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Sociedade

Rota do Café do Brasil

Maior canal de conexão do Mundo aos Cafés do Brasil – A Rota do Café do Brasil para TURISMO e NEGÓCIOS.

O NOSSO MUNDO É O CAFÉ

A Rota do Café do Brasil foi um sonho implementado por Marilúcia Rocha depois de perceber a grande necessidade do produtor em ser reconhecido pelo excelente trabalho que presta e de grande relevância no cenário econômico do Brasil.

Também pela necessidade de conectar o público interno e externo a esta grande fonte de experiência.

É um trabalho contínuo de Curadoria e relacionamento com diversos parceiros que tem gerado uma Rede mundial de apaixonados pelo café.

Marilúcia Rocha

O Brasil é o maior produtor de cafés do mundo e será conhecido cada vez mais pela excelência do que produz.

“Meu sonho é que você saia do anonimato, entre na Rota do Café do Brasil e comece a mostrar todo seu VALOR”, diz Marilúcia.

A Rota do Café do Brasil e para quem:

  • Produz Café;
  • Compra Café,
  • Serve Café,
  • Transporta Café;
  • Hospeda Pessoas;
  • Faz Abastecimentos;
  • Vende produtos e Serviços

Porque, independente da sua área de atuação, você é diretamente impactado pelo poder econômico do café.

Lembre-se:
O Café é a segunda bebida mais consumida no mundo e, portanto, conecta todas as pessoas.

Conheça a Rota do Café do Brasil @rotadocafedobrasil

Texto/divulgação: Marilúcia Rocha

Sociedade

Dia Internacional da Igualdade Feminina: conheça a origem da data

A data comemora as conquistas das mulheres na história, o empoderamento e a luta pela igualdade entre os gêneros

Dia Internacional da Igualdade Feminina: veja a importância da data

A celebração começou nos Estados Unidos. No dia 26 de agosto de 1920, foi aprovada a 19ª emenda da constituição que dava às mulheres o direito ao voto. Esse foi um marco na luta pelo sufrágio feminino e pela igualdade política. Nessa mesma data, em 1973, o Congresso dos Estados Unidos decidiu que seria celebrado o Dia Internacional da Igualdade Feminina, em homenagem à aprovação da emenda.

A aprovação da emenda influenciou no movimento sufragista ao redor do mundo. No Brasil, o voto feminino só foi permitido em 1934 e só se tornou obrigatório em 1946.

No ano de 1934, as mulheres conquistaram a licença-maternidade. A Constituição previa que as mulheres pudessem ficar sem trabalhar um mês antes e um mês após o nascimento do bebê, além da proibição da demissão de gestantes.

O anticoncepcional, outra conquista que contribuiu para o poder de escolha da mulher em relação ao corpo e à gravidez, foi legalizado e passou a ser comercializado no Brasil em 1962.

A 4ª Conferência Mundial da Mulher das Nações Unidas, que foi realizada em 1995, em Pequim, estabeleceu 12 metas para garantir o direito das mulheres no mundo. Em 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e, entre as metas, estavam itens que têm como objetivo alcançar a saúde materna e igualdade de gênero até 2030.

Apesar das conquistas de direitos e dos avanços que ocorreram ao longo dos anos, ainda há muito a ser avançado para que as metas sejam alcançadas.

*Com informações de O Globo, Claudia Online, ONU Mulheres Brasil e Calendarr

Fonte: https://interior.ne10.uol.com.br/

Esporte

Paralimpíadas de Tóquio 2021: tudo o que você precisa saber para entrar no clima dos jogos

Os Jogos Paralímpicos são o segundo maior evento do mundo. O acontecimento, que é pura emoção, vai muito além da competição

As Paralimpíadas, além de gerar visibilidade ao tema, são muito importantes para mostrar e incentivar as pessoas com deficiência.

O evento, marcado para 2020, mas adiado para 2021 devido a pandemia do coranavírus, começa nesta terça-feira, 24 de agosto, e se estende até o dia 5 de setembro. Neste ano, 253 atletas vão representar o Brasil em 20 modalidades paraolímpicas.

Sobre os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2021
Os Jogos Paralímpicos fazem parte de um evento multiesportivo que nesta edição serão realizados em Tóquio, no Japão. A eleição da cidade-sede ocorreu em setembro de 2013 na 125ª Sessão do Comitê Olímpico Internacional, em Buenos Aires, capital da Argentina.

