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Motores elétricos e híbridos: eficientes e sustentáveis

Veículos têm benefícios tanto para consumidores quanto para o meio ambiente

No ano passado, durante o auge da greve dos caminhoneiros, os brasileiros sentiram na pele a dependência do mercado do petróleo e colocaram seus carros na garagem mediante a ausência de combustíveis nos postos de abastecimento automotivo. A falta de opção de outros meios de escoamento de produtos e mobilidade gerou caos e transtornos ao dia a dia de toda a população.

Os privilegiados — e ainda poucos — condutores que possuem carros híbridos e elétricos puderam desfrutar de certo benefício ao estarem alheios à crise dos altos preços da gasolina e do óleo diesel. Estes veículos, que ainda não podem ser considerados populares, são opções para driblar os carros tradicionais no quesito custo-benefício e são bem mais sustentáveis quando consideramos as emissões de gases poluentes gerados por motores de combustão.

Em maio deste ano, a Revista Exame noticiou com exclusividade que uma nova empresa brasileira chamada Gaia Eletric Motors promete um carro elétrico com custo de oito reais para recarregar completamente sua bateria, que poderá chegar a uma autonomia de até 200 Km. Inicialmente será comercializado apenas corporativamente.

O carro puramente elétrico se enquadra no grupo dos chamados “emissões zero”. São praticamente 100% sustentáveis, não emitindo poluentes atmosféricos ou sonoros consideráveis. Apresentam ainda alto índice de eficiência de seus motores chegando a 80%, contra 18% dos motores de combustão interna, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas em parceria com a consultoria Accenture.

Os carros híbridos, por sua vez, utilizam tanto o motor elétrico quanto o de combustão interna para propulsão. Nos híbridos puros e nos híbridos plug-in, a fonte primária de energia é a gasolina. O motor elétrico é alimentado pela frenagem e faz o trabalho de melhorar a eficiência do motor principal de combustão interna.

Como exemplo, temos o Volvo S90, terceiro híbrido da marca no país que figura como carro mais econômico do Brasil em 2019 pelo portal iCarros. Segundo o site, o carro com motor 2.0 e 16V, tem um consumo urbano médio de 21,3 quilômetros por litro. Na estrada o alcance chega a 25,6 km o litro. O preço, no entanto, não é acessível, superando a marca de R$350 mil.

Em 2019, a Renault lançou no Brasil o seu modelo elétrico puro Zoe, um hatch com 300 km de autonomia, e a promessa é de ser o mais barato da categoria, por R$ 149.990. Contudo, o valor ainda é elevado para o padrão de consumo dos motoristas brasileiros.

Os veículos considerados limpos, eficientes e econômicos ainda representam pouco se considerarmos a frota total do país. No entanto, algumas políticas públicas de incentivos e isenções fiscais para a tecnologia estão sendo implementadas, ainda que lentamente. Em um futuro próximo, esses carros poderão ter preços mais populares. Os modais elétricos são fortes concorrentes do setor energético predominantemente petrolífero e excelente opção de energia limpa e mais barata.

Texto: Rodrigo Bertolino

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10º Encontro de Jeepeiros de Barroso acontece neste fim de semana. Confira as atrações do evento

Começa nesta sexta-feira (12) e vai até este domingo (14), mais uma edição do tradicional Barroso Off Road, o Encontro de Jeepeiros. 

O evento, que neste ano chega a sua 10ª edição, mais uma vez acontecerá no Parque de Exposições Júlio Oscar Pinto, no bairro Santa Maria, e contará com uma série de atrações em sua programação.

Nesta sexta-feira, a partir das 20h, acontecerá à recepção e confraternização entre os participantes e comunidade. Já no sábado, será o dia da trilha dos jeepes, que terá início às 9h, 10h e 11h da manhã.

Por fim no domingo, o evento se encerrará com mais uma confraternização, além do eletrizante desafio 4 x 4.

A música também estará presente nos três dias de evento, com ritmos e estilos diversificados de bandas locais e do Brasil. As apresentações incluem os shows da Rockwave, Bragadá, Patricius, DJ HJ, Banda Dyava, Monise e Manu, Renato Ferreira e a cantora Luka, do famoso hit “Tô nem aí”.

Segundo Ronei Nogueira , Presidente do Jeep Clube Barroso Off Road , a expectativa para está edição é de mais de 400 jeepes na cidade.

