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Educação

Escola mineira é referência em educação para o futuro

Com a pandemia da Covid-19, uma das grandes mudanças na rotina da maioria das famílias foi em relação ao fechamento das escolas e ao início das aulas online. Professores, pais e alunos tiveram que se ajustar a todas as mudanças e ao “novo normal”. Até mesmo quem não tinha tanto conhecimento a respeito do mundo digital e das plataformas de conversação precisou se adaptar.

Muito antes da nova realidade se instalar, a Escola Santo Tomás de Aquino (ESTA), em Belo Horizonte, mudou completamente a rotina em sala de aula com o objetivo de preparar melhor seus alunos para o futuro.

A escola foi a primeira instituição de ensino de Minas Gerais a ser reconhecida como “Escola de Referência Google”, selo concedido às instituições que utilizam as ferramentas Google Workspace for Education, a fim de tornar o aprendizado mais atraente e significativo. Em todo o país, 61 instituições de ensino têm essa certificação, sendo apenas três em Minas Gerais.

Para alcançar o selo “Escolas de Referência”, as instituições de ensino devem atender a diversos requisitos estabelecidos pela Google, entre eles a certificação de seus educadores para a utilização das ferramentas.

Chamadas de “Workspace for Education”, essas ferramentas devem fazer parte do dia a dia da escola, proporcionando aos alunos, professores e colaboradores um ambiente inovador, dentro e fora da sala de aula.

Para isso, também é necessária a aquisição de Chromebooks – computadores concebidos pela Google – que se destacam por sua rapidez, segurança, interatividade e armazenamento em nuvem.

Com o início do uso de tecnologias digitais na escola, os conteúdos já eram acessados instantaneamente, em qualquer lugar — dentro e fora da sala de aula —, a partir do Chromebook ou do celular.

Além disso, o uso de metodologias ativas colocou o aluno no centro do aprendizado, transformando-o em protagonista de sua evolução acadêmica. No ambiente digital, os alunos participam do processo de construção do próprio conhecimento, acessando e produzindo conteúdos multimídia, por exemplo.

Foto: Glaucimara Castro / www.bsfotografias.com.br

O uso das tecnologias em sala de aula tem como uma de suas funções despertar cada vez mais o interesse dos alunos, que já nasceram como nativos digitais e anseiam sempre por novidades.

Os benefícios já são perceptíveis, com estudantes aprendendo com mais facilidade e rapidez e, inclusive, atuando como multiplicadores entre os colegas, por meio de um programa de tutoria intitulado “Team Tech”.

A adoção dos mecanismos digitais também facilitou o desenvolvimento e planejamento das aulas, permitindo ao professor incorporar novos recursos para ensinar e, aos alunos, novas formas de aprender, por meio do trabalho interativo e colaborativo.

Atividades pedagógicas autônomas durante a suspensão das aulas

Com o objetivo de minimizar os impactos pedagógicos para os alunos durante o período de suspensão das aulas, a escola decidiu continuar utilizando as ferramentas de ensino-aprendizagem virtuais disponíveis para o envio de atividades aos estudantes, garantindo, assim, que a rotina de estudos pudesse ser mantida, até que as aulas possam ser retomadas.

Texto: Flávia Siqueira

Com informações — Foreducation EdTech / Escola Santo Tomás de Aquino

Educação

Consumidores brasileiros estudam mais que seus pais, diz pesquisa

Estudo da REDS destacou região Centro-Oeste com maior índice de pessoas com ensino superior completo e trabalhando.

Os consumidores brasileiros estão estudando mais e 35% chegaram a completar o ensino superior, segundo dados levantados pela pesquisa Consumidor Brasileiro, realizada pela REDS, pertencente à holding HSR Specialist Researchers. Quando perguntados sobre a formação acadêmica do pai e da mãe, o índice de conclusão da faculdade é de, respectivamente 15% e 14%. Ou seja, a qualificação está evoluindo de uma geração para a outra, de acordo com a amostra de 1.933 entrevistas online realizadas em todas as regiões do país, com pessoas das classes A, B e C.

O estudo foi realizado em parceria com o Centro de Inteligência Padrão e revelou que ainda existe grande desigualdade entre as capitais e interior. Dentre as regiões do país estudadas, o Centro-Oeste é a que tem melhores números de estudo e trabalho, possuindo 48% dos consumidores com formação superior completa, melhor percentual nacional. Além disso, 76% estão trabalhando, maior índice em comparação com as outras regiões, segundo o universo pesquisado.

O levantamento apresenta ainda outras constatações. A amostra na região Norte tem o maior percentual de pessoas que só estudam, com 24%. Já no Sul está, com 14%, o maior contingente de consumidores que trabalham e estudam e também o maior volume de aposentados, chegando a 13%. O Nordeste é a região que reúne mais consumidores desempregados, totalizando 13%.

A pesquisa quantitativa Consumidor Brasileiro foi realizada pela REDS, em fevereiro de 2016, com 1.933 entrevistas online, em todas as regiões do País. O universo foi composto por homens e mulheres, entre 15 anos e 70 anos, das classes A, B e C (Critério Brasil), moradores dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, interior do Nordeste e região Norte, além das cidades de Salvador, Brasília, Campo Grande e Cuiabá. O estudo foi ponderado por classe social, sexo e região para reconstituir o perfil da população brasileira.

 

Flávia Siqueira
Publicitária | Jornalista
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