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Gastronomia

Cooperfelix organiza concurso de qualidade de cafés especiais

Acontece em Santa Margarida, o primeiro concurso de qualidade de café, organizado pela Cooperfelix (Cooperativa dos Produtores de Café do Córrego São Félix).

A Cooperfelix através da realização do concurso de qualidade dos cafés, estará aproximando os compradores aos produtores de cafés especiais da região, objetivando trocas de experiências e conhecimento entre os produtores.

O encontro será realizado no Recanto da Matinha no dia 06 de novembro de 2021 com início às 14 horas. Na ocasião os 10 finalistas do concurso serão divulgados. Durante o evento serão realizadas palestras, sorteios e apresentação dos finalistas.

Programação
14h30min
Tema: Nutrição do cafeeiro
Palestrantre: Mirelle Dornelas





Manhuaçu-MG
15h
Tema: Café especial
Palestrante: Clayton Barrosa Monteiro

Alto Caparaó-MG
15h30min
Tema: Comércio de café
Palestrante: Léo Gardingo

Matipó-MG
16h
Sessão de Cup
Apresentação dos cafés aos compradores
16h30min
Degustação popular dos 5 melhores cafés do concurso (garrafa)
18h: Anúncio dos vencedores do concurso e leilão dos cinco primeiros finalistas.

O organizador e presidente da COOPERFELIX, Eliéser Carmelito, destacou a importância do evento na região. “Eventos como esse fazem com que cooperativas como a COOPERFELIX, ainda principiantes se destaquem na região, proporcionando o desenvolvimento e crescimento dos produtores envolvidos”.

Ele convida a todos para participarem: “Esse é apenas um importante passo, de uma longa caminhada que nós, produtores de cafés de qualidade, estamos percorrendo. Não deixe de conferir a programação completa do 1º Concurso de qualidade de café de Santa Margarida e venha participar conosco”.

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Prato Principal: Ossobuco com polenta trufada

1,200kg de ossobuco, com + ou – 4cm de espessura.

Para a marinada, vamos usar:

▪ 3 dentes de alho brunoise (picadinho);

▪ 1 cebola grande brunoise;

▪ 1 cenoura grande brunoise;

▪ 2 ramos de tomilho;

▪ 1 talo de salsão picadinho;

▪ 1 xícara de alho poró picadinho;

▪ 3 folhas de louro;

▪ 200ml de vinho branco ou tinto seco;

▪ açafrão;

▪ páprica doce e picante;

▪ pimenta do reino moída na hora;

▪ cominho;

▪ sal a gosto.

Modo de Preparo do Ossobuco

Retire o excesso de gordura na lateral do ossobuco e tome cuidado para não retirar a membrana. Amarre a carne com um barbante para que ela não perca sua forma no cozimento. Passe o sal (grosso ou fino) na carne, frente e verso, de sua preferência. Moa a pimenta do reino em cima de cada pedaço. Salpique os temperos (colorau, açafrão e pápricas). Coloque um pouco de alho, cebola, alho poró, salsão, cenoura, tomilho e folhas de louro.

Agora, acrescente o vinho branco ou tinto seco de sua preferência, jogando-o por cima. Cubra com plástico-filme ou a tampa de uma vasilha (para não oxidar). Leve à geladeira por 24 horas. Nesse meio tempo, vire a carne para que pegue todos os temperos de uma vez. Retire o ossobuco da marinada, reservando-o. Separe o líquido dos legumes.

Em uma panela, coloque 2 litros de água fria e o caldo da marinada para esquentar. Quando o caldo já estiver quente, empane com farinha de trigo cada pedaço do ossobuco de um lado e outro. Na frigideira com azeite, sele a carne de um lado e do outro para que preserve o suco da carne. Reserve a carne e, na mesma frigideira, refogue os legumes da marinada por 5 minutos juntamente do tomate pelatti.

Coloque a carne junto aos legumes refogados para cozinhar em fogo médio. Adicione um pouco do caldo de vinho quente (aos poucos). Deixe cozinhar com a panela tampada até que a carne fique macia e forme um molho espesso. Vá adicionando aos poucos o caldo do vinho, mas deixando formar um molho saboroso, por cerca de 4 horas.