“Estamos trabalhando desde janeiro para fazer o décimo encontro que é uma data marcante para a gente. As expectativas são as melhores possíveis e tem muita gente confirmada no nosso evento. Já temos 20 Jeep Clubes confirmados do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e toda Minas Gerais. As inscrições estão a todo vapor. Já estamos com todos os shows programados e as barracas estarão bastante diversificadas para atender a toda a população com bebidas, sanduíches, doces e muito mais. Então pode chegar e trazer a família para o parque, pois a festa está garantida. Estamos com a trilha muito bem montada para receber esta galera toda, tanto na trilha pesada quanto na trilha leve” disse Ronei.

As inscrições devem ser feitas no site www.barrosooffroad.com.br

Fonte: barroemdia.com.br

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BIKE FEST REÚNE AMANTES DAS MOTOCICLETAS EM TIRADENTES

Tradicional e esperado, evento GRATUITO será realizado de 26 a 30 de junho

Um dos maiores encontros de motos do Brasil, o Bike Fest Tiradente realiza sua 27ª edição de 26 a 30 de junho, no Santíssimo Resort, Largo das Forras e na Praça da Rodoviária, em Tiradentes (MG). O evento é gratuito e aberto ao público.

Já tradicional no calendário dos fãs de motocicletas, o evento conta com uma programação variada com feira de negócios, lançamentos de produtos, exposições, palestras, praça de serviços e programação musical, num total de 5.450 m2 de área.

Ao todo, serão 53 expositores das melhores marcas do setor, como Honda, Harley-Davison, Triumph, BMW, Ducati, Kawasaki, X11, Pirelli, entre outras.

Para 2019, a expectativa é receber 30 mil pessoas na cidade, movimentando cerca de 20 milhões de reais, um aumento de 20% em relação ao ano passado. O Festival também gera 100% de ocupação hoteleira em Tiradentes e na região e aproximadamente 700 empregos diretos.

NOVIDADES

Uma das novidades desta 27ª edição será uma série de palestras voltadas para assuntos diversos da área do motociclismo. “Procuramos inovar sempre a cada edição e apresentar as palestras era uma demanda que sentimos que vinha crescendo a cada ano. Os participantes querem conversar e saber mais sobre assuntos ligados à essa grande paixão e vimos aí uma oportunidade de agregar ainda mais valor ao evento”, explica Milton Furtado, organizador da Bike Fest.

Honda

No estande, a Honda vai exibir seu line up de alta cilindrada, dois deles lançados recentemente: a Honda GL 1800 Gold Wing, modelo sinônimo de conforto e tecnologia da marca, sendo a única no mundo com airbag. Além disso, a Neo Sports Café, a naked Honda CB 1000R, que traz a inspiração dos modelos café racer, sucessos na década de 60. Outros dez modelos, já conhecidos e consagrados também estarão expostos, como Honda NC 750X e CB 500X, representantes do segmento Crossover.

Euroville BMW

Além de estar presente com seu maior estande de todas as edições, vários modelos e lançamentos nacionais, a Euroville BMW vai promover um passeio com aproximadamente 200 motos que vai sair de Belo Horizonte no dia 29, sábado, em direção a Tiradentes. O projeto é coordenado pelo Campeão de Super Bike Brasil, Bruno Corano, e terá motociclistas de várias partes do país.

SOBRE O EVENTO

A Bike Fest é realizada em três espaços da cidade. A Praça da Rodoviária abriga o setor de serviços: pequenos reparos, adesivação, Carreta X11,serviços Harley-Davidson, troca de pneu Pirelli, troca de óleo e loja de acessórios Moto Raja. Haverá também um palco para receber atrações do Festival de Blues e Jazz, nos dias 28 e 29 de junho.

No Largo das Forras vai funcionar um ponto de apoio ao público e um bar da Cervejaria Backer, grande parceiro do evento. Por fim, o Santíssimo Resort recebe os estandes das principais fábricas e importadoras, vestuários, souvenirs, acessórios, peças, palestras, área gastronômica e o palco principal do 8º Festival de Blues e Jazz de Tiradentes, realizado de 27 a 29 de junho.

A 27ª edição do Bike Fest Tiradentes é apresentada X11 Expert Riders e realizado pela Production Eventos. Tem como patrocinadores a Honda e a Cervejaria Backer, como co-patrocínio da BH Harley-Davison, Euroville, Pirelli/Zoom O2BH Kawazaki, O2 BH Ducati e Triumph BH. O evento conta, ainda, com o apoio da Prefeitura Municipal de Tiradentes. Mais informações pelo site www.productioneventos.com.br.

