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Conheça Matipó

O município de Matipó, faz parte do Circuito Turístico Montanhas e Fé, possui diversas cachoeiras, sendo a mais utilizada pela população local e pelos turistas é a Cachoeira dos Lourenço.

Matipó é cortada pela Estrada Imperial, novo empreendimento do Governo do Estado de Minas Gerais juntamente com o Estado do Espírito Santo, mais conhecido como Rota Imperial.

A Serra do Bom Jesus conhecida como Serrinha é freqüentada tanto pelos habitantes locais quanto pelos turistas, tendo como prática esportes radicais como voo livre, trekking, além de uma vista panorâmica do município de encher os olhos.

A principal rodovia de acesso à cidade é a Rodovia Osires Linhares Fraga, que liga a cidade à BR 262. O município está localizado na região II da Zona da Mata do estado de Minas Gerais e pertence à microrregião homogênea Vertente Ocidental do Caparaó.
Situado na bacia do Rio Doce, tem como principais elementos da hidrografia o Rio Matipó e o Ribeirão de Santa Margarida. Possui uma área de 277 km², sendo limitado ao norte pelo município de Caputira, ao sul pelos de Pedra Bonita e Santa Margarida, a leste pelo de Manhuaçu e a oeste por Abre Campo.

O distrito de Padre Fialho localiza-se a 15 km da sede.

ATRAÇÕES CULTURAIS EM MATIPÓ

Igreja Matriz São João Bastista
IGREJA MATRIZ SÃO JOÃO BASTISTA

Localizada no centro de Matipó, na Praça Padre Fialho, a Igreja de São João Batista, é um exemplo de arquitetura. Construída em meados dos anos 40, a igreja é uma das principais atrações Turísticas de Matipó. Fica aberta para visitação durante todo o dia.

Igreja de Santo Antônio
IGREJA DE SANTO ANTÔNIO

Localizada na Praça José de Araújo Chaves, a igreja de Santo Antônio é uma referencia do Turismo em Padre Fialho. Foi construída em meados dos anos 40 e hoje um dos atrativos da localidade.

Turismo em Minas Gerais | Matipó
CASA DE CULTURA DE MATIPÓ

Localizada anexo ao Parque de Exposição. Prédio, equipamentos e instalações em prefeitas condições de uso. Possui recepção, cozinha, salas para reuniões, salas de aulas, e um jardim.

ATRAÇÕES NATURAIS EM MATIPÓ

Morro do Serrinha
MORRO DO SERRINHA

O morro do Serrinha, é o local ideal para quem gosta de se aventurar. Um mirante com uma visão privilegiada da cidade de Matipó. No mês de julho, acontece o Encontro de Voo Livre e no mês de setembro a festa religiosa, que atrai grande público.

Cachoeira do Lourenço
CACHOEIRA DO LOURENÇO

A mais tradicional Cachoeira do município de Matipó, com pequenas quedas d’águas que vai descendo pelas pedras. Muito frequentada por turistas no período de verão, essa cachoeira é encantadora e charmosa.

Algumas opções para alimentação: Bar Lizado, República do Chopp, Restaurante Italogard Club, Restaurante JB e Beer House.

OPÇÕES PARA O SEU LAZER EM MATIPÓ: Italogard Club, Grota´s Clube Bar, campo de futebol Capitão Miguelito e Praça Padre Fialho.

Hospedagem:

Hotel Boa Vista
BR 262 – Km 75

Hotel La Province
Av João Mendes Magalhães, 27 – Centro
(31) 3873-2263

Hotel Milênio
Rodovia Osires Linhares Fraga , 08 – Exposição
(31) 3873-1932

Hotel Paloma
Rua Miguel Monteiro , 100 – Centro
(31) 3873-1438

Hotel São Pedro
Avenida João Mendes Magalhães , 200 – Centro
(31) 3873-1121

Centro de Informações Turísticas – CIT:

Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo
Endereço: Avenida Osires Linhares Fraga, s/n – Exposição – Matipó/MG – CEP: 35-367-000
Telefone: (31) 3873-2428

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/ e http://montanhasefe.com.br/

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Buscando reconexão, família de Congonhas inicia viagem pelo Brasil de Kombi

Uma família de Congonhas está prestes a embarcar em uma aventura diferente. Movidos pelo desejo de experienciar coisas novas, Carlos Henrique, Rosana Melo e Laura viajarão de kombi por todo o país, rumo ao Amazonas.

Segundo os tripulantes, além de conhecer mais do Brasil, a viagem tem um objetivo importante para a família: a reconexão. Eles passaram quase três anos a mais de 12 mil quilômetros de distância.

