Category Archives: Cultura

Cultura

CONCERTO DA ORQUESTRA FILARMÔNICA É APRESENTADO, AO VIVO, NO PROGRAMA HARMONIA, DA REDE MINAS, NESTE SÁBADO (16)
José Soares – regente assistente da Filarmônica MG – foto: Bruna Brandão

O programa de música clássica Harmonia, da Rede Minas, exibe o “Fora de Série – Orquestra moderna”, com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. O espetáculo chega ao público pela TV aberta, ao vivo, em uma edição especial da atração. Transmitido direto da Sala Minas Gerais, os musicistas executam obras de Heitor Villa-Lobos, Claude Debussy, Charles Ives, Erik Satie e Igor Stravinsky. A regência é do jovem José Soares. Maestro assistente da Filarmônica, Soares ganhou destaque no mundo, neste mês, depois de ter sido premiado, em primeiro lugar, no Concurso Internacional de Regência de Tóquio, no Japão.

O programa especial Harmonia com o “Fora de Série”, da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, vai ao ar, ao vivo, neste sábado (16), às 18h, pela Rede Minas. O público ainda pode acompanhar a apresentação, nesse mesmo horário, pelo do canal do programa no YouTube (youtube.com/harmoniatv). No domingo (17), às 14h, tem mais Harmonia, pela Rede Minas, com reportagens sobre a estreia da ópera “Pitágoras de Samos”, de Andersen Viana e produzido pela Cia Mineira de Ópera, e o documentário “Coral Cidade dos Profetas e a música colonial mineira”. Na atração, o público ainda confere um concerto com obras de Mozart executadas pelo Coro Madrigale.

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Cultura

Cia Circunstância estreia nesta sexta versão online do espetáculo “Circo de Família”

Adaptado ao formato virtual, espetáculo será apresentado ao vivo, no YouTube, às 19h30; nos dias 5 e 6 de novembro, Circunstância leva espetáculo presencial a Brumadinho

A Cia Circunstância apresenta a versão online de “Circo de Família” nesta sexta-feira (15), às 19h30, pelo YouTube. Montagem mais recente do repertório da trupe circense, o espetáculo se debruça sobre a estrutura familiar circense e estreou em 2020, sendo, por isso, impactado pela pandemia da Covid-19. A circulação por ruas e praças teve que ser abreviada em função do isolamento social, fazendo com que a Cia Circunstância adaptasse “Circo de Família” para o virtual. Viabilizada pela Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, a estreia da versão virtual do espetáculo chega num momento em que a companhia começa a retomar, também, as atividades presenciais.

Em paralelo à concepção da montagem para o formato online, a Cia Circunstância vem realizando o projeto “Circo de Família de Rolê”, que consiste na circulação do espetáculo pelo interior de Minas e por Belo Horizonte. Fruto do Prêmio Funarte de Apoio a Espetáculos Circenses 2020, a turnê começou no dia 17 de setembro, no povoado de Lapinha da Serra, em Santana do Riacho, onde também foram feitas aulas gratuitas de malabares e perna-de-pau durante três dias. Já em BH, “Circo de Família” foi apresentado no dia 10 de outubro, na Praça México, no Bairro Concórdia. O “rolê” da trupe termina em Brumadinho, em novembro: no dia 5, a apresentação acontece às 19h, em Piedade do Paraopeba, em frente à Igreja Matriz; e, no dia 6, em frente à Igreja dos Marques, na Comunidade dos Marques, no mesmo horário.

“Circo de Família” surgiu da necessidade de registrar, de forma artística, a história das novas configurações familiares do chamado circo contemporâneo. As experimentações começaram em 2017, quando a Cia Circunstância ocupou a Praça da Assembleia durante todo o ano, “passando o chapéu” e criando números que viriam a formatar a peça. Em 2019, a companhia foi contemplada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura e entrou para a sala de ensaio, a fim de realizar a montagem. Foram convidados para a direção os amigos e palhaços Adriana Morales e Tiago Mafra, do Grupo Trampulim. O projeto teve assessoria artística do palhaço, diretor e bailarino pernambucano Ronaldo Aguiar, e passou por residências artísticas junto às famílias circenses da Cia Boca do Lixo (GO) e da Cia 1péde2 (RS/SP).

O espetáculo, então, se estruturou como um show de variedades com o casal de palhaços Tica-tica do Fubá (Dagmar Bedê), Alegria Também (Diogo Dias) e, espontânea e voluntariamente o filhote Pirueta Ravioli (Ravi Dias Bedê), de apenas cinco anos. O trio monta um pequeno circo a céu aberto e o improviso dita a cena com números de malabarismo, ilusionismo, acrobacia e muita bobagem. “No princípio, éramos somente nós, o público e a praça. Selecionamos os números que gostaríamos e fomos nos adaptando, tendo em cena também nosso filho, que interagia de acordo com a vontade dele. Quando entramos para a sala de ensaio, nosso foco se voltou para a criação da dramaturgia. Fomos entender qual história a gente queria contar com o espetáculo”, relembra Dagmar Bedê.

Sobre a live, a artista afirma tratar-se de uma real adaptação ao virtual, pensada exclusivamente para este formato. “Durante o ano passado e neste, também, fizemos lives com o espetáculo minimamente adaptado, mas mantendo toda a sua estrutura. Agora, reescrevemos o roteiro junto com a direção de arte. É um espetáculo híbrido, físico e online, já que será transmitido ao vivo. Vão ter várias surpresinhas, que fazem da live algo bem próprio”, conta. “É quase igual ao espetáculo, mas é diferente. Têm números antigos, mas pensados para o virtual. É a volta dos que não foram”, diverte-se a artista.