Festival de Blues e Jazz Paralelo à Bike Fest, Tiradentes recebe também o Festival de Blues & Jazz, nos dias 27, 28 e 29 de junho. A 8ª edição vai prestar uma homenagem a JJ Jackson, cantor, compositor e arranjador de blues americano que, desde 1980, escolheu o Brasil como segundo casa. Ele faleceu no ano passado, em São Paulo, aos 75 anos. Os shows serão realizados na Praça da Rodoviária, que receberá a programação diurna, e no Resort Santíssimo, que apresenta o palco principal e a programação da noite. A programação completa você pode acessar no site www.productioneventos.com.br.

Serviço 27ª BikeFest Tiradentes Data: 26 a 30 de junho de 2019

Abertura oficial: quarta, 26/06, 19h no Resort Santíssimo

Locais do evento: Santíssimo Resort (Rua dos Inconfidentes, 140 – Centro Histórico, Tiradentes-MG) Praça da Rodoviária (Rua São Francisco de Paula, 71, Tiradentes – MG)

Programação completa e informações: www.productioneventos.com.br

Paula Bicalho

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Viagem ao passado automobilístico

Memorial de automóveis do passado exalta a história das quatro rodas em Bichinho – MG

Quem viaja para a região de Tiradentes não pode deixar de recordar um pouco da história automobilística nacional e internacional. O Museu do Automóvel da Estrada Real, localizado no distrito de Bichinho (Prados-MG), apesar de inaugurado no século XXI, é fruto de uma paixão que começou há mais de quarenta anos, na década de 70.

O hobby de trabalhar com mecânica de carros nas horas vagas, aliada ao gosto por veículos antigos herdado do pai, Antônio Moura (Toné), fez com que Rodrigo Cerqueira Moura iniciasse sua coleção com uma Mercedes-Benz (1952) e um Jeep Willys (1951) no ano de 1976. A partir dali o colecionador começou a adquirir e restaurar carros em seu sítio quando, em 2006, surge a ideia da criação de um memorial para exaltar a história das quatro rodas e de sua coleção.

Ao todo, o acervo do Museu do Automóvel conta com cerca de 50 unidades restauradas e outras 20 unidades que se encontram em processo de restauração. Além de peças de exposição, todos os carros também são utilizados para viagens em encontros de colecionadores por todo o Brasil, além de serem alugados para diversos eventos, tais como casamentos, novelas e minisséries.

Para que os carros fiquem em perfeito estado de conservação e funcionamento, é necessário um forte trabalho em equipe, formada pelo próprio Rodrigo que é engenheiro mecânico e por mais dois técnicos em restauração: Geraldo Magela Furtado, conhecido como Tenório, é especialista em restaurar carrocerias e painéis e, José Geraldo Teixeira, é responsável pela lanternagem e pintura dos carros.

Os veículos normalmente chegam como sucatas e o trabalho minucioso de técnica e arte os transformam em carros novos. Os veículos do Museu do Automóvel da Estrada Real se encontram como se tivessem acabados de sair das linhas de montagens de suas fábricas. O museu possui carros raros como o Renault Fragate 1953, carros clássicos como o Austin Mini e o Citroën 2CV, e nacionais como o Simca Chambord, DKW Vemag e o Renault Dauphine.

O Museu do Automóvel da Estrada Real fica entre a belíssima cidade histórica de Tiradentes (cerca de 5Km) e Prados, perto da pacata e famosa comunidade do Bichinho (Vitoriano Veloso). Numa viagem através do tempo você vai se encantar e conhecer essa preciosa coleção!

Visite o site: www.museudoautomoveler.com.br

Texto: Rodrigo Bertolino
Fotos: Thales Moura

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Encontro de Carros Antigos acontece neste fim de semana em Dores de Campos

hqdefaultNeste domingo(24) Dores de Campos recebe, a partir das 8h, na Praça Figueira, o 5° Encontro de Carros Antigos da cidade, realizado pela Antigomobilistas de Dores de Campos (ADC).

O evento contará com exposição de veículos dos mais variados estilos e épocas, fora outras atrações como o show da Banda Soul Seek e o sorteio de brindes para os participantes, incluindo baterias, aparelho de som com USB, capa para veículos, tapete de borracha, produtos de estética automotiva e muito mais.

