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Cultura

DOCUMENTÁRIO QUE RETRATA O COTIDIANO DE VILA MINEIRA, NA ZONA DA MATA, VAI AO AR NA REDE MINAS, NESTA SEXTA (14)

Faixa de Cinema exibe o longa “Sopro”, de Marcos Pimentel, que revela uma comunidade preservada em Minas Gerais

Sopro – divulgação

As paisagens do interior de Minas Gerais chegam à tela da Faixa de Cinema, da Rede Minas, nesta sexta (14). A emissora pública mineira exibe “Sopro”, do diretor juiz-forano Marcos Pimentel. O filme retrata o cotidiano de uma vila rural, localizada nas proximidades do Parque Estadual do Ibitipoca, na Zona da Mata. O longa resgata detalhes do estado escondidos no lugarejo onde cinco famílias vivem quase isoladas do mundo exterior.

O vento, a poeira, as montanhas, o silêncio e o tempo compõem o cenário e enredo do documentário. A obra  trata sobre a existência humana e os mistérios da vida e da morte em uma pequena comunidade. O longa mostra a visão de uma criança e suas descobertas sobre o mundo e a finitude da vida naquele espaço. Entre a fantástica imersão nesse lugar, o homem e a natureza transitam entre a harmonia e os conflitos, na imensidão de uma paisagem que parece esgotar o olhar.

Com caráter minimalista, “Sopro” foi o primeiro longa-metragem da carreira de Marcos Pimentel e rodou por diversos festivais nacionais e internacionais, passando por 16 países. Natural de Juiz de Fora, Marcos é diretor, roteirista e produtor. Já realizou diversos filmes e trabalhos para televisão, como o especial mineiro “Dia de Reis”, da Globo Minas, e séries. Suas obras já conquistaram mais de 90 prêmios em diversos festivais em todo o mundo.

A Faixa de Cinema com o filme “Sopro”, de Marcos Pimentel, vai ao ar nesta sexta (14), às 23h, pela Rede Minas. O filme também pode ser visto, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

FILME “O CINEASTA” É EXIBIDO NA REDE MINAS, NESTA SEXTA (12)
Créditos Flávio Monfreda

As novas possibilidades proporcionadas pela expansão das tecnologias digitais, aliadas à criatividade para utilizar essas ferramentas, são abordadas no filme “O Cineasta”, na Faixa de Cinema, da Rede Minas. A obra é dirigida por Leandro Martins e o enredo conta a história de dois jovens de baixa renda impactados pela modernização dos aparelhos celulares. O personagem Augusto ganha um moderno smartphone e, junto ao amigo Luiz, começa a realizar algumas gravações.

Créditos Flávio Monfreda

A primeira filmagem com o celular é a realização de um casamento. Estimulados pelo editor de vídeos George, os amigos Augusto e Luiz começam a produção de um curta-metragem sobre a realidade dos jovens na periferia. A partir daí ambos iniciam uma aventura em busca de projeção mas são surpreendidos por um final inesperado.

A Faixa de Cinema com o filme “O Cineasta” vai ao ar nesta sexta (12), às 23h, pela Rede Minas. O filme também pode ser visto, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

Luciano Arte Produções apresenta o espetáculo “Divorciar ou Casar” nesse final de semana no Teatro Municipal em Lafaiete

Acontece nesta sexta-feira (05) e no sábado (06) no Teatro Municipal de Conselheiro Lafaiete o Espetáculo “Divorciar ou Casar”

O Espetáculo conta com a participação da atriz Xanthine Drummond que já participou de peças teatrais como “A Prova de Fogo” direção Silvio Ferreira-Palácio das Artes, Musical “Feras e Belas” direção Fernando Ferraz, “Terapias Fora de Série” direção Rick Alves. No meio audiovisual protagonizou um longa chamado “Eternamente Minha” da autora Jessica Macedo, foi capa de um dos maiores lançamentos da Bienal de SP. Participou de outras gravações como a série Hit Parade da Globoplay e em gravações com o Youtuber e ator Lucas Rangel. Como modelo, já trabalhou para marcas, desfilando e fazendo fotos. Já fez também algumas entrevistas ao vivo, em canais de youtube, televisão e imprensa.

