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Cultura

Governo de Minas lança projeto da Pinacoteca Cemig Minas Gerais e Centro do Patrimônio Cultural Cemig

O maior edifício do Conjunto Arquitetônico da Praça da Liberdade, o Prédio Verde, será sede da Pinacoteca Cemig Minas Gerais e do Centro do Patrimônio Cultural Cemig 

21 6 2022 minipinacoteca
Imagem: Poly Acerby

Nesta quarta-feira, 22 de junho, às 16h30, o governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo; o IEPHA/MG; a Cemig e a APPA – Arte e Cultura, que faz a gestão das obras de restauração do espaço, farão o lançamento oficial do Projeto Pinacoteca Cemig Minas Gerais e Centro do Patrimônio Cultural Cemig. Serão apresentados detalhes desses novos equipamentos culturais, o cronograma das obras e dos projetos, sua conclusão e a abertura para visitação dos novos espaços do Circuito Liberdade. 

A Pinacoteca Cemig e o Centro do Patrimônio Cultural Cemig serão equipamentos culturais articuladores dos conteúdos de cultura e patrimônio do Circuito Liberdade, em diálogo permanente com os municípios de todo o Estado de Minas Gerais. Juntos, a Pinacoteca e o Centro do Patrimônio Cultural vão promover, preservar, contribuir para a salvaguarda e proteção do patrimônio material e imaterial do Estado, bem como dos acervos de valor cultural, por meio da sistematização de informações, educação patrimonial, ações educativo-culturais e a promoção da visitação pública presencial e virtual.

Instalado no Prédio Verde da Praça da Liberdade, antiga sede da Secretaria de Estado de Viação e Obras Públicas, a  Pinacoteca Cemig e o Centro de Patrimônio Cultural Cemig abrigarão em seus nove mil metros quadrados distribuídos em quatro pavimentos, a sede administrativa do IEPHA-MG – Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais e parte de seu acervo; lojas com espaço para degustação das iguarias mineiras; receptivo do Circuito Liberdade e até um restaurante voltado exclusivamente para a cozinha mineira. Espaço para exposições e pequenas apresentações artísticas estão na lista dos muitos atrativos da Pinacoteca e Centro do Patrimônio Cultural da Praça da Liberdade. 

O IEPHA ocupará o andar térreo com seu arquivo e biblioteca, para atendimento ao público e o quarto andar será destinado para suas atividades administrativas e institucionais. A ideia é que parte de seu acervo fique exposto para visitação. 

O Centro do Patrimônio Cultural Cemig, além de referência estadual como articulador da cultura e história de Minas Gerais, trabalhará com ações e projetos de forma permanentes, além de divulgar a valorização do patrimônio imaterial de Minas Gerais, com espaços dedicados à cozinha mineira, ao artesanato, congado, capoeira, folclore, a cultura de matriz africana, entre tantas outras manifestações artísticas e culturais existentes no Estado. 

Devido à sua distância dos grandes centros do Brasil Colônia e pela riqueza de suas reservas minerais, que atraíram diferentes povos para o seu território, Minas Gerais desenvolveu características próprias e manifestações autóctones, que fundiram tradições culturais das pessoas que viviam e que aportaram aqui para a exploração do ouro.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, destaca “que esse é o maior edifício do entorno da Praça da Liberdade. O Governo de Minas continua investindo na Cultura, através de parceiros. O Circuito Liberdade ganhará um espaço diverso, dedicado às artes visuais e ao Patrimônio Histórico. O prédio está localizado na capital, mas ele representará todo o Estado, como um atrativo turístico, mas também de acolhimento da nossa gente que vem a BH, um lugar de identidade, onde Minas Gerais estará essencialmente presente em síntese. No primeiro andar, serão construídos espaços de convivência, onde a cozinha mineira, o artesanato e diversas manifestações culturais, de todos os cantos do Estado, estarão presentes, gerando renda a quem vive de cultura e turismo em Minas”.

