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Cidades

Santa Rita do Sapucaí terá cinema geek, exposição de arte e workshop para quem quer criar seus filmes; tudo gratuito

Projeto cultural oferece cinema ao ar livre e gratuito para toda a família

A cidade de Santa Rita do Sapucaí terá sessões de cinema gratuitas, ao ar livre e transmitidas a partir de uma carreta com mais de 20 metros de largura.
É o que oferece o projeto cultural Cine Geek, que leva filmes e desenhos de curta-metragem de classificação livre.
Cuidadosamente selecionados e adequados a pessoas de todas as idades, os 120 filmes de curta-metragem são baseados em temas como inclusão social, sustentabilidade, meio ambiente e tolerância.

“É uma opção de atividade cultural para quem quer ter uma experiência de cinema, que chega de forma gratuita e democrática”, comenta Sueli Parisi, produtora responsável pelo projeto, que é realizado pela Mosaiky.

Antes das sessões, serão realizadas atividades interativas, workshops gratuitos, uma estação de stopmotion para quem quer aprender a criar seus próprios filmes usando fotos quadro a quadro e uma exposição de artes.


EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: Futuro do Pretérito

Com obras para todas as idades, uma exposição saudosista para quem viveu os “anos de glória” do fax, da máquina de escrever, dos telégrafos, dos aparelhos de telefone de discar, das câmeras de vídeo e da secretária eletrônica, entre outros objetos surpreendentes para os jovens que nasceram com o celular nas mãos.

A exposição acontece durante todo o dia, com visitas guiadas em grupos pequenos (para evitar aglomerações).


ENTRE OS FILMES EM CARTAZ:

Farfalla

Cordas

Bravura

H2Obby

Geoff

● Stop (Parada de ônibus)

● Caminho dos Gigantes

● O Fim do Recreio

● Um desejo dobrado (A Folded Wish)

● After the Rain (Depois da chuva)

● Jinxy Jenkins & Lucky Lou (O Azarado Jenkins e a Sortuda Lou)

● Doe-se a doar

● Tamara


AGENDA
De 21 a 24 de julho
Na Praça Central

PROGRAMAÇÃO GERAL
10h às 17h: Exposição “Futuro do Pretérito”
13h às 15h: Workshop
18h às 22h: Cine Geek

INFORMAÇÕES PARA O PÚBLICO:
Para consultar e confirmar a programação, acompanhar o projeto e agendamentos, acesse.

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
ALLIANCE COMUNICAÇÃO:
Cristiana Vieira: (11) 98536-4888; cristiana@alliancecomunicacao.com.br; imprensa@alliancecomunicacao.com.br

Cultura

DOCUMENTÁRIOS SOBRE DESAFIOS EDUCACIONAIS DE JOVENS DE DIFERENTES ESTADOS ESTREIAM NA REDE MINAS, A PARTIR DESTE SÁBADO (04)

Emissora pública mineira foi selecionada para exibir filmes produzidos em Minas Gerais e outros quatro estados por meio do projeto Conexão Juventudes, do Instituto Unibanco

Antes do livro didático, o cocar – divulgação Aboca Audiovisual e Bobox Produções

Como vivem os jovens no Brasil e quais os desafios que enfrentam além dos muros das escolas? Questões importantes que ficam de fora da grade escolar são apresentadas em documentários. Os filmes, inéditos na TV, expõem a dura realidade que permeia o universo juvenil. Seis obras de diferentes estados brasileiros são exibidas na Rede Minas, por meio do “Conexão Juventudes”, a partir de sábado (04/06), às 11h30. A iniciativa é do Instituto Unibanco em parceria com o Instituto de Políticas Relacionais (IPR) e a Brasil Audiovisual Independente (Bravi).

Questões como preconceito, violência, evasão escolar, acesso à tecnologia, imigração e culturas afro-brasileiras e indígenas são abordados nos enredos. Foram 54 produtoras que se inscreveram no edital. Seis obras de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Piauí e Rio Grande do Norte foram selecionadas e ganharam um aporte de R$ 130 mil. Os documentários foram selecionados por uma comissão composta pelos cineastas João Jardim, João Moreira Salles e Val Gomes, além de Tiago Borba, gerente de Planejamento e Articulação Institucional do Instituto Unibanco; Mauro Garcia, presidente da Brasil Audiovisual Independente (Bravi); e Eliane Costa, coordenadora do MBA Bens Culturais: cultura, economia e gestão, da Fundação Getúlio Vargas.

A produção começou em março de 2021 e contou com a mentoria de João Jardim, que assinou filmes e minisséries de sucesso, e a diretora e editora Márcia Medeiros, que atuou em programas e séries de televisão, além de documentários e videoclipes. Como parte do prêmio, os realizadores vão ter seus filmes exibidos na Rede Minas e em outras cinco emissoras educativas. A TV mineira mostra os títulos na grade de programação durante seis sábados, a partir de junho, antes das obras passarem por festivais ou salas de cinema.

Adolescer – divulgação 55 CINE

Quem abre a cortina da sessão especial “Conexão Juventudes” é “Onde aprendo a falar com o vento”, de André Anastácio Gomes e Victor Dias dos Santos, neste sábado (04), às 11h30. Nas semanas seguintes são exibidos o goiano “Contraturno”, de Larissa Fernanda Santos e Deivid Rodrigues; “DesConectados”, do piauiense Márcio Bigly; “Antes do livro didático, o cocar”, de Rodrigo César Cortez de Sena, do Rio Grande do Norte; e o capixaba “Adolescer”, de Gustavo Pimenta Moraes. Para encerrar o especial, Minas Gerais volta com “Terremoto”, de Gabriel Martins Alves, da Filmes de Plástico.

ESTREIA COM “ONDE APRENDO A FALAR COM O VENTO”

A manifestação religiosa afro-brasileira “Reinado” ainda sobrevive no Brasil. Em Oliveira, na região centro-oeste de Minas Gerais, os jovens assumem a responsabilidade de manter a tradição com o “Reinadinho”. Uma cultura forte que nasceu do povo que veio escravizado para o Brasil e que passa, muitas vezes, despercebida pelas escolas. Os cineastas André Anastácio de Oliveira Gomes e Victor Dias dos Santos fizeram um convite para os estudantes pensarem tanto a escola, como o Reinado, como espaços de educação. O resultado rendeu o documentário “Onde aprendo a falar com o vento”. A obra mostra a cultura afro-brasileira que ficou de fora da sala de aula e lançou questionamentos sobre o que a história registrou. Tudo isso embalado pelo entusiasmo juvenil que almeja a inclusão de um passado ignorado pelos livros e a manutenção de saberes e tradições em extinção. O filme mostra o racismo a que estão expostos e coloca em discussão a herança dos colonizadores europeus na educação, que excluiu saberes e conhecimentos dos povos que viveram também história.

A produção do documentário envolveu os jovens do Reinadinho , de Oliveira, e a mestra dos saberes Capitã Pedrina de Lourdes. Além das gravações, foram realizados encontros e oficinas para amplificar as vozes e apresentar, da maneira mais genuína o pensamento, sentimentos e relação dos protagonistas com os saberes, filosofia, ciência e história de seus antepassados. A proposta foi traçar paralelos entre a relevância de saberes ancestrais e a ausência desses conhecimentos em espaços formais de educação, expondo a falta de representatividade negra nas escolas. A direção é de Victor Dias, que já tem no currículo outros quatro títulos, e o artista plástico André Anastácio. O documentário é realizado pela Apiário Estúdio Criativo, de Belo Horizonte (MG). A produtora já lançou filmes premiados exibidos em mais de 40 festivais nacionais e internacionais .

