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Cultura

Vale Música lança curso gratuito de Introdução à Regência

São 300 vagas disponibilizadas para estudantes de música, músicos formados e regentes de bandas, orquestras, corais e big bands, entre outras formações musicais

O Projeto Vale Música Serra abriu, nesta segunda-feira (14), as inscrições para o Curso de Introdução à Regência do Programa Vale Música, que será desenvolvido de forma remota, com a participação de especialistas em diversas áreas do conhecimento humano. Ao todo serão disponibilizadas, gratuitamente, 300 vagas para estudantes de música, músicos formados e regentes de bandas, orquestras, corais e big bands, entre outras formações musicais. Desse total, 160 vagas serão destinadas para o público em geral, 40 para alunos do Projeto Vale Música Serra e 100 para os acordos de parceria estratégica do Programa Vale Música.

Maestro Nelson Ayres, regente da Orquestra Jovem Tom Jobim.

Entre os palestrantes convidados estão regentes reconhecidos internacionalmente, como Nelson Ayres, Dario Sotelo, Maria José Chevitarese, Délio Gonçalves, Marcelo Jardim e Marcelo Maganha. O curso terá carga horária de 200 horas, com início previsto para 24 de julho de 2021 e encerramento em 09 de abril de 2022, sendo 120 horas síncronas (via plataforma de videochamada Zoom) e 80 horas assíncronas (com atividades preestabelecidas no AVA – Google Classroom).

O conteúdo curricular será dividido em 30 encontros, realizados sempre aos sábados, das 13h às 17h. O curso oferecerá certificação para os alunos que cumprirem todas as condições exigidas em sua estrutura pedagógica, como frequência mínima de 75% e participação nas atividades propostas dentro do prazo estipulado.

Maestro e diretor musical Ricardo Rocha

As inscrições deverão ser feitas entre 14 de junho e 14 de julho, por meio do preenchimento do formulário digital disponibilizado no site da Estação Conhecimento de Serra: www.estacaoconhecimentoserra.org. Neste site o candidato terá acesso ao edital com as normas e objetivos do curso, bem como a lista de palestrantes com os respectivos temas a serem abordados.

O Vale Música integra o eixo de programas autorais do Instituto Cultural Vale, contempla intercâmbios entre estudantes e professores dos polos de formação do programa, aulas com músicos das orquestras profissionais patrocinadas pela Vale (Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Ouro Preto, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e Nova Orquestra) e residências artísticas.

O Curso de Introdução à Regência é realizado desde 2018 pelo Projeto Vale Música Serra como uma atividade pedagógica de formação continuada. Neste ano, além da migração para o formato on-line, em função da pandemia da Covid-19, a grade curricular foi ampliada no sentido de relacionar as práticas de regência com o ensino coletivo, políticas públicas, terceiro setor, educação, práticas interpretativas, pedagogia, gestão de pessoas e projetos, gestão financeira e gestão cultural. O conteúdo programático será apresentado em formato de aulas expositivas, abordagens teóricas, atividades práticas, seminários, debates e leituras científicas.

Maestro-Lelio-Alves-

Para o maestro Eduardo Lucas, idealizador do curso, a iniciativa visa preencher uma lacuna existente na formação de regentes em nível estadual e nacional, uma vez que o formato on-line permite a participação de alunos de diversas regiões. “Temos uma carência muito grande de cursos de regência no nosso país. Os poucos que existem são voltados para a formação de grandes maestros de orquestras sinfônicas e orquestras profissionais. O regente do século XXI é também um educador, e há uma lacuna de cursos para formar maestros educadores”, aponta.

De acordo com o maestro, o ineditismo da formação oferecida neste ano está na junção de conteúdos interdisciplinares e multidisciplinares, que visam à preparação dos alunos em termos técnicos e administrativos, e na seleção de convidados de renome internacional. “O curso vai tratar das questões técnicas e também de gestão, do entendimento da estrutura pedagógica do projeto a que a banda ou orquestra está vinculada, da captação de recursos, da compreensão do terceiro setor, das políticas públicas de assistência social, elaboração de planilhas, prestação de contas, acompanhamento financeiro, assessoria de comunicação e de toda a cosmologia de gestão inerente à função de um maestro”, adianta.

Carla Rincon – violinista

Um dos objetivos do curso é proporcionar aos alunos o acesso ao conhecimento e experiência de regentes consagrados. O maestro Eduardo Lucas faz questão de destacar o alto nível dos palestrantes convidados: “Dario Sotelo é referência mundial na regência de bandas sinfônicas e foi presidente da Wasbe (Associação Mundial de Conjuntos de Sopros e Bandas Sinfônicas); Maria José Chevitarese é professora doutora da UFRJ e referência no Brasil em canto coral infantojuvenil e em elaboração de óperas infantis; Marcelo Jardim é professor da UFRJ; e o maestro Nelson Ayres, figura importantíssima para a música instrumental brasileira, atualmente é regente da Orquestra Jovem Tom Jobim”, observa.

Para a gerente do Instituto Cultural Vale, Christiana Saldanha, o curso de Introdução à Regência está em consonância com a estrutura pedagógica do Programa Vale Música e com o papel da instituição no processo de democratização do acesso à cultura e do fomento da arte. “Desde 2019, quando foi criado, o Programa Vale Música está em constante evolução. O curso de Regência do Vale Música Serra, modalidade inédita no Programa, se junta a outras categorias de formação para possibilitar novas possibilidades aos músicos, reflexo de nossa busca incessante pelo aperfeiçoamento. Oferecido a interessados em todo o país, o curso é gratuito e será ministrado à distância, em virtude da pandemia de Covid-19”, destaca Saldanha.

Maria Jose Chevitarese Professora Titular de Canto Coral da UFRJ.

FIQUE LIGADO:
Curso remoto de Introdução à Regência do Programa Vale Música
Vagas: 300 (160 vagas para ampla concorrência, 40 vagas para alunos do Projeto Vale Música Serra e 100 vagas para os acordos de parceria estratégica do Programa Vale Música).


Requisitos:
Ser regente de banda, orquestra, coral, big band e outras formações (deverá apresentar uma declaração comprovando a sua atuação em ONGs, Projetos sociais, Igrejas, Escolas e outros);
Ser estudante de música (deverá apresentar uma declaração da instituição de ensino superior (IES);
Ser músico formado (deverá comprovar através de diploma ou declaração).