O diretor de Comunicação Empresarial e Sustentabilidade da Cemig, Cláudio Bianchini, salienta a importância  do novo equipamento cultural. “É um espaço único, valorizando traços fundamentais da cultura mineira e reforçando sua diversidade. É um orgulho para a Cemig, que é a maior incentivadora da cultura em Minas, tornar isso possível. Um presente da companhia, na comemoração de seus 70 anos, para Minas e o Brasil”. 

Para o presidente da APPA – Arte e Cultura, Xavier Vieira, “esse vai ser um espaço dedicado às artes visuais e ao nosso patrimônio material e imaterial. É uma junção grandiosa, de duas áreas que carecem de locais que as valorizem e promovam. O local terá potencial para ser um importante atrativo turístico nacional e até internacional, sendo indutor inclusive para que o visitante conheça outras regiões de Minas Gerais. Além disso, o espaço vai funcionar em prol da autoestima do mineiro, já que o Estado tem uma história riquíssima nas artes visuais e no seu patrimônio histórico e artístico. A Pinacoteca Cemig e o Centro de Patrimônio vão o tempo todo convidar as pessoas a entrarem no prédio, haverão espaços de convivência, de formação, de fomento. Todas as regiões de Minas estarão representadas. Queremos que esse prédio esteja sempre cheio de vida e gere renda para o nosso turismo e nossa cultura”.

O Centro do Patrimônio Cultural de Minas Gerais
Entre as suas muitas e múltiplas ocupações, o Centro do Patrimônio abrigará, inspirado no formato dos grandes museus internacionais, boutique dos museus e dos equipamentos culturais do Circuito Liberdade, trazendo produtos especiais de nossa cultura mineira. Isso tudo tendo espaço de convivência e de desenvolvimento promocional e mercadológico da mineiridade, unindo a cultura, o turismo e a economia criativa. 

Lojas apresentarão iguarias mineiras, como queijos de diferentes regiões e tipos produzidos no Estado, com degustação, consumo e venda. O espaço contará com lojas no mesmo formato para doces, cachaças, cafés, cervejas artesanais, águas minerais, além de outros produtos que traduzem bem a cultura mineira. Haverá também loja dedicada ao artesanato regional mineiro, uma loja com curadoria de design mineiro, mobiliário, objetos e uma loja com curadoria de marcas mineiras, roupas e acessórios de design. 

O projeto prevê também um restaurante dedicado especificamente à cozinha mineira, com chefs convidados por temporadas.

A história da Pinacoteca de Minas Gerais
Constituída por obras recolhidas a partir de 1928, quando foi criada pelo então Presidente do Estado, Antônio Carlos de Andrada, a Pinacoteca Oficial de Minas Gerais surgiu como uma seção complementar ao Arquivo Público Mineiro.  A aquisição do quadro “Solar Tradicional”, de Aníbal Mattos, marcou solenemente o início da coleção. Posteriormente, mais dez telas de Aníbal Mattos, duas obras de Honório Esteves e uma de Alberto Delpino foram incorporadas. 

No início da década de 1970, por iniciativa de Dona Coracy Uchoa Pinheiro, esposa do governador Israel Pinheiro, a Pinacoteca do Estado ganhou novo impulso. Inicialmente, foi aberta uma exposição ao público em 1971, em uma das salas do Palácio da Liberdade. A coleção exposta foi organizada sob a coordenação do escritor Murilo Rubião e do artista e crítico de arte Márcio Sampaio, que recolheram obras do acervo do Arquivo Público Mineiro e o do próprio Palácio da Liberdade, além de reunirem trabalhos de artistas contemporâneos que atuavam na época. Esses artistas eram convidados a fazerem a doação de uma obra representativa de sua carreira e, muitos deles, generosamente, doaram significativos exemplares para essa finalidade. 

