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Projeto premiado internacionalmente tem participação de estudante da UFV

Fossa ecológica desenvolvida para escola pública em Espera Feliz (MG) foi reconhecida como iniciativa inovadora

Projeto premiado internacionalmente tem participação de estudante da UFV
Exemplo de uma fossa ecológica, semelhante ao projeto desenvolvido pelo estudante da UFV e equipe Foto: reprodução

O estudante de mestrado Juliano Rezende Mudadu Silva, do Programa de Pós-Graduação em Agroecologia da Universidade Federal de Viçosa, é um dos ganhadores do Water Challenge 2021, prêmio internacional promovido pela Swiss Water Partnership Youth (SWP Youth) uma organização voltada para pesquisas relacionadas à água.

A equipe da qual o estudante faz parte tem membros da Inglaterra, Irã, Quênia e Sri Lanka e desenvolve uma solução de base natural para o tratamento de esgoto na Escola Estadual Fazenda Paraíso, em Espera Feliz (MG), por meio de ações participativas de educação ambiental e ciência cidadã. O projeto – resultado de demanda apresentada pela comunidade, devido à falta de saneamento básico local – prevê o tratamento do esgoto dos vasos sanitários e da pia da cozinha da escola com Tanque de Evapotranspiração (Tevap). Também conhecido como bacia de evapotranspiração ou fossa bananeira, o Tevap é um sistema composto por camadas de solo e plantas, que promovem a absorção total do efluente.

A formação da equipe se deu um workshop promovido pelo SWP Youth, no primeiro semestre deste ano, quando Juliano realizava mestrado sanduíche no Instituto Federal Suíço de Ciência e Tecnologia Aquática. a conexão se deu pelo desejo de se trabalhar com comunidades mais isoladas, de resolver questões relacionadas ao saneamento e de vincular os projetos a metodologias participativas, educação ambiental e ciência cidadã.

O projeto na Escola Estadual Fazenda Paraíso já está dando seus primeiros passos, com reuniões da equipe com o professor e diretor Paceli Lopes. Também participam os integrantes do Grupo de Pesquisa e Extensão em Saneamento da UFV (Gesan), coordenado pela professora Ana Augusta Passos Rezende, do Departamento de Engenharia Civil.

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Juliano Rezende Mudadu Silva, do Programa de Pós-Graduação em Agroecologia da UFV

Fonte: https://www.folhadamata.com.br/

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Mulheres mineiras estarão na turma do RenovaBR 2022
Yula Merola

O RenovaBR, escola de formação de lideranças políticas, selecionou quatro mulheres mineiras para a turma de 2022.
O objetivo é qualificar os alunos para disputar as eleições e exercer mandatos tanto no Congresso Nacional como nas assembleias legislativas.

O fato delas integrarem a turma de 2022 do RenovaBR não significa, que irão automaticamente disputar as eleições, mas, as estatísticas são boas. Afinal, no ano de 2018 dos 133 alunos formados 117 foram candidatos.

As mulheres selecionadas em Minas Gerais são:

Laiz Soares (Solidariedade), de Divinópolis, e Yula Merola (Avante), de Poços de Caldas, as duas pretendem se candidatar para Câmara dos Deputados.
De Juiz de Fora, Paula Assumpção (PDT) e para finalizar a lista a atual subsecretária de Comunicação do governo de minas, Cristiana Kumaira (Novo).

Representatividade das mulheres mineiras, ou não, na política

Em primeiro lugar vamos falar de Laiz Soares que é ex-chefe de gabinete da deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) e além disso ficou em 3º lugar na eleição para prefeitura de Divinópolis em 2020.

Ela disse ao https://www.otempo.com.br/ : “A bancada mineira no Congresso tem 3 mulheres, o que dá menos de um 1% da bancada inteira. Para a gente ter paridade, teríamos que ter 27 mulheres eleitas. É muito absurdo a nossa sub-representação feminina mineira”.

E completou: “Tudo que impacta às mulheres para mim é prioridade: desde o empreendedorismo feminino à inclusão da mulher na política”, afirmou.

Em segundo lugar falaremos de Yula Merola (AVANTE).

Ela também pretende disputar uma vaga de deputada federal.
Além disso em 2020, Yula ficou em 4º lugar na eleição para prefeitura de Poços de Caldas, cidade na qual é servidora pública desde 2000. 

