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OS TOKENS NÃO FUNGÍVEIS (NFTS) QUE DOMINAM UM NOVO MERCADO DA ARTE E DA TECNOLOGIA SÃO TEMAS DE DEBATE NO PROGRAMA BRASIL DAS GERAIS, DA REDE MINAS, NESTA QUINTA (12)

Atração fala sobre o ativo digital NFT que movimenta a produção artística online, conquista consumidores e valem milhões

professores Paulo Henrique Susu e Celina Lage e jornalista Patrícia Pinho – divulgação Rede Minas

A era digital está no ápice e a arte não escapa. Hoje produtos como as chamadas criptoartes se tornaram valiosos. Famosos, como o jogador Neymar, desembolsam milhões para adquirir imagens que colorem às telas e, de brinde, dão passaportes para uma espécie de clube que dá benefícios para essa nova leva de consumidores. Esse negócio não está restrito à arte e tem nome próprio: NFT. O Brasil das Gerais, da Rede Minas, dedica um programa para falar sobre os ativos digitais criados a partir da tecnologia que têm certificado que atesta autenticidade e exclusividade. São artes gráficas, músicas ou até um tweet famoso que valem dinheiro.

Para falar sobre o assunto, a jornalista Patrícia Pinho recebe a professora de Artes da UEMG, Celina Lage, e o professor de Desenvolvimento de Interface Gráfica, Paulo Henrique Susu. Na atração, eles explicam a novidade, como ela se difere da criptomoeda e o mercado de criação e negócios. O programa ainda conta com o depoimento do professor da UFMG, Fabrício Polido, que explica o direito autoral no mundo digital e os bens infungíveis. Ainda tem o projeto do Aglomerado da Serra que valoriza a arte das comunidades periféricas por meio da inclusão digital com NFTs. A iniciativa vai premiar artistas com premiação em criptomoedas e exposição em galeria virtual.

O Brasil das Gerais vai ao ar nesta quinta-feira (12), às 13h, pela Rede Minas e no site da emissora: redeminas.tv.

Serviço:
Brasil das Gerais
De segunda a sexta, às 13h – com apresentação de Patrícia Pinho
Dia 12/05:  “Explicando NFT: arte digital, registro e investimento”

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

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UNAÍ E ROSCA MINEIRA SÃO OS DESTAQUES DO PROGRAMA SABOR & AFETO, DA REDE MINAS, DESTA QUINTA (17)
Sabor & Afeto – rosca caseira – divulgação Rede Minas

A cozinha mineira é feita de afetos e memória e um bom exemplo disso é a rosca caseira. A quitanda se espalhou pelo Brasil depois que Dom Pedro II e a esposa Teresa Cristina estiveram em Minas Gerais e provaram a delícia, que ganhou o nome de “rosca da rainha”. O programa Sabor & Afeto vai longe para mostrar uma receita especial. No episódio desta quinta-feira (17), a cidade de Unaí, região noroeste de Minas Gerais, é o destaque da programação. Já em Belo Horizonte, Chef Esperança ensina o preparo direto da sua cozinha. O programa ainda traz depoimentos de chefs que falam sobre o valor da culinária mineira.

O Sabor & Afeto vai ao ar nesta quinta (17), às 20h, pela Rede Minas e pelo site da emissora: redeminas.tv.

O programa Sabor & Afeto faz parte do “Gerais+Minas”, da Rede Minas. O projeto da Empresa Mineira de Comunicação (EMC) contempla diversas ações de municipalização da programação das emissoras de comunicação do estado para mostrar a variedade da cultura, culinária, história, arte e natureza em Minas Gerais. A Empresa Mineira de Comunicação é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult – MG). Para mais informações, acesse o site geraismaisminas.mg.gov.br.

SERVIÇO:
Sabor & Afeto – Rede Minas
Unaí (MG)
Data e horário: quinta (17/03), às 20h, pela Rede Minas ou pelo site da emissora: redeminas.tv

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RESPLENDOR ENCERRA TEMPORADA DO PROGRAMA ESTAÇÕES, DA REDE MINAS, NESTA TERÇA (15)

A presença de indígenas, a construção da cidade depois da chegada do trem e a agricultura que deu início ao desenvolvimento e a imigração são algumas das histórias curiosas, do município do Vale do Rio Doce, que a atração mostra.

Resplendor – divulgação Rede Minas

A história de Resplendor, no Vale do Rio Doce, poderia parecer enredo de novela se não fosse real. O trem chegou ali antes de se tornar uma cidade, em 1908. Foi a locomotiva quem deu o apito para dar início à formação do distrito, que só foi povoado em 1911. Três décadas depois da chegada dos trilhos, Resplendor foi emancipada. Os desembarques na estação ferroviária trouxeram o desenvolvimento. No local, foi dado início ao plantio de café, que encheu os vagões do trem e ganhou o mundo. Se as exportações aumentaram, a imigração também com a chegada de alemães e italianos nas terras, que já eram habitadas por indígenas. Essas são algumas das histórias e curiosidades que o programa Estações mostra nesta terça (15), na Rede Minas, no episódio que encerra a temporada.

