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Turismo & Lazer

São João del-Rei oferece trilha com natureza e história

Trilha pelo Canal dos Ingleses: obra quilométrica dos escravos escondida na serra de São João del-Rei.

Quando se fala em São João del-Rei, o que vem a sua mente? Casarios coloniais? Comida mineira? Igrejas barrocas? Maria Fumaça?

Sim, essa cidade histórica de Minas, localizada no Campo das Vertentes, tem todas essas maravilhas e oferece ainda muitas outras riquezas. A conversa entre os sinos das suas igrejas, os mistérios da cidade que só seus moradores conhecem, os raros rituais da Semana Santa, o picolé delicioso de frutas, são exemplos de suas preciosidades. E tem uma ainda pouco conhecida pelos turistas: o Canal dos Ingleses.

Como conheci o Canal dos Ingleses

Quem me levou até lá foi um amigo são-joanense, Hélio Carvalho, profundo conhecedor das trilhas na região.

Há muito tempo Hélio comentava comigo dessa construção do período da mineração, na Serra do Lenheiro, mas mesmo com toda descrição que ele fizera, quando conheci o Canal, me espantei com sua dimensão.

Distâncias de São João del-Rei a outras cidades

Belo Horizonte – 188 km

Tiradentes –  16 km

Prados – 28 km

Carrancas – 80 km

Como chegar

Fizemos a trilha em um dia chuvoso do Carnaval de 2020. Começamos em frente à Igreja do Senhor dos Montes e, cerca de 15 minutos depois, já estávamos na área da Serra.

Os primeiros indícios do Canal surgem em uma pequena depressão. Com a explicação do Hélio, foi fácil perceber o contorno do antigo mundéu (como os são-joanenses chamam os diques) que existia ali. Logo ele me mostrou também os trechos do canal, talhado em algumas rochas. Fiquei impressionada!

Foto: Área onde existia um mundéu que represava a água.

A trilha pela Serra do Lenheiro

Parte da Serra do Lenheiro está inserida em um parque municipal criado em 2016, mas ainda não implantado, portanto, não há sinalização e nem infraestrutura de apoio ao visitante. Procure por guias e agências de receptivo da cidade para chegar até o Canal.

A trilha não é longa, tem cerca de 5km considerando ida e volta. Nem demanda grande esforço físico. Mas aconselho que só seja feita por quem tem hábito de andar no meio do mato, em área de rocha e terreno irregular e que não tenha medo de altitude, porque em alguns pontos há necessidade de escalaminhada e de caminhar onde não há trilha. O joelho também deve estar bom. É fundamental um calçado adequado (tênis ou bota de caminhada) e calça para proteger a perna do mato, já que a trilha não é limpa.

O Canal dos Ingleses

A construção inclui túneis, barragens, diques, calhas de madeira sobre vales, além de canais secundários para atender novos pontos de mineração.

Com cerca de 2 km de extensão, é todo talhado na pedra seguindo a curva de nível pela encosta da serra.Transportava água, por gravidade, das nascentes até a área onde era retirado o cascalho que precisava ser lavado em busca de ouro. Tudo isso feito por pessoas negras escravizadas ao longo dos séculos 18 e 19 com as ferramentas então disponíveis. É incrível!

Foto: Trecho do Canal dos Ingleses onde a trilha é mais limpa.

Caminhei pelo canal imaginando a água correndo por ele, as pessoas ali talhando tanta rocha. De repente, me deparei com um túnel que corta um bloco de pedra e que, de tão extenso, não permite que se enxergue a saída do outro lado. Para acessá-la, percorremos lateralmente a rocha e descemos na outra extremidade, numa área coberta pela mata entre dois altos paredões. Sabe aquela sensação de filme de aventura? Foi o que senti ali.

Foto: Trecho do Canal dos Ingleses onde a trilha contém vegetação.

A trilha é ainda enriquecida pelo visual do topo da serra de onde se avista a área urbana, pela vegetação com flores lindas, pela Gruta do Caititu, onde os africanos escravizados faziam seus rituais religiosos, pelos cruzeiros marcando a via-sacra ao longo da serra, e outros segredos desses morros.