Ingredientes da Polenta:

▪ 1l de água;

▪ 1/3 de leite;

▪ farinha de milho em flocos, mais ou menos;

▪ 1 cebola brunoise;

▪ 2 dentes de alho brunoise;

▪ pimenta do reino moída na hora;

▪ sal a gosto;

▪ 3 colheres de manteiga em temperatura ambiente;

▪ 1 xícara de queijo parmesão ou canastra ralado;

▪ manteiga trufada (somente para finalizar).

Modo de Preparo da Polenta

Em uma panela grossa, coloque água fria, leite e vá adicionando aos poucos a farinha de milho em flocos, mexendo sem parar com um fuet. Até que a farinha dissolva, não pare de mexer para formar uma consistência cremosa. Acrescente alho, cebola, sal e pimenta do reino, mexendo com uma colher de pau, sem parar.

Quando a polenta estiver bem espessa, mas sem estar dura, desligue o fogo e finalize com a manteiga trufada e o queijo, tampando a panela e deixando descansar por 5 minutos. Na hora do empratamento, adicione brotinhos de nabo ou de agrião: o prato ficará mais bonito e charmoso para ser degustado.

Sugestão de vinho para acompanhar o prato: Barolo.
Rendimento: 4 porções
Receita Chef Ana Carolina Cerdeira

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Mercado Central – Um ícone desde 1900

Belo Horizonte tinha apenas 31 anos quando um prefeito empreendedor resolveu reunir, em um só local, os produtos destinados ao abastecimento dos 47 mil habitantes da jovem cidade. Foi assim que o Mercado Central nasceu, no dia 7 de setembro de 1929, unindo as feiras da Praça da Estação e da praça da atual rodoviária.

A tarefa não foi fácil, e há́ 90 anos o Mercado Central faz história. Bem organizado e com participação ativa dos comerciantes a cada dia, ao longo dos anos tem suas atividades ampliadas e seus negócios expandidos, transformando-se em um núcleo não só de produtos alimentícios, mas também de artesanato e de comidas típicas, tornando-se um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte e um dos locais mais queridos pelos mineiros.

Hoje, o local é referência nacional e internacional em cultura e em administração. É conhecido como o terceiro melhor mercado do mundo pela pesquisa da Latam, e foi eleito a “Cara de BH” pelo concurso Viva BH 120, por votação popular — um exemplo a ser seguido em gestão.

Para os comerciantes, o sentimento é de gratidão e de orgulho por fazerem parte da construção histórica deste ícone. Todos estão cientes de suas responsabilidades em manter o local como o espaço de boa convivência e querido pelos mineiros e por todos aqueles que o visitam.

Nestas nove décadas de histórias repletas de muito sabores, temperos, crenças e cores, desejamos que o Mercado seja reconhecido e admirado cada vez mais pelos nossos visitantes, e que a cultura mineira e sua tradição sejam representadas por muitos anos de um jeito único, afetuoso e receptivo, que só o Mercado Central tem.

Conheça o Mercado Central – Av. Augusto de Lima, 744 – Centro, Belo Horizonte – MG

Texto: Élida Fagundes
Instagram @mercadocentralbh

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Festival Gastronômico de Tiradentes 2021 vai começar!

Festival Gastronômico de Tiradentes 2021 acontecerá entre os dias 18 e 26 de setembro e vai combinar atrações digitais e experiências físicas

Foto: Instagram Fartura Brasil

Tiradentes é uma cidade histórica de Minas Gerais e está a aproximadamente 191 km da capital Belo Horizonte.

A cidade costuma surpreender em todos os sentidos, pois oferece ao visitante não só lindas paisagens das construções antigas como também é uma região onde a cultura, religião e natureza estão muito presentes.

Para os amantes da natureza o local é muito atraente, pois existem diversas cachoeiras e trilhas na região. Um verdadeiro convite para se aventurar ou relaxar.

No entanto desde 1997 a cidade tem presenteado moradores locais e turistas com um evento que ganhou destaque no circuito gastronômico do país e do mundo. É o tradicional Festival de Cultura e Gastronomia que, esse ano, está na sua 24ª edição.

A história do Festival é bem interessante, pois muitos acreditam que ele foi impulsionado pelo grande destaque que a comida mineira tem. Porém  a criação foi motivada  por influência do teatro e cinema.