O documentário “Onde aprendo a falar com o vento” vai ao ar neste sábado (04), às 11h30, pela Rede Minas e no site da emissora: redeminas.tv.

FICHA TÉCNICA
Onde aprendo a falar com o vento
Sinopse: O filme traz a discussão sobre educação decolonial, protagonizado por um grupo de jovens negros, alvos de racismo na escola, que criaram sua  festa de Reinado, em Oliveira (MG).
Produtora: Apiário Estúdio Criativo (MG)
Direção: André Anastácio e Victor Dias
Com: Elislaine Aparecida da Silva, Husdon de Souza Machado, Kenedy Kauã dos Santos, Mateus Rosa Santos, Michael dos Santos Moreira, Otávio Dias de Fátima, Capitã Pedrina de Lourdes Santos
Produção Executiva: Fernanda Salgado
Assistente de Câmera: Nívea Labibe
Direção de produção e assistência de direção: Paula Kimo
Captação de som direto: Marcela Santos
Assistência de produção: Renata Martins
Montagem: Luísa Lanna
Desenho de som: Daniel Nunes
Roteiro: André Anastácio, Luísa Lanna e Victor Dias
Identidade visual: Aline Besouro
Mestra dos saberes: Capitã Pedrina de Lourdes Santos
Animação de letterings: Fernando Cunha
Direção de fotografia: Bernard Machado
Pesquisa e materiais de arquivo para o site: Bárbara Altivo
Motorista: Natasha Gomes Pereira
Consultoria de direção: João Jardim
Consultoria de montagem: Márcia Medeiros
Alimentação: Jucelha de Oliveira, Cláudia Márcia Chicarelli, Fernanda Moraes Santos
Assessoria Jurídica: Sílvia Venna, Ana Carolina de Freitas Fetal

SERVIÇO:
Conexão Juventudes – aos sábados, às 11h30 (entre os dias 04/06 e 09/07)
Estreia: Onde aprendo a falar com o vento (MG), de André Anastácio e Victor Dias
Dia: sábado (04/06)
Rede Minas e site redeminas.tv

Próximos filmes – aos sábados, às 11h30, pela Rede Minas:
11/06 – “Contraturno” (GO), de Larissa Fernandes e Deivid Rodrigues
18/06 – “desConectados” (PI), de Márcio Bigly
25/06 – “Antes do livro didático, o cocar” (RN), de Rodrigo Sena
02/07 “Adolescer” (ES), de Gustavo Moraes
09/07 – “Terremoto” (MG), de Gabriel Martins

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

ACESSE AS REDES SOCIAIS:
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ATENDIMENTO AO PÚBLICO:
Tel: (31) 3254-3000
Whatsapp: (31) 98272-6543

Tatiana Coutinho
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
tatiana.oliveira@redeminas.mg.gov.br
tatianacoutinho.tc@gmail.com

Cultura

FAIXA DE CINEMA REESTREIA COM FILMES E ENTREVISTAS, NA REDE MINAS, A PARTIR DESTA SEXTA (03)

Jornalista Samuel Guimarães assume a apresentação do programa, que traz documentários do “projeto Moradores – a humanidade do patrimônio” e entrevista com diretor

Equipe produtora Nitro Histórias Visuais – crédito Marcus Desimoni, Leo Drumond e Gustavo Baxter

Preparem a pipoca e reservem um lugar especial no sofá. A Faixa de Cinema reestreia na Rede Minas mostrando filmes premiados e, também, lançamentos. Na programação, produções nacionais, com destaque para as obras mineiras. São curtas e longas, de diversos gêneros, para agradar a todos os gostos. Antes da campainha anunciar as exibições, tem entrevista com profissionais que trabalharam nos filmes. Em cada edição, diretores, roteiristas e atores participam da atração para falar sobre as obras em uma conversa descontraída com o jornalista Samuel Guimarães, que assume o programa. No bate-papo, o que não faltam são histórias e curiosidades que estão por trás de cada película. Para abrir as cortinas, a Faixa de Cinema exibe os documentários do projeto “Moradores – a humanidade do patrimônio” durante todo o mês, a partir desta sexta (03), às 23h.

Conhecer lugares guiados por seus habitantes. O “Moradores – a humanidade do patrimônio” conduz o público a esse passeio pela história. Essa é a proposta do projeto, que realizou instalações em cartões-postais de 25 municípios, onde foram colhidos depoimentos que tornam esses lugares ainda mais fascinantes. A ideia nasceu em 2012. Desde então, a equipe seguiu viagem para diversos locais e registrou os relatos em filmes que buscam valorizar o maior patrimônio de cada lugar: as pessoas. O projeto foi reconhecido pelo Iphan como uma ação contemporânea de educação patrimonial e foi finalista do prêmio Rodrigo Melo Franco, também do Iphan, em 2019. Este ano, quando “Moradores – a humanidade do patrimônio” completa dez anos, documentários gravados em cidades mineiras são exibidos, pela primeira vez na televisão, e abrem a nova fase do programa Faixa de Cinema, da Rede Minas. Além dos filmes, o público ainda confere a entrevista que um dos diretores Gustavo Nolasco deu ao jornalista Samuel Guimarães, quando compartilha a experiência de gravar nessas cidades.

Moradores Lagoinha – crédito Marcus Desimoni, Leo Drumond e Gustavo Baxter

Quem abre a sessão é Belo Horizonte. Nesta sexta (03), o público confere os filmes sobre a capital e o emblemático bairro da Lagoinha. Para realizar a produção em BH, foi montada uma tenda, em 2015, na Praça Sete, Praça da Savassi e Praça Liberdade. Na ocasião, mais de 500 pessoas foram ouvidas e essas histórias são apresentadas no “Moradores – Belo Horizonte”. Sobre a gravação, Nolasco diz que foi uma surpresa. “A gente foi descobrindo lugares. A gente passava e não sabia que história tinha ali”, conta ele, que divide com o público, no filme, as descobertas da capital mineira. O bairro Lagoinha, na região nordeste de Belo Horizonte, é declarado patrimônio da capital. A rica história do local merecia um capítulo à parte e se tornou filme. “Belo Horizonte cresceu e se tornou diversa, exatamente, naquele lugar”, diz Gustavo Nolasco, que completa: “ainda é muito diverso. Diverso para o bem e para mal”. O filme “Moradores – Lagoinha” permite conhecer o lugar e suas curiosidades pela voz de seus moradores.

PROJETO MORADORES – A HUMANIDADE DO PATRIMÔNIO
Os filmes do “Moradores – a humanidade do patrimônio” são dirigidos pela Nitro Histórias Visuais, uma das idealizadoras do projeto junto à Alicate Conteúdo Audiovisual. Além dos documentários, o projeto também desenvolve exposições fotográficas e videoinstalações. Gustavo Nolasco, que participa do programa Faixa de Cinema, da Rede Minas, é sócio da produtora Nitro. No currículo, ele codirigiu e assinou roteiros de sete curtas-metragens, além de “Moradores – Belo Horizonte”. Nolasco também é escritor e jornalista.

