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Economia

Empresas mineiras e italianas buscam novas oportunidades de negócios em workshop

Comércio entre Minas e Itália está em expansão, com alta de 27,8% em 2021 e com recorde mensal de exportações em fevereiro deste ano

A interação entre Minas e Itália é marcante desde que os primeiros imigrantes italianos chegaram ao estado, no início do século 20. Influências da cultura do país europeu podem ser notadas na rotina dos mineiros. E, nas relações comerciais, embora essa conexão também seja significativa, ainda há potencial para avançar.

Para identificar e explorar as grandes oportunidades de negócios entre empresas mineiras e italianas, a Promo Brasile Itália, em parceria com a Invest Minas e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), promove em 18/5, em Belo Horizonte, o workshop “Perspectivas de exportação e parcerias entre empresas mineiras e italianas”. O evento terá as participações de representantes dos governos e de entidades empresariais das duas localidades, além de empreendedores de diversos setores da economia.

O evento contará com vários painéis que abordarão assuntos como o momento econômico da Itália, o Plano Nacional de Recuperação e Resiliência Italiano (PNRR), processo de exportação e seus aspectos tributários, entre outros assuntos. Ao final, os representantes de empresas participantes terão um momento para conversas e networking.

“A ligação entre Minas e Itália é histórica e continua sendo bastante forte, principalmente na indústria automobilística. Mas podemos avançar muito mais nesta interação, aproximando empresas de outros setores de uma das dez maiores economias do mundo, e até utilizando as oportunidades para acessar o mercado europeu, internacionalizando as marcas mineiras”, afirma João Paulo Braga, diretor presidente da Invest Minas.

“Entendemos ser importante apresentar o cenário econômico da Itália pós-pandemia e os grandes investimentos que ocorrerão no médio prazo devido ao impulso dos financiamentos da União Europeia”, explica Giacomo Guarnera, presidente da associação Promo Brasile Itália.



Comércio em alta

As relações comerciais entre Minas e Itália estão em franco crescimento. Em 2021, as negociações totalizaram US$ 1,44 bilhão, 27,8% a mais do que no ano anterior. No mesmo período, os mineiros exportaram US$ 739 milhões em produtos para os italianos, uma alta de 21% em relação a 2020.

E essa aceleração tende a continuar, já que nos primeiros três meses de 2022 as exportações já acumularam US$ 251 milhões, 35% do volume registrado em todo o ano de 2021. O mês de fevereiro foi o de maior volume mensal de vendas de Minas para a Itália nos últimos oito anos, com US$ 102 milhões. Entre os principais produtos da pauta comercial entre as localidades estão peças e acessórios para automóveis e tratores, máquinas, café e celulose.

Ao todo, estima-se que existam mais de 1,2 mil empresas italianas no Brasil, empregando cerca de 150 mil funcionários diretos.

Serviço
Workshop “Perspectivas de exportação e parcerias entre empresas mineiras e italianas”
Data: 18/5/2022 (quarta-feira)
Horário: 10h
Local: Auditório da FIEMG – Av. do Contorno, número 4.456 (4º andar), Santa Efigênia – Belo Horizonte
Inscrições: bit.ly/Minas_Itália (gratuitas)

Fonte: https://www.agenciaminas.mg.gov.br/

Economia

PIONEIRO NO BRASIL, PROJETO DA NETZERO EM PARCERIA COM A COOCAFÉ TRANSFORMA PALHA DE CAFÉ EM BIOCHAR
NetZero e Coocafé _imagem ilustrativa

No princípio desta semana, um encontro em Lajinha entre as equipes da Coocafé e da start-up francesa NetZero, simbolizou o primeiro passo de um projeto inédito no Brasil que visa implantar no município um sistema que produz biochar utilizando a palha do café. Esse nome, em linhas gerais, significa carvão biológico. Ele tem propriedades que geram no solo um ambiente propício a microrganismos que levam nutrientes até a planta, o que o torna um potente fertilizante.

Um dos grandes desafios da produção cafeeira para a redução de impactos ambientais é a destinação que se dá à palha de café. A prática da queima acaba por ser comum, porém ela é altamente poluente e vem sendo coibida pelos órgãos ambientais. A proposta é que, com a implantação da fábrica em Lajinha, os produtores cedam a palha de café, que será processada e transformada no biochar e também em energia. Pedro Figueiredo, diretor técnico da NetZero França e presidente da NetZero no Brasil, explica os detalhes e enumera as vantagens ao produtor.

