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Cultura

ANIMAÇÕES MINEIRAS SÃO DESTAQUES NA REDE MINAS, NESTA SEXTA (15)

Faixa de Cinema exibe “O quebra cabeça de Tarik”, de Maria Leite, e “O Casamento da Ararinha-Azul”, de Marcelo Branco e F7 Comics

“O quebra cabeça de Tarik” – Foto: Alexandre Baxter

Animações mineiras encerram a semana dedicada às crianças, na Rede Minas, nesta sexta (15). A Faixa de Cinema exibe filmes premiados que conquistaram a garotada, adultos e júris de importantes festivais. Uma das obras é “O quebra cabeça de Tarik”, de Maria Leite. O filme, gravado em stop-motion, tem no elenco personagens construídos em madeira e um cenário de arrepiar. O curta mostra a história de um cientista que está bem velho e tenta reconstruir as partes do seu corpo para se manter vivo. Tudo isso é feito com máquinas em um laboratório subterrâneo. O filme rodou o Brasil e o mundo, recebeu diversos prêmios e foi selecionado para estar no livro “Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais”, lançado pelo Canal Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA).

A programação ainda apresenta a animação em 2D “O casamento da Ararinha-Azul”, de Marcelo Branco e F7 Comics. No enredo, a aventura da ararinha-azul, cujo marido é capturado por traficantes de animais em extinção, logo após o casamento. Ela contará com a ajuda de um menino mágico e das crianças do Sacurá Futebol Clube para reencontrar o seu amado. Por trás da trama infantil, uma história de amor, lealdade e magia para toda a família. Em 2013, o filme recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival Curta Amazônia (RO) e o Prêmio Júri Popular no FATU (RJ).

“O casamento da Ararinha-Azul” – Foto F7 Comics

A Faixa de Cinema com os filmes “O quebra cabeça de Tarik” e “O casamento da Ararinha-Azul” vão ao ar nesta sexta (15), às 23h, pela Rede Minas. As animações também podem ser vistas, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

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Turismo & Lazer

DOCUMENTÁRIO QUE RETRATA O COTIDIANO DE VILA MINEIRA NA ZONA DA MATA VAI AO AR NA REDE MINAS, NESTA SEXTA

Faixa de Cinema exibe o longa “Sopro”, de Marcos Pimentel, que revela uma comunidade preservada em Minas Gerais

Foto: Matheus Rocha

As paisagens do interior de Minas Gerais chegam à tela da Faixa de Cinema, da Rede Minas, nesta sexta (08). O vento, a poeira, as montanhas, o silêncio e o tempo compõem o cenário e enredo do documentário “Sopro”, do diretor juiz-forano Marcos Pimentel. O longa resgata detalhes de Minas escondidos em uma pequena vila rural, onde cinco famílias vivem há anos quase isoladas do mundo exterior.

O filme “Sopro” fala sobre a existência humana e os mistérios da vida e da morte mostrados no cotidiano de uma vila rural, localizada nas proximidades do Parque Estadual do Ibitipoca, na Zona da Mata. As imagens acompanham pequenas casas isoladas na montanha da região e, principalmente, a visão de uma criança e suas descobertas sobre o mundo e a finitude da vida naquele espaço. Entre a fantástica imersão nesse lugar, o homem e a natureza transitam entre a harmonia e os conflitos, na imensidão de uma paisagem que parece esgotar o olhar.

Foto: Matheus Rocha

Com caráter minimalista, “Sopro” foi o primeiro longa-metragem da carreira de Marcos Pimentel e rodou por diversos festivais nacionais e internacionais, passando por 16 países. Natural de Juiz de Fora, Marcos é diretor, roteirista e produtor. Já realizou diversos filmes e trabalhos para televisão, como o especial mineiro “Dia de Reis”, da Globo Minas, e séries. Suas obras já conquistaram mais de 90 prêmios em diversos festivais em todo o mundo.

A Faixa de Cinema com o filme “Sopro”, de Marcos Pimentel, vai ao ar nesta sexta (08), às 23h, pela Rede Minas. O filme também pode ser visto, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

Barroso terá Cine Drive-in nesta sexta-feira

Mais uma vez a Companhia Fofocas de Teatro se adaptando a pandemia do Covid-19, traz uma nova opção de lazer e cultura, o Cine Drive-in, onde a “plateia” é formada por veículos e os espectadores assistem o filme dentro do seu carro sem contato com outras pessoas.