Em 1997 Tiradentes já era uma cidade admirada e com boa estrutura, todavia ainda pouco conhecida. Nesse período uma apresentação da peça “Um Moliére Imaginário”  do grupo Galpão ganhou notoriedade nacional e foi foco das pautas de Cultura.

Iniciava-se assim a Criação da Mostra de Cultura e Cinema de Tiradentes que logo em seguida incentivou também a ideia do Festival de Cultura e Gastronomia. Ficou conhecido como um evento pioneiro nesse formato ao ar livre sendo que os que já existiam naquela época eram realizados no eixo Rio – São Paulo e eram realizados em locais fechados.

A fórmula foi um sucesso e até hoje atrai visitantes e amantes da cultural local e culinária regional e internacional. A cidade se transforma e claro como boa mineira que é, acolhe a todos com atenção, boas conversas e excelente infraestrutura.

O Festival é, certamente, um orgulho para a cidade e um marco que valoriza a culinária e os tão ricos ingredientes nacionais.

Nesse ano ele acontecerá entre os dias 18 e 26 de setembro de 2021 e será em formato híbrido combinando atrações digitais e experiências físicas por toda a cidade.

As experiências físicas serão conduzidas por chefs em restaurantes da cidade, servindo pratos e oferecendo menus criados especialmente para o evento com ingredientes locais.

Já as atrações digitais vão reunir conteúdos especiais e inéditos, produzidos em Tiradentes, com transmissão online e gratuita para todo o Brasil, na plataforma da Fartura.

Ressaltamos ainda que o evento faz parte do Projeto Fartura – Comidas do Brasil, que tem como premissa mapear a cadeia produtiva da gastronomia, da origem ao prato.

Nesse sentido os temas estão bem envolventes. Citaremos alguns;

Atrações físicas

  • Tour Gastronômico Origem Minas – Receitas especiais com ingredientes especiais
  • Fartura de Amor – Os chefs do festival preparam refeições para quem precisa
  • Tour Gastronômico – A tradição: receitas especiais
  • Mercearia – A valorização do produtor e da cultura de Minas
  • Música – O melhor da música instrumental brasileira

Atrações online

  • Música – O melhor da música instrumental brasileira
  • Mercearia Fartura – Compre online produtos de pequenos produtores
  • Dicas de Chef – Aprenda os segredos culinários que farão toda a diferença nas suas receitas

Atrações não faltarão nesse que é um dos mais reconhecidos Festivais Gastronômicos do país.

Por Lu Ferreira
@janaelutraveldesigners
Fonte: https://mundoela.uai.com.br/

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Chef mineiro inova na gastronomia de Tiradentes

Luiz César Costa é chef de cozinha há 7 anos e idealizador do projeto “Chef no Pedal”

A cidade mineira de Tiradentes encanta quem chega até lá, principalmente por causa das suas charmosas ruas de pedras, igrejas, praças e seu centro histórico. Mas os atrativos não param por aí, afinal, a cidade também é mundialmente conhecida pelos seus festivais de gastronomia e culturais internacionais, o que fez com que o lugar se tornasse ainda mais visitado.

Foi a partir daí que Luiz César, chef de cozinha do Luth Bistrô, teve a ideia de fazer um projeto inovador, que agregasse valor aos alimentos produzidos na cidade. O “Chef no Pedal”, como foi intitulado, teve início em 2019 e tem como objetivo principal divulgar a gastronomia e o turismo de Tiradentes. Junto da esposa Elizabeth Cruz — que completa o nome da empresa (LUiz e ElizabeTH) —, o bistrô prima por fusão gastronômica, combinando culinária mineira, francesa e italiana, mas sempre valorizando os ingredientes locais.

E como ele funciona? Luiz vai até aos pequenos produtores da cidade com sua bicicleta e vê como são produzidos os queijos, manteigas, cachaças, cafés, entre outros produtos. Em seguida, são selecionados os produtos e levados até aos restaurantes de Tiradentes, onde são finalizados em diversos pratos.

“É uma ideia simples, mas que agrega valor e divulga a gastronomia da cidade e os pequenos produtores, pois eles também ajudam a girar a economia e a mostrar que Tiradentes tem esse outro lado, no qual o turista pode vir de bicicleta e explorar vários lugares”, enfatiza o chef.