“Eu ajudei a implementar o plano de gerenciamento de resíduos na cidade. Hoje a gente tem três cooperativas de catadores. Depois eu fui para a área de medicamentos e vi um outro desafio: como é difícil para a sociedade ter acesso ao medicamento”.
“As pessoas não sabem como é difícil a pessoa lá na ponta ir buscar a informação. É essa mudança que eu quero!”

Em terceiro lugar na nossa lista de citações, Cristiana Kumaira, subsecretária de Comunicação do governo de Minas, acredita que o RenovaBR é uma oportunidade para se aprofundar nos assuntos relacionados ao Brasil. “Eu acredito na política com essa parte técnica associada. A gente precisa cada vez mais ter mais preparo para lidar com todos os debates que fazem parte do nosso dia a dia”.

Em quarto lugar e para finalizar a lista das mulheres mineiras selecionadas para a turma de 2022 do RenovaBr. Paula Assumpção é advogada em Juiz de Fora e atua na área de previdência social.

“Atualmente, tenho dedicado boa parte dos meus dias no apoio e na conscientização do combate à violência contra a mulher”.

Ela diz não ter certeza se pretende se candidatar e destaca que: “O meu projeto com o Renova é me tornar uma cidadã melhor e participar das discussões políticas do meu município, não necessariamente como protagonista, mas ajudando de repente alguém que tenha um mandato e que acredite que a gente pode fazer mais”.

Em conclusão, a representatividade da mulher na política é muito importante para nossa sociedade. No entanto, muitas mulheres ainda não se interessam pelo assunto.

Acima de tudo, se você acha que essa é uma conversa importante apoie essa ideia!

Conheçam e estudem as propostas!

Dessa forma, será mais fácil escolher seus melhores representantes.

Fonte: https://mundoela.uai.com.br/

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Gerdau lança maior programa de trainee de sua história
O programa G.Future busca profissionais para mais de 200 vagas de trainee incluindo em MG
O programa G.Future busca profissionais para mais de 200 vagas de trainee incluindo em MG

Estão abertas as inscrições para o G.Future – Talentos de Aço Gerdau 2022, programa de trainee da GerdauAo todo, são 221 oportunidades em todo o Brasil, o maior de toda a história da companhia, com foco para dois perfis: Trainee e o Trainee Expert. O primeiro busca profissionais formados entre dezembro de 2018 e junho de 2021 ou previsão de conclusão até dezembro de 2021, sem necessidade de experiência prévia. O Trainees Expert é indicado para formados entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018, com experiência na área escolhida. Não há restrições de universidades de formação, idade, gênero ou raça. Os interessados poderão se inscrever até 13 de outubro por meio do site da Cia de Talentos.

O programa G.Future reforça o compromisso de empoderar pessoas que constroem o futuro, além de um olhar atento para inclusão de mulheres, negros, pessoas com deficiência e para a comunidade LGBTI+ que queiram moldar a indústria do futuro. “Concordamos com a importância da diversidade e da inclusão e, como empresa, reconhecemos que, sem diversidade, não há inovação”, diz Caroline Carpenedo, diretora global de pessoas e responsabilidade social da empresa. Há 15 anos, a executiva iniciou sua carreira na Gerdau pelo programa de trainee e ocupou diferentes cargos até chegar à diretoria. “A diversidade é um valor estratégico para Gerdau e teremos um olhar apurado na escolha dos candidatos neste foco”, diz ela.

Vagas são voltadas para atividades em diversas áreas
Vagas são voltadas para atividades em diversas áreas/Foto/Divulgação

Com 18 meses de duração, o G.Future tem o objetivo de formar as lideranças futuras da Gerdau. Para isso, foi criada uma trilha de desenvolvimento exclusiva, na qual os candidatos passam por treinamentos com temas como negócio, transformação digital, ESG, excelência operacional, processos siderúrgicos, liderança, cultura e competências, juntamente com conhecimentos específicos de acordo com a área de atuação, como novos negócios, engenharia, industrial, comercial, tecnologia e áreas de apoio. Em paralelo, também trabalham em projetos relevantes em grupos multidisciplinares, além de um desenvolvimento personalizado focado em potencializar cada talento.