A história do Canal dos Ingleses


São João del-Rei formou-se com a descoberta de ouro na região, no século 18. A mineração era feita, principalmente, na Serra do Lenheiro, um conjunto de morros que esconde-se atrás do centro histórico.

Segundo contam os historiadores Ulisses Passareli e Luís Antônio Miranda (2006), o Canal foi construído, por volta de 1740, por João Rodrigues da Silva, vereador e sargento-mor.

No alto da serra, foi construída uma represa com grandes pedras, acima da Cachoeira Véu de Noiva, barrando o Córrego do Lenheiro. Ela enchia-se à noite para ser drenada de dia, por meio de um canal, que lavraram no terreno pedregoso, quando melhor, em muitos lugares na pedra bruta, serra abaixo, em suave declive.

​Foto: Encaixe Calha. Detalhe do Foto: Encaixe de calha. Detalhe do recorte na pedra onde possivelmente era encaixada uma calha para transporte da água.

No século 19, com a redução da mineração, essas estruturas ficaram abandonadas. Foi quando chegou na cidade um médico inglês, Dr. Jorge Such, contratado pela Santa Casa de Misericórdia local. Ele comprou as terras com o canal e fundou, com outros conterrâneos, em 1830, a “Saint John del Rey Mining Company (limited)” para explorar o ouro. Reativaram as obras já existentes e complementaram com novos investimentos.

Mas a empresa não durou muito. Cinco anos depois, com prejuízos, a companhia deixou São João. A atividade, então, ficou entregue aos mineradores avulsos, chamados de faiscadores, que tentavam a sorte usando apenas pá e bateia. Mas o empreendimento dos ingleses é que deu o nome ao Canal, apesar de não terem sido eles quem realmente o implantaram.

Uma curiosidade que só quem é de São João del-Rei sabe

Em um local de destaque da Serra do Lenheiro há um cruzeiro que pode ser visto de alguns pontos da cidade, como do adro da Igreja do São Francisco.

Dizem que o cruzeiro foi fixado por Zé Poeta, um faiscador que garimpava na serra tentando achar ouro. Segundo o que contam, na década de 1970, ele encontrou uma pedra com 660g de ouro, o suficiente para parar de garimpar e sumir no mundo. Mas antes de ir-se embora da cidade, ele comprou um terreno e o doou para a Paróquia de Senhor dos Montes, bairro vizinho à serra.  E ainda instalou o cruzeiro em agradecimento. Depois ninguém nunca mais teve notícia do rapaz. Quando estiver passeando por São João, olhe para o alto da serra e procure pelo cruzeiro do Zé Poeta.

Foto: Cruzeiro do Zé Poeta

E aí, ficou animado pra dar uma pausa na correria e fazer esse passeio ao ar livre? 

Fonte: www.minasgerais.com.br/pt/blog

Cidades

Prados – a cidade da música

O descobrimento do ouro e o estabelecimento da Casa de Fundição, em Taubaté, foram os maiores estímulos que os paulistas tiveram para armarem tropas, e em grupos organizados de exploradores, cheios de audácia e de esperança, largarem São Paulo, rompendo os matos gerais, se infiltrando pelos sertões adentro, transpondo rios, até penetrarem no mais recôndito das Minas, à procura do tão precioso metal.

Fotos Antigas | Prados - MG (O portal dos pradenses)
https://www.pradosmg.com.br/

Ao atingirem os primeiros contrafortes, os bandeirantes fazem pouso, plantam suas roças, armazenam forças para continuar sua jornada.

Uma parte dos paulistas bandeirantes conseguiram alcançar a bacia central do planalto mineiro, parando em plena zona aurífera. Porém alguns partiram em outras direções.

