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Turismo & Lazer

“PARTIU UAI” ESTREIA NA REDE MINAS E MOSTRA DESTINOS TURÍSTICOS MINEIROS

A diversidade de atrativos no Estado é apresentada em quadro especial todas as sextas

Ouro Preto – divulgação Rede Minas

Minas Gerais foi apontada como um dos dez destinos mais acolhedores do mundo, segundo o ranking global da premiação Traveller Review Awards 2021. O estado é grande e o que não faltam são cidades que prometem agradar a todos os gostos. Para mostrar essa diversidade, a Rede Minas e as emissoras parceiras percorrem as mais diferentes regiões e mostram esses locais no quadro “Partiu Uai”. Todas as sextas-feiras, o público confere belezas naturais, história e curiosidades. Ouro Preto é destaque na estreia, nesta sexta (08), no Jornal Minas 1ª e 2ª Edição.

Localizada na região central do Estado, Ouro Preto foi a primeira cidade brasileira a ser reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. A equipe da Rede Minas desembarcou no município e mostra os atrativos. Considerada um museu à céu aberto, Ouro Preto oferece opções que vão desde edificações históricas e artísticas à cozinha mineira.

Partiu Uai – Rede Minas

O quadro “Partiu Uai” estreia nesta sexta (08), no Jornal Minas 1ª e 2ª edição, às 12h30 e 19h30, pela Rede Minas. A reportagem também pode ser conferida, nesses mesmos horários, pelo site da emissora: redeminas.tv.

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Tatiana Coutinho
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Cidades

Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública colocam Minas como o estado mais seguro do país

Metodologia do Sinesp avalia taxas de nove crimes, calculadas de forma proporcional à população ou à frota de cada unidade federativa

Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública colocam Minas como o estado  mais seguro do país - Patos Notícias
Foto: https://patosnoticias.com.br/

Minas Gerais é o Estado mais seguro do país em 2021, de acordo com dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), referentes aos meses de janeiro a maio. A base de informações agrega estatísticas disponibilizadas pelas 27 unidades federativas brasileiras e tem, por finalidade, subsidiar a implementação de políticas públicas em segurança e defesa social. Nos três últimos anos, Minas passou de terceiro colocado no ranqueamento, em 2019, para segundo, em 2020, até alcançar a primeira colocação nos primeiros meses de 2021. 

“O resultado é fruto de um trabalho integrado das Forças de Segurança. Um estado mais seguro significa, principalmente, um lugar melhor para se viver e com melhores perspectivas para os mineiros. O investidor também tem mais confiança para empreender aqui, gerando emprego e renda para a população”, afirma o governador Romeu Zema.

O Sinesp acompanha as taxas de violência de nove naturezas criminais. São elas: latrocínio, homicídio consumado, estupro consumado, roubo de carga, roubo a veículo, roubo a instituições financeiras, lesão corporal seguida de morte, homicídio tentado e furto de veículo. A base é alimentada por todos os Estados da nação, com registros de ocorrências lavrados pelas forças de segurança atuantes em cada localidade.

O ranking liderado por Minas Gerais neste ano avalia as menores taxas de incidência criminal: ou seja, o somatório de ocorrências registradas, de forma proporcional à população estadual, conforme a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o período analisado, multiplicando o resultado por cem mil. Nos casos de furto e roubo a veículos, são calculados os registros proporcionalmente à frota inscrita no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Não há atribuição de peso entre os diferentes crimes observados.

Taxa de criminalidade 

Segundo o cálculo, Minas tinha, em 2016, uma taxa de criminalidade de 474,03 por 100 mil habitantes, ocupando o sétimo lugar no ranqueamento nacional. No mesmo período, a taxa nacional equivalente era de 668,49. Em 2019, ao atingir o terceiro lugar no pódio de Segurança Pública, o estado apresentava uma taxa de 260,96 por 100 mil habitantes, enquanto o coeficiente brasileiro era de 358,51. E, finalmente, nos cinco primeiros meses de 2021, a taxa mineira é de 73,17, sendo a proporção em todo o Brasil de 145,04.

Metodologia

O banco de dados do MJSP considera, como último consolidado, o período de três meses anteriores à publicação, que, normalmente, ocorre após o 15º dia corrido. O intervalo é justificado como necessário para que as respectivas pastas de Segurança Pública e Defesa Social de todas as unidades federativas possam coletar, tratar e validar as estatísticas antes de submetê-las à base nacional.

Vale ressaltar que os dados podem apresentar diferenças para outras análises. O Observatório de Segurança Pública da Sejusp, por exemplo, compila e disponibiliza à imprensa, na seção “Dados Abertos” do site, ou sob demanda, as estatísticas mensalmente – via de regra, na segunda quinzena do mês posterior ao balanço mais recente.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Stevan Gaipo – Comédia de Pé

Em tempos de pandemia, a Revista Viva Minas bateu um papo online com o comediante mineiro Stevan Gaipo

Stand up Comedy é um termo americano que descreve os espetáculos de comédia executados por apenas um comediante. Geralmente de pé — daí a expressão “stand up” —, sem acessórios, caracterização ou qualquer outro recurso teatral, essa também é a modalidade escolhida pelo comediante mineiro Stevan Gaipo.

Nascido em Oliveira, Minas Gerais, Stevan é comediante de stand up desde os 15 anos, mas se profissionalizou aos 22. Em entrevista, ele contou um pouco da sua história: quando e como começou a trabalhar com comédia, seu processo de criação, a espera pela volta aos palcos e muito mais.