Já Luciano de Lima, já exerceu várias funções nas artes e como ator, já atuou em mais de 55 espetáculos profissionais em BH, SP E RJ e também na Campanha de Popularização. No teatro já atuou em alguns trabalhos como: Amores, Coração Safado, Os três porquinhos outros. Fundou Cia Teatral Nova Arte Jovem e realizou grandes trabalhos com à mesma. Já participou de trabalhos também em rádio, publicidade. No cinema já atuou em filmes como: Vidas Roubadas, Adultera e outros.

Já participou do Quadro Faustolândia do Domingão do Faustão e algumas novelas, dentre elas a mais recente foi em Espelho da Vida. Atualmente (2021) apresenta o programa WTJ Cultura da Gerais na TV WTJ Minas, que vai ao ar todo sábado às 13 h. 

A diretora Magdalena Rodrigues, é atriz e atualmente também presidente do Sated/MG, sindicato dos artistas de Minas Gerais e tem uma carreira brilhante. Em sua carreira, já atuou em muitos trabalhos, dentre eles: Dona Beija, Peter Pan, Liberdade Liberdade, Dagmar a perigosa e outros. Já ganhou prêmio BonSucesso de melhor atriz por seu trabalho na peça – A prostituta respeitosa – e já atuou em espetáculos infantis também como: Alice no país da imaginação. Já atuou em trabalhos de TV também. Defende e ajuda na carreira de todos os trabalhadores da categoria e classe artística.

SERVIÇO:

Espetáculo: “Divorciar ou Casar”

  • Dias: 05 e 06 de novembro de 2021
  • Local: Teatro Municipal de Conselheiro Lafaiete – Rua Assis Andrade, 540, bairro Rosário
  • Ingressos: R$10,00 – podem ser adquiridos na Loja Artesã de Queluz – Rua Assis Andrade (Rua da Câmara), 623, bairro Rosário
  • O espetáculo ocorrerá respeitando todos os protocolos de segurança.

Fonte: https://www.foconanoticia.com.br/

Cultura

BDMG e FCS anunciam os filmes selecionados para o 7º Prêmio BDMG Cultural / FCS de curta-metragem de baixo orçamento

Premiação contemplou 20 filmes inéditos e finalizados; outros 10 filmes receberam certificado de Menção Honrosa

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Imagem: Paulo Lacerda

O BDMG Cultural e a Fundação Clóvis Salgado divulgam o resultado do 7º Prêmio BDMG Cultural / FCS de curta-metragem de baixo orçamento. Dentre 90 propostas recebidas, 20 filmes foram contemplados com o Prêmio, e 10 filmes foram classificados para a lista de suplentes. A nova edição do Prêmio propôs aos realizadores o desafio de pensar um Cinema de Invenção, conforme o conceito estabelecido pelo cineasta Jairo Ferreira (1945 – 2003), dentro de uma temática livre. O marco do Cinema de Invenção é o pensamento voltado à produção experimental, e, no contexto do Prêmio, surgiu como um estímulo aos processos criativos cujas propostas estéticas e conceituais utilizem meios de produção de baixo custo, popularizados com o acesso à tecnologia digital.

O 7º Prêmio BDMG Cultural / FCS de curta-metragem de baixo orçamento tem como objetivo premiar e estimular a cadeia produtiva voltada para profissionais independentes do cenário audiovisual mineiro. A Comissão de Seleção do Prêmio foi composta por Ana Carolina Soares (cineasta e roteirista), Graziela Medrado (diretora criativa, curadora e consultora de projetos) e Marco Antônio Pereira (diretor e produtor). O julgamento teve como critérios de avaliação as propostas estéticas e conceituais que utilizaram criativamente de meios de produção a baixo custo; a relevância conceitual; a inovação; o impacto social e cultural; e a pertinência ao tema proposto.

Todos os 20 filmes premiados serão exibidos na plataforma exclusiva CineHumbertoMauroMAIS e em mostras gratuitas e presenciais no Cine Humberto Mauro. Os 10 filmes listados como suplentes receberão certificado de Menção Honrosa e, caso seja de interesse do proponente, poderão ser exibidos na mostra. Os 20 curtas premiados foram:

