A enorme basílica, que leva o nome do santuário conta com altares folhados a ouro e adornos impecavelmente entalhados. No amplo adro, estão os 12 profetas bíblicos, esculpidos em pedra-sabão, em tamanho real, pelo gênio Aleijadinho. As seis capelas abrigam impressionantes esculturas de cedro, também em tamanho natural, esculpidas por Aleijadinho e colorizadas por Mestre Ataíde. Vale a pena fazer uma visita guiada, para entender a história e curiosidades do santuário.

Romaria

O local servia de abrigo aos romeiros que chegavam à cidade para o Jubileu do Senhor Bom Jesus de Matosinhos. A obra original foi demolida, restando apenas o pórtico principal, composto por duas torres e um arco. O lugar passou por restauração e foi reaberto em 1995. Atualmente, a construção circular abriga os museus da mineralogia, sacro além de edifícios públicos.

Museu de Congonhas

Museu de Congonhas / Gustavo Penna Arquiteto e Associados | ArchDaily Brasil

Com o objetivo de potencializar o Santuário do senhor Bom Jesus de Matosinhos, o Museu de Congonhas mostra de uma forma interativa e moderna as diversas concepções que existem no Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos , juntamente com as obras de Aleijadinho. Retrata a parte devocional e histórica do maior museu a céu aberto das Américas.

Museu da Imagem

Museu que conta a história de pessoas e personalidades que nasceram em Congonhas e que de alguma forma contribuíram para o desenvolvimento da cultura e da própria cidade.

Igreja do Rosário

Igreja mais antiga da cidade feita pelos escravos e para os escravos. Possui interior singelo com entalhe feito pelos escravos. Destaque para a imagem de Nossa Senhora do Rosário feita em madeira cedro com douramento e pinturas no teto retratando as ladainhas de Nossa Senhora . Sineira na frente da igreja. Os festejos que celebram as comemorações do dia em homenagem a Nossa Senhora do Rosário encantam turistas e visitantes com apresentações de Congado.

Igreja de São José

A igreja de São José foi construída no início do século XIX em 1817 e possui características do estilo rocócó e do neoclássico, sua fachada é esculpida em pedra-sabão , suas torres são arredondadas é a única igreja da cidade que possui características do estilo neoclássico e com torres arredondadas. Ainda tem debaixo do telhado eiras e beiras . Seu interior é muito simples e belo com destaque para a imagem de São José usando botas.

Profetas

Congonhas / MG: Os Profetas

As 12 esculturas em pedra sabão e tamanho natural retratam os apóstolos Amós, Abdias, Jonas, Baruque, Isaías, Daniel, Jeremias, Oseias, Ezequiel, Joel, Habacuque e Naum. As peças foram confeccionadas entre 1794 a 1804 pelo artista Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho, e estão localizadas no adro do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. As peças são consideradas a obra máxima do artista e expressão máxima do Barroco Mineiro.

Sala dos Milagres

Turismo em Minas Gerais | Congonhas

Local de peregrinação religiosa e possui uma grande coleção de ex votos desde o século XVIII até os dias atuais. Ainda hoje durante as festividades do Jubileu que acontecem entre 07 e 14 de setembro , os romeiros expõem ali seus ex votos em sinal de agradecimento de uma graça alcançada.

Estação Ferroviária Congonhas do Campo

Turismo em Minas Gerais | Congonhas

Antiga estação ferroviária de embarque e desembarque de passageiros. Construção do início do século XIX. Prédio inaugurado em 1914 até hoje possui suas características originais da época, muito utilizada durante as festividades do Jubileu do Senhor Bom Jesus de Congonhas. No local existe um espaço dedicado ao lazer com playground para as crianças e ainda é possível visualizar os trens de carga que passam pelo local, além disso no interior do prédio é possível visitar uma coleção de fotos que contam a história do local.

Solar da Intendência

Solar da Intendência

O prédio foi construído no início do século XIX , no estilo colonial. Hoje o espaço é utilizado como prefeitura, no interior do prédio existe uma galeria de fotos de todos os prefeitos de Congonhas. No pátio existe uma réplica do profeta Jonas em tamanho natural em pedra- sabão.

