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Sociedade

LIVRO SOBRE PADRE ABDALA E TRILOGIA EM CRÔNICAS SOBRE DOM LUCIANO CHEGAM A SÃO JOÃO DEL-REI

Margarida Drumond de Assis está com novos lançamentos

Pode ser uma imagem de 5 pessoas e texto

Margarida Drumond de Assis, jornalista e escritora com 44 anos de caminhada, dezenas de livros editados, na sequência de sua caminhada levando suas obras até o leitor, agora está com novos lançamentos. A escritora leva à cidade de São João del-Rei, terra natal de PADRE ABDALA JORGE, a biografia “Eu já nasci padre!” livro que ela escreveu sobre ele.

Apresentará também, aos leitores sanjoanenses, a trilogia “Dom Luciano, pastor e Irmão” – Crônicas. Por meio destes três livros, em linguagem fluida e concisa, a autora aproxima o leitor da vida, “em nome de Jesus”, conforme testemunhou o arcebispo jesuíta, já Servo de Deus, DOM LUCIANO MENDES DE ALMEIDA. Em “Eu já nasci padre!”, documentário biográfico sobre a vida e a obra de Pe. Abdala Jorge, Margarida Drumond de Assis apresenta com destaque, além do nascimento, infância, Seminário e Ordenação do querido sacerdote, os 59 anos de seu ministério na Paróquia São José de Acesita, em Timóteo, 51 dos quais, como Pároco. Mineiro de São João Del Rei, é grande o legado de Pe. Abdala em seu testemunho de amor a Deus e aos irmãos; sua caridade para com o necessitado; seu acolhimento ; atenção com os trabalhadores, mostrando-lhes seus direitos e a preocupação em permitir ao outro condições mais dignas de vida.

Acerca da Trilogia em crônicas – Dom Luciano, pastor e irmão – de acordo com o que manifestou Pe. Edelcio Serafim Ottaviani – Arquidiocese de São Paulo, no Prefácio do Volume I, “As crônicas de Margarida atuam como um instrumento eficaz, indo ao encontro do povo que nosso bispo tanto amou, em nome de Jesus, para tornar viva, em seu meio, a memória de alguém que foi fazendo de sua vida uma verdadeira obra de arte (…)”.

Eu já nasci padre! – Documentário biográfico
Dom Luciano, pastor e irmão – Crônicas, Vols. I, II e III
Margarida Drumond de Assis
DATA: 19 de julho 2022, de 9 às 17 horas
LOCAL: Centro Cultural de Referência do Patrimônio Imaterial Djalma Assis, Rua Santo Antônio, 22, centro São João del-Rei/MG
Apoio: Secretaria de Cultura e Turismo de São João del-Rei

Fonte @cultetursjdr

Educação

A sexta edição do cobiçado Prêmio Espantaxim revela lista de premiados

Prêmio voltado às crianças de 07 a 13 anos tem como objetivo despertar o interesse de crianças e adolescentes pelo universo da leitura e escrita

A lista pode ser conferida no Site do Concurso

O VI Concurso Nacional Literário Infantil – Prêmio Espantaxim 2020/21, idealizado pela autora e escritora Dulce Auriemo, anuncia os resultados finais da edição: um total de 246 crianças e adolescentes, na faixa etária de 7 a 13 anos, foram premiados por seus textos, enviados nos formatos mensagem, redação e poesia. A relação completa de nomes, escolas, cidades e Estados dos premiados pode ser consultada no Site do Concurso.

Esta edição foi lançada no princípio de 2020, porém com a pandemia do Covid-19 e o lockdown as escolas tiveram que se reorganizar e adaptar suas aulas e atividades para o formato remoto. Segundo Dulce Auriemo, os organizadores do Concurso, visando não prejudicar a participação das crianças e das escolas, tiveram que prorrogar as datas para a entrega dos trabalhos e a estenderam até 8 de dezembro de 2021. “A cada edição cresce a participação de escolas e crianças, mas com a pandemia o cenário era outro. Entretanto, apesar das dificuldades recebemos o surpreendente número de 3.300 trabalhos. A todos os premiados e participantes vale o incentivo para que continuem a fazer da leitura e escrita parte integrante do seu dia a dia”, afirma Dulce.


As obras contemplam 76 escolas públicas e privadas, de 42 cidades e 15 estados brasileiros. A VI Antologia do Prêmio Espantaxim 2020/21 contará com a publicação dos textos de 41 vencedores, os quais incluem 03 destaques — poesia, criatividade, originalidade e 205 selecionados. “Consideramos ‘vencedores’ todos os trabalhos que farão parte da VI Antologia, apesar de estarem divididos entre vencedores e selecionados. São 246 trabalhos escolhidos entre 3.300 recebidos”, explica Dulce.

Próximas etapas

Além de terem seus trabalhos publicados na VI Antologia – livro especial, ilustrado, onde são publicados os textos originais, com a letra dos pequenos escritores e, também, as versões digitadas, após uma revisão – os vencedores do Concurso recebem o Troféu Espantaxim, especialmente criado em 2010 e que já se tornou um cobiçado prêmio literário dedicado aos pequenos escritores, e a coleção completa de livros e CDS do Projeto Espantaxim.