Anteriormente marcado para 2020, o evento foi adiado para 2021 devido aos efeitos da pandemia de Covid-19. Esta será a primeira vez na história que um evento olímpico é adiado e que ocorre em um ano ímpar, fora do ciclo olímpico.

Nesse período, cerca de 253 atletas – incluindo atletas sem deficiência, como guias, calheiros (bocha), goleiros (futebol de 5, para deficientes visuais) e timoneiro (remo) – vão competir em 20 das 22 modalidades que compõem o programa paraolímpico. Assim, o Brasil mira o Top 10 no quadro de medalhas.

O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, estimou que o Brasil deve conquistar entre 60 e 75 medalhas em Tóquio, voltando a afirmar que a meta é ficar entre as 10 maiores potências do mundo.

Além disso, o CPB almeja alcançar a centésima medalha de ouro – faltam conquistar apenas treze para atingir a meta. Da mesma forma, a expectativa é superar as conquistas dos Jogos Rio 2016, quando foram 14 medalhas de ouro, 29 de prata e 29 de bronze.

Um pouco da história
A primeira Paralimpíada ocorreu em Roma, na Itália, em 1960. Foram cerca de 400 atletas de 23 países participando em oito modalidades. Entretanto, foi preciso 10 anos para que esse acontecimento pudesse se concretizar.

Primeira paraolimpíada da historia. Foto: International Paralympic Committee (IPC)
Nesse sentido, em 1948, Ludwig Guttman organizou um evento no Reino Unido com o objetivo de criar uma competição para os veteranos da Segunda Guerra Mundial que ficaram com lesões na coluna vertebral. Além da reabilitação, essa era uma forma de melhorar a autoestima dos competidores. Com isso, 10 anos depois, os jogos começaram a ser organizados como Olimpíadas, recebendo atletas de diversos países.

Assim, as primeiras modalidades presentes na competição passavam por arco e flecha, atletismo, dardos, sinuca, até natação, tênis de mesa, esgrima em cadeira de rodas e basquete em cadeira de rodas. Desde então o evento ocorre a cada quatro anos, assim como os Jogos Paralímpicos de Inverno, que tiveram sua primeira edição em 1976, com sede em Örnsköldsvik, na Suécia.

Em 2000, os Jogos Paralímpicos que ocorreram em Sydney, capital do estado de Nova Gales do Sul, na Austrália, receberam mais de 3.840 atletas de mais de 120 países.

Diferentemente, em 2021, cerca de mais de 5 mil atletas dos cinco continentes participam dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, disputando entre as 22 modalidades presentes na competição.

Jogos Paralímpicos e a Covid-19
Devido ao avanço da pandemia de Covid-19, o Comitê Olímpico Internacional (COI), juntamente com o Comitê Organizador de Tóquio 2020, o governo japonês e o Comitê Paralímpico Internacional (IPC), adiaram o evento para 2021, levando em conta a proteção da saúde dos atletas e todos os envolvidos. Além disso, o papel da vacinação na realização do evento durante a pandemia foi o principal fator a ser considerado.

O adiamento dos Jogos Olímpicos foi uma forma de melhorar ainda mais os cuidados de prevenção para evitar a propagação do coronavírus. Assim como, as novas datas proporcionaram às autoridades de Saúde Mundial e a organização dos jogos, mais tempo para realizar todas as mudanças necessárias geradas pela pandemia.

Da mesma forma, além dos cuidados com o evento esportivo em si, os organizadores precisaram rever demais cuidados como hospedagem e aspectos logísticos para atender todos os atletas, que se distribuem entre mais de 300 eventos realizados em mais de 40 locais.

Quais são os protocolos?
No caso de algum atleta testar positivo para o Covid-19, este será isolado e não poderá competir. Da mesma forma, o não comprimento dos protocolos de segurança poderá gerar a exclusão dos jogos e a deportação do Japão.

Além disso, pela primeira vez os jogos não terão torcedores estrangeiros para apreciar as competições. Apenas o público local poderá comparecer, cumprindo os protocolos de higiene que ficaram ainda mais rigorosos.