Museu da Romaria

Museu da Romaria

Antiga hospedaria de romeiros. Hoje é um centro cultural e onde funciona o Museu de Mineralogia de Congonhas. Um dos museus mais completos de Minas Gerais. Conta toda a história da mineração em Minas Gerais desde o século XVII até os dias atuais.

Para conhecer outras atrações turísticas na cidade acesse https://www.minasgerais.com.br/

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/ ; http://www.institutoestradareal.com.br/

Cultura

Congonhas promoverá Semana Municipal de Valorização do Patrimônio

A Prefeitura de Congonhas, em parceria com a Diretoria de Patrimônio, Fumcult, Museu de Congonhas, Instituto Histórico e Geográfico de Congonhas, realizará a Semana Municipal de valorização do Patrimônio Histórico e Cultural de Congonhas com ações que vão de 25 a 28 de outubro.

O trabalho começará nas escolas para que os alunos conheçam seus ícones culturais e patrimoniais e, a partir do resgate da memória, seja possível criar afetividade e pertencimento ao patrimônio material e imaterial de Congonhas. 

O encontro de abertura será no Museu de Congonhas, na segunda-feira (25). Na entrada, poderão apreciar a mostra “Portais Barroco de Congonhas”, de Hernando Rocha Vitor e alunos do projeto Arte na Escola. Músicos do Arte na Escola também participarão da solenidade.

Programação

Programação começa na segunda-feira
Programação começa na segunda-feira

Após a abertura oficial, os convidados assistirão ao filme Jubileu, cedido pelo Centro Técnico Audiovisual (CTAv), órgão ligado à Secretaria Especial de Cultura, vinculada ao Ministério do Turismo. O filme dirigido por Eduardo Escorel foi gravado há 40 anos, em 1981, mostra a tradição religiosa dos romeiros e a fé impressa na Sala dos Milagres, que fica na Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos, bem como a rotina dos moradores e trabalhadores da época.

Na terça, outras atividades serão desenvolvidas como oficina de velas e missa em ação de graças em memória a Dom Silvério, além da mostra Passos de Dom Silvério, também de Hernando Rocha Vitor e alunos do projeto Arte na Escola que estará na matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Na quarta, um bate-papo remoto será realizado para falar sobre a produção do filme Jubileu com a participação do diretor Eduardo Escorel. Na mesma sala, estarão André Candreva e Roberto Candreva, que participam deste momento com Eduardo e em seguida falarão um pouco sobre a vida de Dom Silvério e suas contribuições para o Jubileu de Congonhas. O link de acesso ao público será divulgado e todos poderão participar da conversa pelo chat.

Na quinta, último dia da programação, será veiculado pela internet o documentário “Tributo a Dom Silvério”, produzido em parceria com a Secretaria Municipal de Comunicação e que vai mostrar vários detalhes da vida, dos estudos, trabalho religioso e curiosidades da vida de Dom Silvério, filho ilustre de Congonhas. O curta-metragem também conta com a participação de vários alunos das escolas públicas municipais, orientados pelos professores do Grupo de Referência da Igualdade Étnico-racial (GRIER), e com músicas executadas pelo Coral Cidade dos Profetas.

Fonte: https://fatoreal.com.br/

Cultura

Em comemoração ao Mestre

Museu de Congonhas prepara programação especial no projeto virtual #MCoEmCasa para celebrar o aniversário de Aleijadinho

Já é tradição o Museu de Congonhas homenagear, em agosto, o grande mestre do Barroco brasileiro, Antônio Francisco Lisboa: o Aleijadinho. O artista deixou um legado único em Congonhas que inspirou, inclusive, a criação deste que foi o primeiro Museu de Sítio Histórico do País. De acordo com o mais importante biógrafo do escultor, Rodrigo Ferreira Bretas, Aleijadinho nasceu em 29 de agosto de 1730, por isso este mês sempre é celebrado pela instituição.