Para os expositores, a taxa de inscrição é de R$ 25, com café da manhã e troféu inclusos. Lembrando que os troféus serão apenas para os 100 primeiros inscritos. Além disso, serão aceitos somente veículos antigos com 25 anos ou mais de fabricação e que estejam em condições de serem expostos. O dinheiro arrecadado será destinado a Apae do município.

Para mais informações: (32)99904-2631/(32)99966-5777

 

Fonte: barrosoemdia.com.br

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Começa nesta sexta-feira o Encontro de Motociclistas de Barroso. Confira a programação!

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Tudo pronto para a 12ª edição do Barroso MotoFest, o encontro de motociclistas promovido pela Associação dos Motoclubes Estradeiros de Barroso (AME-BSO). Neste ano o evento volta a ser realizado na Praça Salvador da Silva, centro da cidade, dos dias 26 a 28 de maio, sexta a domingo. A organização programou, ao todo, sete shows, além de stands, área de alimentação e diversão, e é certo que vai receber um grande público.

Conforme já havia sido divulgado, o encontro, antes realizado em julho, foi antecipado para não competir com outros eventos do mesmo segmento que tradicionalmente acontecem na região. E, atendendo a pedidos dos próprios motociclistas de Barroso e visitantes, além do público local, neste ano a ação será promovida novamente na praça.

A programação vai de sexta-feira a domingo e foi pensada com bastante antecedência pelos organizadores. O evento é gratuito e aberto a toda a população de Barroso e região. A iniciativa conta com apoio da Prefeitura Municipal de Barroso, através da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura, Polícia Militar, além de diversas empresas da cidade. A programação completa é a seguinte:

26/05 – Sexta-feira:
20h – Abertura oficial
21h – Banda Somos Tão Jovens (Tributo Legião)
22h30min – Banda Forja
01h – Encerramento

27/05 – Sábado
08h – Recepção dos motociclistas
14h – Banda Soulseek
16h – Banda RockWave
18h – Intervalo para missa e/ou casamento
21h – Banda Estado Crítico
23h – Banda Titania
03h – Encerramento

28/05 – Domingo
06h30min – Café da manhã para os motociclistas
8h – Som mecânico
15h – Banda The Black Jack
18h – Encerramento do evento
Sobre a AME-BSO

A Associação de Motoclubes Estradeiros de Barroso (AME-BSO) é composta pelos grupos Pilantras MC, Koward’s MC e Libertas MC. A entidade é composta por diretorias distintas, com representantes dos três grupos, que se organizam nas demandas executivas, financeiras, eventos, logística e divulgação, dentre outras. O objetivo da criação da associação foi o de fomentar a prática do motociclismo, reforçando os laços entre os grupos que a ela pertencem, além de promover entretenimento, ações sociais e outras iniciativas de interesse de seus associados e da população como um todo.
Rhonan Moreira Neto
Diretoria de Eventos – AME-BSO
Diretor Libertas MC
Tel: (32) 9 8412-7119

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Futuro das motocicletas é elétrico; estamos preparados para isso?

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Harley-Davidson Livewire é a motocicleta elétrica que está mais perto da realidade

Uma recente notícia vinda da Alemanha pode fazer o mundo parar para refletir: à partir de 2030 a fabricação e venda de veículos movidos a gasolina ou diesel será proibida por lá e, como se isso não bastasse, em 2050 nenhum veículo que se valha destes combustíveis para funcionar poderá ser utilizado naquele país.

Trata-se de uma proposição ainda sem efeitos legais, mas que pode vir a se efetivar. A sugestão que seria do Conselho Federal alemão tem como objetivo reduzir as emissões de poluentes. A aposta é que outros países sigam tal iniciativa com velocidade impressionante.

Maior fabricante europeu de motocicletas, a alemã BMW já tem portanto uma data precisa para soltar as séries especiais de equivalentes às atuais R 1200 GS, K 1600 GT ou S 1000 RR de 2029. Terão plaquinhas numeradas “Last Edition”, deverão custar os olhos da cara e prazo de validade de duas décadas. Ao cabo deste período serão sacrificadas no altar da sustentabilidade, habitarão museus, salas de visitas ou menos glamurosas garagens empoeiradas. Rodar em ruas… jamais.

No derradeiro ano de 2049 é bem possível que rodar com uma moto ou carro movido a combustão interna seja como acender um cigarro à mesa de um restaurante atualmente. Certeza de ser metralhado por olhares de desaprovação, repreendido rispidamente e visto como insensível, um pária social. Lembrar que pouquíssimos anos atrás tal atitude era quase praxe é no mínimo curioso.