Os atletas precisam se vacinar?
Apesar de não ser necessário ter tomado a vacina para prestigiar os jogos, há uma série de restrições para evitar a disseminação do coronavírus, como o uso obrigatório de máscara e a proibição do contato físico, como abraços, além da venda e consumo de bebidas alcoólicas nos locais de competição – no site oficial dos Jogos, os organizadores disponibilizam uma relação diariamente atualizada de casos confirmados de Covid-19 entre os credenciados (atletas, membros de delegações e entidades esportivas, imprensa, funcionários, prestadores de serviços e voluntários).

Por fim, umas das principais alterações do evento está em relação ao pódio, já que não haverá a tradicional entrega das medalhas aos vencedores, que serão os próprios a pegar o prêmio.

Modalidades das Paralimpíadas
A delegação brasileira paralímpica irá competir em 20 das 22 modalidades que fazem parte do programa paraolímpico. O Brasil só não terá representantes nas modalidades do basquete em cadeira de rodas e no rugby em cadeira de rodas.

Confira todas as modalidades que fazem parte do programa paralímpico:

Atletismo – Badminton – Basquetebol em cadeira de rodas – Bocha – Canoagem – Ciclismo (estrada e pista) – Esgrima em cadeira de rodas – Futebol de 5 – Goalball – Hipismo – Judô – Levantamento de peso – Natação – Remo – Rugby em cadeira de rodas – Taekwondo – Tênis de mesa – Tênis em cadeira de rodas – Tiro – Tiro com arco – Triatlo – Voleibol sentado

Quem pode participar dos Jogos Paralímpicos
Os Jogos Paralímpicos possuem vagas para diferentes deficiências, entre as principais, atletas que possuem cegueira, amputações, mobilidade reduzida, paralisia cerebral ou deficiência mental. A comissão organizadora do evento é formada por vários Comitês Paralímpicos Nacionais e mais quatro federações desportivas internacionais.

Nesta edição, os atletas brasileiros que vão disputar os jogos em Tóquio fazem parte da maior delegação paralímpica para uma edição fora do Brasil – 159 homens e 94 mulheres.

A modalidade com maior número de competidores segue sendo o atletismo, com 64 representantes e 18 atletas-guia. Em seguida, a natação com 35 atletas. Inclusive, os atletas convocados para as modalidades de natação e halterofilismo estão entre os oito melhores do ranking mundial.

Bolsa Atleta
Cerca de 95% dos atletas que vão participar dos Jogos Paralímpicos de Tóquio recebem o Bolsa Atleta, um programa de auxílio financeiro, dividido em categorias de acordo com o nível de cada atleta, para que possam se dedicar à preparação dos jogos. Nesse sentido, são eleitos atletas de alto rendimento praticantes de esportes que compõem os programas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

Quem são os atletas paraolímpicos

Futebol de 5
Atletas convocados: Cássio Reis, Damião, Gledson Barros, Jardiel Vieira, Jefinho, Luan Lacerda, Matheus Bumussa, Nonato, Ricardinho e Tiago Paraná.

Goalball (masculino)
Atletas convocados: Alex “Labrador”, Emerson da Silva, José Roberto Ferreira, Parazinho, Leomon Moreno e Romário Marques.

Goalball (feminino)
Atletas convocados: Ana Carolina Duarte, Ana Gabrielly Brito, Jéssica Vitorino, Katia Ferreira, Moniza de Lima e Victória Amorim.

Vôlei sentado (masculino)
Atletas convocados: Anderson Rodrigues, Daniel da Silva, Daniel Yoshizawa, Diogo Rebouças, Fabrício Pinto, Gilberto da Silva, Leandro Henrique, Leandro Santos, Renato Leite, Samuel Arantes, Wellington Platini e Wescley de Oliveira.

Vôlei sentado (feminino)
Atletas convocados: Adria Jesus, Ana Luísa Soares, Bruna Lima, Camila Leiria, Edwarda Oliveira, Gizele Costa Dias, Jani Freitas, Laiana Rodrigues, Luiza Fiorese, Nathalie Filomena, Nurya Almeida e Pamela Pereira.

Ciclismo
Atletas convocados: Ana Raquel Lins, André Grizante, Carlos Soares, Jady Malavazzi e Lauro Chaman.

