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Cultura

Governo de Minas anuncia início do processo de tombamento dos Lagos de Furnas e Peixoto

Medida vai proteger áreas, garantir as atividades turísticas e estimular geração de empregos e renda

22 9 2021 minifurnasepeixoto

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), anunciou, na última quarta-feira (22/9), o início da instrução do processo administrativo de tombamento do Lago de Furnas e do Lago do Peixoto. O anúncio foi feito durante a 9ª reunião do Grupo de Trabalho de Furnas, promovida em Capitólio, que contou com a participação do governador Romeu Zema e do secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira. A medida vai proteger áreas, garantir as atividades turísticas e estimular geração de empregos e renda.

Em dezembro de 2020, a Assembleia Legislativa de Minas, por meio de emenda constitucional, acrescentou ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado o tombamento dos dois Lagos para fins de conservação.  Agora, o Iepha-MG irá instaurar o processo administrativo com os estudos necessários para a definição técnica das áreas e diretrizes de preservação.

A proposta aprovada pela Assembleia no ano passado, e adicionada à Constituição mineira, fixa limites mínimos para os níveis dos lagos de Furnas e Peixoto, utilizados como fonte de energia hidrelétrica. O intuito da proposta é “assegurar o uso múltiplo das águas para o desenvolvimento do turismo, da agricultura e da piscicultura, a par da geração de energia”. O limite do reservatório de Furnas ficou estabelecido em 762 metros acima do nível do mar, enquanto que em Peixoto é de 663 metros. O Governo de Minas apoia integralmente o estabelecimento deste limite mínimo. No entanto, o governo federal entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a norma.

O governador enfatizou que já foi a Brasília várias vezes para tratar do tema. “Este tombamento é um marco para Minas Gerais. Desde o início do meu governo assumi o compromisso de que a cota 762 seria respeitada. Infelizmente, recebemos a notícia de que o nível do lago foi reduzido. O problema é complexo, dentro do contexto do Brasil, que tem pecado, infelizmente, pela falta de planejamento. Vivemos um momento de escassez de chuvas e de consequente crise hídrica, que está se desdobrando para se tornar uma crise energética, um problema que deveria ter sido resolvido há 10, 15 anos”, afirmou.

Desenvolvimento sustentável do turismo e da economia
O lago de Furnas é a maior extensão de água do estado, com 1.440 km² – quatro vezes a Baía de Guanabara. Ele banha 39 municípios, formando lagos, cachoeiras, balneários e piscinas naturais. Para que atividades como navegação, turismo, piscicultura e produção agrícola possam ser desenvolvidas sem prejuízos pelos municípios, é necessário que se mantenha o nível do lago com o mínimo de 762 metros de profundidade.

“A abertura do processo de tombamento já significa proteção preliminar e administrativa do lago. É o primeiro passo para o tombamento integral pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, órgão responsável pela memória cultural material e imaterial do Estado. Com essa medida, balizada pela Constituição Federal do Brasil, os lagos se juntam aos bens de relevância para o estado, como Ouro Preto, Pampulha, Sabará e os mais de 4 mil bens tutelados pelo Iepha. A proteção administrativa é a garantia legal de que o Mar de Minas, suas paisagens, modos de uso e história devem ser protegidos e cuidados. Essa medida, somada à PEC 106, acredito que dificilmente poderá ser contestada em instâncias legais, visto que é dever do Estado de Minas Gerais, pela Constituição Federal do Brasil, inventariar, proteger e tombar seus bens”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira.

No evento, o presidente do Iepha assinou o termo de início da instrução do processo administrativo de tombamento dos Lagos de Furnas e Peixoto. “O tombamento administrativo de Furnas e Peixoto traz uma nova força para um tombamento constitucional que já havia sido estabelecido. Com isso, regularizamos o processo, iniciamos a construção de critérios, a delimitação de áreas, o entendimento maior de como essa paisagem cultural estrturada por volta da década de 1960 tem sido afetada pela redução dos níveis dos lagos. Com isso, o Iepha passa a ser um dos agentes prioritários na proteção dessa área, e na formulação de um entendimento de como aproveitar as águas de maneira mais sustentável, tanto para a produção de energia como para a vida, envolvendo processos econômicos e culturais”, ressaltou Felipe Pires.