Fabricar uma BMW R 1200 GS elétrica hoje é impossível. Ela é paradigma de moto aventureira, feita para rodar tanto quanto seu condutor resistir precisando de poucas paradas de reabastecimento por conta de seu grande tanque e larga autonomia, nó da questão nas elétricas.

A empresa alemã, assim como muitas outras, já vende veículos “zero emission”. Os automóveis i8 e i3 e o scooter elétrico C-Evolution funcionam maravilhosamente bem desde que a tomada de energia elétrica para energizar suas baterias não esteja a distância maior do que 200 km, ou seja, eminentemente urbanos.

Quem quer ir de São Paulo ao deserto do Atacama, ou de Brasília até Ushuaia com um veículo convencional — carro ou moto — hoje em dia encontrará pelo caminho a energia líquida necessária sob forma de gasolina para completar a viagem. Se decidir ir de BMW i3 ou de C-Evolution, terá problemas.

 

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BMW R 1200 GS tem como proposta fazer longas rotas; como seria uma elétrica?

 

A charada será fazer as baterias durarem mais, ou os motores elétricos consumirem menos. Ela está sendo desvendada devagarinho e é o maior desafio visto que motos elétricas capazes de alcançar velocidades de cerca 250 km/h e acelerar de maneira igual ou até mais rapidamente que as melhores superesportivas já existem. A capacidade de oferecer emoção, exigência de muitos usuários atuais, estaria assim preservada.

Há o problema do custo, em média 1/3 acima do que modelos convencionais, da ausência de ruído e vibrações. Tudo isso é contornável, seja pela tecnologia — a Harley Livewire, elétrica (ainda não à venda, mas perto disso) emite um zumbido — ou por uma efetiva mudança de atitude dos clientes.

Os motociclistas estão sendo pegos de surpresa, assustados por um futuro elétrico que parecia distante mas que está às portas. Aplicar um prazo reverso assusta ainda mais: a decisão do conselho alemão deu pouco mais de 13 anos para as BMW como conhecemos hoje deixarem de existir. Imagine-se montado em sua R 1200 GS fabricada em 2004 olhando para a atual, a última da estirpe?

Os 33 anos que nos distanciam de um nem tão longínquo assim ano de 1984 é o prazo dado pelos alemãs para nos desvencilharmos da dependência dos motores a combustão interna. A data é “orwelliana”, consoante com a mudança de atitude que o Grande Irmão da sustentabilidade nos exigirá em nome do bem-estar, e mais do que suficiente para nos acostumarmos com as motocicletas elétricas.

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Moto a combustão no futuro será vista com olhares de desaprovação, como um fumante dentro de ambiente fechado? Na Alemanha, pelo visto, esse é o caminho

 

Fonte: http://carros.uol.com.br/

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USADOS: APRENDA A DESARMAR A BOMBA-RELÓGIO

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Aprenda o que deve ser checado e trocado depois de comprar um carro usado para que o problema não estoure depois na sua mão

 

Antes da comprar o carro usado, você tomou todos os cuidados para ter certeza de que lataria e mecânica estavam em ordem. Agora, com o veículo já na sua garagem, é hora de levá-lo ao mecânico para fazer a revisão mais aprofundada.

E se ele estiver fora da garantia, o cuidado deve ser redobrado, pois nunca se sabe com certeza como foi feita sua manutenção. A seguir, Silvio Ricardo Candido, diretor do Sindirepa-SP (sindicato de oficinas independentes), e Francisco Satkunas, diretor da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), explicam tudo o que deve ser verificado na convivência com sua nova compra.

Óleo do motor

Se você conhecia o antigo dono, ou tinha boas referências dele, talvez nem precise trocar o lubrificante. Especialmente se o veículo ainda for novo. Mas esse é o tipo de cuidado que sempre vale a pena ter. Substituir o óleo o ajuda a manter o controle: você terá certeza de que o motor está usando o lubrificante recomendado pelo fabricante e que o intervalo de troca está correto.

Filtros

Estejam eles novos ou não, a substituição de todos os elementos filtrantes (ar, óleo, antipólen e de combustível) lhe dará a certeza de que o automóvel está respirando e funcionando tão bem quanto poderia. É um cuidado eficaz e bem barato.

Correias

“Com uma volta, o mecânico já consegue ver se as correias têm qualquer tipo de rachadura. Muita gente, por prevenção, troca as correias, especialmente a dentada, só para ter certeza de que está tudo bem com o carro”, diz Satkunas. Se a correia dentada quebrar, o prejuízo pode ser tão grande que talvez só uma retífica resolva. Nos casos mais graves, é necessária até a troca do motor.