Apresentado por Samuel Guimarães, a Faixa de Cinema com os filmes “Moradores – Belo Horizonte” e “Moradores – Lagoinha” vai ao ar nesta sexta (03), às 23h, pela Rede Minas e site da emissora: redeminas.tv. Nas semanas seguintes, a atração exibe mais documentários do projeto “Moradores – a humanidade do patrimônio”.

Serviço:
Faixa de Cinema – apresentação Samuel Guimarães
Sexta (03), às 23h, pela Rede Minas e site da emissora: redeminas.tv
Exibição dos filmes: “Moradores – Belo Horizonte” e “Moradores – Lagoinha”.

Próximas semanas (especial projeto “Moradores – a humanidade do patrimônio”):

10/06 –  Sessão Norte de Minas
Filmes: “Moradores – Bocaiúva” e “Moradores – Montes Claros”

17/06 – Sessão Cidades Históricas
Filmes: “Moradores – Mariana”, “Moradores – Diamantina”,  “Moradores – Serro”, “Moradores – São Gonçalo do Rio das Pedras”, “Moradores – Tiradentes” e “Moradores – São João Del Rei”

24/06 – Sessão Mais de Minas
Filmes: “Moradores – Ipatinga”, “Moradores – Itatiaiuçu”, “Moradores – Muriaé” e “Moradores – Sabará”

COMO SINTONIZAR:
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A Rede Minas está no ar no canal 9; Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

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Cultura

DOCUMENTÁRIOS SOBRE DESAFIOS EDUCACIONAIS DE JOVENS DE DIFERENTES ESTADOS ESTREIAM NA REDE MINAS

Emissora pública mineira foi selecionada para exibir filmes produzidos em Minas Gerais e outros quatro estados por meio do projeto Conexão Juventudes, do Instituto Unibanco

Adolescer – divulgação 55 CINE

Como vivem os jovens no Brasil e quais os desafios que enfrentam além dos muros das escolas? Questões importantes que ficam de fora da grade escolar são apresentadas em documentários. Os filmes, inéditos na TV, expõem a dura realidade que permeia o universo juvenil. Seis obras de diferentes estados brasileiros são exibidas na Rede Minas, por meio do “Conexão Juventudes”, a partir de sábado (04/06), às 11h30. A iniciativa é do Instituto Unibanco em parceria com o Instituto de Políticas Relacionais (IPR) e a Brasil Audiovisual Independente (Bravi).

Questões como preconceito, violência, evasão escolar, acesso à tecnologia, imigração e culturas afro-brasileiras e indígenas são abordados nos enredos. Foram 54 produtoras que se inscreveram no edital. Seis obras de Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Piauí e Rio Grande do Norte foram selecionadas e ganharam um aporte de R$ 130 mil. Os documentários foram selecionados por uma comissão composta pelos cineastas João Jardim, João Moreira Salles e Val Gomes, além de Tiago Borba, gerente de Planejamento e Articulação Institucional do Instituto Unibanco; Mauro Garcia, presidente da Brasil Audiovisual Independente (Bravi); e Eliane Costa, coordenadora do MBA Bens Culturais: cultura, economia e gestão, da Fundação Getúlio Vargas.

A produção começou em março de 2021 e contou com a mentoria de João Jardim, que assinou filmes e minisséries de sucesso, e a diretora e editora Márcia Medeiros, que atuou em programas e séries de televisão, além de documentários e videoclipes. Como parte do prêmio, os realizadores vão ter seus filmes exibidos na Rede Minas e em outras cinco emissoras educativas. A TV mineira mostra os títulos na grade de programação durante seis sábados, a partir de junho, antes das obras passarem por festivais ou salas de cinema.

Antes do livro didático, o cocar – divulgação Aboca Audiovisual e Bobox Produções

Quem abre a cortina da sessão especial “Conexão Juventudes” é “Onde aprendo a falar com o vento”, de André Anastácio Gomes e Victor Dias dos Santos, neste sábado (04), às 11h30. Nas semanas seguintes são exibidos o goiano “Contraturno”, de Larissa Fernanda Santos e Deivid Rodrigues; “DesConectados”, do piauiense Márcio Bigly; “Antes do livro didático, o cocar”, de Rodrigo César Cortez de Sena, do Rio Grande do Norte; e o capixaba “Adolescer”, de Gustavo Pimenta Moraes. Para encerrar o especial, Minas Gerais volta com “Terremoto”, de Gabriel Martins Alves, da Filmes de Plástico.

ESTREIA COM “ONDE APRENDO A FALAR COM O VENTO”

A manifestação religiosa afro-brasileira “Reinado” ainda sobrevive no Brasil. Em Oliveira, na região centro-oeste de Minas Gerais, os jovens assumem a responsabilidade de manter a tradição com o “Reinadinho”. Uma cultura forte que nasceu do povo que veio escravizado para o Brasil e que passa, muitas vezes, despercebida pelas escolas. Os cineastas André Anastácio de Oliveira Gomes e Victor Dias dos Santos fizeram um convite para os estudantes pensarem tanto a escola, como o Reinado, como espaços de educação. O resultado rendeu o documentário “Onde aprendo a falar com o vento”. A obra mostra a cultura afro-brasileira que ficou de fora da sala de aula e lançou questionamentos sobre o que a história registrou. Tudo isso embalado pelo entusiasmo juvenil que almeja a inclusão de um passado ignorado pelos livros e a manutenção de saberes e tradições em extinção. O filme mostra o racismo a que estão expostos e coloca em discussão a herança dos colonizadores europeus na educação, que excluiu saberes e conhecimentos dos povos que viveram também história.

A produção do documentário envolveu os jovens do Reinadinho , de Oliveira, e a mestra dos saberes Capitã Pedrina de Lourdes. Além das gravações, foram realizados encontros e oficinas para amplificar as vozes e apresentar, da maneira mais genuína o pensamento, sentimentos e relação dos protagonistas com os saberes, filosofia, ciência e história de seus antepassados. A proposta foi traçar paralelos entre a relevância de saberes ancestrais e a ausência desses conhecimentos em espaços formais de educação, expondo a falta de representatividade negra nas escolas. A direção é de Victor Dias, que já tem no currículo outros quatro títulos, e o artista plástico André Anastácio. O documentário é realizado pela Apiário Estúdio Criativo, de Belo Horizonte (MG). A produtora já lançou filmes premiados exibidos em mais de 40 festivais nacionais e internacionais .

O documentário “Onde aprendo a falar com o vento” vai ao ar neste sábado (04), às 11h30, pela Rede Minas e no site da emissora: redeminas.tv.

