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Turismo & Lazer

Buscando reconexão, família de Congonhas inicia viagem pelo Brasil de Kombi

Uma família de Congonhas está prestes a embarcar em uma aventura diferente. Movidos pelo desejo de experienciar coisas novas, Carlos Henrique, Rosana Melo e Laura viajarão de kombi por todo o país, rumo ao Amazonas.

Segundo os tripulantes, além de conhecer mais do Brasil, a viagem tem um objetivo importante para a família: a reconexão. Eles passaram quase três anos a mais de 12 mil quilômetros de distância.

Carlos Henrique e Rosana se conheceram ainda adolescentes e tiveram inúmeras idas e vindas até que em 2009 embarcaram na primeira grande aventura juntos rumo à Nova Zelândia. Lá aprenderam inglês, iniciaram novas carreiras, conheceram pessoas do mundo inteiro, se casaram e aproveitaram para conhecer outros países. Aí nasceu uma grande vontade de viajar. Tornaram-se cidadãos Neozelandês e também ganharam mais uma companheira de viagem: Laura, a filha do casal.

Em 2018 se separaram. Ao final de 2019 Rosana e Laura vieram para o Brasil e optaram por ficar um pouco mais devido a pandemia. Carlos Henrique chegou em meados de 2020. 

Em janeiro de 2021 conversaram e decidiram apostar suas fichas em um projeto juntos novamente. 

Família pronta para a aventura
Família pronta para a aventura

A família destaca que a maneira como a viagem acontece não apresenta risco de contágio pela Covid-19: “Pretendemos sim, viver experiências pelos caminhos, portanto defendemos o turismo com segurança. Na nossa caixa estaremos seguros, sem contato com outras pessoas e sempre que sairmos para explorar tomaremos todos os cuidados necessários para que possamos continuar seguindo saudáveis a nossa jornada. Álcool e máscara já são parte dos itens fundamentais da nossa kombihome”.

Waka

O veículo usado na aventura será a Waka. O nome em Maori é uma demonstração de respeito pela Nova Zelândia que foi casa do casal por dez anos e onde a filha nasceu. O termo significa Canoa, elas eram usadas por desbravadores para explorar novos territórios.

Kombi que levará o trio para o Amazonas
Kombi que levará o trio para o Amazonas


A Waka era uma kombi normal usada para carregar pessoas, no entanto, foi equipada com isolamento térmico, forros, guarda-roupas e eletrodomésticos alimentados por uma placa solar. Segundo a família, lá tem quase tudo que há dentro de uma casa normal.

O projeto foi todo criado e executado em casa por Carlos Henrique. Ele cortou, pintou, martelou, montou cada item aprendendo ali, assistindo vídeos no youtube, errando e refazendo. 

Primeiro projeto de Carlos Henrique foi a montagem da Kombi
Primeiro projeto de Carlos Henrique foi a montagem da Kombi

Teste

Antes de partirem para aventura principal, o trio fez um teste na pequena localidade de Santo Antônio do Salto, distrito de Ouro Preto. O objetivo era avaliar a Kombi, a cama, o fogão e ver o que lhes faltaria e o que não precisavam.

Kombi pronta para a viagem
Kombi pronta para a viagem

Eles dormiram na praça da cidade e, apesar da tensão, não encontraram problemas. Conheceram pessoas e fizeram amigos durante o dia. Eles constataram que a rotina irá mudar, mas aprovaram a organização que tiveram até ali.

Viagem

Com o teste feito, o trio definiu qual será o roteiro para a viagem. Eles começarão por um caminho que conhecem bem, para entender que está tudo de acordo: “Sairemos de Congonhas com direção a Tiradentes (parando pra ver amigos no caminho, claro), e seguindo para Carrancas. Após esse percurso, iniciaremos então a rota 1 com destino ao Amazonas”.

O projeto será financiado com recursos próprios, mas eles pensam em fazer uma campanha no futuro: “A ideia é ir até onde o dinheiro durar, mas acreditamos que no meio do caminho encontraremos meios para continuar seguindo até quando for prazeroso. Pensamos em fazer uma campanha de quilômetro onde quem não pode viajar mas curte esse tipo de aventura poderá doar um quilômetro para que a gente possa ir mais longe” pontuam.