O processo seletivo conta com as etapas de inscrição on-line, testes on-line, dinâmica de grupo on-line, painel e entrevistas (individuais e coletivas). Para algumas vagas, os aprovados serão convidados para uma visita às usinas, com custo pago pela Gerdau. “A ideia é criar experiências positivas que gerem um aprendizado de valor aos Trainees e Trainees Experts. Vamos selecionar pessoas que se conectem com os princípios da companhia e que buscam ser protagonistas de sua carreira”, completa Carpenedo.

A Gerdau completou 120 anos neste ano, possui cerca de 30 mil colaboradores diretos e indiretos em todo o mundo, está presente em 10 países e, em 2020, alcançou receita líquida de R$ 40 bilhões. Desde 2014, vem passando por uma transformação cultural que deu sustentação a outra virada em pleno andamento na organização: a transformação digital. Além disso, é a maior recicladora da América Latina: anualmente, 11 milhões de toneladas de sucata são transformadas em diversos produtos de aço. Ou seja, 73% do aço produzido é feito deste material.

Serviço: G.Future – Talentos de Aço Gerdau 2022

Prazo para se inscrever: até 13 de outubro.
Como se inscrever: https://gerdaugfuture.ciadetalentos.com.br/
Pré-requisitos Trainee: talentos que tenham se formado entre dezembro de 2018 e junho de 2021 ou previsão de conclusão até dezembro de 2021, sem necessidade de experiência prévia.
Pré-requisitos Trainee Experts: profissionais formados entre dezembro de 2016 e dezembro de 2018, com experiência na área escolhida.
Localidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia, Ceará, Paraná e Rio Grande do Sul.

Fonte: https://fatoreal.com.br/

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16 mil reais: Alto Caparaó vai premiar melhores cafés

A Prefeitura de Alto Caparaó, por meio da Secretaria de Turismo, Meio Ambiente, Cultura, Esporte e Lazer informa que estão abertas as inscrições para o “8º Concurso de Qualidade do Café Natural do Município de Alto Caparaó”. Os produtores interessados deverão procurar a Secretaria de Turismo, Meio Ambiente, Cultura, Esporte e Lazer para formalizarem a inscrição.

Para participar, o produtor deverá preencher corretamente a ficha de inscrição e apresentar os seguintes documentos: número do cartão do produtor; CPF e Carteira de Identidade (RG). Além de prestar as seguintes informações: nome completo, endereço, local da propriedade, telefone de contato, uso da terra (proprietário ou meeiro). Deverá também assinar o termo de conhecimento e concordância com o regulamento. As inscrições para o 8º Concurso de Qualidade do Café são feitas exclusivamente na Secretaria de Turismo Meio Ambiente, Cultura, Esporte e Lazer, Rua Ludovina Emerick, 321, Bairro Água Verde, das 8h às 16h. As inscrições terminam em 15 de outubro.

Esse ano, os cafeicultores não entregarão as amostras de café no ato da inscrição. Cada participante do Concurso deverá depositar três sacas de café beneficiado, em umidade de até 12%. Destas três sacas, será retirado um quilo de café catado e selecionado por uma empresa previamente designada pela Comissão Organizadora. A amostra será acondicionada em embalagem própria e classificada no momento da entrega. As sacas de café deverão ser entregues no dia 15 de outubro, preferencialmente, entre 7h e 11h, na empresa WST Corretora de Café, do senhor Adevalcir Tavares da Silva. Após a primeira etapa de prova, os cafés classificados entre os dez primeiros lugares serão divulgados pela Comissão Organizadora.

Somente poderão participar os produtores que tenham suas propriedades em Alto Caparaó. Poderão se inscrever e concorrer todos os cafeicultores e seus parceiros rurais cujas amostras de café arábica, produzido no ano de 2020 e 2021, se enquadrarem na categoria de Café Natural, sistema pelo qual o café recém colhido, após passar por um processo de lavagem, é levado para o terreiro para secagem ao sol ou pelo secador.

16 MIL REAIS

Cada cafeicultor poderá participar do Concurso com apenas uma amostra por propriedade. Os dez finalistas do Concurso receberão certificado de participação e premiações de acordo com a colocação, assim distribuídas:

– 1º Lugar: R$ 5.000,00 (cinco mil reais);

– 2º Lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais);

– 3º Lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais);

– 4º Lugar: R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais);

– 5º Lugar: R$ 1.000,00 (um mil reais);

– 6º Lugar: R$ 900,00 (novecentos reais);

– 7º Lugar: R$ 800,00 (oitocentos reais);

– 8º Lugar: R$ 700,00 (setecentos reais);

– 9º Lugar: R$ 600,00 (seiscentos reais);

– 10º Lugar: R$ 500,00 (quinhentos reais).