FICHA TÉCNICA
Onde aprendo a falar com o vento
Sinopse: O filme traz a discussão sobre educação decolonial, protagonizado por um grupo de jovens negros, alvos de racismo na escola, que criaram sua  festa de Reinado, em Oliveira (MG).
Produtora: Apiário Estúdio Criativo (MG)
Direção: André Anastácio e Victor Dias
Com: Elislaine Aparecida da Silva, Husdon de Souza Machado, Kenedy Kauã dos Santos, Mateus Rosa Santos, Michael dos Santos Moreira, Otávio Dias de Fátima, Capitã Pedrina de Lourdes Santos
Produção Executiva: Fernanda Salgado
Assistente de Câmera: Nívea Labibe
Direção de produção e assistência de direção: Paula Kimo
Captação de som direto: Marcela Santos
Assistência de produção: Renata Martins
Montagem: Luísa Lanna
Desenho de som: Daniel Nunes
Roteiro: André Anastácio, Luísa Lanna e Victor Dias
Identidade visual: Aline Besouro
Mestra dos saberes: Capitã Pedrina de Lourdes Santos
Animação de letterings: Fernando Cunha
Direção de fotografia: Bernard Machado
Pesquisa e materiais de arquivo para o site: Bárbara Altivo
Motorista: Natasha Gomes Pereira
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Alimentação: Jucelha de Oliveira, Cláudia Márcia Chicarelli, Fernanda Moraes Santos
Assessoria Jurídica: Sílvia Venna, Ana Carolina de Freitas Fetal

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Estreia: Onde aprendo a falar com o vento (MG), de André Anastácio e Victor Dias
Dia: sábado (04/06)
Rede Minas e site redeminas.tv

Próximos filmes – aos sábados, às 11h30, pela Rede Minas:
11/06 – “Contraturno” (GO), de Larissa Fernandes e Deivid Rodrigues
18/06 – “desConectados” (PI), de Márcio Bigly
25/06 – “Antes do livro didático, o cocar” (RN), de Rodrigo Sena
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Cultura

OS 50 ANOS DE “O PODEROSO CHEFÃO” É DESTAQUE NO PROGRAMA AGENDA, DA REDE MINAS, NESTA SEXTA (18)

Programa ainda traz entrevista com Débora Falabella e Yara de Novaes, atrizes mineiras que falam sobre espetáculo e contam sobre o passado em Belo Horizonte

O poderoso chefão – reprodução internet

Há 50 anos, Francis Ford Coppolla balançou os pilares do cinema com o lançamento de “O poderoso chefão”. O filme se tornou um clássico e continua uma referência para os fãs da sétima arte. A obra entrou na cultura pop e, hoje, suas imagens estão estampadas em camisas, bonecos, canecas e cartazes. O programa Agenda, da Rede Minas, vai tentar explicar esse fenômeno. Na atração, o jornalista Fernando Tibúrcio conversa com o crítico de cinema Marcelo Miranda sobre a odisseia da família Corleone que povoa o imaginário popular.

O Agenda ainda traz entrevista com Débora Falabella e Yara de Novaes, que dividem o palco na peça  “Love, Love, Love”, em cartaz entre os dias 18 a 20 de março, em Belo Horizonte, no festival “Teatro em movimento”. Em um bate-papo com a apresentadora Dani Vargas, a dupla de atrizes mineiras fala sobre o espetáculo e relembra o passado na capital mineira. O que não faltam são histórias que o público vai conhecer em uma conversa divertida, já que Dani Vargas, à frente do Agenda, foi aluna de Yara de Novaes há 30 anos. Essa relação, que nasceu na faculdade, rendeu frutos. Dani, conhecida na cena do jornalismo cultural, conta que foi a antiga mentora quem “plantou uma sementinha do amor pela arte e a semeadura floresceu”. Essas são algumas das curiosidades que o público acompanha no programa.

Apresentado por Dani Vargas, o programa Agenda vai ao ar nesta sexta-feira (18), às 20h30, pela Rede Minas e no site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

Prêmio de Melhor Filme da Mostra Aurora vai para “Sessão Bruta”, produzido em Minas Gerais

Longa é assinado pelo grupo As Talavistas e por ela.LTDA e é importante trabalho de representatividade trans; na mostra Olhos Livres, vencedor é o capixaba “Os Primeiros Soldados”, dirigido por Rodrigo de Oliveira. Filmes em desenvolvimento também foram premiados na nova categoria de “work in progress”, na Conexão Brasil CineMundi

31 1 2022 minitiradentes
Imagem: Jackson Romanelli

O filme mineiro “Sessão Bruta”, de direção coletiva assinada por As Talavistas e ela.ltda, foi o título vencedor de melhor longa-metragem da Mostra Aurora na 25a Mostra de Cinema de Tiradentes. A cerimônia de encerramento, transmitida pelo site do evento justamente no Dia da Visibilidade Trans (29 de janeiro), revelou a escolha de um trabalho que transita fortemente entre identidades, empoderamentos e reconhecimentos tanto estética quanto pessoalmente.

De acordo com o secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, a premiação consolida a força e a potência das produções audiovisuais no estado. “Parabéns aos vencedores da Mostra de Cinema de Tiradentes que demonstra a vitalidade do cinema mineiro e a constante busca por inovar e reinventar práticas e formas de difundir a cultura em múltiplos olhares. O audiovisual tem um potencial estratégico para transformar a realidade a partir dos seus valores simbólicos, econômicos e humanos e a mostra é um exemplo disso”, destaca.

O prêmio foi concedido pelo Júri Oficial, formado por críticos, pesquisadores e profissionais do audiovisual. No texto de justificativa, apontou-se, entre os méritos do “Sessão Bruta”, a “recusa do embrutecimento que assola o presente, confrontado no filme com uma inventividade cosmopoética múltipla e transformadora, na qual a brutalidade de um mundo fundado na violência contra vidas trans e negras é perturbada por práticas de fuga, aquilombamento e refúgio” e também reconheceu sua “energia performativa que atravessa a assinatura coletiva, sem apagar a heterogeneidade de seu lugar de enunciação”.

O Troféu Carlos Reichenbach, dado pelo Júri Jovem ao melhor longa da Mostra Olhos Livres, foi para “Os Primeiros Soldados”, filme do Espírito Santo dirigido por Rodrigo de Oliveira. Na justificativa, o Júri Jovem, formado por estudantes, defendeu o trabalho do filme de “convocar as potencialidades da arte frente aos apagamentos da memória e apresentar uma maturidade fílmica na construção da linguagem”.

O Prêmio Helena Ignez 2022, oferecido pelo Júri Oficial a um destaque feminino em qualquer função nos filmes das Mostras Aurora e Foco, foi dado a Juliana Soares, produtora executiva e coprodutora do filme “Seguindo Todos os Protocolos” (PE). Em sua justificativa, o Júri reconhece a produtora por “viabilizar e apoiar a criação de filmes disruptivos em um momento de crise política e econômica do audiovisual brasileiro, expressando a vitalidade do cinema diante dos efeitos econômicos e sociais derivados da pandemia da Covid-19 e a efetividade de mecanismos como a Lei Aldir Blanc de forma criativa e inventiva”.

Na Mostra Foco, o Júri Oficial escolheu o curta-metragem “Uma Paciência Selvagem nos Trouxe até Aqui” (SP), de Érica Sarmet. Para os jurados, a “bravura política e estética com que produz um sentido de comunidade e mesmo de futuridade na imaginação da vida em conjunto, materializando o desejo sapatão no sexo e na construção de uma coletividade”, foram alguns dos motivos de premiação ao curta, assim como “o modo como constrói uma narrativa afetiva pautada pelo desejo e pelo encontro de gerações lésbicas, projetando um entrelaçamento de temporalidades nas fricções desse encontro”. O curta “Uma Paciência Selvagem nos Trouxe até Aqui” também ganhou o Prêmio Canal Brasil de Curtas, que oferece R$ 15 mil a um curta também da Mostra Foco em júri formado pelo próprio canal.