O grupo de teatro

Foi na Escola Municipal Walfrido Silvino dos Mares Guia onde Stevan estudou da 5ª à 8ª série. E lá também ocorreu seu primeiro contato com um professor de teatro. “Nas primeiras aulas, ele fez alguns jogos de improviso teatral com a turma, e eu achei o teatro fantástico e muito prazeroso”, lembra.

A partir desse contato, o comediante se aprofundou no teatro. “Eu participava de um grupo de teatro em Oliveira, quando o Stand Up Comedy começou a se tornar realidade no Brasil”, conta.

Ao lado de outros quatro amigos, ele montou um espetáculo de esquetes e stand up, dando origem, assim, ao Comédia de Quinta — projeto no qual atuou por dois anos e onde teve base para buscar seu crescimento como comediante.

Stevan diz que ali aprendeu muita coisa sobre palco, sobre o que funcionava e o que não funcionava e, principalmente, muito sobre produzir shows, já que no começo de carreira todo artista é seu próprio produtor.

Em relação ao primeiro contato com a modalidade de show, o comediante brinca que é o tipo de apresentação perfeita para ele, “preguiçoso em essência”, como se define. “Eu fazia teatro e quando conheci o stand up me apaixonei”, recorda.

“Eu detestava ter que sair de casa para ir em ensaio de teatro e, chegando lá, não ter ensaio porque o protagonista faltou. O stand up é perfeito, não tem que maquiar, não tem que ir à costureira experimentar figurino e, de quebra, ainda posso transmitir ao público os meus pensamentos e percepções sobre a vida”, completa.

O processo criativo

Para Stevan, o processo criativo de um texto de stand up comedy precisa partir de uma boa premissa, com um tempero especial. Geralmente, todo esse processo tem início a partir de observações do cotidiano do comediante ou roteirista que vai trabalhar nesse texto.

O comediante cita como exemplo um de seus vídeos disponíveis online, em que o tema é “Pobre tem dificuldades para se comportar em evento chique”. Ele explica ainda que somente a premissa não teria graça, pois ainda é um material cru. “É necessário aplicar essa ideia a técnicas de stand up para que se torne um texto”, acrescenta.

Existem técnicas para destrinchar uma premissa, e uma delas é fazer perguntas: por que um evento chique é difícil para o pobre? O que tem lá que é diferente da vida da gente? Sobre quais assuntos as pessoas chiques falam? O que o pobre sente quando cai em um evento chique? É baseado nas respostas dessas perguntas que o tema se torna amplo e o comediante começa a ter possibilidades para fazer piadas.

Para montar um show solo, Stevan acredita que o trabalho é ainda mais delicado. “É preciso ligar um assunto a outro e todos precisam ter algum sentido com o tema central do show. Além de tudo, ter começo, meio e fim”, aponta. Mas ele também diz que é preciso dosar a intensidade do espetáculo.

“Não pode ser um show de risadas intensas do começo ao fim, e sim intercalar momentos de muito riso com momentos menos intensos, para que a plateia descanse. Rir cansa o corpo e, se o público não conseguir respirar, o show começa a ficar cansativo, mesmo que muito engraçado”, explica Stevan.

Pode até não parecer, mas comédia é coisa séria, e, após todo esse processo, tem início a fase de testes. Nesse momento, o humorista testa pequenas frações do texto nas apresentações do show atual, entre amigos ou até mesmo online.

“Sempre tem alguma coisa para mexer, alguma coisa que parecia que ia funcionar e acabou não funcionando, alguma coisa que dá para melhorar”, afirma o comediante. Depois de testado, revisado e testado novamente, o espetáculo pode entrar em cartaz. “De toda forma, o show é uma evolução constante, mesmo em cartaz. A cada apresentação, alguma coisa melhora”, diz.

Mas, e a pandemia?

Com a pandemia e o isolamento social, muitos profissionais precisaram se reinventar e reestruturar sua forma de trabalho. Com teatros e bares fechados, não foi diferente para os comediantes em todo o país. “Na pandemia, o nosso esforço se tornou 100% online”, revela Stevan.

A renda dos shows foi perdida, mas, para quem tem uma boa audiência, dá para monetizar com a internet. Além disso, surgiu um mercado novo, o de shows online. Algumas empresas têm contratado comediantes para se apresentarem pela internet aos seus funcionários, por exemplo.

“Foi algo que me causou apreensão no começo, por nunca ter feito um show sem ter a reação do público bem na minha frente. Mas estamos aprendendo a mensurar se o público está gostando pelos comentários enviados em tempo real. Está sendo um desafio gostoso”, confessa.

O comediante também acredita que, com o fim da pandemia, a volta aos palcos será um momento que exigirá cautela, pelo stand up ser uma modalidade que requer “ritmo de jogo”, e, até por isso, vai manter o show atual quando for possível retomar os trabalhos em segurança.

Quando esta entrevista foi realizada, a expectativa de Stevan era a de escrever um novo show em 2022. Com grande número de seguidores nas redes sociais, ele segue criando conteúdo diversificado na internet. “O grande lance é saber transformar a vida em conteúdo, só assim para conseguir criar com frequência”, conta.