NetZero e Coocafé

“O biochar utilizado como fertilizante pode aumentar em até 30% a produtividade na lavoura, o que significa um ganho financeiro muito grande”, destaca Figueiredo, que pautou em pesquisas científicas esse número. Além disso, ele ressalta que a utilização dos fertilizantes tradicionais representa quase 90% de toda emissão de gás carbônico da cadeia produtiva do café. A substituição de parte desse fertilizante pelo biochar significa também um importante avanço para a redução dessa emissão.

“A proposta do projeto é ceder ao produtor que disponibilizar sua palha um percentual que pode chegar a 50% do biochar gerado. Isso sem nenhum custo a ele”, diz o diretor técnico da NetZero. “A outra parte será disponibilizada a um preço muito inferior ao de mercado. Enquanto o nosso custo será de R$ 3,00 o quilo, lá fora esse valor gira em torno dos R$ 25,00”, comenta. “E o outro ganho será em energia elétrica gerada pelo processo de queima do gás do biochar. Vamos reverter entre 30 e 50% ao produtor”, conclui.

Para o diretor presidente da Coocafé, Fernando Cerqueira, o projeto é vantajoso em diversos aspectos. “Dentro do nosso propósito, temos como objetivo garantir a sustentabilidade do produtor, família e comunidade. E uma das grandes preocupações da humanidade é o aquecimento global. Esse projeto visa justamente fazer o sequestro de carbono através desse processo especial com a palha”, comenta Cerqueira. “Isso gera uma cadeia onde o produtor ganha e a humanidade inteira ganha, por isso nós abraçamos a ideia”, prossegue o diretor da cooperativa ao comentar sobre os impactos também gerados à região com a atração de investimentos, geração de emprego e renda para as pessoas por meio da implantação da fábrica. “Entendemos que é ousado e temos a possibilidade de ser a primeira fábrica no Brasil de biochar. E a médio prazo, vejo que o produtor poderá também ter o seu selo de Carbono Zero, algo que o mercado vem perseguindo muito”, finaliza.

“Nós conhecemos a Coocafé e vimos o grande potencial da cafeicultura aqui na região”, acrescenta Pedro Figueiredo. “A produção condiz com a necessidade que temos de palha para viabilizar a fábrica e a Coocafé tem uma estrutura muito organizada. Acho que temos muito a ganhar”, finaliza.

A NetZero foi fundada na França com propósito de promover ações de apoio aos organismos internacionais na luta pela redução dos impactos do efeito estufa na terra. Recentemente a instituição foi contemplada por uma iniciativa da Fundação Musk, do empresário sul-africano Elon Musk, que premia iniciativas de remoção de carbono da natureza. Dentre milhares de projetos, o da NetZero foi selecionado para receber o valor de US$ 1 milhão, que será aplicado em fábricas de biochar em uma série de países. A Coocafé se orgulha pela possibilidade de protagonizar, ao lado da NetZero, essa iniciativa pioneira no Brasil.

Confira a entrevista na íntegra:https://www.youtube.com/watch?v=h9BVE9cHjgA

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Economia

Coletivo de agricultoras familiares ganha prêmio internacional

Projeto Sabores do Cerrado reúne mulheres rurais para a produção de polpas de frutas no Norte de Minas 

Crédito: Emater / Divulgação

Agricultoras familiares mineiras do município de Miravânia, no Norte do estado, estão entre os três coletivos femininos ganhadores da primeira edição do Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece, iniciativa da Embaixada da Espanha, em Brasília.

Reunidas na Associação Comunitária dos Produtores Panelinhenses (Ascoppa), o grupo conquistou o segundo lugar no concurso com o projeto Sabores do Cerrado. A Ascoppa, que também tem outros projetos sociais, recebe assistência técnica da Emater-MG.

O trabalho premiado consiste no aproveitamento de frutas do Cerrado para a produção de polpas usadas na fabricação de sucos, picolés, sorvetes, bombons, doces e geleias.

O Sabores do Cerrado é desenvolvido, diretamente, por cinco mulheres. Outras 15 colaboram de forma indireta. Todas elas são da comunidade rural Panelinha, que fica a 15 quilômetros da sede urbana de Miravânia.

O lugar tem uma população de 543 habitantes, sendo a maioria famílias de baixa renda. Por isso, o foco do projeto está na geração de trabalho, renda e qualificação profissional por meio do extrativismo. A ideia é que a ação possa reduzir as vulnerabilidades sociais e também combater a violência doméstica e familiar.

Planos

Marineide Alves Santos, presidente e coordenadora social da Ascoppa, além de integrante do grupo de cinco mulheres de Sabores do Cerrado, fala da satisfação pela conquista do prêmio. Ela revela como a associação vai investir os R$ 10 mil da premiação. De acordo com a liderança feminina, o dinheiro será usado na compra de novos equipamentos para aumentar a capacidade de armazenamento das polpas e para remunerar mais rapidamente os coletores das frutas.