Seguindo para oeste, um dos bandeirantes funda um povoado que viria a ser mais tarde o núcleo do Arraial Novo de Nossa Senhora do Pilar (atual São João Del Rei), outros, vão construir a história de Minas em Ribeirão do Carmo (Mariana), Vila Rica (Ouro Preto), Rio das Velhas (Sabará) e o Rio das Mortes (São José), hoje cidade de Tiradentes; estes serão os quatro grandes núcleos na formação das Minas Gerais.

Com a constante retirada do ouro, pouco a pouco ele ia se acabando e parte dos bandeirantes que ali o exploravam, acabavam por saírem em outras direções, à procura de mais jazidas do nobre metal.

O povoado que deu origem a Prados, surgiu nos primórdios do século XVIII, por volta de 1704, quando dois irmãos bandeirantes, Manoel e Félix Mendes do Prado, chegaram aqui com uma comitiva de Taubaté. A notícia do ouro fácil atraiu muitos paulistas para a região.

Rua Magalhães Gomes
Rua Magalhães Gomes

Entretanto, com o empobrecimento das minas e a escassez do ouro, a propriedade da terra começou a atrair, verificando-se uma alternância na atividade dos antigos bandeirantes, surgindo os primeiros sesmeiros da região. Data daí o desenvolvimento urbano de Prados, ao longo dos séculos XVIII e XIX.

O povoamento que até então se formou, teve rápido crescimento com a influência dos forasteiros que aqui chegavam a procura de ouro, e, sobretudo, por ser passagem de tropas e boiadas que do centro de Minas dirigiam-se para a Zona da Mata.

A localidade de Prados pertenceu à vila São José Del Rei, atual Tiradentes, até 1890, emancipada pelo decreto estadual número 41 de 15 de abril. O município foi instalado em 1891. Neste mesmo ano, foram lhe conferidas as regalias de comarca pela lei estadual número 23 de 24 de maio.

Ao sopé da Serra de São José, Prados apresenta em boa parte, um belo casario, onde se mesclam o antigo e o moderno.

A “Cidade da Música”, como é mais conhecida, é também Berço de Inconfidentes. Temos consciência de que aqui nasceu boa parte da história das Minas Gerais. Assim como a sua história, Prados também conserva sua tradição musical, originada das antigas cerimônias religiosas. O destaque é a Lira Ceciliana, fundada em 1858, e orgulho da cidade, que frequentemente recebe estudantes de música de todo o Brasil. Em julho, a cidade realiza um festival de música erudita, que faz parte dos eventos mais importantes do Estado.

LIRA CECILIANA - Prados - MG (--> PÁGINA INICIAL <--)
http://www.liraceciliana.com.br/

Prados, “Presépio de Minas”, evoca não só beleza, mas tradição e poesia, guardadas em suas tortuosas e estreitas ruas.
Pos lá viveu Hipólita Jacinta Teixeira de Melo, a mulher mais atuante da Inconfidência Mineira. Hoje, o belo casarão onde ela morou é um atelier de artesanato, em frente à Igreja Matriz. Outra grande atração da cidade é o seu artesanato de alta qualidade e preços convidativos. Ao longo da avenida que dá acesso ao centro histórico, é possível observar muitos dos coloridos e criativos ateliês que produzem peças feitas em madeira, cerâmica e couro.

O centro histórico da cidade mantém suas igrejas e casarões bem conservados.


ATRAÇÕES NATURAIS EM PRADOS

APA São José

APA São José

A APA São José e o REVS Libélulas da Serra de São José estão localizados em áreas dos municípios de Prados, Tiradentes, São João Del Rei, Coronel Xavier Chaves e Santa Cruz de Minas, em Minas Gerais. A Casa da Serra, localizada no município de Prados, é o momento de interpretação da riqueza regional, com ênfase na biodiversidade dessas duas unidades de conservação aí presentes. Além dos temas relacionados ao meio físico e aos biomas presentes, grande destaque é dado à fauna de libélulas. Essas áreas protegidas abrigam cerca de 50% das espécies de libélulas que ocorrem no Estado de Minas Gerais

Serra São José

Serra São José

Altitude máxima 1430m, abriga espécies endêmicas de orquídeas e libélulas, as margens da Estrada Real foi palco do movimento da Inconfidência Mineira tendo aos pés da Serra a Fazenda Ponta do Morro da Hipólita Jacinta de Melo, única inconfidente mulher. Nela pode se encontrar cavernas e grutas ainda não exploradas, cachoeiras e trilhas. Chame sempre um guia!