O resultado do concurso será divulgado pela Comissão Organizadora no dia 29 de outubro, a partir das 19h, no Cras, Avenida Pico da Bandeira, 446, Alto Caparaó, MG.

Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/

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Revertendo o colapso: Jogo é lançado por brasileiro para retratar o resgate do Rio Doce

O rompimento da barragem de contenção de rejeitos do Fundão, em Mariana/MG, está prestes a completar 6 anos no próximo mês de novembro. A lama vazada se perpetuou como o maior desastre ambiental de todos os tempos no Brasil. Tamanha tragédia que varreu vilarejos, matou pessoas, e atravessou Minas Gerais e o Espírito Santo, se transformou numa grande mancha de lama que impactou a biodiversidade de uma das mais importantes bacias hidrográficas do país que incorpora 184 municípios. O Rio Doce teve dos seus 853km, 600 km atingidos pelos rejeitos, chegando até o seu desaguamento no oceano Atlântico.

Em 2016, alguns meses após o desastre em Mariana, o designer gráfico, programador e mestre em Artes pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Felipe Mattar se juntou com alguns amigos/sócios, dentre eles, Huemerson Leal e Rapahael Gaspar, para criar um jogo, mas que até então não tinha sido desenvolvido. Foi com o lançamento da Lei Aldir Blanc, que o grupo viu a oportunidade de resgatar as ideias antes pensadas e propor sua realização. Assim, nasceu o jogo Rio de Lama: O Resgate do Rio Doce, que tem a proposta de dar visibilidade e manter viva a memória do ocorrido, afim de não cair no esquecimento e possa contribuir de alguma forma para que não ocorra novamente. “O projeto se propõe de uma forma indireta e ficcional, utilizar dos acontecimentos reais como inspiração para o contexto geral do universo do game”, explica Felipe Mattar.

Já disponível em digital 2D no mobile para o Android, e na versão de computador para o WindowsLinux e Mac, o Rio de Lama é um jogo que leva uma mensagem que não só retrata a realidade do Rio Doce, conforme explica Mattar. “A ideia da mensagem que quero transmitir com o jogo é de todos os rios do planeta que sofrem pela má-conduta de pessoas e empresas que se utilizam do meio ambiente de maneira irresponsável necessitam de nosso cuidado e de nosso respeito”, enfatiza.

Vamos ao jogo?

Felipe conta que em “Rio de Lama: O Resgate do Rio Doce”, também disponível em inglês: “Mud River: The Sweey River Rescue”, o jogador controla uma nave espacial com objetivo de destruir os inimigos em fases que precisam ser desbloqueadas. Basicamente, a missão contará com duas armas principais com munição infinita e mais três armas secundárias que podem ser usadas com a quantidade de esferas de energia que o jogador conseguir coletar.

“A história do jogo consiste que há milhares de anos, ‘Pacal, o grande’ abandonou o Planeta Terra com a sua espaçonave para fugir de um dilúvio. No entanto, ele volta para cá em busca de artefatos preciosos que ficaram escondidos na América. Acontece que antigos templos sagrados se transformaram em hostis indústrias poluidoras comandadas pelo ambicioso e de poder absoluto, Dr. Welin”, conta.

Felipe Mattar explica que o seu personagem Pacal se enfurece com a profanação dos locais sagrados e com a destruição do meio-ambiente e aciona reforço com uma inteligência artificial conhecida como Zacharias. “No jogo, o Rio Doce era um paraíso para a humanidade e para os animais, mas como se tornou um território destruído por atividades inescrupulosas do Dr. Wellin, o objetivo do Pacal é impedir a destruição completa do rio tomado pela lama. Tem muita emoção e desafios para poder concluir estes desafios”, revela o desenvolvedor que ainda adianta: “É preciso passar por trilhos de fogo, afim de conquistar a relíquia sagrada e salvar o Rio Doce”, conclui.

Todo o trabalho para a concepção e o lançamento do game, além de Felipe Mattar, teve ainda o suporte de um time de profissionais, dentre eles, Ana Clara Gouvêa Calmon (Designer Gráfico), Huemerson Leal Cota (Ilustrador e efeitos especiais), Fernando Boechat (trilha sonora) e Raphael Gaspar (autor do enredo, redator e produtor executivo).