Durante os estudos serão promovidos diálogos com outras instituições federais, municipais e estaduais e com a população no intuito de buscar informações que possam auxiliar na construção do documento. O dossiê de tombamento, que será coordenado pelo Iepha-MG, irá estabelecer perímetros e diretrizes de proteção, para permitir a preservação e o monitoramento da área dos lagos. Questões importantes devem ser levadas em consideração para elaboração das diretrizes de ocupação e fruição do local. São temas que estão relacionados às áreas mais demandadas pelo turismo no entorno dos lagos, a ocupação de bares, restaurantes e à paisagem natural na área.

Atualmente, Minas Gerais possui doze bens protegidos por tombamento por meio do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado.

O dossiê, assim que definido, será encaminhado ao Conselho Estadual de Patrimônio de Minas Gerais (Conep), para deliberação e prosseguimento das demais etapas.

A 9ª Reunião do GT de Furnas foi transmitida ao vivo pelo canal da Secult no Youtube. Assista AQUI.

GT em Prol dos Lagos de Furnas e Peixoto
Formado em dezembro de 2020, o Grupo de Trabalho (GT) em Prol dos Lagos de Furnas e Peixoto foi criado a partir da Resolução Conjunta Nº 18 entre as Secretarias de Estado de Cultura e Turismo (Secult), de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), de Desenvolvimento Econômico (SEDE), e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM). O GT destina-se a promover estudos referentes à manutenção, preservação e promoção do Lago de Furnas e do uso múltiplo de suas águas, para a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico e turístico de Minas Gerais.

O coletivo propõe a participação de representante de cada um dos seguintes órgãos do poder público: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult); Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad); Secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico (Sede); Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam); Secretaria de Estado de Governo (Segov); Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG); Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG); Marinha do Brasil; Ministério do Turismo; Furnas Centrais Elétricas; Ministério do Desenvolvimento Regional; Ministério de Minas e Energia; e Universidade Federal de Alfenas (UFAL).

Da sociedade civil, o GT sugere que participem um representante de cada uma das seguintes entidades: Instâncias de Governança Regionais Lago de Furnas, Grutas e Mar de Minas, Nascentes das Gerais e Canastra, Montanhas Cafeeiras, Vale Verde e Quedas D’água e Caminhos das Gerais; Associação dos Municípios do Lago de Furnas (Alago); Movimento Pró Furnas 762; Movimento Pró Peixoto 663 e Grupo Todos por Furnas.

O GT é coordenado por um representante da Secult e, em caso de sua ausência, pelo representante da Semad. O coordenador poderá convidar representantes de órgãos e entidades públicas e privadas, além de pesquisadores e especialistas, quando necessário, para subsidiar tecnicamente os trabalhos do grupo.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Economia

Empreender após 40 – maturidade é o sucesso do negócio

A máxima de que a vida começa, ou até mesmo recomeça, aos 40 anos está presente na vida de muitos empreendedores no Brasil. Com muito vigor físico e força de vontade para abraçar o mundo, a idade média do empreendedor brasileiro é de 44,7 anos, segundo dados do Sebrae.

Quarentei, e agora? Qualquer iniciativa empreendedora com maior maturidade pessoal e profissional, pode ter mais chances de dar certo. Depois que Raymond Alexander Kroc comprou o McDonald’s após os 40 e o fundador do KFC, começou sua própria rede de fast food aos 65 anos, o céu é o limite!

A pessoa com mais de 40 anos traz consigo a bagagem da experiência do passado que se torna um diferencial para ajudar a traçar seu caminho e distinguir o que é melhor ou não para o futuro e o sucesso dos negócios.