A trupe de volta à rua

Com a chegada abrupta da pandemia, a necessidade da adaptação para as telas pegou a trupe de surpresa – mas nem por isso freou suas atividades. A Cia Circunstância fez seus malabarismos e realizou, em abril deste ano, a “Mostra Tudo em Família”, em formato totalmente digital. O evento, focado nas novas configurações familiares circenses, contou com uma série de espetáculos de trupes e companhias de diversas regiões do Brasil. “Trabalhar nesse formato digital nunca foi nossa intenção, mas nos vimos obrigados a abrir o olhar para as possibilidades do teatro virtual, para as lives e salas de conferência. A ‘Mostra Tudo em Família’ já era um desejo de antes, que veio à tona a partir das experiências que tivemos com o ‘Circo de Família’. Foi numa convenção brasileira de malabarismo, em Goiânia, que conhecemos a Cia Boca do Lixo e percebemos a importância de abordar de forma ampla as diferentes estruturas familiares do circo contemporâneo”, diz Diogo Dias. 

Dagmar Bedê afirma que a primeira apresentação, na Lapinha da Serra, foi especial. “Estava marcado para quinta-feira, mas um senhor importante da comunidade faleceu e, em respeito a ele, fizemos na sexta. Foi muito especial. Tinha muita gente, todo mundo atento. Oferecemos máscaras antes da apresentação”, conta. “Fizemos três dias de malabares e perna de pau na praça, antes. Isso foi muito legal, porque criamos uma relação com a meninada da cidade. No dia do espetáculo, a gente já os conhecia, já conhecia as famílias. É um público que não está acostumado com esse tipo de trabalho, e que se envolve muito”, completa Diogo Dias. 

O afeto foi justamente o que norteou a escolha das cidades e locais da circulação. “Vamos muito à Lapinha e, sempre que visitamos o povoado, sentimos esse desejo de fazer algo na pracinha. Já Brumadinho eu frequento desde a infância. Fiz apresentações, com outros espetáculos, em eventos da família”, conta. “A Praça México, em BH, também é um lugar especial. A gente morava no Concórdia e, no começo da pandemia, levávamos o Ravi para lá, nas poucas fugidas para distraí-lo. Tem brinquedos, um palquinho e um grupo de capoeira que treina lá duas vezes por semana. Ele adora”, completa Dias.

Em uma época em que a palavra “família” é tão bradada por grupos que propagam o ódio e o preconceito – justamente contra artistas e trabalhadores da cultura – o espetáculo da Cia Circunstância vem para mostrar que é necessário lutar por conceitos e narrativas. “Não podemos aceitar que, em um país tão diverso, com configurações familiares das mais variadas, seja consensual que, para ser uma família, precisa ter um pai, uma mãe e uma criança. Logo neste país, onde tantos filhos crescem sem pai em função do abandono? Quantas crianças crescem com avós ou tios? Quantos casais homoafetivos decidem viver a maternidade ou paternidade? Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”, sublinha. “No circo, esse conceito da família ainda tem significados mais complexos, que extrapolam os laços consanguíneos e se misturam a relações de trabalho e vida artística. É preciso resistir e lutar para não perder a essência e o valor das palavras que nos custam tão caro”.

Sobre a Cia Circunstância

A Cia Circunstância foi fundada em Belo Horizonte, em 2004, por Diogo Dias e Luciano Antinarelli. Em 2005, entra Evandro Heringer e a companhia monta seu primeiro espetáculo, “Palhaços à Vista”. Em 2009, entra Miguel Safe e, em 2010, Dagmar Bedê. O grupo tem como carro-chefe os espetáculos de rua criados por meio de experimentações em rodas de palhaços, nas praças, numa construção coletiva e aberta com o público. Ao longo dos anos, surgem outros espetáculos do repertório da companhia: “Antes Solo do que Malacompanhado” (2007); “De Mudança” e “Pequeno Grande Encontro” (2009); “De Mala às Artes” (2013); e “123 Testando” (2015).

Quando nascem os filhos dos integrantes, a companhia assume caráter de família circense e começa uma nova pesquisa direcionada às questões familiares. Surge, então, o espetáculo “Circo de Família”, em 2017, ocupando a Praça da Assembleia com rodas de palhaço e “passando o chapéu” o ano inteiro. Em 2019, a Cia aprova um projeto na Lei Municipal de Incentivo à Cultura para a remontagem do espetáculo e convida o Grupo Trampulim para fazer residências artísticas com famílias de outros lugares do país.

A ideia agora ganha novos contornos com a Mostra Tudo, cuja primeira edição aconteceu em 2015, celebrando dez anos da Cia Circunstância. A programação, realizada em 40 dias, foi composta por 15 espetáculos locais e nacionais, seis oficinas, dois cabarés de variedades e um cortejo. Em 2017, a companhia realizou a segunda edição da Mostra, com o tema “Comicidade, Palhaçaria e Teatro de Rua”. Na ocasião, o evento contou com 20 espetáculos, sendo 14 realizados por grupos locais e seis por grupos do interior, de outros estados e países, além de duas oficinas e um intercâmbio com artistas locais e grupos convidados.

Realizada em abril de 2021, com recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, do Governo Federal do Brasil, a “Mostra Tudo em Família – Novas Configurações Familiares” contou com espetáculos de trupes e companhias de diversas regiões do Brasil. A programação, que é totalmente gratuita, ainda conta com oficinas e números circenses selecionados por meio de convocatórias abertas, além de uma roda de conversa sobre o assunto.