Canoagem
Atletas convocados: Adriana Azevedo, Caio Ribeiro, Debora Benevides, Fernando Rufino, Giovane Vieira, Luis Carlos Cardoso e Mari Santilli.

Remo
Atletas convocados: Ana Paula Souza, Cláudia Santos, Diana Barcelos, Jairo Klug, Josiane Lima, Michel Pessanha, Renê Pereira e Valdeni Junior.

Parataekwondo
Atletas convocados: Débora Menezes, Nathan Torquato e Silvana Fernandes.

Hipismo
Atletas convocados: Rodolpho Riskalla e Sérgio Oliva.

Tiro esportivo
Atleta convocado: Alexandre Galgani.

Atletismo
Atletas convocados: Alan Fonteles, Alessandro Rodrigo, Alex Pires, Ana Cláudia Silva, Ariosvaldo Fernandes, Aser Ramos, Christian Gabriel, Cícero Nobre, Claudiney Batista, Daniel Martins, Daniel Mendes, Edenilson Floriani, Edilene Boaventura, Edneusa Santos, Edson Cavalcante, Elizabeth Gomes, Emanoel Victor, Fábio Bordignon, Fabrício Ferreira, Felipe Gomes, Fernanda Yara, Flavio Reitz, Francisco Jefferson, Gustavo de Oliveira, Izabela Campos, Jardênia Silva, Jeohsah dos Santos, Jerusa Geber, Jhulia dos Santos, João Victor Teixeira, Joeferson Marinho, Júlio Cesar Agripino, Julyana Silva, Kesley Teodoro, Ketyla Teodoro, Leylane Moura, Lorena Spoladore, Lucas LimaLucas Prado, Marco Aurélio Borges, Marivana Oliveira, Mateus Evangelista, Michel Gustavo, Paulo Guerra, Petrúcio Ferreira, Poliana Sousa, Raíssa Rocha Machado, Rayane Soares, Ricardo Mendonça, Rodrigo Parreira, Samira Brito, Silvania Costa, Táscitha Oliveira, Thalita Simplício, Thiago Paulino, Thomaz Ruan, Tuany Barbosa, Vanessa Cristina, Vinícius Rodrigues, Vitor de Jesus, Viviane Ferreira, Wallace Antônio, Washington Júnior e Yeltsin Jacques.

Raíssa Rocha é a melhor paratleta do mundo no lançamento de dardo

Natação
Atletas convocados: Ana Karolina Soares, Andrey Garbe, Beatriz Carneiro, Bruno Becker, Caio Amorim, Cecília Araújo, Daniel Dias, Débora Carneiro, Douglas Matera, Edênia Garcia, Eric Tobera, Esthefany Rodrigues, Felipe Caltran, Gabriel Bandeira, Gabriel Cristiano, Gabriel Geraldo, Gabriel Melone, Joana Neves, João Pedro Brutos, Laila Suzigan, Lucilene Sousa, Maiara Barreto, Maria Carolina Santiago, Mariana Gesteira, Matheus Rheine, Patrícia Pereira, Phelipe Rodrigues, Roberto Alcade, Ronystony Cordeiro, Ruan Souza, Ruiter Silva, Susana Schnanrdorf, Talisson Glock, Vanilton Filho e Wendell Belarmino.

Daniel Dias

Bocha
Atletas convocados: Andreza Vitória, Eliseu dos Santos, Ercileide da Silva, Evani Calado, Evelyn Oliveira, José Carlos Chagas, Maciel Santos, Marcelo dos Santos, Mateus Carvalho e Natali Faria

Tiro com arco
Atletas convocados: Andrey Muniz, Fabíola Dergovics, Helcio Perilo, Heriberto Roca e Jane Karla.

Tênis de mesa
Atletas convocados: Bruna Alexandre, Carlos Carbinatti, Cátia Oliveira, Danielle Rauen, David de Andrade, Israel Stroh, Jennyfer Parinos, Joyce Oliveira, Lethicia Lacerda, Luiz Manara, Marliane Santos, Millena França, Paulo Salmin e Welder Knaf.

Danielle Rauen – tênis de mesa

Parabadminton
Atleta convocado: Vítor Tavares.

Triatlo
Atletas convocados: Carlos Viana, Jéssica Ferreira, Jorge Fonseca e Ronan Cordeiro.