Carlos Henrique e Rosana se conheceram ainda adolescentes e tiveram inúmeras idas e vindas até que em 2009 embarcaram na primeira grande aventura juntos rumo à Nova Zelândia. Lá aprenderam inglês, iniciaram novas carreiras, conheceram pessoas do mundo inteiro, se casaram e aproveitaram para conhecer outros países. Aí nasceu uma grande vontade de viajar. Tornaram-se cidadãos Neozelandês e também ganharam mais uma companheira de viagem: Laura, a filha do casal.

Em 2018 se separaram. Ao final de 2019 Rosana e Laura vieram para o Brasil e optaram por ficar um pouco mais devido a pandemia. Carlos Henrique chegou em meados de 2020. 

Em janeiro de 2021 conversaram e decidiram apostar suas fichas em um projeto juntos novamente. 

Família pronta para a aventura
Família pronta para a aventura

A família destaca que a maneira como a viagem acontece não apresenta risco de contágio pela Covid-19: “Pretendemos sim, viver experiências pelos caminhos, portanto defendemos o turismo com segurança. Na nossa caixa estaremos seguros, sem contato com outras pessoas e sempre que sairmos para explorar tomaremos todos os cuidados necessários para que possamos continuar seguindo saudáveis a nossa jornada. Álcool e máscara já são parte dos itens fundamentais da nossa kombihome”.

Waka

O veículo usado na aventura será a Waka. O nome em Maori é uma demonstração de respeito pela Nova Zelândia que foi casa do casal por dez anos e onde a filha nasceu. O termo significa Canoa, elas eram usadas por desbravadores para explorar novos territórios.

Kombi que levará o trio para o Amazonas
Kombi que levará o trio para o Amazonas


A Waka era uma kombi normal usada para carregar pessoas, no entanto, foi equipada com isolamento térmico, forros, guarda-roupas e eletrodomésticos alimentados por uma placa solar. Segundo a família, lá tem quase tudo que há dentro de uma casa normal.

O projeto foi todo criado e executado em casa por Carlos Henrique. Ele cortou, pintou, martelou, montou cada item aprendendo ali, assistindo vídeos no youtube, errando e refazendo. 

Primeiro projeto de Carlos Henrique foi a montagem da Kombi
Primeiro projeto de Carlos Henrique foi a montagem da Kombi

Teste

Antes de partirem para aventura principal, o trio fez um teste na pequena localidade de Santo Antônio do Salto, distrito de Ouro Preto. O objetivo era avaliar a Kombi, a cama, o fogão e ver o que lhes faltaria e o que não precisavam.

Kombi pronta para a viagem
Kombi pronta para a viagem

Eles dormiram na praça da cidade e, apesar da tensão, não encontraram problemas. Conheceram pessoas e fizeram amigos durante o dia. Eles constataram que a rotina irá mudar, mas aprovaram a organização que tiveram até ali.

Viagem

Com o teste feito, o trio definiu qual será o roteiro para a viagem. Eles começarão por um caminho que conhecem bem, para entender que está tudo de acordo: “Sairemos de Congonhas com direção a Tiradentes (parando pra ver amigos no caminho, claro), e seguindo para Carrancas. Após esse percurso, iniciaremos então a rota 1 com destino ao Amazonas”.

O projeto será financiado com recursos próprios, mas eles pensam em fazer uma campanha no futuro: “A ideia é ir até onde o dinheiro durar, mas acreditamos que no meio do caminho encontraremos meios para continuar seguindo até quando for prazeroso. Pensamos em fazer uma campanha de quilômetro onde quem não pode viajar mas curte esse tipo de aventura poderá doar um quilômetro para que a gente possa ir mais longe” pontuam.

Trio está empolgado para a viagem
Trio está empolgado para a viagem

Quem quiser acompanhar a aventura da família, pode fazer isso pelo Instagram @3nacaixa

Fonte: https://fatoreal.com.br/

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O que o turista não pode perder na charmosa Monte Verde!

Para celebrar o dia do turista comemorado hoje, 13/06, nós preparamos para você uma seleção de dicas imperdíveis em Monte Verde. O Charmoso distrito de Camanducaia ganhou o título de Suíça Brasileira e sem dúvida seu maior atrativo é o friozinho acolhedor. Além disso, o distrito ficou entre os 10 destinos mais acolhedores do mundo na premiação anual Traveller Review Awards da Booking.com. Por isso listamos algumas dicas imperdíveis para você curtir em sua estadia por lá!

6 dicas para conhecer Monte Verde:

  1. A pequena e charmosa vila está a 1600m de altitude, por isso tem temperaturas mais amenas durante quase o ano todo;
  2. O distrito possui várias chocolaterias para deliciar um chocolate quente e cremoso qualquer hora do dia, semelhante à cidade de Campos do Jordão e Gramado;
  3. Destino romântico, com clima serrano que recebe também vários grupos de amigos;
  4. Para visitar a cidade sem muitas aglomerações visite entre março e setembro;
  5. Nas noites de frio não se esqueça o prato mais famoso é o Fondue!
  6. Reserve pelo menos 3 dias para conhecer as atrações locais, e relaxar sem deixar de visitar alguns dos variados e incríveis restaurantes locais.

