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Começa nesta sexta-feira o Encontro de Motociclistas de Barroso. Confira a programação!

BARROSO MOTOFEST 2017 2

Tudo pronto para a 12ª edição do Barroso MotoFest, o encontro de motociclistas promovido pela Associação dos Motoclubes Estradeiros de Barroso (AME-BSO). Neste ano o evento volta a ser realizado na Praça Salvador da Silva, centro da cidade, dos dias 26 a 28 de maio, sexta a domingo. A organização programou, ao todo, sete shows, além de stands, área de alimentação e diversão, e é certo que vai receber um grande público.

Conforme já havia sido divulgado, o encontro, antes realizado em julho, foi antecipado para não competir com outros eventos do mesmo segmento que tradicionalmente acontecem na região. E, atendendo a pedidos dos próprios motociclistas de Barroso e visitantes, além do público local, neste ano a ação será promovida novamente na praça.

A programação vai de sexta-feira a domingo e foi pensada com bastante antecedência pelos organizadores. O evento é gratuito e aberto a toda a população de Barroso e região. A iniciativa conta com apoio da Prefeitura Municipal de Barroso, através da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, Polícia Militar, além de diversas empresas da cidade. A programação completa é a seguinte:

26/05 – Sexta-feira:
20h – Abertura oficial
21h – Banda Somos Tão Jovens (Tributo Legião)
22h30min – Banda Forja
01h – Encerramento

27/05 – Sábado
08h – Recepção dos motociclistas
14h – Banda Soulseek
16h – Banda RockWave
18h – Intervalo para missa e/ou casamento
21h – Banda Estado Crítico
23h – Banda Titania
03h – Encerramento

28/05 – Domingo
06h30min – Café da manhã para os motociclistas
8h – Som mecânico
15h – Banda The Black Jack
18h – Encerramento do evento
Sobre a AME-BSO

A Associação de Motoclubes Estradeiros de Barroso (AME-BSO) é composta pelos grupos Pilantras MC, Koward’s MC e Libertas MC. A entidade é composta por diretorias distintas, com representantes dos três grupos, que se organizam nas demandas executivas, financeiras, eventos, logística e divulgação, dentre outras. O objetivo da criação da associação foi o de fomentar a prática do motociclismo, reforçando os laços entre os grupos que a ela pertencem, além de promover entretenimento, ações sociais e outras iniciativas de interesse de seus associados e da população como um todo.
Rhonan Moreira Neto
Diretoria de Eventos – AME-BSO
Diretor Libertas MC
Tel: (32) 9 8412-7119

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Vai vender sua moto? Confira cinco dicas para valorizar o produto

Aumento no preço das zero-quilômetro fez aumentar procura por moto usada

Com a dificuldade em se conseguir crédito e o elevado preço das motos zero-quilômetro, muitos consumidores têm optado pelo mercado de usadas. Em 2016, para cada unidade nova emplacada, outras 2,52 já em circulação trocaram de dono.

É o caso do fisioterapeuta Tiago Mena Barreto, de São Paulo (SP). Ele está atrás de uma moto para atender seus pacientes com mais agilidade, e descartou comprar um modelo zero-quilômetro após comparar preços.

“Além de o valor ter aumentado nos últimos meses, ainda somei à conta documentação e emplacamento a serem pagos, o que soma mais uns R$ 1.000”, contou. “Por isso estou à procura de uma moto pequena e com quilometragem baixa, que custe até R$ 4.600”, seguiu.

Pensando nisso elencamos seis dicas para valorizar sua moto e não ter dores de cabeça na hora de vendê-la. Confira:

Deixe moto “nos trinques” antes da venda
1 – Documentos em dia

Documentação do ano em ordem, com parcelas correntes do IPVA pagas, é fator muito importante. Tente quitar todos os débitos antes de colocá-la à venda, para torná-la mais atraente. Se possível, separe todos os comprovantes de pagamentos efetuados e documentos antigos para entregar ao futuro comprador. No site dos Detrans é possível verificar pendências, bloqueio judicial e dívidas.

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2 – Aparência e detalhes

Embora detalhes como rodas e escapes esportivos possam ser atraentes para alguns, de maneira geral o melhor é anunciar a moto o mais original possível. Caso ela esteja modificada, conserve as peças originais para entregar ao comprador. Independente do ano, uma moto que chama atenção é aquela bem cuidada, com visual e detalhes de carenage, grafismos, espelhos e iluminação em bom estado. Tenha em mente, ainda, que motos muito exclusivas ou personalizadas não necessariamente terão valor de revenda maior. “O comprador normalmente não quer pagar a mais pelos acessórios. Muitas vezes, tais mudanças podem até dificultar a venda”, avalia Paulo Gugliotti, gerente da Márcio Motos, revenda de São Paulo especializada em modelos acima de 500 cc.

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3 – Mecânica

Deixar a moto bonita e confiável é diferente de ?maquiá-la?. Portanto, antes de anunciar leve-a para uma lavagem com direito a polimento das carenagens, limpeza e lubrificação do conjunto de relação. Partes cromadas e carenagens devem receber polimento, enquanto plásticos ficam mais apresentáveis com lubrificante específico. Óleo, filtros, fluidos pastilhas e cabos devem estar em ordem. ?O comprador costuma olhar só pneus e aparência geral da moto, mas a mecânica deve estar boa, pois tanto lojista como particular devem dar garantia da mecânica e elétrica da moto por 90 dias após a compra?, alerta Jean Sandra Souza, da loja Careca Motosport, de Rio Claro (SP). Atenção: não é preciso trocar tudo que estiver a ?meia-vida?, até porque não se vai recuperar o valor investido. Mas, claro, honestidade é fundamental: se o interessado perguntar sobre o estado de determinado item, diga a verdade.

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4 – Manual e notas de serviço

Ter o manual do proprietário, notas de serviços e compras de peças atestam um dono cuidadoso e valorizam a moto usada. Procure guardar tais papeladas e também a chave reserva, para mostrar aos interessados.

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5 – Quilometragem vs. liquidez

Motos maiores costumam ter boa liquidez quando a quilometragem anual fica em torno de 10 mil km. ?Muito acima disso, costumam levar mais tempo para vender?, relata Jean Sandra Souza. Para modelos menores a média anual fica por volta de 15 mil km. Moto bem cuidada e com quilometragem baixa normalmente alcança — ou ao menos chega perto — o valor da tabela Fipe. Não se prenda muito ao ano-modelo: uma seminova com dois anos de uso pode estar mais rodada e mau cuidada do que uma similar com quatro anos de fabricação. Sem contar o fato de motos mais velhas terem IPVA reduzido.

Fonte: http://carros.uol.com.br