Desde o início da pandemia, o Museu de Congonhas tem desenvolvido uma programação histórica e cultural sob a chancela da hastag #MCoEmCasa, para este mês, além dos quadros fixos #LeiaNoMuseu e #RepostDoMuseu, outros quadros ganharão espaço como #ConhecendoOMestre, #AleijadinhoExportado e #OArtistaQueInspiraArte.

As segundas-feiras serão dedicadas a trazer ao conhecimento os lugares no mundo pelos quais as obras de Aleijadinho já foram representadas, como o profeta Daniel nos USA, Habacuc na Bélgica e Joel no Uruguay, compondo o quadro #AleijadinhoExportado. Às terças, os internautas conhecerão mais a fundo a vida e obra de Aleijadinho, sua biografia, as doenças que o acometeram, sua arte e a desvalorização do Barroco, a importância dos modernistas na reconquista de Congonhas e o legado deixado pelo artista na cidade.

No Quadro #LeiaNoMuseu serão indicados importantes obras que tratam dos vários aspectos do trabalho de Antônio Francisco Lisboa. Às quintas, grandes artistas que se inspiraram na obra de Aleijadinho para compor o trabalho ganharão espaço. Ilustradores, cineastas, fotógrafos e escritores serão representados na sessão #OArtistaQueInspiraArte. Em um desdobramento deste quadro, os artistas de Congonhas que também se inspiram no Mestre serão representados às sextas-feiras. O tema ainda será levando na Roda de Conversa do mês que acontece no sábado, dia 7, às 15h, e será transmitida ao vivo no Facebook do Museu de Congonhas.

Para além desta programação, cada um dos 12 Profetas talhados por Aleijadinho serão detalhados, quando a vida, características esculturais do Mestre e importância bíblica, aos sábados e domingos deste mês. Toda a programação pode ser acessada nas páginas do Facebook (@museudecongonhas), Instagram (@museusdecongonhas) e site da instituição (www.museudecongonhas.com.br). Para todas essas ações, o Museu de Congonhas conta com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O Mestre em Congonhas

Antônio Francisco Lisboa viveu em Congonhas no período de 1796 a 1805. Seu acervo na cidade é composto pelas 64 imagens esculpidas em cedro expostas nas capelas dos Passos da Paixão e os 12 profetas talhados em pedra sabão, no adro da basílica, acredita-se que a contribuição do mestre está também na elaboração dos bustos relicários e na caixa do órgão, peça que não se encontra mais na basílica. Esse legado proporcionou a Congonhas o título de Patrimônio Mundial, reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em 1985. É também atribuído ao artista a criação da portada da Matriz de Nossa Senhora da Conceição.

Fonte: Janice Miranda

Cultura

Visite o Museu de Congonhas: história, arte e cultura nas suas férias

Adaptada aos protocolos de segurança em saúde, a instituição recebe turistas e população local nas férias de julho

O Museu de Congonhas é o primeiro museu de sítio histórico do Brasil. O espaço faz uso de recursos de alta tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. A exposição permanente trata das manifestações da fé no passado e no presente. Um dos principais acervos é a coleção Márcia de Moura Castro. Composta por 342 ex-votos e Santos de Casa que pertenceram à colecionadora e foram adquiridas pelo Iphan em 2011. Outro acervo importante é a Coleção Fábio França, uma biblioteca de referência no Brasil sobre o barroco, a arte e a fé. Em cartaz no Museu de Congonhas também está a exposição temporária “Minas reaGis”, que foi gestada e nasceu em meio a pandemia pelas mãos talentosas do multiartista e mediador do Museu de Congonhas, Marcelo Heidenreich.

A recepção aos visitantes agora conta com aferição de temperatura, área reservada a espera com distanciamento dos atendentes, totem com álcool em gel e controle de entrada do número de pessoas. A limpeza da expografia também foi reforçada e o fluxo de visitação repensado para não haver aglomerações, tudo para garantir segurança tanto para funcionários quanto para os turistas. A instituição, que elaborou protocolo próprio para se proteger contra o Covid-19, conquistou o Selo Evento Seguro e em breve realizará também eventos culturais presenciais.