Inscrições: de 14 de junho a 14 de julho
Onde se inscrever: no site da Estação Conhecimento de Serra (www.estacaoconhecimentoserra.org)
Ficha de inscrição: https://forms.gle/RSMAPuNrGxtH8JzG9
Resultado dos selecionados: 19 de julho, no site da Estação Conhecimento de Serra
Início do curso: 24 de julho de 2021
Encerramento: 09 de abril de 2022
Carga horária: 200 horas, sendo 120 horas síncronas (por plataforma de videochamada Zoom) e 80 horas assíncronas (atividades pré-estabelecidas no AVA – Google Classroom)
Dúvidas: coord.valemusica@estacaoconhecimentodeserra.org

Fonte: https://correiodeminas.com.br/

Educação

Manuela D’Ávila é uma das palestrantes no Congresso de Comunicação da UFSJ

Estão abertas as inscrições para o I Congresso de Comunicação do Campo das Vertentes, evento on-line programado para os dias 24 e 25 de junho, que conta com o apoio do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de São João del-Rei (Dcoms-UFSJ). Destinado a estudantes de graduação e pós-graduação da UFSJ, segue aberto às demais instituições da região, assim como aos docentes e profissionais da área de Comunicação e afins.

Palestras, oficinas e apresentação de trabalhos fazem parte da programação do Congresso, que terá como tema Mídia e as disputas de narrativa em tempos de pandemia. “A proposta é criar um espaço permanente de debate no campo da Comunicação, em que temáticas atuais possam ser discutidas a partir de um ponto de vista crítico, reflexivo e, principalmente, científico, num momento de negacionismo. É uma forma de estimular a produção científica de nossos docentes e alunos”, explica o diretor-geral do evento, professor Luiz Ademir de Oliveira (Dcoms).

Ele conta que a ideia de realização desse encontro surgiu ao perceber que há vários estudantes dedicados à prática científica, com vocação para atividades acadêmicas. “Um congresso é momento importante para que possam apresentar esses trabalhos e também dialogar com pesquisadores de outras instituições”, avalia o docente.

Deborah Vieira, jornalista e professora substituta na UFSJ, ressalta a importância de eventos como esse: “Com temas e discussões atuais, além de produções dignas de um evento nacional, o Congresso une a identidade do Campo das Vertentes às preocupações atuais sobre a Comunicação e suas implicações na sociedade”, sinaliza Deborah.

Entre os profissionais convidados está a jornalista e mestra em Políticas Públicas, Manuela D’Ávila, presente na palestra de abertura. Ex-vereadora, ex-deputada estadual e ex-deputada federal, Manuela é autora de livros, criadora do instituto E se fosse você?, e foi candidata a vice-presidente do Brasil em 2018.

Oficinas práticas

Durante o evento, especialistas em suas respectivas áreas conduzirão oficinas que vêm abordar temas de destaque do atual cenário de Comunicação, caso da relação entre jornalismo e marketing digital; assessoria de comunicação; análise do discurso político; marketing de conteúdo e comunicação visual em mídias digitais. “Nessas oficinas, os interessados vão aprender um pouco de prática com profissionais com inserção no mercado”, comenta Luiz Ademir. As vagas são limitadas e sujeitas à confirmação.

Grupos temáticos e e-book 

Até a próxima terça, 15, a Comissão Organizadora recebe trabalhos submetidos aos sete Grupos Temáticos (GTs) do I Congresso de Comunicação do Campo das Vertentes. “O trabalho não precisa necessariamente discutir o tema do evento”, confirma Mayra Coimbra, jornalista, doutoranda em Comunicação e também integrante da Comissão Organizadora.

A pesquisadora revela que o número de GTs foi pensado para abarcar áreas diversificadas: “discussão de minorias, políticas públicas, campanhas eleitorais, comunicação de governo, estratégias comunicacionais, imagem pública, redes sociais e suas implicações, história do jornalismo, além de estudos que dialogam com a comunicação de uma forma mais geral”, elenca Mayra.

Os trabalhos podem ser enviados em dois formatos: artigos completos ou resumos expandidos. Nesse caso, o prazo para envio da versão final vai até 20 de agosto. Artigos selecionados serão publicados, em momento posterior, como capítulo de livro de e-book. As normas de submissão estão disponíveis aqui.

Negacionismo científico

Na programação, está previsto debate Negacionismo científico, guerra de narrativas e pandemia: a disputa política e comunicacional, com o trio formado pelos professores João Barreto da Fonseca, do Departamento de Comunicação Social e do Mestrado em Letras da UFSJ; Carla Montuori Fernandes, da Universidade Paulista (Unip); e Paulo Roberto Figueira Leal, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

“Três professores e pesquisadores que são referências para nossos orientandos e, ao mesmo tempo, são muito próximos”, indica o diretor-geral do Congresso. Luiz Ademir espera que o Congresso tenha continuidade: “Em 2022, vamos realizar a segunda edição do Simpósio Nacional de Comunicação Política, Campanha Permanente e Eleições. Vamos tentar conciliar os dois eventos – um regional e outro nacional”, planeja.

Inscreva-se!

“O público poderá esperar um evento muito bem organizado que, apesar de ser curto e de abrangência regional, tem um formato bem interessante”, afirma Luiz Ademir. Todas as informações quanto aos valores de inscrição, programação e quem são os docentes, pesquisadores e profissionais convidados, podem ser conferidas neste site, no Facebook (/comunicavertentes) e no Instagram (@comunicavertentes). O prazo para inscrições se encerra dia 23 de junho.

Fonte: https://correiodeminas.com.br

Turismo & Lazer

Conheça Matipó

O município de Matipó, faz parte do Circuito Turístico Montanhas e Fé, possui diversas cachoeiras, sendo a mais utilizada pela população local e pelos turistas é a Cachoeira dos Lourenço.

Matipó é cortada pela Estrada Imperial, novo empreendimento do Governo do Estado de Minas Gerais juntamente com o Estado do Espírito Santo, mais conhecido como Rota Imperial.

A Serra do Bom Jesus conhecida como Serrinha é freqüentada tanto pelos habitantes locais quanto pelos turistas, tendo como prática esportes radicais como voo livre, trekking, além de uma vista panorâmica do município de encher os olhos.

