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Sociedade

PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, COMEMORA 100º EPISÓDIO TRATANDO SOBRE A SAÚDE DO PONTO DE VISTA DE INDÍGENAS

Qual é o limite entre a saúde do planeta e do ser humano? O cuidado com o homem vai muito além de medicamentos. O Mulhere-se, da Rede Minas, comemora o centésimo episódio no ar com um grupo de lideranças indígenas que defende a atenção ao meio ambiente como questão primordial para o bem-estar do corpo e da sociedade. Na atração desta segunda (10), às 20h, elas mostram que a temática representa mais que um discurso político de resistência, mas se torna uma necessidade primordial para a sobrevivência.

Adriana Carajá 2 – divulgação Rede Minas

“Sem território, não há saúde. Sem território, não há vida”. Assim define a enfermeira Adriana Carajá, também mestre em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência e doutoranda em Antropologia Social. Convidada do programa, ela fala sobre a necessidade do cuidado com a natureza e com a sociedade como condição para o bem-estar do indivíduo. “A saúde não é só a ausência de doença, mas é ter uma moradia digna. É ter condições de ter qualidade de vida: uma boa alimentação, manter um padrão de sono, atividade física. É um bem viver”. A opinião é compartilhada com a educadora indígena e popular Nádia Tupinambá, licenciada em Artes e Linguagens pela Universidade Estadual da Bahia (UNEB). “O nosso povo, para ter saúde, cuida também daquilo que é o bem primordial: cuidamos da terra, cuidamos do ambiente onde vivemos e esse cuidado é recíproco”, diz.

No programa, a discussão da saúde vai além do bem-estar. As indígenas falam sobre a prática da cura por meio de rituais. Alvos de perseguição, essas atividades utilizam aquilo que a natureza oferece, como a água e a terra, que estão em situação de risco pela destruição provocada pelo homem. A preservação das tradições se tornou uma bandeira em defesa da saúde do corpo e resistência. Segundo Adriana Carajá, as ameaças aos direitos dos povos indígenas ocasionaram a imigração para as cidades contribuindo para a situação de vulnerabilidade social. Na opinião dela, essa é uma prática que se repete: “tinham, antes, as grandes embarcações que vieram através dos homens brancos colonizadores portugueses. Hoje, a gente tem os grandes empreendimentos. É uma substituição do modelo de morte e de perseguição aos povos indígenas”.

Nádia Tupinambá – divulgação Rede Minas

Além de Nádia Tupinambá e Adriana Carajá, também participam do programa as especialistas Maria Helena Gavião e Edna Shanenawa. O Mulhere-se sobre a saúde do corpo e do planeta vai ao ar nesta segunda (10/12), às 20h, pela Rede Minas. O público confere a atração, também, pelo site da emissora: redeminas.tv.

O Mulhere-se, da Rede Minas, estreou em 2016. Atualmente, a atração está em sua sétima temporada, tratando de temas diversos sob a ótica das mulheres indígenas. Em quase seis anos, o programa conquistou prêmios apresentando temáticas diferentes sob o olhar da mulher.

Como sintonizar:
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A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

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Cultura

OS DESAFIOS DA HUMANIDADE PARA O PROGRESSO SÃO DEBATIDOS POR INDÍGENAS NO MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (03)

Novo episódio do programa apresenta questões relevantes para o mundo sob o ponto de vista de mulheres indígenas

Márcia Mura – divulgação Rede Minas

O olhar indígena ultrapassa as fronteiras dos territórios e coloca em xeque o progresso da humanidade e o futuro. Estabelecer relações com a natureza, refletir sobre o desenvolvimento e as regras para uma convivência pacífica e sustentável são algumas das questões que um grupo de indígenas debate no programa Mulhere-se, da Rede Minas, nesta segunda (03). A atração levanta questões que vão desde as decisões da civilização e as consequências, às necessidades e luta pelos direitos que abrangem, também, a posição da mulher nesse cenário.

A atração reuniu um grupo de importantes mulheres indígenas de diferentes partes do Brasil e também da América Latina para tratar sobre o tema. Entre elas, a doutora em História Social pela USP, Márcia Mura.