Estrada Parque Prados

Estrada Parque Passos dos Fundadores: uma linda surpresa em Minas Gerais -  Rodas nos pés

Com um percurso de dez quilômetros de extensão, a Estrada Parque Passos dos Fundadores margeia a famosa serra, ligando Tiradentes à cidade de Prados. Cenário ideal para caminhadas, bike, quadriciclo, moto e cavalgada, estas modalidades de lazer podem ser praticadas por pessoas com diferentes níveis de experiência e preparo físico, até mesmo aqueles acostumados a atividades mais leves.

ATRAÇÕES CULTURAIS EM PRADOS

Ateliê Ferreira

Ateliê Ferreira

Arte passada de pai para filho, o ateliê reproduz com fidelidade de detalhes animais de pequeno, médio e grande porte. o turista tem a oportunidade de assistir a produção de itens.

Centro Histórico de Prados

Centro Histórico de Prados

O núcleo histórico-urbano existente em Prados/MG possui um rico diálogo com a arquitetura colonial, representada principalmente pelos dois principais templos religiosos da cidade: as Igrejas Matriz e do Rosário. No entanto, a própria construção civil traz marcas dos modos de habitar dos séculos XVIII e XIX. Muitas dessas edificações foram erguidas ou remodelas ao longo do oitocentismo, mas os casarões do século anterior também se integram a essa estrutura predial, sem apresentar mudanças muito significativas.

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Foto: Léo Carvalho

A construção da Igreja de Nossa Senhora do Rosário pode ser datada nas proximidades da década de 1770. Sua obra é atribuída à população escrava da freguesia. Em 1778 já há registros de atividades nessa capela, como sepultamentos e missas. A construção dessa igreja foi viabilizada pelas Irmandades das Mercês dos Crioulos e de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição

Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição

No ano de 1718, a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Prados foi provida canonicamente pelo bispo do Rio de Janeiro e, em 16 de janeiro de 1752, um Alvará Régio criou a Vigairaria Colada à Igreja Matriz de Prados, já então subordinada ao Bispado de Mariana. Os vigários colados, ao serem provisionados pelo bispo, recebiam a paróquia em propriedade e adquiriam o direito a uma renda anual, a côngrua, paga diretamente pela Coroa Portuguesa para evitar a mendicidade dos padres e afastá-los dos ofícios tidos por indecorosos. A Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Prados faz parte da Diocese de São João del Rei desde a criação desta, em 1960, e foi feita sede de forania em 1989.

Casa Torta

Casa Torta em Bichinho - Dica de Turismo em Tiradentes e Prados - MG

A Casa Torta é divertida, aconchegante e surpreendentemente torta. Um espaço de recordações, lúdico e interativo que agrada aqueles que gostam de cor, riso, poesia e arte. O encantamento é o anfitrião deste projeto que agrada a gente de todo o tamanho, pois é bonito de olhar, divertido para brincar, bacana para fotografar e gostoso de conviver em meio à natureza. Fica em um distrito de Prados chamado Bichinho.

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/ e https://www.pradosmg.com.br/

Turismo & Lazer

Um passeio pela arquitetura de Viçosa!

Conhecida principalmente como uma cidade universitária, Viçosa possui um índice de alfabetização de 92%. Além da importante faculdade Universidade Federal de Viçosa, existem muitas outras instituições de ensino renomadas por lá. A economia local se baseia essencialmente no ensino, agricultura, pecuária e prestação de serviços.