Para falar sobre a formação da cidade e a importância da ferrovia, o programa conversou com a historiadora Sandra Nicoli. O programa ainda traz entrevistas com João Krenak e Anderson Krenak, que contam sobre a aldeia indígena onde vivem os descendentes dos botocudos. Depois de sofrer uma perseguição da coroa portuguesa, que declarou guerra à etnia, os indígenas foram vítimas de um massacre décadas mais tarde, como revela o historiador Haruf Salmen Espindola, na atração. Mais tarde, a ditadura impôs um preço caro a esse povo, que foi aprisionado. Hoje essa história ganha mais um triste capítulo, em que os indígenas enfrentam outro desafio: as águas contaminadas por causa do rompimento da barragem de Brumadinho.

Resplendor – João Krenak – divulgação Rede Minas

O programa Estações vai ao ar nesta terça (15), às 20h, pela Rede Minas e pelo site da emissora: redeminas.tv. Após a exibição, o programa é disponibilizado no canal da Rede Minas no YouTube: youtube.com/redeminas.

O “Estações”, da Rede Minas, faz parte da programação “Gerais+Minas”. O projeto da Empresa Mineira de Comunicação (EMC) contempla diversas ações de municipalização da programação das emissoras de comunicação do estado para mostrar a variedade da cultura, culinária, história, arte e natureza em Minas Gerais. A Empresa Mineira de Comunicação é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult – MG). Mais informações no site geraismaisminas.mg.gov.br.

Serviço:
Estações
Último episódio da 3ª temporada: Resplendor
Data: terça-feira (15), às 20h, pela Rede Minas e pelo site da emissora: redeminas.tv

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Após três anos, Festival de Popularização de Teatro de Ouro Preto está de volta

Serão seis atrações escolhidas por meio de edital

Saulo Laranjeira e Leandro Borba com a Casa da Ópera cheia no 1º Festival de Popularização do Teatro de Ouro Preto – Foto Icaro Mapa

A primeira edição do Festival de Popularização do Teatro de Ouro Preto aconteceu em 2019 e está de volta com atrações presenciais na Casa da Ópera, mais antigo teatro em funcionamento das Américas, com 250 anos em atividade. Este ano, o evento acontece nos dias 27, 28 e 29 de maio, com espetáculos infantis, de comédia e performances para diferentes públicos, de todas as idades.

O produtor Leandro Borba explica que os espetáculos serão escolhidos a partir de um edital que será divulgado em breve. Os critérios de seleção serão: viabilidade de execução dos espetáculos, expressão do artista ou grupo teatral e enquadramentos nos gêneros humorístico ou infantil. Das seis vagas disponibilizadas, duas serão reservadas para montagens de outros estados, de projeção nacional.

“Essa é uma edição especial! Uma edição da celebração e do reencontro. O objetivo do festival é estimular a produção teatral no interior de Minas Gerais e popularizar o Teatro Casa da Ópera, como espaço de cultura, entretenimento e memória nacional”, explica.

Para Leandro, a ideia é que, após a finalização das atividades do evento, os espectadores se sintam estimulados a consumir bens culturais e a frequentar tantas outras atividades realizadas no Teatro.

O festival tem patrocínio da Ferro + Mineração por meio da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo Federal via Ministério do Turismo e Secretaria Especial de Cultura.  O evento é uma realização da Enquanto isso em Ouro Preto Produções, com produção da Holofote Comunicação e Cultura, com apoio da Prefeitura de Ouro Preto.

Serviço

O que: 2º Festival de Popularização do Teatro de Ouro Preto
Quando: 27, 28 e 29 de maio de 2022
Onde: Casa da Ópera – Rua Brigadeiro Musqueira, 104 – Centro – Ouro Preto/MG
Evento gratuito
Patrocínio: Ferro + Mineração
Lei de Incentivo à Cultura
Governo Federal

Gilson Fernandes
Diretor Executivo
Holofote Comunicação e Cultura
(31) 9.8710-0532


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REDE MINAS EMBARCA NO TREM DE PASSAGEIROS VITÓRIA A MINAS E MOSTRA A VIAGEM NO PROGRAMA “ESTAÇÕES”, NESTA TERÇA (15)
trem de passageiros – divulgação Rede Minas

A locomotiva que percorre a Estrada de Ferro Vitória a Minas é o único trem de passageiros diário em funcionamento no Brasil e prova a expressão de que “mineiro não perde o trem”. O programa Estações, da Rede Minas, embarca nessa viagem e resgata a história que segue esses trilhos há quase 118 anos, nesta terça (15).