O objetivo principal da iniciativa era ampliar a coleção com vistas à implantação futura de um museu estadual. E isso de fato ocorreu com a instalação, na década seguinte, do Museu Mineiro, dedicado à cultura mineira. Parte significativa dessas obras estão em reserva técnica ou em exibição na exposição de longa duração Minas das Artes, Histórias Gerais, inaugurada em 2018. 

Em maio de 2022, o acervo da Pinacoteca recebeu mais 24 obras que estavam sob responsabilidade da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Agora,  passam a integrar o acervo da Pinacoteca obras de Lotus Lobo, Carlos Bracher, Inimá de Paula, Sara Ávila, Nello Nuno entre outros grandes nomes das artes visuais  A exemplo de outras instituições artísticas nacionais, que também criaram sedes definitivas para suas coleções pictóricas, a realização desta ação, demandada tanto por parte do público quanto pela classe artística, tem em vista o cumprimento de uma proposição importante do Governo e da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo: a salvaguarda e a difusão da cultura artística mineira.

O edifício sede da Pinacoteca
O edifício sede da Pinacoteca fica em uma das extremidades da Praça da Liberdade. De arquitetura eclética, o edifício faz parte do projeto original da Nova Capital do Estado de Minas Gerais, o edifício foi uma das primeiras construções da nova capital, inaugurada em 1897. Ele é um equipamento cultural do Circuito Liberdade, que é composto por equipamentos entre museus, centros culturais e de formação, que mapeiam diferentes aspectos do universo cultural e artístico.

A edificação projetada pelo arquiteto pernambucano José de Magalhães, que integrava a comissão construtora de Belo Horizonte, o mesmo arquiteto que projetou o Palácio da Liberdade, tem estilo eclético com influência do neoclássico. Entre o segundo e terceiro andares existe uma porta e um vitral que dão para uma varanda que se debruça sobre o pátio interno. Nas paredes do grande hall, estão pinturas parietais do artista plástico Frederico Antônio Steckel, o mesmo que decorou internamente o Palácio da Liberdade.

O restante do prédio histórico é composto por amplas salas, com enormes pés direito. Na fachada posterior, possui uma entrada secundária, de menor suntuosidade que a principal e que fica um nível abaixo desta.

O edifício, por suas características históricas, é um bem do povo mineiro, e integra o conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Liberdade, cujo tombamento, pelo Iepha, compreende a Praça da Liberdade, seus jardins, alamedas, lagos, hermas, fontes e monumentos, bem como os prédios das Secretarias de Estado da Fazenda, Obras Públicas, Educação, Segurança Pública, e Interior e Justiça, pelo seu aspecto externo, incluindo as fachadas de frente, laterais e posteriores, e seu interior com decorações, escadarias monumentais, pinturas de tetos, painéis, vitrais e os prédios dos Palácios da Liberdade e dos Despachos.

O “prédio verde”, como é popularmente conhecido, possui um hall que é acessado por uma escada de granito. Do hall, sai uma escadaria de ferro fundido pela, obra da companhia belga Societé Des Acieries de Bruges. É um trabalho artístico que foi montado em um sistema inovador para a época, o joly, que permite a sustentação do próprio peso a partir de um eixo central.

Sobre o tombamento do edifício
O prédio da antiga Secretaria de Estado de Viação e Obras Públicas fez parte do centro cívico da administração estatal e da fundação da nova capital e integra o conjunto arquitetônico da Praça da Liberdade, coração do corredor cultural e turístico denominado Circuito Liberdade. Foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico, Iepha-MG, em 1977, como parte do Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Praça da Liberdade e pelo município de Belo Horizonte em 1994. O tombamento foi aprovado pelo Decreto 1.851, de 02/06/1977 (art. 1o, XI).