Congonhas também conta com o Museu de Imagem e Memória que, assim como o Museu de Congonhas, também está funcionando observando tais protocolos. Esta instituição, localizada em um casarão na tradicional “Ladeira” de Congonhas, tem como proposta guardar e divulgar a história da cidade. A atual montagem expográfica tem como eixo central o processo de “urbanização” local, percorrendo desde o século XVIII até a efetivação da emancipação política, e apresenta ainda a vida e obra de importantes personalidades congonhenses.

Os centros culturais estão funcionando de 9h às 17h, de terça-feira a domingo. O ingresso para entrada no Museu de Congonhas pode ser adquirido a R$10,00, sendo que estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada e crianças até 11 anos não pagam. Às quartas-feiras, o Museu de Congonhas oferece gratuidade para todos os públicos, já o Museu de Imagem e Memória tem entrada gratuita todos os dias.

Além da visitação presencial, o projeto #MCoEmCasa, que já alcançou centenas de milhares de pessoas virtualmente, segue no ar com ampla agenda cultural podendo ser acessada nas páginas do Facebook (@museudecongonhas), Instagram (@museusdecongonhas) e site da instituição (www.museudecongonhas.com.br). Para todas essas ações, o Museu de Congonhas conta com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Focado na missão de ser um dos principais Centros Culturais na região da histórica Cidade dos Profetas, o Museu de Congonhas está de portas abertas para receber turistas e os congonhenses, atento a todos os protocolos de saúde necessários nesses novos tempos. Com a entrada do município na Onda Amarela do Programa Minas Consciente, e a recente conquista do Selo Evento Seguro, a instituição está retomando integralmente as suas atividades.

O Museu de Congonhas é o primeiro museu de sítio histórico do Brasil. O espaço faz uso de recursos de alta tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. A exposição permanente trata das manifestações da fé no passado e no presente. Um dos principais acervos é a coleção Márcia de Moura Castro. Composta por 342 ex-votos e Santos de Casa que pertenceram à colecionadora e foram adquiridas pelo Iphan em 2011. Outro acervo importante é a Coleção Fábio França, uma biblioteca de referência no Brasil sobre o barroco, a arte e a fé. Em cartaz no Museu de Congonhas também está a exposição temporária “Minas reaGis”, que foi gestada e nasceu em meio a pandemia pelas mãos talentosas do multiartista e mediador do Museu de Congonhas, Marcelo Heidenreich.

A recepção aos visitantes agora conta com aferição de temperatura, área reservada a espera com distanciamento dos atendentes, totem com álcool em gel e controle de entrada do número de pessoas. A limpeza da expografia também foi reforçada e o fluxo de visitação repensado para não haver aglomerações, tudo para garantir segurança tanto para funcionários quanto para os turistas. A instituição, que elaborou protocolo próprio para se proteger contra o Covid-19, conquistou o Selo Evento Seguro e em breve realizará também eventos culturais presenciais.

Congonhas também conta com o Museu de Imagem e Memória que, assim como o Museu de Congonhas, também está funcionando observando tais protocolos. Esta instituição, localizada em um casarão na tradicional “Ladeira” de Congonhas, tem como proposta guardar e divulgar a história da cidade. A atual montagem expográfica tem como eixo central o processo de “urbanização” local, percorrendo desde o século XVIII até a efetivação da emancipação política, e apresenta ainda a vida e obra de importantes personalidades congonhenses.

Os centros culturais estão funcionando de 9h às 17h, de terça-feira a domingo. O ingresso para entrada no Museu de Congonhas pode ser adquirido a R$10,00, sendo que estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada e crianças até 11 anos não pagam. Às quartas-feiras, o Museu de Congonhas oferece gratuidade para todos os públicos, já o Museu de Imagem e Memória tem entrada gratuita todos os dias.