O trem que liga Minas Gerais ao Espírito Santo atravessa uma distância de mais de 650 quilômetros. Uma média de um milhão de passageiros passa por esses vagões, por ano, percorrendo o trecho com mais de 40 paradas. A locomotiva, que é alternativa de transporte para muitas pessoas, também atende o turismo, levando Minas para o mar e a destinos encantadores no estado. A equipe da Rede Minas partiu para percorrer todo o trecho em Minas Gerais: de Belo Horizonte a Aimorés, na região do Vale do Rio Doce.

historiador Haruf Salmen Espindola – divulgação Rede Minas

A história desta ferrovia começa com o café. O projeto de Pedro Nolasco foi idealizado para transportar o grão que brotava nas terras mineiras. A partir de 1904, também embarcaram nos vagões o povo e a produção agrícola e pecuária de Minas Gerais. Quem conta é o historiador Haruf Salmen Espindola. Também participam do programa a historiadora Sandra Nicoli e a presidente do Circuito Trilhas do Rio Doce Roberta Carvalho, que falam sobre a importância da ferrovia para a cultura. O programa ainda traz depoimentos de passageiros e do chefe do trem, que há quase 20 anos percorre a linha.

O Estações vai ao ar nesta terça-feira (15), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode acompanhar a atração pelo site da emissora: redeminas.tv. Após a exibição, o programa é disponibilizado no canal da Rede Minas no YouTube: youtube.com/redeminas.

A nova temporada do “Estações” faz parte da programação “Gerais+Minas”, da Rede Minas. O projeto da Empresa Mineira de Comunicação (EMC) contempla diversas ações de municipalização da programação das emissoras de comunicação do estado para mostrar a variedade da cultura, culinária, história, arte e natureza em Minas Gerais. A Empresa Mineira de Comunicação é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult – MG). Mais informações no site geraismaisminas.mg.gov.br.

Serviço:
Estações – 3ª temporada
Estrada de Ferro Vitória a Minas
Data: terça-feira (15), às 20h, pela Rede Minas e pelo site da emissora: redeminas.tv

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JORNALISTA LARISSA CARVALHO É A ENTREVISTADA DO PALAVRA CRUZADA, DA REDE MINAS, NESTA QUARTA (19)

No programa ela fala sobre a luta para ampliar o número de doenças diagnosticadas pelo teste do pezinho

Jornalista Larissa Carvalho – Foto Leo Lara/Divulgação

A jornalista Larissa Carvalho ficou conhecida no Brasil por lutar para que o teste do pezinho fosse ampliado, capaz de identificar diversas doenças. Até então, o exame oferecido pelo SUS só detectava seis tipos, diferente da saúde privada. Larissa foi uma das mulheres que viveu essa triste experiência na maternidade. A vivência com o filho a motivou a dar início a uma luta para transformar essa realidade e trouxe esperança para diversas famílias. A jornalista é a convidada do Palavra Cruzada, da Rede Minas, nesta quarta (19), às 20h. Na atração, ela conta sua experiência e fala sobre a batalha que enfrentou para mudar essa situação. Conduzido por Daniela Murad, o programa ainda conta com a participação da jornalista Nathália Bini, da TV Assembleia.

O Palavra Cruzada vai ao ar nesta quarta (19), às 20h, pela Rede Minas. O público também pode conferir a atração, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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Cidades

Venda Nova: Novo livro da coleção “BH. A Cidade de Cada Um” aborda a história da lendária região

Lançamento do 35º título da coleção acontece no dia 27 de novembro, sábado, na Livraria Ouvidor Savassi, com sessão de autógrafos do autor, Bruno Viveiros Martins; livro aborda a história do distrito e da região de Belo Horizonte, cheia de lendas, lutas, lugares e personagens

Pouco antes do antigo Curral del Rey ganhar forma e da histórica Ouro Preto ser inaugurada, a região de Venda Nova pulsava há muito como um organismo vivo, capaz de alimentar a curiosidade e a fome de tropeiros e coronéis do século XVIII. Ao resgatar uma rede de histórias da época da Coroa até hoje, que envolve um time de futebol quase centenário, figuras emblemáticas como Padre Pedro Pinto, e lendas de arrepiar, como o Capeta da Vilarinho, o livro “Venda Nova”, do historiador Bruno Viveiros Martins, estampa a 35º título da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”. A publicação da Conceito Editorial será lançada no dia 27 de novembro, sábado, a partir das 11h, na Livraria Ouvidor Savassi, com sessão de autógrafos do autor. Na ocasião, exemplares do livro serão vendidos a R$25.

