Cidades

História de Barbacena vira jogo de tabuleiro

Vem di Bequê inova a forma de contar a história de Barbacena e suas curiosidades

E se a história da sua cidade, ou boa parte dela, virasse um jogo de tabuleiro? Se você e sua família, seus alunos ou seus amigos, pudessem aprender mais sobre coisas que nem sequer imaginavam sobre o lugar onde moram? E se no meio de tantas novas informações, você ainda tivesse a oportunidade de conhecer sobre duas lendas existentes no seu município? Pois foi esta a experiência que 18 convidados tiveram na noite da última sexta-feira (20/05), em uma das salas do Hotel Senac, no bairro Caiçaras, em Barbacena.

Jornalistas, membros do poder público, influenciadores, historiadores e empresários estiveram distribuídos em três mesas, diante de um jogo de tabuleiro repleto de referências e elementos da história, cotidiano e folclore de Barbacena. No centro da aventura, estavam duas lendas: a nunca encontrada mina de prata supostamente localizada debaixo da Igreja de Nossa Senhora Assunção e a temível e gigantesca serpente que habitaria a torre direita do mesmo templo.

Cada jogador “adotou” um personagem, cujo nome remete a um bairro de Barbacena, sendo eles: Penha, Fátima, Efigênia, Vilela, Mário do Monte e os gêmeos João e Paulo. Durante cerca de 40 minutos, os exploradores percorreram um tabuleiro, respondendo questões de icônicos barbacenenses: Honório Armond, Sobral Pinto ou Dona Totoca, que variavam entre os mais diversos temas da vida de Barbacena. Além disso, pelo “caminho” lúdico, encontraram personagens como Emeric Marcier, Correia de Almeida, Guimarães Rosa, Carlos Drummond, Isabelinha, Botina e a Rainha das Rosas. Teve música do Proerd, visitas ao Mirante, Desafio da Serpente e a conquista da Mina de Prata, tudo isso com bom humor, animação e muito conhecimento e aprendizado.

“Primeiro, eu fiquei honrado em ser um dos primeiros barbacenenses a jogar e mais do que isso, a história precisa estar no dia-a-dia das pessoas. Durante muito tempo ficou como uma coisa elitista, acadêmica, fora do dia-a-dia de uma forma geral, e por isso o interesse era pouco despertado. A partir do momento em que se cria um jogo de tabuleiro como esse, que inclusive é um próprio resgate do jogo de tabuleiro que une as pessoas, que diverte, que consegue colocar várias gerações em contato, isso tudo junto, faz com que este produto seja um marco realmente de resgate de afetividade da cidade, de conhecimento realmente, que a medida que você está se divertindo, você está absorvendo aquele conhecimento, tendo informações que normalmente você não buscaria de outra forma. Então, é genial este conceito apresentado pela Vem di Bequê!”, disse o historiador e pesquisador Edson Brandão, que foi um dos convidados do evento.

Thaís Fullin, repórter da TV Integração também fez parte da mesa de convidados e achou o jogo interessante e bem divertido. “Descobri várias coisas que eu não sabia sobre Barbacena, várias curiosidades… E é um jogo bem divertido, muitas coisas bacanas envolvendo as perguntas e ações.”, disse a repórter.

Thiago Rossi, Flávia Siqueira e Rodrigo Lozasso


Elaborado pela trinca de publicitários Flávia Siqueira, Rodrigo Lozasso e Thiago Rossi, o jogo “Barbacena e a Lenda da Mina de Prata” foi desenvolvido pensando em despertar cada vez mais o amor e conhecimento das pessoas por Barbacena e sua história. Aliás, este é o conceito principal da marca Vem di Bequê, assinada pelo trio de comunicadores. O jogo levou cerca de seis meses para ficar pronto, e reúne diversos elementos da história da cidade, sendo pensado para que as pessoas se divirtam, interajam e desvendem coisas e acontecimentos que sequer sabiam sobre a rica história do município.

“Qual presidente do Brasil viveu em Barbacena? Por quais títulos a cidade é conhecida? Quantos inconfidentes viveram aqui? Quem foi Botina, Isabelinha…? O que eram as Sessões Chiques? Tudo isso e muito mais com a possibilidade de aprender se divertindo e reviver aquele gostinho de um bom jogo de tabuleiro. Essa é a nossa proposta.”, disse Thiago Rossi, que ressaltou que o jogo está registrado e que o evento da última sexta-feira, além de um lançamento, também foi o grande teste do produto. “Foi ótimo ver pessoas que, em alguns casos nem sequer se conheciam, interagindo, conversando, se divertindo, aprendendo e se surpreendendo com as informações que o jogo apresentava. A aceitação foi de 100%!”, ressaltou.

Apenas 100 unidades do produto foram produzidas pela equipe, e estão disponíveis para venda pelo valor de R$65 a caixa, podendo ser adquiridas através do perfil da Vem di Bequê no Instagram (https://www.instagram.com/vemdibeque/).

Mais informações, aliás, podem ser obtidas também através daquela Rede Social @vemdibeque
Texto: Thiago Rossi