Além da visitação presencial, o projeto #MCoEmCasa, que já alcançou centenas de milhares de pessoas virtualmente, segue no ar com ampla agenda cultural podendo ser acessada nas páginas do Facebook (@museudecongonhas), Instagram (@museusdecongonhas) e site da instituição (www.museudecongonhas.com.br). Para todas essas ações, o Museu de Congonhas conta com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Fonte: Janice Miranda
@museudecongonhas

Cultura

Museu de congonhas conquista Selo Evento Seguro e se prepara para a retomada consciente das atividades presenciais

Com a pandemia, desde o ano passado, o Museu de Congonhas precisou redirecionar todas as suas atividades culturais e educativas para a o ambiente virtual, agora com melhora do quadro epidemiológico local e a entrada da cidade na Onda Amarela do plano Minas Consciente, a instituição está se preparando para a retomada gradual dos eventos.

Uma das principais iniciativas foi a conquista do Selo Evento Seguro, criado pelo Governo de Minas para reconhecer atividades culturais, turísticas e de eventos que estão atuando em concordância com os protocolos de saúde e segurança definidos pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo e a OMS. Em Congonhas, o Museu é a primeira instituição a conquistar o Selo.

Lana Duarte, diretora-presidente da FUMCULT, explica que a instituição vem estudando formas para retomada as atividades presenciais de maneira segura. “Criamos um protocolo próprio que tem nos auxiliado nas atividades internas e estamos trabalhando seguindo as orientações do Instituto Brasileiro dos Museus (IBRAM). A nossa intenção é continuar cumprindo o nosso papel de levar arte e cultura para a população, apoiar os artistas locais e impulsionar o turismo da nossa cidade, mas tudo de forma muito consciente. A conquista do Selo, neste momento, atesta o nosso esforço nesse sentido”.

Mesmo diante deste novo cenário o Museu de Congonhas continuará com o projeto #MCoEmCasa com a produção de conteúdos históricos, educativos e informativos nas suas plataformas virtuais, além da realização de eventos online, trabalhando assim de forma híbrida, adaptada aos novos tempos.

“Estamos muito empolgados com os novos desafios. Convidamos toda a população de Congonhas para ficarem atentos às novidades da nossa programação pelas nossas redes sociais e o site institucional. Já adianto que em breve o Museu de Congonhas também estará acessível pelo Google Arts, plataforma que reúne os principais equipamentos culturais do mundo. Vem muita coisa boa por aí!”, reforça Lourdes Maria, coordenadora dos museus de Congonhas.

Janice Miranda – Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

(31)3731 6747 – (31)9.9821-0976

Cultura

Museu de Congonhas ganhará em breve a Sala dos Profetas e melhorias na infraestrutura para a realização de eventos

Já está sendo elaborado pelo renomado arquiteto Gustavo Penna e sua equipe, o projeto de expansão do Museu de Congonhas. Nesta nova etapa, mais uma importante conquista para a instituição, o espaço ganhará uma grande Sala dos Profetas. A ampliação também contará com um novo pavimento de acesso, que irá possibilitar que o Anfiteatro seja coberto e fique mais adequado para realização de eventos. O investimento para estas novas novas ações foi captado via Lei Rouanet junto ao BNDS e contempla ainda a confecção, em pedra-sabão, de réplicas de 10 (Isaias, Jeremias, Baruque, Ezequiel, Daniel, Oseias, Abdias, Amós, Habacuque e Naum) dos 12 profetas esculpidos pelo Mestre Aleijadinho.

A Sala dos Profetas carrega a possibilidade de acomodar esculturas, numa apresentação cénica que rememora a forma como os Profetas se apresentam no Adro do Santuário do Bom Jesus, considerado Patrimônio Mundial pela Unesco. A nova apresentação explora de forma mais atrativa o conteúdo histórico e cultural que carregam as obras, sejam eles originais ou réplicas. Este novo espaço completa a experiência do visitante no circuito da exposição permanente do Museu. Hoje esta parte da história está acanhada numa pequena Galeria das Réplicas com a exposição de apenas dois dos doze Profetas.

Já o Anfiteatro será coberto, se tornando um espaço mais versátio, mesmo em período chuvoso, além de receber mais estrutura para a realização de eventos, como a criação de camarins para os artistas e outras pequenas adequações que foram idenficadas como necessárias ao longo dos anos.