  • · Ácaros, de Samuel de O Marotta (Belo Horizonte)
  • · Anésia, de Rubia Bernardes Nascimento (Uberlândia)
  • · Armarinho Aracy, de Camila Matos Fontenele (Belo Horizonte)
  • · As Novas Aventuras de Dona Nirvana, de Maria Eduarda Martins Gambogi Alvarenga (Belo Horizonte)
  • · APP, de Aisha B. de Oliveira Teobaldo (Belo Horizonte)
  • · Betha Ville, de Maria Clara de Almeida Costa (Januária)
  • · Boa Sorte Até Breve, de B. S. Correa LTDA (Juiz de Fora)
  • · Controle de Tráfego, de Jackson F. Teixeira Produções (Belo Horizonte)
  • · Contra Monumento Cena #1, de Arthur Medrado Soares Araujo (Belo Horizonte)
  • · Decifra, de Leitmotiv Filmes (Belo Horizonte)
  • · Fi Di Quem?, de Karla Vaniely Rodrigues Nunes (Januária)
  • · Imagens da Margem, de Massuelen Cristina Xavier Aguiar (Sabará)
  • · Maloca, de Jackson Faeda da Silva (Ribeirão das Neves)
  • · Não há ninguém perto de você, de Ventura Produções Audiovisuais LTDA (Belo Horizonte)
  • · Ouroboros, de Pedro Vasseur Torres Belisário (Belo Horizonte)
  • · Procura-se Indianara, de Mayra Santos Costa (Viçosa)
  • · Ramal, de Ponta De Anzol Producoes LTDA (Sabará)
  • · Sinal Vermelho, de Jhon Hebert Cardoso Da Silva (São João Del Rey)
  • · Um vídeo poema sobre mar, de Fabiano Teixeira Lana (Belo Horizonte)
  • · Úrsula, Christiane Cerqueira Martins (Belo Horizonte)

Como suplentes foram selecionados os curtas:

  • · Anáfora, de Casa Colorida Filmes (Montes Claros)
  • · Lívido, de Luis Otavio Mendonca de Oliveira (Belo Horizonte)
  • · Arquivo Ambulante, de Eder San Junior Cinematografica e Arte LTDA (Belo Horizonte)
  • · Perspectiva, de Luane Eufrasio Gomes (Januária)
  • · Sumo, de Mariana Teixeira De Paula (Belo Horizonte)
  • · Tinha tempo que não via o mar, de Almanaque Filmes LTDA (Belo Horizonte)
  • · A Quarentena é um Sonho?, de Gangorra Filmes Producoes Audiovisuais LTDA (Belo Horizonte)
  • · Fortaleza, de Sabotage Filmes LTDA (Belo Horizonte)
  • · Quem Passa Somos Nós, de Marlon Bruno Vitor De Paula (Belo Horizonte)
  • · Ancestrais, de Cleria Figueiredo Costa (Timóteo)

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

História por trás da Inconfidência Mineira é tema de filme na Faixa de Cinema, da Rede Minas

O longa “Vinho de Rosas” será exibido nesta sexta-feira (29/10) e apresenta o drama da personagem Joaquina, filha de Tiradentes, e o universo feminino da época

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Imagem: Luis Abramo

Uma história desconhecida da Inconfidência Mineira. Essa é a proposta da ficção “Vinho de Rosas”, de Elza Cataldo. A trama mostra um lado obscuro do movimento narrado nas páginas de livros. O filme é apresentado na Faixa de Cinema, da Rede Minas. O filme rodou por festivais no Brasil e no mundo e rendeu à diretora prêmio no Festival Internacional de Batumi – Geórgia 2006.

No enredo, a personagem Joaquina mora no ambiente áustero de uma cela de convento. Aos 18 anos, prestes a confirmar seus votos de freira, descobre que é filha de Tiradentes e que sua mãe está viva. A jovem decide então mudar o seu destino e desvendar o passado, revelando o que aconteceu com as mulheres dos inconfidentes.

O longa se passa no ano de 1804 e retrata o esquecido universo feminino de um tempo marcado por revolta e idealismo. A cenografia remete ao retrato delicado do barroco mineiro, com  gravações que ocorreram nas terras mineiras de Belo Vale e na Serra do Cipó até chegar à cidade fluminense de Parati, no Rio de Janeiro. No itinerário das emoções de Joaquina, a diretora, produtora e roteirista Elza Cataldo conduz essa história dramática e delicada, em meio à atmosfera de mistério que a cultura barroca construiu no seu tempo.

