Cultura

JURISPRUDÊNCIA INDIGENISTA É TEMA DO PROGRAMA MULHERE-SE, DA REDE MINAS, NESTA SEGUNDA (31)
Edneia Teles, membro da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (1)– divulgação Rede Minas (1)

O sistema jurídico chegou com os colonizadores que trouxeram, na bagagem, ideais políticos, ideológicos, religiosos e culturais. Os indígenas foram submetidos ao modelo ocidental que, em sua maioria, adotou uma postura de exclusão. Desde o século XVIII, diversas ações foram implementadas para corrigir a situação, como o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Constituição de 88. “Mesmo constando no papel, infelizmente temos que ainda lutar para que isso possa ser concretizado como está escrito”, afirma Edneia Teles, da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro. Ela e outras lideranças dos povos originários discutem a jurisprudência indígena, a aplicabilidade e o êxito no programa Mulhere-se, da Rede Minas, nesta segunda (31), às 20h. O público também pode acompanhar a atração, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv. Após a exibição, o programa é disponibilizado no canal da Rede Minas no YouTube: youtube.com/redeminas.

SERVIÇO:
Programa Mulhere-se
7ª temporada: “Coexistir”
Episódio: “Capítulo próprio – Jurisprudência e direitos indigenistas”
Data: 31/01, às 20h, pela Rede Minas e no site: redeminas.tv

COMO SINTONIZAR:
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A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

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Tatiana Coutinho
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