Jerry Seinfield, comediante americano, diz que as piadas estão no ar e o comediante precisa de uma boa antena para captá-las. Além disso, é necessário entender a proposta de cada rede e criar conteúdos diferentes. Afinal, em cada uma delas o comportamento do público é diferente e a linguagem também. “O que eu mostro é a minha vida, o que acaba criando uma relação muito íntima com os seguidores. É como se fossemos todos primos, e as minhas redes fossem o grupo de WhatsApp da família”, brinca o comediante.

Confira outras matérias na edição 16!

Texto: Flávia Siqueira

Economia

Minas é destaque no maior encontro de empreendedorismo jovem do mundo

Com uma comitiva de mais de mil inscritos, Minas Gerais será, ao lado de São Paulo, o estado com maior participação no Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ). O evento, maior encontro de empreendedorismo jovem do mundo, acontece entre os dias 17, 18 e 19 e celebra a 28ª do edição do ENEJ que, este ano, terá como sede Recife (PE). O evento já impactou mais de 70 mil jovens em edições anteriores e seu principal objetivo é despertar a capacidade de transformação de empreendedores do Movimento Empresa Júnior (MEJ). A programação será inteiramente digital e até o momento, estão confirmados mais de 7,1 mil inscritos.

– O Movimento Empresa Júnior mobiliza mais de 25 mil jovens e conta com 1.400 empresas juniores, espalhadas nas 27 unidades federativas do país. Ano passado, alcançamos um volume de R﹩ 49 milhões que foram revertidos em 34 mil projetos para a capacitação e formação empreendedora de jovens. Temos uma agenda socioeconômica significativa para o Brasil – revela a presidente-executiva da Confederação Nacional de Empresas Juniores (Brasil Júnior), Fernanda Amorim.

O evento conta com as parcerias de grandes empresas e instituições, como Bradesco, Sicoob, Movile, AMBEV, Suzano, SEBRAE, AD Diper, Copergás, Boticário, XPInc, Deloitte, Pirelli, Falconi, Renova BR, BTG, Azul, Bunge, Stone, Scania, Globo, Loft, Via Varejo, RedBull, Americanas, Ray, TPF, Lojas Renner, Hackeando Processos.

Fonte: Clarimundo Flôres

Turismo & Lazer

Minas Gerais é o primeiro estado brasileiro a ter representação no exterior

Objetivo é consolidar o destino Minas como rota internacional; anúncio foi feito durante reunião do Conselho Estadual de Turismo

10 9 2021 minimg
Imagem: Patrick Grosner

A proposta de internacionalização do destino Minas Gerais ganha força a partir deste ano. O estado é a primeira unidade da federação a contar com um escritório fora do país, a ser instalado em Portugal. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, na quinta-feira (9/9), durante a 50ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Turismo (CET).

De acordo com Leônidas Oliveira, o escritório tem a função de fomentar, junto à Secult e à Empresa Mineira de Comunicação (EMC), a estruturação da terceira fase de retomada das atividades turísticas no cenário pós-pandemia, a “Minas para o Mundo”, que deverá ser lançada no próximo ano.

“As primeiras fases da campanha de promoção do destino neste contexto foram o Minas para Minas e o Minas para o Brasil. Agora nos mobilizamos para alcançar o destaque internacional, conversando com players europeus, companhias aéreas, o trade em geral, operadoras, entre outros, para nos posicionarmos no mercado internacional e estarmos na vanguarda. Somos o primeiro escritório fora do Brasil, nem mesmo a Embratur tem”, ressalta o secretário.

Quem está à frente do escritório de Minas Gerais em Lisboa, capital portuguesa, é a jornalista Izabela Drumond Braga, que mora no país desde 2017. É mestranda em comunicação estratégica no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-UL) e pós-graduada em comunicação estratégica.

O ponto de partida para promover o destino Minas Gerais em terras estrangeiras começa com o projeto Via Liberdade, rota turística e cultural que irá se estender pela BR 040, ligando as belezas, as histórias, a cultura e a arte de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Distrito Federal. Além de comemorar o bicentenário de independência do Brasil, o projeto celebra os 100 anos da Semana de Arte Moderna, em 2022.

Políticas do turismo
Além do anúncio do escritório internacional de Minas em Lisboa, a reunião do Conselho Estadual de Turismo deliberou a respeito de importantes questões ligadas ao fomento do turismo e da cultura em Minas Gerais. O encontro, realizado de forma remota, contou também com a participação da subsecretária de Turismo, Milena Pedrosa, e do subsecretário de Cultura, Maurício Canguçu.

Na pauta, foram apresentados alguns dos resultados do Programa Reviva Turismo, política pública da Secult que envolve ações de retomada do turismo em quatro eixos estratégicos (biossegurança, estruturação, capacitação e marketing do destino Minas Gerais).

Os conselheiros deliberaram sobre o projeto Cemig Sim, iniciativa da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) para promover o uso da energia solar com valores mais atrativos que os praticados pelo mercado de energia convencional. Também estiveram em pauta as ações do programa da Secult Descentra Cultura Minas Gerais, ampliando a transversalidade entre cultura e turismo no estado.

Conselho Estadual de Turismo
O Conselho Estadual de Turismo de Minas Gerais (CET) é um colegiado de caráter consultivo, propositivo, deliberativo e órgão superior de assessoramento e integração da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que tem por finalidade propor ações e oferecer subsídios para a formulação da Política Estadual de Turismo e apoiar sua execução, com vistas a sua consolidação e continuidade.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cidades

Conheça Minas Gerais – Itabirito

No fim do século 17, as descobertas de ouro nas imediações de Sabará e Ouro Preto provocaram um grande deslocamento de pessoas para a região central de Minas Gerais. Colonos e imigrantes de vários lugares começaram a povoar as terras que, em pouco tempo, transformaram-se em arraiais, freguesias e vilas.