Esgrima em cadeira de rodas
Atletas convocados: Carminha Oliveira, Giovani Guissone, Mônica Silva e Vanderson Chaves.

Judô
Atletas convocados: Alana Maldonado, Antônio Tenório, Arthur Silva, Harlley Pereira, Lúcia Teixeira, Meg Emmerich, Thiego Marques e Wilians Araújo.

Tênis em cadeira de rodas
Atletas convocados: Ana Caldeira, Daniel Rodrigues, Gustavo Carneiro, Maurício Pomme, Meirycoll Duval, Rafael Medeiros e Ymanitu da Silva.

Halterofilismo
Atletismo convocados: Ailton de Andrade, Bruno Carra, Evânio Rodrigues, João França Júnior, Lara Aparecida, Mariana D’Andrea e Tayana Medeiros.

Os Jogos Paralímpicos representam a importância da inclusão social e da valorização dos atletas com deficiência. Além de mostrar histórias de superação, dão visibilidade e reforçam o debate sobre diferentes questões que envolvem o direito da pessoa com deficiência na sociedade.

Fonte: https://blog.freedom.ind.br/ ; https://mundoela.uai.com.br/

Educação

Professor aposentado da UFOP é primeiro brasileiro a receber o prêmio da GSA

O professor Fernando Alkmin foi premiado pela Geological Society of America (GSA) na categoria Florence Bascom Geologic Mapping Award, por sua contribuição para o avanço do conhecimento geológico do Brasil e desenvolvimento de novos conceitos científicos na área de Ciências da Terra.

As pesquisas realizadas pelo professor também colaboraram para o desenvolvimento das indústrias do petróleo e mineral e para o entendimento tectônico, geomorfológico e hidrogeológico nacional. A categoria homenageia os cientistas que contribuem para o mapeamento geológico de alta qualidade. 

Fernando comenta que a premiação da GSA mostra a crescente presença de cientistas brasileiros na área e no cenário internacional. “Os brasileiros hoje estão presentes em importantes grupos de pesquisa e na editoria e páginas de periódicos científicos internacionais. Esta premiação é mais uma expressão desta presença”, destaca.

O professor graduou-se em Engenharia Geológica na UFOP em 1978 e, ao longo dos 42 anos de carreira, orientou de mais de 70 dissertações e teses, participou da publicação de 82 artigos científicos em revistas nacionais e internacionais, escreveu 26 capítulos de livro, além de um livro completo, atuou na organização de conferências nacionais e internacionais e na confecção de mais de dez guias geológicos de campo. 

Ele destaca o papel da UFOP no crescimento da carreira e conta que suas atividades de pesquisa se iniciaram com o projeto de doutorado, que foi concluído na Universidade Técnica de Clausthal, na Alemanha, em 1985. Naquela época, o Departamento de Engenharia Geológica  (Degeo) da UFOP iniciava o seu programa de pós-graduação stricto sensu, com cursos de mestrado no âmbito de um convênio com a Petrobrás. “Neste programa, tive contato tanto com acadêmicos de grande reputação internacional, quanto com um grupo de profissionais excepcionais que, igualmente, se encontravam na vanguarda do conhecimento técnico e científico”, conta Fernando. 

A partir daí, o educador atuou como professor em várias disciplinas do curso de graduação em Engenharia Geológica e no programa de pós-graduação do Degeo como docente, supervisor de projetos de mestrado e de doutorado e como pesquisador. “As parcerias científicas que estabeleci desde os anos 1980 com colegas e alunos brasileiros e estrangeiros possibilitaram a conclusão de vários projetos de pesquisa e concorreram decisivamente para esta distinção pela GSA”, relata. 

Acesse o site para saber mais informações sobre o prêmio. 

GSA – A Sociedade Geológica dos Estados Unidos, fundada em 1888, é uma instituição que se dedica aos estudos da geociência, com mais de 20 mil membros em mais de 100 países, que promovem descobertas científicas em todos os níveis de especialização e nos setores acadêmico, governamental, empresarial e industrial.

Fonte: https://www.ufop.br/

Turismo & Lazer

Buscando reconexão, família de Congonhas inicia viagem pelo Brasil de Kombi

Uma família de Congonhas está prestes a embarcar em uma aventura diferente. Movidos pelo desejo de experienciar coisas novas, Carlos Henrique, Rosana Melo e Laura viajarão de kombi por todo o país, rumo ao Amazonas.