O “Rio de Lama: O Resgate do Rio Doce” é uma produção da distribuidora Rocpain Games, que tem o apoio do Instituto Últimos Refúgios para a conservação ambiental, Governo do Estado do Espírito Santo, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, e desenvolvido com os fundos da Lei Aldir Blanc de apoio à cultura.

SERVIÇOS PARA A IMPRENSA

Lançamento: “Rio de Lama: O Resgate do Rio Doce” / “Mud River: The Sweey River Rescue”
Distribuidora: Rocpain Games
Assessoria de Imprensa: Pessoa. Consultoria em Relações Públicas
Contatos para entrevistas, informações e fotos: atendimento1@pessoacomunicacao.com.br e atendimento3@pessoacomunicacao.com.br
Atendimento à imprensa – Plantão: (31) 9 9402-0149 – WhatsApp.

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CURTAS QUE TRATAM DO PRECONCEITO E DO UNIVERSO FAMILIAR NA REDE MINAS (17/09)

Emissora exibe os curtas “Rã”, “Mãe não chora” e “Joãosinho da Goméa, o Rei do Candomblé” destaques da 6ª Mostra de Cinema Feminista

Curtas que foram destaque da 6ª Mostra de Cinema Feminista são exibidos na Faixa de Cinema especial dedicada ao evento, na Rede Minas. Nesta sexta (17), “Rã”, “Mãe não chora” e “Joãosinho da Goméa, o Rei do Candomblé” são apresentados na emissora. As obras abordam questões ligadas à maternidade, raça e identidade.

O curta “Rã”, de Julia Zakia e Ana Flavia Cavalcanti, é uma homenagem a todas as mães solteiras do Brasil. A ficção é baseada na memória de infância da diretora Ana Flavia, que também é atriz e interpreta a protagonista da trama. No enredo, a personagem Val e suas duas filhas são surpreendidas pelo chamado de um amigo que faz um pedido inusitado. Já o curta “Mãe não chora”, de Carol Rodrigues e Veneza Oliveira, retrata a vida de uma mãe solo em seu ambiente profissional. A personagem Raquel  trabalha na defensoria pública e não consegue concretizar um pedido de pensão contra o pai do próprio filho, além de ter que levar a criança para o trabalho por não ter amparo paterno.

Joãosinho da Goméa, o Rei do Candomblé.

A programação ainda traz “Joãosinho da Goméa, o Rei do Candomblé”, dos diretores Janaína Oliveira Re.Fem. e Rodrigo Dutra. O filme trata da vida de Joãosinho da Goméa e resgata a trajetória do babalorixá baiano que fundou o Terreiro de candomblé da Goméia, no Rio de Janeiro. O enredo é construído com áudios da época, músicas, performances e imagens de arquivo. O documentário também  destaca como o religioso foi perseguido, chegando a ser preso por praticar sua fé.

A Faixa de Cinema com os filmes “Rã”, “Mãe não chora” e “Joãosinho da Goméa, o Rei do Candomblé” vai ao ar nesta sexta (17), às 23h, pela Rede Minas. O filme também pode ser visto, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

ACESSE AS REDES SOCIAIS:
www.redeminas.tv
facebook.com/redeminastv
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twitter.com/redeminas
youtube.com/redeminas

ATENDIMENTO AO PÚBLICO:
Tel: (31) 3254-3000
Whatsapp: (31) 98272-6543

Tatiana Coutinho
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
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(31)3254-3431
Fotos: Alexandre Rosa, Alice Drummond

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Vida de Influencer

Elas têm muitos seguidores, participam de campanhas, eventos, mostram seu dia a dia e são inspiração para quem as segue. Essa é a vida das influenciadoras digitais — carreira que surgiu com a popularização das redes sociais, como o Instagram, e que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.

Antes da Covid-19, a expectativa sobre essa nova profissão já era enorme. As marcas já se mostravam cada vez mais dispostas a investir seu dinheiro em ações e parcerias com influenciadores. Todos os dias, passam pela nossa linha do tempo diversos posts, dos mais variados nichos: viagem, moda, beleza, saúde. Hoje, há influenciadores em praticamente todos os segmentos.