Trio está empolgado para a viagem
Trio está empolgado para a viagem

Quem quiser acompanhar a aventura da família, pode fazer isso pelo Instagram @3nacaixa

Fonte: https://fatoreal.com.br/

Cultura

Museu de Congonhas ganhará em breve a Sala dos Profetas e melhorias na infraestrutura para a realização de eventos

Já está sendo elaborado pelo renomado arquiteto Gustavo Penna e sua equipe, o projeto de expansão do Museu de Congonhas. Nesta nova etapa, mais uma importante conquista para a instituição, o espaço ganhará uma grande Sala dos Profetas. A ampliação também contará com um novo pavimento de acesso, que irá possibilitar que o Anfiteatro seja coberto e fique mais adequado para realização de eventos. O investimento para estas novas novas ações foi captado via Lei Rouanet junto ao BNDS e contempla ainda a confecção, em pedra-sabão, de réplicas de 10 (Isaias, Jeremias, Baruque, Ezequiel, Daniel, Oseias, Abdias, Amós, Habacuque e Naum) dos 12 profetas esculpidos pelo Mestre Aleijadinho.

A Sala dos Profetas carrega a possibilidade de acomodar esculturas, numa apresentação cénica que rememora a forma como os Profetas se apresentam no Adro do Santuário do Bom Jesus, considerado Patrimônio Mundial pela Unesco. A nova apresentação explora de forma mais atrativa o conteúdo histórico e cultural que carregam as obras, sejam eles originais ou réplicas. Este novo espaço completa a experiência do visitante no circuito da exposição permanente do Museu. Hoje esta parte da história está acanhada numa pequena Galeria das Réplicas com a exposição de apenas dois dos doze Profetas.

Já o Anfiteatro será coberto, se tornando um espaço mais versátio, mesmo em período chuvoso, além de receber mais estrutura para a realização de eventos, como a criação de camarins para os artistas e outras pequenas adequações que foram idenficadas como necessárias ao longo dos anos.

“Com a ampliação, o Museu de Congonhas ganha dois novos espaços que, de certa forma, ele estava devendo. Com esses dois elementos que representam uma evolução, o Museu oferece uma resposta a sociedade em todos os olhares que sempre pretendemos: o olhar do peregrino; do romeiro; a valorização do ofício; do turista, com mais curiosidade e riqueza; do especialista, que estuda o barroco, que estuda a pedra; e o que é mais importante: do morador de Congonhas, como instrumento cultural e de construção de identidade”, explica Gustavo Penna.

O Museu de Congonhas foi inaugurado em 2015 com a missão de potencializar a percepção e a interpretação das múltiplas dimensões do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. Como primeiro museu de sítio histórico do país, o espaço faz uso de recursos de alta tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância da história local. A experiência do Museu de Congonhas tem sido referência, sendo citado por gestores culturais, instituições parceiras, pelo Governo e se destacando inclusive internacionalmente.

A instituição se configura hoje como o Centro Cultural de maior relevância regional e abriga, além da exposição permanente, exposições itinerantes de renome e eventos variados. O Programa Educativo também tem papel fundamental. Professores de diversas instituições de ensino veem no Museu de Congonhas um espaço de visitação essencial para o desenvolvimento das disciplinas de educação patrimonial, arte, história e arquitetura.

A diretora do Museu de Congonhas Lana Duarte, reforça que ” com estas novas ações e a ampliação da instituição, o Museu de Congonhas se torna ainda mais atrativo e confortável para turistas e moradores seguindo o seu nobre papel de potencializar o turismo de Congonhas e valorizar o legado deixado por grandes artistas como o Mestre Aleijadinho”.

Janice Miranda Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

(31) 3731 6747 – (31) 99821-0976

Cultura

Escritor de Minas Gerais leva Congonhas para seu livro de estreia

Gleiber Clodomiro explora diversos cenários em “John Aron e o enigma dos sonhos, mas a cidade mineira torna um dos principais ambientes do enredo

O escritor Gleiber Clodomiro sempre foi apaixonado por fantasia e encontrou um mar de possibilidades ao presenciar, em 2010, uma feira literária. Encantado pelo universo da escrita ele se dedicou na construção da própria história, mas foi somente em 2019 que “John Aron e o enigma dos sonhos” ganhou vida no papel. Hoje, o livro é lançado pelo Grupo Editorial Coerência e é ambientado em vários ambientes, inclusive Minas Gerais.