Cia Circunstância – “Circo de Família de Rolê” – Novas datas

à Circo de Família LIVE – 15/10 (sexta-feira), às 19h30, pelo YouTube

à Brumadinho – 5/11 (terça-feira), às 19h, em frente à Igreja Matriz de Piedade do Paraopeba; 6/11 (quarta-feira), 19h, em frente à Igreja dos Marques

Nas redes. youtube.com/ciacircunstânciacircoteatro / instagram.com/ciacircunstancia
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Cultura

ANIMAÇÕES MINEIRAS SÃO DESTAQUES NA REDE MINAS, NESTA SEXTA (15)

Faixa de Cinema exibe “O quebra cabeça de Tarik”, de Maria Leite, e “O Casamento da Ararinha-Azul”, de Marcelo Branco e F7 Comics

“O quebra cabeça de Tarik” – Foto: Alexandre Baxter

Animações mineiras encerram a semana dedicada às crianças, na Rede Minas, nesta sexta (15). A Faixa de Cinema exibe filmes premiados que conquistaram a garotada, adultos e júris de importantes festivais. Uma das obras é “O quebra cabeça de Tarik”, de Maria Leite. O filme, gravado em stop-motion, tem no elenco personagens construídos em madeira e um cenário de arrepiar. O curta mostra a história de um cientista que está bem velho e tenta reconstruir as partes do seu corpo para se manter vivo. Tudo isso é feito com máquinas em um laboratório subterrâneo. O filme rodou o Brasil e o mundo, recebeu diversos prêmios e foi selecionado para estar no livro “Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais”, lançado pelo Canal Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA).

A programação ainda apresenta a animação em 2D “O casamento da Ararinha-Azul”, de Marcelo Branco e F7 Comics. No enredo, a aventura da ararinha-azul, cujo marido é capturado por traficantes de animais em extinção, logo após o casamento. Ela contará com a ajuda de um menino mágico e das crianças do Sacurá Futebol Clube para reencontrar o seu amado. Por trás da trama infantil, uma história de amor, lealdade e magia para toda a família. Em 2013, o filme recebeu o Prêmio Especial do Júri no Festival Curta Amazônia (RO) e o Prêmio Júri Popular no FATU (RJ).

“O casamento da Ararinha-Azul” – Foto F7 Comics

A Faixa de Cinema com os filmes “O quebra cabeça de Tarik” e “O casamento da Ararinha-Azul” vão ao ar nesta sexta (15), às 23h, pela Rede Minas. As animações também podem ser vistas, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

LANÇADO O EDITAL DO II PRÊMIO DA MÚSICA POPULAR MINEIRA

Premiação inclui novas categorias musicais e faz parte do plano “Descentra Cultura”, da Secult. Inscrições serão entre os dias 10 e 17 de novembro

Foi lançado o edital da segunda edição do Prêmio da Música Popular Mineira. O objetivo é valorizar e reconhecer os talentos mineiros e promover a música produzida no Estado. A iniciativa prevê R$ 63 mil em prêmios, divididos em cinco áreas. Este ano a premiação faz uma homenagem aos 75 anos de nascimento do compositor mineiro Fernando Brant. Outra novidade é a inclusão das músicas indígena e afro no repertório.

Serão nove prêmios de R$ 7 mil nas categorias “Melhor música” e “Melhor álbum”, além de troféus. Os trabalhos contemplam cinco áreas com grande variedade de estilos, como MPB, rock e obras infantis. As inscrições acontecem entre os dias 10 e 17 de novembro. Podem se inscrever, gratuitamente, compositores, músicos e intérpretes mineiros ou artistas que moram no Estado desde 01 de janeiro de 2020. De acordo com o presidente da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), Sérgio Rodrigo Reis, o prêmio busca reconhecer os artistas mineiros: “Minas é conhecida por ser um estado extremamente musical: uma música de qualidade, uma música diferenciada e esses artistas, muitas vezes, carecem de oportunidade para promover suas próprias obras”. Sérgio ainda destaca a importância para a valorização e a visibilidade dos trabalhos produzidos em todo o estado e faz um convite: “nós vamos proporcionar com que esses artistas, que muitas vezes estão no interior, com uma obra espetacular, e ninguém conhece, consigam chegar ao grande público. Então aproveitem a oportunidade, inscrevam seus trabalhos porque em breve a gente vai promover a sua criação. A Rádio Inconfidência, a Rede Minas e a Empresa Mineira de Comunicação estão de portas abertas para os artistas mineiros”. O encerramento será no Palácio das Artes, com show transmitido pela Rede Minas, no início de 2022.

Acervo Rede Minas 14 – I Prêmio da Música Popular Mineira 2020- crédito – Renata Calvário

O II Prêmio da Música Popular Mineira é promovido pela Empresa Mineira de Comunicação (EMC), vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), por meio da Rádio Inconfidência. Viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, o edital tem patrocínio da Cemig. A ação faz parte do “Descentra Cultura”, plano da Secult de regionalização e democratização ao acesso aos bens e serviços da Cultura visando à descentralização de recursos, formação e atividades culturais pelos municípios mineiros. Para participar, o interessado deve acessar o edital no site da Rádio Inconfidência (inconfidencia.com.br).