Crédito: Arthur Seabra

Segundo o historiador mineiro Augusto de Lima Júnior, a chegada do Capitão-mor Luiz de Figueiredo Monterroio e de Francisco Homem Del Rey à região do Pico de Itaubyra (atual Pico de Itabirito), em 1709, deu início aos primeiros núcleos fixos de habitantes e a intensificação da extração de ouro no atual distrito-sede de Itabirito. As minas de Cata Branca e Córrego Seco, situadas na localidade de Arêdes, são parte deste período.

Inspirados pela imagem de Nossa Senhora presente no retábulo retirado da Nau do Capitão-mor, os habitantes começaram a denominar a localidade como Arraial de Nossa Senhora da Boa Viagem de Itaubyra do Rio de Janeiro. Na parte alta dessa localidade, foi construída a Ermida de Nossa Senhora da Boa Viagem que, posteriormente, tornou-se uma capela curada. Em 1745, devido ao crescimento da população, o arraial foi elevado à categoria de freguesia, passando a ser denominado como Itabira do Campo, e a capela transformada em matriz.

Créditos: Arthur Seabra

A economia de Itabira do Campo, apesar da crise econômica provocada pela diminuição do ouro em Minas Gerais a partir de 1760, continuou sendo alimentada pelos trabalhos de extrações auríferas e pelas atividades agrícolas e pecuárias. Na Mina de Cata Branca, por exemplo, a empresa inglesa The Brasilian Company Ltda estruturou um dos principais processos tecnológicos de mineração subterrânea existentes no Brasil durante a primeira metade do século XIX. No entanto, o desabamento dessa mina, em 1844, e os maus rendimentos de outras lavras colaboraram para que a crise econômica aumentasse os seus efeitos na freguesia de Itabira do Campo.

Esse cenário arrastou-se até a década de 1880, quando as instalações dos trilhos da Estrada de Ferro Dom Pedro II e a abertura de empresas nos ramos da siderurgia, tecidos e couro acarretaram no crescimento da população, que passou a modificar a feição da freguesia. A antiga paisagem colonial começou a ser substituída pela paisagem industrial. Esse desenvolvimento tornou a base de sustentação para os desejos de emancipação municipal. Em 7 de setembro de 1923, nascia a cidade de Itabirito que, em tupi guarani, significa “pedra que risca vermelho”.

Pastel de Angu, Patrimônio de Itabirito
Considerada a joia gastronômica de Itabirito, o Pastel de Angu surgiu na Fazenda dos Portões, no Século XIX, quando a cidade ainda tinha o nome de Itabira do Campo. Conta a lenda, que a iguaria foi criada pelas escravas Philó e Maria Conga, que aproveitavam a sobra de angu, principal refeição dos escravos, e para complementar a comida usavam como recheio um guisado feito com umbigo de banana e restos de carne. Posteriormente, fritavam o quitute na banha de porco. Com o passar do tempo, o prato se tornou paixão dos itabiritenses e de turistas que visitam a cidade só para experimentar a delícia, que foi se aprimorando com recheios mais sofisticados de carne, queijo, presunto, frango com catupiry, bacalhau e carne seca com catupiry.

CORAL CANARINHOS DE ITABIRITO

Coral Canarinhos de Itabirito

Fundada em 06 de setembro de 1973 pelo então vigário da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem em Itabirito, Padre Francisco Xavier Gomes. Em 1974, através de apresentação na televisão o coral foi convidado a participar da Federação Nacional dos Meninos Cantores do Brasil, filiando-se logo em seguida. Hoje, está em sua sede própria que é o antigo Museu do Ferro e a senzala, casarão do sec. XIII tombado pelo Patrimônio Histórico Municipal e cedido pela Prefeitura Municipal de Itabirito à essa entidade. O coral possui atualmente mais de 250 componentes entre jovens e crianças. A admissão dos cantores é a partir de teste de teoria musical e técnica vocal. O coral possui também um grupo paralelo de flautistas chamados “Menestréis”, estes participam de aula de teoria musical, técnica vocal. O coral oferece aula de violão, flauta, tem aulas só para solistas e musicalização. Os Canarinhos de Itabirito têm suas atividades concentradas na liturgia católica. É um coro de vozes mistas. Desde 1976 o coral é filiado à Federação dos Meninos Cantores, uma das mais respeitadas do país e do mundo. Durante todos esses anos, o Coral vem divulgando o talento artístico dos jovens itabiritense com apresentações locais e cidades dos outros estados. Ainda dentro do Coral Canarinhos, há subgrupos: • Quarteto Sons da Terra, criado em 2003, formado por componentes do coral, possui um repertório variado. • Grupo de Flautas Doce Menestréis, grupo composto por 20 jovens que, com flautas integra as atividades do coral Canarinhos. • Pequenos Canarinhos, grupo formado apenas por crianças. • Camerata de Cordas Padre Xavier , possui 16 componentes, sendo seus instrumentos: violino, viola e violoncelo.