Um dos cenários da história é o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, localizado em Congonhas (MG), reconhecido como Patrimônio Cultural Mundial pela Unesco. “O patrimônio precisa ser valorizado e conhecido pelos brasileiros”, disse o autor em entrevista.

Na história, acompanhamos John Aron descobrindo os segredos que giram em torno de sua origem durante um sonho inesperado e revelador. Mas, é após um acidente que ele presencia uma nova realidade, onde vê criaturas e guerreiros fantásticos regidos por imperadores que precisam manter o equilíbrio entre os dois mundos. Porém, Eroz, imperador do quinto elemento, tem outros planos e reconhece que precisa eliminar John antes que ele acabe com todas as suas ideias.

Com poucos meses de lançamentos, a obra foi indicada ao Coerência Choice Awards 2020 como Melhor Fantasia, no Voices Prêmio Literário 2020 na categoria Fantasia e recentemente concorreu ao Prêmio Ecos da Literatura 2020 na categoria Melhor Distopia Fantasia e Melhor Capa, e além disso, o artista foi indicado na categoria de Autor Revelação.

Gleiber Clodomiro revelou que, no momento, se dedica na escrita dos próximos volumes da saga. Porém, ainda não compartilhou uma previsão de lançamento. “John Aron e o enigma dos sonhos” está disponível na loja do Grupo Editorial Coerência.

Sinopse: Um sonho é capaz de mudar uma vida?

John Aron vive uma vida comum com seus pais e seu irmão em Congonhas, Minas Gerais. Ainda um adolescente, não faz ideia dos segredos que giram em torno de sua origem, mas um sonho inesperado e revelador faz com que comece a enxergar tudo ao seu redor com outros olhos. É então que, após um acidente, vai parar em uma nova realidade. Lá, ele se vê entre criaturas e guerreiros fantásticos regidos por imperadores que possuem uma grande responsabilidade: manter o equilíbrio entre os dois mundos. Mas Eroz, o imperador do quinto elemento, tem outros planos, e a presença do jovem no segundo mundo pode colocar tudo a perder. Ambicioso, o vilão fará qualquer coisa para eliminá-lo, obrigando-o a enfrentar inimigos poderosos e sem escrúpulos. Entre guernianos, animais-guardiões, espectros e outras criaturas, John Aron terá que lutar pela própria vida e pela vida de todos que ama ao mesmo tempo em que busca entender seu papel nesse universo fantástico e cheio de perigos.

Biografia: Gleiber Clodomiro é estudante de Letras em Congonhas, MG. Escritor jovem, publicou o conto O conto do dragão – A criança predestinada no primeiro concurso literário do qual participou. Depois, optou por se dedicar aos romances, dando preferência à sua paixão: a literatura fantástica. Por meio de seus textos, busca abordar seus próprios questionamentos a respeito da humanidade em um universo fantasioso. John Aron e o enigma dos sonhos é seu romance de estreia, e o escritor já se dedica à escrita dos próximos volumes da saga.

Fonte: http://www.foconanoticia.com.br/

Cultura

Museu Mineiro atesta boa conservação do “Retrato de Aleijadinho” sob os cuidados do Museu de Congonhas

O Museu de Congonhas recebeu, na manhã da quarta-feira, 03 de março, Elvira Nóbrega Tobias, conservadora restauradora do Museu Mineiro para a avaliação do estado de conservação do “Retrato de Aleijadinho”. A obra, pertencente ao Museu Mineiro, em Belo Horizonte, está em exposição, em caráter de comodato, no Museu de Congonhas deste a sua inauguração em 2015.

Augusto Ricelli

Segundo Elvira, o Museu de Congonhas tem mantido o retrato em bom estado de conservação, com todos os cuidados necessários. Com a averiguação, o Museu Mineiro dará prosseguimento nos trâmites para renovação do comodato ao Museu. O “Retrato de Aleijadinho” é um dos destaques da expografia do Museu de Congonhas e atrai desde estudiosos à crianças.

Aleijadinho nasceu provavelmente em 1738 e teria morrido em 18 de novembro de 1814, segundo certidão de óbito. O retrato porém, foi feito no século 19, depois que Aleijadinho morreu. É um “óleo sobre pergaminho”, pintado por Euclásio Penna Ventura, medindo 20cm por 30cm. O “Retrato de Aleijadinho” foi adquirido por vários antiquários até ser doado ao acervo do Arquivo Público Mineiro, já no século 20. Há pesquisas que apontam que ele teria pertencido à Sala dos Milagres em Congonhas.