Confira as áreas:
MPB (e afins)
1. Prêmio de Melhor Música
2. Prêmio de Melhor Álbum

Pop, rock (e afins)
1. Prêmio de Melhor Música
2. Prêmio de Melhor Álbum

Música instrumental
1. Prêmio de Melhor Música
2. Prêmio de Melhor Álbum

Música regional, indígena e afro mineira
1. Prêmio de Melhor Música
2. Prêmio de Melhor Álbum

Música – obra infantil
1. Prêmio Obra Infantil

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Cultura

Festival de Teatro Mínimo reabre as portas do Teatro da Cidade com programação gratuita de 14 a 24 de outubro

Teatro de Pesquisa apresenta a segunda edição do festival, que terá espetáculos diários e gratuitos, sempre às 20h, no tradicional teatro da Rua da Bahia, agora sob nova direção e administração

É tempo de comemorar?! É sim, senhor!!! O Teatro da Cidade, que durante 30 anos levou cultura e diversão para o público da capital mineira, está de volta após um período fechado ao público, por conta da pandemia. E a reabertura será marcada pela segunda edição do Festival de Teatro Mínimo, que, durante os dias 14 a 24 de outubro, vai apresentar nove espetáculos gratuitos, sempre às 20h, no tradicional palco do teatro que fica na Rua da Bahia, 1.341, no centro da cidade.

E as comemorações não param por aí! O Teatro da Cidade, que desde sua fundação, em 1991, foi dirigido por Pedro Paulo Cava, agora tem nova administração: assumem a gestão a diretora executiva Tatiane Reis e o diretor artístico Guilherme Colina nessa grande retomada aos palcos. A troca de gestão acontece no momento exato de reaberturas durante a pandemia, com total segurança e seguindo todos os protocolos contra a proliferação da Covid-19, e dará continuidade aos trabalhos do antigo diretor Pedro Paulo Cava, que por 56 anos se dedicou integralmente ao ofício. Assim, o Teatro de Pesquisa, entidade que construiu e mantém o Teatro da Cidade, também ficará sob os cuidados da nova administração.

Desta forma, o Festival de Teatro Mínimo chega para celebrar essa mudança. A segunda edição do evento vai reunir artistas independentes e diversos grupos, coletivos, companhias, além de diretores, autores e cenotécnicos de várias tendências. A ideia é buscar uma maior integração entre as gerações de artistas cênicos profissionais e levar ao público, estudiosos e imprensa uma mostra anual da pluralidade, diversidade e talento dos artistas cênicos belorizontinos.

A abertura do festival será no dia 14/10 (quinta-feira), às 20h, com a apresentação de “O Conselheiro da Favela”, do Platôs Companhia Teatral, seguido de conversa mediada. Este será o espetáculo com maior duração do festival (1h20), já que as apresentações dos dias seguintes serão bem mais curtas, variando de 15 a 30 minutos cada uma. A ideia é compartilhar vivências, experiências e paixões de forma mais objetiva e dinâmica.

Todos os espetáculos têm entrada gratuita, sempre às 20h, com retirada de ingressos no site do Sympla (https://www.sympla.com.br/) e informações mais detalhadas podem ser obtidas pelo e-mail festivaldeteatrominimo@gmail.com. Confira a programação geral abaixo, nas próximas páginas. O Festival de Teatro Mínimo é realizado com recursos de Lei Aldir Blanc, do Governo do Estado de Minas Gerais.

Programação da 2ª Edição do Festival Mínimo de Teatro

Abertura:

14/10 (quinta-feira) | 20h | Apresentação do Platôs Companhia Teatral seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: O Conselheiro da Favela
Sinopse: Um andarilho urbano ousa erguer sua voz. Seu estado deplorável o iguala aos muitos esquecidos da sociedade que perambulam espalhados por qualquer grande cidade, mas o que diz ao contar suas histórias o distingue dos comuns marginalizados. Tem consigo uma edição surrada de Os sertões, da qual cita trechos sem consultar, quando também parece pregar como um antigo profeta, ora manso, ora raivoso. Feito um conselheiro, fala de uma “guerra” célebre, a de Canudos, e de seus sobreviventes.
Duração 1h20
Classificação livre

15/10 (sexta-feira)  | 20h | Apresentação do Grupo Confesso seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Baú Empoeirado
Sinopse: Mulher troféu – sentenciada à morte – do baú de memórias, suplica pela vida colocada em risco, numa competição masculina, em que o prêmio é seu corpo – até que outra mulher se anuncie.
Duração: 20min.
Classificação: 16 anos

16/10 (sábado) | 20h | Apresentação do Breve Cia. seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Cena Curta Uma, Outra
Sinopse: As atrizes contam o que fizeram, do momento em que acordaram até o momento em que chegaram para fazer esta cena. Não precisam seguir uma ordem cronológica dos fatos, desde que seja compreensível e minimamente engraçado. Elas são mulheres que se multiplicam em muitas outras. Elas querem falar de amor, de afeto, de memórias. Elas são mulheres que amam outras mulheres. Elas, mulheres negras, querem falar de amor sem dor. Sem dor?
Duração: 15 min.
Classificação: 12 anos

17/10 (domingo)  | 20h | Apresentação do Pigmalião Escultura que Mexe seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: O Quadro de uma Família
Sinopse: Certos de serem uma família, os componentes desse quadro posam já automaticamente eternizados. Todas as análises que serão feitas sobre cada um deles tornarão mais clara a sua compreensão. No momento basta observá-los individualmente.
Duração: 15 min.
Classificação: 12 anos