Mas hoje abordaremos de maneira especial suas edificações e ambientes que remetem ao passado do país. Viçosa possui belíssimas obras arquitetônicas, carregadas de emoção e história, vale ressaltar suas belas ruas planejadas. Dentre elas, destacam-se:

  • Igreja Matriz de Santa Rita de Cássia – Uma imensidão de espaço, além de importância histórica, é um grande símbolo da arquitetura nacional.
  • Museu Histórico da UFV – muitos importantes atrativos culturais da cidade se encontram na Universidade Federal de Viçosa, sendo um deles o Museu Histórico da UFV. Com acervo relacionado à construção da UFV, bem, mobiliário original, peças de laboratório entre outros.
  • Casa Arthur Bernardes – a casa tombada pelo IEPHA/MG em 1995, foi construída em 1922, e em 1926 era casa de férias para o ex-Presidente da República, do Dr. Arthur da Silvia Bernardes.
  • Museu de Zoologia João Moojen – Além de um atrativo turístico e cultural, leva o nome de seu fundador o Prof. João Moojen. O local possui mais de 20 mil peças zoológicas, incluindo peixes, fósseis, répteis, maioria coletados em Viçosa. Sem dúvida uma experiência fascinante.
  • Parque da Ciência UFV – Sem dúvida mais outro atrativo cultural localizado na UFV, lá você encontra o Mirante Belvedere que propicia uma bela vista.

Se você é apaixonado por ciência, arquitetura e natureza, venha viver uma incrível experiência em Viçosa!

Igreja Matriz de Santa Rita de Cássia – Viçosa / MG

Museu Histórico da UFV

Casa Arthur Bernardes

Museu de Zoologia João Moojen UFV

Parque da Ciência UFV

Fonte: https://telasguara.com.br/obras-publicas/ufv-universidade-federal-de-vicosa-mg/

Fonte: https://arqmariana.com.br/busca-paroquias/

Fonte: http://www.museudezoologia.ufv.br/images/foto2.htm

Fonte: http://www.iepha.mg.gov.br/institucional/legislacao/76

Fonte: https://www.tripadvisor.com.br/ShowUserReviews-g1733776-d4377739-r613852260-Museu_Historico_da_UFV-Vicosa_State_of_Minas_Gerais.html

Cultura

Palácio da Liberdade em Belo Horizonte
Palácio da Liberdade em Belo Horizonte | Dicas do Nosso Brasil

No final do século XIX, a cidade de Belo Horizonte foi planejada para ser a nova capital do Estado. A Praça da Liberdade foi o lugar escolhido para abrigar o centro administrativo e o Palácio da Liberdade foi construído para ser a sede e o símbolo do governo. Sua inauguração aconteceu em 1898 e, tendo sido palco de importantes acontecimentos políticos que marcaram a história de Minas Gerais e do Brasil, hoje é um dos principais cartões postais da cidade, despertando o interesse dos visitantes do Circuito Liberdade. A arquitetura eclética do Palácio da Liberdade, projetado pelo arquiteto José de Agalhães, reflete a influência do estilo francês, com requintes de acabamento e riqueza de elementos decorativos.

No interior do Palácio podem ser vistos os candelabros em bronze dourado, o piso em parquet, seus lustres em cristal, os painéis alegóricos, seus torreões, a beleza da escadaria principal encomendada a uma empresa da Bélgica e o rico mobiliário.

Divulgação/Palácio da Liberdade

Na área externa, os jardins — projetados originalmente por Paul Villon seguindo o estilo inglês — passaram por reformulações ao longo do tempo, quando foram incluídos elementos decorativos como esculturas e fontes. Mantêm o aspecto original esculturas francesas em mármore e postes que sustentam águias de metal cercadas por luminárias, o orquidário da época da construção e o coreto que ostenta ornamento artesanal de cipós e troncos feitos de cimento armado, um dos poucos coretos que apresentam características da época.

Divulgação/Palácio da Liberdade

A partir da década de 70, os governadores preferiram trabalhar no Palácio dos Despachos.

Endereço
Praça da Liberdade, s/n
Belo Horizonte – MG/Brasil

Fonte: http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/ , http://portalbelohorizonte.com.br/ , dicasdonossobrasil.com.br