A Faixa de Cinema com o filme “Vinho de Rosas”, de Elza Cataldo, vai ao ar nesta sexta (29), às 23h, pela Rede Minas. O filme também pode ser visto, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

ANIMAÇÕES MINEIRAS SÃO DESTAQUES NA REDE MINAS, NESTA SEXTA (15)

Faixa de Cinema exibe “O quebra cabeça de Tarik”, de Maria Leite, e “O Casamento da Ararinha-Azul”, de Marcelo Branco e F7 Comics

“O quebra cabeça de Tarik” – Foto: Alexandre Baxter

Animações mineiras encerram a semana dedicada às crianças, na Rede Minas, nesta sexta (15). A Faixa de Cinema exibe filmes premiados que conquistaram a garotada, adultos e júris de importantes festivais. Uma das obras é “O quebra cabeça de Tarik”, de Maria Leite. O filme, gravado em stop-motion, tem no elenco personagens construídos em madeira e um cenário de arrepiar. O curta mostra a história de um cientista que está bem velho e tenta reconstruir as partes do seu corpo para se manter vivo. Tudo isso é feito com máquinas em um laboratório subterrâneo. O filme rodou o Brasil e o mundo, recebeu diversos prêmios e foi selecionado para estar no livro “Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais”, lançado pelo Canal Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA).

A programação ainda apresenta a animação em 2D “O casamento da Ararinha-Azul”, de Marcelo Branco e F7 Comics. No enredo, a aventura da ararinha-azul, cujo marido é capturado por traficantes de animais em extinção, logo após o casamento. Ela contará com a ajuda de um menino mágico e das crianças do Sacurá Futebol Clube para reencontrar o seu amado. Por trás da trama infantil, uma história de amor, lealdade e magia para toda a família. Em 2013, o filme recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival Curta Amazônia (RO) e o Prêmio Júri Popular no FATU (RJ).

“O casamento da Ararinha-Azul” – Foto F7 Comics

A Faixa de Cinema com os filmes “O quebra cabeça de Tarik” e “O casamento da Ararinha-Azul” vão ao ar nesta sexta (15), às 23h, pela Rede Minas. As animações também podem ser vistas, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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DOCUMENTÁRIO QUE RETRATA O COTIDIANO DE VILA MINEIRA NA ZONA DA MATA VAI AO AR NA REDE MINAS, NESTA SEXTA

Faixa de Cinema exibe o longa “Sopro”, de Marcos Pimentel, que revela uma comunidade preservada em Minas Gerais

Foto: Matheus Rocha

As paisagens do interior de Minas Gerais chegam à tela da Faixa de Cinema, da Rede Minas, nesta sexta (08). O vento, a poeira, as montanhas, o silêncio e o tempo compõem o cenário e enredo do documentário “Sopro”, do diretor juiz-forano Marcos Pimentel. O longa resgata detalhes de Minas escondidos em uma pequena vila rural, onde cinco famílias vivem há anos quase isoladas do mundo exterior.

O filme “Sopro” fala sobre a existência humana e os mistérios da vida e da morte mostrados no cotidiano de uma vila rural, localizada nas proximidades do Parque Estadual do Ibitipoca, na Zona da Mata. As imagens acompanham pequenas casas isoladas na montanha da região e, principalmente, a visão de uma criança e suas descobertas sobre o mundo e a finitude da vida naquele espaço. Entre a fantástica imersão nesse lugar, o homem e a natureza transitam entre a harmonia e os conflitos, na imensidão de uma paisagem que parece esgotar o olhar.

Foto: Matheus Rocha

Com caráter minimalista, “Sopro” foi o primeiro longa-metragem da carreira de Marcos Pimentel e rodou por diversos festivais nacionais e internacionais, passando por 16 países. Natural de Juiz de Fora, Marcos é diretor, roteirista e produtor. Já realizou diversos filmes e trabalhos para televisão, como o especial mineiro “Dia de Reis”, da Globo Minas, e séries. Suas obras já conquistaram mais de 90 prêmios em diversos festivais em todo o mundo.

A Faixa de Cinema com o filme “Sopro”, de Marcos Pimentel, vai ao ar nesta sexta (08), às 23h, pela Rede Minas. O filme também pode ser visto, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

Barroso terá Cine Drive-in nesta sexta-feira

Mais uma vez a Companhia Fofocas de Teatro se adaptando a pandemia do Covid-19, traz uma nova opção de lazer e cultura, o Cine Drive-in, onde a “plateia” é formada por veículos e os espectadores assistem o filme dentro do seu carro sem contato com outras pessoas.