Ao longo dos anos, o quadro causou polêmica entre historiadores. Em 1972, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais promulgou a Lei nº 5.984, considerando-o como efígie oficial do artista. A alegação de que se tratava do rosto do Mestre do Barroco se baseou na imagem representada ao fundo da pintura, em segundo plano, que parecia idêntica a uma obra de autoria do artista.

Janice Miranda Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

(31) 3731 6747 – (31) 99821-0976



Esporte

Congonhas recebe a final da Copa de Internacional de Mountain Bike em março

Congonhas recebe nos dias 13 e 14 de março, a final da temporada 2020 da Copa Internacional Michelin de Mountain Bike. O evento, que completa 17 anos em 2021, acontece no Parque Ecológico da Cachoeira.

A Secretaria Municipal de Saúde irá disponibilizar agentes sanitários que irão atuar juntamente com a organização do evento para fiscalizar a entrada dos atletas e seus acompanhantes garantindo que todas as medidas referentes ao controle da Covid-19 sejam seguidas.

Congonhas já recebe a competição de mountain bike desde 2005. O organizador da CIMTB, Rogério Bernardes, fala sobre a importância do evento: “A CIMTB contribui significativamente na geração de emprego e renda através de um público formador de opinião e com fortes valores de preservação ambiental e cultural por onde passam”.

Evento é tradicional na cidade. Foto: Arquivo Prefeitura de Congonhas
Evento é tradicional na cidade. Foto: Arquivo Prefeitura de Congonhas


As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site cimtb.com.br. Se o pagamento for feito via boleto, o competidor tem até as 20h do dia 05/03 para a quitação. Se a opção escolhida for o cartão de crédito, o prazo para pagamento vai até às 23h59 do dia 9 de março ou enquanto houver vagas nas categorias, conforme regulamento que pode ser consultado na íntegra no site da competição.

Fonte: https://www.fatoreal.com.br/

Cultura

Museu de Congonhas e da Ladeira reabrem para a visitação

Após um período fechado devido a pandemia do Covid-19, o Museu de Congonhas e o Museu da Imagem e Memória (Ladeira), reabrem nesta terça-feira, 09. Os centros culturais vão funcionar de 9h às 17h, de terça-feira a domingo. O Museu de Imagem e Memória tem entrada gratuita, já no Museu de Congonhas o ingresso permanece R$10,00, sendo que estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia entrada e crianças até 11 anos não pagam. Às quartas-feiras, o Museu de Congonhas também oferece gratuidade para todos os públicos. A reabertura segue todos os protocolos sanitários do Minas Consciente.

Museu de Congonhas

Inaugurado em dezembro de 2015, o Museu de Congonhas é o primeiro museu de sítio histórico do Brasil. O espaço faz uso de recursos de alta tecnologia para oferecer informações relevantes para que o público entenda e reflita sobre a grandiosidade e importância da história local. O Centro Cultural recebe turistas e estudiosos de diversos países, o que fez do espaço um grande aliado na divulgação do potencial turístico do município valorizando todo o complexo histórico.

A exposição permanente trata das manifestações da fé no passado e no presente, em particular, o sentido de exteriorização da devoção projetado na monumentalidade teatral do espaço do Santuário, nas práticas da romaria e nos ex-votos. Um dos principais acervos é a coleção Márcia de Moura Castro. Composta por 342 peças que pertenceram à colecionadora, as obras foram adquiridas pelo Iphan em 2011. Outro acervo importante é a Coleção Fábio França, uma biblioteca de referência no Brasil sobre o barroco, a arte e a fé.

Museu da Imagem e Memória (Ladeira)

Museu da Imagem e Memória

O Museu da Imagem e da Memória, localizado em um casarão na tradicional “Ladeira” de Congonhas, tem como proposta guardar e divulgar a história da cidade. Nesse sentido, parte do princípio que todos os congonhenses são ao mesmo tempo agentes, guardiões e divulgadores dessa narrativa.