A principal rodovia de acesso à cidade é a Rodovia Osires Linhares Fraga, que liga a cidade à BR 262. O município está localizado na região II da Zona da Mata do estado de Minas Gerais e pertence à microrregião homogênea Vertente Ocidental do Caparaó.
Situado na bacia do Rio Doce, tem como principais elementos da hidrografia o Rio Matipó e o Ribeirão de Santa Margarida. Possui uma área de 277 km², sendo limitado ao norte pelo município de Caputira, ao sul pelos de Pedra Bonita e Santa Margarida, a leste pelo de Manhuaçu e a oeste por Abre Campo.

O distrito de Padre Fialho localiza-se a 15 km da sede.

ATRAÇÕES CULTURAIS EM MATIPÓ

Igreja Matriz São João Bastista
IGREJA MATRIZ SÃO JOÃO BASTISTA

Localizada no centro de Matipó, na Praça Padre Fialho, a Igreja de São João Batista, é um exemplo de arquitetura. Construída em meados dos anos 40, a igreja é uma das principais atrações Turísticas de Matipó. Fica aberta para visitação durante todo o dia.

Igreja de Santo Antônio
IGREJA DE SANTO ANTÔNIO

Localizada na Praça José de Araújo Chaves, a igreja de Santo Antônio é uma referencia do Turismo em Padre Fialho. Foi construída em meados dos anos 40 e hoje um dos atrativos da localidade.

Turismo em Minas Gerais | Matipó
CASA DE CULTURA DE MATIPÓ

Localizada anexo ao Parque de Exposição. Prédio, equipamentos e instalações em prefeitas condições de uso. Possui recepção, cozinha, salas para reuniões, salas de aulas, e um jardim.

ATRAÇÕES NATURAIS EM MATIPÓ

Morro do Serrinha
MORRO DO SERRINHA

O morro do Serrinha, é o local ideal para quem gosta de se aventurar. Um mirante com uma visão privilegiada da cidade de Matipó. No mês de julho, acontece o Encontro de Voo Livre e no mês de setembro a festa religiosa, que atrai grande público.

Cachoeira do Lourenço
CACHOEIRA DO LOURENÇO

A mais tradicional Cachoeira do município de Matipó, com pequenas quedas d’águas que vai descendo pelas pedras. Muito frequentada por turistas no período de verão, essa cachoeira é encantadora e charmosa.

Algumas opções para alimentação: Bar Lizado, República do Chopp, Restaurante Italogard Club, Restaurante JB e Beer House.

OPÇÕES PARA O SEU LAZER EM MATIPÓ: Italogard Club, Grota´s Clube Bar, campo de futebol Capitão Miguelito e Praça Padre Fialho.

Hospedagem:

Hotel Boa Vista
BR 262 – Km 75

Hotel La Province
Av João Mendes Magalhães, 27 – Centro
(31) 3873-2263

Hotel Milênio
Rodovia Osires Linhares Fraga , 08 – Exposição
(31) 3873-1932

Hotel Paloma
Rua Miguel Monteiro , 100 – Centro
(31) 3873-1438

Hotel São Pedro
Avenida João Mendes Magalhães , 200 – Centro
(31) 3873-1121

Centro de Informações Turísticas – CIT:

Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo
Endereço: Avenida Osires Linhares Fraga, s/n – Exposição – Matipó/MG – CEP: 35-367-000
Telefone: (31) 3873-2428

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/ e http://montanhasefe.com.br/

Turismo & Lazer

O que o turista não pode perder na charmosa Monte Verde!

Para celebrar o dia do turista comemorado hoje, 13/06, nós preparamos para você uma seleção de dicas imperdíveis em Monte Verde. O Charmoso distrito de Camanducaia ganhou o título de Suíça Brasileira e sem dúvida seu maior atrativo é o friozinho acolhedor. Além disso, o distrito ficou entre os 10 destinos mais acolhedores do mundo na premiação anual Traveller Review Awards da Booking.com. Por isso listamos algumas dicas imperdíveis para você curtir em sua estadia por lá!

6 dicas para conhecer Monte Verde:

  1. A pequena e charmosa vila está a 1600m de altitude, por isso tem temperaturas mais amenas durante quase o ano todo;
  2. O distrito possui várias chocolaterias para deliciar um chocolate quente e cremoso qualquer hora do dia, semelhante à cidade de Campos do Jordão e Gramado;
  3. Destino romântico, com clima serrano que recebe também vários grupos de amigos;
  4. Para visitar a cidade sem muitas aglomerações visite entre março e setembro;
  5. Nas noites de frio não se esqueça o prato mais famoso é o Fondue!
  6. Reserve pelo menos 3 dias para conhecer as atrações locais, e relaxar sem deixar de visitar alguns dos variados e incríveis restaurantes locais.

Gostou das nossas dicas? Então preste atenção, devido a pandemia a cidade tem operado com 60% de ocupação nos hotéis, pousadas e restaurantes. Então busque hospedagens que possuam o Selo Turismo Responsável e seja um turista consciente!

Faça o Download  do mapa turístico de Monte Verde no link abaixo:

https://monteverde.org.br/mapa-de-monte-verde-minas-gerais/

Trilha da Pedra Pardida – Monte Verde
Fonte: https://monteverde.org.br/trilha-da-pedra-partida/
Gressoney Chocolates – Primeira fábrica de chocolates em Monte Verde.
Fonte: https://monteverde.org.br/gessoney-fabrica-de-chocolate/
Pousada Spa Mirante da Colyna – Monte Verde
Fonte: https://monteverde.org.br/mirante-da-colina/
Gastrobar  Confraria Paulistânia com o prato principal Truta defumada com molho de ervas, purê de mandioquinha e salada alemã.
Fonte: https://www.nosdoisporai.com/destinos-nacionais/restaurantes-em-monte-verde-mg/

Cultura

Ateliê Casa Bracher apresenta-Documentário inédito “A Casa Verde de Todas as Cores” sobre a artista plástica Fani Bracher

Filme mostra os 13 grandes painéis pintados recentemente por Fani em sua casa, na Zona da Mata mineira. Exibição será em 11 de junho nas redes sociais do Ateliê.