Com a idade, é possível ter mais empatia e ter um olhar mais crítico do funcionamento de determinados setores dentro da empresa.

Um dos principais motivos que levam as pessoas a empreender após os 40 anos é a falta de oportunidades no mercado de trabalho tradicional, que oferece menos vagas para pessoas a partir dessa faixa etária.

Outro motivo é que muitas vezes já construímos nosso patrimônio após anos de trabalho, o que nos permite arriscar sem medo das consequências.

Seja qual for o seu motivo para começar o seu negócio, saiba que investir em uma franquia tem muitas vantagens para empreendedores.

Com determinação, empenho e planejamento, muitos empreendedores transformaram sonhos em realidade e hoje são donos do próprio negócio. Segue abaixo um exemplo positivo de empreendedora que começou seu negócio após os 40 anos:

TRATABEM

Trabalhando como funcionária pública federal na área de educação desde 2006, Lina Maria Soares, de 40 anos e natural da cidade de Capitólio em Minas Gerais, decidiu que era a hora de investir em um negócio próprio junto de seu esposo. Com seu antigo trabalhado sendo localizado em outro município, a duas horas de distância de sua casa, a mineira enxergou que era o momento de seguir seu sonho de empreendedora. Conheceu a franquia TRATABEM na Feira do Empreendedor, em São Paulo, e, após alguns meses, inaugurou no dia 01/05 a mais nova unidade da franquia em Capitólio, uma região turística do estado mineiro.

Informações à imprensa
DFreire Comunicação e Negócios
www.dfreire.com.br – (21)9.9899-1400 / (11)5105-7171

Turismo & Lazer

6 cidades mineiras incríveis para você conhecer!

Descubra cachoeiras, frio de montanha, grutas e os lugares encantadores do nosso estado!

Apesar dos tempos difíceis para os amantes de viagens, podemos aproveitar esse momento também para planejar o nosso próximo destino por Minas. Separamos algumas cidades para ajudar você a fazer o seu próximo roteiro, confira 6 cidades incríveis que você deve conhecer em Minas.

Tiradentes

A Charmosa Tiradentes é uma cidade histórica que preserva seu casario colonial, sendo uma ótima opção para descanso, viagem pela história de Minas com várias igrejas e museus. Símbolo da Inconfidência Mineira, a cidade reúne o melhor das tradições de Minas, com gastronomia rica, festival de cinema, cultura e conhecidos mundialmente. 

Brumadinho

Distante de Belo Horizonte apenas 60 quilômetros, tem ganhado o coração dos viajantes brasileiros e do mundo nos últimos anos. Sem dúvida a atração de maior destaque é Inhotim, o espaço combina um dos acervos mais importantes do Brasil de arte contemporânea, além de um fantástico jardim botânico, além do melhor da arte aliada as belezas naturais.

Capitólio
Passeio de Lancha – Lago de Furnas
Fonte: https://alugueescarpas.com.br/parceiros/aluguel-de-lancha/al113

Conhecida nacionalmente como o Mar de Minas, na região do Lago de Furnas, a cidade coleciona atrativos turísticos que promovem um contato direto com a natureza, com vários Cânions, Cachoeiras, mirantes, trilhas, combinando os paredões rochosos com aguas esverdeadas.

São Thomé das Letras

A 1.440 metros de altitude, numa região repleta de rochas, esconde-se a cidadezinha de São Thomé das Letras, conhecida pelo misticismo e pelas lendas. A Casa Pirâmide é melhor lugar para ver o pôr do sol, há quem diga que vê por lá duendes. São Thomé também possui mais de 30 lindas cachoeiras ao seu redor.

Monte Verde
Centro de Monte Verde
Fonte: https://vidasemparedes.com.br/monte-verde-mg-o-que-fazer/

Conhecida como “Suíça Brasileira” Monte Verde, distrito de Camanducaia, situa-se já na divisa com São Paulo. É uma cidade aconchegante e romântica para se conhecer no inverno, com muitos restaurantes, atrativos naturais e uma temperatura, que faz do destino um dos mais concorridos do Brasil entre abril e setembro.