Um produto muito usado por ele dentro do projeto é o ora-pro-nobis. Luiz conta que vai até à casa da Dona Célia, que fica na Serra São José, para buscar o produto e finalizar no prato do Bistrô, em que trabalha com a famosa costelinha de porco, uma referência no local há dois anos.

Texto: Nathália Coelho

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Biblioteca Estadual recebe exposição sobre a Cozinha Mineira

Mostra gratuita conta, por meio da literatura, tradições e costumes gastronômicos em nosso estado

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A história da cozinha mineira contada em diferentes páginas da Literatura são o mote da exposição “A Cozinha de Minas reluz como ouro”, no Hall de Entrada da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais. Ao todo, são 45 livros do acervo literário do equipamento e 19 folhetos produzidos pelo jornal Estado De Minas sobre mostras de roteiros gastronômicos no território mineiro. Com entrada gratuita, a exposição pode ser visitada de 1º a 30 de setembro.

O recorte de obras que integram a exposição demonstra a diversidade gastronômica de Minas Gerais ao colocar em evidência publicações que abordam tradições, modos e costumes do povo mineiro na cozinha. Os livros que compõem o percurso expositivo têm, em comum, o diálogo com a memória gastronômica do estado e o jeito único de se cozinhar em Minas Gerais. São publicações que evidenciam a força da culinária mineira e a potência patrimonial da cozinha do estado.

Dos locais da tradicional boemia belo-horizontina e que hoje se transformaram em atrações culturais e gastronômicas a estudos e publicações dedicadas à formação da cozinha em Minas, o acervo da exposição reúne livros de receitas de cozinheiras famosas e personalidades ligadas à cozinha mineira, como Dona Lucinha e Maria Stella Libanio, mãe do escritor frei Betto; publicações sobre bares de Belo Horizonte, além de “Feijão, angu e couve”, famoso ensaio de Eduardo Freiro sobre a cozinha mineira.

A exposição também reúne obras atuais, como a que comemora os dez anos do “Festival Comida di Buteco” e o livro de receitas “Araxá põe a mesa”, e algumas raridades, como uma publicação com o cardápio oferecido a Olavo Bilac, quando o escritor visitou a capital em 1916. A obra foi impressa em português, algo raro para a época; além de um folhetim sobre um Concurso Agrícola de vinhos de 1895.

A Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais integra o Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) e que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

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O CAFÉ ESPECIAL: DAS MATAS DE MINAS ATÉ SUA XÍCARA

O café especial surgiu por volta de 1975, quando a importadora de cafés Erna Knusten, de São Francisco, na Califórnia (EUA), identificou características significativas em alguns lotes vindos da África. Ela percebeu que, em lotes onde a maturação do café era uniforme, e não possuía grãos defeituosos, o aroma e o sabor eram mais evidenciados e distintos. A partir dessa percepção, foi criado o conceito de café especial: um café com grãos maduros e sem defeitos, que propiciam aromas e sabores diferentes, de acordo com o tempo de torra. Saindo da Califórnia, chegamos em Santa Margarida, cidade rural localizada no interior de Minas Gerais, que tem como destaque econômico a produção de cafés. O pequeno município tem mais de 2 mil propriedades, isto é, a agricultura familiar segue com seus sucessores produzindo de maneira contínua.

Como consequência disso, Celestino José Lima, residente margaridense, teve a brilhante ideia de criar o projeto de parceiros “O Meu Prazer – Cafés Especiais”.
À medida que a empresa cria vínculos com os produtores, oferece a eles melhores condições de comercialização e valorização de seu produto, aumentando também a lucratividade das famílias. Além disso, para chegar até à xícara, o café especial passa por diversas etapas e critérios, desde o plantio até o empacotamento.

Conheça um pouco mais sobre o processo de produção artesanal presente na marca O Meu Prazer!

Plantio As fazendas estão localizadas na região das Matas de Minas, com altitude média de 1100 metros e temperaturas entre 18 e 22º C. A região é conhecida internacionalmente pela sua excelência em produção de cafés especiais.


Colheita Para garantir maior qualidade do produto, apenas os grãos maduros são colhidos manualmente, galho a galho, preservando sua integridade. A colheita é feita a partir do mês de maio, podendo chegar até o início de dezembro de acordo com a altitude e a variedade cultivada.