20/10 (quarta-feira) | 20h | Apresentação do Coletivo do Real seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: hAbitAR
Sinopse: Eles não nasceram ali…Foram trazidos por outras pessoas que talvez não saibam de onde vêm. Ao traçarmos nossos deslocamentos sobre o mundo deixamos linhas invisíveis que podem nos possibilitar lembrar de onde viemos ou querermos apagar com uma borracha. Três pessoas de interiores diferentes se encontram e falam sobre suas linhas-histórias e o que será escrito sobre elas no futuro. Para onde você vai quando não tem para onde ir?
Duração: 15 min.
Classificação: 14 anos

21/10 (quinta-feira)  | 20h | Apresentação do Cia. Quatro Quartos seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Horizonte Infinito
Sinopse: Duas irmãs. Uma linha que as separa, cruzando o oceano. Onde existe lar afinal? Universos solitários, mundos particulares, cotidianos que se cruzam. Tão distantes, porém tão próximas… Há ali um ponto de encontro entre as duas. Um entremeio de memórias, sonhos, desejos, saudades, um entremeio de vida. Ali elas se reencontram, ali elas se resgatam.
Duração 20 min
Classificação 10 anos

22/10 (sexta-feira) | 20h | Apresentação do Vertente Corpo Es’passo seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Bruto Afeto
Sinopse: Em cena, dois atores se encontram para partilhar seus corpos, suas matérias e histórias fartas de carne. Num jogo construído de lembranças e desencontros com auxílio do público, a narrativa se desenrola. Um açougueiro, um homem de branco e um coração que existe entre os dois. Atores e plateia se tornam cúmplices de uma história ordinária repleta de acontecimentos extraordinários.
Duração: 30 min.
Classificação: 12 anos

23/10 (sábado) | 20h | Apresentação do Coletivo Bacurinhas seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: “This is a man?”
Sinopse: A cena propõe a performatividade de gênero através da linguagem do Drag King de uma forma bem-humorada, política, poética e crítica. O contexto da encenação trata de situações cotidianas e relações sociais do universo masculino, onde o coletivo propõe uma perspectiva crítica acerca do homem padrão normativo.
Duração: 20 min.
Classificação: 16 anos

24/10 (domingo) | 20h | Apresentação do Cóccix Companhia Teatral seguido de conversa mediada.
Trabalho Cênico: Pedaço de Homem Cercado de Outro por Todos os Lados
Sinopse: Ilha. Confinamento e necessidade criam um perpétuo jogo em que imagens, movimentos, palavras e sons desencadeiam conflitos e situações, em incessante transformação. Homem. Trânsito por diferentes diferentes instâncias instâncias de poder, ora dominador, ora dominado, preso em um conjunto de relações em que se torna criador e refém da sua condição. Homem ilha, cercado de outros por todos os lados.
Duração: 30min.
Classificação: 16 anos

2ª Edição do Festival Mínimo de Teatro
Data: 14 a 17 e 20 a 24 de outubro de 2021
Horário: 20h
Local: Teatro da Cidade (Rua da Bahia, 1.341, centro, Belo Horizonte)
Entrada gratuita, retirada de ingressos no Sympla
Informações pelo e-mail: festivaldeteatrominimo@gmail.com
Telefones: (31) 3273-1050 / 98494-1153
Realização: Teatro de Pesquisa / Teatro da Cidade
Evento realizado com recurso de Lei Aldir Blanc no Estado de Minas Gerais

Assessoria de imprensa: Luiz Cabral Inácio (31) 97140-0404

Cultura

FERNANDA ABREU MARCA PRESENÇA NO ALTO-FALANTE, DA REDE MINAS, NESTE SÁBADO (09)

Programa ainda dedica quadro especial a John Lennon, que estaria completando 81 anos

Fernanda Abreu (reprodução fernandaabreu.com.br)

Fernanda Abreu é a convidada do Alto-Falante, da Rede Minas. Considerada uma das pioneiras da música pop dançante, no Brasil, ela já acumula 30 anos de carreira. O trabalho da cantora despontou a Blitz e, hoje, tem oito discos de estúdio, dois DVDs gravados ao vivo, 23 singles e quase 20 videoclipes.  Em um bate-papo com o jornalista Terence Machado, Fernanda fala de sua trajetória, relembra momentos e anuncia os projetos para o próximo ano que vão dar destaque para as mulheres. 

Foto: Rede Minas

O programa faz, também, uma homenagem a John Lennon. Considerado um dos mais célebres nomes da história da música, o ex-beatle estaria completando 81 anos neste sábado (9). Adriano Falabella, que conduz o “Enciclopédia do Rock”, dedica uma edição do quadro para Lennon. A atração ainda traz mais novidades, como o rock da banda gaúcha “We Are The Cosmos”.

O Alto-Falante vai ao ar neste sábado (09), às 14h, pela Rede Minas. O público pode conferir o programa, nesse mesmo horário, pelo site da emissora: redeminas.tv.

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Cultura

Fundação Cultural começa a exibir apresentações de artistas contemplados pela Lei Aldir Blanc em Varginha

Serão exibidos 25 vídeos com apresentações de artistas de Varginha contemplados pela Lei Aldir Blanc

Apresntações Aldir Blanc Varginha

A Fundação Cultural começou a exibir nesta quinta-feira (07/10) os vídeos dos artistas do município contemplados pela Lei Aldir Blanc. As apresentações poderão ser acompanhadas, a partir das 8h, pelo canal Varginha Cultural no Facebook  (fb.com/varginhacultural) e no YouTube (youtube.com/varginhacultural).

O público poderá assistir a 25 vídeos com shows musicais, oficinas de artesanato, apresentações de dança e teatro, oficinas culturais, dentre outros.