Na cerimônia de entrega do VI Prêmio Espantaxim todos os premiados, vencedores e selecionados, receberão três exemplares da VI Antologia e também o exclusivo boneco do personagem Espantaxim – mascote do Prêmio.

A cerimônia deverá ser realizada ainda em 2022, em São Paulo (SP), em data e local a serem definidos.

Fonte: Isys Helfenstein Remião

Educação

Livros infantis podem ser doados para projeto ‘Estação da Leitura’

Iniciativa da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania é voltada ao acesso e estímulo à leitura; estantes com livros infantis são levadas a vários locais da cidade

A Prefeitura de Juiz de Fora, por meio da Secretaria de Segurança Urbana e Cidadania (Sesuc), está recebendo doações de livros infantis para o projeto Estação da Leitura. A iniciativa busca desenvolver o acesso à leitura e, desse modo, fomentar a leitura. No início, as estantes ficavam no Parque da Lajinha, mas, atualmente, são levadas a vários locais da cidade em eventos da Prefeitura.

Os interessados em doar livros infantis podem entregar as doações nos postos de arrecadação montados na recepção do prédio da Prefeitura, localizado na Avenida Brasil 2.001, ou na sede da própria Sesuc, na Avenida Sete de Setembro 768, Bairro Costa Carvalho, no horário de 8h a 13h e 14h a 17h.

Segundo a secretária de segurança urbana e cidadania, Letícia Paiva Delgado, que está articulando o pedido de doações dos livros infantis, a “Estação da Leitura” é um projeto sustentável, educador e solidário. “Ele reaproveita materiais que talvez fossem para o lixo, promove a leitura, a curiosidade, o saber e faz isso de uma forma livre, em que cada um respeita e contribui com o que pode”, disse, por meio da assessoria da Prefeitura.

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Educação

FAOP inicia campanha de arrecadação de livros para bibliotecas comunitárias
biblioteca Murilo Rubião, da Faop

Com o intuito de contribuir na criação de bibliotecas comunitárias de Ouro Preto e região, a Biblioteca Murilo Rubião, da Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP), vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), inicia, no mês de novembro, a campanha Semear. A primeira comunidade participante é a do distrito de Santo Antônio do Leite, e a meta é expandir essa ação para outros locais.

Além da arrecadação de material bibliográfico multidisciplinar, a Fundação também vai atuar no auxílio da organização do acervo e na orientação dos serviços a serem oferecidos pela biblioteca, de acordo com o perfil da comunidade atendida.

O início da ação

O principal objetivo da nova ação, que integra o Plano Descentra Cultura, da Secult, é colaborar com a criação de espaços autogeridos, em ambientes comunitários já existentes, como é o caso da Casa Amarela – que engloba a Casa de apoio ao Turismo e Casa de Cultura de Santo Antônio do Leite. O local, primeira parceria da FAOP no projeto, foi criado pela Associação de Turismo dos moradores e tem o propósito de movimentar a cultura local, promovendo eventos e incentivando produtores artísticos e culturais da região, além de funcionar também como um centro de atendimento ao turismo.

Uma das gestoras da Casa Amarela, Andréa Maria Matias, conta que o espaço abriga também outros projetos, não só na área de cultura e turismo, mas também relacionados à saúde e bem-estar. No que se refere à criação da futura Biblioteca Comunitária, Andréa revela esperar que a ação contribua para o acesso à cultura em Santo Antônio do Leite por meio da leitura, principalmente, e também de outras ações direcionadas à comunidade, como oficinas e workshops. 

Espaços vão ser administrados pelas comunidades

A ideia é, então, que essas bibliotecas possam ser desenvolvidas e administradas pela própria comunidade e possam oferecer um espaço que disponibilize oportunidades de informação, cultura e lazer a seus grupos sociais.

“Lembrando que, embora a motivação para a construção de uma biblioteca comunitária seja estimulada pelos mesmos ideais, que é o de dar acesso a informação, o desenvolvimento de cada biblioteca segue caminhos diferentes. Seus espaços dialogam com a cultura local e se moldam de acordo com a comunidade na qual está inserida e, com isso, cada biblioteca adquire um perfil único”, explica Patrícia Sarmento, bibliotecária e gerente de Cultura da Biblioteca Murilo Rubião.

Bibliotecas comunitárias são espaços populares voltados para o incentivo à leitura, à cultura e ao compartilhamento de livros. Esses espaços têm o objetivo de garantir o uso público e comunitário dos livros como essência, mas também se organizam em torno de pautas sociais e de acesso à cultura.