Gostou das nossas dicas? Então preste atenção, devido a pandemia a cidade tem operado com 60% de ocupação nos hotéis, pousadas e restaurantes. Então busque hospedagens que possuam o Selo Turismo Responsável e seja um turista consciente!

Faça o Download  do mapa turístico de Monte Verde no link abaixo:

https://monteverde.org.br/mapa-de-monte-verde-minas-gerais/

Trilha da Pedra Pardida – Monte Verde
Fonte: https://monteverde.org.br/trilha-da-pedra-partida/
Gressoney Chocolates – Primeira fábrica de chocolates em Monte Verde.
Fonte: https://monteverde.org.br/gessoney-fabrica-de-chocolate/
Pousada Spa Mirante da Colyna – Monte Verde
Fonte: https://monteverde.org.br/mirante-da-colina/
Gastrobar  Confraria Paulistânia com o prato principal Truta defumada com molho de ervas, purê de mandioquinha e salada alemã.
Fonte: https://www.nosdoisporai.com/destinos-nacionais/restaurantes-em-monte-verde-mg/

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Da pista para a estrada – Projeto Pedal 031

“Como uma pessoa que, em meio a tanto caos, e sem saber quando vai poder voltar a trabalhar consegue se reinventar e cuidar da sua saúde mental e física?”

Lucas tem 29 anos e até março de 2020 ele era DJ, mas devido a pandemia se afastou dos palcos e deu início ao projeto Pedal 031.

Em 7 de março de 2020 foi seu último show e, depois de ver tantas pessoas tristes com a Pandemia, pensou em incentivá-las a ter uma vida mais saudável e positiva. Trocou seus patins em uma bicicleta e foi tomando gosto pelo pedal.

A princípio, sua intensão era apenas mostrar as belezas de Minas pelo caminho velho da Estrada Real, que vai de Diamantina a Parati. Mas o projeto deu certo, conseguiu patrocínios e houve a intereçao das pessoas que o segue nas redes sociais.

O ‘Pedal 031’ foi a resposta que encontrou para fugir das armadilhas que o cenário atual instalou na sociedade, stress, preocupações financeiras e, principalmente, o desgaste psicológico. Além de uma ótima desculpa para mostrar uma das grandes riquezas históricas de Minas e do Brasil, a Estrada Real. Pontos históricos e naturais, hotelaria, gastronomia, cultura e quando possível, pessoas.

“A gente precisa se reinventar, não precisa ser atleta nem ter a melhor bicicleta, basta se preparar, ter boa alimentação. O Pedal 031 nasce como uma fuga, mas cresce e ganha forma na descoberta cultural e nas belezas deste trajeto único, acrescenta Lucas. Não precisa sair de Minas pra se divertir, temos cachoeiras, boas pousadas, comida de qualidade, pontos turísticos legais. A pandemia me deu mais 10 anos de vida, me reinventei e vou conciliar meu trabalho de dj com o projeto.

Hoje ele conta com cerca de 90 mil seguidores em seu perfil do Instagram, e por lá mantém uma comunicação ativa com todos eles.

O projeto vai muito além da aventura e tem como objetivo não só a exposição cultural, mas mostrar algumas de nossas belezas, alertando as pessoas para a prática esportiva, os comércios que fomentam a economia local e turística. O que é muito interessante e os torna ainda mais conhecidos e com ótima visibilidade, principalmente na atual realidade do Brasil em que o turismo está começando a se reerguer.

Após o grande sucesso da primeira etapa, Lucas já iniciou a segunda, passando pelo caminho novo da Estrada Real; a aventura começou no dia 01/06/2021.

Empresas e empreendedores podem patrocinar o projeto, visto que é uma oportunidade incrível de grande visibilidade, uma vez que ele passará por diversas cidades de Minas, e finalizará no Rio de Janeiro. Lucas estará utilizando uma camisa com a logos das empresas que patrocinaram o projeto.

A viagem iniciou dia 01/06 em Diamantina e a ideia será finalizar dia 05/08 em Porto Estrela no Rio; como é de bicicleta, ela pode se estender um pouco, mas o plano é de 2 meses de viagem na Estrada Real – caminho novo.

Para saber mais sobre o projeto e também os apoiadores e patrocinadores atuais, basta entrar em contato com Érica da Agência Natusold (@agencianatusold) de Belo Horizonte.

Durante o trajeto, Lucas irá compartilhar conosco da Revista Viva Minas, dicas de pontos turísticos, comida local e muitas curiosidades. Acompanhe toda semana em nosso site e redes sociais!