Inquieta, a artista plástica mineira Fani Bracher gosta de trabalhar com diferentes processos artísticos ao mesmo tempo. Sua arte múltipla se revela em pinturas a óleo, chitas e estandartes, bordados, santuários e assemblages – colagens com objetos e materiais tridimensionais criados com restos de tubos de tinta, madeiras e garrafas. Essa inquietação é revelada no documentário inédito “A Casa Verde de Todas as Cores”, que o Ateliê Casa Bracher exibe em 11 de junho, no dia do aniversário de 77 anos da artista. A exibição acontece nas redes sociais (Youtube e Instagram) do Ateliê, às 20h.  Dirigido pela jornalista Blima Bracher, filha de Fani, o filme apresenta, pela primeira vez, ao público, o novo trabalho da artista: 13 grandes painéis pintados nas paredes na casa da família em Piau, na Zona da Mata mineira. O Ateliê Casa Bracher tem patrocínio do SESI.

Natural de Coronel Pacheco, Fani passou a infância cercada por paisagens rurais. A vivência com a terra marcou muito a artista, mas só mais tarde virou tema de suas pinturas. O início da carreira artística foi com a pintura nos anos 1970, em Ouro Preto, onde reside e trabalha há 50 anos ao lado do companheiro de vida, o pintor Carlos Bracher. Mas Fani sempre teve uma relação forte com Piau, terra de sua mãe, onde a família tem sítio. Em 2019, a artista começou a fazer intervenções artísticas nos móveis e objetos da casa. Um dia, segundo ela, já aos 75 anos, subiu em uma escada e começou a desenhar as paredes que logo foram tomadas por pinturas abstratas e coloridas. O resultado são 13 grandes murais, totalizando 30 metros quadrados de extensão. O documentário acompanhou a realização do último afresco, em maio deste ano.

Antes das pinturas ganharem as paredes da casa, Fani pintou diversos objetos e também usou a técnica de craquelê:  mesa, cadeira, baús, bule, espelho, azulejos, geladeira ganharam intervenções. “Gosto muito de interferir no meio em que estou vivendo. Comecei pintando um lugar de tratar passarinhos que era do meu pai, depois fui para o depósito de lenha. Em seguida, vieram as paredes”, conta a artista. Diferentemente de seus quadros a óleo, nos quais os tons de cinza e preto predominam, os painéis ganharam cores fortes e vibrantes. “Depois que comecei a trabalhar com chita, perdi um pouco o pudor das cores.  A chita mistura laranja com roxo e dá certo, não tem um filtro”, explica Fani, que pretende estender a pintura para o muro externo da casa.

No documentário inédito “A Casa Verde de Todas as Cores”, o público poderá conferir uma parte da trajetória artística de Fani Bracher. “Foi um grande desafio fazer esse recorte. Acompanho de perto o trabalho da minha mãe há muitos anos, mas, principalmente, em Ouro Preto, no quadrilátero ferrífero”, conta a diretora Blima Bracher. “Acho que ela está fazendo um resgate do período da infância e adolescência na região de Piau, onde ela nasceu e foi criada. É um lugar de muitas fazendas, vegetação e muitos tons de verde. Minha mãe tem uma alma rural e isso fica evidente no documentário”, acredita.  

Parte das obras de Fani Bracher pode ser vista no tour virtual do projeto Ateliê Casa Bracher (www.ateliecasabracher.com), no qual, desde dezembro, mais de 150 obras da coleção pessoal do casal de artistas Carlos e Fani Bracher estão disponíveis online. O acervo fica anexo ao casarão onde ambos residem. No segundo andar e no subsolo, localizam-se as obras de Fani Bracher, das quais 85 delas estão no tour virtual. São óleos, objetos, mobiliário, panos, bordados, colchas, desenhos, figurinos de teatro, além de suas fases temáticas: “Paisagens”, “Mineração”, “Flores”, “Ossos”, “Pedras”, “Setas”, e sua série mais recente, “De Pigmentos e Pedras”.

SOBRE FANI BRACHER

Fani Bracher nasceu na Fazenda Experimental em Coronel Pacheco, Minas Gerais. Graduada em jornalismo pela UFJF. Em 1968 casa-se com o artista Carlos Bracher e juntos viajam para a Europa, onde residem por dois anos. Em Portugal, fez cursos de história da arte com os críticos José Augusto França e Mário Gonçalves. Frequentou o atelier do pintor Almada Negreiros. Na cidade do Porto, conheceu a obra de Amadeu de Souza Cardoso. Depois de Portugal, partiu em viagem de estudos pelos Museus da Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia, Alemanha, Holanda, Bélgica e Inglaterra.

Fixou residência em Paris de agosto de 1969 a dezembro de 1970. Ainda na capital francesa, participou ativamente do “Centro de Artes para estudantes e artistas americanos”. De volta ao Brasil, estabeleceu-se em Ouro Preto, onde começa a pintar em 1973. A partir desta data, participou de várias exposições em museus, centros culturais e galerias de arte no Brasil e no Japão. Realizou 30 exposições individuais em cidades brasileiras e também no Uruguai, Argentina, Peru, Colômbia, Guiana Francesa, Jamaica e França. Sobre sua obra escreveram vários críticos, como Celma Alvim, Rubem Braga, Wilson Coutinho, Roberto Pontual, George Racs, Ferreira Gullar, Flávio de Aquino, Walmir Ayala, Walter Sebastião, Marcelo Castilho Avellar, Frederico Moraes e Ângelo Oswaldo de Araújo Santos.

Ganhou 14 prêmios de pintura e tem seus trabalhos incluídos em 34 livros de arte. O livro “Fani Bracher”, de Frederico e Ronald Polito (editora Salamandra Consultoria e Editora SA) obteve o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o V Prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica, como “Melhor Livro de Arte”.  Tem ainda publicado o livro “Fani Bracher”,  (C/Arte Editora), de autoria de José Alberto Pinho Neves.

FICHA TÉCNICA ATELIÊ CASA BRACHER

Artistas: Carlos Bracher e Fani Bracher

Coordenação Geral: Larissa Bracher | Sergio Saboya | Silvio Batistela

Coordenação ACB, pesquisa, arquivo, acervo, curadoria, filmes, produção executiva de eventos e textos do site: Blima Bracher

Assessoria de Imprensa: Paula Catunda | Fernanda Lacombe

Tour Virtual Hipermídia: Ricardo Macedo e Cristiane Macedo

Coordenação site e tour virtual: Carlos Chapéu

Sound designer e trilha sonora: Marcello H.