Arrecadação

As arrecadações de livros vão ser realizadas nos prédios da FAOP dos bairros Cabeças e Rosário, em Ouro Preto, e na própria Casa Amarela em Santo Antônio do Leite. Será possível doar nesses locais nos horários de funcionamento de suas portarias, como segue abaixo:

Casa Bernardo Guimarães (Rua Irmãos Kennedy, 601, Bairro Cabeças, Ouro Preto) – 8h às 12h e 13h às 17h

Sede da FAOP no Rosário (Rua Getúlio Vargas, 185, Bairro Rosário, Ouro Preto) – 09h às 12h e 13h às 17h

Casa Amarela (Praça Juca Geraldo, 41, Centro de Santo Antônio do Leite, distrito de Ouro Preto)

Atenção: Livros didáticos não vão ser arrecadados.  As obras doadas para a campanha podem ter como tema central:

Arte em geral

Artesanato

Culinária

Espirituais

Autoajuda

História

Literatura em geral

Literatura infantil e infantojuvenil

Gibis

Sociedade

Outro mundo – conheça as obras de Sarah Giane

Sarah Giane nascida em São João Del Rei, e hoje residente em Dores de Campos, filha de fotógrafo profissional cresceu admirando e sempre o acompanhando, especialmente nos processos de revelação das fotos e manipulação de cores e da edição de imagens com os recursos disponíveis no laboratório fotográfico de seu pai.

Curiosa e de personalidade criativa, sempre esteve envolvida com trabalhos visuais, especialmente desenhando. Em dado momento de sua vida adulta, a sua paixão pela leitura de obras de fantasia, com mundos e histórias carregadas de encanto, magia e aventuras incentivou a autora a começar a escrever seu primeiro livro. Sendo mãe e tia, a autora buscou inspiração nas crianças da sua vida para criar os personagens.

Após um longo processo de aprendizado, em julho de 2018, Sarah Giane lançou seu primeiro livro, intitulado “O Segredo Do Jardim”. Nesta sua primeira publicação, a influência da sua paixão pela fantasia é quase palpável durante a leitura ao criar imagens vivas e personagens bem definidos, interagindo naturalmente com elementos inspirados em personagens do Folclore Popular Brasileiro traduzidos em forma de Literatura fantástica. Explorando um universo mágico onde os seres humanos e elementais são capazes de interagir, em “O Segredo do Jardim”, cria um ambiente de magia e mistério que tanto encanta crianças, adolescentes e adultos.

Aliado ao seu prazer de ler e escrever, a autora nos entrega ainda ilustrações de próprio punho que aparecem em seu livro ao longo da história.

Em 2019, lançou o conto inédito intitulado “A Necromante” como parte da antologia “Fantástico Caos”, da Editora Chaos Books.
A paixão pela fantasia flui nas inspirações naturais e ainda em 2019, Sarah Giane iniciou o processo de criação daquela que é sua maior e mais complexa criação até o momento.

A Trilogia Outro Mundo nos apresenta elementos fantásticos em uma estrutura social e poderosa, com diferentes tipos de personagens, mundos, habilidades mágicas e coloca em nossas vidas a reflexão da sua personagem principal Kayla Lancinatti.
O maior desafio nessa obra é a narrativa em primeira pessoa. Essa característica do texto criado pela autora traz ao leitor uma proximidade e um envolvimento maior à narrativa ao sentir na pele da Kayla suas dúvidas, suas incertezas e, especialmente, o poder que a energia elemental carrega enquanto redescobre suas origens, suas vidas passadas e, quem sabe, seu destino. Em “Outro Mundo”, Sarah Giane nos apresenta o papel da mulher na sociedade em diversos níveis de empoderamento. Temos rainhas, guerreiras, sacerdotisas, curandeiras, sem relegar os personagens masculinos a papeis secundários, mas mantendo-os próximos delas como iguais e companheiros que dividem as dores e batalhas ao longo da história.
Ao acompanhar a jornada de Kayla, sofremos, lutamos, e vencemos ao seu lado. Mas também sentimos junto a ela quanto a presença do amor em sua vida se traduz em uma sensualidade latente, em seus pensamentos mais íntimos apresentados em cenas tórridas ao ter consigo um homem que a ama intensamente de todas as formas.

Sarah Giane estará na 17ª edição da Revista Viva Minas e nas redes sociais @revistavivaminas.
Para acompanhar seu trabalho acesse o IG no Instagram @saragiane.sg ou pelo site www.sarahgiane.com.br

Educação

Secult promove doação de livros a instituições de Minas

Obras da Coleção Biblioteca Básica Brasileira foram cedidas pela Fundação Darcy Ribeiro

4 11 2021 minibiblio

Para fomentar o acesso à leitura e à literatura, no âmbito do Programa Descentra Cultura, a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) realiza a doação de livros da Coleção Biblioteca Básica Brasileira a 20 equipamentos do estado. As obras foram cedidas à Secult pela Fundação Darcy Ribeiro e começam a ser distribuídas às instituições a partir de sábado (6/11). É uma ação feita por meio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Minas Gerais (SEBP-MG).

Com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), que fará a logística de entrega do material por viaturas ou aeronaves, e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), os livros serão distribuídos em bibliotecas, arquivos e institutos dos municípios de: Belo Horizonte, Divinópolis, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Montes Claros, Ouro Preto, Patos de Minas, Poços de Caldas, Santa Luzia, São João del Rei, Uberaba e Uberlândia.