Nesta publicação, os editores da coleção “BH. A Cidade de Cada Um”, José Eduardo Gonçalves e Silvia Rubião, se dedicaram a recuperar histórias quase esquecidas sobre Venda Nova, uma região que cresceu de forma indiscriminada, servindo de abrigo para viajantes, e que hoje condensa cerca de 250 mil moradores, praticamente como uma cidade — maior do que centenas de municípios de Minas Gerais. “Muitas vezes, o desenvolvimento acelerado de um lugar faz com que certas marcas históricas se apaguem, construções desapareçam, personagens sejam esquecidos. O resgate é nesse sentido, é uma atitude contra o esquecimento. O que o livro pretende é dar ainda maior visibilidade a esta bela história, fazendo o registro de um lugar que tem todos os méritos para integrar o patrimônio afetivo da cidade”, diz José Eduardo.

Por quase três séculos, Venda Nova pertenceu à Sabará, Santa Luzia e Ribeirão das Neves, antes de ser anexada à capital Belo Horizonte, em 1948. Durante o Brasil Império, a região desempenhou um importante papel político, comercial e religioso. O sucesso entre tropeiros e viajantes correu de boca em boca devido às inúmeras vendas que se instalaram por seu território — daí o nome da região — muitas delas de propriedade de portugueses, oferecendo desde a fartura de mantimentos, como arroz, feijão e toucinho, até produtos utilitários raros para a época, como querosene e couro. “Queria entender como um arraial fundado no século XVIII passou a fazer parte de uma capital planejada e inaugurada no século XIX. Ou seja, enquanto Venda Nova possui mais de 300 anos de história, Belo Horizonte tem pouco mais de 120 anos de existência”, comenta o autor do livro, Bruno Viveiros Martins.

Puxado por esse fio histórico, a partir de relatos de personagens que contam das próprias memórias as vivências da região, desde pessoas comuns até nomes mais reconhecidos de Venda Nova, como a dupla Neyde & Nancy, o chargista Duke e o humorista Geraldo Magela “Ceguinho”, o livro de Bruno Viveiros percorre desde os tempos do Império até a modernidade. A narrativa investiga figuras como Padre Pedro Pinto, o primeiro cidadão a conseguir habilitação para dirigir em Belo Horizonte, conhecido por ser um eloquente orador caridoso; até referências que se tornaram tradicionais na contemporaneidade, como o Baile da Saudade, que explodiu a cultura black soul por toda a capital mineira sob a influência de Toninho Black, e a Quadra da Vilarinho, famosa por abrigar a história da aparição de um Capeta, que rendeu notícia até no exterior, em publicação do jornal “The New York Times”.

Bruno Viveiros Martins – Foto Bianca de Sá-Papelícula

“Falo também dos armazéns, mercearias e mercadinhos que fazem parte da história de Venda Nova; do amor pelo esporte, a exemplo do futebol amador, do ciclismo e das corridas de cavalo; da luta dos moradores por melhores condições de vida, como o acesso à educação pública a partir de colégios como o Santos Dumont e o GETECO; da defesa das áreas verdes e espaços de sociabilidade pública, como o Parque Serra Verde, o Centro Cultural Venda Nova e o Centro de Memória Regional”, lista o autor.

Sobre o autor

O historiador Bruno Viveiros é doutor em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pesquisador do “Projeto República: Núcleo de Pesquisa, Documentação e Memória” da UFMG e professor do Centro Universitário Estácio de Belo Horizonte. Bruno nasceu e cresceu em Venda Nova como morador raiz da região. Foi campeão de futebol de botão de sua rua, no bairro São João Batista, e aluno das Escolas Municipais Antônia Ferreira e Geraldo Teixeira da Costa. Ele é autor do livro “Som Imaginário: a reinvenção da cidade nas canções do Clube da Esquina” (Editora UFMG, 2009), e produtor e apresentador do programa “Decantando a República”, da Rádio UFMG Educativa (104,5 FM).

“BH. A Cidade de Cada Um”

Desde setembro de 2004, a coleção “BH. A Cidade de Cada Um” vem construindo a memória afetiva da cidade por meio de textos literários escritos por pessoas de diversas gerações, escolhidas por sua grande identificação com os temas trabalhados. Tendo como ponto de partida suas vivências pessoais, eles falam sobre bairros, lugares, fatos e personagens diversos, sem o compromisso de se prenderem à história oficial, gerando grande empatia entre os moradores e admiradores da capital mineira.