A atual montagem da exposição tem como eixo central o processo de “urbanização”, percorrendo desde o século XVIII até a efetivação da emancipação política , mostrando como a história está intimamente ligada a um contexto bem mais amplo. Ainda pensando no conceito de “espelho”, onde o congonhense possa se ver, apresenta a história de personalidades da cidade, para gerar representatividade, causar discussões e transformar este em um espaço vivo e questionador.

Janice Miranda Coordenação – Comunicação/Educativo
Museu de Congonhas

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Cultura

Ator de Congonhas estreia novela Gênesis da Record

José Boni começa a colher os frutos da sua dedicação a arte! O morador de Congonhas vai estrear o seu primeiro papel no elenco fixo de uma novela nacional no folhetim Gênesis da Rede Record de Televisão. Com lançamento previsto para o dia 19 deste mês, a obra é baseada no livro homônimo da Bíblia.

Boni já percorreu um longo caminho de estudos para se preparar para grandes trabalhos como este, com formação pela Escola de Teatro PUC/MG, Instituto Nossa Senhora do Teatro; Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna e agora pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

No teatro, José Boni foi protagonista dos espetáculos Macbeth, e Geração Trianon, além de fazer parte do elenco de O Jardim das Cerejeiras, Por Que Hécuba e Sob o Sol. Já nas telonas, o artista participou dos curtas Tela, Post-it, A Mesma Lua, Cadarço e O Canalha. Na TV, se preparou para a novela Gênesis, participando do folhetim Jesus, também da Record.

A vivência em Congonhas, cidade conhecida por ser Patrimônio Mundial, importante centro do Barroco Mineiro e berço de muitos artistas, contribuiu para que Boni se desenvolvesse na arte. “Congonhas tem um acervo riquíssimo, as obras do Aleijadinho, a arquitetura barroca. Conviver com essa atmosfera abre nossa consciência para a arte. Minha família é de artesãos, vi meus tios, meus pais e avós trabalharem a pedra sabão desde cedo. Ver um bloco de pedra dar vida a uma escultura é uma experiência muito interessante para uma criança, principalmente para um artista em formação. Essa conexão com o artesanato está sempre presente em meus trabalhos, seja na confecção de algum figurino ou adereço ou mais subjetivamente na construção dos personagens”, explica.

Gênesis

Gêneses terá várias histórias acontecendo paralelamente, o personagem interpretado por José Boni estará presente na famosa história da Arca de Noé. Ele será um dos vilões do núcleo do famoso Leonardo Medeiros, que é o grande vilão da trama. “Foi desafiador dar vida a um vilão que tem características tão opostas a mim, sequestrar e matar em cena foi extremamente instigante, a arte nos propicia essas experiências. O personagem do Leonardo é a cabeça pensante da vilania e meu personagem é quem coloca a mão na massa, quem faz o serviço sujo”, explica.

Sobre a expectativa da estreia, José Boni afirma que o personagem será um marco de uma nova fase em sua carreira, “por ser meu primeiro personagem fixo essa experiência é totalmente diferente no que diz respeito a visibilidade entre os profissionais da área e público em geral, o que poderá gerar novos convites tanto para a TV, como pro cinema e teatro. Estar em uma obra de alcance nacional abre muitas portas e estou atento para aproveitar da melhor forma este momento e conseguir transformá-lo em uma espécie de trampolim na minha carreira”, afirma.

Projetos

Mesmo com toda a ansiedade pela estreia de Gênesis, Boni tem se dedicado também ao espetáculo teatral Sob O Sol, um projeto com a diretora Carla Martins e Grupo de Teatro Pele de Fulo do Rio Grande do Norte, que já ganhou diversos prêmios na região nordeste do país.

Sob O Sol faz parte da tese de doutorado da diretora recifense com foco no feminino. “O espetáculo conta a história de uma Cigana que engoliu a terra e se vestiu de sol, para tratar de temas como feminicídio e violência doméstica com um olhar sensível sobre um assunto tão complexo. Em razão da pandemia não podemos estrear o espetáculo, mas estamos ansiosos e esperançosos pela volta da normalidade”, explica José Boni.

Texto: Janice Miranda

Cultura

Vem aí o XXV Festival de Inverno #CongonhasEmCasa

Um festival que vai levar alegria em forma de música, dança, teatro, e muito aprendizado para dentro de casa, assim será a edição deste ano do Festival de Inverno de Congonhas. O evento, que já é tradição na Cidade dos Profetas, está completando 25 anos e por isso, mesmo em tempos de isolamento social, não poderia deixar de acontecer, ainda que virtualmente. O XXV Festival de Inverno #CongonhasEmCasa, realizado pela Prefeitura de Congonhas com patrocínio da Vale, será transmitido ao vivo entre os dias 16 e 30 de agosto na página oficial da Prefeitura no Facebook.