“Todas nós ficamos muito felizes pelo reconhecimento do nosso trabalho. Isso deu uma visibilidade ao nosso município e pode render parcerias futuras. A gente vai comprar freezers para aumentar a produção e manter um capital de giro para pagar as frutas na hora”, afirma.

Atualmente, as frutas adquiridas pelo projeto só são pagas após a venda das polpas, o que demora muito para as mulheres que comercializam as frutas de seus quintais. Assim, a Ascoppa dá em garantia para as extrativistas um dinheiro simbólico, criado pelas mulheres do projeto, chamado japuré, até poder remunerá-las com a verba real.

Para o técnico da Emater-MG no município, Daniel Victor, a premiação das mulheres de Panelinha também é importante para a extensão pública rural. “Além de reconhecer o trabalho das mulheres, o prêmio reconhece nosso apoio à iniciativa, que traz renda e gera emprego para o município. Então, para a assistência técnica e extensão rural, isso aí tá na nossa missão”, ressaltou.

Prêmio

O Prêmio Mulheres Rurais – Espanha Reconhece foi divulgado pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Coletivos de mulheres de Alagoas, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul foram os ganhadores do concurso. O objetivo é dar destaque às experiências que incentivem a autonomia econômica das mulheres rurais.

O Prêmio é promovido pela Embaixada da Espanha junto às representações no Brasil do IICA, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da ONU Mulheres. O concurso recebeu 482 inscrições de coletivos de mulheres que trabalham pela autonomia econômica das produtoras.

Segundo o IICA, as mulheres produzem cerca da metade dos alimentos no mundo. Em sua diversidade (indígenas, afrodescendentes, quilombolas, camponesas, pescadoras, artesãs, migrantes, empreendedoras), elas correspondem a 43% da mão de obra agrícola no mundo, mas ainda têm seu papel e importância negligenciados e estão fora dos principais espaços de decisão.

Ascoopa

A Ascoppa é formada em maioria por mulheres, mas não só delas. Atualmente, são 110 sócios, sendo 82 agricultores familiares (homens e mulheres) que possuem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) jurídico.

Os outros 22 sócios são pessoas da comunidade como comerciantes, aposentados e filhos de agricultores. A DAP jurídica é um documento emitido pela Emater-MG que possibilita a comercialização dos produtos produzidos nos diversos projetos da associação para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), segundo o extensionista da Emater de Miravânia, Daniel Victor Chaves.

A Emater atende a Ascoopa desde o ano 2000. 

A associação também trabalha com outros produtos da agricultura, como hortaliças para escolas (Pnae), outras produzem biscoitos de tapioca, bombons, picolés, sorvetes, geleias e, agora, um grupo de costura e artesanato que deseja se organizar.

“A Emater dá assessoria para nós em todos os aspectos. Desde ensinar lá na roça como plantar, até ajudar nos pagamentos, no estudo de viabilidade econômica e quanto cada um entrega para a associação, quanto tem pra receber. Isso é muito importante pra nós”, salienta Marineide Alves Santos.

Fonte: https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/coletivo-de-agricultoras-familiares-ganha-premio-internacional

Economia

31º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso revela os vencedores

A cerimônia de entrega do 31º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso reuniu os melhores cafeicultores do país, na noite em que foram revelados os vencedores da principal premiação do setor cafeeiro do Brasil.

Há mais de trinta anos fomentando a produção do café de qualidade na cafeicultura brasileira, a illycaffè realizou a trigésima primeira edição do Prêmio no formato presencial, após dois anos de cerimônia virtual, e contou com as presenças do presidente da illycaffè, Andrea Illy, e da diretora de Ética Anna Illy.

Selecionados pela Comissão Julgadora do Prêmio, composta por especialistas nacionais e internacionais da illycaffè, os premiados foram escolhidos entre 40 finalistas nacionais. Durante a premiação foram revelados os três grandes vencedores da edição, que receberam diplomas e cheques no valor de R$ 10 mil cada um. São eles: Candido de Sordi Machado (Sul de Minas), Claudio Esteves Gutierrez (Chapada de Minas) e João Batista dos Santos (Araponga/MG – Matas de Minas).

Esses três vencedores vão representar o Brasil na disputa do 7º Prêmio Ernesto Illy Internacional, que será realizado em Nova York, no segundo semestre, e que reúne 27 cafeicultores selecionados de 9 países que fornecem grãos para a illycaffè, celebrando os melhores cafés do mundo. Na ocasião também será revelada a ordem de classificação entre eles (primeiro, segundo e terceiro colocados nacionais).