Para o secretário de estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, o trabalho coletivo que vem sendo realizado para apoiar as instituições culturais em Minas já evidencia resultados positivos. Segundo o titular da pasta, esse esforço conjunto é reflexo das diretrizes do Descentra Cultura que visam municipalizar as políticas públicas do setor, colocando os municípios mais distantes da capital como foco de diferentes ações

“Contar com o apoio da Polícia Militar para realizar a distribuição desse rico acervo da Fundação Darcy Ribeiro é fundamental para que as ações de descentralização das políticas públicas da cultura cheguem a todos ao maior número de pessoas. Não estamos distribuindo apenas coleções de livros; estamos garantindo que os municípios tenham acesso à leitura e à literatura de uma forma ampla e descentralizada”, destaca Leônidas Oliveira.

Além disso, a doação dos livros fortalece o intercâmbio entre os estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, já que as duas Unidades da Federação integram a Rota Turística Via Liberdade, ação do programa Reviva Turismo, da Secult. O novo roteiro, lançado em 29 de outubro, interliga belezas históricas, culturais e artísticas de Minas e Rio, além de Goiás e Distrito Federal, na BR-040.

O acervo que será entregue às instituições culturais contempla diferentes produções literárias, entre matérias didáticos e obras de literatura. Ao todo, são 50 títulos da Coleção Biblioteca Básica Brasileira e outros 13, que integram o acervo geral da Fundação Darcy Ribeiro. As obras propõem reflexões sobre o que é o Brasil, seu povo, sua história, sua cultura. Os temas propostos abordam “O Brasil e os brasileiros”; “Cronistas da edificação”; “Cultura popular e cultura erudita”; “Estudos brasileiros”; e “Criação literária”.

Em 2014, a Fundação Darcy Ribeiro lançou os primeiros 50 títulos impressos dessa coleção. Todos os volumes contam com projeto gráfico, texto atualizado e prefácio de especialista sobre a obra e o autor. A ação integra o início das comemorações do centenário de nascimento do mineiro Darcy Ribeiro (26/10/1922), antropólogo, historiador, sociólogo, escritor e ex-ministro da Educação e que dá nome à fundação, sediada na cidade do Rio de Janeiro.

Para celebrar a data, a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais também já deu início ao planejamento das ações que vão marcar os 100 anos de Darcy Ribeiro. Toda a programação será divulgada em breve, nos canais oficiais da instituição.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Educação

FLIR – III Festival Livro na Rua homenageia Carolina Maria de Jesus

Pela 1ª vez com circuito internacional e interação com o FLIR Angola, evento deste ano abrirá espaço para o protagonismo feminino, celebrando a obra da autora mineira, e terá ações virtuais e presenciais de 5 a 10 de outubro

ORG XMIT: 595801_0.tif Literatura: a escritora brasileira Carolina Maria de Jesus durante noite de autógrafos do lançamento de seu livro “Quarto de Despejo”, em uma livraria na rua Marconi, em São Paulo (SP). (São Paulo (SP), 09.09.1960. Foto: Acervo UH/Folhapress)

O FLIR – III Festival Livro na Rua está entre nós!!! Os amantes dos livros, dos encontros, das bibliotecas e das livrarias vão poder matar a saudade do evento que, em sua terceira edição, retorna às ruas de Belo Horizonte, de 5 a 10 de outubro, com um circuito internacional e com força para abrir espaço para o protagonismo feminino na nossa literatura, homenageando a escritora Carolina Maria de Jesus. Com o tema de abertura “Pois é, Carolina”, o FLIR 2021 vai celebrar esta grande autora mineira, que nasceu em 1914, em Sacramento, no interior do Estado, faleceu em 1977 e que das ruas conquistou espaço nas estantes de todas livrarias do país.

Neste ano, o festival será internacional porque terá uma programação conjunta com o FLIR Angola, destacando a produção em língua portuguesa vinda da África. A programação totalmente gratuita será híbrida, com ações virtuais e presenciais, tudo para garantir uma programação de qualidade, respeitar as normas de combate à Covid-19 e valorizar o espaço das nossas livrarias.

Os curadores do festival Adriane Garcia (Belo Horizonte) e Kaio Carmona (Angola) prepararam palestras, mesas de debate, atividades presenciais e virtuais que vão atravessar temas como mulheres na literatura, diálogo entre culturas, ancestralidade e memória, o conhecimento e a consciência africana, a justiça social como contribuição para a paz, entre outros.

Para abrir os seis dias de debate, no dia 5/10 (terça-feira), duas importantes palestras: “Gramática do Cotidiano, Carolina e Conceição: Ruptura, herança e continuidade” com Conceição Evaristo e mediação de Cláudio Henrique; e “Pois é, Carolina”, com a participação do jornalista, escritor, biógrafo e crítico literário Tom Farias, autor de “Carolina: Uma Biografia” (2019), também com mediação de Cláudio Henrique. A partir daí, durante todos os dias, serão apresentadas as mesas de debate, com participantes de BH e direto de Luanda, em Angola. Além dessa programação de encontros virtuais, escritores vão apresentar a sua obra em vídeos de até um minuto, convidando para o FLIR/Bienal, sendo que todas as atividades virtuais serão exibidas nas plataformas da Bienal e nas redes sociais do Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA) – a programação do FLIR 2021 está na sequência, nas próximas páginas.