O programa Mulhere-se, com o episódio “Sobre Viver”, é nesta segunda-feira (03), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode acompanhar a atração inédita, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

IDENTIDADE INDÍGENA E A CONVIVÊNCIA SOCIAL SÃO DESTAQUES DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (27)

Atração inédita traz depoimentos de mulheres líderes indígenas que fazem um diagnóstico social tratando das transformações ao preconceito

Mulhere-se 2 – crédito Mixkit

O Brasil tem mais de 896 mil indígenas, de acordo com o IBGE. Esse número revela o povo que tem, em sua origem, o território nacional. A história e a cultura desses brasileiros são ignoradas por muitos. A importância do reconhecimento da identidade e a convivência sadia e harmoniosa com a sociedade e a natureza são pleitos dessas comunidades. O assunto é tema do programa Mulhere-se, da Rede Minas, que traz depoimentos de lideranças indígenas. A atração vai ao ar nesta segunda (27), às 20h.

Quem tem voz no programa são mulheres que representam comunidades indígenas de diferentes partes do país. Entre elas, a coordenadora da União de Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (Umiab), Telma Taurepang. Direto de Roraima, onde vive, ela fala sobre a valorização dos povos e suas identidades. “Somos um povo que quer que o mundo nos veja não de forma diferente, mas uma forma que possam se identificar”, diz Taurepang. A convivência harmônica e os benefícios também são tratados na atração. “Viver no coletivo é isso: nós compartilharmos aquilo que temos”, fala a coordenadora da Umiab, que completa: “posso contribuir com meu próximo, com o que eu tenho de sabedoria, de alimento, de experiências vividas”.

DARUPU’UNA – ARTISTA – DIVULGAÇÃO REDE MINAS

A modernização e o impacto disso estão na pauta do programa. Na atração, as indígenas falam como a tecnologia foi incorporada nas comunidades e como mantiveram suas identidades diante das mudanças. “É importante quebrar paradigmas”, diz Telma Taurepang, que coloca em debate o preconceito que dita estereótipos sobre indígenas e seus modos de vida.

Além da coordenadora da Umiab Telma Taurepang, também participam do programa as líderes indígenas Darupu’uma e Edneia Teles. O Mulhere-se é na próxima segunda-feira (27), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode acompanhar a atração inédita, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

NÚMEROS REPRESENTAM A FORÇA INDÍGENA NO BRASIL E EM MINAS GERAIS
896.917 mil pessoas se declararam indígenas no Brasil no último Censo (2010). Dessas, 57,5 %, estão em terras indígenas oficialmente reconhecidas. Em Minas Gerais, são 31.677 indígenas. 30,6% desse total moram em território indígena. Esses números ainda são maiores, já que a Funai tem mais de cem registros que apontam a presença de indígenas que vivem isolados em toda a Amazônia Legal.

SERVIÇO:
Programa Mulhere-se
7ª temporada: “Coexistir”
Episódio: “Identidade étnica”
Data: 27/12, às 20h, pela Rede Minas e no site: redeminas.tv


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Cultura

AS LÍNGUAS INDÍGENAS SÃO TEMA DE ANÁLISE DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (20)
MÁRCIA KAMBEBA – DIVULGAÇÃO REDE MINAS

Mais de 200 línguas são faladas no Brasil, como aponta o último censo do IBGE. A pluralidade do vocabulário tem voz: são 305 etnias indígenas que mantêm os dialetos vivos por meio da memória. A diversidade linguística que nasceu no país foi abafada pelos colonizadores portugueses. Hoje, a luta pela preservação e a difusão da cultura tem, à frente, muitas mulheres indígenas. São lideranças e pesquisadoras que se mobilizaram para dividir, com toda a população, esse patrimônio nacional: a língua. O “Mulhere-se”, da Rede Minas, mostra essa importante ferramenta de comunicação que faz parte das história do país em um programa com entrevistas especiais, nesta segunda (20).

A atração traz a antropóloga e escritora Pietra Kauwá Apurinã. Ela é uma daquelas que dão o grito de paz pela resistência e disseminação da linguagem. “Se não tivéssemos memória, não teríamos línguas indígenas no país. Isso é uma coisa que, muitas vezes, não é valorizada pela sociedade e pelos órgãos públicos”, diz. O Brasil celebrou, em 2009, a implantação da educação escolar indígena definindo sua organização em territórios etnoeducacionais. A ação ficou restrita a esses povos e territórios, longe das diretrizes escolares para o restantes dos estudantes no país. A ameaça de extinção dessa riqueza histórica e cultural nacional é pauta de discussão apresentada por Pietra Kauwá Apurinã e as índigenas Eliane Potiguara e Darupu’Una, que também participam do programa.

O programa Mulhere-se sobre a linguagem indígena é na próxima segunda (20), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode acompanhar a atração, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

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