Foram revelados ainda os produtores vencedores nacionais Luiz Miguel Costa Rocha (Tapiratiba-SP), Marie Nakao Sasaki (Patos de Minas-MG) e Cristiane Zancanaro Simões (Cristalina-GO), que ficaram em 4ª, 5º e 6º lugar, respectivamente. Além dos ganhadores nas categorias Regional e Classificador do Ano.

O Prêmio Ernesto Illy é a mais relevante iniciativa de valorização da cafeicultura brasileira que, desde 1991, contribui para o desenvolvimento da qualidade e sustentabilidade do café no país. O concurso já reconheceu mais de 1.500 cafeicultores ao longo dos anos. Durante a premiação foram entregues mais de R$ 120 mil em prêmios.

Prêmio Ernesto Illy – Regional:

A categoria regional avalia 10 regiões e nesta edição sete regiões foram premiadas:

Cerrado Mineiro

Campeã: Marie Nakao Sasaki (Patos de Minas – MG | 5º lugar nacional)

Vice-campeã: Catarina Takahashi Myaki (Patrocínio – MG)

Região Centro-Oeste

Campeã: Cristiane Zancanaro Simões (Cristalina – GO | 6º lugar nacional)

Vice-campeão: Álvaro Luiz Orioli (Niquelândia – GO)

Chapada de Minas

Campeão: Claudio Esteves Gutierrez (Capelinha – MG)

Vice-campeão: CBI MADEIRAS (Capelinha – MG)

Matas de Minas

Campeão: João Batista dos Santos (Araponga – MG)

Vice-campeão: Raimundo Dimas Santana (Araponga – MG)

Sul de Minas

Campeão: Candido de Sordi Machado (Muzambinho – MG)

Vice-campeão: Rodrigo de Almeida Machado (Muzambinho – MG)

São Paulo

Campeão: Luiz Miguel Costa Rocha (Tapiratiba – SP | 4º lugar nacional)

Vice-campeão: Luiz Antonio Poli Filho (Caconde – SP)

Região Sul

Campeão: Orlando Von Der Osten (Cornélio Procópio – PR)

Vice-campeão: Luiz Roberto Saldanha Rodrigues (Jacarezinho – PR)

Prêmio Ernesto Illy – Classificador do Ano:

1º lugar nacional – Luiz Evandro Ribeiro (Sul de Minas)

2º lugar nacional – Marcos Leoncio de Araujo Alvarenga (Cerrado)

3º lugar nacional – Edenilson de Oliveira Cabral (Matas de Minas)

Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/

Economia

Inspiração e força jovem para o café especial em Manhuaçu

A cafeicultura faz parte da vida da família Diniz há quatro gerações, mas só nos últimos anos a produção de cafés especiais tem ganhado espaço entre eles. A proposta de investir em qualidade chegou pelos mais jovens. A primeira a se interessar pelo novo processo foi Josiane Diniz, de 21 anos, pouco tempo depois o irmão mais velho, Fabiano Diniz, de 26 anos, trocou o emprego de caminhoneiro pelo sonho do café especial.

A comercialização dos grãos de qualidade superior do café Alto da Serra só começou em 2019, mas desde 2016 os irmãos estão focados nessa missão, com o incentivo e o apoio dos pais Josias e Claudineia Diniz e do avô Adão Diniz que aos 84 anos segue firme no trabalho campo.

‘Nasci no meio do café. Meu pai era comprador, há época. Eu saí porque a atividade não me interessava muito. Trabalhei no caminhão por três anos carregando insumos para café e café. Um dia pensei: ‘se for para trabalhar com café que seja com o meu’. E voltei para casa com a intenção de fazer algo diferente, que foram os cafés especiais”, relatou Fabiano.

O entusiasmo do irmão contagiou a irmã que já estava desanimada e tendendo a seguir os passos da família apenas com o café tradicional. Mas além do trabalho diferenciado no processo de colheita e pós-colheita, os irmãos também precisavam descobrir o mercado para os cafés especiais, e Fabiano também passou a focar na comercialização.

“Na primeira safra não vendi nada. Na segunda, em 2019, consegui vender uma saca e meia por um preço três vezes acima do tradicional. Em 2020 foram 30 sacas e para mim foi uma vitória. Em 2021 consegui me destacar em concursos e abrir mais mercado”, contou o jovem. 

O café Alto da Serra foi o segundo colocado no Torneio Melhor Café Fairtrade do Brasil – Golden Cup, com nota 86,95, e o quatro melhor café do estado da região das Matas de Minas no concurso de qualidade realizado pela Emater, com 89, 79 de pontuação.  “Fiquei bem colocado e este ano quero ser o campeão”, afirmou Fabiano que após as vitórias, viu seu café ganhar o mundo comercializando para o Japão, Dinamarca e Alemanha. 