Também fazem parte da coleção os seguintes 34 títulos: “Lagoinha”, de Wander Piroli; “Mercado Central”, de Fernando Brant; “Estádio Independência”, de Jairo Anatólio Lima; “Rua da Bahia”, de José Bento Teixeira de Salles; “Fafich”, de Clara Arreguy; “Parque Municipal”, de Ronaldo Guimarães; “Praça Sete”, de Angelo Oswaldo de Araújo Santos; “Livraria Amadeu”, de João Antonio de Paula; “Sagrada Família”, de Manoel Lobato; “Pampulha”, de Flávio Carsalade; “Cine Pathé”, de Celina Albano; “Caiçara”, de Jorge Fernando dos Santos; “Carmo”,de Alberto Villas e “Lourdes”,de Lucia Helena Monteiro Machado; “Colégio Sacré Coeur de Marie”, de Marilene Guzella Martins Lemos; “Carlos Prates”, de Humberto Pereira; “Morro do Papagaio”, de Márcia Cruz; “Maletta”, de Paulinho Assunção; “Montanhez”, de Márcio Rubens Prado; “Santa Tereza”, de Libério Neves; “Serra”,de Nereide Beirão; “Padre Eustáquio”, de Jeferson de Andrade; “Centro”, de Antonio Barreto; “Mineirão”, de Tião Martins; “Colégio Estadual”, de Renato Moraes; “Santo Antônio, de Eliane Marta Teixeira Lopes; “Viaduto Santa Tereza”, de João Perdigão; “Funcionários”, de Maria do Carmo Brandão; “Colégio Municipal”, de José Alberto Barreto; “Renascença”, de Ana Elisa Ribeiro; “Anchieta”, de José Márcio Vianna; “Campus da UFMG”, de Heloísa Murgel Starling; e “Arraial do Curral del Rei”, de Adriane Garcia.

Lançamento “BH. A Cidade de Cada Um: Venda Nova” (Conceito)
Quando. Dia 27 de novembro, a partir das 11h

Onde. Livraria Ouvidor Savassi (Rua Fernandes Tourinho, 253 – Funcionários)

Quanto. Entrada gratuita. O livro será vendido a R$25.
Mais informações. 
www.bhdecadaum.com.br


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Jovens de escola de JF representam Minas nas Olimpíadas de Geografia

Projeto que o grupo irá apresentar, ainda mantido em sigilo, propõe uma solução sobre um problema atual que atinge a todo o país

Yasmin de Souza Spindola e Artur Dutra Pena, juntos na foto, são os representantes do Estado de Minas Gerais na Olimpíada Brasileira de Geografia e Ciência da Terra, ao lado de Laís Rodrigues de Souza Ferreira (Foto: Fernando Priamo)

Com a responsabilidade de propor um projeto que apresente uma solução para um problema real, seja no âmbito socioeconômico ou socioambiental, relacionando natureza e sociedade, os estudantes Artur Dutra Pena, Laís Rodrigues de Souza Ferreira e Yasmin de Souza Spindola são os representantes de Minas Gerais na fase nacional da Olimpíada Brasileira de Geografia e Ciência da Terra, oriundos de instituições privadas. O projeto, mantido em segredo pelos alunos, vai contemplar um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, referente à agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Além da proposta, os participantes teve até este domingo (31) para submeter as respostas da última prova específica da Olimpíada.

Os estudantes encaram o desafio de transmitir e explicar a ideia de seus projetos por meio de formatos que podem ser compartilhados em redes sociais. Eles acessaram a penúltima fase da Olimpíada com a melhor nota do estado nas três fases anteriores. Os três estão em turmas do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Jesuítas. Eles passaram, inicialmente, por uma seleção interna para participar, já que o número de estudantes por escola é limitado.

O grupo foi formado e começou a trabalhar com as tarefas e provas que foram submetidas em ambiente virtual, em função dos protocolos sanitários contra a Covid-19. As questões eram respondidas pelos três, que sempre precisavam pensar no que era proposto e formular uma solução conjunta, algo que o trio avalia como aspecto positivo do formato dessa competição de conhecimento.

“Os conteúdos que vimos, realmente, não são aqueles que aprendemos dentro de sala de aula. Pesquisamos muito e precisamos aprender sobre outras coisas, expandimos os horizontes, porque conseguimos nos aprofundar nos temas”, detalha Yasmin. A jovem relata que os três e o professor de Geografia, Henrique Lage Chaves, que é componente e mentor da equipe, tinham muitas reuniões semanais on-line para elaborar sobre tudo o que era proposto dentro das tarefas.

Artur destaca que a proposta da Olimpíada não é apenas a realização objetiva de questões, exames e atividades que possam ser aplicados para medir o conhecimento. “Eles usam as provas como um trampolim para que você conheça outras coisas que não são abordadas no currículo normal, incentivando o olhar sobre pontos que poderiam ‘passar batido’.”