Serão mais de 40 atrações musicais, teatrais e de dança, além de oficinas de culinária, yoga, infantis, artesanatos entre outras. “Quando começou o período de quarentena logo nos preocupamos com a viabilidade de realização do nosso Festival de Inverno. Entendendo a necessidade de realizar o evento virtualmente enviamos o projeto para a Vale que mais uma vez, devido a tradição do evento, decidiu patrocinar o Festival. Esta será uma edição diferente, mas acreditamos que será uma maneira de valorizar e ajudar os nossos artistas e ainda levar mais alegria para quem está em casa”, explica Miriam Palhares, secretária Municipal de Cultura.

Além de poder se programar para assistir ao vivo a todas atrações do XXV Festival de Inverno #CongonhasEmCasa, os internautas que perderem algum evento poderão se divertir e aprender depois no Canal Congonhas no Youtube. Outra novidade deste ano, aproveitando a democratização da internet, é que não haverá inscrições para as oficinas, todas serão abertas ao público.

Clique e confira a programação completa do XXV Festival de Inverno #CongonhasEmCasa

Cultura

Festival de Inverno de Congonhas abre inscrições para artistas e oficineiros

Mesmo em tempos de isolamento social, Congonhas vai realizar o tradicional Festival de Inverno. Este ano, no qual a festa comemora Bodas de Prata, a Secretaria Municipal de Cultura irá utilizar o ambiente online para tornar possível a realização do XXV Festival de Inverno #CongonhasEmCasa.

O evento, que acontece entre os dias 16 e 30 de agosto, promete levar alegria e diversão para milhares de residências. Serão dias recheados de boa música com a realização de diversas lives shows, espetáculos de artes diversas e muito aprendizado com as oficinas virtuais.

Os artistas e oficineiros interessados em participar já podem se inscrever. Serão aceitas propostas para shows musicais, espetáculos teatrais, de dança, artes plásticas, além de oficinas.

Todas as informações e o link para cadastro estão disponíveis em seleção simplificada festival de inverno 2020.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 2 de agosto e são exclusivas para residentes em Congonhas.

Fonte: http://www.fatoreal.com.br/

Cultura

Serra Casa de Pedra será recuperada

No Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, a Prefeitura de Congonhas, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, assinou um Termo de Compromisso Ambiental com a empresa CSN Mineração. O termo traz como objeto principal a estabilização, recomposição e recuperação de área parcialmente degradada na Serra Casa de Pedra.

Tombada no âmbito municipal, a Serra abriga diversos valores históricos, culturais e ambientais que devem ser preservados, tanto para as gerações atuais quanto para as futuras. Parte do cume da serra (Morro do Engenho) sofreu algumas alterações provocadas pela atividade mineradora, que serão agora estabilizadas para evitar qualquer dano maior na parte protegida por lei.

Os trabalhos técnicos fazem parte de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), que já foi aprovado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) – a quem compete tal aprovação – e fazem parte de um conjunto de ações de proteção e preservação da Serra Casa de Pedra que estão sendo acompanhadas tanto pela Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Congonhas, quanto pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais, por meio de inquérito próprio, e pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente (CODEMA), que conferiu a anuência para realização dos trabalhos.

A mineradora irá em breve iniciar uma campanha para divulgar os serviços que serão realizados na serra e a Secretaria de Meio Ambiente acompanhará de perto todas as medidas que serão implementadas, podendo requisitar ajustamentos ou revisões, se entender necessário.

Segundo o secretário municipal de meio ambiente, Neylor Aarão, que foi inclusive o subscritor do projeto de lei na época do tombamento, esta é mais uma conquista importante para nossa cidade. “Existe uma discussão judicial acerca da abrangência da área que está tombada e portanto protegida contra os avanças da mineração, mas, enquanto esta discussão não se define, estas medidas que estão sendo adotadas  passam a garantir que os impactos já verificados não avancem na área protegida, além do que, haverá uma recuperação significativa da área já impactada”, completa.

Fonte: http://www.foconanoticia.com.br/