Cordisburgo 
Gruta do Maquiné
Fonte: https://viagemeturismo.abril.com.br/atracao/do-maquine/

Conhecida por ser o berço do grande escritor João Guimarães Rosa, o mais aclamado cidadão natural de Cordisburgo. Há cenários citados em suas obras, bem como o museu-casa onde o escritor nasceu, são fascinantes para os amantes de literatura. Mas além disso existe a Gruta do Maquiné, uma gruta surpreendente, com sete salões abertos a visitação, com incríveis formações geológicas.

Qual seria a sua primeira opção?

Lembre-se: “Oriente sua vida pelos ponteiros de uma bússola, não de um relógio”.

Até a próxima!!!!

Turismo & Lazer

5 Razões para conhecer Capitólio

Capitólio está localizado entre a Serra da Canastra e o Lago de Furnas, com inúmeras cachoeiras, além de trilhas e aquele passeio de barco para registrar uma bela foto! Destino perfeito para quem busca relaxar, e também para quem busca opções mais radicais. Após a construção do Lago de Furnas em 1963 para a criação da Usina Hidroelétrica de Furnas, o local passou a ser considerado o “Mar de Minas” tornando-se um dos maiores lagos artificiais do mundo, com 1.406,26 Km². Suas águas variam entre as cores azul turquesa e verde esmeralda e por isso hoje a região coleciona várias paisagens incríveis formadas por cânions e cachoeiras, muito propícias para o esporte náutico. 

Quando ir?

Entre abril e setembro o clima é mais ameno e é possível aproveitar ao máximo os atrativos da região. Sem dúvida é um destino que deve entrar na sua lista de opções para uma próxima viagem por Minas Gerais!

Reunimos aqui 5 razões, que irão te motivar a conhecer esse paraíso das Gerais!

1 – Navegar pelo Lago de Furnas

O passeio de barco é um dos principais atrativos, navegar pelo Lago de Furnas é uma experiência única, para ficar na memória.

2 – Visitar o mirante dos cânions

Com uma bela vista, visitar a parte alta dos cânions é outra opção imperdível. O acesso pode ser feito de carro até um local e, uma pequena trilha.

3 – Mergulhar na Cachoeira Lagoa Azul

Como o próprio nome diz a Cachoeira Azul é formada por uma linda piscina natural, com águas azuis e esverdeadas.

4 – Ir até o Morro do Chapéu

Após subir 8km de trilha bem no alto há um singela capelinha, um dos pontos mais altos da região, com uma vista de tirar o fôlego.

 

5 – Conhecer o Parque Nacional da Serra da Canastra

Para aproveitar a estadia na região vale a pena visitar São Roque de Minas a 100 km, acidade porta de entrada para o Parque Nacional da Serra da Canastra que abriga a nascente do Rio São Francisco e bela Cachoeira de Casca D’Anta com 186 metros de queda.

Por lá há várias opções de hospedagem e alimentação, aqui vão algumas dicas:

  • Restaurante do Rio Turvo é um dos mais procurados;
  • Pousada Mar de Minas, com ótimo custo benefício.

Para saber um pouco sobre o Mar de Minas, acesse: https://www.capitolio.mg.gov.br/portal/turismo/9

Até a próxima!!

Fonte: https://emalgumlugardomundo.com.br/o-que-fazer-em-capitolio-mg/

Mirante dos Cânions

Fonte: https://agenciaguiadecapitolio.com.br/2020/01/07/mirante-dos-canyons-em-capitolio/

Lago de Furnas

Fonte: https://www.aventur.tur.br/capitolio-serra-da-canastra-em-brev?lightbox=dataItem-ik8vhtxp1

Vista do Morro do Chapéu

Fonte: https://tourbrazil.com.br/pontos_turisticos/morro-do-chapeu-capitolio/

Cachoeira Lagoa Azul

Fonte: http://wellnesstravel.com.br/cachoeira-lagoa-azul-capitolio/