Sistema de arrefecimento

Quando encostar seu usado na oficina, peça para o mecânico verificar se está tudo bem com radiador, mangueiras e líquido de arrefecimento. Como esses componentes também envolvem o bom funcionamento do motor, qualquer falha pode levá-lo a ferver ou mesmo a fundir.

Óleo do câmbio

Nas transmissões manuais, é bom ter certeza de que as engrenagens estão devidamente lubrificadas e protegidas. A maioria das caixas automáticas não tem mais um modo para se verificar o nível do óleo, mas vale a pena pedir para conferir. “Caso o fluido esteja baixo, o câmbio inteiro pode ser inutilizado”, explica Candido, que também alerta para as transmissões automatizadas. “Qualquer problema nelas, especialmente nos mecanismos de atuação, pode dar uma conta de mais de R$ 2.000.”

Airbags

Num usado, há o risco de o airbag já ter sido acionado e, na hora do conserto, não ter sido reposto para economizar a reposição de um equipamento tão caro. Peça para seu mecânico ver se os airbags estão onde deveriam e se as luzes de verificação no painel não foram adulteradas. Não são raros os casos em que a luz de avaria é desligada para esconder o defeito.

Catalisador

É o mesmo caso dos airbags. Como é um item caro ao qual quase ninguém presta muita atenção, ele pode ser sido retirado, restando apenas sua carcaça no escapamento. Pode ainda estar avariado ou fora da sua vida útil, que costuma variar de 80.000 km a 120.000 km.

Parte elétrica

Você tem ideia de quanto custa um chicote? Ou uma central eletrônica? Pode passar dos R$ 5.000 facilmente. Até os relês de alguns importados podem custar os olhos da cara. Para evitar surpresas, peça uma verificação detalhada dos sistemas elétricos, especialmente se o veículo tiver itens não originais instalados, como alarmes ou sistema de som. Existe o risco de sobrecarga ou de curtos-circuitos nessa situação.

Amortecedores

Às vezes podem ser relativamente baratos, em outras, quase proibitivos. Não importa o custo: os amortecedores são peças fundamentais para sua segurança. Se um deles estiver danificado, tende a prejudicar o outro no mesmo eixo com o tempo.

Freios

Pastilhas com desgaste irregular podem ser sinais de problemas mais graves com o carro. Fluido vencido pode esquentar, formar bolhas e fazer os freios falharem nos piores momentos possíveis. Discos empenados ou riscados também podem “comer” pastilhas novas.

Melhor prevenir…

A lista de itens que fizemos para avaliar o estado básico do usado é uma prevenção para uma compra que você já fez. No entanto, o ideal é sempre fazer uma vistoria completa no automóvel antes de fechar negócio.
A maioria das oficinas oferece um check-up por valores relativamente baixos, cerca de R$ 150. Peça ao vendedor que o acompanhe a um mecânico de sua confiança e avalie o usado. Com isso, você já saberá de antemão em que precisará gastar e até mesmo se a compra vale ou não a pena.

 

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/

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Vai vender sua moto? Confira cinco dicas para valorizar o produto

Aumento no preço das zero-quilômetro fez aumentar procura por moto usada

Com a dificuldade em se conseguir crédito e o elevado preço das motos zero-quilômetro, muitos consumidores têm optado pelo mercado de usadas. Em 2016, para cada unidade nova emplacada, outras 2,52 já em circulação trocaram de dono.

É o caso do fisioterapeuta Tiago Mena Barreto, de São Paulo (SP). Ele está atrás de uma moto para atender seus pacientes com mais agilidade, e descartou comprar um modelo zero-quilômetro após comparar preços.

“Além de o valor ter aumentado nos últimos meses, ainda somei à conta documentação e emplacamento a serem pagos, o que soma mais uns R$ 1.000”, contou. “Por isso estou à procura de uma moto pequena e com quilometragem baixa, que custe até R$ 4.600”, seguiu.

Pensando nisso elencamos seis dicas para valorizar sua moto e não ter dores de cabeça na hora de vendê-la. Confira:

Deixe moto “nos trinques” antes da venda
1 – Documentos em dia

Documentação do ano em ordem, com parcelas correntes do IPVA pagas, é fator muito importante. Tente quitar todos os débitos antes de colocá-la à venda, para torná-la mais atraente. Se possível, separe todos os comprovantes de pagamentos efetuados e documentos antigos para entregar ao futuro comprador. No site dos Detrans é possível verificar pendências, bloqueio judicial e dívidas.

