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Saúde

Veterinário dá dicas importantes de como cuidar de cães e gatos com a continuação do isolamento social

Tutores precisam estar atentos a saúde do animal, como parasitas, mesmo dentro de casa

Veterinário dá dicas importantes de como cuidar de cães e gatos com a continuação do isolamento social

A continuação do isolamento social em muitos estados brasileiros impacta diretamente na vida das pessoas e também dos animais, que seguem sendo a companhia de muita gente nesse período. No entanto o que pouca gente sabe é que alguns cuidados, como a utilização de antiparasitários, devem continuar sendo realizados com os cães e gatos. De acordo com Ahmed A. Álvarez, médico-veterinário e gerente de produto pet da MSD Saúde Animal, não é porque eles estão mais em casa que não estão expostos às doenças. Assim, separamos algumas dicas para o tutor ficar atento e continuar garantindo uma vida melhor ao pet neste isolamento social.

• Pulgas e carrapatos vivem dentro de casa!
Você sabia que as pulgas e carrapatos vivem mais dentro do que fora de casa? Então, se você acha que, fazendo isolamento social, seu pet não está arriscado a contrair esses parasitas, você está errado. De acordo com o pesquisador Nicolau Serra-Freire, do Laboratório de Diversidade Entomológica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), apenas 5% deles estão no animal, enquanto 95% estão no ambiente, e a melhor maneira de prevenir a infestação é manter o lugar limpo e higienizado.

Para isso, além da limpeza tradicional, é preciso que o tutor utilize um medicamento antiparasitas, alerta Ahmed. “É muito importante que o dono administre um produto com rápida eficácia e longa duração. Assim, além de cuidar do animal, também está protegendo o lar e a família”, explica.

Além disso, o veterinário ressalta que a atenção deve ser mantida tanto com os cães quanto com os gatos, que, por serem animais mais independentes e caseiros, algumas pessoas acreditam serem insuscetíveis aos parasitas. Então, fica a dica: para ajudar na aplicação, existe até um produto transdermal, colocado no pescoço do felino, o que evita o estresse da administração.

• Carteira de vacinação em dia, hein?!
Não deixe de conceder as doses de vacinação e prevenção ao seu pet. Esse controle é muito importante para manter o sistema imunológico do animal bem e livre de inúmeras doenças.

“Manter a carteira de vacinação em dia é muito importante. Mas é sempre bom ter em mente que cada cachorro ou gato possui perfil, comportamento, raça e necessidades diferentes. Por isso a sugestão é que cada calendário vacinal seja avaliado e montado diretamente com o profissional de veterinária, para que assim ele possa montar um plano preciso para cada pet”, orienta o especialista.

• Dica final do vet!
Aproveite o momento para ficar ainda mais pertinho do seu pet. Além de ele ser especial, transmitir amor e carinho, diversas pesquisas comprovam que ele pode ajudá-lo neste momento tão delicado. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2019 o Brasil foi o país com mais pessoas ansiosas do mundo, cerca de 18,6 milhões, e, olha que bacana, o convívio com animais de estimação estimula a produção e a liberação de endorfina e serotonina, o que proporciona sensação de bem-estar e relaxamento. Então, desfrute desse benefício!

Ketchum
Nathália Encina
– nathalia.encina@ketchum.com.br | (11) 95629-8957

Sociedade

ONG IDDA – Instituto de Defesa dos Direitos dos Animais de Ouro Preto

A ONG IDDA, Instituto de Defesa dos Direitos dos Animais, é uma Organização não
Governamental e surgiu em 2013 a partir da primeira audiência pública que aconteceu
na cidade de Ouro Preto em defesa dos animais com a união de protetores
independentes, atualmente a ONG atua nas cidades de Ouro Preto e Mariana.

Eventos de adoção em parceria
A ONG é composta por voluntários que doam tempo, trabalho e amor para que
essa ação sobreviva, não recebemos nenhum tipo de auxilio direto e nem doações fixas,
nossa arrecadação varia da venda de artesanatos que confeccionamos, rifas, bazares e
apadrinhamentos.
Nossa sede fica localizada em Ouro Preto e ainda não temos abrigo próprio,
trabalhamos com Lares Temporários (casa de voluntários que abrigam os animais
resgatados temporariamente) e realizamos Eventos de Adoção para destinação adequada
dos animais (que seguem, vacinados, vermifugados, sadios, castrados e ou agendados),
realizando, assim, um trabalho responsável e amplo.

Evento de Adoção de animais resgatados pela ONG 5

Além dos eventos de adoção buscamos também a responsabilização do poder público e apoio comunitário. O trabalho desenvolvido pela ONG é direcionado única e exclusivamente aos animais vítimas de abandono e maus tratos, realizando também um trabalho de orientação, conscientização e encaminhamentos responsáveis. Temos cerca de 100 voluntários que participam nos cumprimentos das Leis com estatuto, Atas, CNPJ, reuniões, conta nominal e prestação de contas. Usamos também as redes sociais, onde segue nosso maior número de colaboradores.

Barraca IDD para arrecadação de verba

Desde o início de sua trajetória já foram mais de 2000 castrações (mutirões, castra móveis e parcerias com clínicas) e mais de 800 adoções responsáveis.  Nos anos de 2017 e 2018 foram um marco dentro das causas, após anos de luta, a ONG participou e esteve presente em todos os avanços de responsabilização do poder publico em Mariana e Ouro Preto, que felizmente se deram devido as denuncias realizadas no Ministério Público por nós e protetores.