Secagem Após a colheita, os grãos são separados de possíveis detritos, como galhos e folhas. Então, partem para a secagem natural em terreiro de cimento, terreiro suspenso ou estufas, conforme a disponibilidade de cada propriedade.

Classificação e análise sensorial Para garantir a alta qualidade, o café cru é selecionado manualmente e passa por uma pequena torra. Dessa forma, é possível realizar a avaliação sensorial do café, também conhecida como cupping. Esse processo é responsável pela definição das notas, aromas e sabores do grão. A partir dessas anotações, a torra em microlotes pode ser iniciada para atender o pedido de cada cliente d’O Meu Prazer.

Torrefação Esse processo é feito em torrador de pequeno porte, equipado com componentes para controle de temperatura, fluxo de ar, velocidade e tempo. A torra é o processo que aquece os grãos crus para torná-los agradáveis ao paladar, e é realizada pelo próprio Celestino que, com mais de 30 anos de experiência e técnica, analisa a curva de torra ideal para cada grão. A curva de torra é definida pelo tempo em que o grão de caféfica em cada temperatura. Isso interfere no aroma, sabor, corpo, acidez, finalização, equilíbrio, enfim, quase todas as notas do café podem ser trabalhadas ao longo da torra.


Moagem É executada somente após o pedido do cliente por meio do site, podendo variar de acordo com o tipo do café e método de extração que será realizado. A granulometria é testada antes de executar a moagem definida. Após essas etapas, o café é empacotado em embalagens especiais, conservando todas as suas características. Todo o processo, da colheita até a embalagem, torna os cafés ainda mais especiais!

3 DICAS PARA SABOREAR MELHOR O SEU CAFÉ

SEMPRE USE ÁGUA MINERAL OU FILTRADA
Diferentemente da água da torneira, que tem grandes quantidades de cloro e outros produtos, a água mineral ou filtrada é mais pura e limpa, não interferindo no sabor do seu café.


ESCALDE TODOS OS UTENSÍLIOS QUE FOR USAR PARA PREPARAR OU SERVIR O CAFÉ
Além de esterilizar os utensílios, o escaldamento faz com que eles estejam quentes na hora do preparo do café, e isso evita que sua bebida final perca calor.


PREFIRA MOER O GRÃO NA HORA DO PREPARO
Os grãos inteiros conservam melhor os óleos, portanto, as características do café como sabor e aroma são preservadas.


Além de toda essa dedicação e amor que os produtores têm com a produção dos cafés, o que sobra depois da extração é a borra, não é mesmo? Geralmente, essa borra é descartada, mas nós temos uma dica para você reaproveitá-la e, assim, produzir menos lixo orgânico:
A borra de café é um excelente adubo para as plantas. Ela fortalece a planta contra as pragas e ainda acelera seu crescimento. Basta você misturar 2 partes de terra com 1 parte da borra do café e deixar curtir por, pelo menos, 4 dias. Pronto! É só jogar na sua plantinha e dar mais força a ela.


Agora que você sabe como surgiu o café especial, como ocorre todo o processo artesanal e as principais dicas para apreciá-lo, é hora de saborear o melhor café especial das Matas de Minas!
Acesse o site www.omeuprazer.cafe ou siga no Instagram @omeuprazercafesespeciais e escolha as suas notas sensoriais preferidas.

Gastronomia

Os tipos de taças para cada vinho #mundoela
tipos de taças para cada vinho

Assim como há diversos estilos de roupa para cada ocasião, também existem diferentes modelos de taças que variam conforme o tipo do vinho a ser servido.

Além de trazer benefícios para a saúde, o vinho também é uma bebida elegante e prazerosa. Portanto, para sermos capazes de usufruir de todas as sensações que a experiência pode nos proporcionar, a escolha da taça ideal é parte importante do processo. A principal razão é que o recipiente que você utiliza pode ajudar a reforçar o visual, aromas e sabores da bebida.

Isso acontece porque os formatos das taças foram desenvolvidos justamente para valorizar os pontos fortes de cada tipo de vinho. Afinal, a degustação passa pelos olhos, nariz e boca e a intenção é conseguir aproveitar ao máximo essa experiência.