O diretor-superintendente da Fundação Cultural, Marquinho Benfica, destaca que a Lei Aldir Blanc beneficiou 166 profissionais em 2021 que agora estão mostrando os seus talentos pela internet. “É uma grande satisfação ver que a nossa cidade possui tantos profissionais da arte e da cultura que agora brindam toda população com belas apresentações”, destaca Marquinho Benfica. As demais gravações serão exibidas durante todo o mês de outubro assim que forem entregues pelos contemplados.

Confira o horário de exibição das propostas e os profissionais da arte e da cultura varginhense responsáveis por elas:
8h: Como fazer cadernos para ilustrações | Fabiana Finoti Ribeiro de Andrade
8h30: Reutilizando jeans usado | Maria Aparecida Rafael dos Santos
9h: Aula sobre como criar um arranjo violão solo | Douglas Luiz Rosa
9h30: As produções numa cidade interplanetária |  Marcello Moraes Pinto
10h: Desconstruindo uma mixagem de uma Live – Iliandro Carvalho Veloso
10h30: Artwork – a arte por trás das capas | Rodrigo de Paiva Barbieri
11h: Berimbaus, Toques e Cantigas | Osvaldo Henrique M Teófilo
11h30: Oficina de Cajon Ritmos | Maira Bueno
12h: A Resistência do Cinema Brasileiro | Mateus de Paiva Braga Pereira
12h30: Grace Dance – ritmos para todos | Grace Kelly Ribeiro Camargo Campos
13h: Leitura Dramática – A Última Noite |  Everton Mariano
13h30: Acústico 2021 | Alessandro Silvestre dos Santos
14h: Show Cacá Negretti | Carlos Roberto Negretti Dias
14h30: Música instrumental brasileira | Daniel Bráz da Costa
15h: Mostra de Teatro Infantil  – Edição online | Idmara Galo
15h30: Vento dos Areais | Gilvan Alves da Cruz
16h: 30 anos nos bares e shows da vida | Guilherme Reis João David
16h30: João Bartelega, Piano Musical | João Felipe Miliato Bartelega
17h: Rodrigo Mamba Acústico | Rodrigo Mambelli de Menezes
17h30: Chora Cavaco | Willian dos Santos Silvério
18h: lançamento do álbum autoral ‘Em casa’ | Douglas Rodrigues de Souza
18h30: Pagode retrô | Adriano Cândido Barbosa
19h: Niltinho & banda ao vivo | Nilton Cosmo de Azevedo
19h30: Projeto Kao | Airan Ribeiro Vitoriano
20h: Francisco Dib Autoral | Francisco Dib Magalhães

Cultura

Festival de Teatro de Viçosa terá edição on-line

Evento premiará melhores atuações nas apresentações realizadas entre os dias 4 e 7 de novembro

Festival de Teatro de Viçosa terá edição on-line
Foto: arquivo/PMV

Estão abertas as inscrições para o FESTEVI – Festival de Teatro de Viçosa que acontece no mês que vem, entre os dias 04 e 07 de novembro, em formato virtual. O evento, realizado pela Secretaria de Cultura, Patrimônio Histórico e Esportes, por meio do Departamento de Cultura, chega, em 2021, à sua terceira edição consecutiva, já fazendo parte do calendário oficial do município.

Neste ano, serão realizadas duas mostras:

  • OFICIAL, de caráter competitivo, para qual serão selecionados 12 espetáculos teatrais nas categorias infantil, adulto e monólogo;
  • PARALELA, não competitiva, que contará com a participação de espetáculos em qualquer linguagem cênica, compondo até 300 minutos na grade do Festival.

Atores e grupos de todas as localidades podem inscrever suas peças teatrais de forma gratuita, até o dia 24 de outubro, por meio dos formulários online, se atentando aos critérios de seleção descritos no regulamento do 3º FESTEVI.

Os espetáculos inscritos serão analisados por uma Comissão de Seleção composta por profissionais especialistas na área teatral, a qual divulgará a lista de selecionados no dia 29 de outubro.

“É com muita satisfação que lançamos a terceira edição deste que já é um festival de teatro de renome nacional, já tendo passado por aqui mais de 120 artistas, 29 espetáculos, 18 cidades e 6 estados. Não é pouco! E nossa intenção é sermos cada vez mais abrangentes e democráticos”, comenta o chefe do Departamento de Cultura, Marcelo Augusto, que também é ator e diretor de teatro.

PREMIAÇÃO

O espetáculo vencedor de cada uma das três categorias da mostra competitiva receberá a premiação de R$ 2.000. Nesta edição também haverá duas novas premiações em dinheiro: R$ 500 para o melhor ator e R$ 500 para a melhor atriz.

O troféu deste ano leva o nome de Jeane Doucas, em uma homenagem ao trabalho e à arte da grande atriz, diretora e multiartista de Viçosa.

O regulamento do festival pode ser conferido por este LINK.

Fonte: https://www.folhadamata.com.br/

Cultura

Casa Fiat de Cultura inaugura “Desolação”, mostra do artista plástico Mateus Moreira

A exposição, do artista plástico Mateus Moreira, apresenta pinturas carregadas de sentimentos, que questionam as violências, as realidades e os temores da sociedade

28 9 2021 minicasafiat
Imagem: Fernanda Campos

Em meio a um bombardeio incessante de imagens e notícias, a vivência no mundo contemporâneo se mostra conflituosa. Dúvida e caos sobem ao palco. Como dar vazão a esses sentimentos angustiantes? Como resistir às opressões cotidianas? Para o artista plástico Mateus Moreira, as respostas se manifestam em tinta. Na exposição “Desolação”, situações que carregam significados ambíguos na memória humana e na própria existência do artista tomam forma em 15 pinturas a óleo. Nelas, o aspecto de cada pincelada convida à atmosfera inebriante das manchas, trazendo uma feroz analogia à realidade. A mostra, escolhida no 4º Programa de Seleção da Piccola Galleria, fica em cartaz de 5 de outubro a 28 de novembro e poderá ser visitada virtualmente, pelo site e redes sociais. Além do tour virtual 3D, serão oferecidas vistas virtuais mediadas. Para abrir a exposição, a Casa Fiat de Cultura realiza um bate-papo online ao vivo com o artista, no dia 5 de outubro, às 19h. A participação é gratuita, com inscrição pela Sympla.