Sociedade

Cemig lança livro que traz registro inédito de quilombolas de todo o estado

Publicação é fruto de trabalho para orientação das comunidades sobre o uso eficiente e seguro da energia: o projeto Cemig no Campo 

Marcelo Sant’Anna

Um trabalho inédito de documentação em texto e fotos das comunidades remanescentes quilombos de Minas Gerais será lançado no Sempre um Papo nesta quinta-feira (2/6), no auditório da Cemig. O livro “Quilombolas” é resultante do projeto Cemig no Campo, que faz parte do Programa de Eficiência Energética da companhia, regulado pela Aneel, com o objetivo de levar energia e conhecimento para famílias que vivem em comunidades quilombolas e indígenas em todo o estado.

Durante o lançamento, o jornalista Afonso Borges, idealizador do projeto Sempre Um Papo, vai entrevistar duas pessoas que tiveram participação direta no Cemig no Campo, a educadora Tayná Rodrigues do Rosário, nascida e criada em uma comunidade quilombola do município de São Francisco, no Norte de Minas, e Cássio Adriano Garcia, que atualmente também integra o Comitê de Diversidade da companhia.

Comunidades tradicionais, como os quilombolas, são responsáveis pela preservação de saberes culturais ligados à terra e às tradições desses povos dos quais são remanescentes. Porém, essas famílias dependem dos recursos tecnológicos, como a energia elétrica, para sua sobrevivência, na educação e nas atividades econômicas. Para isso, o projeto Cemig no Campo visitou as comunidades, orientando os moradores quanto ao uso eficiente e seguro da energia elétrica. Além disso, foram substituídas lâmpadas ineficientes por lâmpadas LED e foram realizadas trocas de chuveiros e geladeiras e palestras que abordaram as temáticas de eficiência energética, produção e agricultura familiar e saneamento no ambiente rural.

Segundo o gerente de Eficiência Energética da Cemig, Ronaldo Lucas Queiroz, a inciativa tem o propósito de expandir as ações já realizadas pela companhia, proporcionando sustentabilidade também a grupos sociais que atuam na preservação de uma riqueza cultural histórica. “Levar eficiência energética a comunidades que têm uma ligação forte com o meio ambiente é um desafio e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de transmitir tecnologias que contribuem para a qualidade de vida dessas pessoas”, afirma Queiroz.

Nessas comunidades, as equipes tiveram a oportunidade de conhecer de perto e de conversar com seus moradores. O jornalista Bernardino Furtado e o fotógrafo Marcelo Sant’anna registraram os momentos mais significativos desses encontros, para documentação e comprovação das atividades realizadas e, agora, esses registros chegam ao conhecimento público de todos os interessados como um importante documento das comunidades tradicionais de Minas Gerais.  O livro “Quilombolas” traz uma grande riqueza de informações sobre a vida desses moradores, que a Cemig decidiu disponibilizar ao público na forma de registros e dados sobre as comunidades atendidas. Com o lançamento, os leitores poderão conhecer, nas páginas do livro, amplamente ilustradas com fotos e testemunhos colhidos, lugares e histórias fascinantes que fazem parte do cotidiano de seus moradores.

Saiba mais sobre a contribuição dos povos africanos na cultura brasileira

A formação histórica e cultural do Brasil é marcada pela contribuição de vários povos. Os africanos, quando chegaram ao país, no período colonial, trouxeram consigo hábitos alimentares, línguas, danças, mitologias, crenças, medicina baseada nas plantas e costumes muito próprios. A África, vale ressaltar, é um vasto continente, e nele coexistem muitas nações e uma grande diversidade étnica. Notadamente, os africanos que foram trazidos ao Brasil são, em sua maioria, bantos, povos que habitavam a África Central nas regiões que hoje compreendem Angola, Congo, Gabão e Cabinda; nagôs ou iorubás, grupo étnico-linguístico da região da África Ocidental; jejes, povo que habita o Togo, Gana e Benim (antigo Daomé); e malês, termo cunhado para designar os negros mulçumanos.