Cada tipo de taça permite que a bebida tenha contato com áreas diferentes da boca, aguçando ou diminuindo sabores. Além disso, o formato da taça também interfere na manutenção da temperatura. Por esse motivo, é tão importante saber qual é a taça ideal para apreciar o vinho escolhido.Continua depois da publicidade

Mas é mesmo necessário uma taça para cada vinho?

Cada vinho possui características únicas dependendo de diversos fatores, como uva, região e método de produção, o ideal é que você separe um tipo de taça para cada vinho sim.

Existem aproximadamente 400 modelos de taças no mundo, mas você não precisa de todos eles, é claro. Não quando é possível simplificar.

Acredito que cinco modelos básicos sejam o suficiente. São eles: duas taças para diferentes vinhos tintos, uma taça para brancos, uma para espumantes e outra para vinhos de sobremesa.

É bom ressaltar que boas taças são feitas de cristal transparente, com hastes longas para que seja possível segurar o copo sem ter que tocar o local onde se concentra o vinho, evitando que o calor das mãos passe para a bebida.

O tamanho da taça também diz muito sobre a bebida que ela pode receber: quando são muito grandes, elas são ideais para receber vinhos que precisam de maior contato com oxigênio. Quando são menores, elas valorizam os vinhos que devem ser consumidos rapidamente, evitando que a bebida esquente. Taças muito longas são adequadas para os espumantes, já que favorecem a formação de bolhas e realçam os aromas. Já as taças pequenas e curtas são mais indicadas para vinhos doces, de sobremesa, que são consumidos em doses menores.

Os tipos de taças

Para vinhos tintos:

Bordeaux – As taças Bordeaux são ideais para servir vinhos mais encorpados. Por possuírem o bojo grande e a borda mais fechada, evitam a dispersão dos aromas. São indicadas para os Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah, por exemplo.

Borgonha – Os tintos da Borgonha são mais complexos e concentrados, produzidos quase exclusivamente com a uva Pinot Noir. As taças ideais são as em formato balão, que permitem um maior contato da bebida com o ar, liberando o aroma rapidamente.

Para vinhos brancos:

Devem ser utilizadas taças menores do que as para vinho tinto, porque o vinho branco é uma bebida que deve ser consumida mais gelada e também para que o sabor frutado seja realçado.Continua depois da publicidade

Para vinhos rosés:

Os vinhos rosés possuem os taninos dos tintos, mas os aromas dos brancos. Por isso, o ideal é que  a taça seja menor que a dos brancos, mas com bojo maior.

Na imagem, da mais alta para a mais baixa estão as taças Bordeaux, Borgonha e para vinhos brancos e rosés.

Para espumantes:

Nesse caso, a taça adequada é mais fina e comprida, um modelo bastante conhecido. Esse desenho, conhecido também como “flauta”, é ideal para que sejam formadas e mantidas as bolhas dos espumantes, que colaboram com o sabor e aroma. Como o volume dessa taça é pequeno, ela também não prejudica a temperatura da bebida, que deve ser servida sempre em temperaturas mais baixas.

Vinhos doces/de sobremesa:

Essas taças possuem haste, bojo e tamanho pequenos, para valorizar o consumo de vinhos mais doces, que não devem ser ingeridos em grandes quantidades.Continua depois da publicidade

Taça ISO: Essa é a taça padrão que se adapta para todos os tipos de vinho. São muito utilizadas em restaurantes e em eventos de degustação. Ela tem um tamanho menor do que as tradicionais taças de vinho tinto, porém com bojo maior e a boca mais fechada.

Só pra lembrar: ISO significa International Standardization Organization, a organização mundial encarregada de padronizar processos e produtos. Mais uma evidência de que vinho é prazer, mas também é coisa séria.

Por Laura Baraldi
@laurabaraldi_

Fonte: https://mundoela.uai.com.br/

Gastronomia

O vinho e os sentidos – Saiba como cada um atua
O vinho e os sentidos

O vinho e os sentidos – Para quem gosta, o hábito de beber vinho é indiscutivelmente prazeroso. É uma forma de estimular a todos os sentidos.