No dia 08/10 (sexta-feira), Vera Eunice, filha da homenageada, estará em Belo Horizonte, conhecendo o Circuito Internacional. No fim do dia, às 19h, ela participará do papo intermediado por Adriane Garcia no prédio onde funciona a Livraria Bantu, especializada em literatura afro-brasileira: “A Carolina foi a minha primeira aluna – Aprender e ensinar a partir de Carolina Maria de Jesus”.

Lembrando também que um dos objetivos do FLIR 2021 é dar chance às pequenas editoras, que lutam por espaço nas vitrines das livrarias. Assim, durante os seis dias de evento, editoras e livrarias se unirão em programações paralelas, enaltecendo o festival. Farão parte do Circuito Internacional as seguintes livrarias em Minas Gerais: Livraria Boutique do Livro (Divinópolis), Livraria Páginas, Livraria da Rua, Livraria Outlet de Livro, Livraria Esquerda Literária, Livraria Ouvidor, Quixote Livraria, Livraria Bantu, Livraria do Belas, Livraria Leitura e a Papelaria Mercado Novo (Belo Horizonte).

O FLIR – III Festival Livro na Rua é apresentado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Câmara Mineira do Livro QUIXOTE+DO, realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à cultura de Belo Horizonte e tem o patrocínio do Instituto Cultural Unimed, além das parcerias com a Embaixada do Brasil e Centro Cultural do Brasil em Angola, Embaixada da França no Brasil e o Institut Franças du Bresil e AML – Academia Mineira de Letras.

A HOMENAGEADA CAROLINA MARIA DE JESUS

Carolina Maria de Jesus nasceu em Sacramento (Minas Gerais), em 1914. Na década de 30 mudou-se para São Paulo, onde foi lavradora, faxineira e empregada doméstica. Foi lá que conseguiu emprego com o cardiologista Euryclides de Jesus Zerbini e acesso aos livros da biblioteca da casa do médico, nos dias de folga. A partir do final dos anos 40, vivendo na comunidade do Canindé, com três filhos e poucos meios de subsistência, Carolina sobreviveu como catadora de papel e ali também – no lixo que recolhia – encontrava revistas e livros que sempre soube aproveitar.

Carolina tomava notas do cotidiano e refletia sobre a vida ao seu redor. Suas anotações, que mesclavam crítica e poesia, serviram de material para sua literatura, cuja primeira publicação se deu com o auxílio do jornalista Audálio Dantas. Em 1960, publicou pela Editora Francisco Alves, “O Quarto de Despejo”. A primeira tiragem da obra se esgotou em semanas e foi traduzida para 14 idiomas diferentes. Carolina Maria de Jesus foi uma das primeiras escritoras negras publicadas no Brasil.

Em vida, publicou “Casa de Alvenaria: diário de uma ex-favelada” (1961), “Pedaços de Fome” (1963) e “Provérbios” (1963). Depois do seu falecimento, em 1977, em Parelheiros, distrito de São Paulo, foram publicados: “Diário de Bitita” (1977), “Um Brasil para Brasileiros” (1982), “Meu Estranho Diário” (1996), “Antologia Pessoal” (1996), “Onde Estaes Felicidade?” (2014) e “Meu sonho é escrever – Contos inéditos e outros escritos” (2018).

CURADORES: A poeta Adriane Garcia é nascida e residente em Belo Horizonte. Publicou “Fábulas para Adulto Perder o Sono” (Prêmio Paraná de Literatura 2013), “O Nome do Mundo” (2014), “Só, com Peixes” (2015), “Embrulhado para Viagem” (2016), “Garrafas ao Mar” (2018), “Arraial do Curral del Rei – A Desmemória dos Bois” (2019), “Eva-proto-poeta” (2020) e “Estive no Fim do Mundo e me Lembrei de Você”. Participa de várias antologias. Tem

poemas traduzidos para o inglês e o espanhol em diversas revistas no exterior. Em 2017, foi co-curadora do FLIR BH, juntamente com o escritor Francisco de Morais Mendes.

Kaio Carmona é escritor, poeta e professor na Universidade Agostinho Neto e no Centro Cultural do Brasil em Angola (CCBA). Pós-Doutor em Poéticas da Modernidade. Doutor em Estudos Literários pela UFMG, publicou os livros “Um Lírico dos Tempos (2006), “Compêndios de Amor (2013), “Para Quando” (2017), “26 Poetas na Belo Horizonte de Ontem” (2020) e “A Casa Comum” (2020). Possui artigos publicados e organizou, junto com Vera Casa Nova e Marcelo Dolabela, a coletânea “Entrelinhas Entremontes: versos contemporâneos mineiros” (2020).

