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Sociedade

RELAÇÃO DA SOCIEDADE COM A NATUREZA É TEMA DO ÚLTIMO EPISÓDIO DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (28)

Programa traz lideranças indígenas do Brasil e do México em atração que fecha temporada

PIETRA KAUWÁ APURINÃ – divulgação Rede Minas

A natureza se tornou um troféu da corrida industrial. Os territórios e aquilo que o meio ambiente oferecem são alvos de uma exploração desenfreada e colocam o planeta em situação de alerta. A guerra pelos bens naturais já exige seu preço e quem recebeu as primeiras cobranças foram os indígenas. Os povos originários colocam em xeque o conceito atual de civilização em que impera a política do “extraí e descarta”. O tema é debatido no último episódio da 7º temporada do programa Mulhere-se, da Rede Minas, nesta segunda (28). A atração conta com a participação da ativista mexicana Erika Enriquez, a antropóloga e escritora Pietra Kauwá Apurinã e a mestre em linguística e línguas indígenas pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro, Dadá Baniwa, também coordenadora do Departamento de Mulheres da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn).

O programa Mulhere-se se destacou por dar voz à sociedade feminina e foi ganhador do prêmio internacional no Festival Iberoamericano da Cultura Viva, em 2017, e o prêmio Mineiro de Direitos Humanos, no mesmo ano. Em sua setima temporada, a atração apresentou questões que envolvem territórios, ecologia, ciência, saberes diversos e outros destaques sob o ponto de vista de importantes mulheres indígenas, do Brasil e do mundo.

O programa Mulhere-se, da Rede Minas, vai ao ar nesta segunda (28), às 20h. O público também pode acompanhar a atração, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv. Após a exibição, o programa é disponibilizado no canal da Rede Minas no YouTube: youtube.com/redeminas.

SERVIÇO:
Programa Mulhere-se
7ª temporada: “Coexistir”
Episódio: “Para acordar o mundo novamente”
Data: 28/02, às 20h, pela Rede Minas e no site: redeminas.tv

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

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Tatiana Coutinho
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Cultura

INDICADA AO NOBEL PARTICIPA DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (14)

A indígena e embaixadora da Paz, em Genebra, Eliane Potiguara e a educadora e ativista Gloria Villena marcam presença na atração que debate o manejo da paz no mundo

Eliane Potiguara – divulgação Rede Minas

“Porque a competição existe entre os povos e as relações humanas? É possível que a humanidade veio a esse planeta para aperfeiçoar essas relações”. Quem levanta a questão é a escritora Eliane Potiguara. Seu trabalho rendeu a indicação ao Prêmio Nobel da Paz, em 2005, e o título de Embaixadora Universal da Paz em Genebra, na Suíça, tendo participado, também, da elaboração da Declaração Universal dos Povos Indígenas, pela ONU. Como ativista, fez sua voz chegar ao mundo em defesa do planeta, dos povos tradicionais e das mulheres. Ela é uma das participantes do programa Mulhere-se, da Rede Minas, nesta segunda (14), que trata sobre o manejo e a cultura de paz.

O programa conta com importantes ativistas que se mobilizaram para uma sociedade pacífica e sustentável e que fazem coro à Eliane Potiguara. Uma delas é a educadora peruana Gloria Villena, que também participa da atração. Ela coloca em debate o conceito atual de paz e apresenta a resistência como uma ferramenta para convivência harmônica. No programa, o público vai conhecer mais as ideias debatidas por essas mulheres, consideradas “guerreiras da paz”, e as ações governamentais e da sociedade em prol da manutenção pacífica da sociedade.

O programa Mulhere-se, da Rede Minas, vai ao ar nesta segunda (14), às 20h. O público também pode acompanhar a atração, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv. Após a exibição, o programa é disponibilizado no canal da Rede Minas no YouTube: youtube.com/redeminas.

SERVIÇO:
Programa Mulhere-se
7ª temporada: “Coexistir”
Episódio: “O Manejo da paz”
Data: 14/02, às 20h, pela Rede Minas e no site: redeminas.tv

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Cultura

JURISPRUDÊNCIA INDIGENISTA É TEMA DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (31)
Edneia Teles, membro da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (1)– divulgação Rede Minas (1)

O sistema jurídico chegou com os colonizadores que trouxeram, na bagagem, ideais políticos, ideológicos, religiosos e culturais. Os indígenas foram submetidos ao modelo ocidental que, em sua maioria, adotou uma postura de exclusão. Desde o século XVIII, diversas ações foram implementadas para corrigir a situação, como o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Constituição de 88. “Mesmo constando no papel, infelizmente temos que ainda lutar para que isso possa ser concretizado como está escrito”, afirma Edneia Teles, da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro. Ela e outras lideranças dos povos originários discutem a jurisprudência indígena, a aplicabilidade e o êxito no programa Mulhere-se, da Rede Minas, nesta segunda (31), às 20h. O público também pode acompanhar a atração, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv. Após a exibição, o programa é disponibilizado no canal da Rede Minas no YouTube: youtube.com/redeminas.