Para Laís, poder contar com dois outros diferentes pontos de vista durante todo o processo fez a dinâmica ficar ainda mais interessante. “Achei que foi bem melhor fazer as questões em grupo, porque quando você não sabe direito fazer uma questão, ou quando ficava desanimado, tinham mais duas pessoas para apoiar, ajudar e também para confirmar se a sua ideia está certa. Foi muito bom interagir, participar da prova e ter essa experiência com amigos.”

Para as duas jovens, a participação também ajudou a criar laços de amizade, já que ambas se mudaram de outras escolas e estreitaram a relação com a disciplina.

O que o trio consegue adiantar sobre o projeto final, é que ele está relacionado com as comunidades de suas cidades de origem e se repetem em Juiz de Fora. Segundo Laís, o empenho sobre a temática trabalhada fez com que ela e os colegas vislumbrem que podem vir a ajudar a criar uma resolução palpável. “Buscamos ser realistas, falamos de problemas que ainda não foram solucionados de forma consciente. Fizemos um projeto simples, que possa ajudar mais pessoas, de acordo com o que víamos diariamente nas nossas cidades.”

O professor Henrique ressalta que a escolha dos estudantes e o trabalho realizado por eles reforçam a autonomia dos jovens. “Mesmo com todas as dificuldades que a pandemia impôs, eles foram brilhantes. Acompanhei de perto e o protagonismo é deles, em todas as etapas.” O docente chegou a pensar em um tema para propor, para que eles desenvolvessem na etapa final. Porém, os estudantes já tinham delineado algo que estava ajustado às vivências e percepções deles.

O que foi ganho, na avaliação do mentor, vai além do conhecimento que a equipe conquistou. “Eles construíram uma convivência, uma solidariedade entre eles. O mais precioso é, justamente, a possibilidade de enriquecer o lado humano, com base na cidadania e no cuidado com o coletivo.”

Além de Henrique, outros professores de Geografia do colégio também deram suporte aos alunos.

Jornada interdisciplinar

A proposta interdisciplinar da Olimpíada de Geografia e Ciências da Terra, que realiza sua sexta edição, é estimular o pensamento e o posicionamento crítico dos adolescentes em relação à sociedade na qual estão inseridos. O aprofundamento que o conteúdo curricular não permite é estimulado pela iniciativa, conforme reitera o professor Henrique. Conteúdos como climatologia, geologia, cartografia estão presentes em detalhes nas atividades. “Tive a oportunidade de revisar conteúdos que eu aprendi na faculdade e tive que resgatar para apresentar a eles. Cheguei a mostrar um caderno da época da graduação, que tirei da gaveta para mostrar alguns detalhes.”
A contribuição para a formação, na avaliação do docente, ajuda a tornar a leitura do mundo dos jovens ainda mais abrangente.

“Olimpíada não serve apenas para formar novos geógrafos, mas sim, qualquer cidadão que tenha habilidades para ver de uma forma mais criteriosa a realidade que ele vive.” Ele exemplifica essa afirmação por meio do contato que os alunos tiveram com fontes primárias de informações, como as bases de dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), conhecimento que, segundo ele, pode ser útil para qualquer carreira que eles tenham a intenção de seguir futuramente.

Percurso de desafios

As primeiras fases da competição exigiram que os estudantes explorassem seus sentidos. Em uma das tarefas, eles precisavam analisar áudios para descobrir do que os arquivos sonoros tratavam. O assunto causou certa comoção entre os participantes de todo o país, porque alguns dos itens, segundo Yasmin, pareciam ser sobre os mesmos assuntos. Artur diz que eles gastaram muito tempo ouvindo o material e conseguiram um bom resultado no fim.

“Desenvolvemos um sentido que colocamos em segundo plano, priorizamos a visão, os olhos estão captando, a tarefa era ouvir, simplesmente, e lidar com um assunto desconhecido. Depois, começamos a pensar qual o sentido maior ao qual aquela tarefa remetia, no porquê de ela estar ali”, detalhou Artur.

Laís considera também que equilibrar as demais tarefas escolares e as lições das Olimpíadas foi outro aprendizado. “Ficou um pouquinho apertado, mas muita coisa do que aprendi com meus colegas, discutindo assuntos e lendo sobre, ajudou na própria escola na hora de estudar para os vestibulares. Se tornou forma de ver a matéria de uma maneira bem mais ampla.”

O trio também precisou criar laços também por meio das telas, já que cada um é oriundo de uma cidade diferente: Artur é de Manhuaçu, Laís de Carangola e Yasmin de Cataguases. “Ligar as câmeras para criar uma proximidade maior fez quebrar um pouco essa distância normal que existe. Então, criamos esse espaço não só para a questão acadêmica, mas também para criar conexões”, relata Yasmin.