Grande parte dessas vendas foi feita pelas redes sociais. Fabiano usa as plataformas para divulgar o produto e os bastidores da agricultura familiar, referência da região das Matas de Minas. Assim, o jovem consegue alcançar potenciais compradores, aproximá-los da família Diniz e fazer bons negócios.

Capacitação

Fabiano é estudante de Cafeicultura no IF Sudeste e não perde a oportunidade de fazer os treinamentos do Sistema FAEMG oferecidos em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Manhuaçu. Já participou de cursos de Classificação e Degustação de café, Torra, e Barista Ele destacou que os cursos o ajudam em todas as etapas. Desde o manejo na lavoura até o café estar na xícara.

“Se eu não soubesse classificar eu não saberia qual café é o melhor, se eu não soubesse torrar estragaria um bom café nesse processo e se eu não soubesse preparar, com os ensinamentos de barista, estragaria tudo na hora de servir a bebida. Por isso aproveito todo o conhecimento que o SENAR nos traz”.

Sobre o curso superior que frequenta, o jovem destacou que também coloca tudo em prática. Direto da sala de aula, para a lavoura. “Muitos estudam para sair da roça. Eu estudo para ficar e conseguir ser cada vez melhor na atividade. Quanto mais conhecimento eu tiver que possa ser encaixado à minha realidade, eu quero absorver”.

ATeG

Desde o final de 2021, a família faz parte do Programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Café+Forte. Quem os acompanha é a técnica de campo Jéssica do Carmo. Para ela, o programa vai fortalecer o viés empresarial de Fabiano ao ajudá-lo a conhecer seus custos, e alavancar a qualidade dos cafés que eles já produzem.

“O Fabiano tem um grande potencial porque trabalha tanto nos tratos culturais quanto na comercialização. Essa característica tem feito a diferença pare ele. Já estabelecemos algumas metas que são: aprimorar o sensorial, para melhorar as notas do café, trabalhar a nutrição e o controle de doenças, comuns na área devido à altitude”, pontuou Jéssica. 

O jovem cafeicultor já está vendo as mudanças positivas que o programa proporciona. Segundo ele, o ATeG o auxilia a conhecer os custos de produção e administrar o negócio. “Organização que é algo que, infelizmente, eu não tinha. Gerenciar melhor a fazenda, me ajuda a saber realmente quanto eu estou ganhando e quanto eu posso investir. Fizemos, com a técnica de campo, o resgate do custo de produção da última safra, e descobri que tive lotes de R$406 reais de custo que eu consegui vender por R$5 mil. Essa informação me animou a investir mais”.

Investimentos 

Atualmente a família Diniz está investindo no plantio de variedades exóticas. Na lavoura, o foco é fazer com que 100% da produção da fazenda, cerca de 500 sacas, seja de cafés especiais. E em toda a estrutura da propriedade, a ideia é ser cada vez mais sustentável investindo em equipamentos que economizem água, e adotando o uso de sistema de energia solar. “Queremos gastar o mínimo para produzir o máximo em qualidade e quantidade”, concluiu Fabiano. 

Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/

Economia

Prefeitura de Barroso divulga programação da Semana Agro 2022

Acontece de 25 a 29 de abril a Semana Agro 2022, uma realização da Prefeitura de Barroso com apoio da Emater e Centro Ser. Nesta terça-feira (12) a organização divulgou a programação que contará diariamente com um especialista no tema do dia e um caso de sucesso para inspirar a todos.

Confira a programação repleta de nomes importantes nos mais diversos setores da área rural.

Segunda – 25 de abril – Centro Ser

12h – Abertura dos stands

12h30 – Abertura Oficial Semana Agro 2022

13h às 15h – Dedo de prosa: Economia Rural: Caminhos para o Desenvolvimento

– Palestra: Gilson Sales – Sup. Abastecimento e Cooperativismo SEAPA/MG

– Caso de Sucesso: Queijos Bonanza (Cel. Xavier Chaves)

16h – Encerramento dos Stands

Terça – 26 de abril – Centro Ser

12h – Abertura dos stands

13h às 15h – Dedo de prosa: Potencial da Bovinocultura Local – Leite e Corte

Palestra: João Cruz – ex-secretário de Agricultura MG, Dir. Técnico SEBRAE/MG

Case de Sucesso: Fazenda Águas Novas (Adir Rezende – Caranaíba/MG)