Texto: Clarisse Alves
Informações/Fotos: Érica e Lucas Contato: (31)9.9492-3766

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Inhotim inaugura exposição na Semana do Meio Ambiente

Nova mostra no Google Arts and Culture e parceria com o Instituto Terra são destaques na programação

O Inhotim, instituição de referência em ações de preservação de espécies botânicas e conscientização ambiental, participa da 17ª Semana do Meio Ambiente, comemorada sempre na primeira semana de junho, com uma série de ações. Neste ano, o destaque é a exposição “Do tamboril à braúna: conversas com quem gosta de árvores”, que estreia sábado (5/6), Dia Mundial do Meio Ambiente, no Google Arts and Culture.

Tamboril

A nova exposição vai abordar algumas das espécies de árvores mais representativas do acervo botânico do Inhotim, como braúna, embaúba, coité e, claro, a Tamboril, símbolo do Instituto, com idade estimada entre 80 e 100 anos. “Admirada particularmente pelo tamanho majestoso e copa frondosa, essa árvore é testemunha da criação e do desenvolvimento do Inhotim ao longo dos anos, abrigando e inspirando plantas, animais e pessoas”, comenta Bárbara Sales, analista ambiental do Instituto Inhotim.

Coité


A exposição virtual conta com a participação da equipe do Jardim Botânico do Inhotim e convidados especiais, que trazem mediações exclusivas e ensinamentos importantes sobre as espécies. Afinal, conhecendo mais esses seres majestosos da Natureza, podemos contribuir para a conservação do nosso patrimônio ambiental.

Braúna


Parceria com o Instituto Terra
Referências mundiais na conservação do meio ambiente em seus respectivos territórios, o Inhotim e o Instituto Terra abordam espécies presentes na Mata Atlântica no Cerrado, bem como seus esforços para conservar a natureza em seus territórios. Os conteúdos serão publicados no Instagram (@inhotim e @institutoterraoficial) de terça-feira (01/06) até sábado (05/06).

Visita virtual no feriado
A programação da Semana do Meio Ambiente traz também a visita virtual “Um olhar sobre o acervo botânico”, na quinta-feira (dia 3, feriado), às 16h. Percorrendo os jardins do Instituto, educadoras do Inhotim destacam os três pilares sustentadores de um jardim botânico: pesquisa, conservação e educação ambiental. A iniciativa faz parte do programa Inhotim para Todxs, patrocinado via lei Federal pela Localiza e pela Unimed.

A visita acontecerá pelo Zoom (inhotim.info/InhotimParaTodxs). Não é necessário se inscrever, mas as vagas são limitadas e a “sala” é bloqueada quando atinge um número confortável para o atendimento de todos os participantes.

Visita presencial
Para quem puder contemplar pessoalmente as belezas naturais do Inhotim, em Brumadinho, a dica é a visita presencial com o curador botânico do Instituto, Juliano Borin. Neste tour especial, um grupo de até 15 pessoas vai conhecer os detalhes dos trabalhos botânicos do Inhotim, os segredos do paisagismo e ter acesso exclusivo aos bastidores das estufas de plantas, onde se encontram espécies raras.

A visita acontece no sábado (5/6), das 10h30 às 12h30, com saída da recepção.

Funcionamento do Inhotim
O Instituto Inhotim está de portas abertas aos visitantes às sextas, sábados, domingos e feriados, com limitação da capacidade de público (500 pessoas), uso de máscara e álcool em gel, entre outras medidas. Lembrando que o parque está sujeito à capacidade máxima, e os ingressos devem ser adquiridos antecipadamente on-line pelo Sympla, tiqueteira oficial do Inhotim. Confira no site todas as regras de visitação.

Ingressos Inhotim
Inteira: R$ 44
Meia: R$ 22

Na última sexta-feira de cada mês (exceto em feriados) a entrada é gratuita. Para quem puder visitar o instituto em mais de um dia, os passaportes estão com preços atrativos.

Para os moradores de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim, todos os dias são de entrada gratuita.

RUA B, 20, INHOTIM, BRUMADINHO. MG – BRASIL

Informações para imprensa
Izabela Ventura – izabela.ventura@inhotim.org.br
(31) 99764-6440

Fotos: João Marcos Rosa

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Ouro Preto: dicas imperdíveis de contato com a natureza

As atrações de Ouro Preto são tantas que, neste post, você vai conhecer uma nova Ouro Preto, com dicas de passeios ao ar livre.

Ouro Preto é um destino completo. A apenas 100 km da capital mineira, é parte da Estrada Real, maior rota turística brasileira.

As ladeiras de Ouro Preto são recheadas de pontos turísticos que remontam ao Ciclo do Ouro. A maioria das pessoas chega até ali por sua inegável riqueza cultural. E não é pra menos. O centro histórico de Ouro Preto tem o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, o que atrai olhares do mundo todo.