O Cine Drive-in será nesta sexta-feira, 28 de agosto, às 18:30 horas no estacionamento do Centro SER (Antigo SENAI). O filme que será projeto é “Sing – Quem canta os males espanta” e promete agradar o público de todas as idades.

O Cine Drive-in será totalmente gratuito, limitado a 15 carros e os ingressos devem ser solicitados no e-mail: contato@fofocasdeteatro.com

Para Rixa Neves Produtor Executivo do Projeto Esquina da Cultura: “Em tempos em que o streaming vira uma das únicas possibilidades de se assistir um filme, devida a pandemia, as pessoas já estão ansiosas para sair de casa e ver um filme em uma tela enorme, se este é o seu caso, a Cia Fofocas de Teatro está te convidando para essa nossa primeira experiência do Cine Drive-in”, diz.

Esta atividade faz parte do Projeto Esquina da Cultura que é uma realização da Cia Fofocas de Teatro através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Governo de Minas Gerais com o patrocínio da LafargeHolcim. O projeto também conta com a parceria do Centro SER e do Instituto LafargeHolcim.

Fonte: https://barrosoemdia.com.br/

Cultura

Nunca julgue um livro pelo… Filme!

Nunca julgue o livro pela capa pelo filme!

Ou o contrário.

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Durante essa semana, em todos os grupos e redes sociais que participo, havia um assunto em destaque: acabou de sair o filme “Como eu era antes de você”, baseado no livro de sucesso de Jojo Moyes, estrelado por Emilia Clarke e Sam Claflin. Eu confesso que nunca li o livro, e também não me sinto atraída, nem por ele e nem pela grande estreia mundial nos cinemas. Porém, apesar disso, sou fã de filmes x livros. Sempre assisto o filme e procuro o livro, ou sempre que leio um livro e sei que tem adaptação para o cinema, corro pra alugar ou assistir as estreias. Não tinha percebido o quanto isso atrai a atenção das pessoas, e acaba provocando um grande debate: qual versão é a melhor?

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Geralmente os livros sempre saem ganhando, por terem mais detalhes a respeito dos personagens, lugares, situações, e da história como um todo. Mas, além de alguns filmes serem realmente muito bons e fieis às histórias, muitas pessoas (podem confessar!) tem preguiça de ler o livro, e acham mais fácil ir pra frente das telinhas. Isso é bastante complicado, pois na maioria das vezes as histórias são julgadas pelas pessoas apenas pela sua adaptação, e a oportunidade de te terem uma opinião mais concreta sobre elas é perdida.

Sobre minhas preferências, particularmente, gosto muito das adaptações de vários livros do Nicholas Sparks e, inclusive, agora em fevereiro tem estreia de “A Escolha”, adaptação do livro, que eu li em 2012 e conta a história de um romance entre um casal de vizinhos. Algumas histórias me chamaram também a atenção, tanto a versão em cinema quanto o livro, como “O Leitor” de Bernhard Schlink, “A menina que roubava livros” de Markus Zusak, “Comer, Rezar, Amar” de Liz Gilbert e “Um Dia” de David Nicholls (tem resenha do livro aqui no blog!). Citei apenas alguns, mas tenho vários outros favoritos, e geralmente a paixão pela história começou sempre nas páginas contadas pelos autores.

Apesar disso, um filme em especial me encantou completamente, e eu até hoje não li o livro. “Memórias de uma Gueixa” (2005), conta a história de uma jovem japonesa, a Chiyo, que foi vendida a uma casa de gueixas quando ainda era menina, em 1929, onde é maltratada pelos donos e por Hatsumomo, uma gueixa que tem inveja de suas hailidades e beleza. Acolhida por Mameha, a principal rival de Hatsumomo, Chiyo ao crescer se torna a gueixa Sayuri. Reconhecida, ela passa a desfrutar de uma sociedade repleta de riquezas e privilégios até que a 2ª Guerra Mundial modifica radicalmente sua realidade no Japão. A história é fascinante e tem uma beleza visual incrível. Faz anos que assisti ao filme, mas até hoje não consigo esquecer a doçura nos olhos daquela pequena grande japonesa. Com certeza, o livro está na minha Meta de Leitura Skoob de 2016!

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Texto: Walquíria Domingues

Fonte: http://www.meninadeasas.com.br/