Tradução: Aline Casagrande (inglês e espanhol) | Roberta Arantes (inglês)

Social media: THD Digital

Coordenação financeira e administrativa: Letícia Nápole

Contabilidade: Contabilidade Teixeira e Carvalho CTC

Anúncios publicitários: Nea Palma Comunicações

Teasers dos eventos: André Sutton

Fotos: Acervo pessoal, Blima Bracher, Edmar Luciano, Ricardo Correia de Araujo, Larissa Bracher, Rômulo Fialdini, Miguel Aun, Pollyanna Assis, Pirex, Dimas Guedes, Zélia Gattai, Eduardo Tropia, Sérgio Pereira Silva, Sérgio Bara.

Ateliê Casa Bracher

www.ateliecasabracher.com

Evento Fani Bracher

Dia 11 de junho (sexta), às 20h. Gratuito.

Exibição do documentário “A Casa Verde de Todas as Cores”.

Direção: Blima Bracher. Montagem: Fred Tonucci

Duração: 20 min. Classificação: Livre.

Transmissão nos canais do Ateliê Casa Bracher:

Instagram :@ateliecasabracher

YouTube: bit.ly/ateliecasabracher

Fonte: https://www.ouropreto.com.br/

Cidades

CONHEÇA ABRE CAMPO – MG

A CIDADE DA PRODUÇÃO DE CAFÉ E CACHAÇAS ARTESANAIS.

Abre Campo é um município situado na Zona da Mata Mineira, estando a 216 KM da capital Belo Horizonte, e pertencente a Região Turística do Circuito Turístico Montanhas e Fé. Sua economia está baseada na cafeicultura e pecuária de corte e leite e crescendo na área da suinocultura.

Abre Campo destaca-se pela produção de cachaças artesanais, que são produzidas em alambiques tradicionais na região, alguns com mais de 80 anos de tradição. As cachaças artesanais produzidas nestes alambiques são reconhecidas em âmbito nacional, sendo sua produção exportada para diferentes estados brasileiros.

O primeiro conquistador e povoador dos Sertões de Abre Campo foi José do Vale Vieira que ali recebeu sesmaria em 1755. Outros exploradores aí se fixaram e, por provisão de 15 de outubro de 1741, o bispo, Dom Frei João da Cruz criou a freguesia com o título de Santa Ana e Senhora do Rosário da Casa da Casca.

Para a adoção do topônimo Abre Campo existem duas versões. Uma delas conta que, na época da penetração dos bandeirantes, esteve naquela região um português de nome Marco, que com seus companheiros brandiam contra os troncos das árvores exclamando em altas vozes. “Abre-Campo! Abre-Campo!”. Noutra versão, a origem do nome é devida a tribo indígena denominada Cataxós ou Catoxés, que em língua indígena significa Abre Campo.

Desde 1734, a mando do conde das Galveias, Matias Barbosa da Silva, um dos abridores da picada de Goiás, passou ali numa bandeira com 70 homens e mais 50 escravos para atacar os botocudos. Passou pelas Escadinhas da Natividade e fundou o Presídio efêmero de Abre Campo. Em 1770 houve um litígio com o vigário de São José da Barra Longa, mas o arraial se reconstituiu.

Algumas atrações turísticas

Paróquia Sant'Ana: 165 anos de história e fé « Arquidiocese de Mariana
IGREJA MATRIZ DE SANT’ANA
Cachoeira do Memorial Cotochés

Um dos principais atrativos, a Cachoeira do Memorial Cotochés chama a atenção pela beleza e paisagismo com suas quedas e área verde ao seu redor.

A cachoeira é mais um belo projeto do paisagista e artista plástico Alexandre Magno, que foi convidado pelos gestores do memorial para melhorar o visual do antigo córrego que passava pelo terreno.O resultado é surpreendente, e a cachoeira construída com pedras artificias feitas de materiais reciclados, rodeada por um lindo jardim e de animais feitos de madeira que representam um pouco da história da Cotochés, é um chamativo para belas fotos.

Memorial Cotochés em Abre Campo - MG
Memorial Cotochés em Abre Campo – MG – Parada Obrigatória na BR-262 para quem vai de Minas Gerais para o Espírito Santo

O Memorial Cotochés está nas margens da BR 262 e oferece aos visitantes serviços de restaurante, lanchonete, hotel e loja de produtos mineiros, além da tradicional Passarela do Queijo com degustação de produtos nacionais e internacionais.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA QUE FICA EM UMA FAZENDA NOS ARREDORES DA CIDADE
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Represa do Emboque
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Praça Tiradentes
Café especial: BSCA abre inscrições para o Cup of Excellence – 2020 –  Portal Campo e Negócios
Café Patrício
CACHAÇA BARREIRINHA
FESTA DO CAFÉ COM LEITE
Governo moderniza Leitão Vida e fomenta produção sustentável na suinocultura  de MS – SEMAGRO
Suinocultura – Granja de Suínos Conquista. Suinocultura Vista Alegre

A tradicional Festa do Café com Leite foi criada com o intuito de promover e valorizar os principais produtos que movem a economia municipal, sendo eles o café e o leite. Durante o evento são realizadas palestras para os cafeicultores e pecuaristas, torneio leiteiro a nível municipal, concurso da Garota Café com Leite, barraquinhas típicas com produtos derivados do café e do leite e shows artísticos e culturais.

Conheça também:

  • Represa do Emboque a 24,8 km de Abre Campo, em Raul Soares, MG.
  • Minas Beach Parque aquático a 31,4 km de Abre Campo, em Raul Soares, MG.
  • Castelo do Café a 48,5 km de Abre Campo, em Manhuaçu, MG

Centro de Informações Turísticas – CIT:

Informações: Prefeitura Municipal de Abre Campo
Endereço: Rua Santo Antônio, 228 – Centro/ CEP: 35.365-000
Telefone: (31) 3872-1254

Fontes: Secretaria Municipal de Cultura e Juventude de Abre Campo, www.minasgerais.com.br , www.viagemturismoaventura.blogspot.com , www.pelasestradasdeminas.com.br

Turismo & Lazer

Da pista para a estrada – Projeto Pedal 031

“Como uma pessoa que, em meio a tanto caos, e sem saber quando vai poder voltar a trabalhar consegue se reinventar e cuidar da sua saúde mental e física?”