O povo banto nos legou costumes muitos presentes hoje na culinária brasileira. O grupo étnico foi responsável por inserir o quiabo, angu, maxixe, jiló, moqueca de peixe e feijoada na nossa mesa. Na boca do brasileiro, e mais tarde assimilado pela gramática luso-brasileira, foram introduzidas palavras como abano, banda, bunda, bazuca, caçula, capanga, candango, cachimbo, cafundó, caxumba, dendê, fubá, batuque, macumba, miçanga, mocotó, moleque, muamba, muvuca, quitanda, quizila, quitute, samba, umbanda, saravá, camundongo, ginga, tanga, sunga, catinga, entre outras.

Quilombo como espaço de resistência

Uma outra palavra, de origem banto, é quilombo – que significa resistência e denota a influência desse povo no português falado no Brasil. Em Angola, a palavra quer dizer povoação ou fortaleza. No Brasil, durante a escravidão, o termo ganhou ainda mais força. E quilombo passou a ser o local para onde escravizados fugiam da violência e maus-tratos que sofriam dos colonizadores.  O Quilombo dos Palmares, que ocupou o território hoje pertencente ao estado de Alagoas, e liderado por Zumbi de Palmares, é considerado a maior comunidade de negros na história do Brasil e o principal ato de bravura contra a dominação portuguesa.

Ainda hoje, existem comunidades quilombolas espalhadas por todo país, que a despeito das tentativas de supressão das culturas de matrizes africanas, vêm lutando para manter viva suas tradições. Esses espaços, físicos e simbólicos, resistem a partir da troca de saberes ancestrais, que vieram de diferentes regiões da África. É quando se voltam para a sua cultura, história e ancestralidade, que os povos negros do Brasil reafirmam sua identidade, valor e consciência.

 

Marcelo Sant’Anna

Programa de Eficiência Energética

A Cemig, por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), é responsável por aplicar, conforme legislação, o percentual estabelecido da receita operacional em ações que promovem o uso racional da energia elétrica e a redução do desperdício desse recurso com foco na sustentabilidade.  Somente no ano passado, o PEE da Cemig investiu cerca de R$ 50 milhões em diversos projetos no Estado. Neste ano, até o momento, já foram mais de R$ 34 milhões investidos. O programa tem o objetivo de combater o desperdício de energia elétrica por meio da substituição de equipamentos obsoletos por outros mais modernos, entre outras iniciativas.

O PEE possui subprogramas como Cemig nos Hospitais (que já contemplou, desde 2001, 308 hospitais; sendo que a meta é atender outras 231 instituições até 2024), Cemig no Campo (iniciativa que promove atendimento a comunidades rurais e quilombolas, levando ao público ações como negociação de débitos e atualização cadastral), Cemig nas Escolas (projeto que leva iluminação de LED e ações educacionais a instituições de ensino) e o Cemig nas Comunidades (que irá promover a regularização de 240 mil famílias, além de atuar em ações como negociação de débitos e cadastro de clientes na Tarifa Social de Energia Elétrica). Dessa forma, a empresa atua na substituição de equipamentos ineficientes, além de levar orientações sobre o uso correto, seguro e sustentável da energia elétrica. Cada subprograma tem seu público específico e os detalhes podem ser conferidos no Portal Cemig.

Fonte: https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/cemig-lanca-livro-que-traz-registro-inedito-de-quilombolas-de-todo-o-estado

Sociedade

Cemig comemora 70 anos com programação especial

A partir de 20/5, várias atrações culturais e de lazer estarão disponíveis gratuitamente para a população

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Cemig completa, no próximo domingo (22/5), 70 anos de fundação. São sete décadas dedicadas ao desenvolvimento econômico, social e cultural de Minas Gerais. Para celebrar a data, a empresa está preparando uma programação especial com série de atrações culturais e de lazer, voltada para todas as idades, além da realização da corrida de rua Cemig Run. Serão 14 dias de apresentações culturais, todas de projetos incentivados pela Cemig, além de outras iniciativas.