Igreja Matriz de São Sebastião

Igreja Matriz de São Sebastião

Datada da metade do século XX, a Igreja Matriz de São Sebastião foi erguida por iniciativa do Padre Adelmo Ferreira da Silva, primeiro pároco da Paróquia. Com a extensão da cidade e criação dos bairros Santa Efigênia e São José, notou-se a necessidade da edificação de uma nova Matriz, em suporte a até então única, Paróquia de Nossa Senhora da Boa Viagem. No local havia uma capela primitiva, dedicada ao santo, datada do XIX que foi mantida dentro da nova igreja até sua finalização, quando por fim, foi demolida. A nova; alta, esguia, mas imponente, destaca-se no centro da cidade com seu conjunto de vitrais coloridos e sua torre única com relógios que ditam o ritmo da cidade.

Igreja de São Gonçalo do Bação

A Igreja está assentada dentro de adro calçado de pedra, no centro do distrito e, sobre a colina. O português Antônio Alves Bação construiu a capela em pagamento de promessa a Padre Gonçalo, Santo português, pela cura da febre amarela. Conta à lenda, que o lugar escolhido seria aquele em que o burro da tropa parasse com a imagem do santo proveniente de Portugal. O local foi perto do rancho da tropa, e a demarcação foi feita com estaquinhas. A forma de bandeirolas em cobre, que hoje ainda existe. O portal das escadas tem as datas do início e do fim da primeira construção: 1740 e 1870, e as datas da segunda construção: 1921 a 1924. Como São Gonçalo é o protetor das mães solteiras, todas as mães solteiras da região tinham o costume de batizar seus bebês nesta igreja.

Alto Forno

Alto Forno

O Alto Forno edificado na portaria da atual VDL Siderurgia (antiga Usina Esperança) faz menção a importância da siderurgia para o desenvolvimento da cidade. O alto forno foi o primeiro na América Latina em couraça de aço, inaugurado no ano de 1910.

Capela do Senhor Bom Jesus de Matozinhos

A capela do Senhor Bom Jesus de Matozinhos localiza-se no alto da ladeira de mesmo nome, num terreno aberto e gramado de onde é possível avistar parte da cidade. A construção data de 1765, sendo o projeto de autor desconhecido. A capela é de dimensões reduzidas com a sacristia lateral recuada, nave única, sem capela-mor. Toda a construção é em alvenaria de pedra de mão. Em seu interior o maior destaque está em sua rica ornamentação. A pintura do forro retrata a cena bíblia de Cristo, Maria e os Apóstolos no descimento da cruz. No interior, encontra-se o altar-mor em estilo rococó, com pinturas nas cores vermelho, ocre e dourado. Há uma grande imagem do Cristo na cruz e, abaixo, o sacrário encimado por conchas. O altar-mor é elevado por supedâneo em pedra lavrada almofadada, com quatro degraus ao meio. O piso é em lajes de pedra. A sacristia, também pequena, possui janela com conversadeira em cantaria e duas pias em formato de conchas, também em cantaria.

Mercado Municipal

É um espaço onde cores e sabores se misturam. Nele é possível encontrar iguarias, artesanato, alimentos saudáveis nas lojas e bancas e uma culinária tipicamente mineira nos bares, além de boa música e alegria de nosso povo.

Cachoeira Benvinda

A cachoeira desce, em corredeira, rodeada por mata de galeria, que se estende à direita em mata fechada. A Benvinda se dá em uma queda forte por aproximadamente 30 metros de altura e em seguida forma três quedas d’água em degraus. Após as quedas, a cachoeira continua em corredeira formando piscinas naturais. Sua trilha de acesso se dá pela antiga casa da dona Benvinda, um belo atrativo histórico.

Cachoeira Carrancas

Cachoeira Carrancas

Tem sua queda d’água sobre uma muralha de pedra com formato de uma carranca. Com uma altura aproximada de 10 metros e baixo volume de água, cai sobre a muralha e forma uma piscina natural de pequenas dimensões de águas frias e rasas, margeadas por uma pequena praia de cascalho. Possui ao entorno mata de galeria, com grande variedade de espécies florísticas. Seu entorno, porém, possuem vegetação de cerrado, com árvores esparsas e gramíneas e em elevações pouco maiores, os campos rupestres.

Cachoeira Chicadona

A cachoeira possui três quedas. A primeira, no lado direito da estrada, possui uma queda de aproximadamente 40 metros. Ao final da queda, forma um poço propício para crianças, pela sua pouca profundidade e falta de correnteza. A segunda queda à esquerda da estrada possui aproximadamente 70 metros de altura, formando um lago de maior profundidade rodeado por rochas. A terceira queda, com aproximadamente 40 metros e rodeada por mata fechada é acessada por trilha e forma um pequeno lago.

Cachoeira do Cascalho

A Cachoeira do Cascalho ou Três quedas, como também é conhecida, tem suas quedas livres em forma de “véu de noiva”, caindo sobre muralhas de pedras em semi-circulo de aproximadamente 10 metros, formando três quedas d’águas com volume de água mediano e um lago de águas frias e rasas. Possui ainda uma pequena praia de cascalho, motivo que deu origem a um dos nomes da cachoeira. Em seu entorno há abundante vegetação, com grande variedade de espécies florísticas em sua Mata ciliar, que acompanha todo o curso d’água. A região ao redor, caracteriza-se como cerrado, com espécies arbustivas esparsas e gramíneas. Em alguns pontos mais elevados encontram-se ainda, os campos rupestres constituindo-se sobre solo quartizítico. Em pontos da trilha de acesso à cachoeira, há ruínas de muros de pedras construídos por escravos, sendo também um atrativo histórico.