Lucas tem 29 anos e até março de 2020 ele era DJ, mas devido a pandemia se afastou dos palcos e deu início ao projeto Pedal 031.

Em 7 de março de 2020 foi seu último show e, depois de ver tantas pessoas tristes com a Pandemia, pensou em incentivá-las a ter uma vida mais saudável e positiva. Trocou seus patins em uma bicicleta e foi tomando gosto pelo pedal.

A princípio, sua intensão era apenas mostrar as belezas de Minas pelo caminho velho da Estrada Real, que vai de Diamantina a Parati. Mas o projeto deu certo, conseguiu patrocínios e houve a intereçao das pessoas que o segue nas redes sociais.

O ‘Pedal 031’ foi a resposta que encontrou para fugir das armadilhas que o cenário atual instalou na sociedade, stress, preocupações financeiras e, principalmente, o desgaste psicológico. Além de uma ótima desculpa para mostrar uma das grandes riquezas históricas de Minas e do Brasil, a Estrada Real. Pontos históricos e naturais, hotelaria, gastronomia, cultura e quando possível, pessoas.

“A gente precisa se reinventar, não precisa ser atleta nem ter a melhor bicicleta, basta se preparar, ter boa alimentação. O Pedal 031 nasce como uma fuga, mas cresce e ganha forma na descoberta cultural e nas belezas deste trajeto único, acrescenta Lucas. Não precisa sair de Minas pra se divertir, temos cachoeiras, boas pousadas, comida de qualidade, pontos turísticos legais. A pandemia me deu mais 10 anos de vida, me reinventei e vou conciliar meu trabalho de dj com o projeto.

Hoje ele conta com cerca de 90 mil seguidores em seu perfil do Instagram, e por lá mantém uma comunicação ativa com todos eles.

O projeto vai muito além da aventura e tem como objetivo não só a exposição cultural, mas mostrar algumas de nossas belezas, alertando as pessoas para a prática esportiva, os comércios que fomentam a economia local e turística. O que é muito interessante e os torna ainda mais conhecidos e com ótima visibilidade, principalmente na atual realidade do Brasil em que o turismo está começando a se reerguer.

Após o grande sucesso da primeira etapa, Lucas já iniciou a segunda, passando pelo caminho novo da Estrada Real; a aventura começou no dia 01/06/2021.

Empresas e empreendedores podem patrocinar o projeto, visto que é uma oportunidade incrível de grande visibilidade, uma vez que ele passará por diversas cidades de Minas, e finalizará no Rio de Janeiro. Lucas estará utilizando uma camisa com a logos das empresas que patrocinaram o projeto.

A viagem iniciou dia 01/06 em Diamantina e a ideia será finalizar dia 05/08 em Porto Estrela no Rio; como é de bicicleta, ela pode se estender um pouco, mas o plano é de 2 meses de viagem na Estrada Real – caminho novo.

Para saber mais sobre o projeto e também os apoiadores e patrocinadores atuais, basta entrar em contato com Érica da Agência Natusold (@agencianatusold) de Belo Horizonte.

Durante o trajeto, Lucas irá compartilhar conosco da Revista Viva Minas, dicas de pontos turísticos, comida local e muitas curiosidades. Acompanhe toda semana em nosso site e redes sociais!

Texto: Clarisse Alves
Informações/Fotos: Érica e Lucas Contato: (31)9.9492-3766

Esporte

Nadadora Larissa Oliveira consegue classificação para as Olimpíadas de Tóquio

Juiz-forana integra equipes do 4x100m livre e do 4x100m medley misto do Brasil que alcançaram índices olímpicos

Pouco mais de um mês após ficar a um centésimo do índice olímpico nos 100m livre, a nadadora juiz-forana Larissa Oliveira teve confirmada, pela Federação Internacional de Natação (Fina), a vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio nas equipes do Brasil nos revezamentos do 4x100m livre e do 4x100m medley misto. As duas equipes participaram da repescagem mundial de revezamentos encerrada no último dia 31 de maio e tiveram a classificação anunciada no último sábado (5).

No 4x100m livre feminino, a equipe brasileira, além da juiz-forana, foi formada por Etiene Medeiros, Stephanie Balduccini e Ana Vieira. O time terminou na quarta colocação, com o tempo de 3m38s59. Já no 4x100m medley misto, formado por Guilherme Basseto, Felipe Lima e Giovanna Diamante, o Brasil conquistou a terceira colocação com o índice de 3m45s51. Nas duas provas, classificavam-se as quatro equipes com melhores tempos.

Time olímpico formado por Etiene Medeiros, Stephanie Balduccini, Larissa e Ana Carolina Oliveira (Foto: Satiro Sodré/SSPress/CBDA)

Além das vagas já garantidas, Larissa Oliveira ainda tem a possibilidade de conseguir a classificação para os Jogos Olímpicos nos revezamentos 4x200m livre feminino e 4x100m medley feminino, que não terminaram entre os quatro primeiros do ranking da repescagem, mas ainda podem obter a classificação olímpica caso haja alguma desclassificação de equipes mais bem colocadas pela Fina.

Pelo Instagram, a atleta juiz-forana comemorou a vaga. “Fui várias vezes derrubada e no chão tive que me recriar e criar forças para me levantar e seguir em frente! Hoje finalmente posso anunciar que: Tóquio 2021, aí vou eu!”.

Fonte: https://tribunademinas.com.br/

Turismo & Lazer

Inhotim inaugura exposição na Semana do Meio Ambiente

Nova mostra no Google Arts and Culture e parceria com o Instituto Terra são destaques na programação

O Inhotim, instituição de referência em ações de preservação de espécies botânicas e conscientização ambiental, participa da 17ª Semana do Meio Ambiente, comemorada sempre na primeira semana de junho, com uma série de ações. Neste ano, o destaque é a exposição “Do tamboril à braúna: conversas com quem gosta de árvores”, que estreia sábado (5/6), Dia Mundial do Meio Ambiente, no Google Arts and Culture.