Embora seja parte importante do trabalho de enólogos e sommeliers, além de tema de variados cursos pelo mundo, acredito que apreciar um vinho não precisa ser algo complicado e cansativo. Pois o processo deve ser encarado como uma jornada de busca por elementos e sensações agradáveis.

Na verdade, o contato frequente com o vinho é o que nos permite aprimorar nossa capacidade de distinguir as características e virtudes de cada um. Somente assim, seremos capazes de formar uma opinião sobre cada rótulo escolhido.

O vinho é a fermentação alcoólica do mosto das uvas. Dessa forma, o produto final é uma quantidade razoável de água (que estava no interior das uvas), álcool (produto da fermentação do açúcar presente nas frutas) e muitas substâncias que se encontravam no interior das uvas e nas cascas. Assim, são esses componentes que conferem ao vinho suas características de cor, brilho, aroma, sabor e textura.

Mas todas essas substâncias possuem propriedades específicas que podem ser percebidas pelos nossos sentidos. A capacidade de identificar e avaliar características usando os sentidos humanos chama-se análise organoléptica.

Embora existam instrumentos capazes de identificar a composição química de conjuntos complexos de substâncias, o cérebro humano, através dos sentidos, é capaz de fazer análises abrangentes, valorando os resultados e traduzindo substâncias em sensações, memórias e emoções.

Vinho e os sentidos:

Visão

No caso dos vinhos, a visão é o sentido que nos permite reconhecer a cor, o brilho e a forma como a luz atravessa o líquido. Assim, a partir destas observações, podemos constatar a intensidade e sanidade do vinho.

Olfato

Através do olfato, podemos identificar os aromas presentes, as intensidades e persistências. Há aromas, por exemplo, que emanam da uva, outros do processo de fermentação e outros ainda do processo de guarda. Como há na uva substâncias presentes em outras frutas, é possível identificar aromas e traços variados na composição do bouquet – o aroma complexo dos vinhos.

Paladar

Já o paladar nos permite reconhecer a presença dos sabores doce, salgado, ácido, amargo e umami, palavra de origem japonesa que identifica o quinto gosto e nos ajuda a ter uma melhor percepção dos sabores dos alimentos. Um vinho pode impactar o paladar de modo agradável, equilibrado, complexo, como é o caso dos vinhos prontos para serem degustados, mas também pode apresentar-se ácido, imaturo, desequilibrado, que é o que acontece com vinhos que já passaram do tempo de serem consumidos, por exemplo.

Tato

O tato é outro sentido impactado pelo vinho. As paredes internas da boca abrigam sensores táteis, que permitem identificar se a passagem do vinho deixou uma sensação suave ou rascante, aveludada ou áspera.

Bem, falamos de quatro sentidos. Mas percebemos o mundo através de cinco sentido. Faltou a audição. O vinho tem som?

A resposta é sim. As taças, além de recipientes para um correta degustação e fruição do vinho, também são estruturas de ressonância, que vibram com o impacto que recebem. Na próxima vez que servir um vinho, perceba a variação de sons que ele produz ao ser despejado na taça. É um indicador de densidade, que também permite conhecer o vinho.

Mas o som mais importante é aquele que vem logo depois de levarmos o vinho à boca. Se ouvir um “adorei”, saiba que tudo vai bem. Você acertou na escolha do vinho e terá pela frente momentos deliciosos. Afinal, tudo que aprendemos sobre o vinho serve para aprimorar as nossas habilidades de escolha e avaliação, para melhor usufruir da experiência prazerosa de degustá-lo em boa companhia.

Por Laura Baraldi
@laurabaraldi_

Fonte: https://mundoela.uai.com.br/

Gastronomia

Para celebrar seus dez anos, Destilaria Ouropretana lança Whisky

Com produção limitada em sua primeira edição, bebida é finalizada nos barris da Amburana Brown Porter

2021 é um ano de celebrações: a Cervejaria e Destilaria Ouropretana comemora dez anos de atuação e traz novidades. O Ouropretana Whisky Amburana Brown Porter traz o encontro da produção cervejeira com a destilaria, pelos barris feitos de madeira amburana, utilizados em duas produções da casa. A bebida oferece uma experiência sensorial única, unindo as melhores práticas de produção do destilado e a inovação da madeira brasileira amburana.