Durante a pandemia, com muitas lojas e empresas fechadas, afastamento de colaboradores, entre outras medidas que foram tomadas, o trabalho dos influenciadores foi ainda mais essencial, para divulgar e levar o nome de uma marca até públicos específicos.

É importante reforçar que a demanda por conteúdo continua a aumentar e que o mercado está se modificando, assim como o trabalho dos influencers. Eles estão se tornando cada vez mais nichados e com necessidade de transparência — cobrada diretamente pelo público.

Os consumidores e seguidores buscam por conteúdos e influenciadores sem filtro, ou seja, que apresentam e endossam produtos e serviços que eles realmente utilizam e aprovam. Algo mais real, assim como a indicação de um amigo, ou um expert sobre determinado assunto.

A cobrança, vai muito além do perfil dos influencers, chegando até às marcas que os patrocinam, cobrando posicionamentos, sempre que necessário. Essa atitude do público força também empresas para que escolham com coerência o profissional que vai representá-las e endossar seus produtos e serviços.

É válido analisar muito mais que números e engajamento com o público, mas também se o conteúdo a ser divulgado faz parte da realidade do influenciador. Somado a isso, claro, se seu público vai se identificar com o conteúdo.

Em nossa edição digital, batemos um papo com algumas das influenciadoras digitais que mais se destacam em nossa região: Julia Horta, Juliana Ward, Ramana Furtado e Ana Luiza Palhares, para entender mais sobre essa profissão.

Como tudo começou

O ano era 2012. Juliana Wardi e Ana Luiza Palhares já iniciavam suas trajetórias como influenciadoras. Julia Horta e Ramana Furtado vieram pouco depois, em 2014. Juliana conta que iniciou o uso das redes sociais com o objetivo de influenciar pessoas, quando concluiu a graduação em Educação Física e começou a compartilhar seu estilo de vida, promovendo uma atitude mais saudável para seus seguidores.

Já Ana Luiza, a Cinderela de Mentira, conta que tudo começou como um hobby, compartilhando dicas pessoais. Mas, a partir de 2017, com o amadurecimento, passou a ser o seu trabalho principal. Júlia Horta já percebeu que poderia atuar como influenciadora quando participou do seu primeiro concurso de beleza, representando Juiz de Fora, e saiu vencedora do Miss Mundo Minas Gerais. No ano seguinte, fechou boas parcerias para o concurso e, quando percebeu, as marcas já a procuravam para trabalhos e divulgações.

Ramana, que faz parte de um nicho bem específico, conta que começou no YouTube, gravando conteúdos sobre cuidados com cabelos cacheados. Mas foi ao abordar um trauma com cavalos que ela viu seu canal crescer e uma oportunidade para falar com o público sobre algo que gostava muito.

“Em uma semana, vi meu número de inscritos no canal aumentar rapidamente. Vi aí uma oportunidade de falar para um público bem específico, num nicho pouco explorado naquele momento. Mudei totalmente o layout do canal e passei a abordar principalmente minha relação com meu cavalo e minha rotina com ele de uma forma bem leve e simples, algo que eu gostaria de ver na internet e não encontrava”, conta.

Como nem tudo são flores, as influencers também apontam as maiores dificuldades dessa profissão — aprender a separar o trabalho da vida pessoal, a desvalorização da profissão, que às vezes é vista de má forma, preconceito, o desafio de ter que fazer tudo ou, pelo menos, grande parte do trabalho sozinha, entender como fidelizar o público e criar conteúdo que resolva questões e problemas dentro do nicho que atuam.

Clientes e parceiros

“Uma influenciadora precisa estar atenta e manter um bom relacionamento com seus clientes e parceiros. O meu relacionamento sempre foi muito positivo. Inclusive, vários se tornaram amigos, porque acredito que é um trabalho colaborativo. O intuito é trabalharmos juntos pelo crescimento e sucesso da empresa”, explica Júlia, que reforça que a maioria já consegue entender a nova dinâmica da publicidade com influenciadores. Para os que ainda não sabem muito bem como essa prestação de serviço funciona, ela busca ser solícita e orientar a respeito do mercado.

Para Juliana, é fundamental colocar tudo em pauta e especificar os detalhes, a fim de verificar se os interesses do parceiro batem com a comunicação que ela passa aos seguidores. Outro detalhe importante para o sucesso do trabalho é ter cuidado na hora de fechar as famosas “publis”, e, justamente por isso, elas são categóricas e afirmam que já recusaram trabalhos.