O Cine Drive-in será nesta sexta-feira, 28 de agosto, às 18:30 horas no estacionamento do Centro SER (Antigo SENAI). O filme que será projeto é “Sing – Quem canta os males espanta” e promete agradar o público de todas as idades.

O Cine Drive-in será totalmente gratuito, limitado a 15 carros e os ingressos devem ser solicitados no e-mail: contato@fofocasdeteatro.com

Para Rixa Neves Produtor Executivo do Projeto Esquina da Cultura: “Em tempos em que o streaming vira uma das únicas possibilidades de se assistir um filme, devida a pandemia, as pessoas já estão ansiosas para sair de casa e ver um filme em uma tela enorme, se este é o seu caso, a Cia Fofocas de Teatro está te convidando para essa nossa primeira experiência do Cine Drive-in”, diz.

Esta atividade faz parte do Projeto Esquina da Cultura que é uma realização da Cia Fofocas de Teatro através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Governo de Minas Gerais com o patrocínio da LafargeHolcim. O projeto também conta com a parceria do Centro SER e do Instituto LafargeHolcim.

Fonte: https://barrosoemdia.com.br/

Cultura

Nunca julgue um livro pelo… Filme!

Nunca julgue o livro pela capa pelo filme!

Ou o contrário.

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Durante essa semana, em todos os grupos e redes sociais que participo, havia um assunto em destaque: acabou de sair o filme “Como eu era antes de você”, baseado no livro de sucesso de Jojo Moyes, estrelado por Emilia Clarke e Sam Claflin. Eu confesso que nunca li o livro, e também não me sinto atraída, nem por ele e nem pela grande estreia mundial nos cinemas. Porém, apesar disso, sou fã de filmes x livros. Sempre assisto o filme e procuro o livro, ou sempre que leio um livro e sei que tem adaptação para o cinema, corro pra alugar ou assistir as estreias. Não tinha percebido o quanto isso atrai a atenção das pessoas, e acaba provocando um grande debate: qual versão é a melhor?

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Geralmente os livros sempre saem ganhando, por terem mais detalhes a respeito dos personagens, lugares, situações, e da história como um todo. Mas, além de alguns filmes serem realmente muito bons e fieis às histórias, muitas pessoas (podem confessar!) tem preguiça de ler o livro, e acham mais fácil ir pra frente das telinhas. Isso é bastante complicado, pois na maioria das vezes as histórias são julgadas pelas pessoas apenas pela sua adaptação, e a oportunidade de te terem uma opinião mais concreta sobre elas é perdida.

Sobre minhas preferências, particularmente, gosto muito das adaptações de vários livros do Nicholas Sparks e, inclusive, agora em fevereiro tem estreia de “A Escolha”, adaptação do livro, que eu li em 2012 e conta a história de um romance entre um casal de vizinhos. Algumas histórias me chamaram também a atenção, tanto a versão em cinema quanto o livro, como “O Leitor” de Bernhard Schlink, “A menina que roubava livros” de Markus Zusak, “Comer, Rezar, Amar” de Liz Gilbert e “Um Dia” de David Nicholls (tem resenha do livro aqui no blog!). Citei apenas alguns, mas tenho vários outros favoritos, e geralmente a paixão pela história começou sempre nas páginas contadas pelos autores.

Apesar disso, um filme em especial me encantou completamente, e eu até hoje não li o livro. “Memórias de uma Gueixa” (2005), conta a história de uma jovem japonesa, a Chiyo, que foi vendida a uma casa de gueixas quando ainda era menina, em 1929, onde é maltratada pelos donos e por Hatsumomo, uma gueixa que tem inveja de suas hailidades e beleza. Acolhida por Mameha, a principal rival de Hatsumomo, Chiyo ao crescer se torna a gueixa Sayuri. Reconhecida, ela passa a desfrutar de uma sociedade repleta de riquezas e privilégios até que a 2ª Guerra Mundial modifica radicalmente sua realidade no Japão. A história é fascinante e tem uma beleza visual incrível. Faz anos que assisti ao filme, mas até hoje não consigo esquecer a doçura nos olhos daquela pequena grande japonesa. Com certeza, o livro está na minha Meta de Leitura Skoob de 2016!

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Texto: Walquíria Domingues

Fonte: http://www.meninadeasas.com.br/