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Saúde

Beleza com responsabilidade

“Existem pacientes que chegam com uma expectativa pequena, outros com expectativa intermediária, outros com expectativas muito grandes.”

Com 33 anos de experiência e referência nacional em cirurgias plásticas, o Dr. Sérgio Leite adverte sobre toda a responsabilidade e profissionalismo que devem estar envolvidos neste processo, seja ele estético ou de reconstrução.

Entre todas as especialidades da medicina, a mais ampla é a área da cirurgia plástica. Um médico cirurgião deve conhecer profundamente todas as partes do corpo humano para realizar procedimentos cirúrgicos com segurança e bem-estar a seus pacientes. O Dr. Sérgio Leite é uma grande referência no país nesta área e esclarece questões comuns às pessoas que desejam ou necessitam recorrer a uma cirurgia plástica. A clínica onde atua, a Mater Plástica, fica em São João del-Rei e já tem 20 anos de existência, realizando os mais variados tipos de procedimentos.

Histórias como a do famoso Dr. Bumbum, que atendia pessoas e realizava processos cirúrgicos em seu apartamento no Rio de Janeiro, provam a necessidade de ampliar o conhecimento popular neste campo. “Acontece que as pessoas estão, muitas vezes, atropelando o tempo das coisas e se defrontando com uma situação que é uma nova classe de falsos profissionais, profissionais malformados, profissionais que muitas vezes nem são cirurgiões plásticos e que estão oferecendo serviços sob condições extremamente atrativas”, esclarece Sérgio, “e essa junção do atropelo, do desejo desesperado por ter alguma coisa, junto a um profissional malicioso, de má índole, para mim, é a receita da desgraça”.

Segundo o Dr. Sérgio Leite, antes de procurar um profissional específico na área de cirurgia plástica, é importante fazer
uma pesquisa aprofundada sobre os profissionais que estão qualificados a exercer um procedimento como esse. Uma das formas de encontrar um profissional de confiança é acessar, por exemplo, o site oficial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Lá é possível encontrar todos os médicos reconhecidos e especializados na área e pode ser um ótimo ponto de partida para descobrir o melhor profissional para o caso de cada pessoa.

Outra dica é procurar também médicos de confiança — mesmo que especializados em outras áreas da medicina —, que possam indicar bons profissionais. Seguindo essa linha, obviamente, “se você procura hospitais especializados, atendimento personalizado, profissionais qualificados e com boa formação, conclui-se que tais serviços hão de ser um pouco mais onerosos”, alerta Dr. Leite. “Medicina de qualidade, instrumentos confiáveis, medicamentos seguros, somente são conseguidos a um custo diferenciado, explica. No entanto, tratando-se da classe média, isso não torna inviável a possibilidade de realizar procedimentos estéticos ou reconstrutores com profissionais responsáveis, com boas qualificações e vasta experiência. Para o médico, “apesar de tudo, as coisas estão muito mais viáveis hoje em dia”.

Ele também atenta para um fato muito importante quando tratamos de cirurgia plástica: as expectativas. “Existem pacientes que chegam com uma expectativa pequena, outros com expectativa intermediária, outros com expectativas muito grandes. Para todos eles, nós temos que trazer a realidade e colocá-los com os pés no chão. Esse talvez seja o ponto mais importante da
consulta da cirurgia plástica, mostrar para o paciente q nem sempre a expectativa pode ser alcançada”, conta.

Não existe um procedimento que tenha 100% de melhora, segundo o especialista, e isso vai depender de diversos fatores, como a própria genética da pessoa e de onde e como será feita a cirurgia. “Eu, particularmente, nunca prometi 100% para ninguém e jamais vou prometer. Eu nunca consegui 100% para ninguém, tenho a humildade de reconhecer isso. Mas o que eu posso dizer é que eu tenho a felicidade de ver, na grande maioria dos meus pacientes, um nível de satisfação que os deixa felizes no pós-operatório”, conta.

Dr Sérgio Leite
Cirurgião plástico – CRMMG – 15.017
São João del-Rei
sergioleite.com.br
Tel: (32) 3379-1100

Texto: Ana Martins

Foto: Dr. Sérgio Leite

Moda & Beleza

Dormir sete horas é pré-requisito para manter a beleza e a saúde

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Sabe a expressão “cara feia, para mim, é fome”? Nos dias de hoje, é mais provável que seja falta de sono. É o que mostra o livro The Sleep Revolution – Transforming Your Life, One Night at a Time (A Revolução do Sono – Transformando Sua Vida, Uma Noite de Cada Vez, Harmony Books), lançado há alguns meses nos Estados Unidos. A publicação, ainda sem previsão de chegada ao Brasil, é uma defesa vigorosa da necessidade de dormir, feita com base em estudos dos principais centros de pesquisas sobre a medicina do sono do mundo.

O que torna seus argumentos mais convincentes, porém, é o fato de ter sido escrito com base em uma experiência pessoal. A autora, Arianna Hufngton, é uma workaholic assumida (fundadora do The Huffington Post e uma das 100 pessoas mais influentes da mídia nos EUA segundo a revista Forbes) e resolveu começar o livro depois de um acidente. Esgotada, sofreu uma queda e quebrou o maxilar. Aprendeu a lição e descobriu que, se dormisse, podia ser uma pessoa melhor em tudo. Inclusive na profissão. “Trabalhava de 16 a 18 horas por dia e dormia de três a quatro horas por noite. Foi preciso sofrer uma estafa para mudar e me tornar uma defensora da necessidade de ação, e não só conscientização, sobre a real importância de dormir”, conta ela. Um dos objetivos do livro é tentar dissociar a noção corrente de que pouco tempo na cama seja uma condição para o sucesso no trabalho e na vida pessoal – algo que a coach de carreira Ana Raia também nota em seu dia a dia profissional. “Se alguém me pergunta como estou e respondo que estou tranquila, as pessoas me olham como se meu trabalho não andasse bem. Há a cobrança para que todo mundo esteja sempre ocupado”, diz.