Os motivos vão desde a não identificação com a marca, produto ou conteúdo, até questões de ideais e princípios. “Na maioria das vezes, foi porque não tinha a ver com minha índole e com meus propósitos. Recusamos quase diariamente propostas de remédios emagrecedores e cintas”, conta Ana Luiza, que aborda temas relacionados ao nicho plus size, falando sobre moda, beleza, comportamento e autoestima.

Com esse cuidado, é difícil que seu público não se identifique ou conecte-se com o conteúdo apresentado. Mas pode acontecer, por isso, é importante ouvir o feedback dos seguidores e aprender com a situação, como conta Ramana: “Ano passado, fui fazer a cobertura de um rodeio muito grande e conhecido em Minas para meu canal. Como as provas de montaria em touro fazem mais sucesso com o público em geral nesses eventos, foquei bem mais nessa modalidade do que nas modalidades com cavalos. Percebi que não era bem isso que meu público queria e não tive um resultado tão bom, foi um aprendizado”, afirma. Hoje, antes de fechar uma parceria, ela procura analisar não só o benefício trazido, mas também se vai interessar seus seguidores para gerar um bom resultado para o parceiro.

Para Juliana, ser seguida por várias pessoas tem o lado bom, mas também o lado ruim. “Recebo críticas o tempo todo, não é fácil agradar a todos”, lamenta. Para empresas que ainda têm ressalvas em investir no marketing de influência, elas acreditam que, com um objetivo claro e estratégia, aliados às ações propostas com influenciadoras, podem, sim, trazer bons resultados. “As pessoas passam boa parte do seu dia nas redes sociais, vendo vídeos e fotos de quem admiram. Porém, é necessário avaliar não só o número de seguidores, mas o conteúdo que o influenciador tem para transmitir”, aponta Juliana.

Também é importante que as empresas escolham influenciadoras que falem diretamente com seus públicos, garantindo, dessa forma, resultados mais acertados. “Já fui de tentar catequizar empresas a entenderem melhor e a buscarem investir na área. Especialmente agora, em tempos de pandemia, já estamos vendo o reflexo comercial de quem tinha uma presença online e de quem nunca esteve presente. A diferença é gritante não só nos lucros como na manutenção dos clientes”, relata Ana Luíza. Ela ainda alerta que quem tem presença e valor online tem tudo para passar pela crise de uma forma mais leve e com menos impacto do que quem começou agora a correr atrás disso, ou quem continua resistente.

Expectativas

Ramana Furtado

Com relação às expectativas para o futuro da profissão, todas se mostram positivas. “Acredito que a busca por influenciadores com propósito, autoridade e um bom conteúdo será cada vez mais valorizada”, diz Júlia. Já Juliana e Ramana reforçam o coro por mais valorização da área, e Ana Luíza afirma que, para quem trabalha com coerência, o mercado só tende a crescer.

Para aqueles que desejam se tornar influenciadores, elas reforçam que é importante se conhecer bem e definir que tipo de conteúdo quer produzir. Estudar e se especializar na área em que deseja atuar, ficar de olho nas tendências do marketing digital e começar com o que tem estão entre as principais dicas. “Influenciar é como o próprio nome diz: ser capaz de conquistar as pessoas a ponto de fazê-las querer comprar ou contratar algo que você já faz uso. Não é apenas postar uma foto bonitinha, tem que produzir bons conteúdos, cativar o público e ser verdadeira sempre”, finaliza Juliana.

Texto: Flávia Siqueira Publicação: Revista Viva Minas – edição 16

Sociedade

Dr. Alexandre Almeida – expandindo as fronteiras na região das Matas de Minas!

Alexandre Almeida Lima natural de Santa Margarida, cidade interiorana localizada no estado de Minas Gerais, iniciou sua vida acadêmica na cidade de Juiz de Fora – MG quando foi classificado no curso de Medicina na UFJF – Universidade Federal de Juiz de Fora, finalizando esse ciclo em 2013.

Logo após a graduação, deu inicio à residência médica em ortopedia e traumatologia na Universidade Federal do Triângulo Mineiro, finalizando a especialidade em 2017. Seguidamente, decidiu adentrar-se à formação extra de subespecialidade em cirurgia do quadril. Toda essa experiência acadêmica levou à abertura do seu consultório em sua cidade natal.

O Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Dr. Alexandre Almeida Lima oferece aos pacientes atendimento de alta resolubilidade nas doenças ortopédicas, prevenindo, diagnosticando e tratando doenças e lesões, tendo como foco a qualidade de vida do paciente.

Além do atendimento em consultório em Santa Margarida, Alexandre dispõe de plantão no Hospital João XXIII na cidade de Belo Horizonte e atua como cirurgião do quadril no Hospital São Francisco também localizado na metrópole, onde se encontra apto a realizar desde procedimento simples aos de alta complexidade.

Sua estrutura óssea se encontra harmônica? Agende uma consulta! @dr.alexandrealmeidalima Ortopedista-Traumatologia-Cirurgião

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Um turismo diferente – Conheça a proposta de perenização de memórias positivas do Memorial Cotochés

Cotochés ou catochos, significa Abre Campo em português, nome em homenagem a tribo indígena que vivia no interior de Minas Gerais. Localizado na BR-262, KM 96 – Abre Campo, possui um museu histórico dotado de um acervo de equipamentos e fotografias, no qual conta parte da história do Laticínio Cotochés, da família fundadora e da trajetória e evolução para complexo comercial.

O objetivo maior do memorial é o resgate e perenização na criação de memórias positivas, e tem como princípio a união da família. Como exemplo disso, agradecemos a Maria da Conceição Vieira Alves, residente de Campos dos Goytacazes-RJ ao se hospedar neste Memorial para lançar seu livro “Pedaços de Mim”, na cidade vizinha Rio Casca.

É um livro de memórias que aborda a sua história, da infância à adolescência. Durante esse período viveu lembranças em uma fazenda na zona rural de Rio Casca e na cidade de Abre Campo.

Dona Maria conta que, ao chegar no hotel no dia 20/09/2019, ficou deslumbrada com a beleza do lugar, jardins ornamentavam um pátio e uma cachoeira causava impacto pelas águas que desciam sob pedras estrategicamente colocadas, formando um pequeno lago. Um sentimento de paz e tranquilidade é exposto para ela e também para as demais pessoas presentes.

O carinho e a hospitalidade conquistam pessoas, o calor humano é a chave para uma experiência extraordinária. A beleza e o conforto são essenciais, mas o que aquece o coração não são coisas exteriores e sim interiores.

Aproveite para conhecer o complexo e criar memórias positivas em sua vida!!

Instagram: @memorialcotoches

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Parque Estadual da Serra do Brigadeiro inaugura cadeira para pessoas com dificuldade de locomoção

Estrutura fica disponível por agendamento e permite a realização de trilhas e acesso a diversas atrações do parque

Parque Estadual da Serra do Brigadeiro inaugura cadeira para pessoas com dificuldade de locomoção

Pessoas com necessidades especiais poderão percorrer trilhas e demais atrativos do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro. A unidade de conservação inaugurou a cadeira Julietti, adaptada para pessoas com dificuldade de locomoção.

O objetivo do uso do equipamento é garantir, a esse público, acesso aos principais pontos turísticos da unidade de conservação com a ajuda de pessoas que vão conduzir as cadeiras durante os percursos. A utilização se dará mediante agendamento prévio e o equipamento deverá ser conduzido com o apoio de duas ou mais pessoas da família. Não há limite de idade para fazer o passeio utilizando a Julietti, mas será necessário informar ao parque as condições da pessoa que utilizará a cadeira.

O lançamento foi feito em evento no parque, na última sexta-feira, 20, com a presença de prefeitos de alguns dos municípios que estão inseridos no território da unidade: Araponga, Canaã e Fervedouro. Também participaram representantes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e do Comando de Policiamento de Meio Ambiente da PMMG.

A gerente do PE da Serra do Brigadeiro, Rosimeire Belcavelo, explicou que a cadeira foi doada pela Associação Regional de Proteção Ambiental (Arpa) de Ubá.

O parque divulgará, nos próximos dias, o regulamento detalhado para o uso do equipamento. Inicialmente, será possível utilizar a Julietti para percorrer as trilhas do Muriqui, Sensorial e um trecho do Circuito das Águas. “Será uma oportunidade importante de trabalhar a inclusão social e possibilitar que mais pessoas tenham acesso às belezas do parque”, destaca Rosemeire.

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Cadeira adaptada vai garantir acesso à diversas atrações do parque

Fonte: https://www.folhadamata.com.br/