O grupo não esperava ser representante de Minas na fase nacional da competição. Eles contam que estavam confiantes a respeito do trabalho que construíram e otimistas com o potencial que alcançaram juntos após os primeiros resultados. Mas chegar à última fase, que pode não só aumentar o número de medalhas conquistadas por eles dentro da etapa nacional, como também poderá gerar convites para que eles integrem a seleção brasileira que participará da 17th International Geography Olympiad (Igeo/2022), que será realizada em Paris (França), não estava dentro do que eles imaginavam.

Eles recomendam que mais estudantes se interessem e participem das próximas edições das Olimpíadas. “Essa participação ajuda a ter uma visão menos pragmática do conhecimento, dos estudos. Espero que nas próximas tenhamos cada vez mais equipes inscritas”, projeta Artur.

“Aconselho que todo mundo participe, principalmente em Olimpíadas dentro das Ciências Humanas, porque, despertar um olhar mais consciente para o social, ajuda a mudar a relação com o mundo em que vivemos”, diz Laís.

Já Yasmin, que pretende prestar exames de seleção para universidades no exterior, arremata dizendo que o caminho do conhecimento não só colabora para a formação profissional futura, mas também forma cidadãos mais conscientes. “Não devemos pensar cegamente só na faculdade, precisamos nos dedicar a adquirir outros conhecimentos, porque aprender nunca é pouco e pode ser uma forma de encontrar outros caminhos.”

Fonte: https://tribunademinas.com.br/


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Coletivo Online abre nova turma para capacitação de jovens em Itabirito

Programa oferecido pelo Instituto Coca-Cola Brasil em parceria com a Coca-Cola FEMSA Brasil conecta jovens a oportunidades de emprego no município

Neste mês, o Coletivo Online, programa de qualificação profissional 100% digital, realizado pelo Instituto Coca-Cola Brasil em parceria com a Coca-Cola FEMSA Brasil, anunciou nova turma em Itabirito. As inscrições para o novo ciclo seguem até o dia 7 de novembro, ou até o preenchimento de todas as vagas, por meio do link bit.ly/FEMSA20214. O curso terá início no dia 1º de novembro, mas aqueles que se inscreverem depois da data poderão iniciá-lo no decorrer da edição. 

A iniciativa tem como objetivo conectar jovens de 16 a 25 anos, em situação de vulnerabilidade social, ao mercado de trabalho a partir de uma rede de cerca de 400 parceiros empregadores. Em Minas Gerais, além de Itabirito, o programa está presente em Belo Horizonte (Cabana, Coqueiros, Morro das Pedras, Nazaré, Sumaré e Suzana), Betim, Brumadinho, Moeda, Nova Lima, Três Corações, Ipatinga, Divinópolis, João Monlevade e Juiz de Fora. Para participar, além da faixa etária, os requisitos são: ter concluído o Ensino Médio ou estar cursando e possuir um número de WhatsApp, já que o curso é 100% on-line e será realizado pelo aplicativo. 

O conteúdo do Coletivo Online é focado em temas do mundo do trabalho, elaboração de um plano de vida, planejamento financeiro, construção de currículo e como se preparar para entrevistas e processos seletivos. Quem assistir às videoaulas e fizer as atividades práticas receberá um certificado de conclusão e, ao final do curso, os participantes são convidados a se cadastrarem nas comunidades de vagas do programa, podendo se candidatar aos processos seletivos de uma rede de parceiros empregadores.         

Atuação que gera impacto

A iniciativa faz parte da Plataforma Coletivo Jovem, que tem como foco a empregabilidade de jovens de 16 a 25 anos, em situação de vulnerabilidade social. Desde o início de sua implementação, em 2009, a plataforma, nos formatos presencial e on-line, já impactou cerca de 280 mil jovens em comunidades brasileiras espalhadas por todos os 26 estados do país e o DF, chegando a 1.200 municípios. Do total de beneficiados, aproximadamente 77 mil tiveram acesso ao mercado de trabalho. Apenas em 2021, 25 mil jovens se formaram nas aulas do programa on-line, sendo 69% negros e 69% mulheres. De acordo com a pesquisa da Plan Avaliação, 95% dos jovens certificados na versão on-line avaliam o curso como muito bom e 85% consideram que a iniciativa contribui para seu desenvolvimento. 

Sobre o Instituto Coca-Cola Brasil
O Instituto Coca-Cola Brasil (ICCB) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que, há mais de 20 anos, tem como missão a transformação social em larga escala por meio da articulação de parceiros e da capilaridade do Sistema Coca-Cola Brasil. Reconhecido por sua tecnologia social e capacidade de escala, assumiu o compromisso público de, até 2030, elevar o patamar de milhares para milhões de jovens impactados por suas iniciativas, incluindo intencionalmente as perspectivas de equidade de gênero e raça. Para cumprir seu compromisso, redesenhou sua estratégia para focar exclusivamente na inclusão produtiva de jovens e expandiu novas formas de atuação para além de seus programas proprietários. Até hoje, o ICCB já beneficiou 468 mil pessoas.