Mas se você está em busca de uma Ouro Preto diferente, que vai além do centro histórico, esse post é para você. Com um olhar mais atento e, claro, com essas dicas incríveis, você vai conhecer outra versão de Ouro Preto.

Foto: Vista do centro histórico de Ouro Preto.

O que fazer em Ouro Preto

Aqui a melhor forma de conhecer seus pontos turísticos é caminhando.

Ouro Preto permite a prática de muitos passeios ao ar livre, com muitas doses de natureza e até aventura em suas serras e cachoeiras. Vale trekking, tirolesa, escalada e até passeios de caiaque.

Parques naturais

Para quem está em busca de descansar a mente, respirar novos ares e colocar o corpo em movimento, não dá para deixar de visitar os parques naturais da cidade.

Parque Estadual do Itacolomi

Foto: Pico do Itacolomi. 

Pico do Itacolomi é uma marca da cidade e fica no Parque Estadual do Itacolomi, aberto a visitação. Do centro histórico mesmo é possível vê-lo. Aliás, este pico foi usado como referência aos bandeirantes que percorriam a Estrada Real para chegar à antiga Vila Rica.  

No parque é possível fazer uma trilha até o Pico do Itacolomi, que oferece uma vista de 360º de toda a cidade. Neste passeio o visitante percorre uma trilha de 12 km ida e volta, cerca de 4h no total.

Para quem não perde uma oportunidade de se refrescar, a Lagoa da Capela é uma opção de banho, que fica bem próximo à sede do parque, cerca de 200m.  

O acesso ao parque é feito pela rodovia que liga Ouro Preto à Mariana. Após a entrada de Ouro Preto, seguir pela rodovia em direção à Mariana por cerca de 7km até o trevo do Hospital Santa Casa Misericórdia e a portaria do parque.

Foto: Parque Estadual do Itacolomi

Parque Natural Municipal das Andorinhas

O Parque Natural Municipal das Andorinhas protege as nascentes mais altas do Rio das Velhas, um afluente importante do Rio São Francisco.

Com tanta água, suas piscinas naturais e cachoeiras são os atrativos mais visitados por quem busca nadar e relaxar. As trilhas variam do nível fácil ao difícil, vai ao gosto do freguês.

Não dá pra perder os mirantes paras as exuberantes paisagens naturais do local.

O acesso pode ser feito a partir da sede do município de Ouro Preto – a primeira pela Rua 15 de Agosto, passando pelos bairros Morro da Queimada, Morro Santana e Morro São João, onde se acessa a portaria/entrada 1. E a segunda forma de acesso é pela Rua Henri Gorceix, ladeira João de Paiva, passando pelo bairro São Sebastião, de onde se acessa a portaria/entrada 2.

Floresta do Uaimii

Foto: ilustração de trilhas por áreas naturais

No distrito de São Bartolomeu, em Ouro Preto, está localizada a Floresta do Uaimii, a primeira reserva estadual de Minas Gerais, com trilhas encobertas de Mata Atlântica e belíssimas cachoeiras. O acesso aos pontos turísticos naturais é por meio de trilha, em meio a mata, de aproximadamente 4km.

O local é ideal para quem busca conexão com a natureza. Possui duas entradas: a de São Bartolomeu e a de Brás Gomes.

Cachoeiras

Ouro Preto tem diversas opções pra quem não dispensa um passeio com um belo banho de cachoeiras.

Foto: Cachoeira do Castelinho – Chapada
Foto: Cachoeira Três Pingos

Essas são apenas algumas, no próprio Parque Estadual do Itacolomi é possível aproveitar pra se refrescar com menos de 1,5 km de trilha, além do Parque Natural Municipal das Andorinhas e da reserva Floresta Uaimii.

Um pouco de adrenalina

Foto: ilustração da prática do esporte stand up paddle

A Fazenda Nascer (RPPN) localizada dentro da reserva Uaimii oferece opções de entretenimento como caminhadas ecológicas, caiaque, stand up paddle, camping, e, ainda, experimentar uma boa comida caseira mineira.

Turismo rural e romance

Os distritos de Lavras Novas, Cachoeira do Campo e Amarantina são procurados por quem está em busca de vivências em ambientes rurais e, porque não, romance.

A paisagem, as pousadas aconchegantes e bares são um charme e criam um clima. Aos casais aventureiros também oferecem atrações turísticas de natureza em estações ecológicas, fazendas, passeio à cavalo, quadriciclo e bike.