Em Belo Horizonte, o público poderá acompanhar tudo em espaços montados e estruturados, no prédio da empresa, para receber as atrações.

Na reabertura, após hiato de dois anos em razão da pandemia de covid-19, a Galeria de Arte Cemig recebe exposição em comemoração aos 50 anos do Grupo Giramundo.

Diretor de Comunicação e Sustentabilidade da Cemig, Cláudio Bianchini destaca o comprometimento da companhia com a cultura mineira. “Essa programação reforça o compromisso da Cemig como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais. E é uma grande satisfação podermos comemorar o aniversário de 70 anos da companhia juntamente com os 50 anos do Grupo Giramundo, que tem a empresa como seu principal incentivador desde 2020. A exposição inclui a digitalização completa do acervo de um dos maiores grupos de teatro de bonecos do Brasil. Um presente para a população mineira”, completa.

Infantil

Além dessa atração, a programação também terá atividades voltadas para o público infantil. As crianças vão se divertir com uma seleção de espetáculos de música e teatro na concha acústica, no jardim do edifício sede da Cemig. Entre as apresentações estão o teatro O Tubarão Martelo e os Habitantes do Fundo do Mar e o show do grupo Pé de Sonho, por exemplo.

A entrada é gratuita, com ingressos da programação disponíveis no Sympla. Interessados devem acessar a plataforma para garantir o ingresso. Os bilhetes devem ser apresentados no local das atrações e o público deve ficar atento à capacidade do espaço, além de restrições e protocolos de prevenção adotados em cada atividade.

Cemig Run

Com o retorno das atividades em grupo após dois anos em período de isolamento, a corrida Cemig Run estará de volta, com prova realizada no domingo (22/5). As inscrições já foram encerradas.

A prova terá largadas e chegadas na Avenida Barbacena, em frente ao prédio da Cemig, conforme percursos e distâncias detalhados nos mapas específicos de cada modalidade: Corrida de 10 quilômetros; Corrida de 5 quilômetros; Caminhada 3 quilômetros e Caminhada Kids (nascidos entre 2009 e 2018). A arena será aberta às 7h e a primeira largada está marcada para 8h.

Encerramento

O encerramento das festividades ficará por conta da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, que apresentará um concerto em homenagem aos 70 anos da Cemig, na segunda-feira (6/6). Confira abaixo as atrações e mais informações sobre a programação especial em comemoração ao aniversário da companhia.

Veja a programação completa neste link.

Fonte: https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/cemig-comemora-70-anos-com-programacao-especial

Cultura

Secult inaugura obra de revitalização do Arquivo Público Mineiro
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A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) inaugurou no dia 07 de maio a obra de revitalização do Arquivo Público Mineiro (APM), instituição arquivística vinculada que integra o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. A revitalização do APM contou com cerca de R$ 800 mil em investimentos, patrocinados pela Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

As intervenções foram realizadas com o objetivo de requalificar o espaço da instituição e permitir maior fruição do espaço por parte de visitantes e pesquisadores, que frequentam o local para explorar documentos históricos sobre Minas Gerais e outros assuntos, como genealogia, imigração e defesa de direitos. Dentre as intervenções, destacam-se a pintura das paredes internas e a recuperação das janelas; o reforço estrutural e a descupinização das estruturas em madeira; além da impermeabilização das varandas e áreas afetadas pelas chuvas.

Além disso, a revitalização contemplou a impermeabilização, a pintura e a requalificação do Laboratório de Restauração de Papéis, um dos poucos em Minas Gerais. Dentre os documentos que poderão ser restaurados na nova estrutura, encontram-se as partituras dos hinos nacionais brasileiros, que após o término da exposição Já Raiou a Liberdade, em setembro, retornam ao Arquivo Público Mineiro para serem restaurados.