Sobre a empresa
A Coca-Cola FEMSA, S.A.B de C.V é a maior engarrafadora de produtos Coca-Cola do mundo em volume de vendas. A empresa produz e distribui bebidas sob as marcas registradas da The Coca-Cola Company, oferecendo um amplo portfólio de 129 marcas para mais de 265 milhões de consumidores. Com mais de 80 mil funcionários, a companhia comercializa e vende por ano aproximadamente 3,3 bilhões de caixas unitárias por meio de quase 2 milhões de pontos de venda. Operando em 49 unidades fabris e 268 centros de distribuição, a Coca-Cola FEMSA está comprometida com a geração de valor econômico, social e ambiental para todos os stakeholders em sua cadeia de valor. A companhia é membro do Índice Dow Jones de Sustentabilidade MILA Pacific Alliance, do Índice FTSE4Good Emerging e do Índice S&P/BMV total México ESG, entre outros. Suas operações cobrem territórios no México, Brasil –onde atua há 18 anos– Guatemala, Colômbia e Argentina e, em nível nacional, na Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Uruguai e Venezuela, por meio do investimento na KOF Venezuela. Para mais informações, visite www.coca-colafemsa.com.

Fonte: Sílvia Pires 
(31) 99839-4670 (WhatsApp) / (31) 99839-1670 (ligações)

Cidades

Conheça Minas Gerais – São João do Manhuaçu

Emancipado em 1992, a cidade de São João do Manhuaçu está localizada em uma região abençoada por Deus com suas belezas naturais, paisagens deslumbrantes montanhas encantadoras e um povo acolhedor. Sua economia é baseada na agricultura, café, arroz e milho, e na agropecuária; gado leiteiro e de corte (em pequena quantidade) e suinocultura. Com um clima do tipo tropical com chuvas durante o verão e temperatura média anual em torno de 21 °C, o centro da cidade de São João do Manhuaçu está a 870 metros de altitude, sendo que o ponto mais alto é de 1.730 metros acima do nível do mar. Uma pequena cidade com um grande potencial onde seu povo tem orgulho de ser chamado de sanjoanense.

O município de São João do Manhuaçu foi criado sob o signo da Cruz, identificado inicialmente na conquista das terras do vale onde se situa esta divisão administração, pelos bandeirantes que por ali passaram, se transformando nos primeiros conquistadores brancos da região. Posteriormente os colonizadores que naquelas paragens se fixaram, constituindo as primeiras fazendas de Portugueses e, mais tarde a povoação que se transformou na sede do município, também trouxeram em suas bagagens o símbolo Cristão.

Paróquia de São João Batista de São João do Manhuaçu/MG - Home | Facebook
Paróquia de São João Batista de São João do Manhuaçu

Os habitantes nativos da região eram os índios tupis, batizados pelos colonizadores por puris e cúrias. Esses indios se destacavam pelo forte espírito guerreiro de suas tribos, pela bravura de seus homens e pela acentuada pintura que usavam em todas as partes do corpo, principalmente no rosto, com destaque para o vermelho vivo, que podia ser visto e notado à distância.

Nos primórdios da colonização, a área que compõe o distrito era densamente coberta por uma vasta floresta, cuja a cor verde escura fazia admirar os bandeirantes, desbravadores e colonizadores que ali chegaram. Pouco a pouco as matas foram sendo abatidas, cedendo lugar aos grandes cafezais, cujas folhas igualmente verde escuras, fazem lembra a cor original da vegetação nativa.

Considerável pelos desbravadores uma região extremamente agradável, que propiciava descanso e reposição de energia àqueles que ali acampavam, em razão do bom clima, temperatura amena e tranqüilidade do lugar, a região ficou conhecida no passado como Vale da paz.

Prefeitura de São João do Manhuaçu

Muitas histórias dão conta das dificuldades e da bravura dos primeiros colonizadores que chegaram a região, dispostos a nela permanecer. Falta de recursos, doenças, dificuldades financeiras, ataques indígenas, nada disso fez esses desbravadores recuarem. Eram homens de fibra, de sangue quente e aí, mais uma vez, a cor vermelha se destaca. A eles deve ser creditada a existência do povoado de São João do Manhuaçu, elevado a categoria de distrito, de acordo com o decreto nº 6.812 de 16/12/1991 e instalado no dia 24/02/1992 com a presença de autoridades ilustres.

Fonte: https://www.saojoaodomanhuacu.mg.gov.br/