Novidade da Mostra de Tiradentes em 2022, a Conexão Brasil CineMundi contou com a categoria Work In Progress (WIP), a partir de projetos enviados previamente e analisados por um júri especial. O Troféu Horizonte da categoria foi para “A Transformação de Canuto” (PE), de Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho. Por sua vez, o Prêmio WIP Meeting selecionou o projeto “O Rancho” (SP), com direção de Guilherme Martins e produção de Bruna Epiphanio. Oferecido pelo Festival de Málaga na Conexão Brasil CineMundi, a categoria WIP Exibição foi para “Nada” (DF), de Adriano e Fernando Jayme Guimarães. E o Prêmio Vitrine Filmes, que garante distribuição do longa vencedor, foi para “Mugunzá” (BA), de Ary Rosa e Glenda Nicácio.

CONFIRA OS PREMIADOS DA 25ª MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

– Melhor curta-metragem pelo Júri Oficial, Mostra Foco: “Uma Paciência Selvagem me Trouxe até Aqui” (SP), direção de Érica Sarmet.

Troféu Barroco.

Do CTAV: Master DCP para curta até 20 minutos

Da Naymovie: Prêmio Edina Fujii – R$ 5.000,00 (cinco mil reais), equivalente a locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa NAYMOVIE para serem utilizados em uma única produção

Da Mistika: R$ 6.000,00 (seis mil reais) em serviços de finalização.

Da DOT Cine: 2 (duas) diárias de correção de cor.

– Prêmio Canal Brasil de Curtas: “Uma Paciência Selvagem me Trouxe até Aqui” (SP), direção de Érica Sarmet.

Prêmio de R$ 15 mil.

– Prêmio Helena Ignez para destaque feminino: Juliana Soares, produtora executiva e coprodutora do filme “Seguindo Todos os Protocolos” (PE).

– Melhor longa-metragem pelo Júri Jovem, da Mostra Olhos Livres, Prêmio Carlos Reichenbach:
“Os Primeiros Soldados” (ES), de Rodrigo de Oliveira.

Troféu Barroco;

Da Naymovie: Prêmio Edina Fujii – R$ 15.000,00 (quinze mil reais), equivalente a locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa NAYMOVIE para serem utilizados em uma única produção.

Da Cinecolor: 5 diárias de correção de cor.

Da Mistika: R$ 20.000,00 (vinte mil reais) em serviços de finalização.

Da DOT Cine: master DCP para longa de até 120 minutos.

– Melhor longa-metragem da Mostra Aurora, pelo Júri Oficial: “Sessão Bruta” (MG), de As Talavistas e ela.LTDA.

Troféu Barroco.

Da The End: R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) em serviços de pós-produção (laboratório digital, sync, dailies, conform, correção de cor, animação, composição, 3D e masterização).

Da Naymovie: Prêmio Edina Fujii – R$ 15.000,00 (quinze mil reais), equivalente a locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa NAYMOVIE para serem utilizados em uma única produção.

Da Cinecolor: 5 (cinco) diárias de correção de cor.

Da DOT Cine: master DCP para longa até 120 minutos.

JÚRI OFICIAL
Alessandra Soares Brandão, professora e coordenadora do Curso de Cinema da UFSC; Ivana Bentes, crítica, pesquisadora e professora na UFRJ; Marcelo Ribeiro, crítico, programador, curador e professor na Faculdade de Comunicação da UFBA; Ricardo Aleixo, artista, pesquisador intermídia, ensaísta e editor; e Yuri Firmeza, artista e professor  da Universidade Federal do Ceará. 

JÚRI JOVEM
Adler Correa, 24 anos, estudante do 5o período de Cinema e Audiovisual da UFPel; Maria Sucar, 21, do 2o período de Artes Visuais da UFRN; Nayla Guerra, 23, do 8o período de Audiovisual da USP; Nina Camurça, 20, do 3o período de Rádio, TV e Internet da UFJF; e Renan Eduardo, 21, do 8o período de Cinema e Audiovisual da PUC Minas.

SOBRE A MOSTRA DE CINEMA DE TIRADENTES

PLATAFORMA DE LANÇAMENTO DO CINEMA BRASILEIRO

Maior evento do cinema brasileiro contemporâneo em formação, reflexão, exibição e difusão realizado no país, chega a sua 25a edição de 21 a 29 de janeiro de 2022, em formato online. Apresenta, exibe e debate, em edições anuais, o que há de mais inovador e promissor na produção audiovisual brasileira – em pré-estreias mundiais e nacionais -; uma trajetória rica e abrangente que ocupa lugar de destaque no centro da história do audiovisual e no circuito de festivais realizados no Brasil.

O evento exibe mais de 100 filmes brasileiros em pré-estreias nacionais e mostras temáticas, presta homenagem a personalidades do audiovisual, promove seminário, debates, a série “Encontro com os filmes”, oficinas, “Mostrinha de Cinema” e atrações artísticas. Toda a programação é gratuita. Maiores informações www.mostratiradentes.com.br.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Mostra Cinema e (Re)Invenções reúne os vencedores do 7º Prêmio BDMG Cultural/FCS de curta-metragem de baixo orçamento

Exibições em formato presencial e on-line contam com os curtas premiados, sessão especial Menção Honrosa, debates e curso gratuito

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O BDMG Cultural e a Fundação Clóvis Salgado anunciam a mostra híbrida Cinema e (Re)invenções, que exibirá presencialmente no Cine Humberto Mauro e on-line, de 14 a 20 de janeiro de 2022, os filmes vencedores do 7º Prêmio BDMG Cultural / FCS de curta-metragem de baixo orçamento. A mostra conta com 48 curtas, sendo 20 contemplados com o 7º Prêmio e oito suplentes que receberam Menção Honrosa nesta edição, 20 contemplados com o 6º Prêmio (edição de 2020), além de debates e um curso on-line gratuito. Os filmes permanecem disponíveis durante todo o período da mostra em sessões especiais na plataforma CineHumbertoMauroMAIS. As exibições possuem versões em Libras, Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE) e Audiodescrição, garantindo acessibilidade para todos os públicos.

Nesta seleção, o Prêmio trouxe como princípio norteador o pensamento de um “Cinema de Invenção”, como proposto pelo cineasta e crítico Jairo Ferreira. Assim, as possibilidades criativas são amplificadas, agregando estéticas e conceitos às condições tecnológicas de produção de imagens. Segundo Bruno Hilário, gerente de cinema da FCS, “é muito gratificante iniciar a programação 2022 do Cine Humberto Mauro com a exibição dos filmes inéditos contemplados pelo edital, que é realizado desde 2013 em parceria com o BDMG Cultural. As obras representam o vigor da produção mineira, tradicional no cenário nacional por valorizar processos de investigação da linguagem cinematográfica”.