Tamboril

A nova exposição vai abordar algumas das espécies de árvores mais representativas do acervo botânico do Inhotim, como braúna, embaúba, coité e, claro, a Tamboril, símbolo do Instituto, com idade estimada entre 80 e 100 anos. “Admirada particularmente pelo tamanho majestoso e copa frondosa, essa árvore é testemunha da criação e do desenvolvimento do Inhotim ao longo dos anos, abrigando e inspirando plantas, animais e pessoas”, comenta Bárbara Sales, analista ambiental do Instituto Inhotim.

Coité


A exposição virtual conta com a participação da equipe do Jardim Botânico do Inhotim e convidados especiais, que trazem mediações exclusivas e ensinamentos importantes sobre as espécies. Afinal, conhecendo mais esses seres majestosos da Natureza, podemos contribuir para a conservação do nosso patrimônio ambiental.

Braúna


Parceria com o Instituto Terra
Referências mundiais na conservação do meio ambiente em seus respectivos territórios, o Inhotim e o Instituto Terra abordam espécies presentes na Mata Atlântica no Cerrado, bem como seus esforços para conservar a natureza em seus territórios. Os conteúdos serão publicados no Instagram (@inhotim e @institutoterraoficial) de terça-feira (01/06) até sábado (05/06).

Visita virtual no feriado
A programação da Semana do Meio Ambiente traz também a visita virtual “Um olhar sobre o acervo botânico”, na quinta-feira (dia 3, feriado), às 16h. Percorrendo os jardins do Instituto, educadoras do Inhotim destacam os três pilares sustentadores de um jardim botânico: pesquisa, conservação e educação ambiental. A iniciativa faz parte do programa Inhotim para Todxs, patrocinado via lei Federal pela Localiza e pela Unimed.

A visita acontecerá pelo Zoom (inhotim.info/InhotimParaTodxs). Não é necessário se inscrever, mas as vagas são limitadas e a “sala” é bloqueada quando atinge um número confortável para o atendimento de todos os participantes.

Visita presencial
Para quem puder contemplar pessoalmente as belezas naturais do Inhotim, em Brumadinho, a dica é a visita presencial com o curador botânico do Instituto, Juliano Borin. Neste tour especial, um grupo de até 15 pessoas vai conhecer os detalhes dos trabalhos botânicos do Inhotim, os segredos do paisagismo e ter acesso exclusivo aos bastidores das estufas de plantas, onde se encontram espécies raras.

A visita acontece no sábado (5/6), das 10h30 às 12h30, com saída da recepção.

Funcionamento do Inhotim
O Instituto Inhotim está de portas abertas aos visitantes às sextas, sábados, domingos e feriados, com limitação da capacidade de público (500 pessoas), uso de máscara e álcool em gel, entre outras medidas. Lembrando que o parque está sujeito à capacidade máxima, e os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente on-line pelo Sympla, tiqueteira oficial do Inhotim. Confira no site todas as regras de visitação.

Ingressos Inhotim
Inteira: R$ 44
Meia: R$ 22

Na última sexta-feira de cada mês (exceto em feriados) a entrada é gratuita. Para quem puder visitar o instituto em mais de um dia, os passaportes estão com preços atrativos.

Para os moradores de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim, todos os dias são de entrada gratuita.

RUA B, 20, INHOTIM, BRUMADINHO. MG – BRASIL

Informações para imprensa
Izabela Ventura – izabela.ventura@inhotim.org.br
(31) 99764-6440

Fotos: João Marcos Rosa

Turismo & Lazer

Ouro Preto: dicas imperdíveis de contato com a natureza

As atrações de Ouro Preto são tantas que, neste post, você vai conhecer uma nova Ouro Preto, com dicas de passeios ao ar livre.

Ouro Preto é um destino completo. A apenas 100 km da capital mineira, é parte da Estrada Real, maior rota turística brasileira.

As ladeiras de Ouro Preto são recheadas de pontos turísticos que remontam ao Ciclo do Ouro. A maioria das pessoas chega até ali por sua inegável riqueza cultural. E não é pra menos. O centro histórico de Ouro Preto tem o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, o que atrai olhares do mundo todo.

Mas se você está em busca de uma Ouro Preto diferente, que vai além do centro histórico, esse post é para você. Com um olhar mais atento e, claro, com essas dicas incríveis, você vai conhecer outra versão de Ouro Preto.

Foto: Vista do centro histórico de Ouro Preto.

O que fazer em Ouro Preto

Aqui a melhor forma de conhecer seus pontos turísticos é caminhando.

Ouro Preto permite a prática de muitos passeios ao ar livre, com muitas doses de natureza e até aventura em suas serras e cachoeiras. Vale trekking, tirolesa, escalada e até passeios de caiaque.

Parques naturais

Para quem está em busca de descansar a mente, respirar novos ares e colocar o corpo em movimento, não dá para deixar de visitar os parques naturais da cidade.

Parque Estadual do Itacolomi

Foto: Pico do Itacolomi. 

Pico do Itacolomi é uma marca da cidade e fica no Parque Estadual do Itacolomi, aberto a visitação. Do centro histórico mesmo é possível vê-lo. Aliás, este pico foi usado como referência aos bandeirantes que percorriam a Estrada Real para chegar à antiga Vila Rica.  

No parque é possível fazer uma trilha até o Pico do Itacolomi, que oferece uma vista de 360º de toda a cidade. Neste passeio o visitante percorre uma trilha de 12 km ida e volta, cerca de 4h no total.

Para quem não perde uma oportunidade de se refrescar, a Lagoa da Capela é uma opção de banho, que fica bem próximo à sede do parque, cerca de 200m.  

O acesso ao parque é feito pela rodovia que liga Ouro Preto à Mariana. Após a entrada de Ouro Preto, seguir pela rodovia em direção à Mariana por cerca de 7km até o trevo do Hospital Santa Casa Misericórdia e a portaria do parque.

Foto: Parque Estadual do Itacolomi

Parque Natural Municipal das Andorinhas

O Parque Natural Municipal das Andorinhas protege as nascentes mais altas do Rio das Velhas, um afluente importante do Rio São Francisco.

Com tanta água, suas piscinas naturais e cachoeiras são os atrativos mais visitados por quem busca nadar e relaxar. As trilhas variam do nível fácil ao difícil, vai ao gosto do freguês.