“Essa entrega reforça o nosso compromisso de aproximar a cultura de todos, já que o APM passa a contribuir também com a diversa e importante programação do Circuito Liberdade, com a volta do Laboratório de Restauração de Papéis, um dos poucos do estado, e a apresentação da mostra “Belo Horizonte: cidade imaginada” que apresenta projetos de edifícios públicos criados pela Comissão Construtora da Nova Capital na época da construção de Belo Horizonte”, destacou o secretário.

A revitalização do Arquivo Público Mineiro garantiu ainda que fosse aberto um novo espaço de exposições no Circuito Liberdade. Dessa forma, fortalecerá as ações de promoção e divulgação do patrimônio documental do Estado, por meio de ações expositivas e visitações pelos documentos que contam a história de Minas Gerais e do povo mineiro. A exposição Belo Horizonte: cidade imaginada, que apresenta projetos de edifícios públicos criados pela Comissão Construtora da Nova Capital na época da construção de Belo Horizonte, é reapresentada ao público.

A Diretora do Arquivo Público Mineiro, Luciane Andrade Resende, ressalta que “a parceria entre a Secult, por meio do APM, a Associação Cultural do Arquivo Público Mineiro, proponente da iniciativa, e a Cemig, enquanto patrocinadora, valoriza o patrimônio arquivístico mineiro, por meio do convite à população para que conheça e usufrua do Arquivo ao mesmo tempo que preserva o acervo documental para as futuras gerações”. A Diretora destaca ainda que a ação reforça o compromisso com a identidade mineira, por meio dos documentos que contam a história de seu povo.

O Arquivo Público Mineiro abre para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas. A visitação à exposição Belo Horizonte: cidade imaginada é gratuita e não é necessário agendamento prévio. 

Já para consultar o acervo da instituição, é necessário agendamento. O acervo também pode ser consultado online, pelo link www.siaapm.cultura.mg.gov.br.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

Ano da Mineiridade será lançado durante segunda edição do Encontro Estadual de Gestores Municipais de Cultura e Turismo

Anúncio de Edital de R$ 10 milhões da Cemig integra a programação do evento, que será realizado nos dias 22 e 23 de março, no Palácio das Artes

As tradições, os costumes e as histórias das muitas Minas Gerais vão ditar o ritmo da segunda edição do Encontro Estadual de Gestores Municipais de Cultura e Turismo, projeto da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), para fortalecer as políticas públicas dos setores. Além de aproximar os profissionais, o evento celebra o estado com o lançamento do Ano da Mineiridade, uma iniciativa para exaltar Minas Gerais e as características únicas pelas quais o povo mineiro é reconhecido.

Segundo o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, a realização de mais um encontro com gestores é uma grande oportunidade para celebrar a diversidade e fortalecer as políticas públicas da Secult. “Minas só se faz a partir de sua gente. Essa aproximação é fundamental para entendermos as várias realidades do estado e como podemos somar esforços a partir daí. Além disso, são esses encontros que nos permitem entender a amplitude de nossa mineiridade, que são muitas”, destaca.

Em sua segunda edição, o evento será realizado na terça-feira (22/3) e na quarta-feira (23/3), reunindo mais de 700 gestores de municípios mineiros, no complexo cultural do Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Com uma programação extensa, o evento reúne diversas ações que propõem maior transversalidade entre a Cultura e o Turismo, além de atividades formativas e reflexivas voltadas à qualificação dos profissionais que atuam nas cadeias produtivas dos setores. O evento tem início às 10h, do dia 22, com participação do secretário Leônidas Oliveira e outras autoridades.

Diversidade, diálogo e reflexões
O primeiro dia de evento (22/3) reúne diversas atividades. Na programação, uma Aula Magna que vai aprofundar os pensamentos acerca das relações entre a Mineiridade, a Cultura e o Turismo. Haverá, também, uma palestra sobre os impactos positivos do Plano Descentra Cultura para o fomento cultural em Minas, e uma série de estudos de caso abordando diferentes temas, como Marketing das Águas em Minas, Cicloturismo cultural e as vantagens da urbanidade para a cultura e o turismo.