SERVIÇO:
Programa Mulhere-se
7ª temporada: “Coexistir”
Episódio: “Capítulo próprio – Jurisprudência e direitos indigenistas”
Data: 31/01, às 20h, pela Rede Minas e no site: redeminas.tv

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Sociedade

PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, COMEMORA 100º EPISÓDIO TRATANDO SOBRE A SAÚDE DO PONTO DE VISTA DE INDÍGENAS

Qual é o limite entre a saúde do planeta e do ser humano? O cuidado com o homem vai muito além de medicamentos. O Mulhere-se, da Rede Minas, comemora o centésimo episódio no ar com um grupo de lideranças indígenas que defende a atenção ao meio ambiente como questão primordial para o bem-estar do corpo e da sociedade. Na atração desta segunda (10), às 20h, elas mostram que a temática representa mais que um discurso político de resistência, mas se torna uma necessidade primordial para a sobrevivência.

Adriana Carajá 2 – divulgação Rede Minas

“Sem território, não há saúde. Sem território, não há vida”. Assim define a enfermeira Adriana Carajá, também mestre em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência e doutoranda em Antropologia Social. Convidada do programa, ela fala sobre a necessidade do cuidado com a natureza e com a sociedade como condição para o bem-estar do indivíduo. “A saúde não é só a ausência de doença, mas é ter uma moradia digna. É ter condições de ter qualidade de vida: uma boa alimentação, manter um padrão de sono, atividade física. É um bem viver”. A opinião é compartilhada com a educadora indígena e popular Nádia Tupinambá, licenciada em Artes e Linguagens pela Universidade Estadual da Bahia (UNEB). “O nosso povo, para ter saúde, cuida também daquilo que é o bem primordial: cuidamos da terra, cuidamos do ambiente onde vivemos e esse cuidado é recíproco”, diz.

No programa, a discussão da saúde vai além do bem-estar. As indígenas falam sobre a prática da cura por meio de rituais. Alvos de perseguição, essas atividades utilizam aquilo que a natureza oferece, como a água e a terra, que estão em situação de risco pela destruição provocada pelo homem. A preservação das tradições se tornou uma bandeira em defesa da saúde do corpo e resistência. Segundo Adriana Carajá, as ameaças aos direitos dos povos indígenas ocasionaram a imigração para as cidades contribuindo para a situação de vulnerabilidade social. Na opinião dela, essa é uma prática que se repete: “tinham, antes, as grandes embarcações que vieram através dos homens brancos colonizadores portugueses. Hoje, a gente tem os grandes empreendimentos. É uma substituição do modelo de morte e de perseguição aos povos indígenas”.

Nádia Tupinambá – divulgação Rede Minas

Além de Nádia Tupinambá e Adriana Carajá, também participam do programa as especialistas Maria Helena Gavião e Edna Shanenawa. O Mulhere-se sobre a saúde do corpo e do planeta vai ao ar nesta segunda (10/12), às 20h, pela Rede Minas. O público confere a atração, também, pelo site da emissora: redeminas.tv.

O Mulhere-se, da Rede Minas, estreou em 2016. Atualmente, a atração está em sua sétima temporada, tratando de temas diversos sob a ótica das mulheres indígenas. Em quase seis anos, o programa conquistou prêmios apresentando temáticas diferentes sob o olhar da mulher.

Como sintonizar:
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Cultura

OS DESAFIOS DA HUMANIDADE PARA O PROGRESSO SÃO DEBATIDOS POR INDÍGENAS NO MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (03)

Novo episódio do programa apresenta questões relevantes para o mundo sob o ponto de vista de mulheres indígenas

Márcia Mura – divulgação Rede Minas

O olhar indígena ultrapassa as fronteiras dos territórios e coloca em xeque o progresso da humanidade e o futuro. Estabelecer relações com a natureza, refletir sobre o desenvolvimento e as regras para uma convivência pacífica e sustentável são algumas das questões que um grupo de indígenas debate no programa Mulhere-se, da Rede Minas, nesta segunda (03). A atração levanta questões que vão desde as decisões da civilização e as consequências, às necessidades e luta pelos direitos que abrangem, também, a posição da mulher nesse cenário.

A atração reuniu um grupo de importantes mulheres indígenas de diferentes partes do Brasil e também da América Latina para tratar sobre o tema. Entre elas, a doutora em História Social pela USP, Márcia Mura.