A mostra apresenta imagens de um mundo estremecido. A fronteira entre sonho e realidade é abolida, misturando o onírico e o existencial, em espaços abertos e de grande tensão, sugerindo a ideia de que tudo acontece ao mesmo tempo. O artista busca reagir ao fulgor distópico atrelado ao convívio em sociedade, em uma tentativa de resistência ao sentimento de violenta opressão que maquina sobre as pessoas. As 15 pinturas despertam um sentimento em comum: o de desolação. Daí, o nome da exposição, que, embora não seja vinculada a um acontecimento especial, evoca a força interna dos fatos, por meio de composições imaginadas e reais. “A pintura é um lugar em que posso expressar meus sentimentos em relação às atuais condições sociais, políticas e afetivas, em uma realidade em que a esperança é duvidosa”, reflete Mateus Moreira.

Com referências artísticas como os pintores Claude Monet – que desbravou o universo da luz e da paisagem – e Alberto Giacometti – que teve a coragem e a persistência de migrar sua obra do surrealismo para o expressionismo –, Mateus Moreira expressa em tinta a sua percepção sobre fragmentos de vivências e do cotidiano. Sua pintura nasce abraçando a intuição, por meio de gestos rápidos e misturas fluidas. A cor surge da primeira tinta que suja o pincel na paleta. O tom predominante e a luz determinam a construção dos acontecimentos, em formas pictóricas que, ao final, resultam na obra singular do artista. “O processo de experimentação é constante e a despretensão é intrínseca. Quando o acúmulo de cores e matéria me intuem a parar, me distancio desse delírio”, explica.

A exposição “Desolação” é uma realização da Casa Fiat de Cultura, com apoio do Ministério do Turismo, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Fiat, do Banco Safra e da Gerdau, copatrocínio da Expresso Nepomuceno, da Sada, do Banco Fidis e do Mart Minas. A mostra tem apoio institucional do Circuito Liberdade, do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), do Governo de Minas e do Governo Federal, além do apoio cultural do Programa Amigos da Casa, da Brose do Brasil e da Brembo.

Sobre as obras
A exposição “Desolação” é composta por 15 pinturas a óleo. Cada obra nasce de um impulso inicial, catártico, incerto, gestual e necessário, para, só então, se transformar em paisagem. Mateus Moreira destaca que o próprio espaço da imagem começa a sugerir suas condições, como as diversas possibilidades de cores, formas e acidentes pictóricos. “Me identificar nesse processo é fundamental. É necessário perceber o que há de mim ali, ainda que eu não tenha a compreensão dos significados. Existe algo inconsciente que deseja se manifestar em tinta, e eu realizo inúmeras tentativas até que o todo esteja em união”, analisa.

As obras são marcadas pelos flagelos de uma época violenta, dissolvida por mudanças espirituais e cicatrizes históricas. Revelam dramas de humanidade que ora está temerosa, ora indiferente. Em “Desolação”, o público é apresentado ao rastro de destruição que se perpetua em nossas angústias. De forma plástica, convida para a reflexão sobre como nos condenamos com nossos próprios erros e temos as vivências atravessadas pela distorção da realidade.

Lista de obras

  • Culpa II (2021)
  • Caos (2021)
  • Blecaute (2021)
  • Tentação (2021)
  • Silêncio (2021)
  • Ritual (2021)
  • Projeções (2021)
  • Pacto (2021)
  • Exílio (2021)
  • Evocação (2021)
  • Estudo (2021)
  • Idealização (2021)
  • Desolação (2021)
  • Desespero (2021)
  • Dança (2021)

Mateus Moreira
Natural de Belo Horizonte, Mateus Moreira tem formação em Pintura e Desenho no curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já participou de mostras coletivas na Reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais,no Centro de Referência da Juventude, na Galeria da Escola de Belas Artes da UFMG, e na Godarc Galeria Multicultural, em Belo Horizonte. Em 2020, apresentou sua primeira mostra individual, “Resiliências”, na Galeria Nello Nuno, Fundação de Arte de Ouro Preto (FAOP).

Programação paralela
No dia 5 de outubro será realizado um bate-papo ao vivo com Mateus Moreira, que vai compartilhar com o público detalhes sobre suas obras e seu processo criativo. A participação é gratuita, com retirada de ingressos pela Sympla.

Durante o período expositivo também serão disponibilizadas visitas virtuais gratuitas, com mediação ao vivo do Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura. Para participar é necessário se inscrever pela Sympla. As datas para essas visitas, no mês de outubro, são:

  • 14 de outubro, às 19h
  • 21 de outubro, às 16h
  • 28 de outubro, às 19h (com tradução em Libras)

Para escolas, universidades e grupos interessados em mediação exclusiva, o Programa Educativo está promovendo visitas em horários alternativos. Os interessados devem enviar e-mail para agendamento@fcagroup.com e conferir a disponibilidade.