Segundo os tripulantes, além de conhecer mais do Brasil, a viagem tem um objetivo importante para a família: a reconexão. Eles passaram quase três anos a mais de 12 mil quilômetros de distância.

Carlos Henrique e Rosana se conheceram ainda adolescentes e tiveram inúmeras idas e vindas até que em 2009 embarcaram na primeira grande aventura juntos rumo à Nova Zelândia. Lá aprenderam inglês, iniciaram novas carreiras, conheceram pessoas do mundo inteiro, se casaram e aproveitaram para conhecer outros países. Aí nasceu uma grande vontade de viajar. Tornaram-se cidadãos Neozelandês e também ganharam mais uma companheira de viagem: Laura, a filha do casal.

Em 2018 se separaram. Ao final de 2019 Rosana e Laura vieram para o Brasil e optaram por ficar um pouco mais devido a pandemia. Carlos Henrique chegou em meados de 2020. 

Em janeiro de 2021 conversaram e decidiram apostar suas fichas em um projeto juntos novamente. 

Família pronta para a aventura
Família pronta para a aventura

A família destaca que a maneira como a viagem acontece não apresenta risco de contágio pela Covid-19: “Pretendemos sim, viver experiências pelos caminhos, portanto defendemos o turismo com segurança. Na nossa caixa estaremos seguros, sem contato com outras pessoas e sempre que sairmos para explorar tomaremos todos os cuidados necessários para que possamos continuar seguindo saudáveis a nossa jornada. Álcool e máscara já são parte dos itens fundamentais da nossa kombihome”.

Waka

O veículo usado na aventura será a Waka. O nome em Maori é uma demonstração de respeito pela Nova Zelândia que foi casa do casal por dez anos e onde a filha nasceu. O termo significa Canoa, elas eram usadas por desbravadores para explorar novos territórios.

Kombi que levará o trio para o Amazonas
Kombi que levará o trio para o Amazonas


A Waka era uma kombi normal usada para carregar pessoas, no entanto, foi equipada com isolamento térmico, forros, guarda-roupas e eletrodomésticos alimentados por uma placa solar. Segundo a família, lá tem quase tudo que há dentro de uma casa normal.

O projeto foi todo criado e executado em casa por Carlos Henrique. Ele cortou, pintou, martelou, montou cada item aprendendo ali, assistindo vídeos no youtube, errando e refazendo. 

Primeiro projeto de Carlos Henrique foi a montagem da Kombi
Primeiro projeto de Carlos Henrique foi a montagem da Kombi

Teste

Antes de partirem para aventura principal, o trio fez um teste na pequena localidade de Santo Antônio do Salto, distrito de Ouro Preto. O objetivo era avaliar a Kombi, a cama, o fogão e ver o que lhes faltaria e o que não precisavam.

Kombi pronta para a viagem
Kombi pronta para a viagem

Eles dormiram na praça da cidade e, apesar da tensão, não encontraram problemas. Conheceram pessoas e fizeram amigos durante o dia. Eles constataram que a rotina irá mudar, mas aprovaram a organização que tiveram até ali.

Viagem

Com o teste feito, o trio definiu qual será o roteiro para a viagem. Eles começarão por um caminho que conhecem bem, para entender que está tudo de acordo: “Sairemos de Congonhas com direção a Tiradentes (parando pra ver amigos no caminho, claro), e seguindo para Carrancas. Após esse percurso, iniciaremos então a rota 1 com destino ao Amazonas”.

O projeto será financiado com recursos próprios, mas eles pensam em fazer uma campanha no futuro: “A ideia é ir até onde o dinheiro durar, mas acreditamos que no meio do caminho encontraremos meios para continuar seguindo até quando for prazeroso. Pensamos em fazer uma campanha de quilômetro onde quem não pode viajar mas curte esse tipo de aventura poderá doar um quilômetro para que a gente possa ir mais longe” pontuam.

Trio está empolgado para a viagem
Trio está empolgado para a viagem

Quem quiser acompanhar a aventura da família, pode fazer isso pelo Instagram @3nacaixa

Fonte: https://fatoreal.com.br/