Cachoeira do Cruzado

Cachoeira do Cruzado

A cachoeira do Cruzado localiza-se na região denominada Capanema e está a uma elevação de 1.100m. Possui sua queda em forma de véu de noiva. Suas águas caem sobre uma muralha de pedra de aproximadamente 20 metros, com volume mediano, formando ao final um grande lago de águas verdes e frias, com temperaturas de 20ºC e profundidade variando entre 1 e 3 metros. Após a queda, suas águas seguem em pequenas corredeiras, formando a alguns metros à frente uma pequena cascata e lago. A vegetação ao entorno da queda é caracterizada por densa mata de galeria, e a região possui espécies típicas de Cerrado, apresentando grande número de espécies de Arnica e arbustos esparsos, cascas grossas e um solo coberto por afloramentos rochosos. Devido à altitude e condições ambientais podem ser observadas espécies características dos Campos Rupestres, como a canela-de-ema.

Cachoeira do Sossego

A cachoeira fica no interior do Camping Itabirito, seguindo uma trilha de 800 metros, de notável beleza cênica, onde se contempla uma rica diversidade da fauna e flora, além de um cenário vislumbrante dos contra fortes da Serra da Jaguara, que compõe a Cordilheira do Espinhaço. Possui uma queda de aproximadamente 30 metros de altura, e ao final dela há um poço propício para banho, pela sua pouca profundidade e falta de correnteza. Em volta do poço há a formação de uma pequena praia de areia branca e cascalho, rodeada por uma natureza exuberante, com bromélias, orquídeas e uma grande diversidade de plantas do Bioma Cerrado. O local possui uma infraestrutura com banheiros, área coberta por telhado e com bancos para descansar e contemplar o belo cenário.

Fonte: https://itabirito.mg.gov.br/ ; https://www.adesita.org.br/ ; https://www.minasgerais.com.br/

Turismo & Lazer

Lugares que você precisa conhecer no Parque Nacional da Serra da Canastra

Saiba como aproveitar esse importante parque natural brasileiro

Minas Gerais abriga vários parques ecológicos e hoje vamos falar de um dos principais, o Parque Nacional da Serra da Canastra. Localizado no sudeste de Minas, foi criado em 3 de abril de 1972 e possui aproximadamente 200 mil hectares. Nele está localizada a nascente histórica do Rio São Francisco, um dos mais importantes rios do nosso país.

Atualmente o Parque é administrado pelo ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Quando estivemos por lá visitamos duas atrações e vamos detalhar para vocês tudo o que precisam saber para uma viagem mais tranquila e sem surpresas.

Casca D’Anta

Foto: A caminho da 2ª maior cachoeira de Minas Gerais, a Casca D’Anta.

Cachoeira Casca D’anta é a maior queda do Rio São Francisco, com 186 metros. Nós visitamos o local acessando pela portaria 4, localizada no município de Vargem Bonita. São aproximadamente 35 km de estrada de terra, quando visitamos ela estava em boas condições, sendo necessário atenção redobrada caso visite em épocas de chuva.

Foto: Trilha a caminho dessa gigante de Minas.

Foto: Contemplando essa paisagem das águas do Rio São Francisco, logo após cairem da Casca D’Anta.

A portaria 4 dá acesso a parte baixa da Casca D’anta, o carro fica estacionado. A caminhada até ela é curta, apenas 1,5 km de trilha segura e bem demarcada. Existe uma trilha, de 3 km que dá acesso a parte alta, ela é bem demarcada, porém bastante difícil, pois a subida é muito íngreme e com muitas pedras. Então caso queiram fazer esse percurso recomendamos que cheguem cedo, reserve pelo menos 4 horas para isso.

Foto: Vista da parte alta da Casca D’Anta.

Foto: Parte alta da Casca D’Anta.

Atualmente (2021) o acesso ao parque pode ser feito gratuitamente. Não é permitido acampar no local.

Cachoeira do Fundão

Foto: Para chegar até a Cachoeira do Fundão é necessário um esforço maior, mas a paisagens enche os olhos de qualquer amante da natureza.

A Cachoeira do Fundão é outro ponto turístico que não pode faltar em sua visita à Canastra. Com uma queda de 80 metros e um poço para nadar gigante, ela enche os olhos de qualquer amante da natureza. Nós acessamos pela portaria 2, que está localizada em São João Batista da Serra da Canastra, distrito de São Roque de Minas.

Foto: Contemplando a Cachoeira do Fundão.

Da portaria até a cachoeira são aproximadamente 19km. Como não temos veículo 4×4, seguimos o percurso até onde deu, 14km, depois encostamos o carro na estrada e seguimos o restante a pé. Foram 3km de estrada de terra e mais 2km de trilha.

Por ser mais afastada, o ambiente está muito bem preservado. Recomendamos muita atenção aos aventureiros que não sabem nadar, pois o poço é fundo e a pressão e correnteza causada pela queda d’agua é bem forte.

Outras atrações dentro do parque

Existem outras atrações dentro do Parque que nós não visitamos, mas que vamos citar para vocês: Centro de Visitantes, Trilha do Cerrado, Nascente Histórica do Rio São Francisco, Cachoeira Rasga Canga, Garagem de Pedras, Ruinas da Fazenda Zagaia, Curral de Pedras.

Informações importantes sobre o parque:

Horário de Funcionamento: De quarta a domingo, de 9h às 16h, com saída até às 18h. O parque estará fechado as segundas e terças, exceto feriados.