PROGRAMAÇÃO 2021 FLIR – POIS É, CAROLINA

Homenagem à Carolina Maria de Jesus / Circuito internacional BH/LUANDA

DIA 08/10 (SEXTA-FEIRA)

Virtual: 14h Brasil / 18h Angola A literatura e a permanência da escravidão: Eu lutava contra a escravatura atual – a fome (A justiça social como contributo da paz) Edimilson de Almeida Pereira, Kanguimbu Ananaz, Elisângela Rita, Taciana Oliveira

Presencial: 10 às 18h – Exposição : Bordados Literários e Livro escultura por Daniela Angelo & Júlia Rena na Patrícia de Deus (Shopping Quinta Avenida)

11h – Contação de histórias do livro “O Ogro” por Luciana Flores na Outlet do Livro.

14h – Performance sobre Literatura Infantil com Janaína Starling na Outlet do Livro.

18 às 21h – Sarau de poesia com autores das editoras Ramalhete, Chão da Feira e lançamento de “Pequenas Palavras”, de Amilcar Almeida.

18h – Sessão de autógrafos das obras “O Teatro Negro e Atitude no Tempo” de Evandro Nunes e “Magistratura Negra e Seus Modos de Julgar” de Eduardo Levi de Souza no Teatro Espanca (Bantu)

19h – “A Carolina foi a minha primeira aluna – Aprender e ensinar a partir de Carolina Maria de Jesus” Adriane Garcia conversa com Vera Eunice de Jesus, na Livraria Bantu

DIA 09/10 (SÁBADO)

Presencial: 9h30h – Elas dominam a escrita – Autoras Angélica Hodge (Era quase amor), Bárbara Braga (romance Cruel) na Livraria Páginas.

10h – Contação de Histórias “Menina Bonita Do Laço De Fita” da Clássica na Outlet do Livro.

10 às 14h – Exposição : Bordados Literários e Livro escultura por Daniela Angelo & Júlia Rena na Patrícia de Deus (Shopping Quinta Avenida)

10h30 – Poesia política – Lançamento de “Os fantasmas de Brasília e outros demônios”, de Everton Vieira, com Fabiano Reis, autor de “Poemas de Guerrilha” na Livraria Páginas.

11h – Lançamento Revista Ágora 01 e Mostra do Processo de Produção Tipográfica e Performance Poética na Papelaria Mercado Novo.

11h30 – – Lançamento do Livro “Quiquinho e Pio Pio – Cordel Do Acordo Feito E Firmado Entre Menino E Passarinho|, de Carolina Resende e Bruna Lubambo na Outlet do Livro.

12h às 14h – Lançamento do livro de poesia “Verdes, Maduras e Podres”, de Andressa Zanette, na Livraria da Rua.

13h às 15h – Show de música instrumental na Livraria da Rua.

13h45 – Lançamento e bate-papo do Livro “O Conto Do Rouxinol Em Cordel” com a autora Sandra Lane e Ilustradora Bruna Lubambo na Outlet do Livro.

15h às 18h – Oficina Cadernos de histórias: o que eu preciso saber para contar? Com Mário Alves. Inscrições pelo telefone 9 9203 0806 ou pelo Instagram @domdahistoria.

15h – Contação de histórias da Editora Lê com Alessandra Nogueira, na Outlet do Livro.

16h45 – Contação de história com Iriam Starling, na Outlet do Livro.

Atividades nas livrarias participantes como contação de histórias, performances, teatro, dança, música e muito mais. Visite o site e as redes sociais do FLIR e fique por dentro dos detalhes da programação do Circuito Internacional.

DIA 10/10 (DOMINGO)

Virtual: 14h Brasil / 18h Angola Agarrar o sol com as mãos (Literaturas africanas em Língua Portuguesa de autoria feminina) Maria Nazareth Soares Fonseca, Helen Leonarda Abrantes, Terezinha Taborda Moreira, Rogério Faria Tavares

16h30 Brasil / 20h30 Angola Encerramento: “Sentei ao sol para escrever” Vera Eunice de Jesus, Telma Borges, Raffaella Fernandez

Presencial: 9h – Lançamento das edições cartoneras de Aline Tavares e Júnia Paixão na Boutique do Livro

10h – Lançamento do livro infantil “A viagem de Nini”, de Fábia Prates (Páginas Editora) e bate-papo com Álvaro Gentil e Jalmelice Luz na Páginas Editora.

10h – Hora do Conto com Denise Arantes na Boutique do Livro

10h às 11h – Lançamento de “Mundo inseto” com a participação da ilustradora Bruna Lubambo na Livraria da Rua.

SERVIÇO
FLIR 2021 – III Festival Livro na Rua Data: de 5 a 10 de outubro (de terça a domingo) Onde: Atividades presenciais em livrarias de Belo Horizonte e em Luanda, em Angola, e atividades virtuais exibidas nas plataformas da Bienal e nas redes sociais do CCBA.