Foto: passeio de quadriciclo pelo distrito de Lavras Novas, Ouro Preto

 Mirantes

Também é possível meditar, refletir e admirar os cenários nos mirantes localizados em diversos pontos da cidade, são eles:

  • Mirante na Rua Getúlio Vargas, conhecido como “muro dos namorados” tem uma bela vista para o bairro Pilar, com destaque para a Basílica de Nossa Senhora do Pilar.
  • Mirante de Santa Efigênia quase passa desapercebido por quem visita apenas a igreja. Vale a pena se debruçar diante do visual visto para tentar identificar as diferentes atrações do Centro Histórico.
  • A caminho da cidade de Mariana, seguindo pela Rua Conselheiro Quintiliano, encontra-se a mureta do Mirante das Lajes. A vista contempla paisagens da Praça Tiradentes, emolduradas pelos morros de Ouro Preto.
  • Mirante do Morro São Sebastião, que fica bem ao alto, se tem a vista mais completa do Centro Histórico de Ouro Preto. A graça está justamente em tentar identificar tantos diferentes pontos de interesse, como as igrejas, os museus e o Pico do Itacolomi. A visão é tão ampla que até mesmo parte do campus Morro do Cruzeiro, da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) pode ser observado.
  • E o Mirante da Igreja Mercês e Misericórdia, que no muro de seu adro, desfrutamos de um lindo pôr do sol!

Natureza e cultura

Ecomuseu

No alto da Serra de Ouro Preto, no bairro São João, até a cumeada onde se encontram as ruínas do moinho de vento, um território que abriga o Ecomuseu, que guarda a memória do primeiro grande assentamento urbano, destruído pelo incêndio ordenado pelo Conde de Assumar, na Sedição de 1720.

Ecomuseu possui um conceito diferenciado de museu: cultura, patrimônio e vivências comunitárias numa lógica de território que envolve os morros da Queimada, Santana, São João e São Sebastião.

Museu do Chá

Para conhecimento e experiência, no Parque do Itacolomi acolhe o Museu do Chá, a edificação da antiga Fábrica de Chá Edelweiss, da Fazenda de São José do Manso, e que conserva a memória dessa atividade da primeira metade do século 20, ao cultivo do chá iniciado no século 19.

Casarão do Manso

E no casarão do Manso, há uma exposição, em sensível contexto museográfico, sobre os naturalistas que visitaram Minas Gerais desde a abertura dos portos do Brasil (1808) até o final do Império.

Construções minimalistas

Para os minimalistas, na rodovia de acesso a Ouro Preto, no distrito de Cachoeira do Campo, é possível desfrutar de um maravilhoso conjunto de reduções de edifícios históricos de todo o Brasil, do Farol da Barra na Bahia ao Palácio da Alvorada, da Câmara de Mariana à Igrejinha da Pampulha.

Sabores e saberes  

Seguindo uma outra rota, descobrimos a expressividade ouro-pretana em seus sabores e saberes da região.

Cozinha mineira

No cardápio encontramos delícias típicas mineiras como: frango com quiabo, carne de porco com ora-pro-nóbis, angu, feijão tropeiro, tutu com torresmo, carne de panela, produção artesanal da goiabada cascão, doce de leite nas quitandas distribuídas nos distritos de São Bartolomeu, Santo Antônio do Salto e Santa Rita.

Produção artesanal

Foto: Produção artesanal em pedra sabão.

E não dá para deixar de visitar a produção artesanal em pedra sabão em Santa Rita de Ouro Preto, lá, encontramos a essência do artesanato em pedra sabão, arranjo produtivo local da cidade, onde ocorre a fabricação de panelas do material.


Deu pra ver que você ainda tem muito o que conhecer em Ouro Preto, não é?

Ah, para a visita aos pontos turísticos recomenda-se a contratação de um guia para melhor interpretação e aproveitamento da riqueza das atrações. 

Sinta os caminhos de Ouro Preto, cidade que conta a história de Minas, e siga as trilhas das belezas históricas e naturais!

Fonte: https://www.minasgerais.com.br/

Turismo & Lazer

Vai viajar no inverno? Busque destinos seguros!

Que Minas Gerais é uma ótima opção para viajar durante o ano inteiro não podemos negar, por isso quando a temperatura cai, logo buscamos as melhores opções no interior do estado para curtir o friozinho. Não faltam destinos de montanha, ou aqueles mais aconchegantes, pequenas vilas, para uma viagem romântica que renda boas memórias. É possível viajar de maneira segura mesmo em meio à pandemia, por isso listamos algumas opções que se encontram estabilizadas no momento, mas é essencial que o turista siga os cuidados necessários.

Lavras Novas – O pequeno distrito de Ouro Preto encanta cada vez mais turistas, por sua tranquilidade, rodeado por montanhas e cachoeiras, sendo um refúgio para relaxar. As noites por lá pedem um bom vinho e uma boa companhia para conhecer seus bares e restaurantes!