O programa Mulhere-se, com o episódio “Sobre Viver”, é nesta segunda-feira (03), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode acompanhar a atração inédita, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

IDENTIDADE INDÍGENA E A CONVIVÊNCIA SOCIAL SÃO DESTAQUES DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (27)

Atração inédita traz depoimentos de mulheres líderes indígenas que fazem um diagnóstico social tratando das transformações ao preconceito

Mulhere-se 2 – crédito Mixkit

O Brasil tem mais de 896 mil indígenas, de acordo com o IBGE. Esse número revela o povo que tem, em sua origem, o território nacional. A história e a cultura desses brasileiros são ignoradas por muitos. A importância do reconhecimento da identidade e a convivência sadia e harmoniosa com a sociedade e a natureza são pleitos dessas comunidades. O assunto é tema do programa Mulhere-se, da Rede Minas, que traz depoimentos de lideranças indígenas. A atração vai ao ar nesta segunda (27), às 20h.

Quem tem voz no programa são mulheres que representam comunidades indígenas de diferentes partes do país. Entre elas, a coordenadora da União de Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (Umiab), Telma Taurepang. Direto de Roraima, onde vive, ela fala sobre a valorização dos povos e suas identidades. “Somos um povo que quer que o mundo nos veja não de forma diferente, mas uma forma que possam se identificar”, diz Taurepang. A convivência harmônica e os benefícios também são tratados na atração. “Viver no coletivo é isso: nós compartilharmos aquilo que temos”, fala a coordenadora da Umiab, que completa: “posso contribuir com meu próximo, com o que eu tenho de sabedoria, de alimento, de experiências vividas”.

DARUPU’UNA – ARTISTA – DIVULGAÇÃO REDE MINAS

A modernização e o impacto disso estão na pauta do programa. Na atração, as indígenas falam como a tecnologia foi incorporada nas comunidades e como mantiveram suas identidades diante das mudanças. “É importante quebrar paradigmas”, diz Telma Taurepang, que coloca em debate o preconceito que dita estereótipos sobre indígenas e seus modos de vida.

Além da coordenadora da Umiab Telma Taurepang, também participam do programa as líderes indígenas Darupu’uma e Edneia Teles. O Mulhere-se é na próxima segunda-feira (27), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode acompanhar a atração inédita, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

NÚMEROS REPRESENTAM A FORÇA INDÍGENA NO BRASIL E EM MINAS GERAIS
896.917 mil pessoas se declararam indígenas no Brasil no último Censo (2010). Dessas, 57,5 %, estão em terras indígenas oficialmente reconhecidas. Em Minas Gerais, são 31.677 indígenas. 30,6% desse total moram em território indígena. Esses números ainda são maiores, já que a Funai tem mais de cem registros que apontam a presença de indígenas que vivem isolados em toda a Amazônia Legal.

SERVIÇO:
Programa Mulhere-se
7ª temporada: “Coexistir”
Episódio: “Identidade étnica”
Data: 27/12, às 20h, pela Rede Minas e no site: redeminas.tv


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Cultura

AS LÍNGUAS INDÍGENAS SÃO TEMA DE ANÁLISE DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (20)
MÁRCIA KAMBEBA – DIVULGAÇÃO REDE MINAS

Mais de 200 línguas são faladas no Brasil, como aponta o último censo do IBGE. A pluralidade do vocabulário tem voz: são 305 etnias indígenas que mantêm os dialetos vivos por meio da memória. A diversidade linguística que nasceu no país foi abafada pelos colonizadores portugueses. Hoje, a luta pela preservação e a difusão da cultura tem, à frente, muitas mulheres indígenas. São lideranças e pesquisadoras que se mobilizaram para dividir, com toda a população, esse patrimônio nacional: a língua. O “Mulhere-se”, da Rede Minas, mostra essa importante ferramenta de comunicação que faz parte das história do país em um programa com entrevistas especiais, nesta segunda (20).

A atração traz a antropóloga e escritora Pietra Kauwá Apurinã. Ela é uma daquelas que dão o grito de paz pela resistência e disseminação da linguagem. “Se não tivéssemos memória, não teríamos línguas indígenas no país. Isso é uma coisa que, muitas vezes, não é valorizada pela sociedade e pelos órgãos públicos”, diz. O Brasil celebrou, em 2009, a implantação da educação escolar indígena definindo sua organização em territórios etnoeducacionais. A ação ficou restrita a esses povos e territórios, longe das diretrizes escolares para o restantes dos estudantes no país. A ameaça de extinção dessa riqueza histórica e cultural nacional é pauta de discussão apresentada por Pietra Kauwá Apurinã e as índigenas Eliane Potiguara e Darupu’Una, que também participam do programa.

O programa Mulhere-se sobre a linguagem indígena é na próxima segunda (20), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode acompanhar a atração, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

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