Informações: www.festivallivronarua.com.br

Marcações de entrevistas com os curadores Adriane Garcia (31 97559-3390) e Kaio Carmona (31)99131-4162, Gláucia Gonçalves Presidente da Câmara Mineira do Livro (31)98421-4272 José Henrique Diretor da Câmara Mineira do Livro (11)95604-8759 e/ou mais informações sobre o FLIR 2021, favor entrar em contato com a assessoria de imprensa: Luiz Cabral (31)97140-0404.

Educação

Bienal Mineira do Livro realiza edição virtual em setembro
16 9 2021 MINIBIENAL

A Bienal Mineira do Livro apresenta mais um dos seus canais, a Bienal Virtual. É Digital, é Real e é Agora. Serão 10 dias de programação, com 60 horas de atividades. Os encontros virtuais serão realizados nos períodos da manhã, tarde e noite. 150 autoras e autores, mediadores e convidados se revezarão em 09 eixos temáticos.

Desde abril de 2020, a maior iniciativa literária do Estado vem praticando o conceito de permanência, por meio da oferta de um diversificado conjunto de atividades. A Bienal Virtual é mais uma dessas ações, realizada pelo Grupo Asas, Câmara Mineira do Livro, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. A Bienal Virtual Mineira do Livro tem a participação de 16 entidades curadoras e apoiadoras, e é viabilizada pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio da Vallourec do Brasil, BH Shopping, Supergasbras e Vaccinar.

Para Marcus Ferreira, Diretor Geral da Bienal Mineira do Livro, “a Bienal Virtual consolida a estratégia de criação de multicanais, pensada para aumentar as superfícies de contato com o público leitor e materializa a meta de permanência. Vamos ficar próximos das pessoas, promovendo interações, todos os meses, para que possamos, cada vez mais, estimular a leitura e valorizar o livro”.

Gláucia Gonçalves, presidente da Câmara Mineira do Livro, lembra que “a Bienal Virtual contribuirá para protagonizar o livro como meio principal e necessário da cultura, e proporcionará oportunidades aos autores de aumentarem os seus públicos, dentro de uma iniciativa de reconhecida reputação”. 

Lançamento da: www.lojabienal.com.br. Bibliodiversidade e Frete Grátis
Será lançada, durante a Bienal Virtual, a Loja Bienal. A ideia é contribuir para as ações de dinamização da cadeia econômica do livro e representar uma alternativa de contato com o público e de comercialização de livros para as editoras, as distribuidoras, as livrarias, os autores independentes participantes da Bienal Mineira do Livro. A Loja Bienal, com a participação das editoras, distribuidoras e livrarias, e por meio das diversas campanhas e promoções a serem realizadas, funcionará como a feira virtual da Bienal Mineira do Livro.

A Loja Bienal já conta com a participação de 28 editoras, distribuidoras e livrarias, e ainda autores independentes (indicados pelas entidades curadoras) que ofertarão seus lançamentos e títulos, com frete grátis, para todo o Brasil. Um esforço para que os leitores, com uma jornada ágil, deixem de se preocupar com o custo do frete e recebam os seus livros, de preferência em casa.

Compromisso Social. Um livro doado a cada 20 vendidos
A Loja Bienal, atenta às distorções sociais existentes no Brasil e, considerando o livro como uma potente ferramenta de transformação, para melhor, da sociedade, terá o compromisso de destinar 01 (um) livro, GRATUITAMENTE, a cada 20 (vinte) livros vendidos (pela Loja Bienal), para educandos e educadores de escolas públicas, além de crianças, jovens, adultos e idosos selecionados pela curadoria da Bienal Mineira do Livro, ou participantes de programas e projetos reconhecidos pela sociedade. Dessa forma, sempre que você comprar um livro na Loja Bienal, contribuirá para promover acessibilidade ao mundo mágico, mítico e sagrado dos livros.

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Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Recordar é viver: Crônicas da região reunidas em livro de André Farrath

Entusiasta do desenvolvimento econômico regional, o contador André Farrath participa de projetos sociais e culturais na área de ação da ADESC (Agência de Desenvolvimento Econômico e Social do Caparaó). Em suas visitas a cidades da região, foi colecionando histórias, crônicas e passagens sobre a origem e personagens de muitas cidades. Nesse ano, ele decidiu compilar esse conhecimento no livro “Recordar é Viver”.

Como o jornalista Sebastião Fernandes apresenta no prefácio da obra, para aqueles que eventualmente podem pensar que “Recordar é Viver” é uma obra pretensiosa que propõe contar a história dos municípios do Território do Caparaó, um alerta: André Farrath não escreve história e, sim, deliciosas crônicas das comunidades que compõem a região Vertente Ocidental do Caparaó. São apenas lembranças de fragmentos da verdadeira história da Região dos Sertões de Minas Gerais.

“Por que ninguém fez isso antes? Me parece que a verdadeira história desta rica e importante região ainda está por ser escrita, à espera de historiadores competentes e isentos de quaisquer conotações emocionais para pesquisar e investigar a fundo os acontecimentos que moldaram a nossa História e criaram uma região próspera e desenvolvida, com índices de crescimento econômico e desenvolvimento humano superiores à média do país.