O Ouropretana Whisky Amburana Brown Porter é um whisky single malte feito com maltes especiais, destilado em alambique de cobre estilo Pot Still, envelhecido em barris de carvalho americano e finalizado nos barris de madeira amburana que receberam a produção da cerveja Ouropretana Amburana Brown Porter.

As características sensoriais do Ouropretana Whisky Amburana Brown Porter remetem às notas clássicas dos single maltes escoceses de aroma maltado e amadeirado. É cítrico e levemente defumado. O perfil alcoólico é suave, arredondado pelo descanso nos barris usados previamente para maturação da cerveja Ouropretana Amburana Brown Porter dão à finalização um sabor de mel, a amêndoa e baunilha.

Aniversário

Nos dez anos da Cervejaria Ouropretana, a sensação é de que a história está só começando. “Temos muita alegria em ver que há um grande reconhecimento da Cervejaria Ouropretana, tanto em nossa região – somos muito apreciados em Ouro Preto –, em Minas Gerais e no Brasil”, afirma Leonardo Tropia. Ele ressalta que, como Ouro Preto recebe uma grande quantidade de turistas – ainda em tempos de pandemia, de acordo com as aberturas proporcionadas pelo Programa Minas Consciente, do governo do Estado –, a Cervejaria Ouropretana é reconhecida também fora de Minas Gerais e em outros estados do Brasil. “Esse reconhecimento nos faz seguir estudando, testando, propondo novos estilos de cerveja e, agora, também de destilados. Mantemos, desde o início, o compromisso com a cultura das bebidas artesanais, e seguiremos assim”, completa.

Destilaria

Em 2020, a Cervejaria Ouropretana instala, em sua fábrica, no distrito de Cachoeira do Campo, a Destilaria Ouropretana. O primeiro produto lançado é o Ouropretana London Dry Gin. A produção é tradicional inglesa, com o gin sendo redestilado em dornas de cobre. Foram feitos testes com ingredientes para chegar a um blend de botânicos que conversam entre si e realçam sabores. As dornas de cobre entregam, também, um melhor resultado das especiarias e dos botânicos. O Ouropretana London Dry Gin é uma bebida complexa, refrescante, com um sabor final clássico e, ao mesmo tempo, contemporâneo no uso dos cítricos. O Ouropretana Old Tom Gin – Herbal é uma releitura do estilo clássico inglês, feita com cereais especiais, como cevada e trigo, destilado com adição de lúpulos e hortelã e finalizado com adição de mel natural. .O Ouropretana Gin Tônica, em lata, utiliza o Ouropretana London Dry Gincomo base, com adição de casca do quinino, limão siciliano e dos botânicos utilizados no gin. O Ouropretana Whisky Amburana Brown Porter é mais um lançamento da destilaria, celebrando os dez anos de atuação.

Cervejaria Ouropretana

A Cervejaria Ouropretana nasceu em 2011, na cidade de Ouro Preto/MG, com o objetivo de propiciar experiências gastronômicas que possibilitem ao consumidor vivenciar o momento de ascensão da cerveja no Brasil. Os produtos artesanais da Cervejaria Ouropretana são resultado de um comprometimento com a qualidade da cerveja, independente de tempo e de custos com matéria-prima.

A Cervejaria Ouropretana produz dez estilos de cervejas em sua linha fixa, em garrafa e em chopp: Pilsen, Pale Ale, Trigo, Amburana Brown Porter, Ginger IPA, Café Lager, IPA Maracujá, Cafetelier Imperial Stout, Amber Lager e Witbier. A Linha OP de Cervejas Especiais tem três estilos lançados, em edição limitada: OPnº1 – Sour Saison; OPnº2 – Brett Saison; OPnº3 – Brett Saison a OPnº4 – Saison Maracujá e Manga, e a OPnº5 – Saison Jabuticaba. As receitas sazonais são produzidas sem adição de produtos químicos e têm edição limitada.

Serviço:

Lançamento do Ouropretana Whisky Amburana Brown Porter

Disponível na Loja On-line (loja.ouropretana.com.br), na Loja da Fábrica da Cervejaria Ouropretana (rua Benedito Valadares, 250 – Centro • Ouro Preto/MG), na loja de Cachoeira do Campo (rua Nova, 10 – distrito de Cachoeira do Campo).

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