Não dá pra perder os mirantes paras as exuberantes paisagens naturais do local.

O acesso pode ser feito a partir da sede do município de Ouro Preto – a primeira pela Rua 15 de Agosto, passando pelos bairros Morro da Queimada, Morro Santana e Morro São João, onde se acessa a portaria/entrada 1. E a segunda forma de acesso é pela Rua Henri Gorceix, ladeira João de Paiva, passando pelo bairro São Sebastião, de onde se acessa a portaria/entrada 2.

Floresta do Uaimii

Foto: ilustração de trilhas por áreas naturais

No distrito de São Bartolomeu, em Ouro Preto, está localizada a Floresta do Uaimii, a primeira reserva estadual de Minas Gerais, com trilhas encobertas de Mata Atlântica e belíssimas cachoeiras. O acesso aos pontos turísticos naturais é por meio de trilha, em meio a mata, de aproximadamente 4km.

O local é ideal para quem busca conexão com a natureza. Possui duas entradas: a de São Bartolomeu e a de Brás Gomes.

Cachoeiras

Ouro Preto tem diversas opções pra quem não dispensa um passeio com um belo banho de cachoeiras.

Foto: Cachoeira do Castelinho – Chapada
Foto: Cachoeira Três Pingos

Essas são apenas algumas, no próprio Parque Estadual do Itacolomi é possível aproveitar pra se refrescar com menos de 1,5 km de trilha, além do Parque Natural Municipal das Andorinhas e da reserva Floresta Uaimii.

Um pouco de adrenalina

Foto: ilustração da prática do esporte stand up paddle

A Fazenda Nascer (RPPN) localizada dentro da reserva Uaimii oferece opções de entretenimento como caminhadas ecológicas, caiaque, stand up paddle, camping, e, ainda, experimentar uma boa comida caseira mineira.

Turismo rural e romance

Os distritos de Lavras Novas, Cachoeira do Campo e Amarantina são procurados por quem está em busca de vivências em ambientes rurais e, porque não, romance.

A paisagem, as pousadas aconchegantes e bares são um charme e criam um clima. Aos casais aventureiros também oferecem atrações turísticas de natureza em estações ecológicas, fazendas, passeio à cavalo, quadriciclo e bike.

Foto: passeio de quadriciclo pelo distrito de Lavras Novas, Ouro Preto

 Mirantes

Também é possível meditar, refletir e admirar os cenários nos mirantes localizados em diversos pontos da cidade, são eles:

  • Mirante na Rua Getúlio Vargas, conhecido como “muro dos namorados” tem uma bela vista para o bairro Pilar, com destaque para a Basílica de Nossa Senhora do Pilar.
  • Mirante de Santa Efigênia quase passa desapercebido por quem visita apenas a igreja. Vale a pena se debruçar diante do visual visto para tentar identificar as diferentes atrações do Centro Histórico.
  • A caminho da cidade de Mariana, seguindo pela Rua Conselheiro Quintiliano, encontra-se a mureta do Mirante das Lajes. A vista contempla paisagens da Praça Tiradentes, emolduradas pelos morros de Ouro Preto.
  • Mirante do Morro São Sebastião, que fica bem ao alto, se tem a vista mais completa do Centro Histórico de Ouro Preto. A graça está justamente em tentar identificar tantos diferentes pontos de interesse, como as igrejas, os museus e o Pico do Itacolomi. A visão é tão ampla que até mesmo parte do campus Morro do Cruzeiro, da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) pode ser observado.
  • E o Mirante da Igreja Mercês e Misericórdia, que no muro de seu adro, desfrutamos de um lindo pôr do sol!

Natureza e cultura

Ecomuseu

No alto da Serra de Ouro Preto, no bairro São João, até a cumeada onde se encontram as ruínas do moinho de vento, um território que abriga o Ecomuseu, que guarda a memória do primeiro grande assentamento urbano, destruído pelo incêndio ordenado pelo Conde de Assumar, na Sedição de 1720.

Ecomuseu possui um conceito diferenciado de museu: cultura, patrimônio e vivências comunitárias numa lógica de território que envolve os morros da Queimada, Santana, São João e São Sebastião.

Museu do Chá

Para conhecimento e experiência, no Parque do Itacolomi acolhe o Museu do Chá, a edificação da antiga Fábrica de Chá Edelweiss, da Fazenda de São José do Manso, e que conserva a memória dessa atividade da primeira metade do século 20, ao cultivo do chá iniciado no século 19.

Casarão do Manso

E no casarão do Manso, há uma exposição, em sensível contexto museográfico, sobre os naturalistas que visitaram Minas Gerais desde a abertura dos portos do Brasil (1808) até o final do Império.

Construções minimalistas

Para os minimalistas, na rodovia de acesso a Ouro Preto, no distrito de Cachoeira do Campo, é possível desfrutar de um maravilhoso conjunto de reduções de edifícios históricos de todo o Brasil, do Farol da Barra na Bahia ao Palácio da Alvorada, da Câmara de Mariana à Igrejinha da Pampulha.

Sabores e saberes  

Seguindo uma outra rota, descobrimos a expressividade ouro-pretana em seus sabores e saberes da região.

Cozinha mineira

No cardápio encontramos delícias típicas mineiras como: frango com quiabo, carne de porco com ora-pro-nóbis, angu, feijão tropeiro, tutu com torresmo, carne de panela, produção artesanal da goiabada cascão, doce de leite nas quitandas distribuídas nos distritos de São Bartolomeu, Santo Antônio do Salto e Santa Rita.

Produção artesanal

Foto: Produção artesanal em pedra sabão.

E não dá para deixar de visitar a produção artesanal em pedra sabão em Santa Rita de Ouro Preto, lá, encontramos a essência do artesanato em pedra sabão, arranjo produtivo local da cidade, onde ocorre a fabricação de panelas do material.


Deu pra ver que você ainda tem muito o que conhecer em Ouro Preto, não é?

Ah, para a visita aos pontos turísticos recomenda-se a contratação de um guia para melhor interpretação e aproveitamento da riqueza das atrações. 

Sinta os caminhos de Ouro Preto, cidade que conta a história de Minas, e siga as trilhas das belezas históricas e naturais!

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/