A programação, dividida em cinco eixos temáticos cunhados pela estudante convidada Marina Lamas, busca fortalecer o desenvolvimento criativo da linguagem cinematográfica no espectro da produção mineira, dando visibilidade para novos talentos. A mostra também contará com a exibição no Cine Humberto Mauro dos filmes vencedores da 6ª edição do Prêmio, exibidos anteriormente apenas em formato on-line diante da situação de enfrentamento ao COVID-19. Dessa forma, o público também poderá conferir nas telas os 20 curtas-metragens que compuseram a mostra Instante Suspenso, realizada em fevereiro de 2021.

Cinema e (Re)invenções tem a coordenação geral de Bruno Hilário, gerente de cinema da Fundação Clóvis Salgado, produção de Mariah Soares e Vitor Miranda, autoração de Julio Cruz e assistência de programação de Marina Lamas.

A programação completa está disponível AQUI.

Olhares múltiplos
A Comissão de Seleção do Prêmio foi composta pela cineasta e roteirista Ana Carolina Soares (Belo Horizonte), a diretora criativa, curadora e consultora de projetos Grazi Medrado (Belo Horizonte) e o diretor e produtor Marco Antônio Pereira (Cordisburgo). Em trecho da ata da Comissão, os avaliadores destacam que se depararam, dentre os 92 filmes inscritos, com produções riquíssimas e distintas, vindas de muitas cidades de Minas Gerais – dentre os vinte curtas premiados, nove são do interior de MG. “Um repertório de filmes engenhosos, profundos, divertidos e urgentes. Documentários, ficções clássicas, videoarte, experimental, animação, filmes produzidos em um assombroso e cruel momento de isolamento social que abordam diferentes temas tão essenciais para o País. Buscamos fazer um recorte que contemplasse as questões mais discutidas da nossa sociedade e que revelasse esse tempo-agora a partir das narrativas apresentadas”, relatam os integrantes da Comissão de Seleção.

Ainda segundo a ata da Comissão de Seleção, os curtas premiados passaram por uma seleção mais plural. “Confirmamos o talento e beleza contidos em produções muitas vezes simples, e nos admiramos com tamanha capacidade criativa desses realizadores. Nos emocionamos com a força e coragem dos discursos e nos aproximamos das suas angústias e dores. Abraçamos em silêncio os minutos e seguimos os trajetos das formas” (LEIA AQUI a ata da Comissão de Seleção na íntegra).

O Prêmio BDMG Cultural / FCS de curta-metragem de baixo orçamento tem sido uma importante ferramenta de acesso ao fomento público por novos agentes. Ao longo de suas edições, a partir de uma série de atividades de formação, ampliou seu alcance no interior de Minas Gerais. Entre os premiados da 7ª Edição estão obras realizadas em cidades como Juiz de Fora, Viçosa, Sabará, São João Del Rey, Uberlândia, Sete Lagoas e Januária, além de Belo Horizonte. “São narrativas que ampliam os olhares sobre nosso Estado, o povo mineiro e quão diversa, potente e genuína é nossa manifestação cultural, neste caso retratada pela sétima arte” explica Hilário.

Primeira vez ao cinema
Karla Vaniely Rodrigues (24), contemplada na 7ª Edição do Prêmio com o curta Fi di quem? (2021), irá ao cinema pela primeira vez na vida – para tornar esse momento ainda mais especial, assistirá a um filme que ela mesma roteirizou e produziu. Natural da cidade de Januária, no sertão do norte mineiro, Karla não teve condições de sair de sua cidade para fazer faculdade de cinema. Então, pensou no que poderia fazer estando lá. “Após assistir Psicose, de Alfred Hithcock, em 2015, me apaixonei pelo cinema. Comecei a estudar roteiros, e por conta própria fui aprendendo, um pouquinho aqui e alí, me dedicando à sétima arte”, conta a jovem diretora.

“Nunca fui ao cinema. Essa emoção de comprar o ingresso, a pipoca, aguardar a sessão começar, nunca tive. Em Januária temos um cinema, mas ele está fechado há mais de trinta anos”, relata a realizadora. “Será uma emoção muito grande, pois a primeira vez que estarei sentada em frente a uma tela, vou assistir um filme que fiz. Vai ser uma experiência inesquecível”.

Em 2020, Karla foi convidada a fazer parte do coletivo de cinema Cine Barranco, da cidade de Januária. Com a chegada da pandemia, as atividades do coletivo como cineclube foram interrompidas, dando espaço para a criatividade e a reinvenção. Começaram a partir daí, a produzir filmes. “O estímulo para o filme foi o próprio Edital BDMG/FCS. Ele que motivou não só a mim, mas todos nós do coletivo, a fazermos filmes e enviá-los”, conta a diretora.

Segundo Karla, a ideia para o roteiro do curta-metragem Fi de quem? partiu de uma curiosidade: saber porque as pessoas do interior mineiro sempre perguntam “Você é filho de quem?”, ou em bom mineirês, “Cê é fi de quem?”. “As minhas inspirações foram minha avó e minha tia, que sempre ficavam na porta de casa, na rua, sentadas, conversando. Como minha avó mesmo diz, em uma “conversa de comadres”, relata. O texto do curta surgiu a partir da observação de como essas pessoas conversam, sempre ligando a pessoa à profissão, ao lugar de pertencimento, e à família. “O roteiro e a produção foram feitos em um mês. Quando saiu o resultado, fiquei tremendo de emoção. O momento foi grandioso não só para mim, mas para todos do Cine Barranco. Foi como uma confirmação de que tudo isso que estamos sonhando e trilhando está indo para o caminho certo. Foi fantástico”, celebra Karla.

Curso gratuito on-line
O Prêmio conta com atividades complementares que visam desmitificar processos de realização em baixo custo. Uma dessas ações é o curso exclusivo Cinema de Invenção, práticas comunitárias de realização. Em formato digital, o curso terá duração de 3 horas, e será ministrado por Leandro Wenceslau, mestre em Artes com experiência em direção, produção, edição e roteirização de filmes e vídeos publicitários, corporativos e culturais. A transmissão será feita ao vivo pelo Canal da FCS no Youtube e pela plataforma CineHumbertoMauroMAIS, simultaneamente, no dia 15/01, às 14h. Os participantes poderão interagir com o ministrante durante a aula, enviando suas perguntas através do chat. A participação é gratuita e não é necessária inscrição prévia.

O curso é destinado a alunos e professores de ensino de qualquer nível, profissionais do setor audiovisual do interior do estado de Minas Gerais, e interessados em geral. A ementa pretende explicitar processos e estratégias de produção audiovisual em contextos comunitários e periféricos, com o objetivo de percorrer os desafios da produção independente e de baixo custo em condições adversas. Estarão em debate estruturas que vão da criação à realização, do projeto ao fazer artístico, inter-relacionando indivíduos e territórios, experimentações, dilemas e compartilhamento de processos. 

A Mostra Cinema e (Re)invenções, da Fundação Clóvis Salgado, BDMG e BDMG Cultural, é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura pelo Ministério do Turismo / Secretaria Especial da Cultura / Governo Federal, pelo Governo de Minas Gerais / Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerias, Fundação Clóvis Salgado, BDMG e BDMG Cultural, e tem a APPA – Arte e Cultura como correalizadora. A FCS tem patrocínio master da Cemig, AngloGold Ashanti, ArcellorMittal e Unimed-BH / Instituto Unimed-BH, por meio das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura.