Santana dos Montes – Com um grande número de fazendas tombadas pelo IEPHA, o destino é uma ótima opção de turismo rural com várias trilhas, cachoeiras, e uma produção de bebidas artesanais como cerveja, cachaça e vinho, sendo uma opção para relaxar!

Tiradentes – Por lá se encontram inclusive várias casas de chocolate deliciosos, além de belas atrações culturais, e gastronomia variada ao som de uma boa música ao vivo, as noites na cidade são propícias para um bom vinho.

Monte Verde – Conhecida como a Suíça Brasileira, o distrito de Camanducaia é um charme só. Seja nas trilhas, mirantes, ou montanhas, outra opção é curtir a noite tranquila e apreciar a gastronomia local em um passeio romântico.  

Villa do Tanque Hotel Fazenda – Santana dos Montes
Fonte
https://www.hotelvilladotanque.com.br/

Visite Minas Gerais!

Foto principal: https://muitaviagem.com.br/

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60 anos do Parque do Caparaó: Pico da Bandeira reabre para visitação dos turistas

Como forma de comemorar os 60 anos do Parque Nacional do Caparaó, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) decidiu reabrir a visitação ao Pico da Bandeira pela portaria mineira, durante o dia. A reabertura será a partir do dia 24/05, data de aniversário da unidade de conservação situada na divisa de Minas Gerais e Espírito Santo.

Ainda com as limitações impostas pela Covid-19, a visitação obedecerá algumas regras, como reserva antecipada, número limitado de visitantes, calçados adequados e outras restrições.

Vários locais do parque do Caparaó já estão reabertos com quantidade de pessoas para a visitação, exceto aquelas atividades como acampamento, que geram alguma aglomeração.

Atualmente não se paga para entrar no parque. A cobrança de ingresso está suspensa.

RESERVAS PICO DA BANDEIRA

Para o Pico da Bandeira, serão permitidos 50 visitantes por dia. Deverá ser realizado agendamento prévio, através do preenchimento e envio do formulário disponível AQUI.

Só será permitida uma reserva por pessoa/dia.

A visitação ao pico ocorrerá nos dias em que o Parque estiver aberto à visitação (de quinta à terça feira).

Para acessar a trilha que leva ao Pico serão exigidos os seguintes equipamentos:

– Calçado fechado próprio para caminhada (bota ou tênis)

– Agasalho e/ou roupas que protejam do frio.

– Lanterna (individual). Não pode ser lanterna do celular.

– Água e alimentação.

Inicialmente a ida ao Pico só será possível pela portaria de Alto Caparaó – MG.

Horário de entrada entre 07 e 08 horas. Após as 08 horas será impedido o acesso do(a) visitante ao Pico, mesmo possuindo reserva.

A saída do parque deverá ocorrer impreterivelmente até as 16 horas, exclusivamente pela portaria de Alto Caparaó – MG.

Regras para o agendamento:

1) Excepcionalmente, para o dia 24/05/2021 (abertura do Pico), só aceitaremos as reservas realizadas até as 16 horas do dia 22/05.

2) De 21/05 até as 13 horas do dia 14/06, reservas para os dias compreendidos entre 25/05 e 15/06.

3) de 15/06 até as 13 horas do dia 30/06, reservas para os dias restantes de junho e para o mês de julho.

4) A partir de 01/07/2021, as solicitações poderão ser encaminhas para o mês seguinte e para as vagas remanescentes do mês atual.

 A lista de reservas será atualizada diariamente (dias úteis) com as solicitações encaminhadas até às 13 horas. Não serão enviados e-mails de confirmação, consulte a lista para saber se sua reserva foi efetivada.

PARA MAIS INFORMAÇÕES ACESSE A PÁGINA OFICIAL DO PARQUE DO CAPARAÓ 

Redação do Portal Caparaó

Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/

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OS APAIXONANTES CENÁRIOS DO TURISMO MINEIRO

Dia 08 de maio é comemorado o “Dia Nacional do Turismo”, importante setor da economia brasileira, responsável por gerar milhares de empregos em todo o país. Mesmo com impactos da pandemia de Covid-19, não podemos deixar de enaltecer a beleza das “Minas Gerais”, que como diz a música “Quem te conhece não esquece jamais”!

Seus atrativos naturais, culturais e históricos impressionam, e deixam qualquer turista apaixonado. São destinos para passeios românticos, se aventurar, se conectar a cultura e natureza. Seus Congados, suas Folias de Reis, são riqueza e patrimônio do estado, seu queijo, sua arte na cerâmica, têxtil, madeira, seu jeito fazem história lá fora.

No turismo de aventura, temos o Pico da Bandeira 3º mais alto do país com seus 2.892 m de altitude, no ecoturismo Carrancas a “Cidades das Cachoeiras”, com atrativos rendem belos cliques. O turismo religioso no Santuário Nossa Senhora da Piedade, onde se inicia o Caminho Religioso da Estrada Real – CRER. Nossa história, contada pelos museus, igrejas, e ruas de Ouro Preto, São João del Rei, Tiradentes e Mariana.