Piccola Galleria
O espaço é destinado a artistas da cena contemporânea e foi criado em 2016, com o intuito de incentivar a produção nacional e internacional. Os artistas são selecionados por uma comissão de especialistas, que, nesta 4ª edição, conta com a historiadora e educadora Janaína Melo, curadora e integrante do Conselho Internacional de Museus (ICOM-BR); o curador e crítico de arte Márcio Sampaio; e o artista e professor Marco Paulo Rolla, da Escola Guignard.

A proposta é apresentar e destacar trabalhos inéditos – pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, fotografias, instalações, performances e/ou videoarte – de artistas locais, brasileiros ou estrangeiros. Além de Mateus Moreira, outros cinco artistas foram selecionados na 4ª edição, e as mostras estão sendo exibidas no calendário de 2021 e 2022.

Nas quatro edições, a Piccola Galleria recebeu 424 inscrições, e, entre 2016 e 2020, já apresentou o trabalho de 18 artistas, 248 obras de arte, e recebeu mais de 150 mil visitantes. A sala expositiva é um ambiente dedicado às artes visuais e sua criação marcou os 10 anos da Casa Fiat de Cultura. Situado ao lado do painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari, no hall principal da Casa Fiat de Cultura, o espaço é destinado a exposições de curta duração, mas com toda a visibilidade que a instituição enseja. Local intimista e com grande circulação de público, conta com a chancela da Casa Fiat de Cultura e do Circuito Liberdade, um dos mais importantes corredores culturais do país.

Casa Fiat de Cultura
A Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braille e atendimento em libras. Mais de 60 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. Há 15 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 3 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 560 mil participaram de suas atividades educativas. 

Serviço
Exposição virtual “Desolação”– Mateus Moreira na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura
5 de outubro a 28 de novembro
Abertura da exposição virtual: Bate-papo ao vivo com Mateus Moreira
5 de outubro, das 19h às 20h, em transmissão ao vivo
Ingressos gratuitos pela Sympla: https://bit.ly/BatePapoMateusMoreira

Visitas virtuais com mediação online

  • 14 de outubro, às 19h
  • 21 de outubro, às 16h
  • 28 de outubro, às 19h (com tradução em Libras)

As datas de novembro serão divulgadas em breve.
Inscrições gratuitas pela Sympla

Casa Fiat de Cultura
Circuito Liberdade
Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – BH/MG
Informações
(31) 3289-8900
www.casafiatdecultura.com.br
casafiat@fcagroup.com
facebook.com.br/casafiatdecultura
Instagram: @casafiatdecultura
Twitter: @casafiat
YouTube: Casa Fiat de Cultura
http://www.circuitoliberdade.mg.gov.br/

Mais informações sobre o artista
Instagram: @pteus_

Fonte: https://www.secult.mg.gov.br/

Cultura

COLETIVOS DE MÚSICA É TEMA DE BATE-PAPO NA SÉRIE “FORA DO NORMAL”, DA REDE MINAS, NESTA QUARTA (06)

Deh Muss e Malu Tamietti são as convidadas da atração

Foto divulgação Rede Minas

A união faz a força, também, na cena musical. Levar a música de qualidade para o público pode ser um trabalho árduo e com muitos desafios. Para ajudar a romper essas barreiras, surgiram os coletivos. Esse é tema da série Fora do Normal, da Rede Minas. Na atração desta quarta (06), o jornalista Luiz Flávio Lima, que comanda o programa Hypershow, da emissora pública mineira, recebe a cantora, violonista e compositora Deh Muss e a produtora cultural Malu Tamietti. O trio discute a importância da representatividade e a criação de uma rede de apoio, fomento e divulgação de artistas dos mais diversos grupos sociais.

Luís Flávio Lima, Deh Muss e Malu Tamiette

Deh Muss é uma das coordenadoras do “Sonora – Festival Internacional de Compositoras”. O projeto nasceu com a proposta de dar visibilidade aos trabalhos das mulheres na música por meio das redes sociais. Hoje, a rede já atingiu 74 cidades em 16 países. A experiência da “A quadrilha” é compartilhada por Malu Tamietti, do qual está à frente. O selo musical foi fundado em 2020, pelo mineiro Djonga, para impulsionar talentos em Belo Horizonte.

A série “Fora do Normal” traz, semanalmente, um bate-papo entre as equipes dos programas da Rede Minas e convidados. A atração com Deh Muss, Malu Tamietti e o jornalista Luiz Flávio Lima, apresentador do programa Hypershow, vai ao ar nesta quarta (06), às 20h30, pela Rede Minas. O público também pode conferir a série, nesse mesmo horário, no site da emissora: redeminas.tv.

COMO SINTONIZAR:
redeminas.tv/comosintonizar
A Rede Minas está no ar no canal 9 (VHF) ou 17 (UHF); Net 20 e Net HD 520; Vivo 9; One Seg (para celulares e portáteis) 9.3; e através do satélite Brasilsat C2 para a América Latina.

ACESSE AS REDES SOCIAIS:
www.redeminas.tv
facebook.com/redeminastv
instagram.com/redeminastv
twitter.com/redeminas
youtube.com/redeminas

ATENDIMENTO AO PÚBLICO:
Tel: (31) 3254-3000
Whatsapp: (31) 98272-6543

Fonte: Tatiana Coutinho
Assessora de Imprensa
Assessoria de Comunicação Social
tatiana.oliveira@redeminas.mg.gov.br
tatianacoutinho.tc@gmail.com
(31)3254-3431