Melhores épocas para visitação:  De abril a outubro, pois o tempo está menos chuvoso. Nos períodos chuvosos, fique atento às possibilidades de trombas d’água e às condições das estradas. Ocasionalmente, em casos de incêndios florestais, a unidade de conservação pode ser fechada à visitação.

O que não é permitido dentro do parque:

♦ Trafegar em motocicletas sem placa.

♦ Entrar com bebida alcoólica.

♦ Entrar com animais domésticos.

♦ Trafegar com veículo fora das estradas abertas à visitação.

♦ Entrar com armas brancas ou de fogo;

♦ Fazer churrasco ou fogueira.

Onde ficar: Não é permitido acampamento em nenhuma área dentro do Parque, mas devido ao seu tamanho o local abrange seis municípios mineiros, todos com vocação turística e com excelentes opções de lazer e hospedagem: São Roque de MinasVargem BonitaSacramentoSão João Batista do GlóriaDelfinópolisCapitólio.

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/

 

Turismo & Lazer

Minas Gerais é o estado do Brasil que mais cresce no turismo

Segundo pesquisa do IBGE, acumulado de arrecadação de receita do estado nos meses de maio e junho também é superior à média nacional

20 8 2021 minipesquisa
Imagem: Parque Serra do Cipó – Santana do Riacho
© Pedro Vilela /MTur

As atividades turísticas em Minas Gerais têm registrado sólido crescimento nos últimos meses. É o que mostra a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que coloca Minas com o melhor desempenho nacional no Índice de Atividades Turísticas (Iatur). Entre maio e junho deste ano, o estado apresentou crescimento de 19,7% nas atividades do setor. O índice de Minas é o maior entre todas as Unidades da Federação (UFs) e, também, acima da média nacional, que teve crescimento de 11,9% no período. As UFs que estão em segundo e terceiro lugares no Iatur são o Ceará, com 16,7%, e o Distrito Federal, que acumulou 14,4% das atividades turísticas.

Em relação ao valor arrecadado no mesmo período, os meses de maio e junho, Minas Gerais também apresentou o melhor resultado entre os estados. As atividades turísticas em terras mineiras tiveram crescimento de 26% entre maio e junho, superior aos resultados de outras UFs, como Santa Catarina (12,1%) e Bahia (11,4%) e também ao resultado nacional, que foi de 6,2%.

Os resultados expressivos, tanto em atividades quanto em geração de receita, estão relacionados às ações de estímulo à retomada gradual e segura do turismo no estado, como o Programa Reviva Turismo, iniciativa do Governo de Minas Gerais por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult).

O Reviva Turismo foi desenhado com base em quatro eixos principais, que são biossegurança, estruturação, capacitação e promoção do destino Minas Gerais. Todos eles estão sendo trabalhados de forma integrada para que o estado alcance a meta de geração de 100 mil empregos no turismo até 2022, garantindo lugar entre os principais destinos turísticos do país.

“Minas Gerais concentra grandes atrativos turísticos dentro das tendências de turismo pós-pandemia, para todos os perfis de visitantes. As festas da Cozinha Mineira, dos produtos do campo, tradicionais e contemporâneos, bem como também o sertão, o Gerais das Minas. Nosso estado concentra 62% do Patrimônio Nacional, é um destino seguro e guarda cachoeiras e parques bem cuidados. E ainda destaco o afeto de nossa gente, com o modo de receber dos mineiros, que nos coloca entre os 10 destinos mais acolhedores do mundo pela plataforma Booking”, enfatiza o secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.

“Observar os resultados do esforço articulado com vários parceiros, como o trade turístico e entidades públicas e privadas, para potencializar a retomada do turismo no nosso estado, é uma grande satisfação. A volta do crescimento das atividades e o registro de dados positivos é reflexo disso, que nos posicionam muito bem no cenário nacional e nos estimulam ainda mais nas ações de recuperação do setor”, destaca Milena Pedrosa, subsecretária de Turismo da Secult.

Pesquisa
O Índice de Atividades Turísticas (Iatur) é obtido por meio do agrupamento de classes agregadas (compostas por atividades econômicas dentro da Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE). São elas: Agências de viagens e operadoras turísticas; Alojamento e alimentação; Locação de automóveis sem condutor; Serviços culturais, desportivos, de recreação e lazer; e Transportes turísticos.

A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Mais informações sobre a iniciativa estão disponíveis neste link.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Turismo & Lazer

EXPERIMENTE A ESSÊNCIA DE MINAS NA SERRA DOS ALVES!

Pela belíssima Minas Gerais, não faltam destinos turísticos de tirar o fôlego, por isso hoje incluiremos mais um nestes destinos, trata-se da Serra dos Alves.

É bem no pé da Serra que se encontra um pequeno vilarejo cercado pela natureza, de poucas casas, cheio de hospitalidade que evidencia o que Minas tem de melhor.

A Serra dos Alves localiza-se em Itabira, no pequeno distrito de Senhora do Carmo, uma ótima opção para viver uma experiência única e sem dúvidas belas fotografias. Além disso, relaxar num banho tranqüilo de cachoeira e realizar diversas atividades ao ar livre.

Alguns atrativos locais:

Cânion dos Marques – atrativo natural mais famoso lá é possível fazer rapel, escalada, rafting, trekking, mountain bike e até cavalgada.