A Municipalização com visão de cuidados, proteção e bem-estar animal é o plano iniciado nos municípios, que para seguir dando  certo será necessário parcerias eficazes e persistentes, e esse também será nosso trabalho.

projeto de saude (Caominhada)

COMO VOCÊ PODE AJUDAR:
• SEJA UM PADRINHO DIRETO: Fazendo doações diretas na conta da ONG,
podendo ser fixas ou abertas, destinadas a algum caso especifico ou não.
• LAR TEMPORÁRIO: Ofereça abrigo temporário para animais resgatados pela ONG
vítimas de maus-tratos e abandono.
• SEJA COLABORADOR EM DOAÇÕES FÍSICAS: Ração, vacinas, vermífugo,
casinha, remédios, cobertas, etc.
• COLABORADOR ESPECÍFICO: Doando materiais/brindes para rifas, bingos,
bazar e outros.
• PATROCINADOR: De eventos de conscientização, educação Ambiental e
Humanitária, Gincanas entre outros.
[15:24, 24/7/2018] Gilberto Op Venda:

PARCEIRO CAIXINHA IDDA: Mantendo uma de nossas caixinhas de arrecadação
em seu ponto comercial.
FACEBOOK IDDA: Idda Ouro Preto/Mariana e ONG Idda Ouro Preto/Mariana

INSTAGRAM: @ong.idda

EMAIL: iddaouropretomariana@hotmail.com

TELEFONE: (31) 98881-6457 (Luciana-Presidente) ou (31) 98279-9824
(Mirelle-Vice-Presidente)

Outros

Simples exame pode evitar maiores complicações nos rins dos animais

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Assim como nos humanos, a idade traz desafios para a saúde dos animais. Uma das principais ameaças é a doença renal crônica – os rins começam a perder sua função até que, uma hora, praticamente param de filtrar substâncias tóxicas. A questão é que hoje só se pega o problema quando ele avançou bastante. Eis que surge uma promessa no horizonte: Fernanda Chicharo Chacar, doutoranda da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, identificou uma proteína no xixi dos cães capaz de indicar lesões renais em estágio inicial. Ou seja, um simples exame de urina apontaria os primeiros passos do transtorno.

“O diagnóstico precoce contribui para o controle do quadro. E os animais podem ser acompanhados antes mesmo do surgimento dos sintomas”, revela. Aliás, especula-se que o método também seja útil aos gatos.”A técnica não está disponível, mas, com ajustes e novos estudos, talvez vire uma possibilidade futura na prática clínica”, diz Fernanda.

Fatores de risco:
– Idade
– Deficiência congênita
– Uso de remédios tóxicos aos rins, como anti- -inflamatórios

Sintomas:
– Sede excessiva
– Aumento da quantidade de urina
– Vômito
– Falta de apetite
– Diarreia
– Perda de peso sem motivo aparente

Prevenção e tratamento:
– Mantenha o animal hidratado
– Evite dar remédios ao animal sem orientação
– Consulte periodicamente o veterinário

Fonte: Saúde Abril

Saúde

Convivência com animais de estimação estimula desenvolvimento da criança

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Cachorros e gatos podem fazer muito bem à saúde de bebês e crianças

Cachorros e gatos podem fazer muito bem à saúde de bebês e crianças. Além de estimular a afetividade e o sistema locomotor, pesquisas mostram que o convívio não causa alergias – e poderia até diminuir a incidência do problema. De acordo com estudo recente, publicado na revista “Clinical & Experimental Allergy”, crianças que convivem com estes animais desde o primeiro ano de vida tendem a ter menos sensibilidade a seus alérgenos. A pesquisa acompanhou a rotina de 565 participantes do nascimento à vida adulta.

De acordo com Renata Leivas, veterinária do Projeto Pêlo Próximo, “outros estudos mostram que a convivência diária com animais constrói crianças mais calmas e que fazem amizades com maior facilidade. Já aquelas que não gostam de animais ou os maltratam apresentam mais chance de desenvolver problemas emocionais ou distúrbios de comportamento”.

Crianças devem receber tarefas relacionadas aos animais

Autora do livro “Mãe e Bebê: Uma Relação Pré-Natal”, a psicóloga Cristina Feijó explica que “os pais precisam designar tarefas aos filhos, relacionadas aos mascotes. A criança pode ficar responsável por trocar a água ou a ração e lembrar a mãe de passear com o pet. Essa atitude estimula o sentimento de doação e o vínculo afetivo com o animal, além de oferecer noções importantes sobre a necessidade de seguir regras”, explica a psicóloga.
Animais de estimação devem participar da recepção do bebê.

Renata Leivas diz que é preciso preparar os pets que já vivem na casa para a chegada do novo morador – nesse caso, o bebê. “O animal precisa ser socializado antes da chegada da criança. ”É possível colocar sons de choros de bebê pela casa, que são facilmente baixados da internet. Para donos que dormem com cães e gatos na cama, aconselho retirar esse hábito gradativamente, bem antes do nascimento”, dá a dica. Ela também orienta que os pets cheirem roupinhas, carrinho, brinquedos e tudo que envolva o universo do bebê.
Cães podem ser incluídos na volta da maternidade, “o cachorro pode ir até o lado de fora da porta e acompanhar a chegada do bebê. Essa atitude faz muita diferença para condicionar o animal, já que ele não verá a criança como um invasor e, sim, um novo membro da família. Já os gatos não devem sair de casa. Para eles o ideal é cheirar o bebê assim que chegar”, diz Renata.

Crianças precisam respeitar limites dos animais

Segundo Cristina Feijó, “cabe aos pais explicar para os filhos que os pets não são brinquedos. Para evitar brincadeiras bruscas, que podem render arranhões ou mordidas, o ideal é mostrar que eles também têm hora para comer, dormir e se divertir, assim como nós. Impor limites e acompanhar as atividades das crianças com os mascotes são boas maneiras de promover essa convivência tão saudável e benéfica para a saúde das crianças”.

 

Fonte: http://mundogloob.globo.com/