16h – Encerramento dos Stands

Quarta – 27 de abril – Centro Ser

12h – Abertura dos stands

13h às 15h – Dedo de prosa: Agroecologia: Agricultura orgânica e o valor da água

Palestra: José Luiz Ciatola Guimarães – Coord. Estadual Agroecologia Emater/MG

Caso de Sucesso: Fabiana Jacques – Agrônoma Associação Agroecologia AF SJDR

16h – Encerramento dos Stands

Quinta – 28 de abril – Centro Ser

12h – Abertura dos stands

13h às 15h – Dedo de prosa: Infraestrutura Rural:

Palestra: Geraldo Demeralino – Coord. Reg. Meio Ambiente Emater/MG

Caso de Sucesso: Prefeitura Desterro do Melo (Prefeita Mayara Garcia)

16h – Encerramento dos Stands

Sexta – 29 de Abril – Centro Ser

18h – Abertura dos stands

19h às 20h30 – Dedo de prosa: Turismo Rural: Natureza e Produção no Campo

Palestra: Tatiana Garcia – Coord. Estadual Turismo Rural e Artesanato

Caso de Sucesso: Maciel Morais – Queijos Matuto


“A Semana do Produtor 2022 visa, antes de qualquer coisa, ser um espaço para a reaproximação entre o homem do campo e o Poder Público, afastados principalmente pela pandemia. Será o primeiro grande encontro da Prefeitura Municipal com os produtores de Barroso e terá como outro grande objetivo, ouvir o produtor, suas demandas, propostas e anseios para tornar Barroso de fato à potência rural que tem claras condições de ser” ressalta o vice-prefeito Eduardo Pinto, secretário de Assuntos Estratégicos.

Fonte: https://barrosoemdia.com.br

Economia

Coca-Cola FEMSA Brasil contrata profissionais para a fábrica em Itabirito (MG)

Empresa oferece vagas de emprego para operador de empilhadeira, operador(a) e técnico de manutenção e de manufatura

fábrica itabirito-foto fachada – divulgação

A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, abriu processo seletivo para a fábrica de bebidas em Itabirito (MG). São 29 vagas para operador(a) de empilhadeira, operador(a) e técnicos(a) de manutenção (elétrica e mecânica) e de manufatura. Os interessados podem consultar informações sobre as vagas e se cadastrar no site trabalheconosco.vagas.com.br/femsa ou comparecer ao Sine de Itabirito (Praça Doutor Guilherme, 169 – Centro) para buscar a carta de encaminhamento.

Entre os principais benefícios oferecidos pela empresa, além de salário compatível com o mercado, estão assistência médica e odontológica, programa de remuneração variável, seguro de vida, vale-alimentação e vale-refeição ou refeitório na empresa (a depender do cargo).

Para a vaga de operador de empilhadeira, são oferecidas duas vagas. O candidato precisa ter Ensino Médio completo e curso específico da função. Também é desejável experiência. O trabalho consiste em carregar e descarregar para abastecer as linhas de produção. Estão abertas, ainda, 15 vagas para o cargo de operador (a), destinado a profissionais com Ensino Médio completo.

Há também uma vaga para técnico de manutenção na área elétrica e outra na área mecânica. Os cargos exigem Ensino Médio completo e curso técnico na área de atuação. Os contratados serão responsáveis por garantir a integridade e manutenção dos equipamentos, além de dar apoio técnico às manutenções. Para os técnicos de manufatura, também são oferecidas 10 vagas, que exigem Ensino Médio completo e formação técnica em mecânica ou eletromecânica.

A Coca-Cola FEMSA Brasil alerta que todas as suas vagas de emprego são divulgadas nos canais oficiais: trabalheconosco.vagas.com.br/femsawww.vagas.com e redes sociais Facebook e Instagram da empresa (perfis com sinal de verificado). A companhia orienta que, em caso de recebimento de informações relacionadas à empresa, a pessoa faça a checagem nos canais oficiais e não clique ou compartilhe links que possam redirecionar para sites falsos.

Sobre a Coca-Cola FEMSA

A Coca-Cola FEMSA, S.A.B. de C.V. é a maior engarrafadora da franquia Coca-Cola do mundo por volume de vendas. A Companhia produz e distribui bebidas das marcas registradas da The Coca-Cola Company, oferecendo um amplo portfólio de 131 marcas a mais de 266 milhões de consumidores todos os dias. Com mais de 80 mil colaboradores, a Companhia comercializa e vende aproximadamente 3,5 mil milhões de caixas-unidade por meio de quase 2 milhões de pontos de venda por ano. Operando 49 unidades de manufatura e 260 centros de distribuição, a Coca-Cola FEMSA está comprometida a gerar valor econômico, social e ambiental para todos os seus grupos de interesse em toda a cadeia de valor. A Companhia é membro do Índice de Sustentabilidade de Mercados Emergentes do Dow Jones, Índice de Sustentabilidade MILA Pacific Alliance do Dow Jones, FTSE4Good Emerging Index; e do índice S&P/BMV Total México ESG, entre outros. Suas operações abrangem territórios no México, no Brasil, na Guatemala, na Colômbia e na Argentina, e, em nível nacional, na Costa Rica, na Nicarágua, no Panamá, no Uruguai e na Venezuela mediante um investimento na KOF Venezuela. Para obter mais informações, visite  www.coca-colafemsa.com.