O trabalho de André Farrath é uma efetiva contribuição às novas gerações que, tomando conhecimento das preciosas informações do passado de luta e superação dos nossos municípios, possam construir um futuro de crescimento e prosperidade, elevando nossa região ao nível de povos do primeiro mundo”, escreveu Sebastião Fernandes, presidente do Conselho de Turismo de Manhuaçu.

Na obra, Farrath agradece aos amigos que fortaleceram e incentivaram para que esta pesquisa fosse transformada em um livro, em especial minha esposa Joana Darck, aos meninos Za, Iuri e Dudu e ao netinho Luca Nacif Farrath.

Com 194 páginas, o livro começa em Carangola, passa pelas cidades de Espera Feliz, do entorno do Pico da Bandeira, segue a Pedra Dourada, Matipó, Caputira, Santa Margarida e Simonésia. De Manhuaçu, com várias passagens, ele vai até os limites de Lajinha, Ipanema e Mutum.

A primeira edição tem sido distribuída a amigos e lideranças. A expectativa é promover o lançamento em breve.

André Farrath Jaegger de Oliveira é bacharel em direito e ciências contábeis. Foi presidente, vice-presidente e conselheiro da ACIAM – Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Manhuaçu; vice-presidente da FEDERAMINAS – Federação das Associações Comerciais de Minas Gerais; Cônsul Honorário da República Guiné Conacri e, atualmente, é o presidente da ADESC – Agência de Desenvolvimento Econômico e Social do Caparaó e diretor da empresa Ética Contábil e Jurídica, de Manhuaçu.

Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/

Cultura

A etiqueta e as cinco linguagens do amor

Desenvolver a capacidade de ler e entender a linguagem de amor do outro é essencial para aqueles que buscam relações mais sadias e amistosas.

As cinco linguagens do amor, de Gary Chapman, é um livro interessante que aborda as diferentes formas de demonstrar e de identificar o amor. Segundo o autor, existem cinco linguagens básicas pelas quais expressamos e compreendemos este singelo e sublime sentimento.

Identificar a forma que o outro percebe e demonstra o “amor” é fundamental para melhor compreendê-lo e, consequentemente, para estabelecer relações mais saudáveis. Destaca-se, todavia, que esse amor, apresentado pelo autor, não se refere apenas àquele que ocorre entre casais. O tema amor, no livro, amplia-se e, assim, adéqua-se à relação entre amigos, colegas de trabalho, conhecidos e familiares.

As linguagens do amor

Conforme definido por Chapman, as cinco linguagens do amor são classificadas em:

1) Palavras de afirmação: são pessoas que se sentem valorizadas quando o outro expressa afirmações positivas. Gostam de ser reconhecidas e elogiadas verbalmente. Se o seu companheiro(a) tem esse perfil não economize palavras.

– “Você está linda!”

– “O almoço está ótimo!”

– “Parabéns pelo trabalho!”

2) Qualidade de tempo: estas pessoas valorizam o tempo exclusivo que você se dedica a elas. Seja durante uma refeição, uma conversa, um passeio. Muitas vezes, não é necessário falar nada, basta estar perto. Basta ficar próximo, ficar junto.

3) Presentes: são aqueles que gostam de receber algo. Não importa o custo financeiro, o que conta é o valor simbólico. O gesto e a lembrança são o que importam. A pessoa que se identifica com esta linguagem ficará super feliz e grata só por você ter se lembrado dela e levado uma flor do “jardim do vizinho”.

4) Gestos de serviços: aqui, o que você faz conta mais do que qualquer palavra. São pessoas que buscam um cuidado e um carinho em forma de ação, de atitude, de ajuda. Preparar uma comida, levar o carro para lavar, ler para o outro, fazer um chazinho são alguns atos, que demonstram ao outro o quão importante ele é e, principalmente, que você se preocupa em vê-lo feliz e realizado.

5) Toque: algumas pessoas têm a necessidade de sentir fisicamente o amor. Por isso, fazem questão de receber carinho, por meio do toque, para que assim sintam-se mais seguras e amadas. Abraços, mãos dadas, carícias físicas são algumas dessas demonstrações muito bem aceitas por aqueles que se identificam com esse perfil.

Para identificar a linguagem do outro, é necessário manter-se sempre atento, observando os sinais manifestados. Quando somos capazes de desenvolver essa percepção, a nossa forma de se comunicar se torna mais efetiva e coerente.

A etiqueta conversa harmonicamente com a abordagem deste livro. Nesta perspectiva, ela nos auxilia a desenvolver a sensibilidade periférica tão necessária para perceber que a forma de “amar” do outro pode ser diferente da nossa. Compreender essa diferença é importante para que não sejamos inconvenientes tentando impor uma linguagem que o outro não compreende ou invadindo o espaço alheio com a nossa forma de “amar” Afinal, “amor” é convivência diária, é diálogo, é respeito, é cuidado. E, etiqueta também.

Fica aqui a dica de leitura.

Terezinha Ribeiro