Temos um extenso Circuito de Grutas, o maior Museu ao ar livre da América Latina de “Inhotim”, nosso “Mar de Minas” na região de Capitólio com as águas verde esmeralda e Monte Verde a “Suíça Brasileira” perfeita para lua de mel. A capital mineira além de “Capital mundial dos Botecos” é onde se encontra o grande Circuito Liberdade que é composto por museus, centros de cultura e outros.

Tanta diversidade no turismo e somos únicos ao mesmo tempo. Hoje é dia de Celebrar o turismo mineiro e seus encantos, apoiá-lo, pois o setor será um grande aliado na retomada econômica do país. Somos uma infinidade de experiências e hospitalidade, Minas te espera em breve!

Carrancas, Cidade das Cachoeiras.
Fonte: https://www.passeios.org/cidades/carrancas/

Turismo & Lazer

Com imagens inéditas, plataforma virtual permite navegar pelo Rio Doce

Passeio virtual permite acesso a monitoramento de qualidade da água

Recuperação do rio Doce - Diário do Comércio

Uma plataforma lançada no dia 14 de abril, permite que qualquer pessoa percorra de forma virtual, com uma visão de 360 graus, os leitos do Rio Gualaxo do Norte, do Rio Carmo e do Rio Doce. O passeio também permite acessar dados relacionados ao monitoramento da qualidade da água dos três mananciais, que foram afetados após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, ocorrido em novembro de 2015 na cidade de Mariana (MG).

A iniciativa é da Fundação Renova, entidade criada para reparar os danos causados na tragédia. A plataforma é resultado de um mapeamento imersivo realizado por meio de uma expedição pela bacia do Rio Doce. Entre novembro de 2020 e janeiro de 2021, foram percorridos cerca de 600 quilômetros desde Mariana (MG) até a foz, em Linhares (ES). Com uso de câmeras e drones, foram captados mais de 1,5 milhão de conteúdos midiáticos entre sons, fotos e vídeos.

O usuário pode navegar ouvindo pássaros locais e assistir minidocumentários com moradores dos arredores do Rio Doce. Também é possível ver imagens inéditas da fauna e da flora como o registro de duas onças pardas caminhando tranquilamente em uma área de mata próxima a Aimorés (MG). Parte do conteúdo também foi agregado à plataforma internacional Google Street View.

Na tragédia, uma onda de 39 milhões de metros cúbicos de rejeitos causou 19 mortes, destruiu comunidades inteiras e levou poluição para dezenas de cidades na bacia do Rio Doce. A Fundação Renova foi criada conforme um acordo entre a Samarco, suas acionistas Vale e BHP Billiton, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. A entidade é responsável por gerir mais de 40 programas. Todas as iniciativas são financiadas com recursos das três mineradoras.

Embora iniciativas de diferentes programas sejam apresentadas na plataforma, a maior parte dos dados que ela reúne são produzidos no âmbito do programa voltado para o monitoramento sistemático de água e sedimento. São informações que já vinham sendo disponibilizadas em um painel online e agora também poderão ser obtidas a partir desse mapa mais interativo.

O programa de monitoramento das águas da bacia foi iniciado em agosto de 2017, acompanhado também por órgãos ambientais de Minas Gerais, que já faziam análises anteriormente. A Fundação Renova reúne medições em 92 pontos, dos quais 22 contam com estações automáticas que geram informações em tempo real. Cerca de 80 parâmetros físicos, químicos e biológicos são avaliados. Um dos últimos documentos disponíveis é um relatório divulgado em fevereiro que concentra os dados de novembro. Em 27 dos 29 pontos avaliados foram encontrados parâmetros acima dos limites previstos nas normas ambientais.

Segundo Brígida Maioli, especialista da Fundação Renova responsável pelo programa, a situação na bacia está próxima ao que se observava antes da tragédia. “Na média histórica, já tínhamos antes do rompimento parâmetros acima da legislação no período chuvoso. O que podemos constatar com quase quatro anos de monitoramento é que os parâmetros estão tendo uma redução gradativa ao longo do tempo e já estão retomando as concentrações anteriores”, avalia.

Ela afirma ainda que a qualidade da água do Rio Doce já era comprometida principalmente pelo lançamento de esgotos não tratados e também pela erosão, em decorrência do desmatamento. “Por isso a turbidez se eleva tanto. Quando chove, sedimentos da área que não possui cobertura vegetal vão parar no Rio Doce”.

Para assistir clique aqui https://expedicaoriodoce.fundacaorenova.org/

Fonte: https://www.portalmanhumirim.com.br/