Economia

Coocafé realizará Assembleia Geral Ordinária nesta terça-feira

Em Assembleia Geral Ordinária, nesta terça (29/03), a Coocafé realizará a prestação de contas do exercício de 2021. A Assembleia é o órgão máximo de uma cooperativa e esse é o principal momento do ano para os associados e para a Coocafé. A diretoria já tem realizado uma prévia da prestação de contas para colaboradores, cooperados e comunidade através de reuniões específicas e também da Pré-Assembleia, realizada no último dia 22, em multiplataforma (rádio Mania FM e mídias sociais).

Após dois anos realizando em formato digital, agora em 2022 a Coocafé realizará a assembleia de forma presencial. Dependendo ainda de cautela quanto ao vírus, será obrigatória a utilização de máscara durante todo o evento, será verificado o comprovante de vacinação ao ser recepcionado e por limitação de espaço somente os associados com direito a voto poderão ter acesso à assembleia.

Essa AGO encerra também um ciclo de mandato do atual Conselho de Administração da Coocafé. Além da prestação de contas do último ano, a diretoria apresentará os resultados alcançados no último quadriênio. No dia será realizada a eleição dos conselhos de Administração e Fiscal. A Assembleia será realizada no espaço de festas Oliva Hall, em Lajinha/MG, com última convocação às 13h.

Fonte: https://www.portalcaparao.com.br/

Economia

Programa que ajuda a conectar jovens ao primeiro emprego está com inscrições abertas em Itabirito

“Coletivo Online” é oferecido pelo Instituto Coca-Cola Brasil em parceria com a Coca-Cola FEMSA Brasil

Coletivo Jovem – foto divulgação

Jovens que têm entre 16 e 25 anos, moram em comunidades urbanas de baixa renda, já concluíram ou estão cursando o Ensino Médio e estão à procura de qualificação para conseguir oportunidades de emprego podem se inscrever no Coletivo Online. O curso, gratuito e 100% digital, é oferecido pelo Instituto Coca-Cola Brasil em parceria com a Coca-Cola FEMSA Brasil e está com inscrições abertas em Itabirito pelo link:  https://bit.ly/COLETIVOITABIRITO20221. As vagas são limitadas.

O formato do programa permite que o aluno faça o curso de qualquer lugar, a qualquer momento, por meio do WhatsApp, aplicativo amplamente utilizado por jovens. O conteúdo do Coletivo Online inclui 11 videoaulas curtas e objetivas, focadas em temas do mundo do trabalho, elaboração de um plano de vida, planejamento financeiro, construção de currículo e como se preparar para entrevistas e processos seletivos.

Os participantes terão até quatro semanas para assistir às videoaulas e fazer as atividades práticas. Ao final do curso, eles poderão receber um certificado de conclusão e se cadastrar nas comunidades de vagas do programa, podendo se candidatar aos processos seletivos de uma rede de parceiros com mais de 400 empregadores.

Atuação que gera impacto

A iniciativa faz parte da Plataforma Coletivo Jovem, que tem como foco a empregabilidade de jovens, de 16 a 25 anos, em situação de vulnerabilidade social. Desde o início da implementação, em 2009, a Plataforma, nos formatos presencial e on-line, já impactou mais de 300 mil jovens em comunidades brasileiras espalhadas por todos os 26 estados do país e no DF, chegando a 1.857 municípios. Do total de beneficiados, mais de 80 mil tiveram acesso ao mercado de trabalho. A aceleração de iniciativas digitais está conectada ao compromisso do Instituto Coca-Cola Brasil de impactar milhões de jovens na temática de inclusão produtiva como uma das alavancas de transformação e crescimento econômico para o país.

Sobre o Instituto Coca-Cola Brasil

O Instituto Coca-Cola Brasil (ICCB) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que, há 23 anos, tem como missão a transformação social em larga escala por meio da articulação de parceiros e da capilaridade do Sistema Coca-Cola Brasil. Reconhecido por sua tecnologia social e capacidade de escala, assumiu o compromisso público de, até 2030, impactar milhões de jovens através do empoderamento econômico, incluindo intencionalmente as perspectivas de equidade de gênero e raça. Até hoje, o ICCB já beneficiou 518 mil pessoas.