“Com a ampliação, o Museu de Congonhas ganha dois novos espaços que, de certa forma, ele estava devendo. Com esses dois elementos que representam uma evolução, o Museu oferece uma resposta a sociedade em todos os olhares que sempre pretendemos: o olhar do peregrino; do romeiro; a valorização do ofício; do turista, com mais curiosidade e riqueza; do especialista, que estuda o barroco, que estuda a pedra; e o que é mais importante: do morador de Congonhas, como instrumento cultural e de construção de identidade”, explica Gustavo Penna.

O Museu de Congonhas foi inaugurado em 2015 com a missão de potencializar a percepção e a interpretação das múltiplas dimensões do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Como primeiro museu de sítio histórico do país, o espaço faz uso de recursos de alta tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância da história local. A experiência do Museu de Congonhas tem sido referência, sendo citado por gestores culturais, instituições parceiras, pelo Governo e se destacando inclusive internacionalmente.

A instituição se configura hoje como o Centro Cultural de maior relevância regional e abriga, além da exposição permanente, exposições itinerantes de renome e eventos variados. O Programa Educativo também tem papel fundamental. Professores de diversas instituições de ensino veem no Museu de Congonhas um espaço de visitação essencial para o desenvolvimento das disciplinas de educação patrimonial, arte, história e arquitetura.

A diretora do Museu de Congonhas Lana Duarte, reforça que ” com estas novas ações e a ampliação da instituição, o Museu de Congonhas se torna ainda mais atrativo e confortável para turistas e moradores seguindo o seu nobre papel de potencializar o turismo de Congonhas e valorizar o legado deixado por grandes artistas como o Mestre Aleijadinho”.

Janice Miranda Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

(31) 3731 6747 – (31) 99821-0976

Cultura

Museu Mineiro atesta boa conservação do “Retrato de Aleijadinho” sob os cuidados do Museu de Congonhas

O Museu de Congonhas recebeu, na manhã da quarta-feira, 03 de março, Elvira Nóbrega Tobias, conservadora restauradora do Museu Mineiro para a avaliação do estado de conservação do “Retrato de Aleijadinho”. A obra, pertencente ao Museu Mineiro, em Belo Horizonte, está em exposição, em caráter de comodato, no Museu de Congonhas deste a sua inauguração em 2015.

Augusto Ricelli

Segundo Elvira, o Museu de Congonhas tem mantido o retrato em bom estado de conservação, com todos os cuidados necessários. Com a averiguação, o Museu Mineiro dará prosseguimento nos trâmites para renovação do comodato ao Museu. O “Retrato de Aleijadinho” é um dos destaques da expografia do Museu de Congonhas e atrai desde estudiosos à crianças.

Aleijadinho nasceu provavelmente em 1738 e teria morrido em 18 de novembro de 1814, segundo certidão de óbito. O retrato porém, foi feito no século 19, depois que Aleijadinho morreu. É um “óleo sobre pergaminho”, pintado por Euclásio Penna Ventura, medindo 20cm por 30cm. O “Retrato de Aleijadinho” foi adquirido por vários antiquários até ser doado ao acervo do Arquivo Público Mineiro, já no século 20. Há pesquisas que apontam que ele teria pertencido à Sala dos Milagres em Congonhas.

Ao longo dos anos, o quadro causou polêmica entre historiadores. Em 1972, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais promulgou a Lei nº 5.984, considerando-o como efígie oficial do artista. A alegação de que se tratava do rosto do Mestre do Barroco se baseou na imagem representada ao fundo da pintura, em segundo plano, que parecia idêntica a uma obra de autoria do artista.

Janice Miranda Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

(31) 3731 6747 – (31) 99821-0976



Cultura

Aleijadinho em 3D | Projeto usa realidade virtual para dar vida às obras do Mestre do Barroco Mineiro

Já se imaginou fazendo uma viagem no tempo e sendo transportado para a oficina do Aleijadinho no século XVIII? Pois bem, isso vai ser possível graças a tecnologia! Na última semana, Congonhas recebeu a equipe do Studio Kwo XR, do Rio de Janeiro, para realizar a digitalização 3D dos 12 Profetas e do conjunto das Capelas dos Passos da Paixão de Cristo. A digitalização gerará modelos 3D de alta definição que servirão de base para o projeto “Aleijadinho VR”, que levará os visitantes para uma jornada pela vida e obra do escultor em realidade Virtual. O projeto será lançado em setembro, no Museu de Congonhas.