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2 – Aparência e detalhes

Embora detalhes como rodas e escapes esportivos possam ser atraentes para alguns, de maneira geral o melhor é anunciar a moto o mais original possível. Caso ela esteja modificada, conserve as peças originais para entregar ao comprador. Independente do ano, uma moto que chama atenção é aquela bem cuidada, com visual e detalhes de carenage, grafismos, espelhos e iluminação em bom estado. Tenha em mente, ainda, que motos muito exclusivas ou personalizadas não necessariamente terão valor de revenda maior. “O comprador normalmente não quer pagar a mais pelos acessórios. Muitas vezes, tais mudanças podem até dificultar a venda”, avalia Paulo Gugliotti, gerente da Márcio Motos, revenda de São Paulo especializada em modelos acima de 500 cc.

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3 – Mecânica

Deixar a moto bonita e confiável é diferente de ?maquiá-la?. Portanto, antes de anunciar leve-a para uma lavagem com direito a polimento das carenagens, limpeza e lubrificação do conjunto de relação. Partes cromadas e carenagens devem receber polimento, enquanto plásticos ficam mais apresentáveis com lubrificante específico. Óleo, filtros, fluidos pastilhas e cabos devem estar em ordem. ?O comprador costuma olhar só pneus e aparência geral da moto, mas a mecânica deve estar boa, pois tanto lojista como particular devem dar garantia da mecânica e elétrica da moto por 90 dias após a compra?, alerta Jean Sandra Souza, da loja Careca Motosport, de Rio Claro (SP). Atenção: não é preciso trocar tudo que estiver a ?meia-vida?, até porque não se vai recuperar o valor investido. Mas, claro, honestidade é fundamental: se o interessado perguntar sobre o estado de determinado item, diga a verdade.

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4 – Manual e notas de serviço

Ter o manual do proprietário, notas de serviços e compras de peças atestam um dono cuidadoso e valorizam a moto usada. Procure guardar tais papeladas e também a chave reserva, para mostrar aos interessados.

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5 – Quilometragem vs. liquidez

Motos maiores costumam ter boa liquidez quando a quilometragem anual fica em torno de 10 mil km. ?Muito acima disso, costumam levar mais tempo para vender?, relata Jean Sandra Souza. Para modelos menores a média anual fica por volta de 15 mil km. Moto bem cuidada e com quilometragem baixa normalmente alcança — ou ao menos chega perto — o valor da tabela Fipe. Não se prenda muito ao ano-modelo: uma seminova com dois anos de uso pode estar mais rodada e mau cuidada do que uma similar com quatro anos de fabricação. Sem contar o fato de motos mais velhas terem IPVA reduzido.

Fonte: http://carros.uol.com.br

 

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Importância na TROCA DE ÓLEO

Não caia na armadilha (ou tentação) de só completar o nível do óleo a cada parada no posto de combustível. Nem se acomode em adicionar o produto periodicamente. Pôr qualquer lubrificante no motor e nunca trocá-lo totalmente trará consequências graves lá na frente — é como aquele cara que passa a vida comendo em fast food: uma hora, o organismo vai reclamar.

Perda de desempenho, falhas na partida, consumo elevado e até comprometimento da garantia são alguns dos problemas comuns ao se optar por utilizar um óleo qualquer. Isso porque lubrificantes errados podem resultar em borras e acúmulo de verniz, além de aumentar o atrito entre as peças. Em alguns casos extremos, o motor pode até quebrar.

Como verificar?

O nível do lubrificante tem que ser checado com o carro frio e em lugar plano, para não dar falsa impressão de que esteja fora do nível recomendado. Abra o capô, retire a vareta do cárter, limpe-a com uma flanela (ou algum pano que não solte fios e fibras) e ponha-a novamente no recipiente. Retire-a de novo para verificar o nível. Caso o veículo esteja rodando há algum tempo, desligue o motor e aguarde por cinco minutos.
Importante: se você já tiver saído com o carro e a luz do óleo acender no painel, pare o veículo imediatamente e verifique o nível. Se estiver abaixo do traço de mínima capacidade, complete-o com produto das mesmas especificações do lubrificante recomendado no manual do proprietário — misturar marcas é permitido. Contudo, não fique só completando, pois essa é uma das principais causas para formação de borras. Se o nível estiver alto, leve o carro até a oficina e verifique a bomba de óleo.