Cachoeira dos Marques – uma queda bonita para se ver por lá, e com belas piscinas naturais.

Cânion Boca da Serra – possui várias corredeiras, cachoeiras e piscinas naturais.

Ponte de Pedra – no mesmo local do Cânion Boca da Serra que liga de um lado a outro.

E é claro, assistir aquele belo um incrível pôr do sol do alto da Serra dos Alves.

Prepare o fôlego para subir a Serra, procure orientação local e conheça o vilarejo que vem se destacando por sua essência mineira.

O vilarejo também concentra o importante atrativo cultural a singela Capela de São José construída por volta de 1860. Suas casas coloridas e toda sua simplicidade fazem do vilarejo um cantinho especial em que se sobressai à hospitalidade e o jeito mineiro de ser!

Quer conhecer o destino? Acesse https://serradosalves.org e saiba mais!

Cachoeira dos Marques – Serra dos Alves
Fonte: https://serradosalves.org/o-que-tem-na-serra/passeios/
Cânion Boca da Serra – Serra dos Alves
Fonte: https://br.pinterest.com/pin/482448178843325459/
Ponte de Pedra – Serra dos Alves
Fonte: https://www.flickr.com/photos/achmg/5033410629

Capela de São José – Serra dos Alves
Fonte:  https://serradosalves.org/imagens/

Águas cristalinas do Rio do Tanque – Serra dos Alves
Fonte: https://serradosalves.org/imagens/

Traçando Fitas – Marujada no Vilarejo
Fonte: https://serradosalves.org/imagens/

Canela de Ema- Serra dos Alves
Fonte: https://serradosalves.org/imagens/

Cotidiano – Serra dos Alves
Fonte: https://serradosalves.org/imagens/

Sociedade

Vale abre processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras com 32 vagas para MG

Empresa oferece oportunidades na área de projetos de capital e avança para se tornar ainda mais diversa e inclusiva

Vale abre processo seletivo exclusivo para mulheres engenheiras, analistas e gestoras com 32 vagas para MG

Nesta quarta-feira (11), a Vale abre inscrições para um novo processo seletivo exclusivo para o gênero feminino. Ao todo, 45 vagas nos níveis gerencial e staff (analistas e engenheiras sênior, master e especialista) serão ofertadas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás e Pará para a área de projetos de capital. As 32 vagas para Minas Gerais estão distribuídas entre as cidades de Nova Lima, Itabirito, Mariana, Itabira e São Gonçalo do Rio Abaixo. Com este processo seletivo, a Vale busca profissionais com formação em Engenharia para preencher 30 vagas, e em Administração, Ciências Contábeis, Saúde e Segurança e Ferrovia para ocupar outras 15 vagas de analistas.

As inscrições ficam abertas até o dia 24 de agosto no site www.vale.com/mulheres2021. As candidatas precisam ter disponibilidade para mudança e início de trabalho imediato. A remuneração e os benefícios serão definidos de acordo com cada nível/vaga. Por meio de um processo seletivo 100% online, a Vale espera encontrar profissionais alinhadas com o propósito e os valores da empresa, com comportamentos que enfatizem o diálogo e a diversidade, priorizando soluções sustentáveis e decisões nas quais a segurança das pessoas esteja em primeiro lugar.

(Na foto, as empregadas Juliana Cunha e Sonia Marcia atuam no Projeto Gelado em Parauapebas, Pará. Crédito: Ricardo Teles)

E esse ambiente de valorização e respeito já é destacado por Lorena Carvalho, que está há apenas dois meses e meio na empresa atuando como trainee na Gerência de Inovação e Processos da Diretoria de Projetos de Capital, na unidade de Nova Lima (MG). “Tem sido uma experiência repleta de aprendizados e desafios. Tenho a oportunidade de interagir com pessoas diferentes em um ambiente onde minhas opiniões são válidas. Me sinto empoderada e encorajada, posso ser exatamente quem sou. Trabalho com uma equipe diversa e acolhedora, com colegas e líderes que me receberam muito bem”, afirma.

Mira Noronha, gerente global de Atração de Talentos na Vale, ressalta que a empresa tem buscado, cada vez mais, garantir práticas, políticas e processos inclusivos. “Todos os programas de porta de entrada e recrutamentos em geral levam em conta a diversidade. O propósito da empresa é melhorar a vida das pessoas e transformar a sociedade. E, para isso, a Vale acredita ser essencial promover um ambiente de valorização, onde todos tenham igualdade de oportunidades para desenvolver seu potencial”, destaca.

Mineração Por Elas

A Vale lançou, na última sexta-feira (6), a segunda temporada da websérie Mineração Por Elas, que tem como objetivo mostrar a bem-sucedida presença de mulheres em áreas técnicas, operacionais e de gestão na empresa. No episódio de estreia da temporada, mulheres pioneiras falam sobre suas histórias e desafios ao serem as primeiras na sua área ou função nessa indústria historicamente masculina.

Os episódios seguintes abordarão as diversidades étnico-racial e de orientação sexual, além de mostrar histórias de pessoas com deficiência, jovens talentos e lideranças. Cada filme dura cerca de cinco minutos e traz, em formato documental e com protagonismo das personagens, o olhar de empregadas da Vale de várias regiões do Brasil e de outros países sobre a diversidade na mineração. Serão seis episódios até dezembro de 2021. Saiba mais em www.vale.com/mineracaoporelas.

Fonte: https://correiodeminas.com.br/