A experiência “Aleijadinho VR” será exibida num circuito gratuito que passará por Congonhas, Mariana e Sabará, encerrando em novembro em Ouro Preto. Ao colocar os óculos de realidade virtual, o visitante será transportado para a oficina de Aleijadinho do século XVIII, podendo interagir frente a frente com obras-primas, esculturas inacabadas, e até um encontro com o misterioso Mestre do Barroco Mineiro.

Foto: Izabella Vasconcelos

Levados por uma narrativa lúdica, os visitantes conhecerão um pouco da história de vida do artista, sua genialidade, assim como a doença que marcou lhe concedeu o famoso apelido. Durante o circuito de exibição, acontecerão também uma série de palestras abertas ao público, explicando os desafios para criar experiências imersivas com realidade virtual, e técnicas utilizadas na digitalizar das obras.

O projeto “Aleijadinho VR” é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura e o patrocínio da Vale, em parceria com o IPHAN, Museu Congonhas, Secretaria de Cultura e Diretoria de Patrimônio de Congonhas, Arquidiocese de Mariana e Basílica de Bom Jesus de Matosinhos. Os modelos em 3D, resultantes da digitalização, serão doados às instituições parceiras.

Janice Miranda Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

(31) 3731 6747 – (31) 99821-0976

Cultura

Museu de Congonhas e da Ladeira reabrem para a visitação

Após um período fechado devido a pandemia do Covid-19, o Museu de Congonhas e o Museu da Imagem e Memória (Ladeira), reabrem nesta terça-feira, 09. Os centros culturais vão funcionar de 9h às 17h, de terça-feira a domingo. O Museu de Imagem e Memória tem entrada gratuita, já no Museu de Congonhas o ingresso permanece R$10,00, sendo que estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada e crianças até 11 anos não pagam. Às quartas-feiras, o Museu de Congonhas também oferece gratuidade para todos os públicos. A reabertura segue todos os protocolos sanitários do Minas Consciente.

Museu de Congonhas

Inaugurado em dezembro de 2015, o Museu de Congonhas é o primeiro museu de sítio histórico do Brasil. O espaço faz uso de recursos de alta tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância da história local. O Centro Cultural recebe turistas e estudiosos de diversos países, o que fez do espaço um grande aliado na divulgação do potencial turístico do município valorizando todo o complexo histórico.

A exposição permanente trata das manifestações da fé no passado e no presente, em particular, o sentido de exteriorização da devoção projetado na monumentalidade teatral do espaço do Santuário, nas práticas da romaria e nos ex-votos. Um dos principais acervos é a coleção Márcia de Moura Castro. Composta por 342 peças que pertenceram à colecionadora, as obras foram adquiridas pelo Iphan em 2011. Outro acervo importante é a Coleção Fábio França, uma biblioteca de referência no Brasil sobre o barroco, a arte e a fé.

Museu da Imagem e Memória (Ladeira)

Museu da Imagem e Memória

O Museu da Imagem e da Memória, localizado em um casarão na tradicional “Ladeira” de Congonhas, tem como proposta guardar e divulgar a história da cidade. Nesse sentido, parte do princípio que todos os congonhenses são ao mesmo tempo agentes, guardiões e divulgadores dessa narrativa.

A atual montagem da exposição tem como eixo central o processo de “urbanização”, percorrendo desde o século XVIII até a efetivação da emancipação política , mostrando como a história está intimamente ligada a um contexto bem mais amplo. Ainda pensando no conceito de “espelho”, onde o congonhense possa se ver, apresenta a história de personalidades da cidade, para gerar representatividade, causar discussões e transformar este em um espaço vivo e questionador.

Janice Miranda Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

(31) 3731 6747 – (31) 99821-0976