A Fundação Clóvis Salgado é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e de cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

História do Prêmio
Criado em 2013, o Prêmio é uma parceria entre a FCS e o BDMG Cultural, que visa incentivar a produção audiovisual em Minas Gerais ao oferecer aos realizadores a possibilidade de desenvolver novas propostas estéticas e conceituais que utilizem ferramentas tecnológicas de baixo custo e fácil acesso para sua produção. O Prêmio nasceu com o objetivo de complementar o estímulo à cadeia produtiva do audiovisual pela FCS, com apoio à produção, que se juntou à difusão, promoção e formação já incorporados na atuação do Cine Humberto Mauro e das atividades formativas do BDMG Cultural. Ao longo das edições, o Prêmio reconheceu realizadores mineiros e viabilizou curtas-metragens que foram premiados em festivais nacionais e internacionais e tiveram diálogo com o FestCurtas BH. 

Leandro Wenceslau
Mestre em Artes pela PPGArtes-UEMG, sócio da produtora audiovisual Estalo Criativo, possui experiência em direção, produção, edição e roteirização de filmes e vídeos publicitários, corporativos e culturais. Seu primeiro curta-metragem “Enquanto Ainda é Tempo” foi exibido em mais de 30 festivais e mostras no Brasil, Peru, Colômbia, Argentina, Chile, Estados Unidos, Servia, Austrália e Itália, dentre outros. Também foi exibido em canais de TV como Canal Brasil, além de plataformas de Streaming e acumulou mais de 10 milhões de visualização no Youtube. É também produtor e roteirista do curta-metragem “Dourado” com exibição em mostras importantes como CineOP, CineBH, Mostra de Cinema de Florianópolis, Mostra Sesc, dentre outras. Ainda é idealizador e coordenador do projeto de Cine Vida que oferece oficinas de formação audiovisual desde 2015 em centros culturais na cidade de Belo Horizonte. Atualmente, realiza seu primeiro longa-metragem, o documentário “Lar”, premiado com prêmio DOCSP no 9º Brasil CineMundi – 9th International Coproduction Meeting e selecionado no edital BH nas Telas/FSA 2019. Além de estar em fase de produção e finalização dos curtas-metragens “Bolha”, premiado pelo Edital Curta MINC 2018, e “O mundo dos Sonhos” selecionado no edital BH nas Telas 2020.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Cineasta lafaietense é premiado na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis

O filme “O meu bichinho de estimação”, da cineasta lafaietense Jaqueline Dulce Moreira, foi um dos vencedores da Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que aconteceu em outubro.

Este mesmo filme, também foi selecionado para a Mostra de Cinema de Ouro Preto e para a Mostra de Cinema de Belo Horizonte. Além disso, ele foi convidado para compor o cartaz do projeto cultural “Curta na Praça” na cidade do Rio de Janeiro.

A personagem Ana Galocha comemorou a vitória no seu perfil do Instagram
A personagem Ana Galocha comemorou a vitória no seu perfil do Instagram

No ano de 2020 a lafaietense já havia se destacado com o filme “O mistério do espantalho” que foi vencedor Festival Internacional de Cinema Infantil e teve dois dos seus filmes selecionados também para as mostras de cinema de Belo Horizonte e Ouro Preto.

Ana Galocha

A personagem Ana Galocha, uma menina apaixonada pela natureza e com uma dose de coragem, foi criada para levar curiosidades sobre cultura e natureza às crianças.

Através de histórias coloridas que misturam aprendizado e diversão, aos poucos as crianças vão descobrindo várias curiosidades interessantes sobre o mundo que as rodeia.

Episódios estão disponíveis gratuitamente no YouTube
Episódios estão disponíveis gratuitamente no YouTube

No entanto, a personagem da Ana Galocha também vem encantando os adultos que acompanham o perfil do Instagram que ensina muitas curiosidades sobre bichinhos e plantas. Muitas destas curiosidades são desconhecidas da grande maioria das pessoas e ajudam a aproximar, entender e respeitar a natureza. O perfil pode ser acessado aqui. O canal do YouTube da personagem pode ser acessado aqui.

A diretora

Nascida em Lafaiete, Jaqueline é formada em administração de empresas pela Universidade Federal de  Viçosa, MBA em marketing pela FGV, mestre em marketing pela Universidade de Coimbra/Portugal e doutoranda em Portugal.

Ela mora no país há 10 anos, desde que foi fazer o mestrado e desde então reside lá com sua filha e marido.

Fonte: https://fatoreal.com.br/

Cultura

CURTAS-METRAGENS PLURAIS SÃO DESTAQUES NA REDE MINAS, NESTA SEXTA (05)

Faixa de Cinema exibe “Galinha ao molho pardo”, “Tricoteios” e “Dona Sônia pediu uma arma para o seu vizinho Alcides”

Dona Sônia Still – foto: Alexandre C. Mota

A diversidade de curtas-metragens é destaque da Faixa de Cinema, da Rede Minas, nesta sexta (05). Uma das obras é “Galinha ao molho pardo”, de Feliciano Coelho. O filme é baseado em um dos contos do livro “O menino no espelho”, do escritor Fernando Sabino, e conquistou vários prêmios no Festival do Cinema Brasileiro de Miami.  A obra revive as aventuras do menino Fernando ao tentar salvar a vida de uma galinha que seria preparada pela cozinheira Alzira para o almoço de domingo. 

Galinha ao Molho Pardo Still foto: Paulo Polônio


A programação ainda faz um mergulho no mundo da fofoca e da maledicência em “Tricoteios”, de Eduardo Moreira, Cris Zago e Rodolfo Magalhães. No enredo, os personagens Nica e Geraldo José bisbilhotam a vida dos moradores de uma cidade do interior, no dia do enterro de uma figura ilustre. Entre o que é dito pelos dois e o que é mostrado pelas imagens existe sempre uma dubiedade. O elenco do filme conta com a participação de Inês Peixoto, Paulo André, Simone Ordones e Teuda Bara, do Grupo Galpão. Para encerrar a noite, a emissora exibe “Dona Sônia pediu uma arma para o seu vizinho Alcides”, de Gabriel Martins. O drama produzido pela produtora Filmes de Plástico reflete sobre a passagem do luto e subverte para o urbano, na periferia. Após Dona Sônia perder o seu filho de forma trágica, ela deseja vingança.

Minas Gerais – Jan/2007. Still do curta “Tricoteios”, com direcao de Eduardo Moreira, gravado nas cidades de Sabara, Sao Joao Del Rei e Belo Horizonte. FOTO: JOAO MARCOS ROSA / AGENCIA NITRO

A Faixa de Cinema com os filmes “Galinha ao molho pardo”, “Tricoteios” e  “Dona Sônia pediu uma arma para o seu vizinho Alcides” vai ao ar nesta sexta (05), às 23h, pela Rede Minas. Os filmes também podem ser vistos, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

ACESSE AS REDES SOCIAS:
www.redeminas.tv
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twitter.com/redeminas
youtube.com/redeminas

ATENDIMENTO AO PÚBLICO:
Tel: (31) 3254-3000
Whatsapp: (31) 98272-6543

Ana Luiza Ferreira 
Assessoria de Comunicação Social e Imprensa
​​​​​ana.ramos@redeminas.mg.gov.br
(31)3254-3000

Cultura

DICAS PARA QUEM GOSTA DE FILMES INSTIGANTES

Com mais de 95 filmes disponíveis, entre pré-estreias nacionais e internacionais, sabemos que escolher o que ver é sempre difícil. Por isso, o curador Marcelo Miranda dá algumas dicas para você se programar e aproveitar ao máximo os longas selecionados para a programação da 15ª Mostra CineBH.