Também não se intimide com o diagnóstico assustador do frentista, que pode condenar seu óleo por estar escuro. É normal o produto ficar escurecido, afinal, tem poder detergente para limpar o motor e manter as impurezas em suspensão. Assuste-se somente se aparecer borras na vareta. Corra para fazer a troca.
Para não ter dor de cabeça, faça a troca em concessionárias ou lojas especializadas

Quando trocar?

Em média, o óleo é substituído a cada 5 mil ou 10 mil km — a troca varia conforme a marca do carro e o tipo de lubrificante. Carros mais modernos registram consumo médio de óleo de 300 ml a cada 1.000 km. Se o seu consome mais que isso, procure a concessionária.

Para fazer a troca, vá a uma concessionária ou lojas especializadas. Esses estabelecimentos têm maquinário apropriado e seguem procedimentos para a troca, como o aperto no parafuso que abre o bujão do cárter. Em veículos zero km, a substituição geralmente está prevista nas revisões programadas. Lembre-se que colocar óleo fora da especificação pode acarretar em perda da garantia do carro.

Também é importante ressaltar a importância dos filtros de óleo: sempre que for trocar o lubrificante, coloque um novo e opte por produtos de marcas conhecidas.

Sopa de letrinhas

Aquela overdose de letras e números na embalagem do lubrificante tem explicação: são as informações e características do produto, como índice de viscosidade, temperatura, aditivos etc. Mas o leque hoje é maior. Geralmente, fabricantes recomendam mais de uma especificação de óleo para o mesmo modelo. Por isso, consulte o manual.

Veja, por exemplo, a explicação da Shell sobre um rótulo com a seguinte classificação: 5W40, 0W30 ou 10W30 e API SN, API CJ-4. “Os primeiros números dos óleos multiviscosos representam o comportamento do motor na partida a frio, ou seja, quanto menor o valor, menor será o tempo necessário para que o óleo chegue à todas as partes do motor; o outro número indica a viscosidade à temperatura; já a segunda classificação é a de serviços (as mais conhecidas são a American Petroleum Institute, API, e a Association of Constructors of European Automobiles. a ACEA)”.

O deciframento continua: “A primeira é dividida em duas categorias, a “S” (óleos de Serviço) é voltada para motores ciclo otto; a “C” (óleos Comerciais) é voltada para motores ciclo diesel.
E dentro de cada categoria existe os níveis de performance, que aumentam na medida em que a letra após o “S” ou “C” evolui. Por exemplo, o SB é melhor que o AS, e o CB é melhor que o CA. Atualmente, as classificações mais modernas são: API SN e API CJ-4 — o número que acompanha a categoria C é voltado para motores de dois ou quatro tempos”. Ufa.

Nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, nem o contrário: misturar é queimar dinheiro, já que um “contaminará” o outro.

Sintético ou mineral?

A principal mudança entre os dois está no tempo de oxidação: o produto mineral oxida em menos tempo e perde mais rapidamente o poder de fluidez, corrosão e formação de espuma. O sintético tem viscosidade estável, que facilita a lubrificação mais rápida das partes altas do motor e forma película mais resistente.
Por conta disso, nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, já que este tem mais aditivos em sua composição, nem faça o contrário. Fique atento, pois misturar é queimar dinheiro, já que um “contamina” o outro.

Perigos do óleo errado

O produto fora da especificação para aquele carro pode não suportar a dilatação provocada pelo calor do motor. Desse modo, ele vai se degradar mais rapidamente. Isso pode causar o depósito de verniz e borras, que chegam a gerar entupimentos. Em casos extremos, o motor pode fundir.

A viscosidade diferente comprometerá toda a lubrificação e pode até quebrar o motor. Isso porque o lubrificante é responsável, entre outras coisas, por manter uma película para minimizar os atritos entre as peças metálicas do conjunto. Se o óleo tiver viscosidade diferente, essa película simplesmente se romperá e ocasionará mais atrito entre esses componentes.

Outro exemplo: o óleo mais “fino” que o recomendado pode subir para a câmara de combustão e queimar junto com o combustível.

Aditivos para quê?

O óleo lubrificante tem detergentes próprios para limpar a parte interna do motor. Por isso, aditivos adicionais não são recomendados, já que podem alterar a viscosidade e desgastar precocemente componentes como o virabrequim e os eixos comandos de válvulas.

 

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