Dormir menos para trabalhar mais é, porém, um paradoxo. “A falta de descanso reduz a capacidade de produção a níveis insatisfatórios. Privar-se de dormir gera um impacto devastador na produtividade”, garante Arianna no livro, citando o pesquisador Ronald C. Kessler, da Faculdade de Medicina de Harvard. Discussões desnecessárias, ofensas e impulsos que trazem arrependimento também podem ter ligação direta com as horas a menos com a cabeça no travesseiro. “A tolerância a vivências desagradáveis diminui e a irritabilidade e os comportamentos impulsivos ganham espaço”, diz Laura Helena de Andrade, do Instituto de Psiquiatria do HC, da Faculdade de Medicina da USP.

O SONO DA BELEZA

Há ainda dois mitos sobre o sono que dificultam os argumentos médicos: a ideia de que tolerar noites curtas é questão de adaptação e a crença de que cada pessoa tem uma necessidade diferente de número de horas por noite. Errado. O tempo mínimo, para todos, é, sim, de sete horas. “As academias científicas de medicina do sono têm um consenso sobre a questão: um adulto necessita dormir de sete a nove horas”, ressalta Laura. A médica garante que dormir menos se transforma numa roleta-russa para o corpo em diversos aspectos, do aumento do risco de doenças mentais, diabetes e hipertensão ao prejuízo em funções essenciais para o dia a dia. “O sono suficiente melhora a concentração, a clareza de raciocínio e a memória.”

Se ainda falta algum argumento para convencer você a ir para a cama, então é hora de apelar para a beleza. “Noites maldormidas acentuam olheiras e manchas e o cortisol, o hormônio ativado pelo estresse, fica em altos níveis e não faz a renovação celular como deveria. Isso leva à formação de radicais livres, que degradam o colágeno e causam rugas precoces”, diz o dermatologista José Carlos Greco, de São Paulo. Emagrecer também fica mais difícil. “Dormir mal desregula dois hormônios cruciais do metabolismo. A leptina, que reduz a vontade de comer e estimula o gasto de energia, diminui. E a grelina, que potencializa o apetite, cresce”, diz a endocrinologista Juliana Bicca, de São Paulo. Na hora de esticar o expediente ou adiantar o despertador, portanto, faça as contas: somar tempo na cama vai multiplicar sua qualidade de vida.

 

Fonte: http://elle.abril.com.br/

Moda & Beleza

Selfies aumentam procura de jovens por cirurgia plástica

Insatisfação vai além de um simples retoque de Photoshop na internet

Baixa autoestima, aceitação do grupo de amigos, padrões de beleza instituídos pelas principais marcas e propaganda, ou simplesmente vaidade. São vários os motivos que estão levando os jovens e os adolescentes a encararem o bisturi e uma sala de cirurgia plástica. Justamente nessa fase, conhecida pelos grandes conflitos travados internamente e no desenvolvimento total do corpo, eles estão passando por uma transição e cada vez mais buscando alternativas para se sentirem bem com o corpo que possuem.

É verdade que, hoje em dia, os adolescentes estão se desenvolvendo mais rapidamente do que nas épocas passadas, porém há ainda de se evitar excessos e tomar muitos cuidados com algo que pode impactar uma vida inteira. Depois que as selfies viraram moda nas redes sociais, os consultórios médicos registraram aumento na procura pela cirurgia plástica. Isso porque muitos deles estão insatisfeitos com a imagem que veem online. No entanto, é preciso analisar que as selfies não são parâmetros de beleza, já que são feitas a um braço de distância do rosto, muitas vezes torta, com luz inadequada ou até mesmo tremendo.

“A primeira questão que os jovens precisam levar em consideração não é apenas a vontade de estarem com uma melhor aparência, e sim a necessidade disso”, afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. O que há em particular neste grupo é a imaturidade, própria da idade, que pode atrapalhar na decisão. Desproporções na forma ou dimensão do nariz, por exemplo, podem ser transitórias ou supervalorizadas pelo adolescente. Isso não quer dizer que a cirurgia plástica não possa ser feita em qualquer idade, afinal o incômodo e a não satisfação com o seu corpo também é uma questão de saúde.

É importante verificar alguns pequenos e simples processos antes de recorrer à cirurgia para resolver um problema estético: o paciente precisa ter certeza do que quer e demonstrar que quer fazer o procedimento, compreendendo, com maturidade, todo o seu processo – que envolve riscos, limitações, acompanhamento, recuperação, entre outros. Deve demonstrar também capacidade de realizar e cumprir os cuidados do pré-operatório, sem rebeldias, e ter paciência para aguardar os resultados desejados.
Da parte do médico, o profissional deve se certificar que não há exageros na “queixa” apresentada e verificar que o local/órgão em questão esteja totalmente desenvolvido. É importante também que os pais e o próprio adolescente se certifiquem das habilidades médicas, buscando conselhos e depoimentos de pessoas que já realizaram algum procedimento com esse profissional.

Este é apenas um dos dilemas, já que também há um custo para se fazer a cirurgia. Como ter confiança em tal médico? Ou como posso pagar pela cirurgia? Existem muitas alternativas hoje em dia, como o próprio Centro Nacional – Cirurgia Plástica, que parcela o procedimento e indica médicos devidamente credenciados e de confiança. E é por isso que cada vez mais pessoas conseguem realizar o sonho de ir em busca do corpo perfeito com responsabilidade, maturidade e certos de que é o melhor caminho para a boa saúde.

Arnaldo Korn, Diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica

Flávia Siqueira