 Eu ando sobre a água

Direção: Khalik Allah/Documentário | Colorido | Digital | 199 min | EUA | 2020

Disponível de 00:00 de 29/09 até 23:59 de 03/10

Eu Ando Sobre a Água retorna à 125th Street com a Lexington Avenue em East Harlem, o mesmo cruzamento em que Khalik Allah baseou grande parte de seu trabalho nos últimos anos. Centrado na amizade de longa data de Allah com Frenchie, um morador de rua haitiano, o filme também atua como um registro da vida recente do diretor – documentando seus relacionamentos com sua ex-namorada e um círculo íntimo de confidentes, incluindo Fab 5 Freddy e membros do Wu-Tang Clan. Veja aqui

 Um rifle e uma bolsa

Direção: Cristina Haneș, Isabella Rinaldi, Arya Rothe/Documentário | Colorido | Digital | 89min | Índia/ Romênia/ Itália/ Qatar | 2020

Disponível de 00:00 de 29/09 até 23:59 de 03/10

Somi e seu marido Sukhram se conheceram e se apaixonaram enquanto lutavam no comando Naxalita, guerrilha Maoísta que luta desde os anos 60 pelos direitos das comunidades tribais da Índia. Alguns anos atrás, eles abandonaram o movimento e se renderam na frente da polícia. Eles vivem em um assentamento que eles construíram com outros ex-camaradas. Seu status social de “Naxalitas rendidos” está comprometendo o futuro de seus dois filhos. Eles querem oferecer a eles a melhor educação possível, mas isso acarreta grandes riscos. O filme mostra sua tentativa de escapar desse beco sem saída, enquanto explora seu passado controverso. Veja Aqui

Carro Rei

Direção: Renata Pinheiro/Ficção | Colorido | Digital | 97 min | PE | 2021

Disponível de 10:00 de 03/10 até 10:00 de 04/10

Uno tem um dom fantástico: ele pode escutar e falar com carros. Ele nasceu dentro do primeiro carro da frota de taxis da família, um motivo de grande orgulho para seu pai, Josenildo. Durante a infância, Uno e o carro eram melhores amigos, até que um evento trágico muda seu destino: um acidente mata a mãe de Uno e o carro é exilado no ferro-velho da família. Veja Aqui

A morte habita à noite

Direção: Eduardo Morotó/Ficção | Colorido | Digital | 94 min | SP/PE | 2020

Disponível de 21:00 de 29/09 até 21:00 de 01/10

Aos cinquenta anos, alcoólatra e desempregado, a tábua de equilíbrio de Raul é a paixão por Lígia, que nos últimos anos foi sua parceira de uma vida sem regras. Após ser abandonado por ela, deseja a bebida com mais vigor, contrai tuberculose e, entre postos de saúde e trabalhos transitórios, constrói uma doce relação com Cássia, uma jovem de dezenove anos. É a primeira vez que ela se apega de verdade a alguém. Porém, Raul, ainda fragilizado pelo sumiço de Lígia e pela doença, resiste em transformar a amizade numa relação amorosa. Com corpo e mente bastante corroídos pela doença, depara-se com Inês, uma mulher misteriosa que surge em seu quarto para uma última conversa. Veja Aqui

SOBRE A MOSTRA CINEBH

Com edições anuais e consecutivas, a CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, o evento de cinema da capital mineira, chega a sua 15aedição de 28 de setembro a 03 de outubro de 2021, em formato online e gratuita, reafirmando seu propósito de mostrar o cinema para o mundo, promover o diálogo entre as culturas, aproximar povos e continentes, fazer a conexão do cinema brasileiro com o mercado audiovisual, realizar encontros de negócios, investir na formação, intercâmbio e cooperação internacional, construir pontes nas escolas, comunidades, redes sociais e com a cidade de Belo Horizonte e Minas Gerais.

A 15aCineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e o 12oBrasil CineMundi integram o Cinema sem Fronteiras 2021 – programa internacional de audiovisual idealizado pela Universo Produção e que reúne também a Mostra de Cinema de Tiradentes (centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).

SOBRE O BRASIL CINEMUNDI

O BRASIL CINEMUNDI – International Coproduction Meeting, evento de mercado do cinema brasileiro, integra a 15a Mostra CineBH e chega a sua 12aedição 28 de setembro a 3 de outubro de 2021com o propósito de apresentar ao mercado projetos de filmes brasileiros em longa-metragem, facilitando as conexões entre as produções e o mercado internacional por meio de parcerias produtivas e da troca de informações e ações.

O evento promove a ampliação da rede de contatos e negócios entre profissionais brasileiros e representantes da indústria nacional e estrangeira, além de atividades de capacitação, cooperação, intercâmbio, meetings e premiação, com foco nas tendências do cinema contemporâneo e na produção independente de perspectiva autoral e inovadora.


15aCINEBH – MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE BELO HORIZONTE
BRASIL CINEMUNDI –12º INTERNATIONAL COPRODUCTION MEETING
28 de setembro a 03 de outubro de 2021

LEI FEDERAL DE INCENTIVO À CULTURA

ESTE EVENTO É REALIZADO COM RECURSOS DA LEI MUNICIPAL DE INCENTIVO À CULTURA DE BELO HORIZONTE

PATROCÍNIO: MATER DEI, COPASA, CEMIG | GOVERNO DE MINAS GERAIS

PATROCÍNIO MOSTRA A CIDADE EM MOVIMENTO: patrocinada com recursos do Fundo Internacional de Ajuda para Organizações de Cultura e Educação 2021 do Ministério das Relações Exteriores da República Federal da Alemanha, do Goethe-Institut e de outros parceiros: www.goethe.de/hilfsfonds

PARCERIA CULTURAL: SESC EM MINAS, INSTITUTO UNIVERSO CULTURAL, CASA DA MOSTRA

PARCEIROS BRASIL CINEMUNDI: EMBAIXADA DA FRANÇA NO BRASIL, DOT, MISTIKA, PARATI FILMS, CTAV, FORTE FILMES, NAYMOVIE

COOPERAÇÃO BRASIL CINEMUNDI: WORLD CINEMA FUND(Alemanha), NUEVAS MIRADAS – EICTV(Cuba), BIOBIOCINE(Chile), CONECTA – CHILE DOC (Chile),  MAFF (Espanha), DOCSP (Brasil), DOCMONTEVIDEO (Uruguai), VENTANA SUR (Argentina), INSTITUTO OLGA RABINOVICH / PROJETO PARADISO (Brasil)

APOIO: CAFÉ 3 CORAÇÕES.
IDEALIZAÇÃO E REALIZAÇÃO: UNIVERSO PRODUÇÃO
SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA | MINISTÉRIO DO TURISMO| GOVERNO FEDERAL

Fonte: https://cinebh.com.br/