Já no segundo dia do encontro (23/3), a programação amplia o diálogo entre as Instâncias de Governança Regionais (IGR’s), com encontros de gestores que serão realizados tanto no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes quanto no Cine Humberto Mauro. As reflexões vão abordar temáticas distintas, como os mecanismos de fomento e estímulo à cultura e ao turismo, a transversalidade entre esses dois segmentos, bem como as ferramentas do marketing aliadas à mineiridade.

Toda a programação é gratuita, e as inscrições podem ser feitas AQUI.

Edital para fomentar a cultura mineira
O Ano da Mineiridade também será marcado por inúmeras iniciativas que celebram a diversidade da produção artística e cultural em Minas. Uma dessas ações é o Edital 70 Anos Cemig que vai disponibilizar R$ 10 milhões a projetos aprovados via Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC) e que promovam os aspectos da cultura mineira. Por meio desse edital, serão contempladas propostas de diferentes linguagens da cultura e das artes cênicas, visuais, musicais e literárias, além da preservação do patrimônio imaterial entre outras. A iniciativa será apresentada na quarta-feira (23/3), a partir das 14h, no Grande Teatro do Palácio das Artes.

Poderão ser proponentes empreendedores pessoa física e/ou jurídica, com ou sem fins lucrativos, que já tenham projetos aprovados na LEIC. O período de inscrições vai até 30 de junho de 2022, e os interessados devem submeter os projetos por meio da Plataforma Digital Fomento e Incentivo à Cultura. No momento da realização do cadastro do projeto, o proponente deverá indicar, no formulário de inscrição, qual ou quais serão as cidades sede das atividades pretendidas.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Educação

Programa de Estágio da Cemig tem vaga para Lafaiete

A Cemig encerra, na próxima terça-feira (1/2), as inscrições para o Programa de Estágio 2022 da companhia. Ao todo, serão oferecidas 100 vagas, distribuídas entre nível superior e nível médio técnico. As inscrições devem ser feitas no site da Agência de Integração Empresa Escola (AGIEL), por meio do link https://www.agiel.com.br/site/processo-seletivo/cemig_2022

O início do estágio está previsto para o mês de abril de 2022, com encerramento em dezembro do mesmo ano. É o que explica Gerson Oliveira dos Santos, gerente de Folha de Pagamento e Benefícios da Cemig. “A carga horária é de quatro horas diárias, de segunda a sexta-feira, totalizando 20 horas semanais”, comenta o gerente. “Os candidatos selecionados receberão bolsa de complementação escolar, nos valores de 1,2 salário mínimo para estudantes de nível superior e 1,0 salário mínimo para os de nível técnico, com direito a vale-transporte“, completa. 

As vagas serão distribuídas entre os municípios de Belo Horizonte, Conselheiro Lafaiete, Contagem, Divinópolis, Governador Valadares, Ipatinga, Juiz de Fora, Lavras, Montes Claros, Pouso Alegre, Sete Lagoas, Uberaba e Uberlândia. 

Processo Seletivo  

A seleção dos candidatos será realizada em três etapas. A primeira etapa será eliminatória e consistirá na aplicação de prova online, composta por questões referentes aos conteúdos de Português, Conhecimentos Gerais e Atualidades. A segunda etapa será classificatória e consistirá na escolha do candidato à vaga de seu interesse e, em seguida, envio e análise do Histórico Escolar. Todos os estudantes aprovados na prova online deverão se candidatar a uma das vagas disponíveis. Nesse momento, deverá ser informada a média escolar. Já a terceira etapa será eliminatória, com realização de entrevistas técnicas por gestores da Cemig. 

A lista completa de cursos, a relação Curso x Cidade e demais especificações podem ser conferidas no regulamento.  Dúvidas ou esclarecimentos em relação ao processo seletivo serão respondidos exclusivamente pelo e-mail cemig2022@agiel.com.br

Fonte: https://fatoreal.com.br/