Sobre a Coca-Cola FEMSA

A Coca-Cola FEMSA, S.A.B de C.V é a maior engarrafadora de produtos Coca-Cola do mundo em volume de vendas. A empresa produz e distribui bebidas sob as marcas registradas da The Coca-Cola Company, oferecendo um amplo portfólio de 129 marcas para mais de 265 milhões de consumidores. Com mais de 80 mil funcionários, a companhia comercializa e vende por ano aproximadamente 3,3 bilhões de caixas unitárias por meio de quase 2 milhões de pontos de venda. Operando em 49 unidades fabris e 268 centros de distribuição, a Coca-Cola FEMSA está comprometida com a geração de valor econômico, social e ambiental para todos os stakeholders em sua cadeia de valor. A companhia é membro do Índice Dow Jones de Sustentabilidade MILA Pacific Alliance, do Índice FTSE4Good Emerging e do Índice S&P/BMV total México ESG, entre outros. Suas operações cobrem territórios no México, Brasil – onde atua há 18 anos – Guatemala, Colômbia e Argentina e, em nível nacional, na Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Uruguai e Venezuela, por meio do investimento na KOF Venezuela. Para mais informações, visite www.coca-colafemsa.com.

Fonte: João Victor Del Rio
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Economia

Coca-Cola FEMSA Brasil amplia portfólio e inicia comercialização e distribuição da cerveja Therezópolis em Minas Gerais

Ação promocional, realizada até o dia 6 de abril, vai distribuir brindes aos consumidores em pontos de venda mineiros

Therezópolis_divulgação

A Coca-Cola FEMSA Brasil, maior engarrafadora de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, ampliou o portfólio e começou a comercializar e distribuir a marca de cerveja Therezópolis em Minas Gerais. Neste mês, a marca é destaque nos pontos de venda de oito cidades mineiras com a promoção “Faça ser especial”: o consumidor ganha um copo exclusivo na compra de 12 unidades de Cerveja Therezópolis Gold (latas de 350ml ou 473ml).

Para participar da promoção, o consumidor deve apresentar o comprovante de compra e um documento oficial com foto nos balcões de trocas. Os interessados podem consultar a lista de lojas participantes em: www.especialcomtherezopolis.com.br. Em Minas Gerais, há pontos de vendas em Belo Horizonte, Contagem, Nova Lima, Betim, Mariana, Itamonte, Arcos e Juiz de Fora. A promoção é válida até 3 de abril ou enquanto durarem os estoques de brindes nos postos de trocas.  

Criada em 1912 por um descendente de dinamarqueses, a Therezópolis é uma cerveja que, segundo o gerente de Categorias da Coca-Cola FEMSA Brasil, Guilherme Angoti Magri, “faz brilhar os olhos”. “A marca produz rótulos especiais, sempre com puro malte, de excelente paladar e aroma para todos os gostos e ocasiões”, afirma.

A novidade chega para consolidar o plano de expansão de linhas alcoólicas da Coca-Cola FEMSA Brasil, além de movimentar o segmento de cervejas especiais. “O mercado de cervejas especiais vem crescendo ano após ano e a Therezópolis é querida por consumidores e especialistas pela sua qualidade e sabor único”, complementa Magri. A companhia comercializa e distribui seis rótulos da marca: Gold (Premium Lager), Or Blanc (Witbier), Jade (IPA), Rubine (Bock), Ebenholz (Dunkel) e Elfenbein (Weissbier), na embalagem de 500ml para os seis estilos e em lata 350ml, latão 473ml e 600ml descartável para a versão Gold Premium.

Sobre a empresa

A Coca-Cola FEMSA, S.A.B de C.V é a maior engarrafadora de produtos Coca-Cola do mundo em volume de vendas. A empresa produz e distribui bebidas sob as marcas registradas da The Coca-Cola Company, oferecendo um amplo portfólio de 129 marcas para mais de 265 milhões de consumidores. Com mais de 80 mil funcionários, a companhia comercializa e vende por ano aproximadamente 3,3 bilhões de caixas unitárias por meio de quase 2 milhões de pontos de venda. Operando em 49 unidades fabris e 268 centros de distribuição, a Coca-Cola FEMSA está comprometida com a geração de valor econômico, social e ambiental para todos os stakeholders em sua cadeia de valor. A companhia é membro do Índice Dow Jones de Sustentabilidade MILA Pacific Alliance, do Índice FTSE4Good Emerging e do Índice S&P/BMV total México ESG, entre outros. Suas operações cobrem territórios no México, Brasil – onde atua há 18 anos – Guatemala, Colômbia e Argentina e, em nível nacional, na Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Uruguai e Venezuela, por meio do investimento na KOF Venezuela. Para mais informações, visite www.coca-colafemsa.com.